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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS – CAMPUS XXI IPIAÚ/BAHIA 2009 PROJETO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA PARA FINS DE RECONHECIMENTO

Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E

TECNOLOGIAS – CAMPUS XXI

IPIAÚ/BAHIA 2009

PROJETO DO CURSO DE

LICENCIATURA PLENA EM LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

PARA FINS DE RECONHECIMENTO

Page 2: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA

JAQUES WAGNER Governador

OSVALDO BARRETO Secretário de Educação

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

LOURISVALDO VALENTIM DA SILVA Reitor

AMÉLIA TEREZA SANTA ROSA MARAUX Vice-Reitora

MÔNICA MOREIRA OLIVEIRA TORRES Pró-Reitora de Ensino de Graduação

LÚCI ANA GOLÇALVES ROSA Assessora Técnica da PROGRAD

MARIA HORTÊNCIA ANDRADE REZENDE Subgerente de Implantação e Reconhecimento de Cursos de Graduação

CAROLINE SANTOS CALDAS GUIOMAR FLORENCE BARRETO GUERREIRO

MARIA APARECIDA PORTO SILVA Técnicas da PROGRAD

ANDREA COUTINHO CAVALCANTE Secretária da ASTEP

Page 3: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS – CAMPUS XXI

OTÁVIO DE JESUS ASSIS Diretor do Departamento

FABRÍCIA NASCIMENTO BONINA Secretária do Departamento

VITOR HUGO FERNANDES MARTINS Coordenador do Colegiado

ARLETE SANTOS PIMENTEL Secretária do Colegiado

ADILMA NUNES ROCHA Coordenador do NUPE

NILZETE SOUZA BARRETO Coordenadora Acadêmica

ITANA TANNUS ALVES Secretária Acadêmica

GEANE DE JESUS SILVA Coordenadora da Biblioteca

HENRIQUE SOUZA BARRETO Coordenador de Informática

DILMA SELMA BARRETO PEREIRA Coordenadora Administrativa Orçamentária Financeira

Page 4: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

APRESENTAÇÃO

A Universidade do Estado da Bahia nasceu com uma vocação clara, definida e

nobre levar o ensino superior ao interior do estado, possibilitando acesso à

universidade a uma população que muito provavelmente não teria as condições

de fazer um curso de graduação em outras instituições.

Tais dificuldades são de variada ordem: distância, tempo, recursos financeiros e

materiais, condições de deslocamento etc., mas tudo isso poderia ser resumido

numa palavra: oportunidade. A UNEB, então passou a ser sinônimo de

oportunidade para os que sonhavam em fazer uma faculdade, oportunidade de

alcançar formação em nível superior, oportunidade de semear sonhos e colher

transformações. Sinônimo de ampliação de visão de mundo, de espírito, de

realidade, de transformação, de vida.

Foi seguindo o direcionamento desse espírito solidário e comprometido com a

redução das desigualdades sociais também representadas pela relação

inclusão/exclusão no ensino superior que a UNEB aceitou o desafio de implantar

o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT na região

cacaueira. Uma vez criado, o campus de número XXI da instituição passou a

trabalhar na perspectiva de contribuir para a melhoria significativa da educação

em Ipiaú e região, representada pelo oferecimento do curso de Letras e por ações

nas esferas do ensino e da extensão, importantes para fomentar a práxis

acadêmica e promover, ao mesmo tempo, educação de qualidade. Desse modo,

parece não restar qualquer dúvida sobre a importância e o alcance do trabalho

que até aqui tem sido efetuado pela UNEB na região de Ipiaú, o que não só

confirma os princípios de origem da instituição em trabalhar pela interiorização do

ensino superior como também em contribuir incondicionalmente no processo de

desenvolvimento das regiões onde se faz presente.

Page 5: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

Isto posto, cumpre-nos apresentar o presente projeto de reconhecimento de

curso, aqui denominado Projeto de Reconhecimento do Curso de Licenciatura Plena em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e Literatura, na

melhor expectativa de que, mercê da competência e experiência dos membros

desse egrégio conselho, do compromisso que têm com a Educação enquanto

fator de desenvolvimento das potencialidades humanas, tanto mais da educação

pública, gratuita e de qualidade, e ainda, considerando, finalmente a relevância do

curso de Letras do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias, Campus

XXI, para a região onde se está inserido, seja merecedor da aprovação almejada.

Page 6: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

SUMÁRIO 1. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

1.1. CARACTERIZAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

1.2. DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS . . . . . . . . . . . . . . 16 v

1.3. DEMONSTRAÇÃO DA VIABILIDADE DE MANUTENÇÃO DOS CURSOS QUE OFERECE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

1.4. REGULARIDADE FISCAL E PARAFISCAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 v

1.5. LEGISLAÇÃO QUE CREDENCIA A UNEB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19

1.6. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 v

1.6.1. Biblioteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 v

1.6.2. Laboratórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 v

1.7. CREDIBILIDADE INSTITUCIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26

1.8. REGIMENTO DA INSTITUIÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30

2. DO DEPARTAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67

2.1. IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68

2.2. INSTALAÇÕES FÍSICAS E PLANTA BAIXA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69

2.3. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

2.3.1. Biblioteca setorial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

2.3.2. Equipamentos e recursos de informática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76

2.3.3. Laboratório de Informática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77

2.4. CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78

2.5. AVALIAÇÃO INTERNA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 v

3. DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81

3.1. ATO DE AUTORIZAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82

3.2. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 v

3.3. CONTEXTUALIZAÇÃO DOS CURRÍCULOS DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . 88 v

3.4. ESTRUTURA CURRICULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 v

Page 7: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

3.4.1. Concepção e finalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93

3.4.2. Perfil profissiográfico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94

3.4.3. Habilidades e competências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 v

3.4.4. Justificativa curricular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95

CURRÍCULO ORIGINAL DE IMPLANTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97

3.4.5. Fluxograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 CURRÍCULO COM ADAPTAÇÃO CURRICULAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99 3.4.6. Fluxograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100

3.4.7. Currículo pleno com adaptação curricular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101

3.4.8. Ementário currículo com adaptação curricular . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104

CURRÍCULO REDIMENSIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146

3.4.9. Fluxograma do currículo redimensionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149

3.4.10. Currículo pleno redimensionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149v

3.4.11. Ementário do currículo redimensionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151v

CURRÍCULO REDIMENSIONADO COM AJUSTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204

3.4.12. Fluxograma do currículo redimensionado com ajustes . . . . . . . . . . . . . 205v

3.4.13. Currículo pleno redimensionado com ajustes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206

3.4.14. Ementário do currículo redimensionado com ajustes . . . . . . . . . . . . . . 208

3.4.15. Estágio Curricular Supervisionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234

3.4.16. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241v

3.5. ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247

3.6. REGIME ESCOLAR ADOTADO, Nº DE VAGAS E TURNO DE FUNCIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287

3.7. QUALIDADE ACADÊMICA DO CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 3.8. PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294v 3.9. CORPO DOCENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297

3.9.1. Qualificação docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297v

3.10. REGIME DE TRABALHO E PLANO DE CARREIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 3.10.1. Remuneração docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300

4. CURRÍCULO DO COORDENADOR ACADÊMICO DO CURSO . . . . . . . 301

Page 8: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

1. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO

1.1 CARACTERIZAÇÃO

A Universidade do Estado da Bahia - UNEB, com sede na cidade de Salvador, foi

criada no ano de 1983, vinculada à Secretaria de Educação e Cultura do Estado

da Bahia.

Caracterizada por adotar um sistema multicampi, a sua criação se deu a partir da

integração de sete faculdades já existentes e em pleno funcionamento tanto na

capital quanto no interior do Estado da Bahia, a saber: Faculdade de Agronomia

do Médio São Francisco, Faculdade de Formação de Professores de Alagoinhas,

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Juazeiro, Faculdade de Formação de

Professores de Jacobina, Faculdade de Formação de Professores de Santo

Antônio de Jesus, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caetité, Centro de

Ensino Técnico da Bahia e a Faculdade de Educação. Esta última, autorizada a

funcionar pelo mesmo dispositivo legal de criação da UNEB, que determinava

ainda que outras unidades de educação superior já existentes ou a serem

constituídas pudessem se integrar à UNEB.

Assim, novas faculdades foram criadas por todo interior do Estado e incorporadas

à estrutura multicampi da UNEB. A saber:Faculdade de Educação de Senhor do

Bonfim - Campus VII, em 1986, Centro de Ensino Superior de Paulo Afonso -

Campus VIII, Centro de Ensino Superior de Barreiras - Campus IX e a Faculdade

de Educação de Serrinha - Campus XI, em 1988; Faculdade de

Educação de

Guanambi - Campus XII e Centro de Ensino Superior de Itaberaba - Campus XIII,

em 1991, Centro de Ensino Superior de Teixeira de Freitas - Campus X, Centro

de Ensino Superior de Conceição do Coité - Campus XIV, em 1992 e o Centro de

Ensino Superior de Valença - Campus XV, em 1997.

Page 9: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

Com a reorganização das Universidades Estaduais Baianas decorrente da Lei

7.176 de 10 de setembro de 1997, a UNEB passou a adotar a estrutura

orgânica de

Departamentos, estabelecidos em ato regulamentar, a fim de identificar as suas

unidades universitárias.

Até o ano de 2000, a UNEB contava com 15 campi e 20 Departamentos, sendo

que os campi I, II e III - Salvador, Alagoinhas e Juazeiro respectivamente, eram

constituídos por mais de um Departamento, e ainda com quatro Núcleos de

Ensino Superior vinculados a um Departamento com estrutura para tal. O NESIR,

localizado em Irecê e vinculado ao Departamento de Educação do Campus VIII

em Paulo Afonso, o NESLA, localizado em Bom Jesus da Lapa e vinculado ao

Departamento de Ciências Humanas do Campus IX em Barreiras, o NESC,

localizado em Camaçari e vinculado ao Departamento de Ciências Humanas do

Campus I em Salvador e o NESE, localizado em Eunápolis e vinculado ao

Departamento de Educação do Campus X em Teixeira de Freitas. Em agosto de

2000, estes Núcleos passaram a funcionar em regime Departamental,

constituindo-se em Campus XVI, XVII, XVIII e XIX respectivamente.

Em 2001, foram criados os Campi XX, em Brumado e XXI em Ipiaú. Dentro do

seu propósito de interiorização da educação superior, a UNEB criou no ano de

2002 os Campi XXII em Euclides da Cunha, XXIII em SEABRA e XXIV em Xique-

Xique.

Totalizando 24 campi e 29 Departamentos, a UNEB hoje está presente em grande

parte do território baiano, em áreas geoeconômicas de influência, de modo a

beneficiar um universo maior da população baiana, seja através dos seus cursos

regulares de graduação, programas especiais e/ou projetos de pesquisa e

extensão.

Ao longo dos seus vinte e cinco anos de existência, a UNEB tem desenvolvido

suas atividades acadêmico-administrativas respaldada nos seguintes documentos

legais:

Page 10: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

Lei Delegada nº 66 de 01 de junho de 1983 - ato de criação

Decreto Presidencial no 92.937 de 17 de julho de 1986 – ato de autorização

de funcionamento

Portaria do Ministério de Educação e do Desporto no 909 de 31 de julho de

1995 - ato de credenciamento

Lei Estadual no 7.176 de 10 de setembro de 1997 - ato de reorganização

das Universidades Estaduais da Bahia

Decreto do Governo do Estado da Bahia no 9.751 de 03 de janeiro de 2006

- ato de recredenciamento.

A estrutura multicampi adotada pela UNEB possibilita a implantação de novos

cursos e campi universitários em regiões com baixos indicadores sociais que

demandam ações de caráter educativo, fortalecendo a sua política de

interiorização da educação superior.

Embora tenha uma administração central localizada em Salvador, a UNEB

concede autonomia aos seus Departamentos para desenvolver suas atividades

acadêmicas, por entender que eles possuem características culturais, próprias da

regionalidade, que não poderão ser desconsideradas no processo de formação

profissional por ela pretendida. A sua abrangência geo-econômica já atinge uma área de mais de 447.039 km2,

caracterizada por diversificada paisagem econômica e cultural, atendendo a uma

grande parte da população do Estado.

O organograma, o mapa e o quadro 01 apresentados a seguir, possibilitam a

visualização da atual estrutura, distribuição e área de ocupação da UNEB.

Page 11: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

REITORIA

CHEFIA DE GABINETE CHEGAB

VICE-REITORIA

PROCURADORIA, JURÍDICA PROJUR

UNIDADE DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL - UDO

ASSESSORIA TÉCNICA - ASTEC

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I

ORGANOGRAMA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB

Lei nº 7.176/97 - Regulamento – Dec. 7.223/98

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSU

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CONSAD

CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO

PPG

PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD

PRÓ REITORIA DE EXTENSÃO PROEX

BIBLIOTECA CENTRAL

CENTRO DE ESTUDOS DE DIREITO EDUCACIONAL CESDE

CENTRO DE ESTUDOS EUCLYDES DA CUNHA

CEEC

PREFEITURA DOS CAMPI MUSEU DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - MCT

NÚCLEO C. DE ÉTICA E CIDADANIA NUEC

SERVIÇO MÉDICO ODONTOLÓGICO E SOCIAL -

SMOS

NÚCLEO DE ESTUDOS FLAMENGOS - NEF

NÚCLEO DE ESTUDOS

CANADENSES - NEC

NÚCLEO DE ESTUDOS JAPONESES

- NEJ

Page 12: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

QUADRO 01 - ESTRUTURA DEPARTAMENTAL DA UNEB POR ÁREA DE CONHECIMENTO E LOCALIZAÇÃO

CAMPUS LOCALIZAÇÃO DEPARTAMENTO ÁREA DE CONHECIMENTO

I SALV ADOR

CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

CIÊNCIAS DA VIDA CIÊNCIAS DA VIDA

CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS E CIÊNCIAS SOCIAIS

EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO

II ALAGOINHAS EDUCAÇÃO CIÊNCIAS DA VIDA, LETRAS E EDUCAÇÃO

CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

III JUAZEIRO TECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS CIÊNCIAS AMBIENTAIS E SOCIAIS

CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO

IV JACOBINA CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

V STO. ANTÔNIO DE JESUS CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

VI CAETITÉ CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

VII SENHOR DO BONFIM EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, CIÊNCIAS DA VIDA E EDUCAÇÃO

VIII PAULO AFONSO EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, CIÊNCIAS DA VIDA E EDUCAÇÃO

IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS CIÊNCIAS HUMANAS, EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS

X TEIXEIRA DE FREITAS EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO

XI SERRINHA EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO

XII GUANAMBI EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO

XIII ITABERABA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO

XIV CONCEIÇÃO DO COITÉ EDUCAÇÃO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO

XV VALENÇA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO

XVI IRECÊ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS E AMBIENTAIS

XVII BOM JESUS DA LAPA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS E AMBIENTAIS

XVIII EUNÁPOLIS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E AMBIENTAIS

XIX CAMAÇARI CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS

XX BRUMADO CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES

XXI IPIAÚ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CIÊNCIAS HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES

XXII EUCLIDES DA CUNHA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES

XXIII SEABRA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES

XXIV XIQUE-XIQUE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS C. HUMANAS, EXATAS, LETRAS E ARTES

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

Fonte: PROGRAD/UNEB

FUNÇÃO DA UNIVERSIDADE

A função de uma instituição universitária contempla aspectos relacionados ao

ensino, à pesquisa e à extensão, buscando o desenvolvimento de espaços

científicos, culturais e sociais da comunidade em que está inserida. Imbuída desta

filosofia, a UNEB visa em sua área de competência:

a produção crítica do conhecimento científico, tecnológico e cultural, facilitando

o seu acesso e difusão;

o assessoramento na elaboração das políticas educacionais, científicas e

tecnológicas, nos seus diversos níveis de complexidade;

a formação e capacitação de profissionais;

o crescimento e a resolução de problemas da comunidade em que está inserida,

através do desenvolvimento de projetos educacionais e sociais.

A materialização de sua função acontece por meio da oferta de Cursos de

graduação, pós-graduação e atividades de pesquisa e extensão.

As atividades inerentes à área de graduação são desenvolvidas, coordenadas,

acompanhadas e avaliadas pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação -

PROGRAD.

Os cursos de graduação oferecidos abrangem as modalidades de formação de

professores, também conhecidos como licenciatura, e de bacharelado e

pertencem às diferentes áreas do conhecimento, como: Ciências Humanas,

Exatas, Naturais, Tecnológicas, da Terra, da Saúde, da Educação, Letras,

Sociais, Ambientais, Artes e Comunicação, e estão distribuídos nos diversos

campi e Departamentos. Os de formação de professores, preparam profissionais

Page 15: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

para o exercício da docência e/ou pesquisa, enquanto que os de bacharelado,

conferem aos concluintes o direito de exercerem atividades técnicas profissionais

ou desenvolverem pesquisas.

A estruturação dos seus currículos contempla componentes curriculares que

envolvem a universalidade do conhecimento, tendo a integralização assegurada

através do regime semestral de matrícula, nos diversos turnos, de modo a atender

as peculiaridades de cada região.

A oferta desses cursos é assegurada pela UNEB, com uma flexibilidade que

possibilita que o mesmo seja descontínuo ou extinto, quando superada a sua

função social.

Para ingressar em um desses cursos, os interessados são submetidos ao processo seletivo - vestibular, que acontece anualmente. O quadro 02 apresenta o número de vagas oferecidas e o de inscritos no processo seletivo da Instituição, relativo ao período 2001 a 2010: QUADRO 02 - EVOLUÇÃO DO PROCESSO SELETIVO/ VESTIBULAR NO PERÍODO 2001 A 2010

ANO Nº VAGAS

Nº INSCRIÇÕES

TOTAL DE INSCRITOS OPTANTE NÃO OPTANTE NEGROS INDÍGENAS

2001 2.854 - - 57.168 57.168

2002 2.979 - - 48.845 48.845

2003 3.829 21.493 - 41.598 63.091

2004 4.780 21.604 - 36.301 57.905

2005 5.550 29.070 - 38.626 67.696

2006 5.570 22.666 - 28.336 51.002

2007 5.410 25.723 - 26.818 52.541

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2008 4.920 16.810 832 31.564 53.110

2009 5.030 12.956 631 23.438 37.025

2010 5245 13.817 479 24.892 39.188

Fonte: COPEVE/UNEB

Considerando, isolada e comparativamente, os dados apresentados, observa-se

que houve acréscimo no número de vagas oferecidas e decréscimo no número

de inscritos. Entretanto, estes índices percentuais não podem ser considerados

como média da oferta e procura no período referenciado, pois em alguns deles o

número de inscritos foi significativamente superior ao ano de 2001.

Vale salientar que a UNEB foi a primeira instituição de ensino no Norte-Nordeste,

e a segunda no país, após a UERJ, a implantar o sistema de cotas para

estudantes afro-descendentes que tenham cursado o ensino médio na escola

pública. Este sistema foi adotado em 2003 e, desde então, 40% das vagas

oferecidas no processo seletivo/vestibular são ocupadas por esses estudantes.

Em 2008, este sistema foi também adotado para as populações indígenas, tendo

sido destinados a elas, 5% das vagas da UNEB, devidamente regulamentado pelo

Conselho Universitário.

Quanto ao número de discentes matriculados, no primeiro semestre de 2009

foram efetivadas 18.817 matrículas nos cursos de graduação de oferta contínua,

nos diversos Campi e Departamentos da UNEB.

Além dos cursos de oferta contínua, a UNEB desenvolve também desde 1999,

Programas Especiais de oferta de cursos de graduação. O mais conhecido deles,

o REDE UNEB 2000, oferece desde este período o curso de Pedagogia em

parceria com as prefeituras municipais conveniadas para professores da rede

pública em exercício nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Nesta mesma

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condição, ofereceu os cursos de Matemática, Letras, Letras com Inglês,

Geografia, História e Biologia, através do Programa de Formação de Professores

em Exercício de 5ª a 8ª Séries da Rede Pública (PROLIN).

Com estes programas, a UNEB cumpre as exigências legais propostas pela Lei

de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB nº 9.394 de 20 de dezembro

de 1996 que prevê a graduação superior para todos os profissionais

atuantes na

educação e reforça a consecução de um dos seus maiores objetivos: a

interiorização do ensino superior.

Os cursos desses programas são presenciais, intensivos, atualmente com

duração de três anos, e apresentam a mesma carga horária e estrutura curricular

dos cursos regulares. A diferença fundamental consiste em sua proposta

pedagógica que estabelece a obrigatoriedade da disciplina Estágio Curricular

Supervisionado no decorrer de todo o curso. Em ambos os casos, é necessário a

aprovação em processo seletivo específico, realizado pela UNEB.

No primeiro semestre de 2010, 1.343 alunos efetivaram matrícula no Programa da

Rede UNEB 2000 e 440 no PROLIN, conforme descrição dos quadros 03 e 04, a

seguir apresentados.

QUADRO 03 - NÚMERO DE MATRÍCULAS EFETIVADAS NO PROGRAMA INTENSIVO DE

GRADUAÇÃO - REDE UNEB 2000 EM 2010.1

CURSO: PEDAGOGIA

CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO MUNICÍPIO Nº MATRÍCULA

I Salvador Educação Madre de Deus 69

II Alagoinhas Educação Inhambupe 84

Pedrão 92

III Juazeiro Ciências Humanas Santo Sé 71

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IV Jacobina Ciências Humanas

Capim Grosso 52

Baixa Grande 76

VII Senhor do Bonfim Educação

Itiúba 94

Senhor do Bonfim 38

Campo Formoso 37

VIII Paulo Afonso Educação Jeremoabo 92

IX Barreiras Educação Angical 85

Cotegipe 44

CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO MUNICÍPIO Nº MATRÍCULA

IX Barreiras Educação

Formosa do Rio Preto 66

Luis Eduardo Magalhães 67

Riachão das Neves 50

X Teixeira de Freitas Educação Alcobaça 76

XIX Camaçari Ciências

Humanas e Tecnologia

Simões Filho 90

XXII Euclides da Cunha

Ciências Humanas e Tecnologia

Euclides da Cunha 90

XXIV Xique-Xique Ciências

Humanas e Tecnologia

Xique-Xique 70

TOTAL 1.343

Fonte: SGC/UNEB

QUADRO 04 - NÚMERO DE MATRÍCULAS EFETIVADAS NO PROGRAMA INTENSIVO DE GRADUAÇÃO - REDE UNEB 2000 EM 2009.1

CURSOS: MATEMÁTICA, LETRAS, LETRAS COM INGLÊS, GEOGRAFIA E HISTÓRIA

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CAMPUS MUNICÍPIO DEPARTAMENTO LOCALIDADE CURSO Nº MATRÍCULA

II Alagoinhas

Ciências Exatas e da Terra Pojuca Matemática 32

Educação Pojuca Letras com Inglês 37

Geografia 39

VI Caetité Ciências Humanas

Macaúbas Matemática 48

Letras 50

Carinhanha Geografia 46

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CAMPUS MUNICÍPIO DEPARTAMENTO LOCALIDADE CURSO Nº MATRÍCULA

VI Caetité Ciências Humanas

Carinhanha História 49

Matemática 43

Ituaçu Geografia 48

Letras com Inglês 48

TOTAL 440

Fonte: SGC/UNEB

Além desse Programa, a UNEB oferece também o de Formação para Professores

do Estado - PROESP, na modalidade presencial, em parceria com a Secretaria de

Educação do Estado da Bahia, através do Instituto Anísio Teixeira - IAT. Seu

objetivo é graduar os professores que atuam na Rede Estadual do Ensino

Fundamental - 5ª a 8ª séries - e no ensino médio. Para tanto, oferece cursos de

Licenciatura em Letras com Inglês, Geografia, Matemática e Biologia em três

Pólos/Departamentos da UNEB, sendo matriculados em 2010.1, 496 alunos,

conforme pode ser verificado no quadro 05.

QUADRO 05 - NÚMERO DE MATRÍCULAS EFETIVADAS NO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

PARA PROFESSORES DO ESTADO DA BAHIA - PROESP EM 2010

CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO CURSO Nº MATRÍCULA

III Juazeiro Ciências Humanas Letras 41

IV Jacobina Ciências Humanas Educação Física 44

V Santo Antônio de Jesus Ciências Humanas

História 19

Geografia 24

VI Caetité Ciências Humanas Biologia 31

VII Senhor do Bonfim Educação

Química 37

Física 36

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO CURSO Nº MATRÍCULA

VII Senhor do Bonfim Educação

Matemática 42

Biologia 49

Artes 50

X Teixeira de Freitas Educação Geografia 38

XII Guanambi Educação Geografia 23

Matemática 17

XVI Irecê Ciências Humanas e Tecnologias Geografia 45

TOTAL 496

Os cursos destes Programas entrarão num processo gradativo de extinção

considerando que toda a demanda de formação de professores apresentada

pelas comunidades onde a UNEB se insere, será absorvida pelo Programa de

Formação de Professores da Educação Básica, também conhecido como

Plataforma Freire, numa parceria da UNEB com o MEC.

Considerando a sua história e consciente da sua responsabilidade com a ciência

e a comunidade da qual faz parte, a UNEB, em parceria com o Ministério do

Desenvolvimento Agrário - MDA, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma

Agrária - INCRA, o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária -

PRONERA e os Movimentos Sociais e Sindicais que atuam no campo, implantou

os cursos de Licenciatura em Pedagogia, Letras e Engenharia Agronômica -

Áreas de Assentamento, envolvendo sujeitos integrados em movimentos

populares, onde o curso de Pedagogia já formou sua 1ª turma no primeiro

semestre de 2009. Esses cursos estão pautados em uma pedagogia ativa e

crítica. Partem dos problemas e desafios da realidade vivida pelos próprios

educandos, preparando-os para atuar como agentes multiplicadores. Preocupam-

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se com a educação popular visando elevar o seu nível cultural e de

conhecimentos, considerando que o sistema

educacional brasileiro, pensado pelas elites dominantes, não permite que o povo

de baixo poder aquisitivo tenha acesso ao conhecimento acadêmico. No primeiro

semestre de 2010, o Departamento de Educação de Teixeira de Freitas - Campus

X e o Departamento de Educação de Conceição de Coité - Campus XIV,

efetuaram 42 e 44 matrículas, respectivamente, para o curso de Letras. O

Departamento de Ciências Humanas de Barreiras - Campus IX, realizou 45

matriculas no curso de Engenharia Agronômica/PRONERA.

A UNEB passou também a acompanhar os avanços advindos do surgimento de

tecnologias interativas. A Educação à Distância - um exemplo dessa nova

modalidade de ensino, vem sofrendo um rápido crescimento, sendo utilizada

como um meio para democratizar o acesso ao conhecimento e expandir

oportunidades de aprendizagem. No segundo semestre de 2009, ela efetivou a

matrícula de 443 discentes no curso de Administração, na modalidade à distância,

através do Departamento de Ciências Humanas do Campus V - Santo Antônio de

Jesus e 1.394 para os cursos de História, Matemática e Química do

Departamento de Educação do Campus I em Salvador. A metodologia utilizada no

desenvolvimento deste curso é diversificada e envolve o intercâmbio entre

professores e alunos, entre alunos e o ambiente de aprendizagem e entre os

estudantes.

Assim, no primeiro semestre de 2010, a UNEB dispunha de um total de 23.821

alunos matriculados nos diversos cursos que oferece. Para atender a toda esta

demanda, ela conta com um corpo docente formado por 1.942 professores

efetivos, distribuído nos diversos campi onde atua. A distribuição desse

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contingente, por classe e titulação, encontra-se descriminada no quadro 06 e no

gráfico a seguir apresentado.

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QUADRO 06 - CORPO DOCENTE DA UNEB

CLASSE Nº PROFESSORES

AUXILIAR 631

ASSISTENTE 459

ADJUNTO 258

TITULAR 100

PLENO 13

SUBSTITUTO 289

VISITANTE 158

TOTAL 1.942

Fonte: GESAD/PROGRAD/2008

GRÁFICO 01 - TITULAÇÃO DOS DOCENTES DA UNEB

Fonte: PPG/Gerência de Pós Graduação/2008

TITULAÇÃO DOCENTE UNEB 2008

Mestre; 45%

Especialista; 36%

Doutor; 19%

Especialista Mestre Doutor

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Quanto ao quadro técnico-administrativo, é formado por servidores que atuam nos

diversos setores da Universidade, desenvolvendo as ações necessárias ao

funcionamento da Instituição.

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação - PPG, desenvolve uma

política apoiada nas necessidades e vocações regionais, expressas através das

iniciativas dos Departamentos, gerenciando programas de apoio à capacitação

dos seus recursos humanos - docentes e técnicos de nível superior e de

sustentabilidade dos seus programas de pós-graduação. Os Departamentos da

UNEB oferecem diversos cursos de pós-graduação lato sensu, vinculados às

suas áreas de conhecimentos. Além do aperfeiçoamento profissional, eles

objetivam a formação e consolidação de grupos de pesquisa, os quais podem se

transformar em linhas institucionais de pesquisa ou se constituírem na base para

cursos de mestrado ou

doutorado. O quadro 07 possibilita a visualização dos cursos desta natureza que

estão sendo oferecidos no ano de 2009.

QUADRO 07 - CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU OFERECIDOS EM 2009

Nº DE ORDEM CURSO

DEPARTAMENTO

Nº DE VAGAS

ALUNOS MATRICULADOS

01 Educação, Cultura e Contextualidade

DCH - Campus III Juazeiro/BA

DCH -Campus IV Jacobina/BA

DEDC -Campus VII Sr do Bonfim/BA

45 45

02 Literatura Brasileira:

formação do cânone e contrapontos críticos

DCHT - Campus XX Brumado/BA 30 26

03 Política e Estratégia DCH - Campus XIX Camaçari/BA 72 50

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Nº DE ORDEM CURSO

DEPARTAMENTO

Nº DE VAGAS

ALUNOS MATRICULADOS

04 Metodologia do Ensino da Matemática

DEDC - Campus VII Senhor do Bonfim/BA 50 14

05 Residência Multiprofissional em Saúde

DCV - Campus I Salvador/BA 38 38

06 Estudos Lingüísticos e Literários

DCHT - Campus XXIV Xique-Xique/BA 45 45

07 Estudos Literários e

Lingüística Aplicada ao Ensino

DCHT - Campus XXII Euclides da Cunha/BA 40 24

08 Gestão Estratégica em Segurança Pública

DCHT - Campus XIX Camaçari/BA 35 34

09 Gestão de Organizações Educacionais

DCHT - Campus XVI Irecê/BA 55 26

TOTAL 410 302

Fonte: PPG/UNEB

Dentro desta política, a UNEB oferece também cursos stricto sensu nas

modalidades acadêmica e profissional. Os Programas stricto sensu atualmente

implantados são os seguintes: Mestrado em Educação e Contemporaneidade -

Departamento de Educação do Campus I; História Regional e Local; e Cultura,

Memória e Desenvolvimento Regional - Departamento de Ciências Humanas do

Campus V; Química Aplicada - Departamento de Ciências Exatas e da Terra do

Campus I; Estudos de Linguagens; Políticas Públicas, Gestão de Informação e

Desenvolvimento Regional - Departamento de Ciências Humanas do Campus I,

Horticultura Irrigada - Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais do Campus

III e Crítica Cultural - Pós Crítica - Departamento em Educação do Campus II.

No ano de 2008 a UNEB teve aprovação da Coordenação de Aperfeiçoamento de

Pessoal de Nível Superior - CAPES, para implantação do seu curso de Doutorado

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que encontra-se em pleno funcionamento, com oferta de 12 vagas, todas

preenchidas.

Para atingir seus objetivos, conta com recursos próprios e o apoio institucional

e/ou financeiro de outras instituições universitárias federais e estaduais, de

órgãos federais como o Conselho Nacional de Pesquisa - CNPq, a CAPES, e

ainda, de órgãos internacionais, a exemplo do convênio UNEB/Universidade do

Quebec/Canadá.

O quadro 07, anteriormente apresentado, e os gráficos 02 e 03 abaixo,

apresentam o quantitativo de cursos lato e stricto sensu promovidos por esta Pró-

Reitoria no período de 2004 à 2009.

GRÁFICO 02 - CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REALIZADOS NO PERÍODO DE 2004 À 2009

Fonte: PPG/Gerência de Pós Graduação/2009

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU2004 - 2009

2004 2005 2006 2007 2008 2009

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GRÁFICO 03 - ALUNOS MATRICULADOS NOCURSO DE

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NO PERÍODO DE 2004 A 2008

Fonte: PPG/Gerência de Pós Graduação/2009

Em paralelo ao trabalho de capacitação, a UNEB passa a ser cada vez mais

convocada, também no meio da comunidade, a apresentar soluções inovadoras

que possibilitem transformar uma realidade adversa vivenciada por amplos

estratos da população. Através da Pró-Reitoria de Extensão - PROEX, vem

incentivando o intercâmbio entre a Universidade e a sociedade, com o

oferecimento de cursos e o desenvolvimento de programas e projetos envolvendo

docentes, discentes e técnicos da instituição. Não é um trabalho fácil, pois exige

empenho, dedicação e a disposição para lidar com as vicissitudes do mundo

contemporâneo. É destinar um novo olhar sobre as práticas e políticas

educacionais fora das salas de aula, problematizando as questões implicadas nos

processos.

Assim, a PROEX tem desenvolvido estudos sobre o analfabetismo, fome, saúde,

produção de alimentos e preservação do ambiente, demonstrando a coerência

da

1861 1819

1278

38338 302

ALUNOS MATRICULADOS NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNEB2004 - 2009

2004 2005 2005 2006 2007 2008

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Universidade com a estrutura teórica dos conhecimentos institucionalizados e a

prática efetiva voltada para a sociedade.

Este vínculo com a sociedade tem, ano a ano, crescido de forma expressiva. O

eixo temático dos trabalhos desenvolvidos abrangeu áreas de necessidades

diversificadas, com destaque para as ações no campo da educação, cultura e

tecnologia, cidadania, meio ambiente, saúde e qualidade de vida e

desenvolvimento rural.

Tais atividades extensionistas fomentam discussões e reflexões que

complementam a formação profissional e fortalecem a participação da

comunidade acadêmica, buscando atender as necessidades e expectativas da

sociedade em que está inserida.

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1.2. DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS

O Conselho de Administração da Universidade - CONSAD, através da Resolução

no 001, de 27 de fevereiro de 2008, apresentada a seguir, aprovou a prestação de

contas referente ao exercício de 2007.

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1.3. DEMONSTRAÇÃO DA VIABILIDADE DE MANUTENÇÃO DOS CURSOS QUE OFERECE

A Instituição disponibilizou para o ano 2010, os recursos do governo estadual, sua

maior fonte de renda, federal e própria, conforme especificação apresentada no

quadro 08 a seguir.

QUADRO 08 - ORÇAMENTO FISCAL DA UNEB PARA O ANO 2010

ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$)

Encargos com Benefícios Especiais Próprias do Tesouro 10.000

Assistência Médica aos Servidores Públicos e Seus Dependentes - PLANSERV Próprias do Tesouro 6.798.000

Manutenção dos Serviços Técnicos e Administrativos

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 24.121.000

Administração de Pessoal e Encargos Próprias do Tesouro 36.664.000

Administração de Pessoal Sob Regime Especial de Contratação Próprias do Tesouro 3.842.000

Encargos com Concessionárias de Serviços Públicos Próprias do Tesouro 5.000.000

Manutenção dos Serviços de Informática Próprias do Tesouro 1.838.000

Publicidade de Utilidade Pública - Vestibular da UNEB Próprias do Tesouro 50.000

Comunicação Legal Próprias do Tesouro 100.000

Auxílios Transporte e Alimentação aos Servidores e Empregados Públicos Próprias do Tesouro 8.000.000

Qualificação e Capacitação Continuada de Profissionais da Educação Superior - UNEB Próprias do Tesouro 150.000

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ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$)

Realização de Cursos de Educação à Distância: Inclusão Social - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 1.056.000

Implementação do Projeto de Inclusão Social com Ações Afirmativas - UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Estruturação e Ampliação de Programas Especiais de Graduação Voltados para a

Inclusão Social - UNEB Próprias do Tesouro 130.000

Apoio ao Projeto Universidade para Todos - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 4.020.000

Avaliação Institucional - UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Implantação de Canais e Veículos de Articulação entre Universidade e

Sociedade - UNEB Próprias do Tesouro 100.000

Implementação de Modelo de Gestão Descentralizada - UNEB Próprias do Tesouro 1.179.000

Gestão das Atividades do Ensino de Graduação a Cargo dos Departamentos - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 10.900.000

Gestão das Atividades do Ensino de Pós-Graduação a Cargo dos Departamentos

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 440.000

Gestão das Atividades de Pesquisa a Cargo dos Departamentos - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 680.000

Gestão de Atividades e Ações de Extensão a Cargo dos Departamentos - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 780.000

Gestão de Programas, Projetos e Ações de Extensão Universitária - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 3.200.000

Processo Seletivo de Segmentos Universitários - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 2.600.000

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ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$)

Gestão do Programa de Integração da UNEB com a Educação Básica Próprias do Tesouro 60.000

Processo Seletivo de Candidatos através do Vestibular - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 11.100.000

Gestão de Programas, Projetos e Ações Acadêmico-Administrativas do Ensino de

Graduação - UNEB

Recursos de Outras Fontes Próprias do

Tesouro 1.850.000

Assistência ao Estudante Universitário - UNEB Próprias do Tesouro 1.530.000

Administração de Pessoal e Encargos do Magistério Superior - UNEB Próprias do Tesouro 118.210.000

Administração de Pessoal do Magistério Superior sob o Regime Especial de Contratação - UNEB Próprias do Tesouro 20.698.000

Gestão do Acervo Bibliográfico da UNEB Próprias do Tesouro 1.400.000

Administração de Programas da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - PGDP Próprias do Tesouro 120.000

Gestão de Programas, Projetos e Ações de Planejamento - PROPLAN Próprias do Tesouro 200.000

Ampliação de Unidades Universitárias - UNEB Próprias do Tesouro 500.000

Construção de Unidades Universitárias - UNEB Próprias do Tesouro 1.500.000

Recuperação de Unidades Universitárias - UNEB Próprias do Tesouro 2.600.000

Reparação das Instalações Físicas - UNEB Próprias do Tesouro 2.000.000

Equipamento e Reequipamento de Unidades Universitárias - UNEB Próprias do Tesouro 700.000

Publicidade Institucional - Ações da UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Difusão Tecnológica a Cargo do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - UNEB Próprias do Tesouro 40.000

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ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$)

Gestão e Gerenciamento da Pesquisa e da Pós-Graduação da UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 2.259.000

Gestão dos Projetos e Ações do Centro de Estudos das Populações Afro-Indígenas

Americanas - CEPAIA - UNEB Próprias do Tesouro 100.000

Apoio a Formação de Alfabetizadores de Jovens e Adultos - UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 230.000

Apoio ao Desenvolvimento da Educação de Jovens e Adultos - UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 10.964.000

Preservação do Complexo Histórico e Arqueológico de Canudos - UNEB Próprias do Tesouro 100.000

Implantação e Funcionamento do Centro de Estudos Estratégicos do Semi-Árido - UNEB Próprias do Tesouro 100.000

Desenvolvimento e Fortalecimento da Base Científica e Tecnológica da UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 2.800.000

Desenvolvimento de Pesquisas e Tecnologias no Setor de Energias Renováveis - UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 100.000

Criação e Implementação de Redes de Pesquisa da UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Criação e Implementação de Redes de Conhecimento da UNEB Próprias do Tesouro 150.000

Fomento à Pesquisa para o Desenvolvimento Econômico e Social - UNEB Próprias do Tesouro 150.000

Melhoria da Infra-Estrutura Científica e Tecnológica da UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Desenvolvimento de Estudos, Projetos e Pesquisa em Ciência e Tecnologia - UNEB

Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 1.250.000

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

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ESPECIFICAÇÃO (PROJETO/ATIVIDADE) FONTE VALOR (R$)

Gestão de Projetos e Ações da Editora da UNEB Próprias do Tesouro Recursos de Outras

Fontes 1.000.000

Apoio ao Projeto de Incubadora de Empresas a Cargo do Centro de Pesquisa e

Desenvolvimento - UNEB Próprias do Tesouro 40.000

Apoio Analítico e Tecnológico ao Setor Produtivo a Cargo do Centro de Pesquisa Tecnológica - UNEB Próprias do Tesouro 220.000

Expansão da Pós-Graduação da UNEB Próprias do Tesouro 800.000

Gestão do Museu de Ciências e Tecnologia - MCT/UNEB Próprias do Tesouro 200.000

Garantia de Qualidade e Normatização a Cargo do Centro de Pesquisa Tecnológica - UNEB Próprias do Tesouro 50.000

Operação Especial - Cumprimento de Sentença Judiciária Próprias do Tesouro 140.000

Operação Especial - Encargos com Obrigações Tributárias e Contributivas

Recursos de Outras Fontes 429.000

TOTAL 296.248.000

Através do exame dos dados, pode ser verificado que existe uma previsão de

recursos orçamentários, tanto para a manutenção da vida vegetativa da

Universidade, quanto para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa

e extensão, e que o governo do Estado da Bahia vem realizando, efetivamente, o

que está planejado, ou seja, repassando regularmente os recursos previstos no

orçamento.

O orçamento para o ano de 2010 foi elaborado com base na Lei Estadual nº

11.630 de 30 de dezembro de 2009.

