Dicionario vine

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teologia

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  • Todos os direitos reservados. Copyright ' 2002 para a lngua portuguesa da Casa Publicadoradas Assemblias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.

    Ttulo do original em ingls: Vines Expository Dictionary of Biblical WordsThomas Nelson, Nashville, TN, USA.Primeira edio em ingls: 1985

    Traduo: Lus Aron de MacedoPreparao dos originais e reviso: Joel Dutra do NascimentoCapa: Rafael PaixoEditorao: Olga Rocha dos Santos

    CDD: 220.3 - DicionriosISBN: 85-263-0495-X

    As citaes bblicas foram extradas da verso Almeida Revista e Corrigida, edio de 1995,da Sociedade Bblica do Brasil, salvo indicao em contrrio.

    Para maiores informaes sobre livros, revistas, peridicos e os ltimos lanamentos daCPAD, visite nosso site: http://www.cpad.com.br

    Casa Publicadora das Assemblias de DeusCaixa Postal 33120001-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

    12 Impresso/2010

  • Achava-se Jernimo num deserto do Oriente Mdio, por volta do ano 373 de Nosso Senhor,quando encontrou um judeu que se ps, amorosa e pacientemente, a ensinar-lhe a lngua hebraica.Embora no saibamos o nome daquele professor, o certo que este levou o dedicado aluno a nosomente aprender como tambm a amar o idioma no qual foi escrito o Antigo Testamento. Jdominando o hebraico, e j capaz de empreender as mais complexas exegeses, Jernimo mudou-se para Antioquia, onde foi consagrado para o ministrio cristo.

    Em 396, depois de longas jornadas missionrias e de inestimveis servios Igreja de Cristo,instala-se Jernimo em Belm de Jud. E, aqui, em companhia de outros ministros, igualmentecomprometidos com a ortodoxia e com a erudio bblica, d incio obra que o tornaria imortal:a traduo do Antigo e do Novo Testamento para o latim. Nesta tarefa, houve-se ele, juntamentecom os seus irmos de ministrio, com suma disciplina e serfico zelo. Afinal, estava traduzindoa Palavra de Deus para uma gente que, embora Igreja de Cristo, no estava totalmente afeita sublimidade do pensamento hebreu nem logicidade da expresso grega.

    Entre os prados da Judia, que ainda ressonavam a lira de Davi e os sublimados poemas deSalomo, nasce a Vulgata Latina.

    Muitas foram as lutas enfrentadas por Jernimo. Se por um lado, suportava a fria dos pa-gos, por outro, via-se s voltas com aqueles que, conquanto se identificassem como irmos emCristo, de Cristo j se haviam apartado. E a inclemncia do clima do Mdio Oriente? De dia acalmaria e o mormao; de noite, aquela geada que, pouco a pouco, vai enregelando os ossos.Jernimo, porm, tinha um ideal; e por este ideal, bateu-se ele at que viesse a lume a VulgataLatina, que muito auxiliou os crentes romanos a firmarem-se na f confiada, de uma vez por todas,aos santos.

    PREFCIO EDIO BRASILEIRA

  • 4No obstante toda a sua erudio, conservava-se Jernimo como um humilde servo de Cristo;do Senhor, imitava-lhe todos os gestos e exemplos como ressalta o insigne escritor portugusRamalho Ortigo: S. Jernimo, o grande lume da Igreja, depunha a pena para lavar os ps aoscamelos dos viageiros que lhe pernoitavam no mosteiro. At no quebrantamento era Jernimoum inigualvel santo.

    De igual modo qualificados, outros homens puseram-se a seguir as pisadas de Jernimo, a fimde que os seus povos tivessem a Palavra de Deus no vernculo. O que dizer de Martinho Lutero?Foi com a sua traduo, bela e perfeita, que nasceu a moderna lngua alem. Hoje, todos evoca-mos Lutero como o grande reformador da igreja do Sculo XVI. Mas, o que seria da ReformaProtestante sem a sua verso das Escrituras para o germnico? Se a Alemanha conhecida hojecomo a Atenas do Ocidente, devemo-lo ao Dr. Lutero que, atravs de sua verso da Bblia, entroua gramaticar um idioma que, at ento, era tido como brbaro.

    E a Verso do Rei Tiago? To linda esta traduo bblica; to majestosa e requintada seergue esta verso das sagradas letras; to sublime e sobranceira esta interpretao do Livro deDeus que, ainda que todos os livros e documentos em lngua inglesa desaparecessem, e ficasseapenas a Bblia do Rei Tiago, seria esta mais do que suficiente para, a partir dela, recompor oidioma de William Shakespeare.

