Jornal Órion outubro 2010

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Jornal Órion outubro 2010

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  • Outubro/2010 Primeiro Caderno - 1

    O evento foi regado com muita msica, com a participao de diversos grupos e cantores, como Luiz Cludio, Coral Jovem do Rio, Coral do IPAE, Ana Caram, Novo Tom, Rafaela Pinho, Leonardo Gonalves, Quarteto Arautos do Rei e o cantor e pastor internacional Wintley Phipps, que j cantou na posse de diversos presidentes americanos, como Barack Obama, onde entoou o hino Amazing Grace (Maravilhosa Graa).

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    IDEIA PARA ADOLESCENTE

    OUTUBRO/2010 - Ano VI - N 63 - www.jornalorion.com - Edio Mensal - Distribuio Gratuita

    ENTREVISTA COM SIDNEY DUTRA

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    IPAE GANHA NOVA IGREJA

    O templo foi construdo com uma arquitetura moderna e de exce-lente qualidade, fazendo dele um dos melhores de toda a Amrica do Sul. Dentre os convidados que participaram do descerramento da fita inaugural estavam Milton Afonso, sua esposa, Arlete Afonso, seus filhos e netos. Aps a inaugurao e com a presena de vrias autoridades civis e eclesisticas, o pastor Marcos Schultz, presidente da Associao Rio de Janeiro, falou aos presentes, baseado no Salmo 126, sobre a dedicao de ns mesmos como verdadeiros templos de Deus.

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    CELEBRANDO A ESPERANA CELEBRANDO A ESPERANA RENE 36 MIL NO MARACANZINHORENE 36 MIL NO MARACANZINHO

    Caderno 216 lugares para conhecer antes

    de eles morrerem

    45 MIL PESSOAS SE RENEM NO CELEBRA SO PAULO

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    Milhes de Filipinos recebe-

    ram literatura adventista

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    Ministrio das prises

    se movimenta para ter

    centro de acolhimento

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    DESCONTENTE, KAK PODE DEIXAR RENASCER EM CRISTO - Pgina 5

    Centro de Eventos ExcelllenceTransmisso via Canal Executivo,TV Novo Tempo e SKY 141Transmisso via Canal Executivo,TV Novo Tempo e SKY 141Mais informaes: www.portaladventista.org

    A ex-atleta paraolmpica Fernanda Lima falou sobre f e superao Lderes das Associaes do Rio de Janeiro junto com o Pastor Erton Kohler, lder da Diviso Sul Americana

    Dr Sidney Dutra agradece ao Dr. Milton Afonso: seu apoio foi fundamental.

    Mineiros resgatados no Chile manifestam sua f

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    Cidade do Mxico desafi a Igreja e legaliza

    o abortoPgina 5

    PsiclogosAdventistas

    fazem Encontro Nacional no Rio

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  • 2 - Primeiro Caderno Outubro/2010

    Pr. Marcos O. SchultzPresidente ARJ

    Em viagem por uma rodovia federal que atravessa o Es-tado de Minas Gerais, por alguns quilmetros tive que ficar atrs de uma carreta at que surgis-sem condies seguras de ultrapas-sagem. Apesar de estar atento ao trnsito intenso naquela rea, pude ler na carroceria a frase lembra-te do dia de sbado para o santificar. Logo imaginei o bvio: o motorista deve ser adventista.

    Mas haveria outra informao sur-preendente: no meio da tampa de trs da carroceria, bem visvel, estava como que o nome e o sobrenome daquele irmo caminhoneiro: Paulinho Adven-tista. Ao ultrapass-lo; buzinei saudan-do-o e fui embora. Mas aquelas palavras continuaram piscando em minha mente: Paulinho adventista... Paulinho Adventista. Aquele irmo deve sentir orgulho do qualificativo adventista acrescentado ao seu nome. Conheo outras pessoas to identificadas com a f que professam, ou por alguma caracterstica ou circunstncia pela qual ela se expressa que o nome de sua religio segue ao de registro: Eduardo Metodista, Z Crente...

    H 150 anos nossos pioneiros estavam ocupados em encontrar um nome que concordasse com a sua doutrina, exprimisse a sua f e os caracterizasse como povo peculiar. O despertamento interdenominacional no incio do sculo XIX em torno da verdade do segundo advento de Cristo prosperava extraordinariamente. Batistas, batistas do 7 Dia, congrega-cionais, metodistas, integrantes da Conexo Crist eram atrados pela proclamao proftica chegada a hora de Seu juzo. (Ap. 14:7)

    Desde seu incio, o adventismo do stimo dia tem sido mais do que uma mera sociedade religiosa. Tem-se constitudo num movimento com uma mensagem e um senso de misso. Para divulgar a verdade bblica e animar os crentes, os lderes escreviam artigos em jornais, editavam livros, criaram seu prprio peridico, adquiriram uma tipografia. Com o crescimento numrico veio tambm a expanso geogrfica, atingindo vrias partes dos Estados Unidos e Canad.

    Mas essa gente frequentemente enfrentava uma situao embaraosa: quando indagados sobre a que igreja pertenciam no podiam indicar nen-huma. Escondiam-se em expresses como pequeno rebanho, os rema-nescentes, ovelhas espalhadas, os santos, os amigos...

    Por terem sido humilhados, ridicu-larizados, submetidos a sofrimento e tenso pelas igrejas das quais tinham sido membros por causa de sua esper-ana adventista, opunham-se idia de se organizarem em uma nova igreja.