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1.4. REGULARIDADE FISCAL E PARAFISCAL

A situação fiscal e parafiscal da UNEB é regular e pode ser comprovada na

Administração Central da Universidade, através dos seguintes documentos

relacionados no quadro 09.

QUADRO 09 - DOCUMENTOS UTILIZADOS PARA COMPROVAR A SITUAÇÃO FISCAL E PARAFISCAL DA INSTITUIÇÃO

DOCUMENTO NÚMERO

Cartão de inscrição no CNPJ 14.485.841/0001-40

Certidão negativa de débitos tributários 2009507706

Certidão conjunta positiva com efeitos de negativa de débitos relativos aos tributos federais e à dívida ativa da união 8A2F.7EAE.4F57.2B31

Certidão positiva com efeitos de negativa de débitos relativos às contribuições previdenciárias e às de terceiros 543712009-04001010

Certificado de regularidade do FGTS - CRF 2009091201064784398979

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1.5. LEGISLAÇÃO QUE CREDENCIA A UNEB

A UNEB tem sua condição jurídica pautada em Leis, Portarias e Resoluções que

a credenciam como instituição de ensino superior. São elas:

Portaria do Ministério da Educação e do Desporto no 909, de 31 de julho de

1995.

Decreto Governamental no 9.751, de 3 de janeiro de 2006.

Lei no 7.176 de 10 de setembro de 1997.

Decreto Estadual no 10.181, de 14 de dezembro de 2006

Excetuando a Lei no 7.176/1997, os demais documentos aqui referenciados

encontram-se apresentados a seguir:

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1.6. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS

1.6.1. BIBLIOTECA Para o fortalecimento das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas

em seus Departamentos, a UNEB dispõe de um sistema de bibliotecas, formado

por uma central e vinte e três setoriais, localizadas nos diversos campi, vinculadas

tecnicamente à primeira e, administrativamente, à direção dos Departamentos.

A Biblioteca Central está localizada no Campus I. Possui uma área total de 1.040

m², sendo 167 m² destinados ao acervo e 188 m² ao salão de leitura. Funciona de

segunda à sexta no horário de 7h30min às 21h30min e, aos sábados, das 8h às

12:00 h. É formada por uma equipe técnico-administrativa composta de 14

bibliotecários, 03 cargos comissionados, 06 técnicos universitários, 02 analistas

universitários, 07 técnicos de nível médio contratados pelo Regime Especial de

Direito Administrativo - REDA, 02 estagiários e 04 prestadores de serviços,

totalizando 38 colaboradores.

É de sua competência:

- coordenar tecnicamente as atividades das bibliotecas do sistema, promovendo a

integração das mesmas;

- promover a ampliação, atualização e conservação do acervo bibliotecário;

- realizar o processamento técnico do acervo;

- normatizar a bibliografia da produção acadêmica da UNEB;

- disponibilizar o acervo aos usuários para consulta e empréstimos, de acordo com o

regulamento do sistema;

- orientar alunos, professores e técnicos quanto à normatização de trabalhos

acadêmicos;

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- capacitar o usuário na busca da informação, presencial e virtual, através de

treinamentos, cursos e visitas programadas;

- efetuar empréstimo interbibliotecário, através do e-mail [email protected];

- intermediar a busca da informação em outros espaços físicos, através do COMUT e BIREME;

- promover a capacitação do pessoal da área; e

- proceder reservas e renovações, via web.

O acervo é adquirido através da compra e/ou doação, e a aquisição é realizada

através da indicação dos Departamentos, pesquisa em catálogos de editoras,

além de outras fontes. É constituído de publicações diversificadas. Embora

abrangendo todas as áreas do conhecimento, o acervo prioriza os cursos

oferecidos pela Instituição. A sua atualização e expansão permitem que a

Biblioteca Central e as Setoriais atendam as demandas da comunidade

acadêmica. O acesso se dá através da base de dados bibliográficos, utilizando-se

do software ORTODOCS. A descrição bibliográfica obedece ao padrão MARC de

catalogação. São oferecidos os serviços de acesso ao Portal da CAPES, que

permite ao usuário consultar e baixar resumos e textos completos de mais de

11.419 títulos de periódicos mais renomados - nacionais e estrangeiros, e ao

Banco de Teses e Dissertação do IBICT.

O empréstimo informatizado está disponível na BC e em mais doze Setoriais. As

demais serão contempladas com este serviço após a aquisição e instalação de

equipamentos necessários para a implantação do sistema. A pesquisa ao acervo

e à internet é de livre acesso pelo usuário, sendo disponibilizados doze

computadores para consulta à base de dados.

Em 2006, foi adquirido o software Pergamum, desenvolvido pela PUC/PR, o qual

possibilita ao usuário acessar, via internet, o catálogo do acervo, proceder

renovações e reservas de livros, consultar e acompanhar o histórico de

empréstimo e devolução, usufruir da agilidade do empréstimo informatizado,

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receber via e-mail comprovantes de renovações e reservas, e alertas sobre o

vencimento dos prazos

de empréstimos ou a chegada de novas aquisições, conforme a área de

interesse. O endereço para acessar o catálogo on-line é www.biblioteca.

uneb.br.

A BC abriga o Núcleo de Educação Especial (Braille) -

projeto que visa disponibilizar o acesso de informações aos

deficientes visuais que fazem parte da comunidade

acadêmica. Neste setor, em fase de implantação, já se

encontra disponibilizado dois programas específicos: o DOS

VOX e o JAWS - programas que permitem aos deficientes

visuais o acesso à e-mails e textos diversos, local ou virtual.

São mais de 3.000 títulos traduzidos em viva voz. Conta,

também, com os ledores (pessoas voluntárias que se

disponibilizam a ler livros do acervo da biblioteca para os

deficientes visuais).

Dentre os projetos em desenvolvimento pela BC, o da

Biblioteca Comunitária merece destaque. Trata-se de um

projeto que pretende instalar uma Unidade que atenda a

demanda de pesquisa escolar e acesso à leitura das

comunidades circunvizinhas da UNEB/Campus I,

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reconhecidamente carentes deste tipo de equipamento

cultural.

Dispõe de um acervo diversificado em áreas do conhecimento, totalizando, com

as demais setoriais, 121.857 títulos e 327.278 exemplares. A atualização e

expansão do acervo dotam as bibliotecas de novos títulos e edições, aumentando

o número de exemplares e de títulos da coleção lastro, para atender a demanda.

É dada prioridade a aquisição para os cursos recém implantados e em processo

de reconhecimento.

O quadro 10, a seguir apresentado, possibilita a visualização da distribuição deste

acervo entre a BC e as demais setoriais da UNEB.

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QUADRO 10 - QUANTITATIVO DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DAS BIBLIOTECAS DA UNEB

CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO TÍTULOS EXEMPLARES

I Salvador

Ciências Humanas Ciências da Vida

Educação Ciências Exatas e da Terra

24.852 66.602

II Alagoinhas Educação

Ciências Exatas e da Terra

9.554 24.311

III Juazeiro Tecnologias e Ciências Sociais 8.239 20.773

IV Jacobina Ciências Humanas 7.060 17.898

V Santo Antônio de Jesus Ciências Humanas 9.346 23.538

VI Caetité Ciências Humanas 6.548 18.424

VII Senhofir do Bonfim Educação 5.962 17.730

VIII Paulo Afonso Educação 4.067 12.278

IX Barreiras Ciências Humanas 2.509 7.100

X Teixeira de Freitas Educação 8.027 19.775

XI Serrinha Educação 4.603 14.336

XII Guanambi Educação 4.540 13.001

XIII Itaberaba Educação 3.654 11.562

XIV Conceição do Coité Educação 4.006 11.146

XV Valença Educação 1.965 4.409

XVI Irecê Ciências Humanas e Tecnologias 2.551 6.310

XVII Bom Jesus da Lapa

Ciências Humanas e Tecnologias 1.652 5.054

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO TÍTULOS EXEMPLARES

XVIII Eunápolis Ciências Humanas e Tecnologias 1.769 4.257

XIX Camaçari Ciências Humanas e Tecnologias 2.750 7.558

XX Brumado Ciências Humanas e Tecnologias 3.027 5.479

XXI Ipiau Ciências Humanas e Tecnologia 1.544 4.292

XXII Euclides da Cunha

Ciências Humanas e Tecnologias 930 3.529

XXIII Seabra Ciências Humanas e Tecnologias 1.210 4.337

XXIV Xique-Xique Ciências Humanas e Tecnologia 1.484 3.586

XX Brumado Ciências Humanas e Tecnologias 3.027 5.479

TOTAL 121.857 327.278

Fonte: SISB/UNEB/PERGAMUM - 19/05/2010

De acordo com o Sistema Pergamum utilizado nas Bibliotecas da UNEB,

encontram-se inscritos na BC no Campus I, 4.217 discentes dos cursos de

graduação, 568 discentes dos cursos de pós-graduação, 188 docentes, 20

docentes visitantes, 435 funcionários, 50 prestadores de serviços, e 85

estagiários, totalizando 5.563 usuários.

Não existe o serviço de reprografia dentro da biblioteca e sim, no Campus,

embora os usuários possam retirar o material bibliográfico para reproduzi-lo.

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1.6.2. LABORATÓRIOS

Para auxiliar nas atividades de graduação, pós-graduação e pesquisa, a UNEB

mantém nos seus diversos Departamentos, laboratórios equipados,

permanentemente, com materiais didáticos, disponibilizados para a realização de

aulas práticas e outros estudos. Estão distribuídos, conforme especificação no

quadro 11.

QUADRO 11 - LABORATÓRIOS DA UNEB

CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

I SALVADOR

CIÊNCIAS HUMANAS

INFORMÁTICA I

INFORMÁTICA II

CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADA

CIÊNCIAS DA VIDA

BIOLOGIA

BROMOTALOGIA

MICROBIOLOGIA

PARASITOLOGIA

NURIÇÃO I

NUTRIÇÃO II

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (EM IMPLANTAÇÃO)

FARMACOBOTÂNICA

FARMACOLOGIA

BIOFÍSICA

ANÁLISE SENSORIAL

FISIOLOGIA

ANATOMIA HUMANA

ENFERMAGEM

EDUCAÇÃO

INFORMÁTICA

MATEMÁTICA

NÚCLEO DE ESTUDOS INTELIGENTES (NEI)

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

I SALVADOR CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

ANALÍTICO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS

ARTES

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL (EM IMPLANTAÇÃO)

FÍSICA

FOTOGRAFIA

IMAGEM

MÊCANICA DOS SOLOS

PREPARO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS

QUADRINHOS (EM IMPLANTAÇÃO)

SERIGRAFIA

URBANISMO

MICROINFORMÁTICA – LAMI I

MICROINFORMÁTICA – LAMI II

MICROINFORMÁTICA – LAMI III

LABORATÓRIO DE QUÍMICA I

LABORATÓRIO DE QUÍMICA II

LABORATÓRIO DE QUÍMICA III

LABORATÓRIO DE QUÍMICA IV

LABORATÓRIO DE QUÍMICA V

LABORATÓRIO DE QUÍMICA VI

LABORATÓRIO DE QUÍMICA VII (EM IMPLANTAÇÃO)

LABORATÓRIO DE QUÍMICA VIII (EM IMPLANTAÇÃO)

II ALAGOINHAS

EDUCAÇÃO

INFORMÁTICA

LETRAS (EM IMPLANTAÇÃO)

HISTÓRIA (EM IMPLANTAÇÃO)

EDUCAÇÃO FÍSICA (EM IMPLANTAÇÃO)

CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA II

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA III

LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR DE APOIO À PESQUISA - LABMAP

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

II ALAGOINHAS CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA

LABORATÓRIO DE BIOLOGIA I

LABORATÓRIO DE BIOLOGIA II

LABORATÓRIO DE BIOLOGIA III

LABORATÓRIO DE BIOLOGIA IV

LABORATÓRIO DE FÍSICA

LABORATÓRIO DE ANATOMIA

LABORATÓRIO DE SOLOS

LABORATÓRIO DE GERMINAÇÃO

LABORATÓRIO DE QUÍMICA

LABORATÓRIO DE GENÉTICA

LABORATÓRIO DE RECURSOS DO MAR

MUSEU DE ZOOLOGIA

HERBÁRIO

III JUAZEIRO

TECNOLOGIAS E

CIÊNCIAS SOCIAIS

SOLOS

BIOTECNOLOGIA

BIOLOGIA

HIDRÁULICA

SEMENTES

FITOPATOLOGIA

ENTOMOLOGIA

OLERICULTURA

BOTÂNICA - HERBARIUM

INFORMÁTICA

ESTUDOS JURÍDICOS

GEOLOGIA

MECÂNICA

PRODUÇÃO ANIMAL

MEIO AMBIENTE (EM IMPLANTAÇÃO)

CIÊNCIAS HUMANAS LABORATÓRIO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

LABORATÓRIO DE ÁUDIO E VÍDEO

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

III JUAZEIRO CIÊNCIAS HUMANAS

LABORATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

LABORATÓRIO DE RADIOJORNALISMO

LABORATÓRIO DE REDAÇÃO JORNALÍSTICA

LABORATÓRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA EM MULTIMEIOS

IV JACOBINA CIÊNCIAS HUMANAS

AVALIAÇÃO FÍSICA PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA (EM IMPLANTAÇÃO)

NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO (EM IMPLANTAÇÃO)

GEOCIÊNCIAS

AMBIENTE DE LÍNGUAS

INFORMÁTICA

GEOPROCESSAMENTO E CARTOGRAFIA

AVALIAÇÃO FÍSICA E PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA

NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

V SANTO

ANTÔNIO DE JESUS

CIÊNCIAS HUMANAS

GEOPROCESSAMENTO

GEOCIÊNCIAS

LÍNGUAS

CIÊNCIAS HUMANAS (EM IMPLANTAÇÃO)

HISTÓRIA

VI CAETITÉ CIÊNCIAS HUMANAS

ENSINO DE CIÊNCIAS (EM IMPLANTAÇÃO)

INFORMÁTICA

CARTOGRAFIA E FOTOGRAMETRIA

BIOLOGIA

IDIOMAS

GEOPROCESSAMENTO

MATEMÁTICA

ENSINO DE CIÊNCIAS

BOTÂNICA

VII SENHOR DO BONFIM EDUCAÇÃO

FÍSICA

GEOCIÊNCIAS

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ENSINO I

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

VII SENHOR DO BONFIM EDUCAÇÃO

ENSINO II

ENSINO III

LABORATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS I

LABORATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS II

ZOOLOGIA

MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL

BOTÂNICA

ECOLOGIA

PARASITOLOGIA

BIOLOGIA MOLECULAR E CELULAR

DESENHO GEOMÉTRICO

INFOLAB I

INFOLAB II

PALEONTOLOGIA

PALINOLOGIA

ESTATÍSTICA

GENÉTICA

LABORATÓRIOS DE ENFERMAGEM (EM IMPLANTAÇÃO)

VIII PAULO AFONSO EDUCAÇÃO

BIOLOGIA E ENGENHARIA DE PESCA

MATEMÁTICA

INFORMÁTICA

EDUCAÇÃO/ECOLOGIA/ANTROPOLOGIA (EM IMPLANTAÇÃO)

IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS

ENSINO DE MATEMÁTICA (EM IMPLANTAÇÃO)

BIOLOGIA (EM IMPLANTAÇÃO)

MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO

ÁGUA E SOLOS

QUÍMICA

MATEMÁTICA

BIOLOGIA - LABGENE

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

IX BARREIRAS CIÊNCIAS HUMANAS

PRODUÇÃO ANIMAL

ÁGUA E SOLOS

QUÍMICA

TOPOGRAFIA

MICROBIOLOGIA

ENTOMOLOGIA - FITOPATOLOGIA - BIOLOGIA

INFORMÁTICA

MICROSCOPIA

PRODUÇÃO ANIMAL

MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO

AGROMETEREOLOGIA

VIVEIRO

HERBÁRIO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EM IMPLANTAÇÃO)

CONTABILIDADE

GRUPO DE PESQUISA EM CULTURA, RESISTÊNCIA, ETNIA E LINGUAGEM

LABORATÓRIO DE ESTUDO DA DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA E SÓCIO-CULTURAL SUZANA CARDOSO -

LEDLINSC (EM IMPLANTAÇÃO)

NÚCLEO DE LEITURA NA ESCRITA DE SI (EM IMPLANTAÇÃO)

X TEIXEIRA DE FREITAS EDUCAÇÃO

INFORMÁTICA

BIOLOGIA

QUÍMICA

ZOOLOGIA E BOTÂNICA

XI SERRINHA EDUCAÇÃO

CARTOGRAFIA (LACARD)

GEOGRAFIA (LIEGEO)

INFORMÁTICA

INFORMÁTICA (CPCT – CENTRO DE PESQUISA EM CULTURAS E TECNOLOGIAS)

XII GUANAMBI EDUCAÇÃO BIOFÍSICA

BIOQUÍMICA

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

XII GUANAMBI EDUCAÇÃO

ANATOMIA E FISIOLOGIA

MICROSCOPIA

ENFERMAGEM

LABORATÓRIO DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE: AVALIAÇÃO E MUSCULAÇÃO

LABORATÓRIO DE BIOLOGIA: GAMA (GRUPO DE APOIO AO MEIO AMBIENTE: PESQUISA EM ÁREAS DE BACIAS

HIDROGRÁFICAS DO SEMI-ÁRIDO DO ESTADO DA BAHIA)

XIII ITABERABA EDUCAÇÃO INFORMÁTICA

XIV CONCEIÇÃO DO COITÉ EDUCAÇÃO

ANÁLISE DOCUMENTAL (EM IMPLANTAÇÃO)

TV WEB DA UNEB (EM IMPLANTAÇÃO)

INFORMÁTICA

ANÁLISE DOCUMENTAL

TV WEB DA UNEB

XV VALENÇA EDUCAÇÃO INFORMÁTICA

ARTE EM CENA

XVI IRECÊ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA

XVII BOM JESUS DA LAPA

CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA

XVIII EUNÁPOLIS CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS

HOSPITALIDADE (EM IMPLANTAÇÃO)

ENSINO DE HISTÓRIA (EM IMPLANTAÇÃO)

ALIMENTOS E BEBIDAS (EM IMPLANTAÇÃO)

XIX CAMAÇARI CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS

INFORMÁTICA

NUPE (EM IMPLANTAÇÃO)

LABORATÓRIO DE PRÁTICA JURÍDICA (EM IMPLANTAÇÃO)

LABORATÓRIO DE PRÁTICA CONTÁBIL (EM IMPLANTAÇÃO)

XX BRUMADO CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA

XXI IPIAÚ CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA

XXII EUCLIDES DA CUNHA

CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS

INFORMÁTICA

LÍNGUAS

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CAMPUS LOCALIDADE DEPARTAMENTO LABORATÓRIO

XXIII SEABRA CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS

LABORATÓRIO DE ENSINO DE LÍNGUA INGLESA - LABIN

INFORMÁTICA

LABORATÓRIO DE PESQUISA EM LITERATURA, LINGÜÍSTICA, BAIANIDADES E CULTURA

DA CHAPADA - LLBCC

XXIV XIQUE-XIQUE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS INFORMÁTICA

Fonte: Departamentos dos Campi/UNEB E UDO/UNEB

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1.7. CREDIBILIDADE INSTITUCIONAL

A UNEB tem atuado, buscando comprometer-se cada vez mais com a sua missão

de produzir conhecimento, divulgá-lo, disponibilizá-lo e torná-lo acessível a um

universo populacional cada vez maior. Isto requer práticas cotidianas de

avaliação da sua ação e dos impactos causados no contexto onde está inserida.

Assim, ela tem se incluído nos processos sociais e acadêmicos, onde, além das

questões relacionadas ao ensino, ela constantemente desenvolve programas e

ações, bem como atividades de pesquisa e extensão para a excelência dos seus

cursos de graduação e pós-graduação.

Neste sentido, a educação superior significa muito mais para um país do que a

formação de bons profissionais. Um sistema de educação, solidamente enraizado

nos problemas que desafiam o desenvolvimento social, produz conhecimento e

gera inovações tecnológicas a partir dos seus projetos de cursos.

Os projetos pedagógicos dos cursos de graduação existentes na UNEB têm se ocupado

da organização didático-pedagógica, possibilitando contemplar as especificidades dos

Territórios de Identidade de abrangência de cada Departamento em que são

atendidos pelos cursos e, ao mesmo tempo, garantir uma base de temas comuns a

serem trabalhados por professores e estudantes, articulando as atividades de ensino

às de pesquisa e extensão. A implantação desses cursos obedece às necessidades da

demanda por formação pessoal e profissional do cidadão e, consequentemente, com o

desenvolvimento do contexto onde ele se insere.

A integralização dos currículos é acompanhada e subsidiada por avaliações contínuas

e processuais dos próprios sujeitos da ação, visando à qualidade do trabalho docente,

a aprendizagem dos alunos, o desenvolvimento da pesquisa e a relação entre

diferentes atividades acadêmicas.

Page 66: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

Nas práticas acadêmicas desenvolvidas pela UNEB, se incluem também as

oriundas do avanço da tecnologia. As discussões em ambientes virtuais de

aprendizagem, docência online e aprendizagem à distância já fazem parte dos

documentos norteadores das políticas públicas de educação em nosso país, bem

como são objeto de investigação do mundo acadêmico. A UNEB já tem uma

cultura incorporada de utilização das Tecnologias da Informação e da

Comunicação (TIC’s) em suas atividades acadêmicas, com grupo de pesquisa

consolidado no Programa de Pós-Graduação em Educação e

Contemporaneidade, vasta produção publicada e utilização da plataforma moodle

nos cursos presenciais.

A UNEB possui também uma produção acadêmica consolidada, que remonta ao

ano de 1998, onde a educação a distância iniciada com o curso piloto de

Administração no ano 2007, foi ampliada com o Programa Universidade Aberta

do Brasil. Embora atualmente toda a oferta de EaD pela UNEB seja originária de

convênios com outras instituições, especialmente com a adesão aos Programas

Universidade Aberta do Brasil - UAB, PARFOR e Programa Nacional de

Administração Pública – PNAP, a intenção da Universidade é incorporar esta

modalidade de ensino como oferta contínua, através da implantação de

infraestrutura e da constituição de uma cultura específica, ampliando assim a sua

possibilidade de oferta e a abrangência regional, além de fortalecer seu

papel/missão de ampliar e democratizar o acesso à educação superior no estado.

Nesta perspectiva, a extensão em suas diretrizes, caminha não apenas para

superação das vulnerabilidades e riscos sociais desta população excluída, mas

também para a expressão de suas potencialidades e desejos, reconhecendo sua

identidade social, promovendo ações de integração e de qualificação sócio-

profissional, criando espaços e reconhecimento para o exercício da cidadania.

Fundamentando-se no seguinte conceito: É um processo educativo, cultural e científico que articula ensino e pesquisa, de forma indissociável e viabiliza a

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relação transformadora entre Universidade e sociedade. É uma via de mão dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará na sociedade, a oportunidade de elaboração da práxis de um conhecimento científico. (Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001, p. 29)

A pesquisa vitaliza as ações da Universidade e concorre na aspiração de

institucionalizar o conhecimento através da consolidação de uma cultura científica

no universo acadêmico, desenvolvendo estudos e acompanhando programas de

pesquisa de acordo com as diretrizes e políticas de educação superior do Estado

e do País, bem como facilitando e fortalecendo relações intradepartamentais e

interinstitucionais, levando, através da articulação com a extensão, o

conhecimento produzido na Universidade aos demais segmentos sociais, tanto

nas áreas da educação e cultura, como da ciência e da tecnologia.

Além desta, a UNEB tem respondido de forma satisfatória aos procedimentos de

avaliação adotados pelo MEC e pelo Conselho Estadual de Educação – CEE. A

avaliação institucional sistematizada por estes organismos investiga além da

formação acadêmica, a atuação de professores e as condições institucionais de

infra-estrutura que as instituições de ensino superior oferecem. Com essa prática,

cria-se um dispositivo regulador para conceder o reconhecimento ou a renovação

dos cursos de graduação e até o recredenciamento das Universidades.

Assim, a UNEB vem participando regularmente das avaliações, seja através do

reconhecimento dos seus cursos, seja através dos mecanismos específicos

adotados pelo MEC. De 1998 até 2003, ela participou do Exame Nacional de

Cursos - ENC, quando este foi substituído pelo Exame Nacional do Desempenho

dos Estudantes (ENADE).

Em 2004, com a implantação do ENADE pelo SINAES, novas dimensões

passaram a ser investigadas também para a Instituição e para o Curso onde ele

está sendo realizado. O ENADE é aplicado periodicamente e para tanto, o MEC

define as áreas e cursos que serão examinados a cada ano.

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Desde a sua implantação, a UNEB vem participando regularmente deste Exame,

onde inúmeros cursos já foram avaliados, obtendo conceitos que variaram entre 3

e 5. São atribuídos conceitos a cada uma e ao conjunto das dimensões avaliadas,

numa escala de cinco níveis, sendo os níveis 4 e 5 indicativos de pontos fortes, os

níveis 1 e 2 indicativos de pontos fracos e o nível 3 indicativo do mínimo aceitável

para os processos de autorização, reconhecimento e renovação de

reconhecimento de cursos e de credenciamento e recredenciamento de

Instituições.

Os conceitos obtidos pela UNEB no ENADE realizado em 2006, 2007 e 2008

podem ser verificados nos quadros 12, 13 e 14 apresentados a seguir, informando

que dos cursos avaliados, alguns não tiveram a participação do grupo de

concluintes, por se tratar de cursos novos que não apresentavam, ainda, alunos

em fase de conclusão.

QUADRO 12 - RESULTADO DA AVALIACÃO DO ENADE/2006

CAMPUS/ MUNICÍPIO CURSO

MÉDIA DA FORMAÇÃO

GERAL

MÉDIA DO COMPONENTE

ESPECÍFICO

MÉDIA GERAL ENADE

CONCEITO IDD

CONCEITO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC.

I Salvador

Turismo e Hotelaria 61,6 23,0 58,8 56,5 29,0 52,7 4 1

Ciências Contábeis 52,7 26,0 29,2 32,4 27,0 49,9 4 3

Desenho Industrial 53,1 24,0 54,7 62,9 22,0 57,6 5 3

Comunicação Social 46,2 11,0 35,8 58,9 30,0 62,5 5 5

III Juazeiro

Comunicação Social 44,0 00 33,0 00 33,0 00 SC SC

IV Jacobina Direito 54,1 00 46,2 00 25,0 00 SC SC

V Santo

Antônio de Jesus

Administração 51,5 42,0 43,2 53,6 31,0 54,4 5 4

VII Senhor do

Bonfim

Ciências Contábeis 54,9 00 28,5 00 31,0 00 SC SC

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IX Barreiras

Ciências Contábeis 54,1 47,0 23,5 31,8 50,0 54,6 4 3

XI Serrinha Administração 57,9 00 44,9 00 32,0 00 SC SC

XII Guanambi Administração 49,6 00 39,7 00 31,0 00 SC SC

XVII Bom Jesus

da Lapa Administração 56,1 00 46,2 00 28,0 00 SC SC

XIX Camaçari

Ciências Contábeis 50,4 27,0 26,9 34,4 65,0 55,1 4 4

Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP.

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QUADRO 13 - RESULTADO DA AVALIACÃO DO ENADE/2007

CAMPUS/ MUNICÍPIO

CURSO

MÉDIA DA FORMAÇÃO

GERAL

MÉDIA DO COMPONENTE

ESPECÍFICO

MÉDIA GERAL ENADE

CONCEITO IDD

CONCEITO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC.

I Salvador

Enfermagem 13,0 58,3 9,0 41,7 10,0 45,9 2 3

Farmácia 67,1 - 46,3 - 51,5 - SC SC

Fisioterapia 33,4 - 20,8 - 24,0 - SC SC

Fonoaudiologia 18,4 12,5 19,6 22,9 19,3 20,3 1 SC

II Alagoinhas

Educação Física 51,8 - 55,3 - 54,4 - SC SC

III Juazeiro

Agronomia 55,6 60,8 40,6 55,5 44,3 56,8 4 3

IV Jacobina

Educação Física - 53,9 - 57,5 - 56,6 SC SC

IX Barreiras

Engenharia Agronômica 67,7 66,2 48,0 57,1 52,9 59,4 4 3

XII Guanambi

Educação Física 11,1 51,1 11,6 48,7 11,4 49,3 2 SC

Enfermagem 60,4 - 29,6 - 37,3 - SC SC

Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

QUADRO 14 - RESULTADO DA AVALIACÃO DO ENADE/2008

CAMPUS/ MUNICÍPIO

CURSO

MÉDIA DA FORMAÇÃO

GERAL

MÉDIA DO COMPONENTE

ESPECÍFICO

MÉDIA GERAL ENADE

CONCEITO IDD

CONCEITO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC.

I Salvador

Letras - 50,0 - 49,5 - 49,6 SC SC

Química 50,8 56,9 24,4 44,3 31,0 47,5 5 5

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Pedagogia 53,8 53,6 52,1 60,7 52,5 58,9 4 3

Sistemas de Informação 59,0 52,8 33,7 43,8 40,0 46,0 5 3

CAMPUS/ MUNICÍPIO

CURSO

MÉDIA DA FORMAÇÃO

GERAL

MÉDIA DO COMPONENTE

ESPECÍFICO

MÉDIA GERAL ENADE

CONCEITO IDD

CONCEITO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC.

II Aalagoinhas

Matemática 43,1 49,8 30,5 36,5 33,6 39,8 3 3

Letras 51,2 54,9 45,1 51,9 46,6 52,7 4 4

Ciências Biológicas 45,9 43,5 31,2 28,2 34,9 32,0 2 2

História 53,1 49,6 43,1 35,1 45,6 38,7 3 2

Análises de Sistemas 51,9 46,0 26,8 31,0 33,1 34,7 3 2

III Juazeiro

Pedagogia 48,4 52,0 47,6 51,6 47,8 51,7 3 3

IV Jacobina

Letras 54,5 54,3 48,4 48,4 49,9 49,9 3 3

História 54,3 48,8 41,0 39,1 44,3 41,5 3 2

Geografia 54,5 50,5 38,3 37,9 42,3 41,0 3 2

V Santo

Antônio de Jesus

Letras 41,3 59,3 55,5 61,5 51,9 61,0 5 SC

História 58,0 - 58,2 - 58,1 - SC SC

Geografia - 56,7 - 39,7 - 44,0 SC SC

VI Caetité

Matemática 56,3 54,1 30,0 31,4 36,6 37,0 3 2

Letras 57,6 57,0 49,5 52,1 51,5 53,3 4 4

História 53,9 60,3 40,4 48,1 43,8 51,2 4 4

VII Senhor do

Bonfim

Matemática 47,2 49,3 26,4 35,1 31,6 38,6 3 SC

Ciências Biológicas - 57,3 - 38,9 - 43,5 SC SC

VIII Paulo Afonso

Matemática 50,4 49,8 26,8 31,2 32,7 35,9 3 2

Ciências Biológicas 58,2 58,6 33,2 36,2 39,4 41,8 3 3

Pedagogia 48,1 55,7 46,6 58,3 47,0 57,6 4 4

Engenharia da Pesca 48,0 51,3 35,9 38,9 38,9 42,0 2 3

IX Matemática 50,8 - 20,4 - 28,0 - SC SC

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Barreiras Letras 53,6 54,6 37,6 48,8 41,6 50,2 3 4

IX Barreiras

Ciências Biológicas 54,6 45,5 32,5 27,4 38,0 31,9 2 1

Pedagogia 47,2 46,6 44,5 53,0 45,2 51,4 3 3

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CAMPUS/ MUNICÍPIO

CURSO

MÉDIA DA FORMAÇÃO

GERAL

MÉDIA DO COMPONENTE

ESPECÍFICO

MÉDIA GERAL ENADE

CONCEITO IDD

CONCEITO ING. CONC. ING. CONC. ING. CONC.

X Teixeira de

Freitas

Matemática 47,8 52,6 26,4 32,9 31,8 37,9 3 SC

Letras 57,8 61,7 45,4 52,6 48,5 54,9 4 SC

Ciências Biológicas 52,0 56,0 29,1 34,8 34,8 40,1 3 SC

Pedagogia 53,5 52,5 46,8 52,9 48,5 52,8 3 3

História 56,3 - 39,6 - 43,8 - SC SC

XI Serrinha

Pedagogia 58,4 51,0 51,6 58,3 53,3 56,5 4 3

Geografia 46,9 - 32,2 - 35,9 - SC SC

XII Guanambi

Pedagogia 52,0 53,4 50,4 55,6 50,8 55,1 4 3

XIII Itaberaba

Letras 50,9 53,7 43,0 52,7 45,0 52,8 4 4

Pedagogia 47,2 45,3 43,1 48,1 44,1 47,4 3 2

História 51,0 - 37,4 - 40,8 - SC SC

XIV Conceição do

Coité

Letras - 52,2 - 44,8 - 46,6 SC SC

História 51,7 - 38,2 - 41,6 - SC SC

XVI Irecê

Letras 53,3 48,9 44,2 39,5 46,5 41,8 2 2

Pedagogia 50,3 53,0 48,2 57,9 48,7 56,6 4 4

XVII Bom Jesus

da Lapa Pedagogia 44,4 50,1 42,0 53,9 42,6 52,9 3 4

XX Brumado

Letras 53,7 56,1 43,4 47,7 45,9 49,8 3 3

XXI Ipiaú

Letras - 55,1 - 48,7 - 50,3 SC SC

XXII Euclides da

Cunha Letras 54,9 56,5 45,7 52,1 48,0 53,2 4 4

XXIII Seabra

Letras 54,5 59,6 41,4 53,9 44,7 55,3 4 5

XXIV Xique-Xique

Letras 49,0 53,0 40,2 45,7 42,4 47,5 3 3

Fonte: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP.

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Quanto à avaliação dos Cursos procedida pelo Conselho Estadual de Educação,

a UNEB também tem obtido êxito, uma vez que todos os cursos que são

submetidos à apreciação do referido Conselho, têm tido parecer favorável ao seu

reconhecimento, confirmado por Decreto Governamental publicado em Diário

Oficial.

O resultado das avaliações dos Cursos aqui apresentado não deve ser entendido

como um juízo definitivo do trabalho desenvolvido, mas como resultado de um

empenho cotidiano, onde a UNEB como Instituição Pública, presente em diversas

regiões do Estado, prima pela qualidade dos Cursos que oferece, reestruturando-

os, ampliando e suspendendo a sua oferta de acordo com os indicadores sociais

do seu contexto, e, sobretudo, buscando responder às demandas de formação

profissional do mundo contemporâneo.

Os processos de credenciamento e recredenciamento vivenciados pela

universidade nos últimos anos, representam um marco de grande conquista para

Universidade do Estado da Bahia, demonstrando suas potencialidades e

capacidade para responder às demandas sociais por educação superior,

demonstrando a sua credibilidade institucional, a sua renovação e o seu

desenvolvimento dentro do meio acadêmico e da comunidade, na medida que

promove uma educação superior de qualidade socialmente referenciada.

1.8. REGIMENTO DA INSTITUIÇÃO

O Regimento da Instituição encontra-se apresentado a seguir.

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2. DO DEPARTAMENTO

2.1 IDENTIFICAÇÃO

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias - DCHT, Campus XXI,

Ipiaú/BA, foi criado pela Resolução nº 09/2001 do Conselho de Administração -

CONSAD, publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia em 02/11/2001.

Teve o seu funcionamento autorizado através da Resolução nº 159/2001 do

Conselho Universitário - CONSU, publicada no Diário Oficial de 22 e 23/12/2001,

com a prerrogativa para oferecer o Curso de Letras.

Localizado em uma região bastante significativa do Estado da Bahia, o município

de Ipiaú integra uma área que historicamente se destacou na economia do país e

do Estado pela monocultura do cacau. Caracterizada por aquilo que se poderia

chamar de “saga do cacau” em que a riqueza e a pobreza, o poder e a ausência

dele, o desenvolvimento e subdesenvolvimento estiveram, de alguma forma e

ainda estão, sob a égide dessa monocultura, esta região gerou uma relação

excludente, sobretudo quando da derrocada da lavoura.

Evidentemente que todas as esferas sociais e institucionais desta região sofreram

os reflexos impactantes de tal processo e a área da educação não passou

incólume. Os índices de analfabetismo e as baixas taxas de escolarização criaram

um cenário propício à disseminação de problemas sociais e à degradação das

condições de vida de boa parte da população da região, especificamente dos 16

municípios que atualmente integram a micro-região, ou seja: Aiquara, Apuarema,

Barra do Rocha, Boa Nova, Dário Meira, Gandu, Gongogi, Ibirataia, Ibirapitanga,

Ipiaú, Itagi, Itagibá, Itamari, Jitaúna, Nova Ibiá e Ubatã.

Neste cenário, a presença da UNEB desponta, longe da pretensão imediata de

resolver em definitivo os problemas da região, como uma possibilidade e uma

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perspectiva de contribuição para a melhoria da qualidade de vida da população,

confirmando e cumprindo sua vocação institucional, política e social de levar para

o interior o trabalho acadêmico em sua estrutura basilar, qual seja o ensino, a

pesquisa e a extensão.

Assim, o Departamento do Campus XXI, já nasce com uma grande incumbência:

a de oportunizar à população da micro-região, um ensino superior que seja capaz

de responder com qualidade aos problemas educacionais e sociais,

historicamente instituídos. Imbuída deste espírito, a UNEB, ao oferecer o Curso

de Letras neste Campus, busca contribuir para o desenvolvimento científico,

cultural, técnico, econômico e social da região do Território Médio Rio das Contas.

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2.2. INSTALAÇÕES FÍSICAS E PLANTA BAIXA

O DCHT, localizado na Av. Getúlio Vargas, 769, centro de Ipiaú, funciona em um

espaço com 1.950,00 m² de área construída, cedido através de um contrato de

locação entre a Universidade do Estado da Bahia - UNEB e a Sociedade de

Educação e Cultura de Rio Novo. Em paralelo a este contrato existe em

tramitação uma proposta de doação de toda a estrutura física para o

Departamento.

Importante destacar que este espaço, embora ainda insuficiente, vem atendendo

às necessidades do curso, possibilitando um bom desenvolvimento das atividades

acadêmicas.

O quadro 15 possibilita a visualização do espaço físico onde funciona o

Departamento.

QUADRO 15 - ESPECIFICAÇÃO DA ÁREA CONSTRUÍDA E DISCRIMINAÇÃO DAS DEPENDÊNCIAS

DESTINAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO (IXI = m2)

Sala de aula 06 313,80

Biblioteca 01 94,05

Direção 01 23,45

Coordenação financeira 01 28.70

Almoxarifado 01 13,05

Cozinha 01 13,05

Sala dos professores 01 35,75

coordenação de Informática 01 22,40

Laboratório de informática 01 52,30

Secretaria Acadêmica 01 23,50

Colegiado de Letras 01 28,70

Hall de entrada 01 33,75

Sub-total 682,50

Page 78: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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DESTINAÇÃO QUANTIDADE DIMENSIONAMENTO (IXI = m2)

Cantina 01 18,65

Sanitário 02 37,08

NUPE 01 58,50

Área de circulação 01 68,69

Depósito da biblioteca 01 6,95

ÁREA ÚTIL 872,37

ÁREA CONSTRUÍDA 1.950,00

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2.3. RECURSOS DIDÁTICOS E TECNOLÓGICOS

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias - Campus XXI tem se

esforçado no sentido de garantir um desenvolvimento com qualidade das suas

atividades acadêmicas, disponibilizando todos os recursos didáticos e

tecnológicos possíveis para atender de forma eficaz as necessidades dos

docentes, discentes, funcionários e comunidade externa.

Apesar de o Departamento contar apenas com o curso de Letras e sua criação

ser recente, existe um grande empenho na ampliação e atualização, não só do

seu acervo bibliográfico, como também dos equipamentos considerados

indispensáveis ao bom andamento do curso.

2.3.1. Biblioteca Setorial

A Biblioteca Euclides Neto do DCHT funciona conforme o regimento interno do

sistema de bibliotecas da UNEB - Resolução 287/2004 do CONSU, que orienta e

delibera sobre as normas de organização e funcionamento do espaço, bem como

o manejo e uso do acervo. Assim, ela é uma setorial vinculada tecnicamente à

Biblioteca Central (BC) da UNEB e administrativamente à direção do

Departamento.

Funciona regularmente nos três turnos, sendo de segunda a sexta-feira das 8 às

12 horas e das 13 às 22 horas e aos sábados das 08:00 ás 12:00 horas. Para

tanto, conta com 1 (um) coordenador e 3 (dois) auxiliares no atendimento de

alunos, professores e funcionários técnico-administrativos do Departamento, que

têm direito a consultas e empréstimos domiciliares, desde que sejam cadastrados

como usuários e estejam cientes das normas de funcionamento.

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Estes usuários também podem ter acesso ao material bibliográfico da BC e de

outras setoriais pelo Sistema inter-bibliotecário, que funciona regularmente via

malote em todo âmbito da UNEB.

A biblioteca também é aberta à comunidade externa, quando devidamente

identificada , e desde que respeite as normas existentes, podendo consultar o

material bibliográfico no recinto, porém sem direito ao empréstimo.