    No teve o portugus uma gnese to sacra e sublime. Em sua fase moderna, a ltima flor doLatium refez-se nOs Lusadas de Cames. Foi a partir deste pico, que a nossa lngua, aindainculta, posto que belssima, foi ganhando suas regras e feies definitivas. At ento, noparecia nem portugus, nem castelhado; era um galego primitivo que lutava por desvencilhar-sedos barbarismos que, desde a sada dos romanos, foram apegando-se aos falares da PennsulaIbrica at que estes ganharam foros de idioma. Se lermos as crnicas de Ferno Lopes, havere-mos de constatar que o idioma falado hoje, pelas naes lusfonas, em nada lembra o portugusdo Sculo XV.

    Ora, se a lngua portuguesa tornou-se bela a partir de Cames, como no seria hoje houveratido como base uma verso segura e consciente das Escrituras Sagradas? Infelizmente, umaverso completa da Bblia em nosso idioma somente viria a pblico em 1681 atravs do pastorportugus Joo Ferreira de Almeida. As verses que existiam at ento em Portugal eram parciais,e no chegavam a caracterizar um trabalho editorial.

    Desde ento, vem a Verso de Almeida sendo submetida a revises peridicas at configurar-se como uma grande e singular pea da literatura portuguesa. Infelizmente, a Academia Brasileirade Letras e a Academia de Cincias de Lisboa ainda no atentaram para a grandiosidade dasvrias tradues bblicas que hoje possumos em portugus, nem para o avano que representamestas para o desenvolvimento da expresso cultural lusada. Os homens de letras secularesparecem ignorar que toda verso da Bblia o resultado final de um longo processo de erudio.

    Foi pensando nos benefcios da erudio bblica que a CPAD houve por bem lanar o Dicio-nrio Vine. Escrito por W. E. Vine, tornou-se ele numa referncia obrigatria a todos os que sededicam lingistica e filologia sacras. Dessa forma, ter o leitor fcil acesso s palavrashebraicas e gregas que compem o vocabulrio do Antigo e do Novo Testamento. Apenso a estemagistral lxico, um conjunto de ilustraes que, extrado do texto sagrado, mostra toda a evolu-o do vocabulrio bblico.

  • 5J imaginou se Jernimo, Lutero ou Joo Ferreira de Almeida tivessem acesso a uma obracomo o Dicionrio de Vine?

    Que esta obra venha a enriquecer o campo da filologia sagrada nos pases de expressolusada, preparando novos eruditos, a fim de que saibam estes como trabalhar devidamente otexto sagrado. Somente assim, poderemos manter a qualidade das verses das Sagradas Escritu-ras em nosso idioma.

    A Deus toda a glria!

    RONALDO RODRIGUES DE SOUZADiretor-Executivo

    CLAUDIONOR CORRA DE ANDRADEGerente de Publicaes

  • Prefcio Edio Brasileira ......................................................................................... 3

    ANTIGO TESTAMENTO

    Colaboradores ........................................................................................................... 10

    Prefcio ...................................................................................................................... 11

    Introduo ................................................................................................................. 13

    Palavras do Antigo Testamento ................................................................................ 25

    ndice de Palavras em Portugus ............................................................................. 337

    ndice de Palavras em Hebraico ............................................................................... 341

    NOVO TESTAMENTO

    Prembulo ................................................................................................................ 347

    Prembulo Edio em um Volume .......................................................................... 351

    Prefcio .................................................................................................................... 353

    Alfabeto Grego ........................................................................................................ 357

    Palavras do Novo Testamento ................................................................................ 359

    Notas Adicionais ................................................................................................... 1073

    Sobre a Partcula Kai ........................................................................................ 1073

    Sobre a Partcula De ......................................................................................... 1075

    Sobre as Preposies Anti e Huper ................................................................. 1076

    Sobre as Preposies Apo e Ek ....................................................................... 1078

    Sobre a Preposio En ..................................................................................... 1079

    ndice de Palavras em Grego ................................................................................. 1081

    SUMRIO

  • Editado por

    Merrill F. Unger, Th.M., Th.D., Ph.D.

    William White Jr., Th.M., Ph.D.

    ANTIGO TESTAMENTO

    Dicionrio Expositivo doAntigo Testamento

  • COLABORADORES

    Gleason Archer

    E. Clark Copeland

    Leonard Coppes

    Louis Goldberg

    R. K. Harrison

    Horace Hummel

    George Kufeldt

    Eugene H. Merrill

    Walter Roehrs

    Raymond Surburg

    Willem van Gemeren

    Donald Wold

  • O Dicionrio Expositivo do Antigo Testamento ser ferramenta til nas mos do estudanteque tem pouco ou nenhum treinamento formal no idioma hebraico. Ele abrir os tesouros daverdade que esto enterrados no idioma original do Antigo Testamento, s vezes perto da super-fcie e, s vezes, profundamente encravado bem abaixo da superfcie.

    O estudante treinado em hebraico d