Anatomia - Coluna Cervical - F .Coluna Vertebral A coluna funciona como uma viga móvel, suportando

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  • Anatomia - Coluna Cervical

    C1 e C2 diferem das demais vrtebras da coluna por particularidades anatmicas.

    Massas laterais.Dente do xis.

  • Coluna Cervical Alta

    Ligamento alar

    Ligamento do pice do dente

  • Ligamento transverso do Atlas, parte do ligamento cruciforme.

    LigamentoAlar

  • Anatomia - Coluna CervicalNa fratura de Jefferson (compresso xial do crnio sobre o Atlas), importante para o prognstico saber se ouve ou no ruptura do ligamento transverso.

    Ligamento transverso do Atlas

    Ligamento Alar

  • Anatomia - Coluna Cervical

  • Fratura de Jefferson

    Fratura do anel posterior de C1

  • Fraturas do Atlas

    Diagnstico- Rx de frente perda da continuidade da linha vertical traada sobre as margens laterais do Atlas e xis.

  • Tomografia

  • Anatomia - Coluna Cervical

    Leso muito instvel do odontide.

  • Anatomia - Coluna Cervical

    Paciente foi tratado com trao esqueltica inicial.

  • Anatomia - Coluna Cervical

    Conseguida a melhor reduo possvel, uma fuso posterior foi realizada.

  • Coluna cervical

    50% do movimento de rotao ocorre no segmento atlanto axial

  • Anatomia - Coluna Cervical

    Quase toda inclinao lateral ocorre entre C3-C7.

  • Anatomia - Coluna Cervical

    Rx da coluna cervical

  • Esternocleidomastideo

    Trapzio

    Escaleno posterior

    Escaleno mdio

    Escaleno anterior

  • Visto de frente so bvias as salincias das clavculas, o sulco esterno clavicular e os msculos esternoclidomastideo.

  • Anatomia - Coluna CervicalA maioria das pessoas consegue fletir a coluna atencostar o queixo no peito, estender at olhar por cima da cabea, rotao lateral simtrica e flexo lateral de 54 graus so possveis para a maioria das pessoas.

  • Anatomia Tronco

    A orientao das articulaes da coluna torcica e das costelas adjacente determina importante limitao dos movimentos neste segmento.A flexo-extenso, assim como a inclinao lateral e a rotao ocorrem na juno traco-lombar.

  • Serrtil anterior

    Nervo TorcicoLongo

  • Rombide Maior

    RombideMenor

    Elevador daEscpula

    Esplnio daCabea

  • Serrtil posterior inferior

    Serrtil posterior superior

    Serrtil anterior

    Romboides

    Obliquo externo

    Eretor da espinha

    Esplnio da cabea

  • Testes Especiais

    A funo do trapzio pode ser avaliada pedindo-se ao paciente sentado que levante os ombros, primeiro contra a gravidade e aps contra a resistncia.A capacidade de sentar com a cabea ereta implica em boa funo da musculatura extensora do pescoo, pode-se adicionar resistncia pedindo para o paciente estender o pescoo enquanto o examinador aplica presso contraria na nuca.

  • Anatomia - Tronco

    As faces posteriores da sacro ilaca esto no mesmo nvel.A face posterior da caixa torcica simtrica (caso contrario suspeita-se de escoliose).

  • Anatomia - TroncoVisto por trs a altura dos ombros igual,o volume dos trapzios simtrica e as pontas dos processos espinhosos da escapula so bem visveis e esto na mesma altura.H proeminncia da apfise espinhosa da stima vrtebra cervical.

  • Costelas flutuantes

    Costelas falsas

    Costelas verdadeiras

  • Reto do abdome

    Oblquo externo

    Peitoral menorPeitoral maior

  • Anatomia - Tronco

    A proeminncia dos ombros revestindo a articulao acromiclavicular deverter a mesma altura.A parede torcica anterior dever ser simtrica e a altura dos mamilos a mesma, assim com no abdmen as cristas ilacas anteriores.

  • Testes Especiais

    A funo dos msculos escapulares podem ser avaliadas pedindo-se ao paciente que de p pressione uma parede com os membros superiores estendidos, a escapula alada implica fraqueza muscular do grande denteado (serratil) que sinal de leso do nervo longo torcico.

  • Trax

  • Pneumotrax Hipertensivo Hemitrax Esquerdo

  • Coluna Vertebral

    A coluna funciona como uma viga mvel, suportando trao,compresso, cisalhamento longitudinal e transversal, com cargas excntricas e mveis.

  • As articulaes interapofisrias tm como funo limitar e orientar os movimentos segmentrios.

    Fvea costal superior

    Fvea costal inferior

    Fvea costal transversa

    T12

    T6

    Fvea costal

  • A coluna estabilizada pelos ligamentos e pela musculatura, a amplitude de flexo-extenso da coluna lombar de 75% em L5-S1, os outros 25% so divididos entre os demais nveis da coluna lombar.

    Ligamento longitudinal anteriorLigamento supra espinhoso

    Ligamento interespinhoso

  • Na posio ereta os corpos vertebrais suportam compresso, as estruturas do arco posterior esto submetidas a trao, os pedculos, as articulaes interapofisrias e o canal medular esto na zona neutra.