A quantidade de usuários cadastrados pode ser visualizada no quadro 16, a

seguir apresentado:

QUADRO 16 - USUÁRIOS CADASTRADOS NA BIBLIOTECA

Fonte: Biblioteca do DCHT - Campus XXI

A quantidade de exemplares para empréstimo, bem como a duração do prazo

para sua devolução, por categoria de usuário, estão estabelecidos conforme o

quadro 17.

QUADRO 17 - QUANTIDADE DE EMPRÉSTIMOS E PRAZO PARA DEVOLUÇÃO

CATEGORIA TÍTULOS PRAZO (DIAS) MULTIMEIOS PRAZO

(HORAS)

Aluno Graduação 03 07 02 48

Pós - graduação 03 15 03 48

Professor 05 15 03 72

Ffuncionário 03 07 02 48

Total 14 44 10 216

Fonte: Biblioteca do DCHT - Campus XXI

USUÁRIO QUANTIDADE

Aluno 202

Professor 23

Funcionário 11

Total 236

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O quadro 18 apresenta a freqüência da biblioteca por categoria de usuários.

QUADRO 18 - DEMONSTRATIVO DE FREQUÊNCIA DA BIBLIOTECA (*)

ANO ALUNO PROFESSOR FUNCIONÁRIO OUTROS TOTAL

2005 2.774 130 150 100 3.154

2006 15.613 249 144 120 16.126

2007 11.243 160 177 100 11.680

2008* 5.653 61 194 80 5.988

TOTAL 35.283 600 665 400 36.948

Fonte: Biblioteca do Campus XXI (*) Informações fornecidas até o mês de junho/2008

O acervo conta com um total de 1.454 títulos e 3.945 exemplares, conforme

especificado no quadro 31 (item 3. Do Curso), além dos periódicos e outras fontes

de consulta. Os quadros 19, 20 e 21 apresentam a situação atual do acervo.

QUADRO 19 - ACERVO BIBLIOGRÁFICO POR ÁREA DE CONHECIMENTO

ÁREA DE CONHECIMENTO NÚMEROS DE TÍTULOS

QUANTIDADE DE EXEMPLARES

Generalidades 71 135

Filosofia e Afins 40 118

Religião 07 14

Ciências Sociais 429 1231

Línguas 304 1129

Ciências Exatas 18 46

Tecnologia 15 50

Artes 22 53

Literatura 499 1098

Geografia, História e Biografia 49 71

TOTAL 1.454 3.945 Fonte: Biblioteca Setorial do Campus XXI

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QUADRO 20 - DEMONSTRATIVO DOS PERIÓDICOS E ASSINATURAS CORRENTES

No DE

ORDEM AUTOR/TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

01 ACADEMIA DE LETRAS DE JEQUIÉ. I Concurso Literário da A.LJ. Prêmio Luís Cotrim de Literatura Brasileira - 1998 01

02 CADERNOS DE ADENAUER. Ano eleitoral: tempo para balanço. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 3, ano III, 2002. 01

03 CADERNOS DE ADENAUER. Avanços nas prefeituras: novos caminhos da democracia. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 01, ano V, 2004.

01

04 CADERNOS DE ADENAUER. Bioética. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 01, ano III, 2002. 01

05 CADERNOS DE ADENAUER. Brasil: O que resta fazer?. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 03, ano VII , 2006. 01

06 CADERNOS DE ADENAUER. China por toda parte. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 01, ano VII, 2006. 01

07 CADERNOS DE ADENAUER. Dilemas da dívida. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 04, ano III, 2002. 01

08 CADERNOS DE ADENAUER. Eleições e partidos. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 01, ano IV, 2003. 01

09 CADERNOS ADENAUER- Energia: da crise aos conflitos. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 04, ano VI, 2005. 01

10 CADERNOS DE ADENAUER. Experiências asiáticas: modelo para o Brasil? Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 04, ano IV , 2003.

01

11 CADERNOS DE ADENAUER. Fé, vida e participação. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n, 09, ano 2000. 01

12 CADERNOS DE ADENAUER. Liberdade religiosa em questão. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 04, ano V, 2004. 01

13 CADERNOS DE ADENAUER. Mundo Virtual. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 06, ano IV, 2003. 01

14 CADERNOS DE ADENAUER. Neopopulismo na América Latina. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 02, ano V, 2004.

01

15 CADERNOS DE ADENAUER. O Nordeste à procura da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 05, ano III, 2002.

01

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No DE

ORDEM AUTOR/TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

16 CADERNOS DE ADENAUER. O terceiro poder em crise: impasses e saídas. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 06, ano III , 2002.

01

17 CADERNOS DE ADENAUER. Os intelectuais e a política na América Latina. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer,, n. 06, ano IV, 2003.

01

18 CADERNOS DE ADENAUER. Reforma das políticas econômicas: experiências e alternativas. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 02, ano V, 2003.

01

19 CADERNOS DE ADENAUER. Revolução no campo. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 03, ano V, 2004. 01

20 CADERNOS DE ADENAUER. Segurança e soberania. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 05, ano II, 2001. 01

21 CADERNOS DE ADENAUER. Segurança cidadã e polícia na democracia. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 03, ano IV, 2003.

01

22 CADERNOS DE ADENAUER. Sindicalismo e relações trabalhistas. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 02, ano III, 2002.

01

23 CADERNOS DE ADENAUER. União Européia e Mercosul: dois momentos especiais da integração regional. Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, n. 01, ano III, 2007.

01

24 CADERNOS DE LITERATURA E DIVERSIDADE. V. 3, n. 05, 2006. 01

25 CANDELÁRIA: REVISTA DO INSTITUTO DE HUMANIDADES. Ano I Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, ano I, jan/jun, 2005.

03

26 CANDELÁRIA: REVISTA DO INSTITUTO DE HUMANIDADES. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, ano.I, set./dez. 2004.

03

27 CANADART VII: REVISTA DO NÚCLEO DE ESTUDO CANADENSES. Salvador: Universidade do Estado da Bahia, v.7, jan./dez. 1999.

01

28 CANADART X: REVISTA DO NÚCLEO DE ESTUDO CANADENSES. Salvador: Universidade do Estado da Bahia, v.10, jan./dez. 2002.

02

29 CANADART XII: REVISTA DO NÚCLEO DE ESTUDO CANADENSES. Salvador: Universidade do Estado da Bahia, v.12, jan./dez. 2004.

01

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No DE

ORDEM AUTOR/TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

30 CANADART XIII: REVISTA DO NÚCLEO DE ESTUDO CANADENSES. Salvador: Universidade do Estado da Bahia, v.13. 02

31 COLEÇÃO DE IDÉIAS. Santo Antônio de Jesus: v. 02, n. 02, jan/jun 2004. 01

32 COLEÇÃO DE IDÉIAS. Santo Antônio de Jesus. v. 01 n 01.jun/dez 2003. 01

33 REVISTA DE ESTUDOS AFRO-ASIÁTICOS. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, ano.26, mai./ago, 2004. 03

34 FRAGMENTOS DE CULTURA. Goiás: Universidade Católica de Goiás, v.1, n. 01, 1991. 01

35 JEQUIÉ. Síntese histórica e informativa. Jequié:PMJ,1992. 20

36 MESTRE DIDI Sacred afro-brazilian sculpture Bass Museum of Art, Miami Beach, Florida Sep. 23- Nov. 29, 1998/ Leumeier Sculpture Park, St. Louis Missouri. Oct.15-jan.16, 1999

01

37 POESIA SEMPRE. Salvador. Ano10 n.17 RJ: Dez.2002 01

38 REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS. Brasília/MEC: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira, v.1, n.1, out. 2005.

01

39 REVISTA CANUDOS, o centenário de um clássico, Os sertões. Ano 7. n. 6/7.jan/dez.2002 01

40 REVISTA DA BAHIA. Folguedos – artes, bens, dramas. Salvador: FCEBA, n. 38, mai. 2004. 01

41 REVISTA DA BAHIA- Salvador – cidade forte. V.32, n.30, out.1999 01

42 REVISTA DA BAHIA- Os primórdios do teatro São João desta cidade Bahia n.37, nov.2003 01

43 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Inclusão, exclusão social e educação. Salvador: UNEB, v 11, n. 17, jan/jun 2002.

03

44 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Educação e formação do educador. Salvador: UNEB, v. 12, n. 20, jul/dez 2003.

04

45 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Globalização e educação. Salvador: UNEB, ano 10, n. 16, jul/dez 2001.

02

46 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Educação, linguagem e sociedade. Salvador: UNEB, ano 10, n. 15, jan/jun 2001.

01

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No DE

ORDEM AUTOR/TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

47 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Educação e desenvolvimento sustentável. Salvador: UNEB, v. 11, n. 18, jul/dez 2002.

02

48 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Educação e leitura. Salvador: UNEB, v. 13, n. 21, jan/jun 2004. 02

49 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. História da Educação. Salvador: UNEB, v.14, n..24, jul/dez 2005. 01

50 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Educação, arte e ludicidade. Salvador: UNEB, v.15, n. 25, jan/jun 2006.

01

51 REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. História da Educação. Salvador: UNEB, v.14, n. 24, jul/dez 2005. 01

52 REVISTA DE ARTE, CRÍTICA E LITERATURA - IARARANA. Ano VII, nº 12, nov.2006. 01

53 REVISTA DO LIVRO. N.45 ANO14, out. 2002 01

54 REVISTA DO LIVRO. N.46. ano 14, dez 2002. 01

55 REVISTA DO PENSAMENTO BRASILEIRO. Centro de Documentação do pensamento brasileiro. Ano 1. n.1 nov.1992. 01

56 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 01, mai. 1984.

01

57 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 03, jul. 1985.

01

58 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 04, dez.1985.

01

59 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 09, mar. 1989.

01

60 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 12, dez. 1991.

01

61 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 17, jul. 1995.

01

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No DE

ORDEM AUTOR/TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

62 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 18, dez. 1995.

01

63 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. especial, set. 1996.

01

64 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 19, mar. 1997.

01

65 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 20, set. 1997.

01

66 REVISTA ESTUDOS LINGUISTICOS E LITERÁRIOS. Salvador:UFBA/Instituto de Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, n. 23-24, jun./dez. 1999.

01

67 REVISTA LÉGUA & MEIA DE LITERATURA E DIVERSIDADE CULTURAL. Feira de Santana: UEFS, ano 3, n. 2, 2004. 01

68 REVISTA LÉGUA & MEIA DE LITERATURA E DIVERSIDADE CULTURAL. Feira de Santana: UEFS, ano 4, n. 03, 2005. 01

69 REVISTA OUTROS SERTÕES. Ano 1. Nº 01, junh. 2005. 01

70 REVISTA POESIA SEMPRE. Ferreira Gullar. Ano 12, n.18, set. 2004. 01

71 REVISTA SEMENTES - caderno de pesquisa - Ética da coexistência Universidade do Estado da Bahia.. V. 5, n..7 jan/dez 2004.

01

72 REVISTA SEMENTES - caderno de pesquisa - Ética da coexistência Universidade do Estado da Bahia. Vol. 4 n.7 jan/dez 2003.

01

73 REVISTA VIZIVALI. V.. 5, n. 2, Jul/dez 2006. 01

TOTAL 108

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QUADRO 21 - OUTRAS FONTES DE CONSULTA

DESCRIÇÃO TÍTULO QUANTIDADE DE EXEMPLARES

CD-ROOM

Barsa em CD 3.0 - CD 1 01

Barsa em CD 3.0 - CD 2 01

Fonética e fonologia do português 14

Fórum de estudos Pensamento e cidade: territórios, multiplicidade e fluxos. UESB/CAMPUS de Jequié 01

Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias - BASTOS, Lília da R. et.al. 02

DVD PAULO FREIRE - Educar para transformar Vídeo documentário 01

VHS PAULO FREIRE - Educar para transformar Vídeo documentário 01

CD - ÁUDIO

A MÚSICA DO CACAU. Sons da Bahia. Secretária da Cultura e Turismo. Fundação Cultural do Estado da Bahia. 01

CARTAS MUSICAIS - O Mestre dos mestres de banda da Bahia. 01

TOTAL 23

Fonte: Biblioteca Setorial do Campus XXI

A aquisição de títulos e volumes é feita periodicamente através de compras

efetuadas pela BC e pelo próprio Departamento, buscando atender as indicações

dos professores e sugestões dos alunos, considerando as prioridades da

bibliografia básica do curso.

O quadro 22 e os gráficos 1 e 2 possibilitam visualizar a evolução do acervo

bibliográfico do Departamento.

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QUADRO 22 - DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO

DEPARTAMENTO

ANO NÚMEROS DE TÍTULOS QUANTIDADE DE EXEMPLARES

2002 25 79

2003 149 662

2004 281 898

2005 185 522

2006 375 724

2007 331 738

2008 108 322

TOTAL 1.454 3.945

Fonte: Biblioteca Setorial do Campus XXI

GRÁFICO 01 – EVOLUÇÃO DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CAMPUS XXI

2002 Exemplares 79 Títulos 25 2003 Exemplares 662 Títulos 149 2004 Exemplares 898 Títulos 281 2005 Exemplares 522 Títulos 185 2006 Exemplares 724 Títulos 375 2007 Exemplares 738 Títulos 331 2008 Exemplares 322 Títulos 108

0100200300400500600700800900

2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

TítulosExemplares

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2.3.2. Equipamentos e Recursos de Informática

As dependências do DCHT XXI estão equipadas de forma a atender às atividades

acadêmico-administrativas do curso. Todos os setores administrativos dispõem de

computadores novos e atualizados, conforme distribuição no quadro 23, a seguir

apresentado.

QUADRO 23 – RECURSOS DE INFORMÁTICA

SETOR EQUIPAMENTOS

DESCRIÇÃO QUANTIDADE DESCRIÇÃO QUANTIDADE

Biblioteca 01 Processador Duo Core, 1 GB de memória e HD de 40 Gb 02

Impressora jato de tinta HP deskjet 930 c 01

Colegiado de Letras 01

Impressora jato de tinta HP deskjet 930 c 01 Processador Duo Core, 1 GB de memória e HD de 40 Gb 01

Processador Celeron, 1 GB de Memória e HD de 80 GB 01

Coordenação Financeira 01

Impressora jato de tinta HP deskjet 930 c 01 Impressora HP Laser 1018 01 Processador Pentium IV, 1 GB de memória e HD de 80 Gb 03

Direção 01 Impressora jato de tinta HP deskjet 930 c 01 Processador Pentium IV, 512 GB de memória e HD de 80 Gb 02

NUPE – Núcleo de Ensino Pesquisa e Extensão

01

Impressora laser colorida Samsumg CLP 610 01

Processador Celeron, 1 GB de Memória e HD de 80 GB 01

Processador Pentium III, 512 MB de Memória e HD de 40 GB 02

Processador Pentium III, 256 MB de Memória e HD de 40 GB 01

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SETOR EQUIPAMENTOS

DESCRIÇÃO QUANTIDADE DESCRIÇÃO QUANTIDADE

Protocolo 01 Processador Celeron, 1 GB de Memória e HD de 80 GB 01

Impressora HP Laser 1018 01

Sala dos Professores 01

Processador Duo Core, 1 GB de memória e HD de 40 Gb 03

Processador Celeron, 1 GB de Memória e HD de 80 GB 01

Impressora Laser HP 1018 01

Secretaria Acadêmica 01

Processador Pentium III, 512 MB de Memória e HD de 40 GB 01

Processador Celeron, 1 GB de Memória e HD de 80 GB 01

Impressora jato de tinta HP deskjet 930 c 01 Impressora HP Laser 1200 01

Fonte: Departamento e Ciências Humanas e tecnológicas - Campus XXI

Além destes recursos o Campus conta com uma rede lógica que possibilita o

acesso ao sistema internet e intranet. Esta rede é composta por uma linha da

Telemar TC FRAME WAY de 512 kbps, circuitos OS e TP, um modem e switch

com 24 canais, que permitem acesso direto ao Campus I, de onde se originam os

locais de acesso à rede e conseqüentemente à internet.

O DCHT XXI dispõe ainda de outros equipamentos que servem como recursos

didático-tecnológicos, elencados no quadro 24, regularmente utilizados nas

atividades acadêmicas do curso.

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QUADRO 24 - EQUIPAMENTOS

Fonte: Coordenação do CPD - Campus XXI.

2.3.3. Laboratório de Informática

O laboratório de informática é gerenciado por uma Coordenação de Informática, a

quem compete a distribuição dos trabalhos. Nele, existem 08 microcomputadores

que possuem um sistema de distribuição estabilizada conforme os padrões

tecnicamente recomendados e com cabeamento de rede que habilita o acesso à

internet.

O acesso aos microcomputadores se dá por meio de login e senha criados pela

Gerência de Informática da UNEB, de acordo com a realização da primeira

matrícula na instituição, e gerenciada pela Coordenação de Informática do

Campus. Sendo assim, apenas alunos credenciados possuem acesso aos

microcomputadores do laboratório. A freqüência dos usuários é controlada por

dois monitores, através de planilhas em que constam data, hora, nome do aluno e

microcomputador acessado.

QUANTIDADE DESCRIÇÃO

04 retro-projetores

02 câmaras digitais

01 filmadora digital

04 micro-system

02 dvds

04 vídeo cassete

02 tv de 29'

03 tv de 20'

01 amplificador ss150

01 aparelho de som completo (02 mesas, 02 caixas, 01 amplificador)

02 microfones sem fio

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O espaço de aproximadamente 40 m2 possui três janelas laterais que

proporcionam ventilação e iluminação natural adequada ao ambiente de utilização

dos micro-computadores, além de dois condicionadores de ar.

Funciona de segunda-feira a sexta-feira das 08:00 às 12:00 e das 13:00 às 22:00

horas. Os microcomputadores do laboratório atendem plenamente às

necessidades de seus usuários, com todas as máquinas apresentando a seguinte

configuração: sistema operacional Windows XP Professional 2002, disco rígido de

40 gigas bytes, memória RAM de 256 mega bytes, CDROM, drive de disquete,

placa mãe VIA VT8237, processador AMD Athlon 1.66 GHz, além do kit

multimídia, teclado e mouse para a utilização dos microcomputadores .

Toda política de segurança da rede é controlada diretamente pela Gerência de

Informática da UNEB e os defeitos técnicos são primeiro analisados pela

Coordenação de Informática do Campus e só depois encaminhados para

assistência técnica autorizada. O Campus tem disponibilizado os equipamentos

relacionados no quadro 25.

QUADRO 25 - EQUIPAMENTOS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

SETOR EQUIPAMENTO

DESCRIÇÃO QUANTIDADE DESCRIÇÃO QUANTIDADE

LABORATÓRIO 01

Processador Duo Core, 1 GB de memória e HD de 40 Gb

08

COORDENAÇÃO 01

Processador AMD Atlon, 512 MB de Memória e HD de 40 GB

01

DATA SHOW Processador AMD Atlon, 256 MB de Memória e HD de 40 GB

03

Fonte: Departamento e Ciências Humanas e Tecnologias - Campus XXI

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2.4. CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO

O corpo docente do Departamento encontra-se apresentado no item 3.9.

Docentes do Curso, considerando que é o único existente no Campus.

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2.5. AVALIAÇÃO INTERNA

A UNEB, enquanto integrante do Programa de Avaliação Institucional das

Universidades Brasileiras - PAIUB realizou a sua avaliação de desempenho

institucional envolvendo todos os seus Departamentos. Este programa foi criado

pelo MEC em 1993 e ganhou novas características a partir de abril de 1998,

quando começaram a ser implementados novas políticas de avaliação

institucional, as quais abrageram um processo de auto-avaliação institucional e

avaliação externa das universidades brasileiras, incluindo visitas in loco,

focalizando as dimensões do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão das

IES. Os resultados da avaliação dessas Instituições eram incorporados aos relatórios

da SESU/MEC para fins de autorização e reconhecimento de cursos,

credenciamento e recredenciamento de instituições e utilizados na orientação de

outras políticas do Ministério da Educação e do Desporto. A partir de 1998, a UNEB inaugurou uma fase distinta na história da avaliação

interna, atividade que passou a constar na sua agenda de prioridades. Definiu

uma política de avaliação institucional permanente, com recursos próprios,

mesmo diante de uma crise de financiamento generalizada. Dentro dos princípios

gerais do PAIUB, com as devidas adaptações à realidade multicampi da

Universidade, ela estruturou o seu projeto de avaliação institucional, através da

Comissão de Avaliação Institucional, articulada diretamente com as comissões

setoriais, no âmbito dos seus Departamentos e Núcleos. Diante da complexidade

estrutural e da multiplicidade de variáveis que deveriam ser atingidas pelo

processo, optou-se na avaliação realizada em 1999, por um corte, partindo da

avaliação do ensino de graduação, com ênfase nas disciplinas e no desempenho

docente. Também foi analisado o segmento administrativo, através dos

indicadores capazes de revelar o nível de motivação e desempenho da área/meio.

Resultou desse trabalho um relatório, onde foi apresentado todo o processo de

avaliação realizado, incluindo a metodologia e procedimentos adotados na

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pesquisa empreendida, seguida de uma descrição analítica do conjunto de

respostas em relação à Universidade como um todo, oferecidas por cada um dos

segmentos pesquisados. O Departamento do Campus XXI não participou desta

avaliação, considerando que ele só foi implantado em 2002.

Em 2004, o MEC através do SINAES - Sistema Nacional de Avaliação da

Educação Superior, implementou a avaliação institucional antes realizada através

do PAIUB, onde novas dimensões passaram a ser investigadas. O Exame

Nacional de Cursos - ENADE, foi instituído em substituição ao antigo “provão”.

Em 2005, a UNEB procedeu a inscrição de estudantes para participar do referido

exame, apenas por amostragem. O Campus XXI participou apenas com alunos

ingressantes, considerando que neste período não havia ainda alunos

concluintes. Em decorrência deste fato, o curso não obteve conceito final no

exame realizado.

Importante destacar que esse exame visa, sobretudo, avaliar o desempenho dos

estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas Diretrizes

Curriculares Nacionais - DCNs do curso, como também suas habilidades e

competências a ele relacionadas. De acordo com os seus critérios, os conceitos 4

e 5 são indicadores dos pontos fortes avaliados.

Em 2006, a UNEB através da sua Comissão Própria de Avaliação - CPA, retomou

seus trabalhos de avaliação em consonância com as dimensões do SINAES e em

novembro deste mesmo ano e outubro de 2007, realizou seminários específicos

sobre a avaliação institucional, envolvendo representantes dos seus 29

Departamentos.

No ano de 2008 foram promovidas palestras, reuniões e discussões no âmbito

dos Departamentos sobre a avaliação institucional, com a participação dos três

segmentos que compõem a Universidade: alunos, professores e funcionários.

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Para esta avaliação, a CPA está trabalhando na perspectiva de investigar as dez

dimensões propostas pelo SINAES, a saber:

Missão e plano de desenvolvimento institucional;

Políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão;

Políticas de pessoal, carreira do corpo docente e do corpo técnico

administrativo;

Comunicação com a sociedade;

Organização e gestão da Instituição;

Responbilidade Social da Instituição;

Infra-estrutura física;

Planejamento e avaliação;

Políticas de atendimento aos estudantes e,

Sustentabilidade financeira.

Independente dessas avaliações formais que já foram e continuam sendo

procedidas, a UNEB, através de seus contatos e estudos junto aos seus

Departamentos e demais setores administrativos e pedagógicos, vem orientando-

os no sentido de proceder uma reflexão sobre a prática cotidiana, envolvendo

trabalhos de ensino, pesquisa e programas de extensão, incluindo as condições

instrumentais e físicas, dentre outros aspectos de relevância que venham

contribuir para o aprimoramento da sua atuação.

Nesta perspectiva, o DCHT tem buscado desenvolver processos democráticos de

avaliação, objetivando proporcionar aos estudantes de Letras a construção

significativa do conhecimento. Para isso, o colegiado do curso, como órgão

responsável pela sua coordenação didático-pedagógica, tem planejado e

acompanhado as atividades através de reuniões mensais, avaliações processuais

e interdisciplinares realizadas a partir de critérios definidos. Durante todos os

semestres, é oportunizado o debate entre docentes e discentes para que os

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mesmos possam avaliar e reavaliar o desenvolvimento das suas ações. Desta

forma, vem buscando tanto na instância departamental quanto no colegiado do

curso obter informações junto à comunidade acadêmica, no sentido de obter

balisadores que permitam dimensionar o nível de qualidade do trabalho que tem

sido executado na unidade.

É necessário ressaltar que todas as ações desenvolvidas tem sido feitas levando

em conta a boa articulação entre a Coordenação do Colegiado e a Direção do

Departamento, resguardados os limites específicos de intervenção de cada uma

das instâncias. É este tipo de sintonia que torna possível a superação de

dificuldades e a consecução de avanços que garantem a boa qualidade do curso,

credenciando a UNEB como uma referência para os municípios atendidos da

microrregião onde está situado o Campus XXI.

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3. DO CURSO

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3.1. ATO DE AUTORIZAÇÃO

O curso de Letras do Departamento de Ciências Humanas e Tecnológicas de

Ipiaú foi criado através da Resolução 159/2001 do CONSU, publicada no D.O. de

22 e 23.12.2001 e começou a funcionar regularmente no dia 5 de agosto de 2002.

O seu currículo original de implantação foi oferecido aos alunos ingressantes até

o ano de 2003, quando a Universidade deslanchou o processo de

redimensionamento curricular dos cursos de formação de professores em

atendimento às exigências legais do Conselho Nacional de Educação,

especificamente às diretrizes curriculares para o Curso de Letras e as Resoluções

CNE/CP nos 01 e 02/2002.

Como conseqüência desse processo, em 2004.1 foi implantado um novo

currículo, aprovado pelo CONSU através da Resolução no 271/2004 para os

alunos ingressantes a partir daquele ano, com ajustes posteriores, aprovados pelo

CONSEPE, através da Resolução no 928/2008 com vigência a partir do semestre

letivo de 2007.1.

O currículo anterior entrou em um processo gradativo de extinção, onde os seus

alunos foram submetidos a um processo de adaptação curricular, com o mesmo

objetivo do redimensionamento, ou seja, atendimento às exigências legais. Este

processo de adaptação oferecido aos alunos com ano de ingresso em 2002 e

2003, foi implantado em 2004.2 e autorizado pelo CONSEPE através da

Resolução no 653/2005.

No item 3.3. deste Projeto, que trata da estrutura curricular do curso, são dadas

as informações específicas sobre cada um desses currículos: o de adaptação, o

de redimensionamento e o de redimensionamento com os ajustes.

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O currículo original de implantação será apenas demonstrado por fluxograma,

considerando que dele não resultou egressos. A seguir são apresentadas as

Resoluções do CONSU e CONSEPE aqui referenciadas.

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3.2. LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA

O currículo do Curso foi elaborado em consonância com a legislação vigente à

época da sua implantação, conforme discriminação a seguir:

Parecer CNE/CES no 492/2001;

Parecer CNE/CES no 1.363/2001;

Proposta para elaboração das Diretrizes Curriculares para o curso de Letras.

Posteriormente, já no processo de redimensionamento curricular iniciado em

2003, considerou-se também:

Resolução CNE/CP no 01 de 18.02.2002 que institui Diretrizes Curriculares

Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível

superior, cursos de licenciatura de graduação plena;

Resolução CNE/CP no 02 de 19.02.2002 que institui a duração e a carga

horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de

professores da Educação Básica em Nível Superior;

Resolução CNE/CP no 18 de 13.03.2002 que estabelece as Diretrizes

Curriculares para os Cursos de Letras.

A seguir são apresentados os Pareceres CNE/CES no 492/2001, CNE/CES

no 1.363/2001 e as Resoluções CNE/CP nos 02/2002 e CNE/CES 18/2002.

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CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO PLENO

RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002.(*)

Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.

O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o disposto no Art. 7º § 1o, alínea “f”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, com fundamento no Art. 12 da Resolução CNE/CP 1/2002, e no Parecer CNE/CP 28/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 17 de janeiro de 2002, resolve:

Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns:

I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo

do curso;

II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da

segunda metade do curso;

III - 1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza

científico-cultural;

IV - 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais.

Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica

poderão ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200

(duzentas) horas.

Art. 2° A duração da carga horária prevista no Art. 1º desta Resolução, obedecidos os 200

(duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB, será integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos

letivos.

Art. 3° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4° Revogam-se o § 2º e o § 5º do Art. 6º, o § 2° do Art. 7° e o §2º do Art. 9º da

Resolução CNE/CP 1/99.

ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET

Presidente do Conselho Nacional de Educação

(*) CNE. Resolução CNE/CP 2/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9.

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CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

RESOLUÇÃO CNE/CES 18, DE 13 DE MARÇO DE 2002.(*)

Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras.

O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda o Parecer CNE/CES 492/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 9 de julho de 2001, e o Parecer CNE/CES 1.363/2001, homologado em 25 de janeiro de 2002, resolve:

Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras, integrantes dos Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001, deverão orientar a formulação do projeto pedagógico do referido curso.

Art. 2° O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser oferecida pelo curso de Letras deverá explicitar:

a) o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura; b) as competências gerais e habilidades específicas a serem desenvolvidas durante o

período de formação; c) os conteúdos caracterizadores básicos e os conteúdos caracterizadores de formação

profissional, inclusive os conteúdos definidos para a educação básica, no caso das licenciaturas;

d) a estruturação do curso; e) as formas de avaliação

Art. 3º A carga horária do curso de Letras, bacharelado, deverá obedecer ao disposto em Resolução própria que normatiza a oferta de cursos de bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado pela Resolução CNE/CP 2/2002, integrante do Parecer CNE/CP 028/2001. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

ARTHUR ROQUETE DE MACEDO Presidente da Câmara de Educação Superior

(*) CNE. Resolução CNE/CES 18/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 34.

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3.3. CONTEXTUALIZAÇÃO DOS CURRÍCULOS DO CURSO

O curso de Letras do DCHT Campus XXI - Ipiaú foi inicialmente desenvolvido com

um currículo cuja carga total era de 3.225 h e 142 créditos distribuídos em 7(sete)

semestres.

Este currículo foi regularmente oferecido às turmas ingressantes nos anos de

2002 (ano de implantação do curso) e 2003, e mesmo tendo sido submetido a um

processo de adaptação curricular, não sofreu alteração de carga horária e

creditação. A adaptação curricular se deu em função da necessidade de adequar

tal currículo às exigências legais mais recentes do MEC, especificadamente às

Resoluções CNE/CP nos 01/2002 e 02/2002. Este currículo passa a ser aqui

denominado de currículo com adaptação curricular.

Foi também em atendimento a essas exigências que a UNEB deslanchou um

processo de redimensionamento curricular dos cursos de formação de

professores, do qual resultou um outro currículo para o curso de Letras de Ipiaú.

Este, aqui denominado de currículo redimensionado, apresenta uma carga

horária total de 3.280 horas a serem desenvolvidas em um tempo mínimo de 08

semestres letivos, e passa a ser oferecido em substituição ao currículo anterior.

Este novo currículo foi elaborado na perspectiva de fortalecer a construção

articulada de conhecimentos, respeitando as especificidades de cada área, e ao

mesmo tempo articulando-as. Assim, os alunos ingressantes nos anos de 2004,

2005 e 2006 foram automaticamente inseridos neste currículo.

Após um processo de avaliação curricular deslanchado pela Pró-Reitoria de

Ensino de Graduação - PROGRAD em atendimento às demandas dos diversos

Departamentos, este currículo redimensionado sofreu um ajuste, onde teve a sua

carga horária alterada, passando de 3.280 horas para 3.320 horas. O currículo

com a nova carga horária de 3.320 horas passou a ser oferecido regularmente

aos ingressantes a partir do ano de 2007.

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Assim, aqui são apresentados três currículos:

O currículo inicial adaptado às novas exigências legais do Conselho Nacional

de Educação, oferecido aos alunos com ano de ingresso em 2002 e 2003;

O currículo redimensionado, com a carga horária de 3.280 horas oferecido às

turmas com ano de ingresso em 2004, 2005 e 2006.

O currículo redimensionado com ajuste, com carga horária de 3.320 horas,

oferecido aos alunos ingressantes a partir do ano de 2007.

O currículo com adaptação curricular entrou gradativamente em um processo de

extinção, uma vez que ele deixou de ser oferecido aos novos alunos. A extinção

gradativa se fez necessária, em função dos alunos que nele foram inseridos nos

anos de 2002 e 2003, não terem migrado para o currículo redimensionado.

QUADRO 26 - DEMONSTRATIVO DOS CURRICULOS DO CURSO DE LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA OFERECIDOS NO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS - CAMPUS XXI

CURRÍCULO ANO DE IMPLANTAÇÃO

CARGA HORÁRIA

TOTAL

ALUNOS EGRESSOS OBSERVAÇÃO

CURRÍCULO ORIGINAL DE IMPLANTAÇÃO 2002.2 3.225 -

Transformado no currículo de

ADAPTAÇÃO CURRICULAR.

CURRÍCULO COM ADAPTAÇÃO CURRICULAR

2004.2 3.225 turmas de 2002 e 2003

Em processo gradativo de extinção. Precisa de reconhecimento pois dele existem

egressos.

CURRÍCULO REDIMENSIONADO 2004.1 3.280 turmas de 2004,

2005 e 2006 -

CURRÍCULO REDIMENSIONADO COM

AJUSTE 2007.1 3.320

turmas com ano de ingresso a partir de 2007

Com oferta regular a partir de 2007.

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3.4. ESTRUTURA CURRICULAR

O currículo original do curso, após o processo de adaptação ocorrido em 2004.2,

assumiu uma organização compatível com as Resoluções CNE/CP nos 01 e

02/2002. Antes, estruturado através de núcleos, ele apresentava a seguinte

configuração: um núcleo básico, com a função de possibilitar a integração entre

as várias disciplinas consideradas essenciais na formação; um núcleo

específico, onde a parte teórica era equivalente à parte específica de formação

relacionada ao curso; um núcleo pedagógico que possibilitava a articulação da

teoria com a prática, relacionando-as com os demais núcleos; e um núcleo de opções livres formado por disciplinas de livre escolha do aluno, objetivando uma

melhor formação profissional. Entretanto, este currículo necessitava de uma

adequação mais profunda às Resoluções já referenciadas, o que levou a uma

reorganização dos seus componentes e à inclusão das horas destinadas às

atividades acadêmico-científico-culturais, resultando no currículo com adaptação curricular.

Com esta adaptação, o currículo passou a ter a seguinte configuração:

Eixo dos Conteúdos de Natureza Científico Cultural - CNCC

Eixo de Prática Pedagógica - PP

Eixo de Estágio Supervisionado - ES

Eixo de Atividades Científico-Culturais - ACC

Para uma melhor visualização e compreensão destas configurações, apresenta-

se os quadros 27 e 28, a seguir:

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QUADRO 27 - RESUMO DA CARGA HORÁRIA E CREDITAÇÃO DO CURSO DE LETRAS CURRICULO ORIGINAL (ANTES DO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO)

NÚCLEOS

SEMESTRES TOTAL

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º

CH C CH C CH C CH C CH C CH C CH C CH C

NÚCLEO BÁSICO 315 16 330 17 - - - - - - - - - - 645 33

NÚCLEO ESPECÍFICO - - - - 330 17 330 17 390 20 315 16 135 07 1500 77

NÚCLEO PEDAGÓGICO 90 03 90 03 90 03 180 04 180 04 180 04 90 02 900 23

NÚCLEO DE OPÇÃO LIVRE - - - - - - 60 03 - - 60 03 60 03 180 09

TOTAL 405 19 420 20 420 20 570 24 570 24 555 23 285 12 3225 142

Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias de Ipiaú - DCHT - Campus XXI

QUADRO 28 - RESUMO DA CARGA HORÁRIA E CREDITAÇÃO DO CURSO DE LETRAS CURRICULO COM ADAPTAÇÃO

EIXOS

SEMESTRES TOTAL

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º

CH C CH C CH C CH C CH C CH C CH C CH C

CONTEÚDO DE NATUREZA CIENTÍFICO CULTURAL (C.N.C.C.)

195 10 270 14 330 17 330 17 330 17 330 15 330 15 2.115 105

EIXO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

(P.P.) 210 09 150 06 90 03 - - - - - - - - 450 18

EIXO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

(E.S.) - - - - - - 180 04 90 02 90 02 90 02 450 10

ATIVIDADES CIENTIFICO- CULTURAIS

(A.C.C.)

- - - - - - - - - - - - - - 210 09

TOTAL 405 19 420 20 420 20 510 21 420 19 420 17 420 17 3.225 142

Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias de Ipiaú - DCHT - Campus XXI

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O currículo redimensionado, também apresenta uma organização estruturada em

eixos. Com uma configuração comprometida com a flexibilidade, a diversidade e a

heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua

formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e ao

futuro exercício da profissão, ele apresenta quatro grandes eixos, a seguir

discriminados:

Eixo de Formação Docente constituído pelos componentes de Prática

Pedagógica e Estágio Curricular Supervisionado, sendo que a Prática

Pedagógica permeia toda a primeira metade do curso, e o Estágio Curricular

Supervisionado a segunda metade, dando prosseguimento à prática e integrando

os conteúdos da Educação Básica;

Eixo de Conteúdos Curriculares de Natureza Científico-Cultural presente

em toda a extensão do curso, do qual são integrantes também os componentes

adicionais cuja oferta é opcional para o Departamento, mas com integralização

obrigatória para os alunos;

Eixo Interdisciplinar onde a pesquisa é explicitada através dos seminários

interdisciplinares;

Eixo das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, que já são

regulamentadas pelo CONSEPE desta Instituição, através da Resolução nº

792/2007.

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Os quadros a seguir, possibilitam uma melhor visualização desta configuração.

QUADRO 29 - RESUMO DA CARGA HORÁRIA DO CURSO DE LETRAS CURRICULO REDIMENSIONADO

EIXO

SEMESTRES TOTAL

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º

CH CH CH CH CH CH CH CH CH

Eixo

de

Con

teúd

os

Cur

ricul

ares

de

Nat

urez

a C

ient

ífico

- Cul

tura

l Natureza Cientifico Cultural (CNCC)

225 165 225 240 255 255 180 45

1.770

Componente Adicional - 30 - - 30 30 - 90

Eix

o de

For

maç

ão

Doc

ente

Prática Pedagógica (PP)

90 105 105 105 - - - - 405

Estágio Curricular Supervisionado

(ES) - - - - 100 100 100 100 400

Eix

o In

terd

isci

plin

ar

Seminário Interdisciplinar de

Pesquisa (EI)

105 105 105 75 45 45 25 - 505

Atividades Acadêmico - Científico - Culturais 200 200

Total 420 405 435 420 430 430 305 235 3.280

Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias de Ipiaú - DCHT - Campus XXI

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QUADRO 30 - RESUMO DA CARGA HORÁRIA DO CURSO DE LETRAS CURRICULO REDIMENSIONADO COM AJUSTE

EIXO

SEMESTRES TOTAL

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º

CH CH CH CH CH CH CH CH CH

Eixo

de

Con

teúd

os

Cur

ricul

ares

de

Nat

urez

a C

ient

ífico

- Cul

tura

l

Natureza Cientifico Cultural

(CNCC) 180 180 225 225 285 255 210 45

1.755

Componente Adicional - 45 - - - 30 - 75

Eixo

de

Form

ação

D

ocen

te

Prática Pedagógica

(PP) 90 105 105 135 - - - - 435

Estágio Curricular Supervisionado

(ES) - - - - 105 105 105 105 420

Eixo

Inte

rdis

cipl

inar

Seminário Interdisciplinar de

Pesquisa

(EI)

150 90 105 45 45 45 30 - 510

Atividades Acadêmico -Científico - Culturais 200 200

TOTAL 420 420 435 405 435 435 345 225 3.320

Fonte: Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias de Ipiaú - DCHT - Campus XXI

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Importante destacar que o currículo original do curso implantado em 2002, foi

fundamentado na proposta das Diretrizes Curriculares Nacionais em tramitação

no MEC à época da sua elaboração. E que tal proposta resultou nas Resoluções

que fundamentaram o currículo redimensionado, o que justifica a apresentação de

itens comuns aos dois currículos, a exemplo de: concepção e finalidade, perfil

profissiográfico, habilidades e competências e justificativa curricular.

3.4.1. Concepção e Finalidade

Toda e qualquer forma de sociedade que exista no mundo se organiza e se

interrelaciona através da língua, visto ser esta um elemento fundamental para a

veiculação de cultura, formação de instituições, elo entre gerações, manutenção

e/ou mudanças dos papéis sociais. As diferentes formas de cultura ou de arte e

as mudanças históricas, políticas e sociais que existiram e têm existido, só se

tornaram de conhecimento comum em função da língua, num processo contínuo e

simultâneo de disseminar e preservar as informações e, paradoxalmente, também

modificá-las. Não fosse esse papel fundamental da língua, os costumes de

determinadas sociedades não se manteriam até os dias atuais, as sociedades

não teriam evoluído e não seria possível saber o que se passa de um lugar para

outro. Essa função da língua, no mundo moderno, tem se ampliado ainda mais

devido às inovações tecnológicas que provocaram mudanças nas relações sociais

e, conseqüentemente, lingüísticas, passando a serem mais rápidas, por causa do

acesso imediato das informações, que ocorre “on-line”.