    Jorge Storrs advertira os crentes que estavam sendo expulsos de suas igrejas atravs do principal peridico milerita, The Midnight Cry: Tomem cuidado para no procurarem criar

    outra igreja. Nenhuma igreja pode ser organizada por interveno do homem sem tornar-se Babilnia no momento em que for organizada.1

    Como todo crescimento produz crises, o movimento adventista tam-bm enfrentou as suas. Inevitavel-mente desenvolveram-se condies que requeriam elementos adicionais e mais sofisticados de organizao. Situaes crticas como: ordenao de ministros para a celebrao das or-denanas, necessidade de tratar com apstatas e causadores de confuso, coordenao eficiente do trabalho dos obreiros chamados de irmos itiner-antes, a manuteno dos ministros e a questo da propriedade, uma vez que os bens da igreja eram registra-dos em nome de membros, exigiam alguma forma de organizao.

    O MELHOR NOMEPara solucionar essas questes

    a liderana convocou uma assem-blia geral que se estendeu de 28 de setembro a 1 de outubro na segunda igreja de Batle Creek. As sesses foram presididas por Jos Bates e secretariadas pelo talentoso jovem Urias Smith.

    Aps dois dias de funcionamento a assemblia conseguiu votar o estatuto para uma associao de publicaes que viria a ser a Review and Herald Publishing Association. Mas uma entidade sem nome no poderia ser registrada legalmente. Ento o que era necessrio aconteceu: O pastor Esdras Bracket levantou-se e disse: Eu pro-ponho que adotemos um nome, pois se vamos nos organizar e possuir pro-priedades... devemos ter um nome2. Vrias sugestes foram apresentadas, entre elas Igreja de Deus, logo con-siderada pretensiosa demais e j usada por outras denominaes.

    Depois do intervalo do almoo fi-cou clara a idia de que o nome deveria expressar as verdades proclamadas pelo movimento. M. E. Cornell adver-tiu: Existe confuso nos nomes at agora indicados; e se alguma coisa no for feita aqui, as igrejas escolhero elas mesmas diferentes nomes. Um nome representativo trar unidade e no confuso.3 Houve muitas observa-es. David Hewitt primeiro converso adventista em Battle Creek e conhe-cido como o homem mais honesto da cidade, levantou-se e props: Que ns tomemos o nome de Adventistas do Stimo Dia. 4

    A proposta colocada em votao teve ampla maioria a favor. O povo de Deus passou a ter um nome escolhido sob Sua inspirao. Era o dia 1 de outubro de 1860.

    Ellen White no esteve presente em nenhuma das reunies para or-ganizao e escolha do nome para a igreja. Ela convalescia do parto do quarto filho que nascera em 20 de setembro. Posteriormente ela afir-mou: Foi-me mostrado o modo por que o povo remanescente de Deus

    obteve seu nome... No podemos adotar outro nome melhor do que esse que concorda com a nossa doutrina, exprime a nossa f e nos caracteriza como povo peculiar. 5

    E acrescentou: Somos adventis-tas do Stimo Dia... o nome que o Senhor nos deu... e desse nome nunca nos devemos envergonhar.6

    Um nome bem mais do que um rtulo, a marca da personalidade individual. O fato de possuir um nome tem significado ao mesmo tempo cultural e afetivo. Pelo nome a pessoa ou instituio d testemunho da prpria presena no mundo. O nome no s representa e confere individualidade, mas individualidade determinada. No caso do nosso nome denominacional uma individualidade composta e indivisvel. O nosso nome toca no grandioso tema do encontro entre Deus e o homem, nos aspectos cristolgico e antropolgico, pro-pondo uma teologia integral.

    Somos adventistas porque cremos no retorno de Jesus em breve. (Jo.14: 1 - 3). A realidade escatolgica no fica adiada para um distante fim do mundo, mas est prxima e comea j a cumprir-se na pregao do Evan-gelho ao mundo.

    Somos do stimo Dia porque este o sinal distintivo do povo de Deus. (Ap. 14:12). No sbado criao e redeno se encontram na plenitude absoluta da verdade bblica. Ele um smbolo de nossa redeno em Cristo, um sinal de nossa santificao, uma prova de nossa lealdade e um ante-gozo de nosso futuro eterno no reino de Deus.7 Poderamos encontrar um nome melhor do que este?

    Nome e SobrenomeJ sei que alguns vo achar meio

    hertico o ttulo que dei para esta postagem, porque este o verso de uma msica de uma banda de rock nacional que fez muito sucesso nos anos 80 e 90. Mas ela transmite uma verdade, e isso o que importa...

    Certa vez eu estava lendo a revista Adventist World, e confesso que fico cada vez mais impressionado com a maravilhosa obra que muitos de nossos irmos e irms Adventistas voluntrios realizam ao redor do mun-do. Se voc no tem sua assinatura da Revista Adventista, no sabe o bem que est perdendo!

    A revista trouxe algumas matrias de missionrios (voluntrios ou no) Adventistas que esto ganhando muitas almas para Jesus, fazendo o que Ele nos ensinou a fazer: SEMEAR O AMOR.

    Mas, o tema da postagem de hoje no sobre o trabalho missionrio mundial da Igreja Adventista do 7 Dia... hoje no!

    Quero aproveitar um trecho de um dos artigos da revista que li na ocasio, o qual foi escrito pelo Pr. Reinder Bruins-ma, diretor de Comunicao da Unio Holandesa.