1 QUESTƒO 13. MLTIPLA ESCOLHA LNGUA .MLTIPLA ESCOLHA 10,000 pontos ... correta ao pedido

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Text of 1 QUESTƒO 13. MLTIPLA ESCOLHA LNGUA .MLTIPLA ESCOLHA 10,000 pontos ... correta ao pedido

CONCURSO DE ADMISSO 2007 ao CFO/QC - 2008 PG - 1CONHECIMENTOSGERAIS _________________DIRETOR DE ENSINO

VISTO:

1 QUESTO

MLTIPLA ESCOLHA

10,000 pontos distribudos em 40 itens

Marque no carto de respostas, anexo, a nica alternativa que responde de maneiracorreta ao pedido de cada item.

Leia o texto I, para solucionar os itens de 01 a 04.

TEXTO I

FORA DA AGENDA

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

11.

12.

A preservao dos recursos ambientais um tema que pouco entra nas

preocupaes dos brasileiros. Talvez por ser novo, talvez pela permanncia de um

velho ufanismo que os leva a crer em natureza exuberante, inesgotvel, renovvel

por si mesma. Esquecem que no h exuberncia capaz de resistir devastao, e

que o deserto talvez os espreita amanh.

Cenas filmadas nos ltimos dias da selva opulenta da regio amaznica na

rea da tragdia com o Boeing da Gol, onde vicejam rvores frondosas de mais de

40 metros de altura, revelam que ainda h muito por preservar no meio dos

indcios de agonia: no Pantanal Mato-grossense, a extino gradativa de espcies

animais, retirada ilegal de madeiras nobres na Amaznia, que, aos poucos, perde

os flancos sob o denteado gume das motosserras. Transformam matas fechadas

em capim para o gado.(...)

13.

14.

15.

16.

17.

18.

19.

Sentiu-se a voz presa do ambientalismo, que deveria se fazer ouvir com

eloqncia. A ocupao de espaos rurais se faz ao estilo dos solos urbanos de

improviso, tocada pela aventura empresarial do interesse econmico ganancioso.

Haveria muito o que discutir na Bahia, a respeito deste captulo das polticas

pblicas: a exata demarcao e defesa de reservas indgenas, o amparo aos

resduos da Mata Atlntica, o combate s carvoarias, o socorro urgente ao Rio

So Francisco.

( Adapt. A TARDE, Opinio, Editorial 02/ 10/ 2006)

01. Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta.

I. Em Talvez por ser novo (...) ( 2), o vocbulo assinalado pode serconsiderado um elemento catafrico, porque remete seqncia do texto.

II. O pronome oblquo os ( 3) funciona como um anafrico, cujo anaforizado brasileiros ( 2).

III. A expresso Esquecem que (...) ( 4) poderia ser substituda corretamentepor Esquecem-se que (...).

IV. A expresso (...) onde vicejam rvores frondosas (...) ( 7) poderia sersubstituda por onde vegetam com exuberncia rvores com muitas

folhagens e ramos, sem prejuzo para a interpretao.

(A) Somente I, II e III esto corretas.(B) Somente III e IV esto corretas.(C) Somente II e IV esto corretas.(D) Somente IV est correta.(E) Somente III est correta.

LNGUA PORTUGUESA

CONCURSO DE ADMISSO 2007 ao CFO/QC - 2008 PG - 2CONHECIMENTOSGERAIS _________________DIRETOR DE ENSINO

VISTO:

02. Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta.

I. Em Cenas filmadas nos ltimos dias (...) com o Boeing da Gol (...) ( 6-7), a orao principal do perodo.

II. Est funcionando como um adjetivo que restringe a qualidade do substantivoCenas o trecho (...) filmadas nos ltimos dias da selva opulenta da regioamaznica na rea da tragdia com o Boeing da Gol (...) ( 6-7).

III. A orao (...) onde vicejam rvores frondosas de mais de 40 metros (...) (7-8) pode ser identificada sintaticamente como adjunto adverbial da oraoanterior.

IV. A idia de finalidade do perodo encontra-se em (...) por preservar no meiodos indcios de agonia: (...) ( 8-9).

(A) Somente II est correta.(B) Somente II e IV esto corretas.(C) Somente II, III e IV esto corretas.(D) Somente III e IV esto corretas.(E) Somente I e II esto corretas.

03. H uma anttese em:

(A) A preservao dos recursos (...) / (...) pouco entra (...). ( 1)(B) (...) devastao (...) / (...) deserto (...). ( 4-5)(C) Sentiu-se a voz presa do ambientalismo (...) / (...) que deveria se fazer ouvir

(...). ( 13)(D) (...) demarcao (...) / (...) defesa de reservas (...). ( 17)(E) (...) defesa de reservas (...) / (...) amparo aos resduos da Mata Atlntica

(...). ( 17-18)

04. Assinale a proposio na qual o termo destacado tem a mesma funo sinttica daexpresso grifada em Sentiu-se a voz presa do ambientalismo (...) ( 13).

(A) (...) Esquecem que (...). ( 4)(B) Transformam matas fechadas (...). ( 11)(C) (...) que deveria se fazer ouvir (...). ( 13)(D) (...) a exata demarcao e defesa de reservas indgenas (...). ( 17)(E) (...) o socorro urgente ao Rio So Francisco.. ( 18-19)

Leia o texto II, para solucionar os itens de 05 a 11.

