ATUALIDADES - Editora .ATUALIDADES DENGUE Carolina Cunha A dengue sempre foi um problema de saúde

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    TICA NO SSSSERVIO PPPPBLICOtica e Moraltica e Moraltica e Moraltica e Moral

    tica, princpios e valorestica, princpios e valorestica, princpios e valorestica, princpios e valores

    Os vocbulos "moral" e "tica" derivam de palavras quesignificam "hbito" ou comportamento"; entretanto, opapel do filsofo moral nunca se concebeu como o de umhomem a quem coubesse descrever ou explicar os costu-mes ou o comportamento humano. Mas responder squestes prticas, criticar, avaliar ou estimar costumes ecomportamentos.

    Ensina-nos o Prof. Leonardo Boff que A tica parte dafilosofia. Considera concepes de fundo acerca da vida, douniverso, do ser humano e de seu destino, estatui princpiose valores que orientam pessoas e sociedades. Uma pessoa tica quando se orienta por princpios e convices. Dize-mos, ento, que tem carter e boa ndole. A moral parteda vida concreta. Trata de prtica real das pessoas que seexpressam por costumes, hbitos e valores culturalmenteestabelecidos. Uma pessoa moral quando age em conformi-dade com os costumes e valores consagrados. Estes podem,eventualmente, ser questionados pela tica. Uma pessoapode ser moral (segue os costumes at por convenincia),mas no necessariamente tica (obedece a convices eprincpios). (in tica e Moral - A busca dos fundamen-tos. Petrpolis : Vozes,2009).

    Assim, a ticaticaticatica o estudo, anlise e a valorao daconduta humana, em consonncia com os conceitos debem e mal, numa determinada sociedade e num determi-nado momento.

    Advirta-se que a tica no cria a moral, ainda que todamoral pressuponha princpios, normas ou regras decomportamento, que, entretanto no so estabelecidospela tica, at porque pr-existem a esta, como experin-cia histrico-social.

    A ticaticaticatica a teoria ou cincia do comportamento moraldos homens em sociedade, ou seja, cincia de uma formaespecfica de comportamento humano como a conceituaADOLFO SNCHEZ VZQUEZ (in "tica", Editora CivilizaoBrasileira, 1995, pp.12 e 13).

    Discorrendo sobre a natureza da tica ou filosofiamoral, WILLIAM K. FRANKENA, da Universidade de Michigan,ensina que "A tica um ramo da filosofia; a FFFFilosofiailosofiailosofiailosofiaMoralMoralMoralMoral, ou pensamento filosfico acerca da moralidade, dosproblemas morais e dos juzos morais (in "Curso Modernode Filosofia - TICA", Zahar, 1969).

    A tica consiste nos preceitos bsicos da vida emsociedade, preceitos estes que dizem respeito ao compor-tamento social do indivduo que, da mesma maneiraabstrata, ignorando-os responde por "sanes morais",como bem explicita JACOB BAZARIAN: "as presses oucoeres sociais exercidos pelos fatos sociais manifestam-sepor meios de sanes que so reaes de aprovao oureprovao por parte do grupo em relao s formas decomportamento admitidas ou condenadas de seus membros.As sanes podem ser positivas, quando estimulam formasaprovadas de comportamento (desde a tolerncia at arecompensa), ou negativas, quando previnem, censuram oureprimem formas indesejveis de conduta (desde a crtica ecensura at a punio e excomunho). Vejamos um exem-plo: consideramos alguns aspectos da moda, que o modode se vestir numa determinada poca, numa determinadasociedade.

    Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto I I I Instituto GGGGeral de PPPPercias / SSSSanta CCCCatarina AAAAdministrao = = = = 41414141

    Arquivo:Arquivo:Arquivo:Arquivo: Conceito

    Palavra derivada do grego arch denominaodo palcio dos registrados e, depois, archeion, signifi-cando o local de depsito e guarda de documentos.

    H ainda, no latim, a palavraarchivum, que traduziria o lugar ondeos documentos eram guardados e quepara muitos seria a raiz etimolgica de

    arquivo.

    A etimologia j sugere o conceito dearquivo, que, efetivamente, outro no se

    no o acervo de documentos organizadamente guardadose conservados, para acesso oportuno.

    Os Arquivos so conjuntos organizados de documentos,produzidos ou recebidos e preservados por instituiespblicas ou privadas, ou mesmo pessoas fsicas, naconstncia e em decorrncia de seus negcios, de suasatividades especficas e no cumprimento de seus objetivos,qualquer que seja a informao ou a natureza do docu-mento

    No utilssimo livro Tcnicas de Arquivo & Protocolo conceitua-se o arquivo como o conjunto de documentosoficialmente produzidos e recebidos por um governo,organizao ou firma, no decorrer de suas atividades,arquivados e conservados por si e seus sucessores, paraefeitos futuros (edio SENAC, p.8).

    Destaque-se a finalidade de um arquivo: possibilitar oacesso, a qualquer tempo, da documentao nele guarda-da.

    Os arquivos so fontes de pesquisa, registram fatospassados, produzem provas e guardam a histria.

    CadastroCadastroCadastroCadastro

    Um cadastro nada mais que um banco de dados,reunindo as principais informaes de determinadocliente, fornecedor, produto, funcionrio, etc.

