Jornal Alameda - Ed2

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Segunda edição do Jornal Alameda. Jornal comunitário tem como objetivo levar ao seu público um conteúdo segmentado e colaborativo. Procurando sempre estimular a participação da comunidade e assim garantindo maior visibilidade aos seus parceiros e anunciantes. Entre em contato conosco pelo telefone (31) 2551-7797 ou pelo email jornalalameda@gmail.com. Sua opnião é muito importante para nós!

Text of Jornal Alameda - Ed2

  • Parabns papai!Moradores da regio prestam suas homenagens aos seus queridos heris neste dia to importante Pag. 5

    Que delcia...Leitora do Jornal Alameda compartilha a receita do seumaravilhoso pur de batata com frango desfiado Pag. 6

    BelezaConfira as melhores dicas para deixar sua mo sempre linda ehidratada e suas unhas mais fortes e bonitas Pag. 5

    AventuraMorador do Cabral caminha deOuro Preto a Paraty e lana livrocontando sua trajetria pelaEstrada Real Pag. 7

    BELO HORIZONTE | ANO 1 | N 2 | AGOSTO DE 2011

    No julgue olivro pela capa

    VINHOSaiba mais sobre a bebida que faz tanto sucesso noinverno Pg.4

    Escola Municipal do bairro So Joaquim passa por obra de R$ 2 mi, mas problemasainda atormentam alunose professores.

    DIS

    TRIB

    UI

    O

    GR

    ATU

    ITA

  • HUMOR

    2 Alameda Bairro e regio

    Qualquer semelhana com os velhos jarges de polticosem palanques, no mera coincidncia. que este clich baseado em uma verdade, embora a classe poltica usedisso somente para ganhar votos, e depois deixa o povo noesquecimento. Uma escola que atende cerca de 1500 alu-nos no pode ficar assim, jogada aos ratos e correndo orisco permanente de ter sua estrutura fsica abalada emfuno das infiltraes que no acabam.

    Crianas, jovens e adultos se veem na obrigao de assistiraula sob um calor absurdo. Quando chega a poca de chuva, osestudantes sequer podem ficar nas salas, que se transformamem verdadeiras piscinas. gua em lugar aulas.

    Desde que foi entregue, a Escola Municipal Coronel JoaquimAntnio da Rocha passa por problemas e, por isso, carrega umahistria de 25 anos de uma verdadeira batalha para tentar levara tantas pessoas humildes um pouco de conhecimento.

    O que era para ser meio sculo de evoluo, prosperidade eensinamentos, tornou-se um verdadeiro tormento para funcio-nrios e vrias geraes de estudantes. A chuva est chegando,e a eles s resta esperar que o bom senso ilumine as autorida-des e d comunidade uma escola digna desse nome.

    Editorial

    A educao oprimeiro passo

    DireoAlmerindo Camiloalmerindo@acsmidia.com.br

    Departamento comercialRafael Melgaorafael@acsmidia.com.br

    JornalistaJos Vtor Camilojosecamilo@acsmidia.com.br

    DiagramaoAntonio Dias e Wanderson F. Diaswadiagramacao@gmail.com

    Tiragem3 mil exemplares

    ImpressoSempre Editora

    Bairros de circulaoArvoredo, Cabral, Kennedy e So Joaquim

    Contatojornalalameda@gmail.com / (31) 2551-7797

    Veculo de comunicao vinculado AC&S Mdia

    CNPJ: 05.373.616/0001-21

    Mateus 5:16 diz: Assim brilhe a luz de vocs diante doshomens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem aoPai de vocs, que est nos cus".

    Tiago. 2:14 - De que adianta meus irmos, algum dizer quetem f, se no tem obras?

    Um dos grandes desafios da igreja de Jesus Cristo, represen-tada pelas inmeras denominaes, o de manifestar sua fem obras. Na verdade, o que mais se v nos dias atuais so gru-pos de pessoas defendendo uma linha de pensamento religiososem, de fato, dar testemunho de sua f em Jesus.

    Ns, da Comunidade Batista do Balnerio Templo da Graa,temos buscado a cada dia exercer nosso papel, pregando o evan-gelho que cura, liberta e transforma, mas, tambm, realizando umtrabalho social. Atravs da nossa associao, ABEVIV, e do CAFCOM DEUS (grupo de empresrios), temos o prazer de cuidar men-salmente de mais de 100 famlias com doaes de cestas bsicas.Alm de ainda ajudar na manuteno da casa de recuperao, pro-duzindo resultados ainda maiores em todo o contexto familiar.

    Somos privilegiados em ser da igreja de Jesus Cristo e, ao mesmotempo, exercer o papel de apoio toda sociedade contagense, res-gatando vidas e dando a elas dignidade e um futuro melhor.

    Deus abenoe a todos.

    Opinio

    A Igreja e suaresponsabilidadesocial Problema Solucionado

    Na primeira edio do Jornal Alameda foi denunciado um problema de buracos na rua Alameda dos Colibris, esquina com a Alameda dos Rouxinois, no bairro Cabral aqui, noSoltando o Verbo. Enfim, o problema foi solucionado, para alegria dos moradores do bairro. Por isso contamos com a participao de vocs, para ajudar cada vez mais a comunidade.

    Soltando o verboLeitor, este o seu espao. Nele voc pode colocar suas queixas, dvidas, procurar pessoas

    desaparecidas e enviar sugestes e crticas ao jornal Alameda. Para fazer isso, basta entrar emcontato pelo telefone (31) 2551-7797 ou enviar e-mail no endereo jornalalameda@gmail.com.