Dentro dessa percepção insere-se uma outra: a da centralização do indivíduo

nesse processo de uso lingüístico. Daí, a inserção de suas marcas individuais e

ao mesmo tempo sociais, que como agente no “fazer” lingüístico e social, é ele, o

indivíduo, obviamente o responsável pela propagação lingüística e pelas

mudanças sociais, políticas, históricas, culturais, literárias e artísticas. A sua

forma de usar a língua reflete suas concepções ideológicas, seu padrão social,

seu nível cultural e sua forma de ver o mundo. Desse modo, pode-se afirmar que

os indivíduos vêem e compreendem o mundo a partir da perspectiva lingüística. E

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ainda que, o estudo da língua não se restringe apenas ao seu conhecimento

formal, de regras gramaticais, mas envolve primeiramente o conhecimento das

relações sociais e políticas em torno dela, o seu potencial culturalmente produtivo,

as marcas históricas construídas pelos indivíduos e a sua percepção ideológica

da sociedade.

Com este entendimento é que o Curso de Letras do Campus XXI foi concebido –

um Curso voltado para a compreensão de um fazer social que se reflete no uso

lingüístico. Um Curso que possa habilitar profissionais para a percepção das

relações lingüísticas como reflexo das relações sociais, históricas, políticas e

culturais, entendendo-as não como elementos isolados, mas como parte de um

todo que constitui o universo globalizado, cujas modificações atingem qualquer

lugar e qualquer pessoa nele inserido.

Para tanto, é necessário que esse profissional esteja habilitado para analisar os

elementos lingüísticos, reconhecendo a sua variação de usos e diferenciações na

superestrutura do texto, e em manifestações culturais e literárias a partir deles.

Além disso, é preciso que esse profissional também se reconheça como um

indivíduo que faz parte desse “fazer” social, atuando como agente no processo de

busca constante do seu aprimoramento profissional, através de pesquisa e

participação em projetos que tenham alcance social e comunitário.

O curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literatura, tem

portanto, como finalidade formar um profissional que possa, além de refletir sobre

a sua função na sociedade e compreender as mudanças sociais, ter competência

lingüístico-literária e didático-pedagógica para o exercício de suas funções não

como mero transmissor de conteúdos, mas como potencial incentivador de busca

de soluções para problemas existentes, como investigador das ocorrências

lingüísticas e suas prováveis causas, e como pesquisador dos processos

históricos e sua interferência na construção dos textos literários.

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Assim, este profissional, estará apto para atuar como professor de Língua

Portuguesa e Literatura, na educação básica (ensino fundamental – 5ª à 8ª série)

e também no ensino médio. Além disso, ele poderá atuar em trabalhos de

redação em jornais, revistas, em setores de redação, em grupos de gestão

pública e privada; em trabalho de revisão de textos para periódicos, revistas,

editoras e congêneres; na consultoria e na coordenação de grupo de criação,

implementação e desenvolvimento de políticas educacionais, concernentes,

especificamente, ao ensino de língua materna e de literaturas correspondentes,

nos níveis de ensino para os quais será habilitado. Poderá atuar também em

ocupações que demandem do indivíduo a capacidade de lidar com a linguagem,

especificamente com as línguas naturais e suas especificidades, quer as

considerem apenas enquanto meio de comunicação quer as entendam como

constitutivas da subjetividade.

3.4.2. Perfil Profissiográfico

O profissional formado por este curso deve ser capaz de estabelecer as relações

entre linguagem, cultura e sociedade, bem como ser capaz de associar as

mudanças e as diversidades lingüísticas com as transformações sócio-históricas,

políticas e culturais e respectivas produções literárias daí provenientes,

estabelecendo o vínculo contínuo entre a pesquisa e a formação do

conhecimento, entendendo-o como um processo autônomo e permanente. Ele

deve ser crítico, com competência para refletir sobre os conhecimentos que estão

sendo adquiridos e para analisar as teorias lingüísticas e literárias a que está

sendo exposto, correlacionando-as à sua realidade sócio-histórica e cultural, de

modo a estabelecer a necessária interseção entre a teoria, a pesquisa e a prática

pedagógica.

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3.4.3. Habilidades e Competências

O curso de Letras tem como objetivo precípuo formar profissionais competentes

para o ensino de língua portuguesa e literatura de língua portuguesa. Para tanto,

é necessário o desenvolvimento de competências e habilidades que envolvam os

seguintes itens:

Domínio das estruturas lingüísticas e seus usos em contextos variados, com

competência para a produção e compreensão de textos orais e escritos na

língua em estudo;

correlação entre as transformações sócio-históricas e as mudanças lingüísticas

e estabelecimento da relação entre a língua, cultura e sociedade;

análise crítica das teorias lingüísticas e literárias;

reflexão acerca dos diversos gêneros textuais e literários com indicação das

características estruturais que os definem e os distinguem;

análise do texto literário, estabelecendo a conexão entre a literatura e os

acontecimentos étnico-raciais, sociais, históricos, políticos e culturais;

competência para o exercício do magistério, com capacidade de intervenção

metodológica no processo de ensino-aprendizagem, com capacidade para

resolução de problemas, promoção de alternativas educacionais em seu meio

profissional e avaliação permanente do processo e produto dos alunos, da

instituição e do seu próprio trabalho;

utilização dos saberes e dos recursos produzidos nas áreas tecnológicas,

disponíveis para aplicação na prática docente e,

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elaboração de projetos e desenvolvimento de pesquisas, estabelecendo a

conexão interdisciplinar e/ou transdisciplinar dos eixos temáticos que

constituem o curso, respeitadas as suas especificidades, e articulando os

resultados das investigações com a prática, visando ressignificá-la.

3.4.4. Justificativa Curricular

A estrutura curricular, do curso de Licenciatura em Letras aqui apresentado, foi

inicialmente fundamentada na proposta para elaboração das Diretrizes

Curriculares em tramitação no MEC à época da sua elaboração, e posteriormente,

após um processo de reformulação, nas próprias Diretrizes Curriculares

especificas para o Curso de Letras.

Abrigada nas ciências humanas, a área de Letras põe em relevo a relação

dialética entre o pragmatismo da sociedade moderna e o cultivo dos valores

humanistas. Decorre daí que o curso ora apresentado tenha uma estrutura flexível

e articulada, que possibilite o respeito às especificidades de cada área de

conhecimento, articulando-as entre si e entre a realidade interna e externa da

instituição. Os seus conteúdos não podem ser considerados instâncias fixas,

estanques e isoladas de conhecimento, sem relação com outros, uma vez que

todo processo de construção do conhecimento envolve inter-relação de áreas,

interação de indivíduos, associação com fatos sociais, culturais, políticos e

lingüísticos. Assim, o projeto do Curso apresenta um currículo estruturado em

eixo temáticos, buscando refletir a sua inter-relação entre áreas, e ao mesmo

tempo em que se tem uma intersecção entre elas, tem-se também, o trabalho

especifico de cada uma delas.

Dentro desta perspectiva, os eixos abordados no curso de Letras em questão são

os seguintes:

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Eixo de Conhecimento de Natureza Cientifico-Cultural: este eixo é assim

definido por conter os conteúdos caracterizadores básicos do curso, responsáveis

pela formação teórica do profissional. Os conteúdos deste eixo estão ligados à

área dos estudos lingüísticos e literários, contemplando o desenvolvimento de

competências e habilidades especificas. E se fundamentam na percepção da

língua e das literaturas como prática social e como forma mais elaborada das

manifestações culturais. Devem articular a reflexão teórico critica com os

domínios da prática, essenciais aos profissionais de letras de modo a dar

prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença como valor

antropológico e como forma de desenvolver o espírito critico frente à realidade.

A divisão em lingüística e literatura se justifica pela compreensão de que embora

os seus conteúdos devam estar o tempo todo inter-relacionados, uma vez que

para haver a produção literária, é necessário primeiro, a produção lingüística.

Assim, os conteúdos desenvolvidos, além de refletirem a evolução teórica e

cientifica nas áreas de língua e literatura, estão voltados para os conteúdos

trabalhados nas aulas de língua portuguesa da Educação Básica, como

concepção de texto, tipos de texto, processo de leitura, a construção do

significado e a percepção da ideologia, análise lingüística (incluindo-se ai as

classes e relações gramaticais), características lingüístico-literárias presentes nos

textos, entre outros.

Integram este eixo, os Componentes Adicionais, onde são trabalhados temas

relacionados aos projetos que vem sendo desenvolvidos pelos alunos.

Eixo de Formação Docente: constituído pelos componentes curriculares

relacionados à Prática Pedagógica e ao Estágio Supervisionado;

Eixo das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais: compõe-se das

atividades complementares, extra-curriculares, das quais os alunos participem;

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Eixo Interdisciplinar: este eixo, especifico do currículo redimensionado,

inclusive com o ajuste, é formado por componentes da área de Letras, Leitura e

Produção de Texto, que dá apoio tanto para lingüística como para literatura, e por

componentes de outras áreas, como Estudos Filosóficos, Estudos Sócio-

Antropológicos, Currículo e Sociedade e Estudos Epistemológicos da

Aprendizagem, que dão suporte para o dialogo entre a língua, a literatura e a

prática pedagógica. Além disso, dele fazem parte, os Seminários Interdisciplinares

de Pesquisa, que proporcionam o encontro e a discussão dos saberes da

lingüística, da literatura e da prática pedagógica, através do desenvolvimento de

projetos de pesquisa e trabalhos acadêmicos nessas áreas. É um eixo que

promove a relação entre a disciplinaridade e a interdisciplinaridade, conforme o

que é disposto nos Pareceres do CNE anteriormente mencionados.

Os eixos de Formação Docente, Interdisciplinar e das Atividades Complementares são compostos por conteúdos caracterizadores de formação

profissional. Neles, é que ocorre a relação entre os dois sub-eixos lingüística e

literatura, pois aí estão contidas as práticas pedagógicas, os estágios, os

conteúdos interdisciplinares (inclusive de outras áreas), o desenvolvimento de

trabalhos de pesquisa e extensão e também as atividades extra-classe das quais

os alunos tenham participado e que serão contabilizadas como carga horária do

currículo, a exemplo de: congressos, seminários, encontros, simpósios, dentre

outras atividades já regulamentadas pela Resolução no 792/2007 do

CONSEPE/UNEB.

Os eixos propostos evidenciam, portanto, articulação teórico prática entre as

áreas, e também a flexibilização curricular, seguindo o que é disposto pelas

Diretrizes Curriculares Nacionais.

As informações a seguir, referentes ao fluxograma, currículo pleno e

ementário, são apresentadas separadamente de forma a favorecer a

compreensão das alterações curriculares ocorridas.

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CURRÍCULO ORIGINAL DE IMPLANTAÇÃO

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3.4.5. Fluxograma

O fluxograma do currículo original de implantação do curso está aqui sendo

apresentado somente para visualização, considerando que dele não resultaram

egressos.

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CURRÍCULO COM ADAPTAÇÃO

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3.4.6. Fluxograma

O fluxograma do currículo com adaptação, a seguir apresentado, tem como

egressos os alunos aprovados no vestibular dos anos de 2002 e 2003. Portanto,

mesmo estando em extinção, necessita de reconhecimento.

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3.4.7. Currículo Pleno com Adaptação Curricular

Tempo Mínimo: 03 anos e meio Tempo Máximo: 05 anos

Carga Horária Total: 3.225 h Creditação Total: 142

COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Língua Portuguesa I 1.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Sociologia 1.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Psicologia I 1.º PP 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Filosofia 1.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

História da Educação 1.º PP 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Oficina Pedagógica I 1.º PP 15 30 45 90 01 01 01 03 -

Língua Portuguesa II 2.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Língua Portuguesa I

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COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Metodologia da Pesquisa 2.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Psicologia II 2.º PP 30 30 00 60 02 01 00 03 Psicologia I

Informática 2.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Antropologia 2.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Oficina Pedagógica II 2.º PP 15 30 45 90 01 01 01 03 Oficina Pedagógica I

Língua Portuguesa III 3.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Língua Portuguesa II

Oficina de Redação 3.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Lingüística I 3.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Língua Inglesa I 3.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Língua Latina 3.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

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COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Oficina Pedagógica III 3.º PP 15 30 45 90 01 01 01 03 Oficina Pedagógica II

Língua Portuguesa IV 4.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Língua Portuguesa III

Teoria da Literatura I 4.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Lingüística II 4.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Lingüística I

Língua Inglesa II 4.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 Língua Inglesa I

Filologia Românica 4.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 Língua Latina

Prática de Ensino I (Estágio) 4.º ES 00 00 180 180 00 00 04 04 Oficina Pedagógica III

Língua Portuguesa V 5.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Língua Portuguesa IV

Teoria da Literatura II 5.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Teoria da Literatura I

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COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Laboratório de Expressão Oral 5.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Análise do Discurso 5.º CNCC 45 30 00 75 03 01 00 04 -

Literatura Brasileira I 5.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Lingüística II

Prática de Ensino II (Estágio) 5.º ES 00 00 90 90 00 00 02 02 Prática de Ensino I (Estágio)

Língua Portuguesa VI 6.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Língua Portuguesa V

Literatura Portuguesa I 6.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Estudos Étnicos e Raciais 6.º CNCC 15 60 00 75 01 02 00 03 -

Literatura Infanto-Juvenil (Tema Especial I)

6.º CNCC 15 60 00 75 01 02 00 03 -

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COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Literatura Brasileira II 6.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Literatura Brasileira I

Prática de Ensino III (Estágio) 6.º ES 00 00 90 90 00 00 02 02 Prática de Ensino II (Estágio)

Política Educacinal (Tema Especial II)

7.º CNCC 15 60 00 75 01 02 00 03 -

Literatura Portuguesa II 7.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 Literatura Portuguesa I

Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso 7.º CNCC 15 60 00 75 01 02 00 03 -

Cultura Baiana (Tema Especial III)

7.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

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COMPONENTE CURRICULAR SEMESTRE NATUREZA CARGA HORÁRIA CRÉDITO

PRÉ-REQUISITO T P TB TOTAL T P TB TOTAL

Literatura Contemporânea 7.º CNCC 30 30 00 60 02 01 00 03 -

Prática de Ensino IV (Estágio) 7.º ES 00 00 90 90 00 00 02 02 Prática de Ensino III (Estágio)

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3.4.8. Ementário do Currículo com Adaptação Curricular

EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA I CNCC LET 60D 03 01 00 04 75

Estuda a linguagem na sua diversidade, nos principios da lingüística textual, tendo em vista a

competência sócio-comunicativa do falante.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Língua Portuguesa II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceitos básicos de língua, linguagem, fala, dialeto, sistema, norma, gramática, etc. Variedade

do português do Brasil. Noções de sociolingüística e dialectologia. A modalidade oral e a

modalidade escrita da Língua Portuguesa. Noções de texto e textualidade. Texto e leitor. A coesão

e a coerência textuais; Frase, oração, período e parágrafo. Tipos de texto e funções da linguagem.

O texto descritivo e o texto narrativo. O texto dissertativo de caráter técnico e cientifico.A

argumentação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe portuguesa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 1990.

________. Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. 3ª ed. Petrópolis/ RJ: Vozes,

2002.

BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: Ática, 1997.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 6ª ed. São Paulo: Contexto,

2004.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 43ª ed. São

Paulo: Cortez, 2002.

KAUFMAN, Ana Maria; RODIGUEZ, Maria Helena. Escola, leitura e produção de textos. Porto

Alegre: Artmed, 1995.

KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura teoria & prática. Campinas /SP: Pontes, 1987.

________. Texto e leitor: aspectos cognitivos de leitura. 18ª ed. São Paulo: Pontes, 1995.

KOCH, Ingedore; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. 2ª ed. São

Paulo: Contexto, 2006.

LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6ª ed. São Paulo: Ática, 2002.

MARTINS, M. Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2005.

SILVA, Ezequiel Theodoro. De olhos abertos: reflexão sobre o desenvolvimento da leitura no

Brasil. São Paulo: Ática, 1999.

______. A produção da leitura na escola: pesquisa x proposta. São Paulo: Ática, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGNO, Marcos Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social.

2. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

_______. Português ou brasileiro. 4ª ed. SP: Parábola Editorial, 2004.

_______. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 43. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

FRAISSE, Emmanuel et al. Representações e imagens da leitura. São Paulo: Ática, 2001.

KOCH, Ingedore. Argumentação e linguagem. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

NOGUEIRA, Maria Elvira; SCOLARO, Laranjeira. O ensino da língua pelo uso da língua. Salvador: UNEB, 2001.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

SOCIOLOGIA CNCC CIS 461 02 01 00 03 60

Compreende a Sociologia como ciência. Contextualiza o processo histórico da ciência sociológica.

Estuda os clássicos da Sociologia. Analisa a Estrutura e estratificação dos grupos sociais.

Relaciona a educação com o Estado e a Sociedade.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Contexto histórico da Sociologia. Sociologia e o conhecimento científico. Importância do estudo

sociológico. Sociologia no panorama atual. Teóricos clássicos da sociologia. Contribuições de

Emile Durkheim, Karl Marx e Max Weber. Abordagens relevantes do pensamento sociológico

contemporâneo. Os aspectos da diferença social. Estratificação social e estruturas de classes.

Sociologia e a educação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AUGÉ, Marc. Não Lugares. Introdução a uma antropologia da supermodernidade. Campinas

Papirus, 1994.

_____.O sentido do sagrado. Petropolis: Vozes, 1979.

BARBOSA, Irene Maria F. Socialização e relações sociais. São Paulo, FFLCH/USP, 1983.

BARNES, J. Um monyte de mentiras. Campinas. Papirus, 1996.

BEGER, Peter L. A construção social da realidade tratado de sociologia do conhecimento.

21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

BEJAMIN, Walter. Sociologia. São Paulo: Ática, 1991.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORDEU, Pierre & PASSERON, Jean Claude. Rio de Janeiro. A reprodução Francisco Alves,

1982.

________.O poder simbólico. Lisboa/Rio Janeiro. 2 ed. Rio de Janeiro. Difel/Bertrand, 1989.

BOTTOMORE, Tom e NISBET, Robert (Org.) Historia da análise sociologica. Rio de Janeiro:

Zahar, 1978.

COHN, Gabriel Weber. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Ática, 1986.

DURKHEIM, Emile. Emile Durkheim: sociologia. 9. ed. São Paulo: Ática, 2001.

_________. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

_________. A divisão do trabalho social. Lisboa, Presença, 1977.

FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza: Sociologia e Sociedade. 23 ed. RJ:

LTC, 2004

LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. São Paulo, Atlas, 1999.

MARX, Karl E. Engels. Criticas da Educação e do Ensino. Lisboa. Proença, 1978.

MEKSENAS, Paulo. Aprendendo sociologia: a paixão de conhecer a vida: (curso colegial - 2

grau). 8. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

QUINTANEIRO, Tânia. Um toque de clássicos: Durkeim, Marx e Weber. BH: UFMG, 2002.

FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade. 23ª ed. RJ:

LTC, 2004

LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. São Paulo, Atlas, 1999.

QUINTANEIRO, Tânia. Um toque de clássicos: Durkeim, Marx e Weber. BH: UFMG, 2002.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito capitalista. SP: Martin Claret, 2006

_______. Max Weber: Sociologia. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002.

_______. Sobre a Teoria das Ciências Sociais. 3 ed.Lisboa:Proença, 1979

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PSICOLOGIA I PP EDC61J 02 01 00 03 60

Estuda a psicologia como ciência do comportamento humano e fenômenos psiquicos, seu

conceito e objeto numa visão histórica de sua evolução. Diferencia as várias concepções de

homem. Analisa a psicologia do desenvolvimento como área de interesse para a educação em

seus principais aspectos. Preocupa-se com o crescimento e desenvolvivmento intelectivo,

cognitivo, emocional, personológico, nas respectivas teorias genético-cognitivo, sócio-histórico e

psicoanalítico.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Psicologia II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A psicologia como ciência. Breve histórico da Psicologia pré-científica (dos gregos ao

renascimento). Objeto de estudo: o homem, sua subjetividade e o mecanismo de comportamento.

O papel da psicologia e suas áreas de atuação. Pré-condições socioculturais e principais vertentes

da interpretação dos fenômenos psicológicos. O desenvolvimento humano e a psicologia. A

Psicologia do desenvolvimento da ciência. Principais concepções do desenvolvimento psicológico:

inatismo, ambientalismo e interacionismo. Aspectos histórico-sociais do desenvolvimento

psicológico e as contribuições da psicologia da educação. Principais teorias psicológicas do

desenvolvimento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARNOLD W. Eysenck, H. J. Meili. R. Dicionário de psicologia. V.1, 2 e 3. São Paulo:

Loyola,1994.

BIAGGIO, Ângelo M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAGHIROLLI, Elaine Maria et al. Psicologia geral. 22. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.

CABRAL, Álvaro; NICK, Eva. Dicionário técnico de psicologia. 13. ed. São Paulo: Cultrix , 2003.

CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia da aprendizagem. 32. ed. Rio de Janeiro: Vozes,

2002.

_______. Psicologia e desenvolvimento humano. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.

CARAVALHO, Brina Corrêa Lima de. Desenvolvimento humano e psicologia: generalidades,

conceitos, teoria. Belo Horizonte: UFMG, 1996.

FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da psicologia. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

HENNERMAN, Richard H. O que é psicologia. 22. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002.

SCULTZ,D. História da psicologia moderna. São Paulo: Thomson, 2005.

TELES, Maria Luiza S. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOCK, A.M. (Org.) Psicologia: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13. ed. São Paulo:

Saraiva, 1999.

DAVIS, C e OLIVEIRA, Z. Psicologia na Educação. 2. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000.

MOREIRA, Mércia Etalli. Psicologia da Educação um estudo dos processos de desenvolvimento e de aprendizagem humanos, voltados para a educação. Belo Horizonte:

Editora LÊ S/A, 1992.

SCULTZ,D. História da psicologia contemporânea. São Paulo: Ed. Cultrix, 1981.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

FILOSOFIA CNCC CIS 462 02 01 00 03 60

Estuda grandes temas da filosofia. Analisa as diversas concepções referentes ao homem através

dos grandes filósofos do passado até nossos dias e suas influências na educação. Observa os

conceitos éticos na formação da cidadania.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Filosofia: fundamentos, definição conceitual e contextualização histórica.

O conceito de Filosofia, sua natureza, princípios, seus segmentos e fronteiras. Filosofia, seus

segmentos e suas fronteiras: o quadro histórico e as áreas do saber. Filosofia Antiga: Os Gregos.

Mito e Filosofia: continuidade ou ruptura? A fundação do racionalismo na Grécia: entre o

surgimento da democracia, a polis grega e o nascimento da filosofia. Os filósofos pré-socráticos: O

problema cosmológico. Os sofistas. O problema político antropológico. Sócrates: a ética, o bem e

o domínio de si. Platão: a educação e a virtude. Aristóteles: ontologia e metafísica.

Os dois planos da filosofia: ontologia e teoria do conhecimento. Relação entre Deus, homem e

mundo no pensamento medieval. A Filosofia moderna: o solo do pensamento moderno, as

rupturas no campo gnosiológico e metodológico. A instauração da subjetividade. Racionalismo,

idealismo e empirismo. As formas de apresentação do conhecimento e seus limites. A situação da

Filosofia após o criticismo. A ruptura com a tradição metafísica e os novos desafios do

pensamento. O debate em torno dos princípios da metafísica face aos problemas da existência e

da linguagem: os pontos de ruptura, separação e continuidade. A fenomenologia e o

existencialismo. A crítica dos valores: o niilismo ético.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUZZI, Arcângelo Raimundo. Filosofia para principiantes: a existência humana no mundo. 3. ed.

Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003.

DERRIDA, Jaques et. al. Margens da filosofia. Campinas: Papirus, 1991.

GIOVANNI, Reale. História da filosofia antiga. V. 1, .2, .3, .4 e .5. São Paulo: Loyola. 2001.

GOTO, Roberto. Começos de filosofia. Campinas/SP: Átomo, 2000.

LARA, Tiago Adão. A filosofia nas suas origens gregas. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

MARCONDES, Danilo. Iniciação á historia da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 6.

ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

MORA, J. F. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Loyola, 2000.

VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia II: ética e cultura. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ARANHA, M. Lúcia de Arruda; MARTINS, M. Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia.

São Paulo: Moderna, 2001.

_______. Temas de filosofia. São Paulo: Moderna, 1998.

BORNHEIM, Gerd (Org.). Os filosóficos pré--socráticos. São Paulo: Cultrix, 1993.

CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filosofia. Dos pré-socráticos à Aristóteles. São Paulo:

Brasiliense, 1994.

COLLI, G. O nascimento da filosofia. Campinas: Ed. Unicamp, 1992.

DELEUZE, G. Guattari F. O que é filosofia. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO PP EDC 62J 02 01 00 03 60

Analisa criticamente os diferentes períodos da História da Educação Brasileira. Discute a politica

educacional nas suas bases economicas, politicas, sociais e culturais com ênfase nos processos

historicos contemporaneos: globalização, neoliberalismo e a luta pela escola pública. Estuda a

evolução do pensamento pedagógico no Brasil e na Bahia.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Educação: o que é? Educação e ideologia; A importância da história da educação; A educação

como questão nacional. Educação do Brasil: Educação jesuítica; Reforma pombalina; Fase

joanina; Educação no Império; Período republicano. Lei de diretrizes e Bases: Os ranços e

avanços das Leis de Diretrizes e Bases da Educação. Educação, Sociedade e Cultura: As

contribuições das Teorias Pedagógicas na formação da sociedade; A identidade social da Escola

e do educador; O poder da educação; Influencias históricas sobre o currículo; Educação no

contexto atual: problemática da Escola brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAZENDA, Ivani C. A. A educação no Brasil dos anos 60: o pacto do silêncio. São Paulo:

Loyola, 1988.

FREIRE, Ana Maria Araújo. Analfabetismo no Brasil: da ideologia da interdição do corpo à

ideologia nacionalista. São Paulo: Cortez, 1989.

LOPES, Eliane Marta Teixeira; FARIA FILHO, Luciano Mendes; VEIGA, Cynthia Greive. 500 anos de educação no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

NORONHA, Olinda Maria. História da educação: sobre as origens do pensamento utilitarista no

ensino superior brasileiro. Campinas/SP: Alínea, 1998.

PILETTI, Nelson. História da educação no Brasil. 4 ed. São Paulo: Ática, 19994.

ROMANELLI, Otaiza de Oliveira. História da educação: novas abordagens, velhos objetos. 22.

ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. São Paulo:

Cortez, 2001/2006.

_______. História das idéias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2002.

GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

____________. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez, 2006.

RIBEIRO, Maria Luiza. História da educação: novas abordagens, velhos objetos. São Paulo:

FTD. 1998.

STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria C. H. Histórias e memórias da educação no Brasil. V. III

- séc. XX. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.

WEREBW, Maria José Garcia. 30 anos depois - grandezas e misérias do ensino no Brasil. 2.

ed. São Paulo: Ática, 1997.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

OFICINA PEDAGÓGICA I PP EDC 50J 01 01 01 03 90

Identifica os objetivos do ensino de língua portuguesa. Analisa as diversas tendências

metodológicas para definição de uma prática pedagógica. Elabora, planeja, avalia, discute e

prepara material didático.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Oficina Pedagógica II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Formação do professor; Legislação: leis que regulamenta o Ensino Médio; PCNs do Ensino Médio:

Língua Portuguesa; Habilidades e competências para o Ensino Médio; Currículo e mudança: uma

proposta. As abordagens no processo de ensino: a) tradicional, b) Comportamentalista; c)

Humanista; d) Cognitivista; e) Sócio-Cultural; Ensino aprendizagem e o professor. Projeto de

pesquisa: uma abordagem sobre as tendências teóricas e metodológicas na rede de ensino

publica e privada de Ipiaú e região; Conteúdos, conhecimento e práticas; O lúdico e sua

importância; Uma proposta para o Ensino de Português.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Celso. Trabalhando habilidades: construindo idéias. São Paulo: Scipione, 2001.

_______. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 11. ed. Petrópolis/RJ: Vozes,

2002.

ANTUNES, Celso. A grande jogada: manual construtivista de como estudar. 10. ed.

Petrópolis/RJ: Vozes, 2002.

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sócio-lingüística. 11. ed. São Paulo: Contexto, 2001.

_______. Preconceito lingüístico: como é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

_______. Dramática da língua portuguesa. Tradição gramatical, mídia & exclusão social. São

Paulo: Loyola, 2001.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTILHO, Ataliba T. A língua falada no ensino de português. 4. ed. São Paulo: Contexto,

2002.

DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 8. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF:

MEC:

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 2. ed. Campinas/SP: Autores Associados, 1997.

FARIA, Ana Lúcia G. Ideologia no livro didático. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1984.

UNESCO, 2003. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o séc. XXI.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALVES, Rubens. Conversa com quem gosta de ensinar. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1984.

______. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez, 1984.

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith et al. Linguagens, espaços e tempos no ensinar a aprender. Rio de Janeiro: DP& A, 2000.

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2003.

DEMO, Pedro. Conhecer e aprender. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA II CNCC LET 41D 02 01 00 03 60

Analisa a fonética e a fonologia da língua portuguesa, abordando os processos fonológicos.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Portuguesa I Língua Portuguesa III

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Fonética. Fonética articulatória. Prosódia e segmento. Elementos prosódicos. Segmentos.

Transcrição fonética. Fonologia. Importância prosódica. Fonemas. Identificação dos fonemas.

Descrição fonológica do português

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLAU, Dinah; LEITE, Yonne Iniciação à fonética e à fonologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Coleção

Letras, 2001.

CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 36. ed. Petrópolis: Vozes,

2000.

CUNHA, Celso & Cintra, Luis F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed.

Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

MUSSALIM, Anna Christima Bentes (Org.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. São

Paulo: Cortez, 2001.

NICOLA, José de & INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 15.

ed. São Paulo: Scipione, 2000.

SILVA, Thais Cristófaro. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de

exercícios. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2001.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BECHARA, Evanildo. Lições de português pela análise sintática. 17. ed. São Paulo: Lucerna,

2005

_________. Gramática escolar da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

_________. Moderna gramática portuguesa. São Paulo: Nacional, 1988.

CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 6. ed. São Paulo: Contexto,

2004.

________ (Org.). Gramática do português falado. São Paulo: Unicamp, 2002.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

METODOLOGIA DA PESQUISA CNCC EDC 51J 03 01 00 04 75

Contextualiza a pesquisa na área da construção do conhecimento científico. Conceitua a ciência,

seus métodos, suas técnicas na aplicabilidade prática da aquisição do saber de forma

sistematizada. Prioriza a elaboração de projetos e as fontes de obtenção de informação

bibliográfica: fichamento, resumo e referência dentro da redação e normatização científica de

texto. Orienta a utilização de novos procedimentos de aprendizagem pela investigação voltada

para a realidade do ensino fundamental e médio para elaboração de monografias.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Ciências e conhecimento. Conhecimento científico. Pesquisa científica. Resenha. Resumo.

Fichamento. Elaboração de pré-projeto de pesquisa. Subjetividade e investigação científica. Tipos

de pesquisa: documental, bibliográfica, coleta de dados, interpretação de dados. Relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTOS, Lília da Rocha et.al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 6.

ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003.

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo: Altas, 1987.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Altas, 2002.

GONÇALVES, Elisa Pereira. Iniciação à pesquisa científica. Campinas: Alínea, 2001.

INÁCIO FILHO, Geraldo. A monografia na Universidade. Campinas. 5. ed. São Paulo: Papirus,

2001.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:

procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos

científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica - a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7.

ed. São Paulo: Atlas, 2006.

SEVERINO. Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

TRALDI, Maria Cristina e DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. Campinas/SP: Editora

Alínea, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONE, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo:

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PSICOLOGIA II PP EDC 52J 02 01 00 03 60

Psicologia da aprendizagem e da educação nas suas diferentes dimensões teóricas com ênfase

nas abordagens do processo educacional, nos problemas de aprendizagem e elementos de

educação especial.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Psicologia I -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

As principais teorias da aprendizagem: a) Empirista , Ambientalista, Behaviorista; b) Racionalista ,

Apriorista , Inatista. Interacionista. C) Interacionista, Construtivista. A aplicação e implicações das

teorias acima para o processo ensino/aprendizagem. Os atrasos maturativos, os problemas e

dificuldades na aprendizagem. Os problemas de Linguagem na Escola. Estratégias de Intervenção

nos problemas de leitura. Da Terminiologia do Distúrbio às Necessidades Educacionais Especiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia e desenvolvimento humano. 3. ed. Rio de Janeiro:

Vozes, 1997.

DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

GOULART, Íris Barbosa (Org.). Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à

prática pedagógica. 9. ed. Rio de Janeiro: Vozes: 2002.

JOSÉ, Elisabete da Assunção; COELHO, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. 12. ed.

São Paulo: Ática, 2003.

LANDSMANN, Lílian Tolchinsky. Aprendizagem da linguagem escrita: processos evolutivos e

implicações didáticas. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

Page 158: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LA TAILLE, Ives de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 16ª ed. São

Paulo: Summus, 1992.

LIMA, Lauro de Oliveira. Piaget: sugestões aos educadores. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. 5. ed. EPU, 1986.

PIAGET, Jean. A construção do real na criança. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

_______. A Linguagem e o pensamento da criança. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

ROGER, Deldime. O desenvolvimento psicológico da criança. SP: EDUSC, 1999.

SALVADOR, César Coll (et,al.).Psicologia da educação. Porto Alegre: ArtMed, 1999.

SCHULTZ, Duane P. História da psicologia moderna. São Paulo: Thomson, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COLL, C. et al. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PAIM, S. Diagnostico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed.

1985.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

INFORMÁTICA CNCC CPD 130 03 01 00 04 75

Possibilita o desenvolvimento do pensamento criativo e exploratório, inventivo e investigativo do

aluno. Usa o computador como auxiliar de trabalhos escolares, pesquisa e de construção do

conhecimento no ensino fundamental.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Educação, Novas Tecnologias de Informação e Comunicação - NTIC na educação, encarando-as

como elementos estruturais de práticas pedagógicas; Utilização das NTIC no processo de ensino-

aprendizagem da língua portuguesa; Identificação das abordagens educacionais nas quais são

utilizadas as NTIC; Analise de programas aplicativos e seus possíveis usos em educação; Uso e

analise de softwares educacionais; Habilidades e competências para seleção e utilização das

NTIC, tendo como referencial o contexto de projetos de aprendizagem; Vivência do processo de

ensino-aprendizagem na perspectiva do ensino a distancia – EaD utilizando a rede mundial de

computadores

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LEITE, Lígia Silva (Coord.). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de

aula. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

LETWIN, Edith (Org.). Tecnologia educacional: políticas, histórias e propostas São Paulo:

ArtMed, 1997.

MARQUES, Cristina P. C. Computador e ensino: uma aplicação à língua portuguesa. São Paulo:

Ática, 2001.

NORTOM, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1996.

Page 160: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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IBLIOGRAFIA BÁSICA

OLIVEIRA, Ramon de. Informática educativa: dos planos e discursos à sala de aula. São Paulo:

Papirus, 2002.

PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto

Alegre: Artes Médicas, 2002.

PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro – educação e multimídia. 5. ed. São

Paulo: Papirus, 2003.

RAMAL, André Cecília. Educação na cibercultura. Porto Alegre: Artemed, 2002.

SANCHO, Juana M. (Org.). Para uma tecnologia educacional. Porto Alegre: ArtMed, 2001.

TENÓRIO, Robison Moreira. Computadores de papel máquinas abstratas para um ensino concreto. 2. ed. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 2002.

VELLOSO, Fernando de Castro. Informática conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

YOUSSEF, Antônio Nicolau; FERNANDEZ, Vicente Paz. Informática e sociedade. São Paulo:

Ática, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GRINSPUN, Mirian P. S. (Org.). Educação tecnológica: desafios e perspectivas. 2. ed. São

Paulo: Cortez, 2001.

HEIDE, Ann. Guia do professor para a internet: completo e fácil. 2. ed. Porto Alegre: Artes

Médicas, 2000.

MEIRELLES, Fernando de Souza. Informática: novas aplicações com micro computaodres. 2. ed.

São Paulo: Makron Books, 1994.

Microsoft excel: passo a passo Lite - Núcleo Técnico e Editorial Makron Books. São Paulo:

Makron Books, 1997.

Microsoft power point: passo a passo Lite - Núcleo Técnico e Editorial Makron Books. São

Paulo: Makron Books, 1997.

Microsoft Word: Passo a Passo Lite - Núcleo Técnico e Editorial Makron Books. São Paulo:

Makron Books, 1997.

PAIVA, Dinalva Gomes de. Treinamento em Informática: curso prático para iniciantes - Power

Point 97 - access 97. Cuiabá: Val Editora, 1999.

SILVA, Marcos. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.

VALENTE, José Armando. Computadores e conhecimento: repensando a educação. 2. ed.

Campinas/SP: NIED/UNICAMP, 1998.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

ANTROPOLOGIA CNCC CIS 459 02 01 00 03 60

Compreende a antropologia como ciência. Contextualiza o processo histórico da ciência

antropológica. Analisa os conceitos e elementos correlatos à cultura. Relaciona sociedade, cultura

e educação.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

História do surgimento da antropologia enquanto ciência; O homem; O conceito de cultura; O

trabalho de campo em antropologia; A formação cultural do povo brasileiro. A realidade local.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO, Theodor. Indústria cultural e sociedade. 3. ed. São Paulo: Paz e terra, 2002.

ANADÓN, Marta. Reflexões teórico-metodológicas sobre as representações sociais. Salvador: EdUNEB, 2003.

ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular. São PauloP: Brasiliense,2006

BASTIDE, Roger. Antropologia aplicada. Rio de Janeiro: Perspectiva, 1971.

BEGER, Peter L. A construção social da realidade tratado de sociologia do conhecimento. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

BERND, Zilá.O que é negritude. São Paulo: Brasiliense

COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2006.

FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Rio de Janeiro: Fator, 1983.

FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza: Sociologia e sociedade. 23. ed. Io

de Janeiro: LTC, 2004.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 23. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1979.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

JAMESON, Frederic. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. 2. ed. São Paulo:

Ática, 2002.

LABURTHE, Tolra Philippe. Etnologia - antropologia. Rio Janeiro: Vozes, 1999.

LEBRUN, Gerard. O que é poder. São Paulo: Brasiliense, 2004.

MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural iniciação, teoria e temas. 8. ed. Rio de

Janeiro: Vozes, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOURDIEU, Pierre. A miséria do mundo. 4. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2001.

GEERTZ, Clifford. O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. 6. ed.

Petrópolis/RJ: Vozes, 2003.

HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural.

9. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. 2. ed. São Paulo:

Ática.

MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. 8. ed Petrópolis:

Vozes, 2001.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

OFICINA PEDADÓGICA II PP EDC 53J 01 01 01 03 90

Identifica os objetivos da língua portuguesa. Analisa as diversas tendências metodológicas para a

definição de uma prática pedagógica. Elabora, planeja, avalia, discute e prepara material didático.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Oficina Pedadógica I Oficina Pedadógica III

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Pedagogia de Projetos. O lúdico e sua importância; Uma proposta para Ensino de Português e

Inglês; Criação de material didático para os itens do processo de ensino-aprendizagem;

Seminário: E, por falar em Educação. O lúdico no processo de ensino-aprednizagem. Educação e

Sociedade: uma proposta para fora dos muros da Universidade; Proposta de atuação e resultados;

Seminário: E, por falar em Educação. Universidade e Sociedade na busca de soluções para

melhoria na qualidade de vida

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTOS, Lília da Rocha et.al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 6.

ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003.

DEMO, Pedro. Pesquisa princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Altas, 2002.

INACIO FILHO, Geraldo. A monografia na Universidade 5. ed. São Paulo: Papirus, 2001.

MARTINS, Gilberto de Andrade Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.

OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico - técnicas de redação e de pesquisa científica. 3. ed.

Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 17. ed. Petrópolis

RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. SP, Atlas, 2002

SEVERINO. Antônio J. Metodologia do trabalho cientifico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2002.

TRALDI, Maria Cristina e DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. 3. ed. Campinas/SP:

Editora Alínea, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: proposta metodológica. Petrópolis/RJ: Vozes, 1990.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. são Paulo: Perspectivas, 1983.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas da pesquisa Social. São Paulo: Atlas

GONÇALVES, Elisa Pereira. Conversa sobre iniciação cientifica. Campinas-SP: Editora Alínea,

2001.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONE, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. 3. ed. São Paulo.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA III CNCC LET 37D 02 01 00 03 60

Compreende os processos morfológicos e sua aplicação no estudo e uso da língua portuguesa.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Portuguesa II Língua Portuguesa IV

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Palavra e vocábulo. Vocábulo formal. Morfemas. Lexicais. Gramaticais. Classificatórios.

Flexionais: aditivos, subtrativos, alternativos, zero e morfema latente ou alomorfe zero.

Derivacionais. Relacionais. Análise mórfica (princípios básicos e auxiliares).

Comutação. Alomorfia. Cumulação. Mudanças morfofonêmicas. Neutralização. Formação dos

vocábulos em português. Derivação.

Composição. Outros processos. Estrutura nominal. O nome. Constituição mórfica do nome.

Derivação e flexão. Análise da estrutura mórfica dos nomes. Análise da estrutura mórfica dos

verbos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO, José Carlos de. Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. 3. ed.

Petrópolis/RJ: Vozes, 2002.

BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. São Paulo: Ática, 1997.

CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 35. ed. Petrópolis: Vozes,

2002.

_______. Princípios de lingüística geral. Rio de Janeiro: Padrão, 1989.

_______. Problemas de lingüística descritiva. 16. ed. Petrópolis: Vozes.

CARONE, Flávia de B. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 2004.