    Segundo o Dicionrio de terminologia arquivstica,cadastro o registro sistemtico de informaes sobreentidades, lugares, pessoas e bens, feito por instituiespblicas ou privadas (edio SENAC, p.12)

    Tais informaes podero ser retiradas de vrias fontestais como: cartes de visitas, faturas, fichas cadastrais,catlogos, e outros. O cadastro pode e deve ser atualizadocom dados novos ou ainda no informados.

    Normalmente, num cadastro, so colocadas as se-guintes informaes: nome, endereo, documentos deidentificao, data de nascimento, caractersticas eanotaes pessoais, data de envio, caractersticas doproduto, fabricante, etc.

    FichrioFichrioFichrioFichrio

    Em todo escritrio, reparti-o ou secretaria encontramossempre um fichrio. O fichrio o conjunto de fichas ordena-das segundo critrios prestabele-cidos, possibilitando acesso adocumentos ou informaes.

    Normalmente, so caixas dediversos tamanhos que guardam fichas ou cartes,podendo ser de madeira, de ao, de material plstico oude acrlico e at mesmo estarem gravados/armazenadosem um computador. So muito utilizados e tm comocontedo: ndices, informaes, endereos, relao declientes, representantes, fornecedores, etc.

    Um fichrio deve obedecer aos seguintes requisitos:

    adequao s necessidades do servio; obteno de maior economia e espao; facilidade de acesso; possibilidade de expanso; resistncia e durabilidade; garantia de segurana e conservao de documen-

    tos; aparncia e funcionalidade.

    Quando tais informaes estiverem em computador, ofuncionrio responsvel dever repass-las ao pblico ousuperior pela simples leitura da informao requerida ouainda, quando autorizado, poder imprimir o documento,se houver impressora conectada ao computador.

    Se as informaes estiverem organizadas em fichas, ofuncionrio dever mant-las rigorosamente na ordem dearquivamento, tomando sempre cuidado para que no semisturem, nem se altere o critrio de seu arquivamento alfabtico, numrico, etc.

    Tipos de ArquivosTipos de ArquivosTipos de ArquivosTipos de Arquivos

    Se se analisarem os arquivos em funo da entidade ouinteresse que os mantm pode identificar dois tipos dearquivos: os pblicos, naturalmente mantidos por rgospblicos, e os ou privados, institudos e mantidos porpessoas jurdicas de direito privado.

    1111).).).).Arquivos_pblicosArquivos_pblicosArquivos_pblicosArquivos_pblicos::::so conjuntos de documentosproduzidos ou recebidos por rgos

    governamentais, em nvel federal, estadual ou municipal,em decorrncia de suas atividades administrativas,judicirias ou legislativas. Existem trs espcies dearquivos pblicos: correntes, temporrios e permanentes:

    ATUALIDADES

    DENGUE

    Carolina Cunha

    A dengue sempre foi um problema de sade no Brasil. Mas, segundo o Ministrio da Sade, em 2015 o pas teve um aumento expressivo na quantidade de casos da do

    ena e j registra mais de 220 casos de dengue por hora. Entre os dias 1 de janeiro e 18 de abril, o pas regis-trou 745,9 mil casos

    de dengue, um aumento de 234,5% em relao ao mes-mo perodo do ano passado.

    Surtos de dengue podem acontecer quando mudam fatores como clima e migrao do inseto. No Brasil, as condies climticas favorecem a circulao do mosquito em praticamente todos os Estados. Com calor e umidade alta, o Aedes aegypti se reproduz mais e, por isso, sua presena comum em pases tropicais.

    Por ocorrer em diferentes localidades do pas, a dengue considerada uma epidemia. Segundo a OMS (Organizao Mundial da Sade), uma situao consi-derada epidemia a partir de 300 casos para cada 100 mil habitantes. No Brasil, a incidncia de dengue em 2015 de 367,8 casos para cada 100 mil. Apesar disso, se comparado a 2013, o ndice 48,6% menor.

    De acordo com o Ministrio da Sade, a regio Su-deste apresenta a maior incidncia de dengue no Pas, seguida das regies Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Norte.

    O Estado de So Paulo concentra 55% dos casos e lidera o ranking por cidade. Nele, o nmero de casos chega a 257.809, 633% superior ao registrado em 2014 durante o perodo. Segundo a Secretaria da Sade de So Paulo, cerca de dois teros de todos os casos de dengue neste ano esto concentrados em apenas 30 municpios paulistas, entre eles, a capital. Alm de So Paulo, as capitais Florianpolis (SC), Goinia (GO), Palmas (TO), Rio Branco (AC), Recife (PE) e Natal (RN) tambm esto no grupo epidmico.

    A dengue transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado. A picada do pernilongo acontece pelas fmeas, que precisam de sangue para produzir ovos. O mosquito deposita os ovos em locais de gua limpa parada, prin-cipalmente em zonas urbanas. Os sintomas mais comuns da doena so febre alta com dor de cabea, dor atrs dos olhos, no corpo e nas juntas.

    As reas mais afetadas com a dengue no mundo hoje so as Amricas do Sul, Central e do Norte, alm de frica, Austrlia, Caribe, China, Ilhas do Pac