    Ganhadores da promoo MAIS ALEGRIA COM O ALAMEDAAdair Malaquias de Oliveira, Elce M. Barbosa Guimares, Irineu Miguel Cruz, Jse Rocha Barreto eRmulo Antonio Ferraz

    Pastor Natanael Rodrigues

    H controvrsias sobre o real objetivo daimplantao de radares nas vias. Uns dizemque para educar e reduzir o numero de aci-dentes, j outros dizem que para arrecadar.Para ser sincero, acredito que a segunda opo a que se encaixa melhor em nosso municpio.Em um simples percurso entre o bairro SoJoaquim e o Bairro industrial, passamos porquatro radares com limites de velocidadesalternadas, entre 30 e 60 Km/h.

    um alvio no termos que pagar IPTU emlotes residenciais com construes, mas penso

    que, em contra partida, isto deve gerar um dfi-cit na arrecadao do municpio, de forma queacaba sendo necessrio buscar outras fontes dearrecadao. Ser esta a razo dos vrios rada-res de diferentes velocidades?

    A resposta eu no sei, mas defendo a idia deaplicao de medidas scio educativas comoforma de penalizar aqueles que cometam infra-es de trnsito. Pois hoje o que vemos o aumen-to na arrecadao por meio de aplicaes de mul-tas de trnsito e menos educao e tolerncia porparte de ns, motoristas.

    Artigo

    IPTU x radares

    Rafael Melgao

    *Os artigos e anncios publicados no representam a opinio deste jornal

  • Alameda 3Bairro e regio

    Por Jos V. Camilo e Barajo

    Em 2008, a Escola Municipal CoronelJoaquim Antnio da Rocha, localizada nobairro So Joaquim, passou por uma gran-de obra com um oramento de aproxima-damente R$2 milhes. Trs anos depois, aescola est bem melhor. Aparentemente,apenas. Teve o espao ampliado e novassalas foram construdas. Porm, quandochega o perodo das chuvas, pode seraconselhado aos alunos que no sabemnadar o uso de coletes salva-vidas.

    Ironias parte, o problema da escola muito grave e, segundo Regina Aparecida,professora da escola h 25 anos, os trans-tornos existem desde a construo do pr-dio, em 1986. A escola foi entregue emseis meses para a gente, e em menos deum ano os blocos comearam a se distan-ciar e vazamentos surgiram nos banhei-ros, lembra a alfabetizadora. Segundo ela,somente nos primeiros quatro anos do pr-dio foram feitas trs ou mais reformas nasinstalaes, o que confirma a m qualida-de do trabalho entregue comunidade.

    Aps 22 anos de pequenas reformas naescola, foi feita ento a grande obra. Foigasto um dinheiro imenso, ampliaram assalas, dividiram os ambientes, construramuma sala para o xerox, informtica e atuma nova biblioteca por que a outra per-deu vrios livros em inundaes, denun-cia. Ela destaca ainda que o laboratrio deCincias, um espao timo, utilizadoraramente, e apenas para passar filmes. Amaioria dos materiais fica encaixotada, eboa parte dos equipamentos chegou aestragar em razo das chuvas.

    A poca em que a obra aconteceu foi umperodo de muitos transtornos, tanto paraos professores quanto para os alunos. A ex-aluna Letcia Santos, que estudou l porocasio das reformas, relata como eram asaulas. Improvisaram salas de madeira noptio para a gente estudar. O problema que estas salas eram muito pequenas,quentes e, quando chovia, tambm molha-va tudo, conta. Durante cerca de um ano emeio os alunos que no estudavam nestassalas improvisadas eram levados de ni-bus at outras escolas.

    Ainda de acordo com funcionrios, osproblemas comearam a surgir antesmesmo das obras terminarem, quandoapareceu um vazamento na sala dos pro-fessores. Com o fim dos transtornos e coma escola reformada, todos ficaram satisfei-tos com as mudanas, mas bastou chegar a

    poca das chuvas para os problemas volta-rem. Comeou com as inundaes e infil-traes, depois comeou a cair reboco doteto em cima dos alunos. A situao maisgrave agora com o anfiteatro, onde o teto,literalmente, desabou. De qu adianta eleter sido ampliado se, hoje, no pode serusado?, questiona Regina Aparecida.

    Problema generalizadoOs vazamentos pararam de incomodar

    durante a estiagem, mas a primavera estchegando e o medo das guas que vem a par-tir desta estao j comea a rondar. O pro-blema que no so poucos os cmodos daescola que tm infiltrao. O ptio se trans-

    forma numa piscina, a sala dos professores,a superviso, o quartinho do pessoal da lim-peza, nenhuma destes cmodos escapa dasinfiltraes. Um bloco inteiro dos trs exis-tentes na escola sofre com estes problemas,sendo que at mesmo na sala dos diretoresvaza gua do teto. Trabalhamos com umbalde dentro da sala. Sem falar nas lmpa-das... Vrias tiveram que ser amarradas emgrades por que no podiam ficar no teto porrisco de curto circuito, revela a educadoraRegina Aparecida.

    Quem acha que os problemas parampor a est enganado. A gua fica estag-nada nos telhados, transformando-se emfoco de mosquitos, at mesmo do trans-

    missor da dengue, o Aedes Aegypti. Nofim de 2010 a escola solicitou prefeitu-ra o envio de agentes de combate den-gue, mas somente aps uma reportagemveiculada por uma TV da capital a prefei-tura solucionou o problema. Problemaque ainda no acabou. Alm da dengue, aescola j sofreu um surto de ratos.Lembro que uma vez tinha tanto ratoque eles acabaram parando na caixadgua. Era a gua do bebedouro, quetodo mundo bebia. Os professores chega-ram a alertar os alunos para que trouxes-sem gua de casa, evitando tomar daque-la, conta Letcia Santos, que vivenciouuma das piores pocas da escola.

    Aps as obras,