COSTA, S. B. B. O aspecto em português. São Paulo: Contexto, 2002.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CUNHA, Albertina; ALTGOTT, Maria Alice Azevedo. Para compreender Mattoso Câmara. Petrópolis: Vozes, 2004.

CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova

Fronteira, 2001.

PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. 4. ed. São Paulo: Ática, 2001.

_______. Sofrendo a gramática. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

SILVA, Maria Cecília Perez de Souza; KOCH, Ingedore Villaça. Lingüística aplicada ao português: morfologia. 10. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEREDO, José Carlos de. Fundamentos de gramática do português. Rio de Janeiro: Jorge

Zahar Editor, 2000.

FERREIRA, Maria Aparecida S. de Camargo. Estrutura e formação de palavras. 10. ed. São

Paulo: Atual, 1988.

ROCHA, Luiz Carlos de Assis. Estruturas morfológicas do português. 1. ed. Belo Horizonte:

UFMG, 1999.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

OFICINA DE REDAÇÃO CNCC LET 98D 02 01 00 03 60

Estuda a organização estrutural dos vários tipos de composição e a linguagem em seus diferentes

registros, possibilitando a produção oral e escrita, com ênfase total na criatividade.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução ao estudo da ciência da linguagem: conceitos básicos. Concepções de linguagem;

Linguagem e comunicação; Problemas gerais de comunicação; Teoria da informação. Por que é

difícil aprender a ler e escrever? Tecendo o texto: Texto; Texto e Discurso; Níveis de leitura de um

texto; Articulações entre as partes de um texto; Tipologia textual: Dissertação, Narração;

Descrição; Produção de texto a partir do “parágrafo padrão”: do fato a opinião; Conexão de idéias

e funções discursivas: o texto e o contexto na produção de sentido; analise textual: produzindo a

critica ao texto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. O que é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola,

2002.

BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 20 ed., São Paulo, Ática, 2002.

CASTILHO, Ataliba. T. de. A língua falada no ensino de Português. 4. ed. São Paulo, Contexto,

2002.

FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, 2001.

FILHO, Domício Proença. A linguagem literária. 7. ed. São Paulo, Ática, 1999.

GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar narrativas. São Paulo: Ática, 2001 GNERRE,

Maurizzio. Linguagem escrita e poder. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1987.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2003.

SOUZA, Luis Marques; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e Produção de textos. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São

Paulo: Martins Fontes, 1981.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PRESTES, Maria Lúcia de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e

práticos para o sei ensino. São Paulo: Respel LTDA, 1999.

VIANA, Antonio Carlos (Coord.). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo:

Scipione, 1999.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LINGÜÍSTICA I CNCC LET 42D 02 01 00 03 60

Conhece a história da lingüística, a aquisição da linguagem e a estrutura da língua do ponto de

vista de Saussure.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Lingüística II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O conceito de linguagem. A linguagem verbal e a linguagem não-verbal.

Linguagem humana e Linguagem animal. Os estudos lógicos e filosóficos com a linguagem. A

história da linguagem. Sinais (signos, ícones, símbolos, índices, sintagma). A fala. A estrutura da

língua do ponto de vista de Saussure.

Língua oral e língua escrita. Contribuição de Saussure para a lingüística moderna. A lingüística no

século XX.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂMARA JÚNIOR. Mattoso. Princípios de lingüística geral. Rio de Janeiro: Acadêmica,1989

_______, Dicionário de lingüística e gramática. 18. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.

DUBOIS, Jean. Dicionário de lingüística. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.

FIORIN, José Luís (Org.). Introdução à lingüística. 3. ed. São Paulo: Contextos, 2004.

JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1975.

LOPES, Redward. Fundamentos da lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1976

SAUSSURE, Ferdnand de. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1995.

WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da lingüística. São Paulo: Parábola Editorial, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRAIT, Beth. Língua e linguagem. São Paulo: Ática, 2002.

CARVALHO, Telma L. F. Audição e fala. São Paulo: Ática, 1996.

KRISTEVA, Júlia. História da Linguagem. Lisboa: Edições 70,1974.

OLIVEIRA, Rui. Neurolinguística e o aprendizado da linguagem. São Paulo: Respel, 2000.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA INGLESA I CNCC LET 43D 03 01 00 04 75

Estuda o desenvolvimento oral e escrito das estruturas elementares lingüísticas numa visão

sincrônica.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Língua Inglesa II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Simple present; Present and past contínuos; Quastion woeds; Demonstrative pronouns; Articles

(definite and indefinite), numerals; Possessive adjectives; Genitive case; Nouns; There to be

(present and past); Present time adverbs; Modal verbs: can and may.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GOMES, Luiz Lugani. Novo dicionário de expressões idiomáticas americanas. São Paulo:

Pioneira Thomson Learning, 2003.

LOGMAN. Dicionário escolar - inglês/português - português/inglês. 2. ed. Inglaterra: Pearson

Education Limited, 2004.

MARQUES, Amadeu. Dicionário inglês/português - português/inglês. 22. ed. São Paulo: Ática,

2004.

PINTO, Dilce et al.Compreensão inteligente de textos. Rio de Janeiro: Editora ao Livro Técnico.

SIQUEIRA, Valter Lellis. O verbo inglês - teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Ática, 2000.

THOMSON, A. J.; MARTINET, A. V. A pratical english grammar. 25. ed. New York: Oxford

University, 2003.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CRUZ, D. T. et al. Inglês com textos para informática. Salvador, 2001.

DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR PARA ESTUDANTES BRASILEIROS DE INGLÊS. Oxford

University Press, 1999.

FERRARI, S. Novo manual inglês. São Paulo. Nova Cultural, 2000.

GRELLET, F. Developing reading skills. Oxford: Oxford University Press, 1981.

MURPHY, R. English grammar in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.

SWAN, M. Practical english usage. Oxford: OUP, 2000.

TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa. O inglês descomplicado. São Paulo:

Editora Saraiva, 2002.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA LATINA CNCC LET 44D 03 01 00 04 75

Estuda os fundamentos e estruturas da lingua latina: declinação, verbos e outras classes de

palavras.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Filologia Românica

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Lácio: a língua latina. Elementos de fonética. Alfabeto. Pronúncia. Quantidade das sílabas.

Acentuação. Introdução às declinações. Gêneros. Terminação. Casos e declinações. Primeira

declinação: tema em A. Segunda declinação: tema em O. Terceira declinação: Tema em I. Tema

em consoante. Quarta declinação: tema em U. Quinta declinação: tema em E. Adjetivos: primeira

e segunda classe. Verbos. Conjugação. Modos e tempos. Classes inflexionáveis. Advérbios.

Preposições. Conjugações. Interjeições.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Latina. 29. ed. São Paulo, Saraiva, 2000.

BERGE, Dr. Fr. Damião et.al. ARS latina. 34 ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2002.

CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao latim. 5. ed. São Paulo: Ática, 2000.

COMBA, P. Júlio. Programa de latim. 6. ed. São Paulo: Salesiana, 2003.

GARCIA, Janete Melasso. Língua latina: a teoria sintática na prática dos textos. Brasília: Editora

Universidade de Brasília, 1997.

FARIA, Ernesto. Fonética histórica do latim. 2. ed. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1970.

FIGUEIREDO, José Nunes de, ALMENDRA, Maria Ana. Compêndio de Gramática Latina. Porto:

Porto Editora, 1989.

FURLAN, Oswaldo Antônio. Língua e literatura latina e sua derivação português. Petrópolis/RJ: Vozes, 2006.

Page 174: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RÓNAI, Paulo. Curso básico de latim gradus primus. São Paulo: Cultrix.

SARAIVA, F. R. dos Santos. Novíssimo dicionário latino-português. BH-MG: Garnier, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

STOCK, Leo. Gramática de latim. Lisboa: Presença, 2000.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

OFICINA PEDAGÓGICA III PP EDC 55J 01 01 01 03 90

Identifica os objetivos do ensino da língua portuguesa. Analisa as diversas tendências

metodológicas para definição de uma prática pedagógica. Elabora, planeja, avalia, discute e

prepara material didático.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Oficina Pedagógica II Prática de Ensino I

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Perspectiva histórica da língua portuguesa. Parâmetros curriculares nacionais de língua

portuguesa do ensino fundamental e médio: análise crítica. Formação do professor leitor. Variação

lingüística e ensino de língua portuguesa. Textos literários em sala de aula. Ensino de literatura no

ensino médio: perspectivas teórico-metodológicas. Ensino de língua portuguesa e língua inglesa:

uma análise na perspectiva de alunos do ensino fundamental (5ª a 8ª) e médio. Produção textual e

análise lingüística: construção de uma proposta.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo: Cortez, 2003.

ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 10. ed. Petrópolis/RJ:

Vozes, 1998.

_______. A grande jogada: manual construtivista de como estudar. 10. ed. Petrópolis/RJ: Vozes,

2002.

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sócio-lingüística. 11. ed. São Paulo: Contexto,

2001.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: como é, como se faz. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2000.

_______. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia & exclusão social. São

Paulo: Loyola, 2001.

Page 176: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTILHO, Ataliba T. A língua falada no ensino de Português. 4. ed. São Paulo: Contexto,

2002.

DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 8. ed. São Paulo: Cortez; Brasília/DF:

MEC/UNESCO, 2003.

DEMO, Pedro. Educar pela Pesquisa. 6. ed. Campinas/SP: Autores Associados, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALVES, Rubem. Conversa com quem gosta de ensinar. 8 ed. São Paulo: Cortez, 1984.

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith et al. Linguagens, espaços e tempos no ensinar a aprender. Rio de Janeiro: DP& A, 2000.

ANTUNES, Celso. Trabalhando habilidades: construindo idéias. São Paulo: Scipione, 2001.

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2003.

DEMO, Pedro. Conhecer e aprender. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

FARIA, Ana Lúcia G. Ideologia no livro didático. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1984.

Page 177: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA IV CNCC LET 38D 02 01 00 03 60

Analisa a sintaxe e os processos sintáticos, parte da teoria tradicional para a sítese do discurso.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Portuguesa III Língua Portuguesa V

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução à sintaxe. Gramática e sintaxe. Concepção de sintaxe. Objetivo da sintaxe. Teorias e

processos sintáticos. Sintaxe tradicional. Os antigos gregos. Os romanos. A idade média. Sintaxe

comparativa. Sintaxe estrutural. Sintaxe gerativa. Sintaxe normativa. Sintaxe e estilo. Figuras da

sintaxe. Funções sintáticas e papéis semânticos. Sintaxe e Estilo. Sintaxe do discurso escrito

(categoria discursivas = modalidade, referência e polifonia). Sintaxe do discurso oral (elementos

lingüísticos, prosódicos e paralingüísticos). Diferenças formais e funcionais entre a sintaxe do

discurso escrito e a sintaxe do discurso oral.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZAREDO, J. C. de. Iniciação à sintaxe do português. 8. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar

Editor, 2001.

CUNHA, C. CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de

Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. 4. ed. São Paulo: Ática, 2002.

______. Sofrendo a gramática. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

SILVA, Maria Cecília Pérez de Souza e. Lingüística aplicada ao português: sintaxe. 12. ed. São

Paulo: Cortez, 2004.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LEITE, C. C. P. Sintaxe - semântica - base para a gramática do texto. São Paulo Cortez, 1985.

LEMLE, M. Analise sintática, teoria geral e descrição do português. São Paulo, Ática, 1984.

LOBATO, Lúcia M. P. Sintaxe gerativa do português. Rio de Janeiro: Vigília, 1986.

PEREIRA, José Reis. Sintaxe estrutural. Teresina: INEP, 2000.

PINHEIRO, J. B. G. Analise sintática. São Paulo: Atual, 1989.

PONTES, E.S.L. Sujeito da sintaxe ao discurso. São Paulo: Ática, 1986.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

TEORIA DA LITERATURA I CNCC LET 45D 02 01 00 03 60

Estudo da poesia, da narrativa e do drama como espressão da experiencia humana.Construção

do conhecimento histórico e teórico necessário para a reflexão sobre as condições sob as quais a

escrita se torna literatura.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Teoria da Literatura II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A literatura – conceitos, domínios e funcionalidade. A natureza do fenômeno literário.

Caracterização do discurso literário. Modos de realização do texto literário. Os gêneros literários e

suas especificidades: Teoria da lírica. Teoria do drama. Teoria do épico. Teoria da Narrativa. A

Literatura e as outras artes: encontros e desencontros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CANDIDO, Antonio. A educação pela noite. São Paulo: Ática, 1987.

COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Literatura e senso comum (trad.) Belo Horizonte,

Ed. UFMG, 2001.

COSTA LIMA, Luis. Teoria da Literatura em Suas Fontes. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Francisco

Alves, 1983. Vol.2.

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do Texto 1. Prolegomenos e teoria da narrativa: São Paulo:

Ática, 1995.

__________.Teoria do Texto 2: teoria da lírica e do drama: São Paulo, Ática, 1995.

Page 180: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FILHO, Domicio Proença. A linguagem literária. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 1992

FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. São Paulo. Duas Cidades, 1991

LAJOLO, Marisa. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.

LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo. 6ª Ed. São Paulo: Ática, 1993.

MEIRA, Cecil. Introdução ao Estudo da Literatura. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria,

1974.

MOISES, Massaud. Dicionário de termos literários. São Paulo: Cultrix, 1978.

SOARES, Angelica. Generos literáros. São Paulo: Ática – Série Principios, 2001.

TODOROV, Tsvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, 1980.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SAMUEL, Rogel. Novo manual de teoria literária. 3. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2005.

Page 181: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LINGÜÍSTICA II CNCC LET 45D 02 01 00 03 60

Conhece as teorias da lingüística e sua aplicação na língua portuguesa.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Lingüística I Literatura Brasileira I

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Gerativismo. Competência e desempenho. Recursividade. Criatividade. Universais lingüísticos.

Estrutura profunda X Estrutura superficial. Sociolingüística. Objeto, campo e método. Variação

lingüística. Mudança lingüística. Análise do discurso. Conceitos básicos. Tipologia do discurso:

lúdico, polêmico e auditório. Lingüística textual: origem, causas e precursores. Principais modelos.

Texto e discurso. A textualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, M. Maxcismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1986.

DUBOIS, Jean. Dicionário de Lingüística. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.

FÁVERO, L. L.; KOCH, I. Lingüística textual. Introdução. São Paulo: Cortez, 1983.

FIORIN, José Luís (Org.). Elemento da análise do discurso. São Paulo: Contextos, 2002.

_______. Introdução à lingüística. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2004.

_______. Linguagem e ideologia. São Paulo: Ática, 1998.

LYONS, John. Linguagem e lingüística. Uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

MUSSALIM, F; BENTES, A. C. Introdução à lingüística. Domínios e fronteiras. V. 2. São Paulo:

Cortez, 2004.

TARALLO, F. A pesquisa sociolinguística. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ORLANDI, J. L. Elemento da análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2002.

PRETTI, Dino. Sociolingüística - os níveis de fala. São Paulo: Nacional, 1982.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA INGLESA II CNCC LET 47D 03 01 00 04 75

Aprofunda o estudo das estruturas elementares linguisticas numa visão sincronica através da

pratica oral e escrita.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Inglesa I -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Present perfect. Adverbs and adjectives. Infinitive complements. Modal verbs can, could may for

requests; Conjunctions; Comparative and superlative of adjectives; Future with present continuous

and be going to; Regular and irregular verbs (simple past and past participle).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MARQUES, A. e DRAPER, David. Dicionário de Inglês/Português. 22ª Ed. São Paulo: Ática,

2002.

GOMES, Luiz Lugani. Novo dicionário de expressões idiomáticas americanas. São Paulo:

Pioneira Thomson Learning, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CRUZ, D. T., et al. Inglês com textos para informática. Salvador, 2001.

DICIONÁRIO OXFORD ESCOLAR PARA ESTUDANTES BRASILEIROS DE INGLÊS. Oxford

University Press, 1999. (ou similar).

DUBIN, F. & OLSHTAIN, E. Reading by All Means. Addison- Wesley Publishing Company, 1990.

GRELLET, F. Developing reading skills. Oxford : Oxford University Press, 1981.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FERRARI, S. Novo Manual Inglês. São Paulo. Nova Cultural, 2000.

LOGMAN. Dicionário escolar – inglês/português – português/inglês. 2ed.Inglaterra: Pearson

Education Limited,2004.

MARQUES, Amadeu. Dicionário Inglês/português; Português/inglês. 22 ed. SP: Ática, 2004.

MURPHY, R. English Grammar in Use. Cambridge. Cambridge University Press, 1994.

SIQUEIRA, Valter Lellis. O verbo inglês teoria e prática . 4 ed. SP : Ática, 2000.

THOMSON, A. j.; MARTINET, A. V. A Pratical English Grammar. 25 ed.New York: Oxford

University, 2003.

SWAN, M. Practical English Usage. Oxford: OUP, 2000.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

FILOLOGIA ROMÂNICA CNCC LET 59D 03 01 00 04 75

A história do latim, a difusão do latim popular, a romanização e as línguas neolatinas.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Latina -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Filologia.Filologia textual e Lingüística. Filologia Românica, conceito, objeto, principais correntes e

métodos. Origem e formação das línguas românicas; romanização; latim vulgar e proto-romance.

Mudanças lingüísticas. Vocalismo, consonantismo, morfossintaxe e léxico. Romances primitivos.

Individualização dos romances. Línguas Românicas. Características e expansão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMARA Jr. Joaquim Mattoso. Dicionário de lingüística e gramática: referente à língua

portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002/2007.

ILARI, Rodolfo. Linguistica românica. São Paulo: Ática, 21004

FARACO, Carlos Alberto. Linguistica histórica: uma introdução ao estudo da história das

línguas. São Paulo: Ática, 1992.

LIMA COUTINHO, Ismael de. Gramatica histórica. 7 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1976.

SILVA NETO, Serafim. História da língua portuguesa. 6 ed. Rio de Janeiro: Presença, 1992.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta, 1991.

COSERIU, Eugenio. Sincronia, diacrionia e historia: uma introdução ao estudo da historia das línguas. São Paulo: Ática, 1992.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HAUY, Amini Boainaim. Hisatória da língua portuguesa: séculos XII, XIII e XIV. São Paulo:

Ática, 1989.

TARALLO, Fernando. Tempos lingüísticos: itinerário histórico da língua portuguesa. São

Paulo: Ática, 1990.

WALTER, Henrique. A aventura das línguas no Ocidente: Origem, história e geografia. São

Paulo: Mandarim, 1997.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PRÁTICA DE ENSINO I ES EDC 57J 00 00 04 04 180

Observação e diagnóstico dos espaços de atuação profissional, caracterizando o contexto e as

relações de trabalho nesses espaços. Analisa e reflete a prática de sala de aula do ensino de

língua portuguesa e literaturas no ensino fundamental e médio. Elabora e executa proposta de

intervenção.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Oficina Pedagógica III Prática de Ensino II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O estagio supervisionado no curso de Letras: a formação do professor de Língua portuguesa na

contemporaneidade. Competências e habilidades na pratica educativa. O perfil do educador no

cenário brasileiro atual. Observação nos espaços de ensino. Proposta de ação pedagógica:

realidade e perspectivas. Histórico e compreensão da leitura e análise lingüística no contexto de

formação docente. Orientação e elaboração de oficinas pedagógicas de estagio em Língua

Portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Lingüística da norma. São Paulo: Brasil, 2002.

______. Português ou Brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo: Parábola Editorial, 2001.

______. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia e exclusão social. São

Paulo: Loyola, 2000.

BRITTO, Luiz Percival L. A sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical. Campinas:

Mercado de Letras, 1997.

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas/SP: Autores Associados, 1997.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GERALDI, João Wanderlei (Org.). O texto na sala de aula. São Paulo: 1999.

KLEIMAN, Ângela (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática

social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 2002.

KOCH. Ingedore. Texto e coerência. São Paulo:Cortez, 1989.

_______, A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.

_______ & Travaglia, L. C. A coerência textual. São Paulo: 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2003.

BORDONI, Maria da Glória & AGUIAR, Vera Teixeira de. A formação do leitor: alternativas

metodológicas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.

CARDOSO, Suzana Alice M. (Org.). Diversidade lingüística. Salvador: EDUFBA, 1996.

KLEIMAN, Ângela. Leitura, ensino e pesquisa. Campinas/SP: Pontes, 2001.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA V CNCC LET 37D 02 01 00 03 60

Estuda a história interna e os processos de evolução da língua portuguesa, partindo do latim.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Portuguesa IV Língua Portuguesa VI

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Origens latinas do português. Português arcaico e clássico. O português na América. O

multilinguismo. Características do português brasileiro. Léxico e empréstimo. Variações

lingüísticas. Ensino do português no Brasil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALI, M. Said. Gramática histórica da língua portuguesa. 1. ed. São Paulo: Melhoramentos,

1921.

ALVES, Ieda Maria. Neologismo: criação lexical. São Paulo: Editora Ática, 1990.

CAMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. História e estrutura da língua portuguesa. Rio de Janeiro:

Padrão, 1976.

______. Princípios de lingüística geral. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1974. ______. Dicionário de lingüística e gramática. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

FARACO, Carlos Alberto. Lingüística histórica: uma introdução ao estudo da história das

línguas. 2. ed. São Paulo: Editora Ática, 1998..

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. O português arcaico: morfologia e sintaxe. 2. ed. São Paulo:

Contexto, 2001.

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. O português arcaico: fonologia. São Paulo: Contexto, 1996.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ELIA, Sílvio. A língua portuguesa no mundo. São Paulo: Editora Ática, 1989.

PAIVA, Dulce de Faria. História da língua portuguesa: séc. XV e meados do séc. XVI. São

Paulo: Ática, 1990.

SILVA NETO, Serafim. Manual de gramática histórica portuguesa. São Paulo: Companhia Editora

Nacional, 1942.

TARALLO, Fernando. Tempos lingüísticos: itinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo:

Ática, 1990.

WILLIANS, Edwin B. Do latim ao português: fonologia e morfologia histórica da língua

portuguesa. Trad. de Antônio Houaiss. 2. ed. Rio de Janeiro:Tempo Brasileiro, 1979.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

TEORIA DA LITERATURA II CNCC LET74D 02 01 00 03 60

Analisa e compreende textos literários: romance, conto, poema lírico, satírico e dramático.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Teoria da Literatura I -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A crítica literária: conceituação. Objeto da crítica. Métodos da crítica: biográfica, determinista,

impressionista, formalista. The new criticism. Estilística. Estruturalismo. A semiótica. Estética da

recepção. Pós-modernismo. Pós-estruturalismo. Michel Foucault. Desconstrução. Teoria pós-

colonial. A crítica feminista. A crítica política. O poema: aspectos intrínsecos da análise poética. O

tempo, o espaço e o enredo na poesia. Características do poema: lírico, satírico, dramático. O

Conto: conceito e estrutura. Tradição e ruptura no conto. Características da análise. O romance:

conceito e estrutura. Tradição e ruptura no romance. Características da análise.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura Brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.

BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática, 1985.

EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

MATOS, Maria Vitalina Leal de. Introdução aos estudos literários. São Paulo:Verbo, 2001.

MOISÉS, Massaud. A análise literária. São Paulo: Cultrix, 2003.

PELLEGRINI, Tânia. A imagem e a letra: aspectos da ficção brasileira contemporânea. São

Paulo: FAPESP, 1999.

SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

_______. Nas Malhas da Letra. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ATAÍDE, Vicente. A narrativa de ficção. Curitiba: Editora dos Professores, 1972.

BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: UNESP, 1998.

BARTHES, Roland. Mitologias. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993.

BURKE, Keneth. Teoria da forma literária. Tradução de José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix,

1969.

COUTINHO, Afrânio. Crítica e crítica. Rio de Janeiro: Simões, 1969.

CULLER, Jonathan. Teoria literária: introdução. São Paulo: Beca Traduções Culturais, 1999.

DELEUZE, Giles. Lógica do sentido. São Paulo: Perspectiva, 1974.

GUINSBERG, J. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1976.

LIMA, Herman. Variações sobre o conto. Rio de Janeiro: Ouro-Cultural, 1967.

ROSENFELD, Anatol. Texto/Contexto: ensaios. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1973.

SAMUEL, Rogel (Org). Novo manual de teoria literária. 3. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2005.

SILVA, Victor Manuel Aguiar e. Teoria da literatura. Coimbra: Almedina, 1968.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LABORATÓRIO DE EXPRESSÃO ORAL CNCC LET 78D 03 01 00 04 75

Estuda os tipos de comunicação oral e os vários registros da língua em nível da elocução formal.

Aborda de forma prática o processo internacional de comunicação.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Comunicação oral: características, elementos. Níveis de formalidade. Como trabalhar a oralidade

em sala de aula - atividades de retextualização. Como processar o texto falado e o escrito.

Influências da oralidade na aquisição da escrita. Técnicas para uma boa apresentação oral: a

expressão corporal, a preocupação do texto e como apresentá-lo em diferentes situações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico. O que é, como se faz. 6. ed. São Paulo. Edições

Loyola, 2001.

CÂMARA Júnior R. M. Dicionário de lingüística e gramática. 13. ed. Petrópolis: Editora Vozes,

2004.

DUBOIS, J. Dicionário de lingüística. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.

FÁVERO, Leonor Lopes et al. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna.

3. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

FIORIN, José Luís. Linguagem e ideologia. 8. ed. São Paulo: Editora Ática, 2005.

GERALDI, Wanderley (Org). O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. 22. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2007.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 7. ed. Campinas/SP: Editora

Pontes, 2000. KOCH, Ingedore V. A coesão textual. 17. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

KOCH, Ingedore; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 17. ed. São Paulo: Contexto,

2006.

LEMLE, M. Guia teórico do alfabetizador. 16. ed. São Paulo: Editora Ática, 2004. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 4. ed. São

Paulo: Cortez, 2003.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º

e 2 º graus. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 12. ed.

SP: Martins Fontes, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e lingüística. São Paulo: Scipione, 2001.

PRETI, D. Sociolingüística: os níveis de fala - um estudo sociolingüístico do diálogo na literatura

brasileira. São Paulo: Edusp, 2003.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

ANÁLISE DO DISCURSO CNCC LET99E 03 01 00 04 75

Estuda o processo de construção de textos diversos (orais e escritos) numa perspectiva de

articulação entre o componente linguístico, o histórico-social e o ideológico.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A análise de discurso: concepções e objeto de estudo. Noções de fala, texto e discurso. Sujeito,

história e linguagem. Análise de discurso e interpretação. Elementos para a análise do discurso:

dispositivos e procedimentos. O discurso em textos diversos: literários e não-literários, letra de

músicas, de propaganda, charges, filmes etc.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BACCEGA, M. A. Palavra e discurso: história e literatura. São Paulo: Ática, 1995.

CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. São Paulo: Ática, 1989.

FIORIN, José Luis. Linguagem e ideologia. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991.

______. Elementos de análise do discurso. 6. ed. São Paulo: Contexto, 1997.

KOCH, Ingedore G. V. A interação pela linguagem. 4. ed. São Paulo: Contexto, 1998.

MAINGUENAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. Campinas:

Pontes/UNICAMP, 1989.

___________. Elementos de lingüística para o texto literário. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ORLANDI, Eni P. Discurso e texto: formulação e circulação dos sentidos. Campinas: Pontes,

2001.

_______. Análise de discurso: princípios e procedimentos. 4. ed. São Paulo:Pontes , 2002.

_______. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. 4. ed. Campinas: Pontes,

2004.

PECHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Trad. de Eni P.

Orlandi et al. 2. ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 1995.

POSSENTI, Sírio. Discurso, estilo e subjetividade. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO CARGA

HORÁRIA T P TB TOTAL

LITERATURA BRASILEIRA I CNCC LET 77D 02 01 00 03 60

Contextualiza a temática, a obra e o autor no cenário sócio-político-cultural de cada estilo de

época, do quinhentismo à literatura nacional – Romantismo.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Linguística II Literatura Brasileira II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Os princípios da literatura no Brasil: a literatura informativa. Ecos do barroco na literatura

brasileira: Pe. Antonio Vieira e Gregório de Matos. Construção imagética e ideológica do

arcadismo no Brasil: Tomáz Antonio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Basílio da Gama e Santa

Rita Durão. O Romantismo e a construção da identidade nacional. A poesia romântica em suas

três gerações: Gonçalves Dias, Álvaro de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela,

Junqueira Freire, Sousa Andrade, Castro Alves. As tendências na prosa romântica: o indianismo

em José de Alencar. O romance urbano em Alencar e Joaquim Manoel de Macedo. O

regionalismo em Alencar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1978.

CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo: Martins,

1952

COUTINHO, Afrânio. A literatura brasileira através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1997.

__________. Afrânio (Org.). A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: José Olimpio/ Universidade

Federal Fluminense, 1986.

SODRÉ, Nelson Werneck. História da literatura brasileira. São Paulo: DIFEL, 1982.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABREU, Jorge O. de. História da literatura nacional. Rio de Janeiro: Oficina Gráfica do Mundo

Médico, 1930.

BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta à Euclides: breve história da literatura brasileira. Rio

de Janeiro: José Olimpio, 1977.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PRÁTICA DE ENSINO II ES EDC 74N 00 00 02 02 90

Elabora e executa projetos de intervenção na forma de minicursos, oficinas e projetos de

extensão, relacionados à prática pedagógica de língua portuguesa e literaturas de língua

portuguesa no ensino fundamental e médio.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Prática de Ensino I Prática de Ensino III

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O contexto relacional entre prática-teoria-prática. A unidade teoria e prática. Práxis:

indissocialidade entre teoria e prática e atividade docente. Pesquisa, formação e prática docente

comum ou especial. O papel da pesquisa na formação e na práxis dos professores. A pesquisa

como princípio científico-educativo. A pesquisa em educação especial. Currículo. O espaço da

prática de ensino na formação do professor de língua portuguesa e literaturas de língua

portuguesa no ensino fundamental e médio. O papel da didática na formação do professor de

língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Professor: formação, identidade, perfil e

trabalho docente. A atuação do professor de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa

face à educação inclusiva. Os projetos de trabalho. Planejamento do ensino numa perspectiva

crítica da educação. Planejamento das ações educativas. Análise e seleção de procedimentos e

recursos de ensino e aprendizagem. Os objetivos da educação. Objetivos procedimentais e

operacionais. Conteúdos escolares: a quem compete a seleção e a organização? Seqüências

didáticas e seqüências de conteúdos. A questão da metodologia de ensino na didática escolar.

Avaliação em educação: a teoria e a prática. Avaliação dos sistemas educacionais e do

rendimento.

Diagnóstico, prognóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem no ensino de língua

portuguesa e literaturas de língua portuguesa no ensino fundamental e médio. Intervenção

didático-pedagógica. Projeto de extensão. Relatório final das atividades desenvolvidas na

disciplina.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolingüística. São Paulo: Contexto, 1999.

GERALDI, João Wanderley (Org). O texto na sala. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção pré-escola à

Universidade. 21. ed. Porto Alegre: Mediação, 2003.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 18. ed. São Paulo: Cortez,

2002.

MENEGOLLA, Maximiliano; SANTANA, Ilza Martins. Porque planejar? Como planejar?

Currículo-área-aula: escola em debate. Petrópolis: Vozes, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BATISTA, Antônio Augusto G. Aula de português: discurso e saberes escolares. São Paulo:

Martim Fontes, 1991.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino fundamental. Secretaria de Educação

Fundamental: Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Linguagens, códigos e suas

tecnologias. Brasília: MEC/SEMT, 1997.

BRASIL. Referenciais para a formação de professores. Brasília: MEC/SEF, 1999.

CANDAU, Vera (Org). Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 1994.

FAZENDA, Ivani Catariana Arantes et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. São

Paulo: Papirus, 1991.

MALARD, Letícia. Ensino e literatura no 2º grau: problemas perspectivas. Porto Alegre: Mercado

de Letras, 1985.

MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Trabalho docente e formação de professores de educação especial. São Paulo: EPU, 1993.

NÓVOA, Antônio (Coord). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

_________________-. Vida de professores. Porto: Editora Porto, 1992.

__________________. Profissão professor. Porto: Editora Porto, 1991.

POSSENTI, Sírio. Por que(não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP: Mercado das

Letras, 1996.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Trad. Cláudia Schelling. 6. ed. Porto Alegre: Artes Médicas,

1998.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

STAINBACK, Susan; STAINBACK, Willian. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre:

Artmed, 1999.

VASCONCELOS, Celso dos Santos. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto

político pedagógico. 5. ed. São Paulo: Libertad, 1999.

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LÍNGUA PORTUGUESA VI CNCC LET 79D 02 01 00 03 60

Compreende e classifica os recursos semânticos da linguagem e sua aplicação na produção e

análise de textos.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Língua Portuguesa V -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Apresentar conceitos de semântica, léxico e contexto. Discutir as teorias abordadas no processo

de significação e contextualidade. Discutir os problemas de comunicação e referenciação no texto

e no contexto. Considerar as reflexões da disciplina com a prática de sala de aula e as relações

sociais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 16. ed. São Paulo: Ática, 2004.

FIORIN, José Luiz (Org). Introdução à lingüística: objetos teóricos. 3. ed. São Paulo: Contexto,

2004.

LYONS, John. Língua(gem) e lingüística: uma introdução. Trad. Marilda Winkler Averburg e

Clarisse Sieckenius de Souza. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

MARQUES, M. Helena D. Iniciação à semântica. 5. ed. Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 1990.

_________. Estudos semânticos. Rio de Janeiro: Grifo, 1976.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Lingüística: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 8ª Ed. Trad. Clarisse M. Sabóia. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

VANOYE, Francis. Uso da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 8ª Ed.

Trad. Clarisse M. Sabóia. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. 5. ed. Contexto: São Paulo,

2004.

LANGACKER, Ronald W. A linguagem e sua estrutura: alguns conceitos fundamentais. Trad.

Gilda M. C. de Azevedo. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1977.

PÊCHEUS, Michel. Semântica e discurso: uma a afirmação do óbvio. Trad. de Eni P. Orlandi et

al. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1995.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LITERATURA PORTUGUESA I CNCC LET 80D 02 01 00 03 60

Estuda a diacronia da literatura portuguesa do trovadorismo ao arcadismo, através de textos

críticos, teóricos e literários representativos dos respectivos estilos de época.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- Literatura Portuguesa II

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Formação da nacionalidade portuguesa e os estilos literários. O romance de cavalaria: aspectos

gerais. Trovadorismo. A poesia trovadoresca e os cancioneiros. As novelas de cavalaria.

Humanismo: preliminares. Os cronistas. A poesia: o cancioneiro geral. O teatro popular: Gil

Vicente. Classicismo: preliminares - Luís Vaz de Camões.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. Poética. In Obras. Madrid: Agulilar, 1962.

GODINHO, Vitorino Magalhães. A estrutura da antiga sociedade portuguesa. Lisboa: Arcádia,

s/d.

MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa em perspectiva. V. 1, 2, 3 e 4. São Paulo: Atlas,

1994.

_______. A literatura portuguesa. 12. ed. São Paulo: Cultrix, 1974.

_______. A literatura portuguesa através dos textos. 12. ed. São Paulo: Cultrix.

SARAIVA, Antônio José & LOPES, Oscar. História da literatura portuguesa. Porto: Porto, 1985.

SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. Mem Martins. Europa-América, 1998.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

ESTUDOS ÉTNICOS E RACIAIS CNCC CIS 644 01 02 00 03 75

Estuda a cultura de povos africanos que contribuíram para a formação da sociedade brasileira,

escolhendo uma de suas línguas para ser estudada e analisada nos seus aspectos semânticos e

gramaticais básicos, para que se possa avaliar a sua contribuição tanto cultural quanto linguística

no solo brasileiro. Estuda a cultura africana enfatizando aspectos representativos de uma das

línguas oriundas da África no contexto brasileiro.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceitos de raça e etnia e a formação pluri-étnico-racial de todos os povos e nações. História da

África e da sua colonização européia. Etnocentrismo, colonialismo e violência na África: a teoria e

a práxis revolucionária de Fanon. Etnocentrismo, colonialismo e violência nas Américas: o mito da

democracia racial de Gilberto Freyre, as relações cordiais de Buarque de Holanda e o racismo

assimilacionista de Darcy Ribeiro. O processo de anomia na integração do negro no sistema de

classes e o branqueamento da população trás a abolição da escravidão de Florestan Fernandes,

Lanni e Francisco de Oliveira. A fábula sobre o mito das três raças de Roberto da Matta. Relação

da ética protestante do espírito capitalista de Weber com o etnocentrismo ocidental e suas

conseqüências. A necessidade de alteridade e ética intercultural na diversidade cultural da

globalização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABDALA, J, Benjamin. Margens da Cultura, mestiçagem, hibridismo e outras misturas. São

Paulo: Boitempo, 2004.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABDALA, J, Benjamin. El Movimento Popular em Salvador de Bahia: um nuevo debate em lãs relaciones entre gênero, etnia y clase. (tese de doutorado) Madri: Universidade Complutense,

1996.

_______.Análise da problemática da criança e do adolescente em situação de rua em Salvador a partir da complexidade genérico-racial. IV Simpósio de Pesquisadores sobre

Mulher e Relações de Gênero. UFBA, Salvador, 14 a 16 de outubro de 1998.

_______. Relación gênero-etnia-clase: reflexión dobre La genealogía Del poder. I Simpósio

Internacional “O desafio à deferência”. Salvador: UFBA, 10-12 de abril de 2000.

BEMJAMIN, Roberto. A África está em nós. 1. volume. João Pessoa: Editora Grafset, 2004.

CHUKWUDI EZE, Emmanuel. Pensamento africano: cultura e sociedade. Barcelona: Bellaterra,

2005.

CONSTAT, V. IRIGARAY R.H.Orixás, indivíduos e organizações. RAP. 34. Rio de Janeiro,

maio/junho 2000.

DA MATTA. Roberto. O que faz o Brasil? São Paulo: Brasiliense, 1980.

DE LIMA, Venício Artur.Comunicação e cultura nas idéias de Paulo Freire. Rio de Janeiro. Paz

e Terra, 1981.

DA SILVA, A.C. A discriminação do Negro no Livro Didático. Salvador:CEAO, 1995

Dicionário de literatura del África subsahariana. Barcelona: VIRUS editora, 2001.

FANON, Franz. Pele negra, máscaras brancas. Rio de Janeiro: Fator, 1983.

FERNANDES, Florestan. A integração do negro na sociedade de classes. São Paulo: Ática,

1978.

FONSECA, Maria NAZARETH Soares (Org.). Brasil afro-brasileiro. Belo Horizonte: Autêntica,

2001.

FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro. José Olympio, 1984.

IANNI, Otávio. Raças e classes sociais no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1987.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1999.

LUZ, Marco Aurélio (Org). Identidade negra e educação. Salvador: Ianamá, 1989.

MALCOM X habla a La juventud. Nova York: Pathfinser, 2002.

MOURA, Clóvis. Sociologia do negro brasileiro. São Paulo: Ática, 1988.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

SEM, Amartya. La sabana occidental africana. In SEM, A. El nível de vida. Madrid: Editorial

Complutense, 2001.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SILVA, A. C. da A discriminação do negro no livro didático. Salvador: CEAO, 1995.

SILVA, Jônatas C. de. Vozes quilombolas: uma poética brasileira. Salvador: EDUFBA, 2004.

SOUZA, Florentina da S. Identidades afro-brasileiras: contas e rosários. Caderno CRH n. 33, p.

75-102, jul-dez 2000.

UFBA. A Cor da Bahia. Educação, racismo e anti-racismo. Salvador: Novos Toques, 2000.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LITERATURA INFANTO-JUVENIL (Tema Especial I)

CNCC LET 93E 01 02 00 03 75

Estuda a importância da literatura infanto-juvenil na formação do futuro leitor, discutindo a forma

de aproveitamento da tensão ético-estético desta ficção.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito e história da literatura infantil. Os contos de fadas e sua importância na construção do

imaginário e na formação do leitor. Fases e desenvolvimento do leitor. Os contos de fadas

tradicionais e os modernos. As histórias em quadrinhos: concepções, importância e análise.

Características estilísticas e estruturais da literatura infanto-juvenil. A poesia para crianças e

jovens. Análise de textos literários infanto-juvenis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMOVICH, Fany. Literatura iInfantil. Gostosuras e bobices. São Paulo. Scipione, 1989.

AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas? Petrópolis/RJ: Vozes,1997.

ANDRADE, Inaldete Pinheiro. Racismo e anti-racismo na literatura infanto-juvenil. Recife:

Produção Editorial, 2001.

BETTELHEM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CADEMARTORI, Lígia. O que é literatura infantil. São Paulo: Brasiliense, 1986.

CUNHA, Maria A. Antunes. A literatura infantil: teoria e prática. São Paulo: Ática, 1986.

HELD, Jacqueline. O imaginário no poder. São Paulo: Summus, 1980.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil no Brasil: história & histórias. São

Paulo: Ática, 1994.

MUNANGA, Kabengule (Org.). Superando o racismo na escola. Brasília/DF: Ministério da

Educação, Secretaria da Educação Fundamental, 2000.

PERROTI, Edmir. O texto sedutor na literatura infantil. São Paulo: Ícone, 1986.

RIBEIRO, Jonas. Ouvidos dourados: a arte de ouvir histórias (... para depois contá-las...). São

Paulo. Ave Maria, 1999.

