CÓDIGO PROVA ATENÇÃO VERIFIQUE SE A02 VCÓDIGO E .discursivas. 2. Ao receber o material, verifique

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BOA PROVA

A T E N O

ANALISTA I - ADMINISTRAO

CA

DE

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EQ

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E

S

FRASE PARA EXAME GRAFOLGICO (TRANSCREVA NO QUADRO DE SEU CARTO DE RESPOSTAS)

Jean de La Fontaine

O homem feito de tal modo que quando alguma coisa incendeia a sua alma, as

impossibilidades desaparecem.

1. O contm questes de mltipla-escolha, cada uma com 5 opes (A, B, C, D e E) ediscursivas.

2. Ao receber o material, verifique no e seu nome,nmero de inscrio, data de nascimento, cargo, prova e opo de lngua estrangeira. Qualquer irregularidadecomunique imediatamente ao fiscal de sala. No sero aceitas reclamaes posteriores.

3. As provas objetiva e discursiva tero juntas durao de 4:30 horas, includo neste tempo o preenchimento doe

4. Leia atentamente cada questo e assinale no a opo que respondecorretamente a cada uma delas. O ser o nico documento vlido para acorreo eletrnica. O preenchimento do e a respectiva assinatura sero de inteiraresponsabilidade do candidato. No haver substituio do , por erro do candidato.

5. Observe as seguintes recomendaes relativas ao :

- A maneira correta de marcao das respostas cobrir, fortemente, com esferogrfica de tinta azul oupreta, o espao correspondente letra a ser assinalada.

- Outras formas de marcao diferentes implicaro a rejeio do .- Ser atribuda nota zero s questes no assinaladas ou com falta de nitidez, ou com marcao de

mais de uma opo, e as emendadas ou rasuradas.

6. O fiscal de sala no est autorizado a alterar qualquer destas instrues. Em caso de dvida, solicite apresena do coordenador local.

7. Voc s poder retirar-se definitivamente do recinto de realizao da prova aps 1 hora contadado seu efetivo incio, .

8. Voc s poder levar o prprio caso permanea na sala at 1 hora antes do trmino daprova.

9. Por motivo de segurana, s permitido fazer anotao durante a prova no , noe na . Qualquer outro tipo de anotao ser motivo de eliminao

automtica do candidato.

10. Aps identificado e instalado na sala, voc no poder consultar qualquer material, enquanto aguarda o horrio deincio da prova.

11. Os trs ltimos candidatos devero permanecer na sala at que o ltimo candidato entregue o.

12. Ao terminar a prova, de sua responsabilidade entregar ao fiscal o e a. No esquea seus pertences.

13. O ser disponibilizado no site www.funcab.org, conforme estabelecido noCronograma.

Caderno de Questes

Carto de Respostas Folha de Resposta da Discursiva

Carto de Respostas Folha de Resposta da Discursiva.

Carto de RespostasCarto de Respostas

Carto de RespostasCarto de Respostas

Carto de Respostas

Carto de Respostas

sem levar o Caderno de Questes

Caderno de Questes

Caderno de Questes Carto deRespostas Folha de Resposta da Discursiva

Cartode Respostas e a Folha de Resposta da Discursiva

Carto de Respostas Folha de Respostada Discursiva

Gabarito Oficial da Prova Objetiva

CONCURSO PBLICO

VA02ATENO VERIFIQUE SECDIGO E PROVA DESTECADERNO DE QUESTESCONFEREM COM O SEU

CARTO DE RESPOSTAS

PROVACDIGO

ESPANHOL MANH

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02

CONHECIMENTOS BSICOS

Leia o texto abaixo e responda s questes propostas.

Texto 1

Entre o fim do sculo XVII e meados do XIX, surgiuna Europa uma preciosa coleo de rgos de igreja que, athoje, se distingue pelas dimenses monumentais, pelariqueza de ornamentos e pelo som, de nitidez incomparvel.De valor inestimvel para a arte sacra e a msica erudita,tendo sido uma das principais ferramentas de trabalho decompositores como o alemo Johann Sebastian Bach (1685-1750), esses rgos barrocos formam um surpreendenteacervo no Brasil tesouro pouco conhecido que, s agora,comea a vir luz. O mrito de uma pesquisa conduzida naUniversidade Sorbonne, que catalogou os exemplaresexistentes no pas. A lista no extensa. De uma centenadeles de que se tem registro no sculo XVIII, sobraramapenas quinze, dois dos quais em funcionamento. A coleo,modesta se comparada de pases europeus, chamaateno pelo exagero de pinturas e entalhes recobertos deouro e ainda por uma pea que a torna singular: uminstrumento de 1710 assinado pelo alemo Arp Schnitger(1648-1719), espcie de Antonio Stradivari, o clebreconstrutor de violinos, no mundo dos rgos barrocos. No hmais que trinta desses Schnitgers em uso. O do Brasil enfeitaa Catedral da S de Mariana, em Minas Gerais, qual foidoado em 1753 por dom Jos I, rei de Portugal. Restaurado,ainda se presta a belssimos concertos de msica barroca.

