FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL Reconhecimento .0 Diretor da Fundação de Tecnologia Industrial

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  • 0 Diretor da Fundao de Tecnologia Industrial

    encaminhou a este Conselho pedido de reconhecimento do curso de

    Engenharia Industrial, habilitao em Engenharia Industrial Qu

    mica, ministrado pela Faculdade de Engenharia Qumica de Lorena

    FAENQUIL.

    0 curso foi autorizado a funcionar atravs do De

    creto Lei 66.986, do Presidente da Republica, em 31/07/70, como

    curso de Engenharia de Operao, modalidade Qumica e reconhecido

    pelo Decreto-Lei n 79.066, originrio do Parecer n. 3.775/76-CFE.

    Pelo Parecer 3.186/77-CFE, o curso foi convertido

    em curso de Engenharia Industrial, modalidade Qumica.

    Para verificar as condies de funcionamento do

    curso foi designada Comisso Verificadora pela Portaria n 84/81-

    SESu/MEC, integrada pelos Tcnicos em Assuntos Educacionais:

    Oswaldo Ramos, da SESu/MEC e Maria Auxiliadora de Oliveira, da

    DEMEC/SP e pelos professores Giovanni Brunello, da Univesidade de

    So Paulo e Jorge Curi Kachan, da Universidade Federal de So

    Carlos.

    Com base nos elementos constantes no processo,no

    I - RELATRIO

    Heitor Gurgulino de Souza

    Reconhecimento do curso de Engenharia Industrial, habili-

    tao era Engenharia Industrial Qumica, ministrado pela Faculda

    de de Engenharia Qumica de Lorena, Sao Paulo.

    FUNDAO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL

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  • Relatrio da Comisso Verificadora e informao da CAE/CFE o Relator

    detectando que o curso necessitava de complementao quanto a: Prdios e

    Instalaes para atividades acadmicas, Equipamentos de Computao ,

    Currculo Pleno, Horrio, Corpo Docente e Biblioteca, conforme Relatrio da

    Comisso Verificadora, baixou o processo em diligncia atravs do

    DC247781, de 09/09/81.

    Cumprida a diligncia a entidade remeteu Doc.Comple

    mentar a este Conselho, tendo o Relator, por sua vez, encaminhado a mesma

    CEEng/SESu para analise e parecer. A referida Coordenadoria , aps exame

    da documentao determinou novas diligncias.

    A seguir, a Instituio remeteu documentao adicional

    em cumprimento ltima diligncia que, aps analise tcnica de

    especialistas da SESu/MEC, foi ncaminhda ao CFE para ltima anlise e

    parecer.

    Do exame dos documentos acima referidos e relatrio

    final da Comisso Verificadora o Relator passa anlise do processo

    quanto ao seu mrito.

    1. Dados sobre a Mantenedora

    1.1. Natureza Jurdica e Regularidade Fiscal

    A Fundao de Tecnologia Industrial pessoa ju-

    rdica de direitor privado, sem fins lucrativos, supervisionada pelo

    Ministrio da Indstria e do Comrcio, com sede e foro em Braslia DF.

    Foi constituda em 3/11/77, como Fundao Centro

    Vale de Ensino e Pesquisa Qumica Industrial,pela Lei Municipal n 888, da

    Prefeitura de Lorena.

    Passou a se chamar Fundao de Tecnologia Indus

    trial -FTI- em 30/04/78, quando da reforma de seu estatuto, pelo Conse lho

    Curador, em sua 41a.reunio. A portaria n 73, de 7/04/78, do MIC,

    homologou o novo estatuto ficando a FTI sob a superviso deste Mi

    nistrio para fins dos Dec.Leis 200 e 900 e como mantenedora da Faculdade

    de Engenharia Qumica de Lorena.

    Seu estatuto encontra-se registrado no 29 Cart-

    rio de Notas e Ofcio de Justia de Lorena-SP, Livro 78, folas 14/v, 21v,

    19 Translado, com data de 16/11/71.

    A Instituio comprova regularidade fiscal e pa-

    rai iscai.

  • Os bens patrimoniais da mantenedora esto avaliados em

    cr$ 53.599.958,96, sendo cr$ 27.786.897,96 referentes aos bens imveis e

    cr$ 7.813.061 aos bens mveis.

    1.3. Capacidade Econmico-Financeira

    A capacidade economico-financeira da mantenedora est

    demonstrada nos quadros I e II abaixo:

    QUADRO I DEMONSTRATIVO DA CORREO RECEITA/DESPESA

    Em crSl.000,00

    ANO RECEITA Prevista Arrecadada

    DESPESA Realizada Estimada

    SUPERAVIT DEFICIT

    1978 1979 1980

    60.931 117.762 1.180 .317

    29.600 126.956

    1.184.281

    (+)31.331 (-) 9.194 (-) 3.964

    Obs.: Dados transcritos dos Demonstrativos de REceita/Despesa anexadas ao processo pela Comisso Verificadora

    QUADRO II QUADRO-RESUMO DOS BALANOS PATRIMONIAIS

    ITENS EXERCCIOS 1976 1978

    1977 1978

    1978 1980

    ndice de Liquidez Grau de Imobilizao Patrimnio Lquido(em cr$1000) Ativo Permanente (em cr$1000)

    12,57 16% 42.973 6.894

    4,31 108% 68.247 73.817

    1,06 99% 126.956 125.661

    Obs.: Dados transcritos e clculos efetuados com base na documentao constante do Anexo I d o processo.