ROSEMBERG, Fulvia. Literatura infantil e ideologia. São Paulo: Global, 1985.

ZILBERMAN, R.; MAGALHÃES, Lígia Cademartori. Literatura Infantil: autoritarismo e

emancipação. São Paulo: Ática, 1982.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LITERATURA BRASILEIRA II CNCC LET 83D 02 01 00 03 60

Analisa a literatura do romantismo à produção atual.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Literatura Brasileira I -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

ROMANTISMO

O eu, a pátria, a mulher, a natureza, Deus, a história, a ética, a moral: Gonçalves de Magalhães,

Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Junqueira Freire, *Sousândrade

(Joaquim de Sousa Andrade).

PARNASIANISMO

A “musa impassível”? Olavo Bilac, Raimundo Correa, Alberto de Oliveira, Machado de Assis.

SIMBOLISMO

O “culto do oculto”: Cruz e Sousa.

PRÉ-MODERNISMO.

A ciência da poesia e a poesia da ciência. Augusto dos Anjos.

MODERNISMO

As várias matérias e maneiras: Osvald de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos

Drummond de Andrade, Cecília Meireles, João Cabral de Melo Neto, Ferreira Gullar, Décio

Pignatari, Mário Chamie.

PÓS-MODERNISMO

A “geléia geral”: Manoel de Barros, Ana Cristina César, Paulo Leminski.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.

_______. Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 2003.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 2. ed. São Paulo:

Martins, 1964.

COUTINHO, Afrânio (Org). A literatura no Brasil. V. 3, 4 e 5. 6. ed. São Paulo: Global, 2002.

COUTINHO, Carlos Nelson (Org). Realismo e anti-realismo na literatura brasileira. Rio de

Janeiro: Paz e Terra, 1976.

GUINSBURG, Jacó (Org) O romantismo. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1985.

LIMA, Luiz Costa. Lira e antilira (Mário, Drummond, Cabral). Rio de Janeiro: Topbook. 2000.

MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta á Euclides. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio,

1979.

MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira (modernismo). São Paulo: Cultrix, 1989.

PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de época na literatura brasileira. 17. ed. São Paulo: Ática,

1992.

RONCARI, Luiz. Literatura brasileira: dos primeiros cronistas aos últimos românticos. 2ª Ed. São

Paulo: Edusp, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SUSSEKIND, Flora. Tal Brasil, qual romance? Rio de Janeiro: Achiamé, 1991.

TELLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e o modernismo brasileiro. 17ª. ed.

Petrópolis: Vozes, 2002.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PRÁTICA DE ENSINO III ES EDC 75N 00 00 02 02 90

Aplica os conhecimentos e as experiências teórico-práticas adquiridas no curso, levando em conta

os processos funcionais e estruturais do currículo, desenvolvendo estágio de regência em Língua

Portuguesa e Literatura, sob a forma de aulas, nas escolas de ensino fundamental da região

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Prática de Ensino II Prática de Ensino IV

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A prática de ensino no curso de Letras: a relação teoria-prática. Características e

operacionalização de propostas (projetos) de ação pedagógica. Proposta de estágio. Regência

contemplando leitura e produção textual, análise lingüística e estudos literários. Características e

operacionalização de relatório de estágio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (Coord.). Era uma vez... na escola: formando educadores para formar

leitores. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

GERALDI, João Wanderlay. O texto na sala de aula. 2. ed. Cascavel: ASSOESTE, 1984.

PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio supervisionado: a aproximação

da realidade escolar e a prática da reflexão. In: FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino

e o estágio supervisionado. 2. ed. Campinas: Papirus, 1994.

POSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola? Campinas: Mercado de

Letras/Associação de Leitura do Brasil, 1996.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes; ALARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Pioneir Thomson Learning, 2005

CHIAPPINI, Lígia. Aprender e escrever com textos. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed.

Campinas: Papirus, 1994.

KIRST, Marta, CLEMENTE, Ivo (Org.). Lingüística aplicada ao ensino de português. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1987.

MARTINS, Aracy Alves; BRANDÃO, Heliana Maria Brina; MACHADO, Maria Zélia Versiani (Org.).

Escolarização da leitura literária. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,

2004.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

POLÍTICA EDUCACIONAL (Tema Especial II) CNCC LET 91E 01 02 00 03 75

Estudo analítico das políticas educacionais no Brasil com destaque para: a política educacional no

contexto das políticas públicas, organização dos sistemas de ensino considerando as

peculiaridades nacionais e os contextos internacionais, políticas educacinais e legislação de

ensino, estrutura e funcionamento da educação básica e impasses e perspectivas das políticas

atuais em relação à educação. A gestão participativa. Educação e cidadania, o papel político e

social da escola.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Políticas Educacionais no Brasil: políticas municipais, estaduais e federais para a educação.

Parâmetros Curriculares Nacionais no ensino fundamental e médio. Diretrizes nacionais de

educação especial na educação básica. Politicas publicas de incentivo à leitura: PNDL e FNDL. A

política educacional no contexto das políticas publicas: políticas educacionais X política

econômica. Os sistemas de ensino nacionais e internacionais: políticas publicas nacionais e

internacionais: quadro comparativo. politicas educacionais e legislação de ensino: Lei 9.394/96;

Lei de Diretrizes e Bases na Educacional Nacional (LDB); Lei 10.639/2003: sobre o ensino de

historia e cultura afro-brasileira e africana. O papel da educação na sociedade tecnológica. Politica

de gestão em educação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith. ET AL. Linguagem, espaços e tempos no ensinar a aprender. Rio de Janeiro. DP&A, 2000.

Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (São Paulo) – SP). Livro do Diretor:

escolas, espaços e pessoas. São Paulo: CEDA/MEC/UNESCO, 2002.

Lei de Diretrizes e Bases – LDB:9394/96

Lei 10.639/2003.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasilia: MEC/ SEF,

1997.

_____________.Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino

fundamental: língua portuguesa. Brasilia: MEC/SEF, 1998

Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio.

Brasília: MEC/SEF, 2002.

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica SAEB. Relatorio Saeb, 2001 – Língua

Portuguesa. Brasilia: MEC, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

WWW.mec.gov.br

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LITERATURA PORTUGUESA II CNCC LET 84D 02 01 00 03 60

Estuda a diacronia da literatura portuguesa do romantismo ao simbolismo, através de textos

representativos, traçando linhas com pressupostos de transição ao modernismo.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Literatura Portuguesa I -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O Olhar português do mar para terra. Percurso pré-moderno, moderno da cultura literária

portuguesa: o Romantismo e o olhar para terra portuguesa do passado para o presente. O

impressionismo e Simbolismo: a decadência do olhar cientificista do Realismo-Naturalismo e

ascensão do olhar sensível. Orfismo; Fernando Pessoa: olhar fingidor do poeta. Mário de Sá-

Carneiro.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. Poética. In: Obras. Madrid: Aguilar, 1962.

ABDALA JÚNIOR; Benjamim; PASCHOALIN, Maria Aparecida. História social da literatura portuguesa. São Paulo: Ática, 1990.

LEPECKI, Maria Lucia. A narrativa portuguesa: dez anos depois de abril. Boletim do SEPESP.

V. 2. Rio de Janeiro; UFRJ, 1988.

LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade: psicanálise mítica do destino português. Lisboa:

Dom Quixote, 1982.

MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa em perspectiva. V. 3 e 4. São Paulo: Atlas, 1994.

SARAIVA, Antônio José. A cultura em Portugal - teoria e história. Lisboa: Bertrand, 1982 (Livro

1), 1984 (Livro II).

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SARAIVA, Antônio José & LOPES. História da literatura portuguesa. Porto, 1985.

SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. Mem Martins, Europa América, 1998.

SEIXO, Maria Alzira. A palavra do romance. Lisboa: Horizonte Universitário, 1988.

SILVA, Anazildo Vasconcelos da. Semiotização literária do discurso. Rio de Janeiro: Elo, 1984.

TORRES, Alexandre Pinheiro. O neo-realismo literário português. Lisboa: Moraes, 1977.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE FINAL DE CURSO - TCC CNCC EDC 76N 01 02 00 03 75

Trabalho monográfico. Artigo científico. Memorial: conceito, finalidade e estrutura do trabalho de

final de curso de acordo com a opção do aluno.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Estudo dos conceitos científicos. Método de investigação. Tipos de pesquisa. Normas: citações,

fontes, roda-pé, referências, margens. Composição do trabalho científico. Caracterização das

principais abordagens teórico-metodológicas na elaboração e na implementação de projeto e na

produção de monografias, artigos e memoriais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

LAKATOS, Eva; MARCONI, Marina. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,

pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicação e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo:

Atlas, 2001.

_________________________. Técnica de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa

bibliográfica, elaboração, análise e interpretação de dados. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 7.

ed. São Paulo: Atlas, 2005.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no caminho de

Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2002.

GIL, Antônio Carlos. Pesquisa social. 5. ed. São Paulo:Atlas, 2002.

GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisar qualitativos em ciências

sociais. 7ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.

LAKATOS, Eva, MARCONI, Marina. Fundamentos da metodologia científica. 3. ed. São Paulo:

Atlas, 1991.

___________________. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

CULTURA BAIANA (Tema Especial III)

CNCC CIS 629 02 01 00 03 60

Estuda as particularidades do processo histórico baianao com ênfase na problemática social,

política e cultural. Analisa a formação e desenvolvimento da cultura baiana.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A influência do indígena, do europeu e do africano na formação da Bahia.Os movimentos sociais

na história da Bahia.Os Sertões no Plural.A literatura de Jorge Amado como leitura da Bahia.

Sagrado e profano nas terras baianas.Manifestações culturais da Bahia. Falares Baianos.O

Carnaval baiano. Saberes do povo africano na Bahia.Economia da cultura.Cultura e mídia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS, Brasil (Org.). A poesia baiana no século XX. RJ: Imago, 1999.

BERND, Zilá. Introdução à Literatura Negra. SP: Brasiliense, 1988.

COSTA, Sebastião Heber V. A festa da irmandade da Boa Morte e o ícone ortodoxo da dormição de Maria. Salvador: Editoração Eletrônica, 2005

CRUZ, Décio Souza. O pop: literatura, mídia e outras artes. Salvador: Quarteto, 2003.

MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. 33 ed. SP: Cultrix, 2005.

RIBEIRO Darcy. O povo brasileiro - a formação e o sentido do Brasil.SP: Cia. das letras, 1995.

RODIGUES, NINA. O animismo feitichista dos negros baianos.Salvador/Ba: Editora Teatro

XVIII, 2005

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil. São Paulo: Livraria pioneira editora, 1989.

________. Lãs américas negras. Madrid: Alianza Editorial, 1967.

DA MATTA, Roberto. A casa e a rua. Rio de janeiro: Guanabara, 1991.

FREYRE. Gilberto. Casa Grande e Senzala. Rio de janeiro: José Olympio, 1973.

HOLANDA. Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de janeiro: José Olympio, 1984.

OLIVEN. Ruben George. A antropologia e a diversidade cultural no Brasil. Revista de

antropologia, nº 33 Dto. Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da

USP, São Paulo, 1990.

ORTIZ. Renato. Cultura Brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1985.

PRADO. Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense. 1965

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

LITERATURA CONTEMPORÂNEA CNCC LET 98E 02 01 00 03 60

Estudo dos conceitos de crítica e história relacionados aos conhecimentos da teoria, tendo em

vista também a história dos fatos e valores sócio-econômicos, políticos e culturais, numa

perspectiva contemporânea que compreenda a literatura como fenômeno da cultura e como

prática social, relacionada aos diversos campos do saber e da arte, numa abordagem intertextual

e interdisciplinar.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

- -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Literatura contemporânea: origens e conceitos. Panorama da literatura brasileira contemporânea

em poesia e prosa: autores, temas e perspectivas. A crítica literária: a revisão teórica dos estudos

culturais. A construção interdisciplinar do texto literário: história, memória, cultura e identidade.

Literatura e sociedade: tensões, rupturas e sujeições.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

D’ONOFRIO, Salvadore. Teoria do texto I: prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo:

Ática, 1995.

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

SAID, Edward.Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

SANTIAGO. Silviano. Nas malhas da letra. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

_________. Uma literatura nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

SAVIOLI, Francisco, Platão & FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 16.

ed. São Paulo: Ática, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAKHTIN, Mikhail. Questões de Literatura e de Estética. São Paulo: UNESP, 1998.

BARTHES, Roland. Mitologias. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1993.

COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria. Literatura e senso comum. Belo Horizonte,

Editora UFMG, 2001.

CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: BECA, 1999.

MEGALE, Heitor. Elementos de teoria literária. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

MEIRA, Cecil. Introdução ao estudo da literatura. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,

1974.

SAID, Edward. Cultura e imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão. São Paulo: Brasiliense, 1983.

SILVA, Vitor Manuel de Aguar e. Teoria da literatura. 8. ed. Coimbra: Almedina, 1993.

SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. 2. ed. Rio de

Janeiro: Francisco Alves, 1988.

WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das

Letras, 1989.

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EMENTA

DISCIPLINA NATUREZA CÓDIGO CREDITAÇÃO

CARGA HORÁRIA

T P TB TOTAL

PRÁTICA DE ENSINO IV ES EDC 71J 00 00 02 02 90

Aplica os conhecimentos e as experiências teórico-práticos adquiridos no curso, levando em conta

os aspectos funcionais e estruturais do currículo, desenvolvendo estágio de regência em Língua

Portuguesa e Literaturas, sob a forma de aulas desenvolvidas nas escolas de ensino médio da

região.

PRÉ-REQUISITO É PRÉ-REQUISITO PARA

Prática de Ensino III -

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A prática de ensino no curso de Letras: a relação teoria-prática. Características e

operacionalização de propostas (projetos) de ação pedagógica. Proposta de estágio: regência

contemplando leitura e produção textual, análise lingüística e estudos literários. Características e

operacionalização de relatório de estágio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (Coord.) Era uma vez... na escola: formando educadores para formar

leitores. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio supervisionado: a aproximação

da realidade escolar e a prática da reflexão. In: FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 10ed. Campinas: Papirus, 2004.

SILVA, Luis Heron da (org.) . Século XXI: qual conhecimento? Qual currículo?.RJ: Vozes,

2000.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. 9 ed. SP: CORTEZ, 2004.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Pioneir Thomson Learning, 2005.

CHIAPPINI, Lígia. Aprender e escrever com textos. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed.

Campinas: Papirus, 1994.

KIRST, Marta; CLEMENTE, Ivo (Org.). Lingüística aplicada ao ensino de português. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1987.

MARTINS, Aracy Alves; BRANDÃO, Helena Maria Brina; MACHADO, Maria Zélia Versiani (Org.).

Escolarização da leitura literária. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental.

Brasília: MEC/SEF, 1998.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,

2004.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola? Campinas: Mercado de

Letras/Associação de Leitura do Brasil, 1996.

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CURRÍCULO REDIMENSIONADO

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Para a operacionalização do Currículo Redimensionado apresentado a seguir,

optou-se por uma metodologia que favorecesse a interação entre todos os eixos

por ele constituído, possibilitando o desenvolvimento da interdisciplinaridade

através de temas norteadores previamente definidos. Estes temas, desenvolvidos

do 1º ao 8º semestre, possibilitam a existência de um fio condutor no

direcionamento dos trabalhos, fazendo-os parte de um todo interdisciplinar. Isso

não significa que cada componente curricular isoladamente desenvolverá o tema

norteador, mas, ao contrário, que cada componente a partir deste tema deverá

estabelecer a relação com outros componentes também trabalhados no semestre.

Os temas norteadores definidos são:

Linguagem e Significação: desenvolvido no 1º semestre, este tema propõe

uma reflexão sobre a linguagem e os meios lingüísticos e literários para

construção do significado nos diferentes tipos de textos;

Linguagem e Ideologia: desenvolvido no 2º semestre, este tema propõe a

articulação entre os componentes curriculares de literatura e os componentes

curriculares de língua, os quais examinarão as relações entre signo e ideologia

e as manifestações lingüísticas que revelam a ideologia dos autores veiculada

pelos textos, além de analisarem o texto literário como manifestação especial

da linguagem enquanto ideologia, destacando no discurso o embate de vozes

autônomas ou dependentes da visão de mundo do autor, considerando para

tanto a critica estético-sociológica;

Múltiplas Linguagens: desenvolvido no 3º semestre, este tema propõe ampliar

o conhecimento critico em relação às diversas produções culturais e artísticas

permitindo a distinção do seu uso poético, como também a articulação desse

uso aos mais diversos âmbitos da criação artístico cultural;

Linguagem e Sociedade: desenvolvido no 4º semestre, este tema deve

contemplar as interações entre sujeito, sociedade, poder, valores sócio-

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econômicos, culturais, estético, éticos e políticos, compreendendo a língua e a

literatura como práticas sócio-discursivas enquanto agentes de reflexão e

transformação de imposições estabelecidas pelas instâncias dos sistemas de

dominação;

Linguagem e História: desenvolvido no 5º semestre, este tema procura

detectar a formação histórica do português brasileiro e das línguas românicas,

discutindo-se as relações sociais, políticas e históricas que promoveram a

diversificação lingüística;

Linguagem e Cultura: apresentado no 6º semestre, este tema será

desenvolvido num processo de simbiose, onde linguagem e cultura,

aparentemente distintas, pressupõem uma à outra. Numa suposta continuação

do tema do semestre anterior, serão estudados, de modo critico, os diferentes

movimentos culturais literários e a sua identidade com as mudanças históricas.

Em relação à língua, serão estudados os aspectos lingüísticos que promovem

as diferenças culturais, bem como a formação cultural do nosso povo;

Linguagem e Ciência: desenvolvido no 7º semestre, este tema procura discutir

o conceito de ciência nos estudos lingüísticos e literários, e como essas áreas

de estudo se constituem como ciência. Serão discutidos procedimentos de

investigação cientifica nessas áreas, sua evolução e influência no ensino da

Língua Portuguesa;

Linguagem e Ensino: desenvolvido no 8º semestre, este tema busca retomar

os temas trabalhados no desenvolvimento do curso para elaboração do TCC,

o qual deve conter reflexões sobre os conteúdos lingüísticos e literários e a

sua relação com o ensino da Língua Portuguesa. Explica-se, desse modo, por

que Linguagem e Ensino, amplamente discutido em todo o curso, é o tema

norteador do último semestre.

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Todos estes temas refletem a preponderância da linguagem, evidenciando a sua

relação com o desenvolvimento social, histórico, cultural e científico da sociedade

em que o curso está inserido e das áreas de conhecimentos para formação do

profissional de letras, com língua, literatura e a prática pedagógica.

Os componentes curriculares propostos para o curso, apresentam uma

flexibilização que permite a sua execução na forma de disciplina, seminários,

oficinas, grupos de estudos, laboratório ou metodologia diversificada. Neste último

caso, não se define a forma de execução porque esta pode variar a depender do

que é idealizado pelo Colegiado a cada semestre. Tal flexibilização também é

observada na eliminação de pré-requisitos, o que implica a não consideração de

um conteúdo superior ao outro, ou ainda a possibilidade de mudar de um

semestre para o outro a oferta de determinado componente curricular.

Na sua distribuição ao longo dos oito semestres, alguns desses componentes são

fixos e outros adicionais. Os fixos são assim considerados por não sofrerem

mudanças de oferecimento no decorrer do curso, podendo o Colegiado decidir,

por exemplo, pela troca de um desses componentes de semestre, mas não

podendo deixar de oferecê-los. Quanto aos componentes adicionais, são

necessários para que o aluno tenha mais opções de aprofundamento na área de

seu interesse. Assim, o oferecimento desses componentes imprime movimento ao

curso, possibilitando ao aluno, o direito de escolher a área em que deseja

completar a carga horária destinada a eles: ou em língua, ou em literatura, ou em

ambas. O mais importante é o aluno poder escolher/selecionar os estudos que

possam acrescentar mais informações a área pela qual ele se interessa. Embora

o Colegiado possa decidir pela oferta desses componentes adicionais, é

importante que para atender a Lei 10.639/04 de 10.01.2003 e a Resolução

CNE/CP 01/04, parte da carga horária destinada a eles, seja utilizada em pelo

menos 90 horas, em temáticas referentes a Relações Étnico Raciais e às

Histórias e Culturas Africanas e Indígenas.

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Os Seminários Interdisciplinares de Pesquisa (SIP), integrantes do Eixo

Interdisciplinar, ocorrem no final de cada semestre letivo, onde são apresentados

trabalhos acadêmicos e/ou projetos de pesquisa envolvendo os conteúdos

estudados e analisados, bem como a relação necessária entre eles.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) exige do aluno a apresentação de um

trabalho monográfico conclusivo. A orientação para este trabalho acontece no

último semestre, quando o aluno, depois de ter cursado todos os componentes

curriculares e realizado parte do estágio, deve demonstrar competência e

habilidade para sua formação profissional como professor de Língua Portuguesa

que irá atuar na educação básica. Em função dele, é que o SIP não ocorre no

último semestre do curso, visto que o TCC resume a função desse Seminário.

As atividades extra-curriculares podem ser aproveitadas tanto no âmbito do

Estágio, onde o aluno pode obter redução de carga horária, quanto no âmbito da

participação em eventos, desde que observados os limites permitidos (ACC - Res.

do CONSEP no 792/2007).

A distribuição dos componentes curriculares com suas respectivas ementas,

cargas horárias, formas de execução e referências bibliográficas encontra-se

apresentada a seguir.

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3.4.10. Currículo Pleno Redimensionado

TEMPO MÍNIMO: 04 anos TEMPO MÁXIMO: 07 anos

CARGA HORÁRIA: 3.280 h

COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

TEMA: LINGUAGEM E SIGNIFICAÇÃO

Significação e Contexto 1o CNCC 60

Morfologia e a Construção do Significado 1o CNCC 60

Construção do Sentido no Texto Literário 1o CNCC 60

Leitura e Produção de Texto I 1o EI 30

Estudos Filosóficos 1o EI 30

Texto Literário e a Formação do Leitor 1o CNCC 45

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa I 1o EI 45

Prática Pedagógica I 1o FD 90

Carga horária total do semestre 420

TEMA: LINGUAGEM E IDEOLOGIA

Texto e Discurso 2o CNCC 60

Estudos Sócio-Antropológicos 2o EI 30

Tradição e Ruptura em Literaturas de Língua Portuguesa 2o CNCC 60

Estudo da Produção Literária no Brasil 2o CNCC 45

Aspectos Sócio-Psicológicos da Educação Especial (Componente Adicional) 2o CNCC 30

Leitura e Produção de Texto II 2o EI 30

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COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa II 2o EI 45

Prática Pedagógica II 2o FD 105

Carga horária total do semestre 405

TEMA: MÚLTIPLAS LINGUAGENS

Relações Sintáticas na Língua 3o CNCC 60

Estudos Teóricos do Texto Literário 3o CNCC 60

O Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil 3o CNCC 60

Literatura e Outras Artes 3o CNCC 45

Estudos Epistemológicos da Aprendizagem 3o EI 60

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa III 3o EI 45

Prática Pedagógica III 3o FD 105

Carga horária total do semestre 435

TEMA: LINGUAGEM E SOCIEDADE

Estudos Fonéticos e Fonológicos 4o CNCC 60

Diversidade Lingüística 4o CNCC 45

A Função Social da Leitura e da Produção Textual 4o CNCC 30

Cânones e Contextos na Literatura Brasileira 4o CNCC 45

Estudos da Produção Literária Baiana 4o CNCC 60

Currículo e Sociedade 4o EI 30

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV 4o EI 45

Prática Pedagógica IV 4o FD 105

Carga horária total do semestre 420

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COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

TEMA: LINGUAGEM E HISTÓRIA

Constituição Histórica do Português Brasileiro 5o CNCC 60

Formação Histórica das Línguas Românicas 5o CNCC 45

Língua e Cultura Latinas 5o CNCC 45

Estudo da Ficção Brasileira Contemporânea 5o CNCC 45

Cânones e Contextos na Literatura Portuguesa 5o CNCC 60

Processos de Produção Textual (Componente Adicional) 5o CNCC 30

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa V 5o EI 45

Estágio I 5o FD 100

Carga horária total do semestre 430

TEMA: LINGUAGEM E CULTURA

Constituição das Línguas Românicas 6o CNCC 45

Língua, Literatura e Cultura Latinas 6o CNCC 45

Literatura: Crítica, História, Cultura e Sociedade 6o CNCC 60

Literatura e Identidade Cultural 6o CNCC 60

Língua Estrangeira Instrumental I 6o CNCC 45 A Construção do Sentido no Texto

(Componente Adicional) 6o CNCC 30

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa VI 6o EI 45

Estágio II 6o FD 100

Carga horária total do semestre 430

TEMA: LINGUAGEM E CIÊNCIA

Estabelecimentos dos Estudos Lingüísticos 7o CNCC 45

Crítica Textual: Edições e Estudos 7o CNCC 45

Aspectos da Literatura Portuguesa 7o CNCC 45

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COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

Língua Estrangeira Instrumental II 7o CNCC 45

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa VII 7o EI 25

Estágio III 7o FD 100

Carga horária total do semestre 305

TEMA: LINGUAGEM E ENSINO

Oficina de Criação Literária (Componente Adicional) 8o CNCC 45

Estudo da Literatura Africana (Componente Adicional) 8o CNCC 45

Estágio IV 8o FD 100

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso 8o CNCC 45

Carga horária total do semestre 235

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3.4.11. Ementário do Currículo Redimensionado

EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SIGNIFICAÇÃO E CONTEXTO DISCIPLINA LE0002 60

Estuda os processos semânticos e analisa a relação do significado com o contexto, considerando as

abordagens da semântica, da pragmática e da lexicologia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de semântica. Signo lingüístico. Semântica dos itens léxicos. Semântica das formas

gramaticais. Aspectos semânticos mais tradicionais: sinonímia, antonímia, polissemia, hiponímia,

ambigüidade. Ambigüidade lexical e sintática. Questões pragmáticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 16. ed. Ática: São Paulo, 2004.

FIORIN, José Luiz (Org.). Introdução à Lingüística: I. Objetos teóricos. 3. ed. São Paulo: Contexto,

2004.

ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. 5. ed. Contexto: São Paulo,

2004.

LANGACKER, Ronald W. A linguagem e sua estrutura: alguns conceitos fundamentais. Trad. Gilda

M. C. de Azevedo. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1977.

LYONS, John. Língua(gem) e lingüística: uma introdução. Trad. Marilda Winkler Averburg e

Clarisse Sieckenius de Souza. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

MARQUES, M. Helena D. Iniciação à semântica. 5. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.

VANOYE, Francis. Uso da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 8. ed. Trad.

Clarisse M. Sabóia. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARQUES, M. Helena D. Estudos semânticos. Rio de Janeiro: Grifo, 1976.

PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica a afirmação do óbvio. Trad. de Eni P. Orlandi

et al. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1995.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. 20. ed. Trad. Antônio Chelini et al. São

Paulo: Cultrix, 1995.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

MORFOLOGIA E A CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DISCIPLINA LE0003 60

Estuda a constituição mórfica da língua portuguesa, comparando as diversas abordagens sobre os

processos de flexão e de formação de palavras e sobre os critérios que definem e distinguem as

categorias gramaticais, visando a sua aplicabilidade tanto à pesquisa quanto ao ensino da língua.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Palavra e vocábulo. Critérios de classificação das palavras. Vocábulo formal: constituição.

Morfemas: lexicais, gramaticais, classificatórios, flexionais, aditivos, subtrativos, alternativos, zero e

morfema latente ou alomorfe zero, derivacionais, relacionais. Análise mórfica (princípios básicos e

auxiliares): comutação. Alomorfia. Cumulação. Mudanças morfofonêmicas. Neutralização.

Formação dos vocábulos em português: derivação, composição, outros processos. Estrutura

nominal. O nome. Constituição mórfica do nome. Derivação e flexão. Análise da estrutura mórfica

dos nomes. Análise da estrutura mórfica dos verbos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 36. ed. Petrópolis: Vozes,

2004.

_______. Princípios de lingüística geral. Rio de Janeiro: Padrão, 1989.

_______. Problemas de lingüística descritiva. 19. ed. Petrópolis: Vozes 2002.

COSTA, S. B. B. O aspecto em português. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2002.

CUNHA, Albertina; ALTGOTT, Maria Alice Azevedo. Para compreender Mattoso Câmara.

Petrópolis: Vozes, 2004.

CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova

Fronteira, 2001.

KEHDI, Valter. Formação de palavras em português. 3. ed. São Paulo: Ática, 1999.

_______. Morfemas do Português. 6. ed. São Paulo: Ática, 2005.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LOPES, Carlos Alberto Gonçalves. Lições de morfologia da língua portuguesa. Jacobina:Tipô-

Carimbos, 2003.

PERINI, Mário A. Gramática descritiva do português. 4. ed. São Paulo: Ática, 2002.

______. Sofrendo a gramática. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEREDO, José Carlos de. Fundamentos de gramática do português. 3. ed. Rio de Janeiro:

Jorge Zahar Editor, 2004.

BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. 7. ed. São Paulo: Ática, 2003.

CARONE, Flávia de B. Morfossintaxe. 9. ed. São Paulo: Ática, 2004.

FERREIRA, Maria Aparecida S. de Camargo. Estrutura e formação de palavras. 10ª. ed. São

Paulo: Atual, 1988.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

CONSTRUÇÃO DO SENTIDO NO TEXTO LITERÁRIO DISCIPLINA LE0005 60

Proporciona ao aluno o contato e a vivência direta com o texto literário, fazendo-o perceber a partir

da sua sensibilidade e das experiências pessoais, o efeito de fruição, estética que somente tal

linguagem simbólica é capaz de produzir no sujeito.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A literatura - conceitos, domínios e funcionalidade.

A natureza do fenômeno literário.

Caracterização do discurso literário.

Modos de realização do texto literário.

Os gêneros literários e suas especificidades: Teoria lírica. Teoria do drama. Teoria do épico. Teoria

da narrativa.

A Literatura e as outras artes: encontros e desencontros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂNDIDO, Antônio. A educação pela noite. 3. ed. São Paulo: Ática, 1987.

COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria – Literaturas e senso comum (trad). Belo Horizonte,

Editora UFMG, 2001.

D’ONOFRI, Salvatore. Teoria do texto 1: prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo: Ática,

1995.

FILHO, Domicio Proença. A Linguagem Literária. 4ª Ed. São Paulo: Ática, 1992.

GONÇALVES, Magaly Trindade & BELLODI, Zina C. Teoria da Literatura “Revisitada”. São Paulo,

Ed. Vozes, 2005.

LAJOLO, Marisa. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.

LEITE, Lígia Chiappini Moraes. O Foco Narrativo. 6ª Ed. São Paulo: Ática, 1993.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIMA, Luiz Costa. Teoria da Literatura em suas fontes. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

Vol.2., 1983.

MOISÉS, Massaud. Dicionário de Termos Literários. São Paulo: Cultrix, 1978.

SAMUEL, Rogel. Novo manual de Teoria Literária. 2ª Ed. Petropolis: Vozes, 2002.

SOARES, Angélica. Gêneros Literários. São Paulo: Ática – Série Princípios, 2001.

SOUZA, Roberto Assímilo de. Teoria da Literatura. São Paulo: Ática – Série Princípios, 1991.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do Texto 2 – Teoria da lírica e do drama: São Paulo: Ática, 1995.

MEIRA, Cécil. Introdução ao Estudo da literatura. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,

1974.

STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro. Ed. Tempo Brasileiro, 1972

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO I LABORATÓRIO LE0001 30

Ocupa-se das estratégias de leitura e produção de textos orais e escritos, considerando os

aspectos formal e estilístico e sua relação contextual e situacional.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de texto. Conceito de leitura. Características da linguagem verbal e não verbal.

Macroestrutura. Microestrutura. Fatores pragmáticos de textualidade. Interpretação de textos orais

e escritos. Produção de textos científicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática. 1985.

CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. 22. ed. São Paulo: Brasiliense. 1986.

CHIAPPINI, Lígia. Foco narrativo. 6. ed. Ática: São Paulo, 1993.

KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura teoria & prática. Campinas SP: Pontes, 1987

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARENDT, Hannah. Walter Benjamin: 1892-1940. In: Homens em tempos sombrios. Trad. Denise

Bottmann. São Paulo: Cia das Letras. 1987.

CARA, Salete de Almeida. A poesia lírica. 2ª ed. São Paulo: 1986.

LUCAS, Fábio. O caráter social da ficção do Brasil. 2. ed. Ática: São Paulo. 1987.

GRÜNNEWALD, J. L. et alii. Vida e obra. In: Benjamin, Habermas, Horkheimer, Adorno. Trad. José

Lino Grünnewald, Edson Araújo Cabral et alii. São Paulo: Abril Cultural. 1983.

NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática. 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDOS FILOSÓFICOS GRUPOS DE ESTUDO CI0001 30

Reflete sobre o desenvolvimento das correntes filosóficas no ocidente, enfatizando a influência da

filosofia clássica na constituição do pensamento contemporâneo e sua importância para a

compreensão da natureza e da sociedade humana, bem como para o desenvolvimento de

princípios libertários e éticos na prática pedagógica e no cotidiano.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Natureza e objeto dos estudos filosóficos. Ciência e filosofia: conceitos. As diversas ciências e a

literatura. Ética, psicologia, lógica, estética e metafísica e suas relações com a literatura. O

problema do conhecimento (epistemologia) e sua implicação na literatura. A visão filosófica do

conhecimento dentro da história da filosofia ocidental: os pré-socráticos, Sócrates, Platão e

Aristóteles, a escolástica. O racionalismo, o empirismo, o cristianismo e o positivismo. A filosofia

oriental e o conhecimento. O conhecimento nas ciências humanas e a filosofia moderna aplicados

à literatura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003.

GILES, Thomas Ranzón. Introdução à filosofia. São Paulo: EPU.1979.

LARA, Tiago Adão. A filosofia nas suas origens gregas. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

REZENDE, Antônio (Org.). Curso de filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação. 11. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.

TELES, Antônio Xavier. Introdução ao estudo de filosofia. 34. ed. SP: Ática, 2001

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARANHA, Maria Lúcia; MARTINS, Maria Helena P. Filosofando: Introdução a Filosofia. São Paulo:

Moderna, 1993.

BEZERRA FILHO, Cabral et al. Epistemologia e teoria da ciência. Petrópolis: Vozes, 1971.

DELATTRE. Teoria dos sistemas e epistemologia. Caderno de Filosofia. Lisboa: 1981.

HESSEN, Johannes. Teoria do conhecimento. 3. ed. Coimbra: 1964.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

TEXTO LITERÁRIO E A FORMAÇÃO DO LEITOR OFICINA LE0004 45

Estuda as várias possibilidades de leitura que o texto literário oferece, considerando a sua

contribuição como um instrumento valioso para a formação do leitor competente, a fim de despertar

o interesse pela leitura.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de literatura. Leitura do texto “Direito à literatura”, de Antonio Candido. Limites do conceito

de literatura. Texto literário e não-literário. Revisão do conceito de literatura como cânone. Leitura

dos contos “Missa do galo”, de Machado de Assis e “A terceira margem do rio”, de Guimarães

Rosa. Categorias tradicionais de narrativa: narrador, personagem, espaço, tempo e enredo. Análise

do conto a partir destas categorias. Leitura dos contos “Intestino grosso”, de Rubem Fonseca.

Revisão de categorias tradicionais de narrativa e proposições de outras como fragmentação e

melancolia. Comparação de ambos os contos. Pontos de aproximação e divergência na

configuração dos contos e necessidade de leitura armada. Leitura do texto “Alguns aspectos do

conto”, de Júlio Cortazar. Traços centrais do conto: linguagem sintética, enredo tenso e dinâmica

da narrativa. Variáveis e constantes do conto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (Org.). Era uma vez... na escola: formando educadores para formar

leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001.

BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática. 1985.

CHIAPPINI, Lígia. Foco narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática, 1993.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARENDT, Hannah. Walter Benjamin: 1892-1940. In: Homens em tempos sombrios. Trad. Denise

Bottmann. São Paulo: Cia das Letras. 1987.

LUCAS, Fábio. O caráter social da ficção do Brasil. 2. ed. Ática: São Paulo. 1987.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 43. ed. São

Paulo: Cortez, 2002.

LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed. São Paulo: Ática, 2002.

NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática. 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA I SEMINÁRIOS LE0007 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O papel da universidade na contemporaneidade. Objetivos da universidade: ensino pesquisa e

extensão. As três metodologias presentes nos trabalhos científicos: acadêmica, da ciência e da

pesquisa. Breve síntese das diferenças, semelhanças e interdisciplinaridade. Tensão entre o saber e

o saber-fazer: teorias e práticas sociais. Os trabalhos acadêmicos e sua organização: os requisitos e

exigências do mundo acadêmico. A postura do estudante-pesquisador diante dos três atos

acadêmicos. A produção textual científica: conhecimentos prévios. Os paradigmas dominantes. O

discurso científico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1983.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica. Guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo:

Atlas, 2002.

SANTOS Carlos Luiz dos. Tópicos sobre Educação, metodologia da pesquisa cientifica, contabilidade, direito, administração e economia. Salvador: Quarteto, 2007

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.

VILLAMARIN, Alberto J. G. O estudo eficaz: uma metodologia revolucionária para você alcançar o

ponto ótimo de rendimento no estudo e no trabalho. Rio Grande do Sul: AGE, 2000.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à

pesquisa. Petrópolis/RJ: Vozes, 1997.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica.

São Paulo: Atlas, 1985.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA I METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0006 90

Discute e analisa o conceito de educação, as políticas publicas em educação e a influência das

diversas tendências pedagógicas brasileiras nas práticas metodológicas do ensino de língua

portuguesa e de literatura, com o objetivo de estabelecer a efetiva relação entre a teoria, a prática e

a pesquisa, confrontando os diversos períodos e as mudanças que tenham se efetivado nas

escolas, principalmente no que se refere à ministração dos conteúdos de língua e literatura.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- Conceito de educação

- Tendências pedagógicas na prática escolar

- A construção da escola pública

- Níveis e modalidades de ensino

- O papel do professor de Língua Portuguesa e Literatura

- O ensino de Língua e Literatura

- Concepções de linguagem e ensino de Português

- A pesquisa em Língua Portuguesa

- A articulação teoria e prática no ensino de língua portuguesa e Literatura

- Variações lingüísticas, diversidade textual e o ensino do Português.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTONI, Zabalar. A prática educativa: como ensinar. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

AZEREDO, José Carlos (Org). Língua Portuguesa em debate: Conhecimento e ensino.

Petrópolis, RJ: Vozes, 2000

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sócio-lingüística. São Paulo: Contexto, 1999.

BAGNO, Marcos. Pesquisa na Escola: O que é como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. São Paulo: Editora Brasiliense, 2001

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GERALDI, João Wanderley (Org.) O texto na sala de aula. São Paulo: Editora Ática, 2004

LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: Editora Cortez, 1994.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de

Letras, 1996.

ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: artes Médicas, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CANDAU, Vera (org). Rumo a uma nova didática. Petrópolis: Vozes, 1994.

LIBÂNEO, José Carlos et al. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e Organização. São Paulo:

Cortez, 2005

NÓVOA, Antonio. Profissão Professor. Porto: Editora Porto, 1991

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

TEXTO E DISCURSO DISCIPLINA LE0034 60

Estuda o processo de construção de textos diversos (orais e escritos) numa perspectiva de

articulação entre o componente lingüístico, o histórico-social e o ideológico.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Noções de texto, discurso, enunciação, enunciado. Língua, discurso e ideologia. Teoria dos atos da

fala. Operadores argumentativos. Formações ideológicas e formações discursivas. Condições de

produção do discurso. O sujeito e o sentido. A individualidade na linguagem. A heterogeneidade

discursiva. Monologismo e dialogismo. Polifonia. Interdiscursividade. Elementos de análise do

discurso. Modalidades discursivas. Efeitos de sentido das palavras no discurso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARROS, D. L. P. de. Estudos do discurso. In: FIORIN, J. L. et al. Introdução à lingüística II:

princípios de análise. 3. ed. São Paulo: Contexto.

BRANDÃO, H. N. Introdução à análise do discurso. 7. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1998.

CITELLI, A. Linguagem e persuasão. 16. ed. São Paulo: Ática, 2005.

DOOLEY, R. A. Análise do discurso: conceitos básicos em lingüística. Petrópolis: Vozes, 2003.

FIORIN, J. L. Linguagem e ideologia. 8. ed. São Paulo: Ática, 2005.

_______. Elementos de análise do discurso. 11. ed. São Paulo: EDUSP, 2002.

KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. 8. ed. São Paulo: Contexto, 2004.

MUSSALIM, F. Análise do discurso. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Org.). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

ORLANDI, E. P. Discurso e leitura. 3. ed. São Paulo: Cortez; 2001.

TRAVAGLIA, L. C. O texto e o discurso. In: TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma

proposta para o ensino de gramática no 1.º e 2.º graus. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

VANOYE, F. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. Tradução e

adaptação Clarice Madureira Sabóia et al. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MAINGUENAU, D. Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes; Editora da

Unicamp, 1989.

ORLANDI, E. P. Análise de discurso: princípios e procedimentos. 4. ed. Campinas: Pontes, 2002.

PÊCHEUX, M. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. Tradução de Eni P.