    Forame intervertebral

  • Segmento motor conjunto formado por duas vrtebras adjacentes e todos os elementos que os unem.

    Processo articular superior

    Processo articular inferior

    Lamina

  • Radiologia

    Rx em AP e P para determinar a fratura e sua localizao, a distancia aumentada entre os processos espinhosos assim como desalinhamento ou rotao indicam leso ligamentar.

  • Testes Especiais

    A determinao de escoliose deve ser parte integral dos exames por varredura das crianas. No exame fsico neonatal a assimetria da caixa torcica implica na presena de uma curvatura vertebral.O teste de flexo anterior o que mais facilmente determina a presena de deformidade em pacientes juvenis ou adolescentes.

  • Anatomia Flexo-extenso da coluna lombar em geral envolvem flexo ou extenso do quadril.Para fins prticos a maioria das crianas consegue inclinar para frente e tocar o cho com as dedos.Se a pelve estabilizada a maioria dos pacientes consegue entre 20 e 30 graus de inclinao lateral e rotao lateral.

    Nervo Femural

  • Coluna Vertebral

    Os discos intervertebrais so estruturas amortecedoras e distribuidora de cargas.

  • Sacro

    um osso triangular formado pela fuso de 5 vrtebras.

  • Sacro

    Os forames anteriores e posteriores do sacro comunicam-se com o canal sacral e atravs deles transitam as razes nervosas.

  • SacroO plexo lombo sacro formado de L4 at S3 inervando as extremidades inferiores e regulando a funo genital, da bexiga e a anorretal.

    L4L5

    S1

    S2

    S3

    Psoas

    Obturador interno Elevador do nus

    Piriforme

  • Sacro

    Leses de S2 para baixo ocorre perda da funo vesical e do esfncter uretral, leses unilaterais leva perda da sensao.

  • Anatomia Membros Superiores

    Regies anatmicas da escapula-cavidade glenidea, colo, corpo, espinha e acrmio e processo coracide.

  • Dois complexos ligamentares tm importncia para o trauma.Acromioclavicular.Coracoclavicular.

  • A funo do deltide (nervo axilar, raiz de C5 e C6) pode ser testada pedindo-se para ao paciente para abduzir o brao primeiro contra a gravidade e depois contra alguma resistncia.

    Nervo e artria supra escapular

  • O ombro formado por um complexo de 5 articulaes, sendo 3 sinoviais e 2 por deslizamento muscular. Glenoumeral, acrmio clavicular, e subdeltoideia.

  • Externo clavicular e Escapulotorcica.

  • Biomecnica Articular- Ombro

    Os movimentos do ombro so- flexo extenso, abduo, aduo, rotao interna e externa, flexo e extenso horizontal.

  • A rea da cavidade glenide cerca de 1/3 da rea da cabea do mero, esta relao da glenoumeral uma grande amplitude de movimento, porm a articulao susceptvel a luxao.

  • A estabilidade depende da ao sinrgica e antagnica dos msculos e da integridade do labrum glenoidal e da cpsula articular.O labrum uma estrutura cartilaginosa que tem como funo aumentar a concavidade da glenide criando maior estabilidade.

  • Ressonncia Nuclear Magntica

  • Anatomia Extremidades Superiores

    O msculo deltide tem origem na clavcula, no acrmio e na espinha da escapula, inserindo-as na tuberosidade deltoidiana do mero dando forma ao ombro, o aspecto anterior do brao dado principalmente pelo bceps.

  • Flexo- braquial, quando em supinao tambm pelo bceps, no movimento rpido pelo braquiorradial.

  • A funo do msculo bceps (nervo musculocutneo, C5 e C6) pode ser testado pedindo-se que o paciente flexione o antebrao, (contra gravidade e resistncia). O reflexo biciptal (C5) obtido percutindo-se o tendo do bceps na fossa antecubital.

    NervoMusculocutneo

  • A funo do msculo trceps (nervo radial C5,C6,C7eC8) pode ser testado pedindo-se que o paciente estenda ativamente o brao (contra gravidade e resistncia). O reflexo tricptal obtido pela percusso do tendo do cotovelo.

  • No 1/3 distal o nervo radial cruza o septo intermuscular lateral e encontra-se fixo prximo ao osso, isso o torna vulnervel para leses (Leso de Holstein-Lewis).

  • Extenso-trceps e ancneo

  • Fossacoronide

    Fossa do Olcrano

    CondiloLateral

    CondiloMedial

    Trclea

    EpicondiloMedial

    Epicondilo Lateral

    Capitulo

  • Biomecnica Articular-Cotovelo

    composto das articulaes mero ulnar, mero radial e rdio ulnar proximal.

  • Biomecnica Articular-Cotovelo

    Os eixos longitudinais formam um ngulo de 12 graus no adulto chamado de ngulo de carregamento

  • Anatomia TopogrficaNo cotovelo as proeminncias dos epicndilos lateral e medial so evidentes quando o cotovelo fletido, e percebe-se a proeminncia do olecrnio.

  • Anatomia Topogrfica