1 de julho de 2013 Agosto - SEF - Secretaria de Estado da ...· estatísticas econômicas oficiais,

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    INTRODUO

    O boletim Indicadores Econmico-Fiscais de Santa Catarina traz dados estatsticos da economia e das receitas do Estado. O boletim rene as mais recentes

    estatsticas econmicas oficiais, abrangendo informaes sobre o Produto Interno Bruto (Pib), emprego, balana comercial, produo agrcola e industrial, vendas

    e receitas do comrcio, consumo de energia eltrica, consumo aparente de cimento, vendas de leo diesel, inflao e cmbio, e as expectativas de agentes

    econmicos, entre outros indicadores da economia estadual.

    Os dados so atualizados periodicamente propiciando o monitoramento do nvel da atividade econmica presente no Estado, sua comparao com o Pas e o

    delineamento das tendncias de curto prazo da economia. Nesta edio, alm de uma estimativa da atividade econmica no Estado com base nos indicadores

    disponveis at setembro de 2017, so apresentados os dados oficiais do Pib estadual de 2014 e a estimativa da evoluo do Pib do Estado entre 2015 e junho de

    2017, comparados ao perodo imediatamente anterior. So mais de 20 indicadores econmicos organizados e divulgados pela Secretaria de Estado da Fazenda de

    Santa Catarina.

    Espera-se que os dados e as informaes aqui apresentados tragam suporte ao processo de elaborao do oramento estadual bem como tomada de outras

    decises estratgicas de agentes pblicos e privados.

    Homepage: http://www.sef.sc.gov.br/relatorios/dior/boletim-de-indicadores-econmico-fiscais

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    2. RESUMO EXECUTIVO

    Humor melhora diante de cenrio mais favorvel

    Uma onda de boas notcias aos poucos est mudando a percepo do ambiente

    econmico, atual e futuro, no Estado e no Pas.

    Foram mais de dois anos de uma profunda crise, que extrapolou a dimenso eco-

    nmica, atingiu de forma devastadora o centro do poder poltico e empresarial

    do Pas e desafiou de forma indita as instituies nacionais. Alm de muita per-

    plexidade e pessimismo na sociedade frente a tantas mazelas expostas, gerou

    considervel retrocesso das conquistas sociais e econmicas de anos anteriores.

    Esse perodo certamente ficar para a histria, marcado pela depurao nas re-

    laes pblico-privado, e oxal, seja seguido por reformas efetivas e mudanas

    concretas na sociedade, seja na forma de se fazer poltica ou na gesto do setor

    pblico e de suas estatais.

    Com o avano do tempo as relaes polticas e institucionais esto mais pacifica-

    das e os grandes avanos no ambiente econmico esto gerando mais otimismo

    e esperana aos brasileiros.

    A combinao de queda sustentada da inflao e a sinalizao de queda real da

    taxa de juros, entre outros avanos institucionais e de gesto, j tiveram impacto

    na percepo de empresrios e consumidores, tanto no que se refere ao ambi-

    ente atual como ao futuro.

    A elevao real da renda das famlias, num contexto de baixa inflao e de recu-

    perao do emprego, est fazendo com que a massa de rendimentos volte a

    crescer e coloque a economia em um ciclo positivo de crescimento. A firme tra-

    jetria de queda da taxa Selic fez com que o crdito s famlias j esboce alguma

    reao e abre caminhos para a recuperao do consumo, fortemente retrado

    pelo longo perodo de recesso. A grande capacidade ociosa das empresas ainda

    no permitiu a retomada dos investimentos, que certamente viro a medida em

    que a atividade econmica acelerar. Os investimentos pblicos tambm depen-

    dem da consolidao dos ajustes fiscais, nos Estados e na Unio.

    Boas notcias tambm esto vindo de fora. O excelente desempenho comercial

    do Pas com o exterior em muito tm ajudado a compensar a retrao do mer-

    cado interno. A grande atratividade do mercado interno brasileiro est favore-

    cendo a entrada dos abundantes recursos disponveis no mundo, e esto contri-

    buindo para a valorizao da bolsa de valores e mantendo o Real estvel e at

    com alguma valorizao.

    Em Santa Catarina o cenrio no diferente. onda de boas notcias que me-

    lhorou os cenrios para o Pas, aqui se somou a outras conquistas dos catarinen-

    ses. Alm da economia estadual estar liderando a volta do crescimento econ-

    mico em setores como indstria, comrcio varejista, comrcio exterior, gerao

    de emprego e taxa de desemprego, quando comparado com os demais estados,

    tem avanado significativamente no quesito competitividade no ambiente de

    negcios.

    O Estado acaba de ascender para o 2 lugar no Ranking de Competitividade do

    Estados 2017, atrs apenas de So Paulo, a maior e mais moderna economia do

    Brasil. Merece destaque o rpido avano do Estado no ranking iniciado em 2011

    quando ocupava o 7 lugar. O ranking elaborado pelo Centro de Liderana P-

    blica, CLP, em parceria com a Tendncias Consultoria e a Economist Intelligence

    Unit. A ferramenta analisa a capacidade competitiva dos 26 estados brasileiros e

    do Distrito Federal.