Orlandi et al. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1995.

POSSENTI, S. Discurso, estilo e subjetividade. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDOS SÓCIO-ANTROPOLÓGICOS SEMINÁRIOS ED0001 30

Estuda e analisa a formação dos grupos sociais, utilizando a fundamentação da sociologia e da

antropologia para estabelecer a sua influência nas manifestações da linguagem.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conhecimentos gerais da sociologia e da antropologia. Principais objetivos do estudo sócio-

antropológico. Representações sociais: origem, conceituação e linguagem, cultura popular. Cultura

brasileira. Sociedade e indivíduo. Comunicação e sociedade. Mídia e linguagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO, Theodor. Indústria cultural e sociedade. 3. ed. São Paulo: Paz e terra, 2002.

AVELAR, Lúcia. Mulheres na elite política brasileira. São Paulo: Fundação Konrad

Adenauer/Editora UNESP, 2001.

BASTIDE, Roger. Antropologia aplicada. Rio de Janeiro: Perspectiva, 1971.

FORACCHI, Marialice M.; MARTINS, José de Souza. Sociologia e sociedade: leituras de

introdução à sociologia. 23. ed. Rio de Janeiro: LTD, 2004.

SCHWARCZ, Lilia K. Moritz. Antropologia e historia: debates em região de fronteira. Belo

Horizonte. Autêntica, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANADON, Marta e Machado; BATISTA, Paulo. Reflexões teórico - metodológicas sobre representações sociais. Salvador: Editora Uneb , 2003.

DA MATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução a antropologia social. Petrópolis, Rio de

Janeiro: Vozes,1987.

_______. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema. Rio de Janeiro: Zahar,

1979.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.

MELO, Luis Gonzaga de. Antropologia cultural. Iniciação, teoria e temas. 8. ed. Petrópolis:

Vozes, 2001.

SEYFERTH, Giralda. A invenção da raça e o poder discricionário dos estereótipos. Anuário

antropológico/93. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

VANNUCCHI, Aldo. Cultura brasileira. O que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2002.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

TRADIÇÃO E RUPTURA EM LITERATURAS DE LÍNGUA

PORTUGUESA DISCIPLINA LE0035 60

Estudos das formas diferenciais de tradição formal e/ou civilizatória nas literaturas de língua

portuguesa, bem como as forças históricas, sociais e estéticas que motivaram suas rupturas, sejam

elas internas e/ou externas ao sistema literário.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Definição de cultura, segundo Manuel Antônio de Castro. Delimitação do conceito de modernidade.

Vanguarda literária. Modernidade: interação entre o avanço tecnológico e a obra de arte. Pré-

modernismo e Belle Époque literária no Brasil. A Semana de Arte Moderna e a primeira geração

modernista. Produção literária contemporânea: Rubem Fonseca e Ferreira Gullar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEVEDO FILHO, Leodegário A. Situação atual da literatura portuguesa. Rio de Janeiro:

Gernasa, 1970.

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa. V. 4. Rio de Janeiro: Gernasa, 1970

_______. A Literatura Portuguesa. 33 ed. SP: Cultrix,2005

_______. A literatura portuguesa através dos textos. 30. ed. São Paulo: Cutrix, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução. In. Os pensadores. V. 48. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira, momentos decisivos. Belo Horizonte

MG: Itatiaia, 1981.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CASTRO, Manuel Antônio de. O acontecer poético. 2. ed. Rio de Janeiro: Antares, 1982.

LIMA, Luiz Costa. Dispersa demanda. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.

LÖWITH, Karl. El sentido de la historia. Implicaciones teológicas de la filosofia de la historia.

Madrid: Aguilar, 1958.

NUNES, Benedito. Oswald Canibal. São Paulo: Perspectiva, 1979.

PAZ, Octavio. A outra voz. São Paulo: Siciliano, 1993.

RIO, João do. In. MARTINS, Luís. (Org.). Uma antologia. Rio de Janeiro: Sabiá, 1971.

SANTIAGO, Silviano. Vale quanto pesa: ensaios sobre questões político-culturais. Rio de Janeiro:

Paz e Terra, 1982.

SCHWARZ, Roberto. Os pobres na literatura brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1983.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDO DA PRODUÇÃO LITERÁRIA NO BRASIL SEMINÁRIOS LE0036 45

Estudo da produção literária brasileira, considerando o contexto sócio-cultural, histórico e estilístico

dos textos selecionados para compreender a questão da identidade nacional e suas diferentes

concepções, bem como a dialética. Localismo X universalismo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de Literatura Brasileira. A vez e a voz (e o corpo) do povo fluminense (brasileiro):

Memórias de um sargento de milícias. Do ser e do parecer: “O alienista”. As teses naturalistas em

O cortiço. Do herói problemático em Triste fim de Policarpo Quaresma. O herói da nossa gente:

Macunaíma.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel de. Teoria da literatura. 8ª Coimbra: Almedina, 1991.

ALMEIDA, Manuel A. de. Memórias de um sargento de milícias. SP: O Globo/Klick Editora,1997.

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. SP: Cultrix [s.d]

COUTINHO, Carlos Nélson ET all. Realismo e anti-realismo na literatura brasileira. Rio de

Janeiro: paz e Terra, 1976

GOTLIB, Nádia Battella. Teoria do conto. 10ª Ed. São Paulo: Ática, 2004.

GUINSBURG J. O Romantismo. SP: Perspectiva, 2005.

MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Poesia . 16 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Prosa I. 19 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Prosa II. 18 ed. SP: Cultrix, 2003.

PEIXOTO, Fernando. O que é teatro. 14ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2003.

PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de Época na Literatura (Através de textos comentados). 15 ed. SP: Ática, 2004.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RONCARI, Luiz. Literatura brasileira – dos primeiros cronistas aos últimos românticos. 2 ed.

SP: EDUSP – Editora da Universidade de São Paulo, 2002.

SODRÉ, Nelson Werneck. História da Literatura Brasileira. 10 ed. RJ: Graphia, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALMEIDA, Manuel A. de. Edição crítica de Cecilia de Lara. Rio de Janeiro: LTC, 1978, p. 303-

315.

CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 4ª ed. São Paulo: Martins.

s/d. vol. 2.

MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides. 2ª Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.

PIRES, Orlando. Manual de teoria e técnica literária. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Presença,1989.

TAVARES, Hênio. Teoria literária. 12ª Ed. Belo Horizonte. Itatiaia, 2002.

VERÍSSIMO, Érico. “Um velho romance brasileiro”, In: Memorias de um sargento de milícias.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO II LABORATÓRIO LE0033 30

Discute o conceito de texto e escrita. Exercita a construção do pensamento por meios das múltiplas

linguagens. Oportuniza práticas de leitura e escrita, visando a formação do leitor crítico.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Texto .Elementos promotores de textualidade .Tipologia textual

Leitura. Leitura e leitor. Práticas leitoras: O texto e o leitor ;O leitor e o texto verbal;

O leitor e o texto não-verbal;O leitor e o texto literário; O leitor e o texto não - literário

Prática de produção textual: Cartaz, folder, convite, diálogo monólogo, Gênero dramático - teatro

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. O que é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 20. ed. São Paulo, Ática, 2002.

CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 6. ed. São Paulo: Contexto,

2004.

FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, 2003.

GANCHO, Candida Vilares. Como analisar narrativas. 7. ed. São Paulo: Ática, 2001.

GERALDI, João Wanderley. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.

Campinas, Mercado de Letras, 1996.

GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

KAUFMAN, Ana Maria. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre, ARTMED, 1995.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 6. ed. São Paulo, Contexto, 2002.

PROENÇA FILHO, Domício. A linguagem literária. 7. ed. São Paulo, Ática, 1999.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São

Paulo, Martins Fontes, 1981.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PRESTES, Maria Lúcia de Mesquita. Leitura e (re)escritura de textos: subsídios teóricos e

práticos para o sei ensino. São Paulo: Respel LTDA, 1999

SOUZA, Luis Marques, CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. Ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2000.

VIANA, Antônio Carlos (Coord.). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo:

Scipione,1999.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ASPECTOS SOCIOPSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0005 30

Discute a educação especial, nos seus aspectos sócio-psicológicos, orientando o profissional de

Letras para trabalhar com a integração e a inclusão do indivíduo que apresenta necessidades

especiais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Eixos temáticos: histórico da educação especial. Nova concepção da educação especial. Tipologia

das necessidades educacionais especiais. Os fatores sócio-psicológicos da educação especial.

Marcos legais da educação inclusiva: constituição federal, declaração de Salamanca, Diretrizes

Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BATISTA, Cristina A. M. Educação inclusiva: atendimento educacional especializado à deficiência

mental. Brasília: MEC SEE, 2005.

BRASIL. A inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais: deficiência

física. Brasília: MEC/SEE, 2006.

MATOAN, Maria Teresa Eglér (Org.). Pensando e fazendo educação de qualidade. São Paulo:

Moderna, 2001.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: introdução. V.1. Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC. SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitação no processo de desenvolvimento. V.2.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem – Autismo.

V.3.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem – Deficiência

múltipla. V.4.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização – Deficiência

física. V.5 Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização – surdocegueira/múltipla deficiência sensorial. V.6.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização –surdez.

V.7.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização: Deficiência

visual. V.8.Brasília: MEC/SEESP, 2004.

MEC.SABERES e práticas da inclusão: Altas habilidades/ superdotação. V.9.Brasília:

MEC/SEESP, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEVEDO, Janete M. Lins. A educação como política pública. Campinas: Autores Associados,

1997.

COLL, C; PALÁCIOS, J; MARCHESI. A. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educacionais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

GAIO, Roberto & MENEGHETTI, Rosa G. Krob (Org.). Caminhos Pedagógicos da Educação Especial. Petrópolis/RJ: Vozes, 2004.

PATTO, M.H.S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São

Paulo: T. A. Queiroz, 1996.

MEC.Saberes e práticas da inclusão: recomendações para a construção de Escolas inclusivas /

coordenação geral SEESP/MEC – Brasília: ministério da Educação, Secretaria de Educação

Especial, 2005.

________. Inclusão escolar: o quê? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA II SEMINÁRIOS ED0003 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários tem como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conhecimento científico: breve histórico. Atividades crítico analítica do texto científico. Elementos

constitutivos de um projeto de pesquisa. A pesquisa científica e sua aplicação. Etapas da

elaboração de trabalhos científicos. Seleção de textos especializados para estudo e análise.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTOS, Lilia da Rocha, PAIXÃO, Fernandes e Deluiz. Manual para elaboração de proveitos e relatório de pesquisa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia científica. 2. ed. São Paulo Atlas, 1987.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Altas, 2002.

GONÇALVES, Elisa Pereira. Iniciação à pesquisa científica. Campinas: Alínea, 2001.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica. Guia para eficiências nos estudos. 5. ed. São Paulo:

Atlas, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LAKATOS, Eva Maria; MARCONEI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. São Paulo: Atlas 1985.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. Petrópolis: Vozes, 1986.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA II METODOLOGIA DIVERFISICADA ED0002 105

Discute as diversas ideologias que perpassam o plano estadual de educação, o planejamento, a

relação professor-aluno e a avaliação, vivenciando situações de ensino-aprendizagem de temas

lingüísticos e literários relacionados aos conteúdos abordados na educação básica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O papel do professor frente aos desafios do contexto atual. Ponto e contra-ponto: a falta de sentido

no planejamento. As relações interativas em sala de aula: o papel dos professores sob o olhar do

aluno. Escola e professores sob o olhar do aluno. Unidades básicas do ensino do português. A

gramática: conhecimento e ensino. Orientação e elaboração de projetos de oficinas pedagógicas

com temas lingüísticos e literários para o ensino fundamental. Elaboração de relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORDENAVE, Juan Diaz e PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino aprendizagem. 25.

ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

CÂMARA JÚNIOR, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 22. ed. Petrópolis: Vozes:

2003.

CAGLIARI, Luiz Carlos. A. Alfabetização e lingüística. 10. ed. São Paulo: Scipione, 2004.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

_______. Porto de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

LUFT, Celso Pedro. Língua e liberdade. 8. ed. São Paulo: Ática, 2002.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 6. ed. São Paulo, Contexto, 2002.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

PERINI, Mário A. Para uma nova gramática do português. 10. ed. São Paulo: Ática, 2004.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

PROENÇA FILHO, Domício. A linguagem literária. 7. ed. São Paulo, Ática, 1999.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º

e 2º graus. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São

Paulo, Martins Fontes, 1981.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BECHARA, Evanildo. Ensino da gramática. Opressão? Liberdade? São Paulo: Editora Ática,

1991.

FRITZER, Silvino José. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 17. ed. Petrópolis: Vozes,

1993.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP: Mercado de Letras,

2002.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Metodologia e prática do ensino de língua portuguesa: Porto Alegre:

Mercado Aberto, 1989.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

RELAÇÕES SINTÁTICAS NA LINGUA DISCIPLINA LE0054 60

Estuda a organização sintática da língua portuguesa, observando as relações morfossintáticas

entre os elementos da estrutura frasal e as considerações de gramáticas diversas, correlacionando

esses conteúdos aos trabalhados no ensino básico, bem como levantando temas que possam ser

objetos de investigação científica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O que é morfossintaxe. Os estudos gramaticais. As unidades lingüísticas e os níveis de análise.

Por que morfossintaxe. A classificação morfológica das palavras. Considerações sobre critérios

para a classificação das palavras. O estudo da sintaxe. A importância da sintaxe. O campo de

atuação da sintaxe. A estrutura sintagmática do português. O estudo dos termos da oração

(período simples). Estudo do sujeito oracional. Complementos verbais e predicação. A oração:

termos autônomos e internos. Quadro morfossintático dos termos da oração. Emprego dos

conhecimentos sintáticos. Construção de frases no texto. Observação sobre a concordância

sujeito/predicado. Estabelecimento da ordem direta de construção de frases. Emprego correto das

vírgulas. Estudo sintático do período composto. As orações subordinadas substantivas, adjetivas e

adverbiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO,J.C. Iniciação à sintaxe do português. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.

CARONE, Flávia de B. Morfossintaxe. 9. ed. São Paulo: Ática, 2003.

MIOTO,C. et al. Novo manual de sintaxe. 2. ed. rev. Florianópolis: Insular, 2005.

PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. 4. ed. São Paulo: Ática, 2002.

______. Sofrendo a gramática. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ILARI, Rodolfo. Perspectiva funcional da frase portuguesa. 2. ed. Campinas/SP: Editora da

UNICAMP, 1992.

LOBATO, M. L. Sintaxe gerativa do português: da teoria padrão à teoria da regência e ligação.

Belo Horizonte: Vigília, 1986.

PASSOS, C.; PASSOS, M. E. Princípios de uma gramática modular. São Paulo: Contexto, 1990.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDOS TEÓRICOS DO TEXTO LITERÁRIO DISCIPLINA LE0053 60

Estudo dos elementos constitutivos do texto literário, sua linguagem, sua forma, sua classificação,

sua distribuição em gêneros, bem como seu transbordamento e rasuras.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A teoria lírica: o plano do conteúdo e da expressão. Evolução das formas de liricidade. O discurso

da narrativa: história, narrativa e narração. A teoria narrativa: o plano da enunciação e a tipologia

dos narradores, o foco narrativo, o plano do enunciado e a diegese, o nível atorial e o estudo das

personagens de ficção, o nível descritivo da temporariedade e da espacialidade.As formas de

narratividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do texto 1: prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo: Ática,

1995.

_________. Teoria do texto 2: teoria da lírica e do drama: São Paulo: Ática, 1995.

LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo. 6ª Ed. São Paulo: Cultrix, 1993.

MOISÉS, Massaud. A criação literária: poesia. São Paulo, Cultrix, 1998.

_______. A criação literária: prosa. São Paulo, Cultrix, 1978.

_______. Dicionário de Termos literários. São Paulo: Ática, 1993.

WELLEK, René &WARREN, Austin. Teoria da literatura e metodologia dos estudos literários.

São Paulo: Martins Fontes, 2003.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ADORNO, Theodor W. Notas de Literatura I. São Paulo: Duas cidades: Ed. 34, 2003.

BENJAMIM, Walter. Magia e técnica, arte e política: Ensaios sobre literatura e história da cultura. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

GOLDSTEIN, Norma Seltzer. Versos, sons e ritmos. São Paulo: Ática, 1999

SOARES, Angélica. Gêneros Literários. São Paulo: Ática. Série Princípios, 2001.

STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Ed. Tempo Brasileiro, 1972.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LITERATURA E OUTRAS ARTES SEMINÁRIOS LE0051 45

Analisa as relações intersemióticas dos diferentes textos, verificando o cruzamento de leituras e

concebendo a literatura como um texto/signo entre muitos outros da expressão artística na

comunidade humana.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Pressupostos teóricos: signo, semiótica e intersemiótica. As manifestações artísticas e seus signos.

A tradução poética: a fusão dos signos literários e não-literários. Relações intersemióticas:

Literatura e artes plásticas; Literatura e cinema; Literatura e música; Literatura e arquitetura;

Literatura e hipertexto. O diálogo intersemiótico no romance

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 28. ed. São Paulo: Ática, 2006.

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ática, 2001.

CÂNDIDO, Antônio. Literatura e sociedade. 9. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2006.

CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: BECA, 1999.

EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LOPES, I. C.; HERNANDES, N. Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005.

MARCUSCHI, L. A.; XAVIER, A. C. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.

NASCIMENTO, Evando. Literatura & outras artes. Juiz de Fora: UFJF, 2002.

PIERCE, Charles Sanders. Semiótica. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2003.

PAULINO, G. WALTY, I.; CURY, M. Z. Intertextualidades: teoria e prática. Belo Horizonte: Lê,

1995.

PELLEGRINI, Tânia. Aspectos da ficção brasileira contemporânea. São Paulo: Fapesp, 1999.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PLAZA, Júlio. Tradução Intersemiótica. São Paulo: Perspectiva, 2003.

SANTAELLA, Lúcia. Teoria geral dos signos. São Paulo: Pioneira, 2000.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. 26. ed. São Paulo: Cultrix, 2004.

WALTY, I. L. C.; FONSECA, M. N. S.; CURY, M. Z. F. Palavra e imagem: leituras cruzadas. 2. ed.

Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

O ESTÉTICO E O LÚDICO NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL DISCIPLINA LE0052 60

Estuda o estético e o lúdico na literatura infanto-juvenil, analisando a relação entre o imaginário e a

realidade. Discute os conceitos, a história e as condições de produção e recepção do texto, tanto

da linguagem oral, quanto da linguagem escrita.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito e história da literatura infantil; Os contos de fadas e sua importância na construção do

imaginário e na formação do leitor;Fases e desenvolvimento do leitor;

Os contos de fadas tradicionais e os modernos;As histórias em quadrinho: concepções, importância

e análise; Características estilísticas e estruturais da Literatura Infanto-Juvenil;A poesia para

crianças e jovens;Análise de textos literários infanto-juvenis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMOVICH, Fany. Literatura Infantil. Gostosuras e bobices. São Paulo. Scipione, 1989.

AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas?: literatura infantil e prática pedagógica. 6. ed. - RJ:

Vozes, 2004.

BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos contos de fadas. 20 ed. RJ: Paz e Terra, 1980 .

CADEMARTORI, Lígia. O que é Literatura Infantil. SP: Brasiliense, 2006.

CUNHA, Maria Antonieta Antunes. Literatura infantil: teoria e prática. 18 ed. SP: Ática, 2002.

OLIVEIRA, Ieda de.O contrato de comunicação da literatura infantil e juvenil. SP: Lucerna,

2003

PALO, Maria José. Literatura infantil: voz de criança. 3 ed. SP : Ática, 2001.

ZILBERMAN, Regina. Como é por que ler a literatura Infantil brasileira. RJ: Objetiva, 2005.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, Inaldete Pinheiro. Racismo e anti-racismo na literatura infanto-juvenil. Recife:

Produção Editorial, 2001.

HELD, Jacqueline. O imaginário no Poder. São Paulo: Summus, 1980.

LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. A Literatura Infantil no Brasil: história &histórias. São

Paulo: Ática, 1994.

PERROTI, Edmir. O texto sedutor na literatura infantil. São Paulo: Ícone, 1986.

RIBEIRO, Jonas. Ouvidos dourados: a arte de ouvir histórias (... para depois contá-las...). São

Paulo. Ave Maria, 1999.

ROSEMBERG, Fulvia. Literatura Infantil e Ideologia. São Paulo: Global, 1985.

ZILBERMAN, R. e MAGALHÃES, Lígia Cademartori. Literatura Infantil: autoritarismo e

emancipação. São Paulo: Ática, 1982.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDOS EPISTEMOLÓGICOS DA APRENDIZAGEM DISCIPLINA ED0004 60

Estuda as principais teorias de aprendizagem e suas concepções a respeito do homem e de sua

formação como sujeito, analisando os processos envolvidos na aprendizagem, a fim de viabilizar

um trabalho educacional.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Aprendizagem e ensino. Teoria da aprendizagem: tradicional, comportamentalista, humanista,

cognitivista, interacionista e sócio-interacionista; A obra de Piaget: o construtivismo. O processo de

socialização na teoria de Vygotsky. Teoria da inteligência múltipla.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIAGGIO, Ângelo M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

CAMPOS, Dinah Martins de Souza. Psicologia e desenvolvimento humano. 32. ed. Petrópolis:

Vozes, 2002.

CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia da aprendizagem. 32. ed. RJ: Vozes, 2002.

LA TAILLE, Ives de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 16. ed. São

Paulo: Summus, 1992.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARROS, Célia Silva Guimarães. Psicologia e construtivismo. São Paulo: Ática, 1999.

BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001.

ERISON, Erik H. Identidade, juventude e crise. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara S. A, 1987.

ESTEVAM, Carlos. Freud: vida e obra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

FLAVELL, John H. A psicologia do desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo: Pioneira, 1986.

GARCIA-ROSA, Luis Alfredo. Freud e o inconsciente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1984.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA III EI/SEMINÁRIOS ED0076 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A pesquisa científica: características. A postura do pesquisador. Projeto de pesquisa: importância.

Tema ou fenômeno? Etapas do projeto de pesquisa. Apresentação sucinta do projeto ou

Introdução. Justificativa. Problema de Pesquisa. Etapas da definição do problema, as condições

para a determinação de um problema. Objetivos da pesquisa: geral e específico. Hipótese(s): tipos.

Metodologia e método da pesquisa. A fundamentação teórica ou referencial teórico da pesquisa.

Possíveis contribuições do projeto de pesquisa: considerações finais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1987.

LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e

execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação

de dados. São Paulo: Atlas, 2002.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica. Guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo:

Atlas, 2002.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à

pesquisa. Petrópolis/RJ: Vozes, 1997.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1985.

TEIXEIRA, Elizabeth. As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis/RJ:

Vozes, 2005.

TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa

em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0075 105

Analisa a política educacional brasileira nos aspectos históricos, sociais e legais, assim como a

utilização de novas tecnologias da informação e comunicação nas situações de ensino-

aprendizagem de temas literários e de língua portuguesas relacionadas aos conteúdos abordados

na educação básica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Principais abordagens criticas sobre as políticas publicas educacionais no Brasil. O papel do

Estado nas ações que materializam as políticas publicas educacionais institucionais da Educação

Básica. O contexto das elaborações dos planos de políticas publicas educacionais institucionais da

Educação Básica. A estrutura e funcionamento da Educação Básica no Brasil e suas implicações

na prática escolar. A natureza técnica-politica das ações publicas na educação brasileira e suas

contribuições para o desenvolvimento da formação dos profissionais de educação. Reflexão critica

sobre a utilização de novas tecnologias da informação e comunicação e sua aplicabilidade no

ensino-aprendizagem de língua portuguesa.Os recursos da linguagem virtual, destacando sua

influencia para redefinição dos conceitos básicos de língua portuguesa e de propostas alternativas

para o ensino de língua a partir destas modalidades.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARAÚJO, Julio César (Org.). Internet e ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro:

Lucerna, 2007.

BASTOS, Maria; STEPHANOU, Maria (Org.) Histórias e memórias da educação no Brasil. Vol.

III. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.

DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento. Rio de

Janeiro: Vozes, 2005.

GADOTTI, Moacir. Histórias das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 2002.

MARCUSCHI, Luiz Antonio (Org.). Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção do

sentido. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEVEDO, Janete M. Lis de. A educação como política pública. 3 ed. Campinas: Autores

Associados, 2004.

BRASIL. Linhas de Ação 2: Formação inicial e continuada. Projeto 2: Qualificação do profissional

leigo. Brasília: Plano Editora, 2002.

BRASIL. Decreto Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da

educação nacional. Brasilia.

BRASIL. Constituição Federal de 1988. Brasilia, 1988.

BRZEZINSKI, Iria (Org.). Profissão Professor: identidade e profissionalizante docente. Brasilia:

Plano Editora, 2002.

DEMO, Pedro. Conhecimento e aprendizagem na nova mídia. Brasília: Plano, 2001.

FARACO, Carlos Emil et all. Ofício de professor: aprender mais para ensinar melhor: programa

de educação à distancia para professores de 5ª a 8ª séries do ensino médio – 3 linguagens,

códigos e suas tecnologias. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2004.

LEVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: 34,1996.

LIBANIO, José Carlos. Educação Escolar: politicas, estrutura e organização. São Paulo:

Cortez, 2003.

SANDER, Benno. Politicas públicas e Gestão Democratica da Educação. Brasilia: Liber Livro

Editora, 2005

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDOS FONÉTICOS E FONOLÓGICOS DISCIPLINA LE0009 60

Estuda a constituição fonético-fonológica da língua portuguesa, considerando as diferentes

realizações fonéticas e destacando a importância da sua compreensão no processo da

aprendizagem da escrita.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Fonética articulatória: ponto e modo de articulação. Fones (sons da fala). Aparelho fonado.

Elementos prosódicos. Acento. Ritmo. Velocidade de fala ou tempo. Entoação. Tessitura.

Qualidade de voz. Segmentos. Vogais. Tritongos. Hiatos. Consoantes. Modos de articulação.

Pontos de articulação. Vozeamento. Alfabeto fonético. Transcrição fonética.

Importância da fonologia. Fonema. Identificação dos fonemas. Oposição. Distribuição

complementar (alofones). Relação grafema - som - fonema. Propriedades dos sons: os traços

distintivos. Processos fonológicos (metaplasmos). Importância da sílaba. Representação da

estrutura silábica. Acento e tonicidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLAU, Dinah e Leite, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. 9. ed. Rio de Janeiro: Zahar,

2003.

CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 35. ed. Petrópolis/RJ:

Vozes, 2002.

COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S/A, 2004.

CRYSTAL, David. Dicionário de lingüística. Rio de Janeiro: Jorge Zarah, 2000.

CUNHA, Albertina e ALTGOTT, Maria Alice Azevedo. Para compreender Mattoso Câmara. Petrópolis/RJ: Vozes, 2004.

CUNHA, Celso & CINTRA, Luis F. Lindley. Nova gramática do português Contemporâneo. Rio

de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIMA, Carlos Henrique da Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. 44. ed. Rio de

Janeiro: José Olimpio, 2005.

MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Org.). Introdução à lingüística: domínios e

fronteiras. V. 1, 4. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

SILVA, Thais Cristófaro. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de

exercícios. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2003.

______. Exercício de fonética e fonologia. São Paulo: Contexto, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

NICOLA, José de & INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 7. ed.

São Paulo: Scipione, 1991.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA GRUPO DE ESTUDO LE0010 45

Estuda a diversidade da língua portuguesa, enfocando as abordagens da sociolingüística e da

dialectologia, com ênfase na diferenciação dialetal do português brasileiro.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Dialectologia e sociolingüística. Introdução aos estudos variacionistas no Brasil. As bases teórico-

metodológicas da análise sociolingüística. A variável lingüística (a variação e a mudança na língua).

O encaixamento na estrutura lingüística e na estrutura social. O tempo aparente e o tempo real. Os

estudos variacionistas. O conceito de transmissão lingüística irregular. A bipolarização no

português do Brasil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALKMIM, Tânia Maria. Sociolingüística. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Org.).

Introdução à lingüística: domínios e fronteiras. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

CARDOSO, Suzana A. Diversidade lingüística e ensino. Salvador: EDUFBA, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAXTER, Alan; LUCCHESI, Dante. A relevância dos processos de pidginização e crioulização na formação da língua portuguesa no Brasil. Revista Estudos Lingüísticos e Literários, nº 19.

Salvador: 1997.

KATO, M.; ROBERTS, I. (Org.). Português brasileiro: uma viagem diacrônica. Campinas: Editora

da UNICAMP, 1993.

MEIRA, Vívian. O uso do modo subjuntivo em orações relativas e completivas no português afro-brasileiro. Dissertação de mestrado em lingüística histórica. Salvador: Instituto de

Letras/UFBA. 2006.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

A FUNÇÃO SOCIAL DA LEITURA E DA PRODUÇÃO TEXTUAL

GRUPO DE ESTUDO LE0008 30

Discute sobre as funções sociais que a leitura e a produção textual desempenham na sociedade,

avaliando a necessidade de se conhecer os processos cognitivos envolvidos nas atividades e sua

relação com o ensino de língua portuguesa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Fatores constitutivos para a produção da leitura. Conhecimento prévio na leitura. Objetivos e

expectativas da leitura. Estratégias cognitivas e metacognitivas na aquisição de leitura.

Reconhecimento instantâneo e processamento em leitura. Estratégia em interpretação de

sentenças e compreensão de textos. Teorias de aquisição de aprendizagem da escrita.

Alfabetização e escolarização - aprendendo a utilizar a linguagem escrita.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CORACINI, Maria José (Org.). O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna e

estrangeira. 2. ed. Campinas/SP: Pontes, 2002.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 43. ed. São Paulo: Cortez, 2003.

KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas/SP: Pontes, 1987.

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2005.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7.

ed. São Paulo: Atlas, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

KATO, M. O aprendizado de leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

ZILBERMAN, R.; SILVA, E. T. Leitura: perspectivas interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1995

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

CÂNONES E CONTEXTOS NA LITERATURA BRASILEIRA SEMINÁRIOS LE0011 45

Estudo de obras e autores cuja permanência se sustenta na reiteração de leituras e revisões

críticas ao longo do tempo, tendo em vista o contexto sócio-cultural.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Poesia e realidade. Poesia: mensagem, linguagem, montagem. Cânone e Contexto. A lira

empenhada. Um sátiro nos trópicos: Gregório de Matos. A poesia negra de Castro Alves. A musa

cientifica de Augusto dos Anjos. O sentimento do mundo de Carlos Drummond de Andrade. O

operário em construção de Vinícius de Moraes. A poesia dramática de João Cabral de Melo Neto.

Ludismo e engajamento em Décio Pignatari. A voz social de Ferreira Gullar. Do riso e da critica na

poesia de José Paulo Paes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. SP: Cultrix , 41 ed. São Paulo, 20032.

COUTINHO, Afrânio. (Org.) A literatura no Brasil. 6 ed. SP: Global, 2003.

COUTINHO, Carlos Nelson (et.al.) Realismo & Anti-Realismo. RJ: Paz e Terra, 1974

GUINSBURG J. O Romantismo. 2ª Ed. SP: Perspectiva, 2005.

MOISÉS, Massaud. A criação literária - Prosa I. 19 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. Dicionário de termos literários. 12ª Ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

_______. A Literatura brasileira através dos textos. 25 ed. SP: Cultrix, 2005.

PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de Época na Literatura (Através de textos comentados). 15 ed. SP: Ática, 2004.

RONCARI, Luiz. Literatura brasileira – dos primeiros cronistas aos últimos românticos. 2 ed.

SP: 2002.

SAMUEL, Roger. Novo manual de teoria literária. 2ª Ed. Petropolis: Vozes, 2002.

SODRÉ, Nelson Werneck. História da Literatura Brasileira. 10 ed. RJ:Graphia, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AGUIAR E SILVA. Vitor Manuel de. Teoria da literatura. 8ª Ed. Coimbra: Almedina, 1991.

BOSI, Alfredo. (Org.) Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 2003.

BERND, Zilá. Introdução à literatura negra. São Paulo: Brasiliense, 1988.

CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. 2ª Ed. São Paulo: Martins, 1964.

CARANIETZKI, Eleonora Ziller. Poesia e política. Rio de Janeiro: Revan, 2006.

SANT’ANNA, Affonso Romano de. O barroco. São Paulo: Ática, 2000.

SARTRE, Jean-Paul. Que é literatura? Trad. De Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Ática, 2004.

BLOOM, Harold. O cânone Ocidental. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995

MOISÉS, Massaud. A criação literária - Poesia . 16 ed. SP: Cultrix, 2003.

PIRES. Orlando. Manual de teoria e técnica literária. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Presença, 1989.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDOS DA PRODUÇÃO LITERÁRIA BAIANA DISCIPLINA LE0012 60

Estuda obras de autores baianos, discutindo aspectos fundamentais para a compreensão do

quadro da literatura produzida na Bahia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Literatura Baiana: identidade, diversidade cultural e regionalismo.Visão geral da Literatura Baiana e

seus representantes no cânone nacional até o século XX. O Lirismo moderno e suas

representações nas produções de Wally Salomão, Aleilto Fonseca, Rui Espinheira Filho, Antonio

Brasileiro, Maria Lúcia Martins, Miriam Fraga, José Carlos Capinan, Ciro de Matos e Antonio

Rizério. A consciência critica do lugar regional e do urbano nas obras dos autores Jorge Amado,

Adonias Filho, Antonio Torres, João Ubaldo Ribeiro, Euclides Neto e Lindolfo Rocha.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMADO, Jorge. Capitães de Areia. Rio de Janeiro: Record, 2001.

______. Terras dos Sem Fim. Rio de Janeiro: Record, 2005.

______. Gabriela Cravo e Canela. Rio de Janeiro: Record, 2006.

______. Tocaia Grande. Rio de Janeiro: Record, 2004.

BRASIL, Assis (organização, introdução e notas). A poesia baiana no século XX: Antologia. Rio

de Janeiro: Imago; Salvador-BA: Fundação do Estado da Bahia, 1999. Antologia. Rio de Janeiro:

Imago. Salvador, BA: Fundação do Estado da Bahia, 1999.

NETO, Euclides. A Enxada. 2 ed. São Paulo: Guena Bussius, 1992.

_____. Os Magros. 2 ed. São Paulo: Guena Bussius, 1992.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMORA, Antônio Soares. História da Literatura Brasileira. SP: Saraiva, 1968.

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo, Cultrix, 1978.

CASTELOJO, J. Aderaldo. A Literatura Brasileira – origens e unidades. V.1, 2004.

__________. A literatura Brasileira – origens e unidades. V.2, 1999.

COUTINHO, Afrânio (Org.) A literatura no Brasil. Rio de Janeiro: José Olimpio. Niterói: UFF –

Universidade Federal Fluminense, 1986.

__________. A literatura Brasileira através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1997.

__________. Introdução à Literatura no Brasil. 17ª Ed. Editora: Bertland Brasil, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FERNANDES, Ronaldo C. Narrador, cidade e literatura. In: LIMA, Rogério & FERNANDES,

Ronaldo C. (Org.) O imaginário da cidade. Brasília: Editora da UNB, 2000.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

CURRÍCULO E SOCIEDADE SEMINÁRIO ED0006 30

Estuda as teorias do currículo, numa perspectiva social e histórica, com ênfase nas discussões

curriculares contemporâneas, identificando o perfil profissional do egresso do curso de Letras.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Aproximação ao conceito de currículo. O currículo: cruzamento de práticas diversas. A prática

pedagógica e o currículo. As teorias sobre o currículo: elaborações parciais para uma prática

complexa. O currículo como soma de exigências acadêmicas. O currículo como base de

experiências. Legado tecnológico e eficientista no currículo. A ponte entre a teoria e a ação: o

currículo como configurador da prática. Pluralidade de saberes em processos educativos. Os

estudos no campo da formação e a valorização do saber prático ou da experiência. A cultura dos

estabelecimentos de ensino e da sala de aula. Os professores enquanto sujeitos do conhecimento:

subjetividade, prática e saberes no magistério. Ensino médio: construção de uma proposta para os

que vivem do trabalho. Área de linguagem: algumas contribuições para sua organização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COLL, César. Psicologia e currículo: uma aproximação psicopedagógica à elaboração do

currículo escolar. 5. ed. São Paulo: Ática, 2002.

DEMO, Pedro. Ranços e avanços (LDB). 17. ed. São Paulo: Papirus, 1997.

MARTINS, Ilza & MENEGOLLA, Maximiliano. Por que planejar? Como planejar? Currículo, área,

aula. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.

MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar?

Currículo, área, aula. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.

SILVA, Luis Heron da (Org.). Século XXI: qual conhecimento? Qual currículo? Rio de Janeiro:

Vozes, 2000.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001.

CANDAU, Vera Maria (Org.). Didática, currículo e saberes pedagógicos. 2. ed. Rio de Janeiro:

Cortez, 2002.

COLL, César et al. Os conteúdos na reforma: ensino e aprendizagem de conceitos,

procedimentos e atitudes. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Petrópolis/RJ: Vozes, 1994.

GARCIA, Oligair Gomes. O papel político do professor. Revista da Educação AEC, v. 26, nº 104,

jul/set. 1997. Brasília: AEC, 1997.

KUENZER, Acácia (Org.). Ensino médio: construindo uma proposta para os que vivem do

trabalho. São Paulo: Cortez, 2002.

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EMENTA

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HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA IV SEMINÁRIOS ED0008 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Como elaborar fichamento, resumos, resenhas, artigos, referências de normatização cientifica de

texto. NRA 6.023 e 6.028. Elaboração de pré-projeto de pesquisa. Subjetividade e investigação

científica. Tipos de pesquisa. Coleta e interpretação de dados. Relatórios.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Introdução à metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1983.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica. Guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo:

Atlas, 2002.

SANTOS Carlos Luiz dos. Tópicos sobre educação, metodologia da pesquisa cientifica, contabilidade, direito, administração e economia. Salvador: Quarteto, 2007

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002.

VILLAMARIN, Alberto J. G. O estudo eficaz: uma metodologia revolucionária para você alcançar o

ponto ótimo de rendimento no estudo e no trabalho. Rio Grande do Sul: AGE, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2001.

GONÇALVES, Elisa Pereira. Conversa sobre iniciação à pesquisa científica. 2. ed.

Campinas/SP: Editora Alínea, 2001.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONE, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1985.

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EMENTA

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HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA IV MEDTODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0007 105

Discute o lúdico como praocesso de mediação da aprendizagem de língua e de literatura e realiza

atividades referentes a diversas linguagens artísticas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O movimento humano e o brincar. A brincadeira dentro e fora da escola. Integração dos meios

lúdicos na escola e as implicações pedagógicas. A brincadeira para Piaget e para Vygotsky.

Mediação pedagógica e o uso do lúdico. Aluno pesquisador capaz de questionamento reconstrutivo

e de formulação própria. Autoridade X autoritarismo. Brincando, aprendendo e sendo. Recursos

lúdicos nas práticas educativas. O lugar da brincadeira na escola. Recursos lúdicos nos textos

didáticos. PNC’s e LDB: propostas para a educação básica e a utilização de recursos lúdicos. O

ensino de literatura, outras linguagens e o lúdico. O ensino de literatura, outras linguagens e o

lúdico. Instruções para a realização da atividade de campo. Elaboração de instrumentos para

subsidiar a atividade de campo. Elaboração/conclusão do relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis/RJ:

Vozes, 2003.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua

portuguesa. V. 2. Brasília: MEC, 2001.

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 6. ed. Campinas/SP: Autores Associados, 2003.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e

profissão docente. .6 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. Série Aula. São Paulo: Parábola

Editoria, 2003.

FONTANA, Roseli; CRUZ, Nazaré. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual Editora,

1997.

FREIRE, João Batista. O jogo: entre o risco e o choro. Campinas/SP: Autores Associados, 2005.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO

GRUPOS DE ESTUDO LE0017 60

Reflete sobre o processo de constituição do português do Brasil, obeservando a contribuição das

línguas indígenas e africanas e dos elementos históricos e culturais que o diferenciam do português

europeu.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A realidade lingüística no início e ao longo da colonização do território brasileiro: raízes e trajetórias

do português brasileiro, as línguas indígenas brasileiras, as línguas gerais, as línguas africanas no

Brasil. A difusão da língua portuguesa no território brasileiro. Controvérsias sobre a formação do português popular no Brasil: as influências do processo

civilizatório para a difusão do português no Brasil. Interpretação de dados da demografia histórica

para o entendimento da difusão da língua portuguesa no Brasil. A tese da crioulização prévia do

português popular e do Brasil. O conceito de transmissão lingüística irregular (TLI) aplicado ao

PPB. A hipótese da deriva lingüística para a formação do PB.

Conseqüências pedagógicas dos processos sócio-históricos de formação do português brasileiro:

os reflexos da constituição histórica do português brasileiro no campo escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARDOSO, Suzana Alice Marcelino; MOTA, Jacyra; MATTOS e Silva, Rosa Virgínia (Org.).

Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador Secretaria de Cultura e Turismo do

Estado da Bahia, 2006.

FIORIN, José Luiz; PETTER Margarida. África no Brasil: a formação da língua portuguesa. São

Paulo: Contexto, 2008.

