jornal órion março de 2010 caderno 2

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Text of jornal órion março de 2010 caderno 2

  • MARO/2010 - Ano VI - N 56 - www.jornalorion.com.br - Edio Mensal - Distribuio Gratuita - No pode ser distribudo separadamente

    No ms de dezembroultimo, Milton Afonso com-pletou 88 anos com sade e

    muita lucidez. No ms dejaneiro ele ganhou de presen-

    te do seu genro Alberto e desua filha Neide, uma turn

    desta vez pela Oceania eAmrica do sul. Depois deviajar por muitos lugares

    chegaram a Nova Zelndiaum dos pases mais espetacu-

    lares e desconhecidos domundo, muitos jovens tm

    embarcado rumo NovaZelndia. Para eles, a viagem

    o passaporte para aadrenalina, subir a nveisincontrolveis, percorrertrilhas de mata fechada,

    escalar, descer corredeiras;enfim, sentir-se vivo!

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    88 ANOS DE MUITAS AVENTURAS

    Adventistas doChile criam meio

    de ajuda a vtimasde terremoto

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    Para algumas poucas pessoas o fim da vida profissional no pro-blema. Alguns descobrem antes mesmo da aposentadoria, atividadesque preenchem o tempo livre, como o artesanato, por exemplo. Maspara outros, acostumados correria do dia-a-dia de uma empresa, aidia de ficar parado assusta bastante. Por esse motivo, vrios estabe-lecimentos oferecem vagas para pessoas idosas. E essas pessoas nobuscam apenas complementao de renda, mas tambm o bem-estarde se sentir til e ativo por mais tempo.

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    O TRABALHONA TERCEIRA IDADE

    Como lidar compessoas agressivas e

    autoritriasque no demonstram

    desejo de mudar econtinuam ferindo?

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    CHOQUE TRMICO CAUSA DANOS AOORGANISMO E PODE AT SER FATAL

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    Descumprir recomendao mdicaaps cirurgia pode levar morte

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    A GUADO

    PLANETAE SEU

    USO NAAGROECOLOGIA

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    O poder do milho comofonte de juventude

    DISCRIMINAOE PRECONCEITO

    O preconceito e a discriminao variam pela maneira com quecada cronista, colunista, apresentador de rdio ou televiso se ex-pressa e, principalmente quando exterioriza o desprezo por deter-minados grupos portadores de alguma deficincia, da mente ouno, encontrado em determinada situao.

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  • JORNAL ORION Maro/2010Pgina 2 - 2 CADERNO

    Quem nunca disseuma gria, que fale

    alguma agora oucale-se para sempre.

    Calma, no estourogando nenhuma

    praga, apenas queren-do dizer que as grias

    fazem parte de nossasvidas. Esto por toda

    parte, aparecendonovas expresses a

    todo o momento.

    TUDO PODE VIRAR GRIA.Elas existem assim

    como os apelidos para queas pessoas possam cha-mar de forma diferente:objetos, fatos e outras pes-soas. Que apesar de pos-surem seu prprio nome,por um acaso do destino,acabam ganhando este jei-to novo de serem cha-madas e reconhecidas.

    Como exemplo, pode-mos citar a cerveja, que no

    MSICAIDEIA PARA ADOLESCENTE

    passar dos anos, foi inti-tulada de: loira, ceva, boa,gelada entre outras.

    As grias em geral so fa-cilmente entendidas, poisso introduzidas gradual-mente em nosso meio. Masse por acaso pegssemosuma pessoa totalmente iso-lada do mundo por algumasdcadas e falssemos comela utilizando grias, pode-riam ocorrer equvocos deinterpretao.

    Pensem nesse indivduoescutando que um rapazestava azarando a moana escola. Provavelmenteiria imaginar que o referidojovem estava torcendo paraque a tal moa tropeasseem algo ou que estourassea caneta no meio de seu ca-derno, porque para ele aza-rar seria torcer contra eno paquerar.

    Outra gria que poderiaser mal interpretada o taltoque do celular - alis, nomeu tempo dar um toque em

    Existem alteraes quefazem bem e outras quepodem ser amplamentedestrutivas dependendo daforma como so realizadas.Muitas novas maneiras deevangelismo tm alcana-do cada vez mais vidas astrazendo para o Reino deDeus. So elas a dana derua e o teatro, por exemplo.

    Porm, existem aquelesque fazem um mal uso dosdons que recebem. Algunscomeam a deixar de ladoa criatividade que vem deDeus e passam a aceitar al-gumas atitudes mundanase quando isso acontece,brechas so abertas po-dendo alterar o propsitoda situao.

    No so raros os casosde pessoas que comearama fazer evangelismo em

    PERDENDO O ALVO

    Grias

    portas de boates, com dan-as e se desviaram passan-do de agentes evangelistasa alvos de evangelismo.

    Mudar no ruim, cria-tividade no ruim. Copiardo mundo e adaptar para aigreja pode ser. Muitas vezesas pessoas no esto de-vidamente preparadas espi-ritual e culturalmente paraaceitar certos estilos e novi-dades.

    Porm, mesmo assim, es-to sendo aceitos dentro daigreja comportamentos an-tigamente restritos s pesso-as no crists. Dessa forma,com intuito de aumentar onmero de membros, ousimplesmente inovar dentrodas igrejas, muitos tmtransformado, e, conseqen-temente, deturpado o com-portamento cristo.