TEXTO II

O VCIO DOCENTE

01.02.03.04.05.06.07.08.09.10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20.21.22.23.24.25.26.27.28.29.30.31.32.33.

As estimativas referentes ao universo laboral na educao brasileira(desde as creches at as universidades) apontam a existncia de quase 3milhes de postos de trabalho docentes mais da metade concentrada noensino fundamental. Se a elas fossem somadas as prticas no formais, onmero talvez aumentasse em progresso aritmtica. Trata-se, pois, de umcontingente populacional gigantesco cujas feies comporiam uma figuradeveras disforme, caso pretendssemos esboar alguma espcie de retratoidentitrio do segmento.

Dentre tantas descontinuidades que designam o campo pedaggico,uma delas digna de nota: a rotatividade dos profissionais. A cada ano, umamassa de novos professores adentra as salas de aula pela primeira vez,movidos por um impulso to difuso quanto impondervel. Nunca se saber porque o fazem. No entanto, mais intrigante do que aquilo que os atraiu docncia o que, mais tarde, os far persistir nesse bravo ofcio.

A idia de bravura no remete apenas aos perigos que espreitamaqueles que ali se embrenham, mas tambm coragem de afrontar o lugarcomum de que se passa uma fatalidade com quem, hoje, se prope a ensinar o que talvez explique o olhar condescendente dos alheios ao campopedaggico. E eles esto certos. Isso porque a docncia mais cativa do vciodo que do arbtrio. Professores de fato so aqueles que no conseguiram evit-lo. Nada alm.

Eis aqui a anatomia do vcio docente: todo incio de ano letivo ocasio de tormento e, ao mesmo tempo, de alguma alegria. Tormento porquea experincia anterior de nada nos serve, j que os mais novos subvertemquase tudo que supnhamos saber sobre o ofcio. Eles so transeuntesdispersos, sempre de passagem, que usurpam sem piedade o que ns levamosum ano inteiro para construir. Da, estranhamente, a sensao de alegria. Semsab-lo, os alunos nos condenam a ter de nos deslocar sempre e sempre.Monotonia aqui no h, tampouco pacificao do esprito.

No obstante, quanto mais avanamos na idade, menos dispostos nostornamos a habitar o desterro que esse excntrico vcio decreta. E a quedesponta seu avesso: o hbito. Pelo fato de que a docncia demanda uma vita-lidade constante, muitos vo tombando pelo caminho, ludibriados pela pro-

CONCURSO DE ADMISSO 2007 ao CFO/QC - 2008 PG - 3CONHECIMENTOSGERAIS _________________DIRETOR DE ENSINO

VISTO:

34.35.36.37.38.39.40.41.

messa de uma existncia rotineira e cumulativa em sala de aula, quando tudoque ela requer so extravagncias. Ideal se fosse uma ocupao intermitente, daqual pudssemos sair e a ela retornar mais tarde, apenas quando tomadospor alguma inspirao criadora. No o , entretanto. Seus ditamescircunscrevem-se a esse trabalho vigilante e implacvel de experimentao demodos de vida inusitados em sala de aula. Um trabalho que principia e, tantasvezes, se encerra em ns mesmos. Ns que, por pura dependncia e gratuidade,nos incumbimos de estranhar as coisas do mundo, deste pobre mundo. Ns?

(AQUINO, Jlio Groppa. In: Educao. So Paulo ano 10, n. 118, p. 46, fev. 2007.)

05. A idia de que a docncia um vcio, apresentada no texto:

(A) mostra-se paradoxal.(B) tem um carter doentio negativo.(C) ratificada pela referncia a outros profissionais.(D) s possvel entre os professores do ensino fundamental.(E) apenas ilustrativa para outras idias mais importantes no texto.

06. Uma caracterstica apontada para todo o grupo de profissionais sugerida no texto:

(A) o descompromisso.(B) a diversidade de perfil.(C) a falta de formao.(D) o desconhecimento de tecnologias.(E) o medo.

07. A palavra laboral ( 1) formou-se pelo mesmo processo que:

(A) trabalho ( 3).(B) disforme ( 7).(C) identitrio ( 8).(D) impondervel ( 12).(E) excntrico ( 31).

08. A idia de bravura no remete apenas aos perigos que espreitam aqueles que alise embrenham, mas tambm coragem de apontar o lugar comum (...).( 15-17)Reescrevendo-se a orao supracitada, sem mudar o sentido, ter-se-:

(A) A idia de bravura no remete aos perigos que espreitam aqueles que ali seembrenham, como coragem de afrontar o lugar comum (...).

(B) A idia de bravura no remete aos perigos que espreitam aqueles que ali seembrenham, porque remete coragem de afrontar o lugar comum (...).

(C) A idia de bravura remete aos perigos que espreitam aqueles que ali seembrenham, mas do que coragem de afrontar o lugar comum (...).

(D) A idia de bravura remete menos aos perigos que espreitam aqueles que alise embrenham, do que coragem de afrontar o lugar comum (...).

(E) A idia de bravura remete aos perigos que espreitam aqueles que ali seembrenham e coragem de afrontar o lugar comum (...).

09. As palavras segmento ( 8), impondervel ( 12), usurpam ( 26) edesterro ( 31), considerando o contexto, apresentam como contedo semntico,respectivamente:

(A) categoria, impreciso, transtorno e exlio.(B) corte, intangibilidade, disperso e fuga