O atual trabalho ajuda a lanar luz sobre a histriadesses rgos no Brasil e tambm sobre a prpria histriado pas. O propsito original ao traz-los da Europa para acolnia era animar missas e arregimentar fiis. Essesinstrumentos vo funcionar melhor do que as pregaes,escreveu ao rei o bispo de Salvador, dom Pero FernandesSardinha, em 1552, imbudo da misso de catequizar ndios.No Brasil imperial, os rgos barrocos se popularizaram, aexemplo do que ocorria quele tempo nas cortes europeias.Na cena da coroao de dom Pedro I, em 1822, retratada porDebret, aparece ao fundo o rgo no qual se executou,naquela ocasio, composio de Jos Maurcio NunesGarcia, um dos grandes nomes da msica barroca no Brasil(sim, houve uma profcua produo do gnero no pas, aindaque com o previsvel atraso e influncias do classicismo). Talrgo, do qual s permaneceu uma parte da caixa ricamentedecorada, pode ser visto na antiga Catedral da S do Rio deJaneiro.

Nenhum instrumento produz, sozinho, acordes toricos quanto os rgos barrocos. Seu princpio defuncionamento o de um instrumento de sopro, mas, no lugardo pulmo humano, se faz uso de foles que enviam o ar,simultaneamente, a dezenas de tubos que emitem o som. como se fosse um conjunto de flautas gigantes, com at10 metros de altura. O que distingue os modelos barrocos que nenhum outro permite escutar com tamanha nitideztantos acordes ao mesmo tempo, afirma a especialista ElisaFreixo. Seu mecanismo garante que o ar chegueimediatamente aos tubos quando o teclado acionado,processo que leva at meio segundo nos demais modelos suficiente para a perda de limpidez do som. Eles tambm sediferenciam pela concentrao de finssimos tubos, de ondesaem tons de um agudo extremo. Os rgos fabricados maistarde privilegiaram sons mais graves e difusos o que osadequava a uma nova funo, a de integrar orquestras.

Pases como Espanha e Portugal, donos de valiosascolees de rgos barrocos, j se dedicam conservao

Tesouro musical

desses instrumentos h um sculo. No Brasil, predomina odescaso, diz o brasileiro Marco Aurlio Brescia, frente dapesquisa da Sorbonne. Ele ficou chocado, por exemplo, aoencontrar na cidade mineira de Bom Jesus do Amparodestroos de um rgo barroco do sculo XIX, obra de umarteso local. Com o que sobrou, ainda possvel reconstruiro maquinrio original. De outra preciosidade da coleo, orgo do Mosteiro de So Bento, no Rio, s ficou de p a caixaoriginal at hoje l , boa amostra da imponncia barroca.Mesmo que com atraso, o inventrio dessas obras oprimeiro passo para a conservao do tesouro que restou.

(Marcelo Bortoloti, in Revista Veja, 3 de fev. de 2010)

2. No terceiro pargrafo do texto, o detalhamento dofuncionamento dos rgos barrocos tem como objetivo:

A) orientar o leitor para uma melhor confeco das peas.B) valorizar os rgos barrocos como os encontrados no

Brasil.C) condicionar o leitor a uma leitura mais atenta de um texto

informativo.D) estimular o leitor a se aprofundar na pesquisa sobre os

rgos brasileiros.E) permitir a comparao entre as peas produzidas no

Brasil e as estrangeiras.

3. Marque a opo verdadeira com relao ao texto.

A) Os rgos barrocos produzidos no Brasil devem suagrandiosidade ao mestre Antonio Stradivari, clebretambm pela construo de violinos.

B) Documentos como cartas do Brasil imperial, mais que osobjetos confeccionados no mesmo perodo, ajudam aelucidar fatos pertinentes da histria brasileira.

C) Mosteiros e igrejas, no Brasil, so os nicos responsveispelo estado de conservao em que se encontram obrasde arte como os rgos de msica sacra.

D) No Brasil, o estado da coleo de rgos barrocossurpreendeu o brasileiro que se encontra frente dotrabalho desenvolvido pela Universidade Sorbonne.

E) Embora catalogados no incio do imprio, o acervobrasileiro de rgos barrocos no recebeu a devidaateno dos curadores da poca.

1.Assinale a opo que tem base no texto.

A) Os rgos barrocos tornaram-se mais populares no Brasildo que na Europa, porque l no tinham a funoprimordial de catequizar.

B) Desde a poca imperial, os rgos de igrejaconfeccionados na Europa se distinguiam dos coloniaispelo requinte exagerado dos europeus.

C) O acervo de rgos de arte sacra brasileiro reveste-se deimportncia devido sua contribuio para a msicaerudita composta por Bach.

D) A iniciativa do governo brasileiro em catalogar o acervo deinstrumentos musicais de origem barroca conta com acooperao da Universidade Sorbonne.

E) O estado em que se encontra, atualmente, o rgoretratado por Debret na ocasio da coroao de domPedro I reflete o descaso brasileiro na conservaodessas obras.

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9. De acordo com as informaes contidas no texto 2,infere-se, do texto 1, que:

A) Danificadas, muito da coleo remanescente de rgosbarrocos brasileiros se desvalorizou.

B) As peas barrocas encontradas no Brasil, se restauradas,dispensaro vigilncia.

C) Obras de artes no devem estar sujeitas ao contato com opblico.

D) Atos de vandal ismo precisam ser coibidos,principalmente no que diz respeito ao tes