    Filho meu, teme ao Se-nhor, e ao rei; e no teentremetas com os quegostam de mudanas. (Pv24.21) Este texto escritono livro de provrbios fazreferncias s mudanas,talvez, no sentido de tro-car por outro ou fugirdo objetivo, a viso queestava sendo seguida.

    Mudar no necessaria-mente implica em perdero foco. Existem inmerasformas de mudar, variar,criar, recriar, agir, etc... semalterar o objetivo final.Orar e buscar novas for-mas de atuao vindas di-retamente de Deus, da ins-pirao do Senhor, da un-o que ele pode nos dar o melhor caminho paraganhar vidas, sem perdera sua prpria.

    algum, era dar uma dicasobre algo, para o sujeitose tocar sobre algumfato do qual ele no esta-va muito por dentro ,mas voltando ao celular, aprimeira coisa que se pen-saria era que os jovens an-davam se cutucando(sabe-se l aonde) comseus aparelhos. Pior aindaseria se escutasse que fu-lano iria mandar um tor-pedo para uma mina.Entraria em pnico, acre-ditando se tratar de umataque terrorista.

    Brincadeiras parte, asgrias servem de certa for-ma para personalizar ojeito como chamamos al-go, deixando-o na mo-da. Chega como uma no-vidade, se transforma empronncia corriqueira epor fim acaba no dicion-rio para no cair no totalesquecimento.

    Antonio Brs Constante

    Experincias foram realizadasem clnicas para doentes nervo-sos, onde os pacientes foramsubmetidos a diferentes tiposde msicas em seus ambientesusuais, durante a terapia ocu-pacional. Todos estavam tranqi-los enquanto a msica era sua-ve, ficando proporcionalmentemais agitados conforme as m-sicas eram substitudas por ou-tras tambm mais agitadas. Onmero de pessoas irrequietasfoi aumentando gradualmente,chegando ao ponto da agressoquando a msica era o rock.Quando, porm, aquelas msi-cas foram novamente substitu-das por msica suave a situaovoltou normalidade.

    A cincia mdica descobriuque a msica no assimiladapela mesma parte do crebroque compreende a comunica-o verbal, o crtex cerebral.A msica, na realidade, nodepende do sistema nervosocentral para penetrar no orga-nismo. Atravs do tlamo, que a parte do crebro que rece-be os estmulos das emoese sensaes, ela exerce sua in-fluncia sobre o organismosem ser controlada pela inteli-gncia ou pela razo. Por isso,a musicoterapia hoje umaferramenta importantssimapara a medicina no tratamen-to de pessoas mentalmente en-fermas que no podem se de-vidamente alcanadas pela co-municao verbal.

    Ouam as palavras de JeanMaas, musicoterapeuta, transcri-tas do livro O Poder Oculto daMsica: A msica o maior po-der que j experimentei. Duvi-do que alguma coisa iguale o seupoder de agir sobre o organis-mo humano. - pgs. 170 e 171No livro Msica na igreja, pg.22, a Professora Jenise Torrescita as palavras de MartinhoLutero a respeito da msica: porela so controladas todas asemoes ... aquele que no aenxerga como um inexplicvelmilagre de DEUS certamenteum imbecil, e no merece serconsiderado ser humano!

    Para aqueles que consideramas palavras de Lutero um absur-do, citamos as palavras de umartigo da Review and Herald: Se

    a reao de uma pessoa se li-mita a eu gosto disto ou istome faz sentir bem, ela nopode pretender haver reagidonum nvel superior ao de qual-quer animal ou de pessoas men-talmente retardadas. Msi-ca na Igreja Pg. 9.

    Dos resultados de experi-mentos cientficos realizadoscom animais, dentre tantos,podemos citar, por exemplo,que, ao ouvir msica suave, asvacas do muito mais leite eas galinhas botam mais ovos.O oposto ocorre sob a influ-ncia de msicas como o Rock.Seria possvel que ns, sereshumanos bem dotados e de-senvolvidos, tenhamos sensi-bilidade inferior dos animais?Seria possvel que o raciocniosuperior do homem acarretas-se uma perda de sensibilidadedessa natureza, tornando-nosimunes aos efeitos da msica?Seria possvel, ainda, que ns,seres humanos racionais, es-tejamos menos interessadosem avaliar o que ouvimos queas plantas?

    No livro O Poder Oculto daMsica, David Tame relata asexperincias realizadas comdiversas plantas por DorothyRetallack (de Denver, Colo-rado). Ela as separou em trsdiferentes grupos. Um grupoficou exposto msica rock,outro msica tranqila, maisao estilo clssico ou sacro, eterceiro grupo ficou sem m-sica. Apenas dez dias aps oincio da experincia, as plan-tas submetidas ao rock esta-vam, todas, inclinando-se nadireo oposta ao som e, nofinal de trs semanas, estavamdefinhando.

    As plantas que no ouvirammsica estavam maiores esuas razes mais compridasque as anteriores. Quanto sque ficaram expostas musicasuave, no somente crescerammais do que as que ficaram nosilncio, mas tambm se in-clinavam na direo do som.Poderamos dizer que as plan-tas tm bom gosto?

    Citemos as prprias pala-vras da pessoa que realizou aexperincia que acabamos dedescrever: Se a msica de

    rock tem um efeito desfavo-rvel sobre as plantas, noser essa mesma msica, ou-vida durante tanto tempo ecom tanta freqncia pela ge-rao mais jovem, parcialmen-te responsvel pelo seu com-portamento irregular e cati-co? E: Poderiam ser os sonsdiscordantes que ouvimosnestes dias a razo por que ahumanidade est ficando cadavez mais neurtica?. O Po-der