    2. Dados sobre a Escola/Curso

    2.1. Condies Financeiras

    Os dados relativos as condies financeiras da Faculdade

    so idnticos aos j indicados para a mantenedora no item 1.3,des te

    Parecer.

    2.2. Condies materiais

    De acordo com as informaes contidas no processo, na

    poca do pedido de autorizao a Faculdade funcionava em um conjunto de

    cinco blocos totalizando 4.121 m2 de rea construda e 58.711 m2 de

  • terreno e, aps a autorizao foram acrescidos mais trs edifcios so mando

    8.567 m2 de rea construda em terreno de 82.996 m2 . Os prdios dispem

    de 11 salas de aulas tericas e 16 de aulas praticas, num to -tal

    aproximado de 8.600 m2 , incluindo laboratrios e oficinas. A Comisso

    Verificadora considerou razoveis as instalaes para atividades acadmicas

    contudo, por ter julgado conveniente uma ampliao do espao fsico, a

    Instituiao,aps diligncia, a efetivou

    Os laboratrios e oficinas foram considerados em condies de atender

    as necessidades do curso pois com o cumprimento da diligncia quanto a

    instalao dos laboratrios de Fsico-Qumica, Mecnica dos Fludos,

    Transporte de Calor e de Massa, Operaes Unitrias e Qumica Industrial, a

    Instituio complementou devidamente as instalaes ja existentes.

    Com referencia a exigncia feita sobre Equipamentos de Computao a interessada renovou convnio com a UNESP e solicitou a PREMESU a aquisio de computador prprio. 2.3. Biblioteca

    0 acervo da biblioteca foi enriquecido tanto em livros como em

    peridicos de assinatura corrente .O total atual e de 2400 tt.de livros 06

    tt.de peridicos,sendo 28 de assinaturas ,correntes,para o curso.

    Esta sendo ampliado o espao fsico destinado a consultas da biblioteca.

    3. Dados gerais sobre o curso

    Conforme inicialmente fora citado o curso em pauta foi autorizado a

    funcionar pelo Decreto Lei 66.986/70,do Presidente da Repblica e convertido

    em Curso de Engenharia Industrial,modal idade Qumica, com durao de

    5(cinco) anos, atravs do Par.CFE 3186/77. A Instituio oferece dois

    vestibulares anuais e o nmero de vagas e de 120 to -tais anuais .

    As recomendaes exaradas sobre Estrutura Curricular, Carga Horria

    e Horrio das aulas foram cumpridas em sua totalidade pela Fa -culdade.

    Aps diligncia,o currculo do curso est atualmente estruturado com

    base no que prescreve a Resoluo n 4/77, e as disciplinas que

    o integram, com respectiva periodizaao ,acham-se relacionadas no Anexe

    I deste Parecer. A carga horria total compreende 4.500 h/a, sem

    contar as horas destinadas a Educao Fisica, Estudo de Problemas Bra

    sileiros e Estgio Supervisionado. O Regimento de faculdade foi aprovado

    pelo parec. n 387/82 do CFE. 3.1. Corpo Docente

    Cumprida a diligencia o corpo docente foi aumentado e substitu

    do os professores que nao foram aceitos anteriormente.

  • O Corpo Docente atual da Habilitao de Engenharia Industrial Mo

    dalidade Qumica acha-se assim constituido:

    A) Professores da Habilitao Engenharia Industrial Modalidade

    Qumica

    01 - ALBERTO TAMMENHAIN

    Disc. Qumica Analtica

    Graduado em Farmcia pela Faculdade Estadual de Farmcia e

    Odontologia de Ponta Grossa/PR, 1959.

    Curso de Especializao em Qumica Analtica pela Faculdade

    Estadual de Farmcia de Ponta Grossa/PR, 1961-1963.

    Curso de Aperfeioamento em Qumica Analtica V: Colorime

    tria, Espectrometria e Complexometria de Anlise Qumica na

    Universidade Federal de Santa Maria /PR.

    Curso de Aperfeioamento em Qumica Analtica IV: Mtodos E

    letromtricos e Eletroanalticos de Anlise Qumica na UFSM

    Professor Assistente das cadeiras de Qumica Geral, Qumica

    Analtica Qualitativa, Qumica Inorgnica na Universidade /

    Estadual de Ponta Grossa/PR, 1969-1972.

    Professor Assistente da cadeira de Qumica Analtica da Uni

    versidade Estadual de Ponta Grossa/PR, 1963-1969.

    Professor Titular das cadeiras de Qumica Analtica e Anali.

    se Instrumental da Faculdade de Engenharia Qumica de Lore

    na, aprovado pelo Parecer do CFE N93775/76, documenta 192/

    76, pg. 257, para o Curso de Engenharia Qumica.

    Deciso: Pode ser aceito

    02 - ANTNIO CLLIO RIBEIRO

    Disc. Desenho Tcnico

  • Engenheiro Qumico pela Faculdade de Engenharia Qumica de

    Lorena/SP, 1977.

    Ps-Graduao em Termodinmica, Matemtica Aplicada I, Vibra

    es Mecnicas, Introduo Teoria da Elasticidade, Trans

    misso de Calor, Metalurgia Fisica, Estudo de Problemas Bra

    sileiros, Sistema de Controle I e Projetos de Engenharia na

    Escola Federal de Engenharia de Itajub/MG, 1981. Professor

    Auxiliar de Desenho Tcnico da Faculdade de Enge nharia de

    Guaratinguet/SP, 1977-1978.

    Professor Titular da cadeira de Desenho Tcnico da Facul-

    dade de Engenharia Qum