    No embalo desses avanos melhoraram os indicadores de confiana dos empre-

    srios e consumidores de Santa Catarina.

    O ndice de Confiana dos Empresrios do Comrcio, o ICEC, por exemplo, teve

    alta de 5,8% em agosto e j se encontra na zona de otimismo, acima dos 100

    pontos. A avaliao das condies atuais impactou positivamente o indicador.

    No ano j avanou 11,4% refletindo uma viso positiva do empresariado, sendo

    que 77% deles acreditam que a economia seguir crescendo. SC lidera entre os

    estados brasileiros o crescimento das vendas do comrcio varejista ampliado.

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    O desempenho da indstria estadual tambm gerou otimismo no meio empre-

    sarial. O ndice de Confiana do Empresrio Industrial, ICEI, registrou alta de 5,4

    pontos em relao a julho, colocando-se tambm na zona de otimismo. Houve

    melhora tanto na percepo das condies atuais como em relao ao futuro.

    Da mesma forma o indicador especifico da construo civil teve melhora em am-

    bas perspectivas, atuais e futuras.

    A percepo do consumidor catarinense ainda est pessimista, mas na passagem

    do ms houve avanos significativos tanto na sua perspectiva de consumo como

    na de avanos profissionais. Talvez o grau de endividamento das famlias, consi-

    derados em patamares elevados e frente as elevadas taxas de juros vigentes,

    tenha contribudo para esse certo pessimismo. Tambm o descontentamento

    com a poltica e as incertezas com ela relacionadas devem estar refletindo no

    ndice. De toda a forma, o consumidor catarinense est menos pessimista que

    na mdia do consumidor brasileiro.

    E assim o futuro vai se desenhando. Impossvel prev-lo, mas certamente est

    amparado por um contexto claramente melhor do que aquele de meses atrs.

    Muito ainda resta a ser feito, mas tudo indica que um crescimento mais vigoroso

    vai ser retomado em breve.

    O atento acompanhamento dos fatos e muita cautela na tomada decises, no

    entanto, continuaro imprescindveis. Pelo menos at que as eleies de 2018

    estejam melhor definidas.

    Paulo Zoldan - Economista

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    3 QUADRO RESUMO INDICADORES DA ATIVIDADE ECONMICA EM SANTA CATARINA 2016 -2017

    MsAcumulada

    no ano

    Acumulada

    em 12

    meses

    Agosto 3,6 9,5 5,0 5,9

    Agosto 0,9 11,5 10,6 12,9

    Agosto 0,8 13,0 11,7 14,2

    Agosto 5,1 16,9 10,9 13,1

    Junho -0,4

    Agosto 0,3 1,5 0,3

    Julho 0,7 4,6 3,5 2,0

    Agosto 7,5 9,2 14,3 13,9

    Agosto 4,1 15,7 22,2 17,3

    Julho 16,0 12,8 5,4

    Julho 13,5 12,6 8,1

    Julho 0,7 2,7 -1,3 -2,6

    Agosto 14,9 12,5 5,3 -2,2

    Agosto 3,9 13,1 -6,9 -6,4

    Julho 5,0 3,1 -1,2 -0,6

    Junho 2,6 3,9 3,3 3,1

    Agosto 0,2 1,6 2,5

    Setembro -1,0 -4,2 -2,4 -2,1

    PIB 2017 - Estimativa

    Empregos com Carteira Assinada

    Ms de

    Referncia

    Ms/Ms

    Anterior

    (%)

    Variao em relao ao mesmo

    perodo do ano anterior (%)

    Receita Lquida Disponvel - RLD

    Inflao (IPCA/Brasil)

    Cmbio (R$ / US$) posio em 20/9/2017

    Receita Nominal de Servios

    Venda de Veculos Novos

    Consumo Aparente de Cimento - Regio Sul

    Vendas de leo Diesel

    Consumo de Energia Eltrica

    Produo Industrial - Indstria Geral

    Exportaes

    Importaes

    Volume de Vendas do Comrcio Varej. Ampl.

    Receita das Vendas do Comrcio Varej. Ampl.

    Receita Corrente Lquida - RCL

    Receita Tributria - RT

    ICMS

    5,9

    12,9

    14,2

    13,1

    0,3

    2,0

    13,9

    17,3

    5,4

    8,1

    3,1

    2,5

    -0,4

    -2,6

    -2,2

    -6,4

    -0,6

    -2,1

    Variao (%) acumulada em 12 meses(Base: 12 meses anteriores)

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    4 RECEITA CORRENTE LQUIDA RCL (1)

    Evoluo das receitas correntes e das dedues legais DESTAQUES

    Var. Acumulada em 12 meses - (Base: igual perodo anterior)

    RECEITA CORRENTE LQUIDA (I - II)

    RECEITAS CORRENTES 1 (I) RCL acima da inflao Receita T