FREIRE, José Ribamar Bessa. Rio Babel: a história das línguas na Amazônia. Rio de Janeiro:

Atlântica, 2004.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GUY, Gregory Riordan. A questão da crioulização no português do Brasil. In: ZILLES, Ana

MariaStahl (Org.). Estudos de variação lingüística no Brasil e no Cone Sul. Porto Alegre:

EDUFRGS, 2005.

ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O português da gente. A língua que estudamos. A língua que

falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

LEITE, Yone; FRANCHETO, Bruna. 500 anos de línguas indígenas no Brasil. In: CARDOSO,

Suzana Alice Marcelino; MOTA, Jacyra; MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia (Org.). Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador: Secretaria da Cultura e Turismo do Estdao da

Bahia, 2006..

LOBO, Tânia C. F.; MACHADO FILHO, Américo V. L.; MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Indícios

de língua geral do sul da Bahia na segunda metade do século XVIII. In: LOBO, Tânia; RIBEIRO,

Ilza; CARNEIRO, Zenaide; ALMEIDA, Norma (Org.). Para a história do português brasileiro. V.

IV, Novos dados, novas análises. Tomo II. Salvador, EDUFBA, 2006.

LUCCHESI, Dante. A constituição histórica do português brasileiro como um processo bipolarizador: tendências atuais da mudança nas normas culta e popular. In: GROBE, Sybille &

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Ensaios para uma sócio-histórica do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2004.

ZIMMERMANN, Klaus (Org.). “Substandard” e mudança no português do Brasil. Frankfurtam Main:

TFM, 1998. PP. 73-100.

_______, Dante. O conceito de transmissão lingüística irregular e o processo de formação do

português do Brasil. In: RONCARATI, Cláudia; ABRAÇADO, Jussara (Org). Português Brasileiro: contato lingüístico, heterogeneidade e história. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2003.

_______; BAXTER, Alan. Processos de crioulização na história sociolingüística do Brasil. In:

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Para a história do português brasileiro. V. II, tomo II -

primeiros estudos. São Paulo: Humanitas/FAPESB, 2001.

MOTA, Jacyra; MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia (Org.). Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador: Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, 2006.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PETTER, Margarida Tadonni. Línguas africanas no Brasil. In: CARDOSO, Suzana Alice Marcelino;

RODRIGUES, Arion Dall’igna. As outras línguas da colonização do Brasil. In: CARDOSO, Suzana

Alice Marcelino; MOTA, Jacyra; MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia (Org.). Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador: Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia,

2006.

SANTOS, Gredson. Uma questão mais específica: hipóteses sobre a formação do português

popular do Brasil. In: Variação fonética em estudantes residentes em áreas rurais da Bahia.

Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2006.

VITRAL, Lorenzo. Língua geral versus língua portuguesa: a influência do processo civilizatório. In:

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

FORMAÇÃO HISTÓRICA DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS DISCIPLINA LE0018 45

Estuda a origem, a constituição e a expansão das línguas românicas, com ênfase na língua

portuguesa, determinando os fatores socio históricos e linguísticos que contribuíram para esse

processo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Lingüística românica: objeto, principais correntes e métodos. Origem e formação das línguas

românicas. Romanização. Latim vulgar e proto-romance. Mudanças lingüísticas. Vocalismo,

consonantismo, morfossintaxe e léxico. Romances primitivos. Individualização dos romances.

Línguas românicas. Características e expansão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASSETO, Bruno Fregni. Elementos de filologia românica. 2. ed. São Paulo:USP, 2005.

_________. Filologia românica. 2. ed. São Paulo:USP, 2005.

COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.

ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. São Paulo: Ática, 1992.

SILVA NETO, Serafim da. História da língua portuguesa. 5. ed. Rio de Janeiro: Presença/INL,

1988.

__________. História da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, 1970.

STORIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma viagem através da história dos idiomas do

mundo. 2. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1993.

TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. Lisboa: Sá da Costa, 1990.

_______. História da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários. Trad. de José Paulo Paes. 2. ed. São

Paulo: Cultrix, 1972.

BOURCIEZ, Édouard. Éléments de linguistique romane. 4. ed. Paris: C. Klincksieck, 1956.

CASTRO, Ivo et al. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta, 1991.

COUTINHO, Ismael de Lima. Pontos de gramática histórica. 7. ed. rev. Rio de Janeiro: Ao livro

técnico, 1979.

ELIA, Silvio. Preparação à lingüística românica. 2. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Ao Livro

Técnico, 1979.

GAMA, Nilton Vasco da. Pequena bibliografia de filologia românica. Salvador: UFBA, 1972.

GAUGER, Hans-Martin. Introducción a la lingüística románica. Madrid: Gredos, 1989.

HUBER, Joseph. Gramática do português antigo. Tradução de Maria Manuela Gouveia Delille.

Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkiam, 1986.

ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. São Paulo: Ática, 1992.

MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Estruturas trecentistas: elementos para uma gramática do

português arcaico. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1984.

REI, Francisco Fernandez. Posición do galego entre as línguas románicas. V. 15. Santiago de

Compostela: Verba, 1988.

STÖRIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma viagem através da história dos idiomas do

mundo. 2. ed. rev. São Paulo: Melhoramentos, 1993.

TAGLIAVINI, Carlo. Orígenes de las lenguas neolatinas: introducción a la filologia romance.

Trad. de Juan Almela. 5. ed. México: Fondo de Cultura Económica, 1973.

VÄÄNÄNEN, Veikko. Introducción al latín vulgar. 3. ed. rev. Madrid: Gredos, 1988.

VIDOS, Benedek Elemér. Manual de lingüística românica. Trad. de José Pereira da Silva. Rio de

Janeiro: Eduerj, 1996.

WALTER, Henriette. A aventura das línguas no Ocidente. Trad. de Sérgio Cunha dos Santos.

São Paulo: Mandarim, 1997.

WARTBURG, Walther Von. La fragmentación lingüística de la Romania. 2. ed. aum. Madrid:

Gredos, 1991.

WILLIAMS, Edwin B. Do latim ao português. 6. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LÍNGUA E CULTURA LATINAS DISCIPLINA LE0015 45

Estuda a sócio-história e a expansão da Língua Latina, focalizando o latim literário e sua variação

oral (latim vulgar) e seus reflexos na língua portuguesa, com ênfase na morfossintaxe nominal.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O Latim: origem, expansão da Língua Latina, importância e como estudar latim.

Alfabeto.Pronúncia: restaurada - Tradicional - eclesiástica Acentuação, declinação, casos e

desinências. Estrutura da frase (simples), latina, normas para tradução. 1ª declinação e 2ª

declinação e neutros. Adjetivos de 1ª classe - declinação – emprego.Pronomes Possessivos -

declinação – emprego. Verbo “Esse” - indicativo - Presente, Imperfeito e Futuro Imperfeito. 3ª

declinação e suas particularidades. Pronomes Pessoais.Adjetivos de 2ª classe: Uniforme, biforme e

triforme. 1ª e 2ª conjugações.Cultura Latina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Noções fundamentais de língua latina. São Paulo: Saraiva,

1959.

_________. Gramática latina. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 1985.

ELLIA, Sílvio.O ensino do latim. Rio de Janeiro: Agir, 1957.

FARIA, Ernesto. Gramática elementar da língua latina. São Paulo: Nacional, 1944.

______. Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1958.

FANTANA, Dino Fausto. Curso de latim. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1981.

LODEIRO, José. Tradução dos textos latinos. 6. ed. Porto Alegre: Editora Globo, 1968.

NOBREGA, Wandick Londres. Curso complementar de latim. Recife: Livraria Carlos Pereira,

1939.

RONAI, Paulo. Curso básico de latim. Gradus primus. São Paulo: Editora Cultrix, 1954.

SILVA NETO, Serafim da. História do latim vulgar. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1977.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BUSSARELO, Raulino. Dicionário básico latino-português. 4 ed. Florianopolis; Ed. Da UFSC,

1998.

BERGE. Dr. Fr. Damião (ET AL) ARS Latina. 34 ed. Petropolis. RJ: Vozes, 2002.

CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao latim. 5 ed. SP: Ática, 2004.

COMBA, P. Júlio. Programa de latim. 6 ed. SP: Salesiana, 2003.

GARCIA, Janete Melasso. Língua Latina. A teoria sintática na prática dos textos. Brasília.

Editora Universidade de Brasilia, 1997.

FIGUEIREDO, José Nunes de. ALMENDRA, Maria Ana. Compêdio de Gramática Latina. Porto:

Universidade de Brasilia, 1997.

FURLAN. Oswaldo. Antonio. Língua e literatura latina e sua derivação portuguesa. Petropolis,

RJ: Vozes, 2006.

RONAI, Paulo. Não perca o seu latim. Gradus Primus. São Paulo: Editora Cultrix, 1954.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDO DA FICÇÃO BRASILEIRA CONTEMPORANEA DISCIPLINA LE0016 45

Estudo seletivo de autores, obras e questões relevantes para a compreensão da ficção

contemporânea brasileira.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Vanguardas européias. Modernismo brasileiro. A ficção (longa) no modernismo brasileiro. O que é

pós-modernismo. Pós-modernismo brasileiro. Ficção (longa) pós-modernista brasileira. João

Ubaldo Ribeiro (Sargento Getúlio). José Louzeiro (Lúcio Flávio - O passageiro da agonia). Raduan

Nassar (Lavoura arcaica). Silviano Santiago (Em liberdade). Márcio Souza (Mad Maria). Rubem

Fonseca (Agosto). Roberto Drummond (Hilda Furacão). Chico Buarque (Estorvo). Domício Proença

Filho (Capitu - memórias póstumas). Milton Hatoum (Dois irmãos).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do texto. 2. ed. São Paulo: Ática, 1999. V.1.

HUTCHEON, Linda. Poética do pós-modernismo. Trad. de Ricardo Cruz. Rio de Janeiro: Imago,

1991.

MOISÉS, Massaud. História da literatura brasileira. Modernismo. V. III. São Paulo: Cultrix, 2001.

SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

_________. Nas malhas da letra. Rio de Janeiro: Rocco (Biblioteca Euclides Neto)

PINTO, Maria Zélia Barbosa ( Trad). Análise estrutural da narrativa. 2. ed. Petrópolis: Vozes,

1971.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel de. A estrutura do romance. Coimbra: Almedina, 1974.

_______. Teoria da literatura. 8. ed. Coimbra: Almedina, 1991.

ARAÚJO, Jorge de Souza. Floração de imaginários: o romance baiano no século XX. Itabuna:

Via Literatum, 2008.

ECO, Umberto. Sobre a literatura. Trad. de Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 1991.

DEALTRY, Giovana, LEMOS. Amasé, CHIARELLI, Stefania. Alguma Prosa: ensaios sobre

literatura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007 (Biblioteca do Professor).

PROENÇA/FILHO, Domicio (Org.) O livro do seminário. São Paulo: LR Editores, 1983. (Biblioteca

do Professor).

SILVERMANN, Malcolm. Protesto e o novo romance brasileiro. São Carlos/Porto Alegre: editora

da UFSCar/ Editora da UFFRS, 1995. (Biblioteca do Professor).

SUSSEKIND, Flora. Tal Brasil, qual o romance? Rio de Janeiro: Achiamé, 1984. (Biblioteca do

Professor).

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EMENTA

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HORÁRIA

CÂNONES E CONTEXTOS NA LITERATURA PORTUGUESA DISCIPLINA LE0014 60

Estudo de obras e autores portugueses cuja permanência se sustenta na reiteração de leituras e

revisões críticas ao longo do tempo, tendo em vista o contexto sócio-cultural.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Cânone e contexto. O cânone literário. O cânone ocidental. Os cânones portugueses (segundo

Harold Bloom). O teatro satírico de Gil Vicente (Auto da barca do inferno). O épico, o lírico e o

dramático em Os Lusíadas, de Luiz de Camões. O teatro sebastianista de Almeida Garret (Frei Luis

de Sousa). Eros e Tânatos em Amor de perdição, de Camilo Castelo Branco. A educação

sentimental em O primo Basílio, de Eça de Queiros. Fernando Pessoa (Mensagem): ortônimo,

heterônimos e semi-heterônimos.A ficção da ficção de José Saramago: O ano da morte de Ricardo

Reis.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAIT, Beth. A personagem. 8. ed. São Paulo: Ática, 2004.

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do texto: prolegômenos. V. I, 2. ed. São Paulo: Ática, 2006.

GUINSBURG, Jacó (Org.). O romantismo. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.

LEITE, Lígia Chiappinni. O foco narrativo. 10. ed. São Paulo: Ática, 2005.

MOISÉS, Massud. Dicionário de termos literários. 19. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária. Prosa. 19. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

_______. A literatura portuguesa através de textos. 30. ed. São Paulo: Cultrix, 2006.

PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de época na literatura. 13. ed. São Paulo: Ática, 1992.

TELLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro. 17. ed. Petrópolis:

Vozes, 2002.

PINTO, Maria Zélia Barbosa ( Trad). Análise estrutural da narrativa. 2. ed. Petrópolis: Vozes,

1971.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel de. A estrutura de romance. Coimbra: Almedina, 1974.

_______. Teoria da literatura. 8. Ed. Coimbra: Almedina, 1991.

BLOOM, Harold. O cânone ocidental. Trad. de Marcos Santarrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

REIS, Carlos & LOPES, Ana Cristina M. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.

SARAIVA, Antonio José. História da literatura portuguesa. 8. ed. Lisboa: Europa-América, 1965.

SEIXO, Maria Alzira. Lugares da ficção em José Saramago. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da

Moeda, 1999.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

PROCESSOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0055 30

Discute o processamento cognitivo empregado na atividade de produção do texto, o papel da

memória, do conhecimento e da situação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A construção textual do sentido; A atividade de produção textual; O texto: uma unidade de sentido;

O papel da memória, do conhecimento e da situação; Os sujeitos enunciadores e a construção do

sentido no texto

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix. 2003.

BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática. 1985.

CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. 22.. ed. São Paulo: Brasiliense. 1986.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2000.

_____. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHIAPPINI, Ligia. Foco narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática, 1993.

DISCINI, Norma. A comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.

ORLANDI, Eni. Cidade dos sentidos. Campinas/SP: Pontes, 2004.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA V SEMINÁRIO ED0009 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Educação, pesquisa educacional no Brasil Contemporâneo. Determinação do tema de pesquisa.

Conhecimento da estrutura do projeto de pesquisa. Elaboração de projetos segundo as normas da

ABNT para trabalhos acadêmicos. Promoção da socialização dos trabalhos realizados durante o

semestre.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006.

GIL, Antônio Carlos. Projetos de Pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São

Paulo: EPU, 1986.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico, procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.

São Paulo: Atlas, 2006.

OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. 3. ed.

Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho cientifico. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2001.

FAZENDA, Ivani (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

_______. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed. São Paulo:

Papirus, 1995.

NBR 15287. Informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de Janeiro,

2005.06p.

NBR 14724. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro,

2005.09p.

SILVA, Edna Lúcia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 4. ed.

Florianópolis: UFSC, 2005. Disponível em

HTTP://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/~soniaa/roteirosmetodologicos/metpesq.pdf Acesso em 09 de

novembro de 2007. Rio de Janeiro, 2002.24p.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTÁGIO I METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0 010 100

Desenvolve estudos de casos e estudos diagnósticos com vistas à elaboração de projetos diversos

para serem aplicados em espaços educativos variados, bem como minicursos e oficinas

pedagógicas direcionadas a programas de ensino tanto para instituições como para projetos

comunitários.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Os objetivos do ensino de língua portuguesa e literatura nos ensinos fundamental e médio.

Metodologias para o ensino de língua portuguesa e literatura nos ensinos fundamental e médio de

modo a concretizar os objetivos deste ensino. Elementos para observações e análise da prática

pedagógica escolar. Projetos de extensão: propostas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (Org.). Era uma vez... na escola: formando educadores para formar

leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais - Língua Portuguesa. Primeiro e segundo Ciclo. 3.

ed., v. 2. Brasília: MEC/SEEF: 2001.

CHIAPPINI, Ligia (Coord.). Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. V. 02.

São Paulo: Cortez.

_______. Aprender e ensinar com textos de alunos. V. 1, 6. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º

e 2º graus. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Pioneir Thomson Learning, 2005.

BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias.

V. 1. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica, 2006.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental.

Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/SEF, 1998.

FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2 . ed.

Campinas: Papirus, 1994.

MARTINS, Aracy Alves; BRANDÃO, Heliana Maria Brina; MACHADO, Maria Zélia Versiani (Org.).

Escolarização da leitura literária. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estágio supervisionado: a aproximação da

realidade escolar e a prática da reflexão. In: FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed. Campinas: Papirus, 1994.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,

2004.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola? Campinas: Mercado de

Letras/Associação de Leitura do Brasil, 1996.

ZILBERMAN, Regina (Org.). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. 9. ed. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1988.

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EMENTA

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HORÁRIA

CONSTITUIÇÃO DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS DISCIPLINA LE0020 45

Estuda as transformações que o latim sofreu em sua evolução para as línguas romãnicas,

considerando-se os aspectos fonético-fonológicos, morfossintáticos e lexicais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Origem e formação das línguas românicas. Contatos lingüísticos: substrato, superstrato e adstrato.

Línguas românicas: expansão, classificação, distribuição geográfica e caracterização lingüística.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASSETO, Bruno Fregni. Elementos de filologia românica. 2. ed. São Paulo: USP, 2005.

_______, Bruno Fregni. Filologia românica. 2. ed. São Paulo:USP, 2005.

TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.

ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. São Paulo: Ática, 1992.

SILVA NETO, Serafim da. História da língua portuguesa. 5. ed. Rio de Janeiro: Presença/INL,

1988.

_______. História da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, 1970.

STORIG, Hans Joachim. A aventura das línguas: uma viagem através da História dos idiomas do

mundo. 2. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1993.

TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. Lisboa: Sá da Costa, 1990.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários. Trad. de José Paulo Paes. 2. ed. São

Paulo: Cultrix, 1972.

BOURCIEZ, Édouard. Éléments de linguistique romane. 4. ed. Paris: C. Klincksieck, 1956.

CASTRO, Ivo et al. Curso de história da língua portuguesa. Lisboa: Universidade Aberta, 1991.

FERNANDEZ REI, Francisco. Posición do galego entre as línguas românicas. V. 15. Santiago

de Compostela: Verba, 1988.

GAMA, Nilton Vasco da. Pequena bibliografia de filologia românica. Salvador: UFBA, 1972.

GAUGER, Hans-Martin. Introducción a la lingüística románica. Madrid: Gredos, 1989.

HUBER, Joseph. Gramática do português antigo. Trad. de Maria Manuela Gouveia Delille.

Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkiam, 1986.

LAUSBERG, Heinrich. Lingüística românica. Trad. de Marion Ehrhardt e Maria Luísa Schemman.

2. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1981.

LÜDTKE, Helmut. Historia del léxico románico. Madrid: Gredos, 1974.

MAIA, Clarinda de Azevedo. História do galego-português: estudo lingüístico da Galiza e do

nordeste de Portugal desde o século XII ao século XVI. Lisboa: Fundação Calouste

Gulbenkiam/Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, 1986.

MEIER, Harri. Ensaios de filologia românica. 3..ed. Rio de Janeiro: Grifo, 1974. TAGLIAVINI,

Carlo. Orígenes de las lenguas neolatinas: introducción a la filologia romance. Trad. de Juan

Almela. 5. ed. México: Fondo de Cultura Económica, 1973.

VÄÄNÄNEN, Veikko. Introducción al latín vulgar. 3. ed. rev. Madrid: Gredos, 1988.

VIDOS, Benedek Elemér. Manual de lingüística românica. Trad. de José Pereira da Silva. Rio de

Janeiro: EDUERJ, 1996.

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COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LÍNGUA, LITERATURA E CULTURA LATINAS DISCIPLINA LE0023 45

Estuda a língua e a literatura latina, focalizando o latim literário e sua variação oral (latim vulgar) e

seus reflexos na língua portuguesa, com ênfase na morfossintaxe verbal.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Terceira declinação: neutros. Adjetivos da segunda classe: uniforme, biforme e triforme. Quarta

declinação e os neutros. Quinta declinação. Pronomes possessivos - declinação: emprego.

Pronomes pessoais. Pronomes demonstrativos. Graus de adjetivos e o confronto com o superlativo

em português. Numerais cardinais e ordinais latinos e sua funcionalidade no português. As

preposições e os advérbios latinos, com uso freqüente no nosso quotidiano. Dias da semana,

meses do ano. Cultura latina. Literatura latina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Noções fundamentais de língua latina. São Paulo: Saraiva,

1959.

_________. Gramática latina. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 1985.

ELLIA, Sílvio. O ensino do latim. Rio de Janeiro: Agir, 1957.

FARIA, Ernesto. Gramática elementar da língua latina. São Paulo: Nacional, 1944.

______. Gramática superior da língua latina. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1958.

FANTANA, Dino Fausto. Curso de latim. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1981.

LODEIRO, José. Tradução dos textos latinos. 6. ed. Porto Alegre: Editora Globo, 1968.

NOBREGA, Wandick Londres. Curso complementar de latim. Recife: Livraria Carlos Pereira Ed.,

1939.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

RONAI, Paulo. Curso básico de latim. Gradus Primus. São Paulo: Editora Cultrix, 1954.

SARAIVA, F. R. Santos. Novíssimo dicionário latino - português. Rio de Janeiro

SILVA NETO, Serafim da. História do latim vulgar. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1977.

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HORÁRIA

LITERATURA: CRÍTICA, HISTÓRIA, CULTURA E SOCIEDADE DISCIPLINA LE0021 60

Estuda os conceitos de crítica e história relacionados aos conhecimentos da teoria, tendo em vista

também a história dos fatos e valores sócio-econômicos, políticos e culturais numa perspectiva

contemporânea que compreenda a literatura como fenômeno da cultura e como prática social,

relacionada aos diversos campos do saber e da arte, numa abordagem intertextual e

interdisciplinar.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceitos de crítica, especificando a crítica literária. Crítica, história e teoria literária. As correntes

da crítica literária: biográfica, impressionista, nova crítica, estruturalista, sociológica, psicanalista,

desconstrução, feminista, crítica política, crítica cultural. A crítica dos estudos culturais. As

correntes da crítica literária na análise de textos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERGEZ, Daniel. Métodos críticos para a análise literária. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

BRASIL, Assis. Teoria e prática de crítica literária. São Paulo: Topbooks, 1995.

COMPAGNON, Antoine. O Demônio da teoria - literatura e senso comum. Belo Horizonte,

Editora UFMG, 2001.

D’ONOFRIO, Salvadore. Teoria do texto l: prolegômenos e teoria da narrativa: São Paulo, Ed.

Ática, 1995.

EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

MELLO, Maria Elizabeth Chaves de. Lições de crítica. Rio de Janeiro: EDUFF, 1997.

RAVOUX-RALLO, Elizabeth. Métodos de crítica literária. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

SAMUEL, Rogel (Org). Manual de teoria literária. Petrópolis: Vozes, 1992.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970.

MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta a Euclides. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1974.

MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia de cultura brasileira. São Paulo: Ática, 1980.

SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos: São Paulo: Perspectiva, 1978.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL I DISCIPLINA LE0022 45

Estuda as relações gramaticais que se estabelecem na língua estrangeira em estudo,

compreendendo a sua função na organização dos textos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Tempos verbais. Verbo to be: presente, passado e futuro. Verbos modais. Pronomes: possessivos,

demonstrativos, oblíquos. Prefixos e sufixos; Adjetivos; Advérbios; Ordem das palavras

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GOMES, Luiz Lugani. Novo Dicionário de expressões idiomáticas americanas. SP: Pioneira

Thomson Learning, 2003.

MARQUES, A. e DRAPER, David. Dicionário de Inglês/Português. 22ª Ed. São Paulo: Ática,

2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COOK, G. Applied Linguistics. Oxford University Press, 2003

BOHN, H.; VANDRESEN, P. Tópicos de lingüística aplicada: o ensino de línguas estrangeiras.

Florianópolis: UFSC, 1988.

ELLIS, R. Second Language Acquisition. Oxford University Press,1997

MUNHOZ, Rosangela. Inglês instrumental. Texto Novo, São Paulo:SP 2000.

OLIVEIRA, S. R. de F. Estratégias de leitura para Inglês Instrumental. Brasília: EdUnB,1996.

TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa. São Paulo: Saraiva, 2000.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LITERATURA E IDENTIDADE CULTURAL DISCIPLINA LE0019 60

Estuda as relações entre a literatura e os processos de construção de identidades socioculturais,

considerando textos escritos, práticas e outras manifestações culturais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A literatura brasileira: matrizes culturais e identitárias. A identidade na pós-modernidade.

Destruindo fronteiras: o hibridismo cultural na literatura. Cultura e literatura: o jogo da memória

discursiva. A contribuição da ficção na formatação do imaginário social. Estado, cultura popular e

identidade nacional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂNDIDO, Antônio. Literatura e siociedade. 9. ed. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006.

CULLER, Jonathas. Teoria da literária: uma introdução. São Paulo: BECA, 1999.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Círculo do

Livro, 1998.

SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

_________. Nas malhas da letra. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste: e outras artes. São Paulo:

Cortez, 2006.

CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano: artes de fazer. Petrópolis/RJ: Vozes, 1994.

FEATHERSTONE, Mike. O desmanche da cultura: globalização, pós-modenismo e identidade.

São Paulo: Studio Nobel/SESC, 1997.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FRANZINI, Fábio. Futebol é “coisa para macho”? Pequeno esboço para uma história das

mulheres no país do futebol. São Paulo: Revista Brasileira de História, n° 50, 2005.

ORTIZ, Renato. Cultura brasileira & identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 2005.

ROCHA, Everaldo (Org.). Cultura & imaginário. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.

SAID, Edward. Cultura e imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desrespeito da

experiência. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro:

Francisco Alves, 1998.

THOMPSON, Edward P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São

Paulo: Companhia das Letras, 1988.

_________. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao pensamento de

Althusser. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.

WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia das

Letras, 1989.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

A CONSTRUÇÃO DO SENTIDO NO TEXTO

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0064 30

Avalia as estratégias de construção do sentido do texto, dando ênfase os fatores de textualidade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Linguística textual: um breve percurso histórico. Concepção de texto e de sentido. O texto e a

construção dos sentidos. O texto do ponto de vista linguístico e discursivo;. Elementos de

textualização. A coerência textual. A coesão textual. A intertextualidade como elemento de

textualização. Articuladores textuais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. 8 ed SP: Ática: 2002

HENRIQUES, Cláudio Cezar; PEREIRA, Maria Teresa Gonçalves. (org.). Língua e transdisciplinaridade: rumos, conexões, sentidos. São Paulo: Contexto, 2002.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2000.

_____. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.

MUSSALIN, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Org). Introdução à lingüística: domínios e

fronteiras. V.1., ed. São Paulo: Cortez, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BUNZEN, Clécio e MENDONÇA, Márcia (Og). Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

DIONÍSIO, Ângela Paiva et all (orgs). Gêneros textuais e ensino. 3. ed. Rio de Janeiro: Lucerna,

2005.

DISCINI, Norma. A comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.

POSSENTI, Sírio. Os limites do discurso: ensaios sobre discurso e sujeito. 2. ed. Curitiba/PR):

Criar Edições, 2004.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VI SEMINÁRIOS ED0012 45

Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os

procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo

promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A pesquisa social: introdução. Elementos da pesquisa. Métodos da pesquisa. Técnicas da

pesquisa. Revisão da literatura. Objeto de estudo. Normas para elaboração de trabalhos

acadêmicos. Construção de anteprojeto de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006.

LUBISCO, Nídia M.L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

LUDKE, Menga. ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São

Paulo: EPU, 1986.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico, procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.

São Paulo: Atlas, 2006.

OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. 3. ed.

Rio de Janeiro; Vozes, 2007.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, M.M. de. Introdução à metodologia do trabalho cientifico. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2001.

FAZENDA, Ivani (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

________. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed. São Paulo:

Papirus, 1995.

GIL, Antônio Carlos. Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

NBR 15.287. Informação e documentação. Projeto de pesquisa. Apresentação. Rio de Janeiro,

2005.

NBR 14.724. Informação e documentação. Trabalhos acadêmicos. Apresentação. Rio de Janeiro,

2005.

SILVA, Edna Lúcia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 4. ed.

Florianópolis: UFSC, 2005. Disponível em

HTTP://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/~soniaa/roteirosmetodologicos/metpesq.pdf Acesso em 09 de

novembro de 2007. Elaboração Rio de Janeiro, 2002.24p.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTÁGIO II METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0011 100

Discute os objetivos e metodologias do ensino de língua portuguesa e literatura no ensino

fundamental de 5ª a 8ª séries e ensino médio. Além disso, desenvolve observações e análises das

práticas pedagógicas escolares e de outros aspectos educativos, visando à elaboração de projetos

de ensino e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A formação do professor de língua materna.Tema transversal. Metodologia para o ensino de língua

e literatura. Objetivos do ensino de língua portuguesa e literatura. Pluralidade cultural. PCN e o

ensino da língua materna. Multiculturalidade e educação. Projeto de extensão: pressupostos

teóricos e problematização. Pesquisa na comunidade. Levantamento dos dados. Elaboração do

projeto. Realização do Projeto. Elaboração do relatório do estágio. Apresentação no SIP.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (Org.). Era uma vez... na escola: formando educadores para formar

leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais – língua portuguesa. Primeiro e segundo ciclo. V.

2, 3. ed. Brasília: MEC/SEE, 2001.

CHIAPPINI, Ligia (Coord..).Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. V. 02.

São Paulo: Cortez

_________. Aprender e ensinar com textos de alunos. V. 1, 6. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Pioneir Thomson Learning, 2005.

FAZENDA, Ivani Catarina et al. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2. ed.

Campinas: Papirus, 1994.

KIRST, Marta; CLEMENTE, Ivo (Org.). Lingüística aplicada ao ensino de português. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1987.

MARTINS, Aracy Alves; BRANDÃO, Heliana Maria Brina; MACHADO, Maria Zélia Versiani (Org.).

Escolarização da leitura literária. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/Secretaria de

Educação Fundamental, 1998.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTABELECIMENTO DOS ESTUDOS LINGUISTICOS

GRUPOS DE ESTUDO LE0024 45

Aborda a origem dos estudos lingüísticos, a sua constituição como ciência e a formação das

correntes teóricas dos gregos ao gerativismo, além de avaliar suas contribuições para o ensino da

língua e para o desenvolvimento da prática da investigação científica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceitos de língua, linguagem e lingüística. História da lingüística. Conceitos de gramática.

Estruturalismo. Gerativismo. Aquisição de linguagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARVALHO, Castelar de. Para compreender Saussure: fundamento e visão crítica. 2. ed. Rio de

Janeiro: Editora (?), 1980.

FIORIN, J. L. (Org.). Introdução à lingüística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002.

ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes, 1985.

LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. 18. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

LYONS, John. Lingua(gem) e lingüística: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de lingüística. São Paulo: Contexto, 2008.

ORLANDI, E. P. O que é lingüística. São Paulo: Brasiliense, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ROBINS, R. H. Pequena história da lingüística. Trad. Luiz Martins Monteiro de Souza. Brasília:

Livro Técnico, 1979.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. 20. ed. São Paulo: Cultrix, 1995.

TRASK, R. L. Dicionário de linguagem e lingüística. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006.

TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. São Paulo:

Cortez, 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

CRÍTICA TEXTUAL: EDIÇÕES E ESTUDOS DISCIPLINA LE0026 45

Estuda os textos numa abordagem filológica, com ênfase nas teorias e modelos de edição

pertinentes às diversas situações textuais, considerando-os como instrumentos de análise

linguística e literária.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de crítica e filologia; Noções do trabalho do crítico textual. A influência literária.

Comparação. Abordagem: um breve histórico do português brasileiro. Teorias da crítica de texto.

As edições e a crítica. Crítica, lingüística e literatura. A contextualização e a exegese.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEVEDO FILHO, Leodegário. A. de. Iniciação à crítica textual. Rio de Janeiro: Presença, 1987.

CASTILHO, Ataliba T. de (Org.). Para a história do português brasileiro. V. 1. São Paulo:

Humanitas/ FFLCH/USP, 1998.

COUTINHO, Eduardo; CARVALHAL, Tânia (Org.). Literatura comparada: textos fundados. Rio de

Janeiro: Rocco, 1994.

ELIOT, T. L. Ensaios. São Paulo ArtMed, 1989.

ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O português da gente: a língua que estudamos a língua que

falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

NESTROVSKI, Arthur. Ironias da modernidade: ensaios sobre literatura e música. São Paulo:

Ática, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PERRONE-MOISÉS, Leyla. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática, 1978.

SILVA, José Pereira da. Crítica textual e edições de textos. Texto digital:

http://://www.folologia.org.br/viisenefil/03htm.

SILVA, José Pereira da. A metodologia da crítica textual. Texto digital:

http://www.filologia.org.br/revista/artigo/3(8) 16-27.html.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ASPECTOS DA LITERATURA PORTUGUESA DISCIPLINA LE0025 45

Reflexão sobre aspectos que norteiam o universo literário português, tanto em relação às formas

narrativas quanto às formas poéticas. Enfoque de questões como o agenciamento mútuo entre

passado e presente. O tratamento crítico de arquétipos e mitos. A busca de identidade cultural. A

singularização da linguagem enquanto produtividade dinâmica de sentidos, entre outras.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O Olhar português do mar para terra. Percurso pré-moderno, moderno e pós-moderno da cultura

literária portuguesa: o retorno do Olhar do mar para a terra. O Impressionismo e o Simbolismo: a

decadência do Olhar cientificista do Realismo-Naturalismo e ascensão do Olhar sensível. Orfismo.

Fernando Pessoa: Olhar fingidor do poeta. Mário de Sá-Carneiro: o Olhar escandalizante dirigido à

burguesia. Neo-Realismo: Olhar e documentar. José Saramago: de Olho na história. A literatura de

autoria feminina. Breve Olhar amoroso nas literaturas africanas de língua portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LOURENÇO, Eduardo. O labirinto da saudade: psicanálise mítica do destino português. 2. ed.

Lisboa: Dom Quixote, 1982.

MOISÉS, Massaud. A análise literária. 14 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Poesia . 16 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Prosa I. 19 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A criação literária - Prosa II. 18 ed. SP: Cultrix, 2003.

_______. A Literatura Portuguesa. V.4. RJ: Gernasa, 1970

_______. A Literatura Portuguesa. 33 ed. SP: Cultrix,2005.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CORTESÃO, Jaime. Os factores democráticos na formação de Portugal. 3. ed. Lisboa: Livros

Horizonte, 1978.

MARQUES, A. H. de Oliveira. História de Portugal; desde os tempos mais antigos até a presidência do Sr. General Eanes. Manual para uso de estudantes e outros curioso de assuntos do passado pátrio. Lisboa: Palas, s.d., 3 vol.

SARAIVA, Antônio José. A cultura em Portugal. teoria e história. Lisboa: Bertrand, 1982 (Livro I),

1984 (Livro II).

SARAIVA, Antônio José. História da cultura em Portugal. Lisboa: Jornal do Foro, 1950. 3 vols.

________ & LOPES, Óscar. História da literatura portuguesa. 13. ed. corr. e atual. Porto: Porto,

1985.

SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 7. ed. Mira-Sintra - Mem Martins,

Europa-América, 1981.

SÉRGIO, Antônio. Breve interpretação da História de Portugal. 8. ed. Lisboa: Sá da Costa,

1978.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL II DISCIPLINA LE0027 45

Ocupa-se das estratégias de compreensão, interpretação e produção de textos, incluindo

procedimentos e estratégias de tradução.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Desconstrução e recontextualização de diferentes gêneros textuais. Identificação do papel do texto

não-verbal: títulos, figuras, legendas, gráficos. Organização do texto: processos de coesão e

coerência. Definição do campo semântico: substantivos, adjetivos, advérbios. Utilização do

conhecimento prévio na leitura: processos de inferência e previsão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GOMES, Luiz Lugani. Novo Dicionário de expressões idiomáticas americanas. São Paulo:

Pioneira Thomson Learning, 2003.

MARQUES, A. e DRAPER, David. Dicionário de Inglês/Português. 22ª Ed. São Paulo: Ática,

2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOHN, H.; VANDRESEN, P. Tópicos de Lingüística Aplicada - o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: UFSC, 1988.

COOK, G. Applied Linguistics. Oxford University Press, 2003

ELLIS, R. Second Language Acquisition. Oxford University Press,1997

MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental. Texto Novo, São Paulo, SP, 2000.

OLIVEIRA, S. R. de F. Estratégias de leitura para Inglês Instrumental. Brasília: EdUnB,1996.

TORRES, Nelson. Gramática prática da Língua Inglesa. São Paulo: Saraiva, 2000.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VII DISCIPLINA ED0014 25

Orienta a construção de aporte teórico que fundamenta o trabalho científico nas diversas

modalidades, com vistas à elaboração do TCC. Orienta e articula a socialização dos trabalhos

realizados durante o semestre. Realiza o estudo interdisciplinar do tema norteador. Discute a

temática linguagem e ciência.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Trabalho de conclusão de curso - orientadores/orientandos. Referencial teórico: alicerce para o

texto acadêmico. Linguagem e Ciência - o TCC.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006.

D’ONOFRIO, Salvatore. Metodologia do trabalho intelectual. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

GIL, Antônio Carlos. Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

LUBISCO, Nídia M. L..; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São

Paulo: EPU, 1986.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico, procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. A prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.

São Paulo: Atlas, 2006.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. 3. ed.

Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, M.M. de. Introdução a metodologia do trabalho cientifico. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2001.

BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. São Paulo:

Atlas, 2004.

FAZENDA, Ivani (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

________. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed. São Paulo:

Papirus, 1995.

SILVA, Edna Lúcia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 4. ed.

Florianópolis: UFSC, 2005. Disponível em:

HTTP://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/~soniaa/roteirosmetodologicos/metpesq.pdf acesso em 09 de

novembro de 2007. Elaboração Rio de Janeiro, 2002.24p.

NBR 15287. Informação e documentação: Projeto de Pesquisa: Apresentação. Rio de Janeiro,

2005.06p.

NBR 14724. Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: Apresentação. Rio de Janeiro,

2005.09p.

Page 326: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTÁGIO III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0013 100

Aplica os conhecimentos e as experiências teórico-práticas adquiridos no curso, levando em conta

os aspectos funcionais e estruturais do currículo, desenvolvendo Estágio de Regência em Língua

Portuguesa e Literaturas, sob a forma de aulas nas escolas da região no Ensino Fundamental.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A formação do professor de português. Os gêneros textuais. O livro didático. Dificuldades de

aprendizagem. Contribuições da lingüística contemporânea para o estudo/ensino de língua

materna. Visão instrumentalista e sócio-interacionista da linguagem. Ensino/aprendizagem de

língua portuguesa numa perspectiva sócio-interacionista. O ensino e os diferentes usos da

linguagem. Diversidade lingüístico-cultural e ensino de língua. Aprender/ensinar língua materna -

uma reflexão sobre a ação. Ações da linguagem, sobre a linguagem, com a linguagem. Variação

lingüística e produção de texto. Leitura, produção textual e análise lingüística. A pesquisa e a

construção do conhecimento científico. Tipos de conhecimento. Etapas da elaboração de uma

pesquisa escolar. A pesquisa como fonte do saber. A pesquisa no processo ensino/aprendizagem

de língua materna. Planejamento, organização do currículo e projetos em língua portuguesa.

Atividades epilingüísticas. Critérios de correção do texto do aluno. Influência das novas tecnologias

para os conceitos fundamentais do estudo da linguagem. Pressupostos teórico-metodológicos para

a elaboração do projeto de estágio. Pressupostos teórico-metodológicos para a elaboração do

relatório de estágio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolingüística. 7. edição. São Paulo: Contexto,

2000.

_______. A pesquisa na escola. Como é e como se faz. São Paulo: Contexto, 2001.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa - 3º e 4º ciclos. Brasília:

MEC/SEE, 1999.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GERALDI, João W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas:

Mercado das Letras, 1999.

GUEDES, Paulo Coimbra. A formação do professor de português: que língua vamos ensinar?

São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BENTES, Anna Christina (Org.). Introdução à lingüística. Vol. 2, 2. ed. São Paulo: Cortez, 2005.

BRITTO, Luiz Percival L. A concepção de língua e gramática nas produções didáticas. A

sombra do caos: ensino de língua X tradição gramatical. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1997.

BUNZEN, Clécio. Da era da composição à era dos gêneros: o ensino de produção de texto no

ensino médio. In: BUENZEM, Clecio e MENDONÇA,Márcia. Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial.

GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ativa, 2000.

KLEIMAN, Ângela B; MORAES, Sílvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos

projetos da escola. Campinas/SP: Mercado de Letras, 1999.

KOCH, Ingedore G. Villaça. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Contexto, 2002.

_____. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2000.

MARTINS, Jorge Santos. O trabalho com projetos de pesquisa: do ensino fundamental ao

médio. 4. ed. Campinas/SP: Papirus, 2001.

PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP: Mercado de

Letras/Associação de Leitura do Brasil, 1996.

SUASSUNA, Lívia. Ensino de língua portuguesa – uma abordagem pragmática. 5. ed.

Campinas/SP: Papirus, 1995.

TRAVÁGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no

primeiro e segundo graus. São Paulo: Cortez, 1995.

VALENTE, André (Org.). Aulas de português: perspectivas inovadoras. Petrópolis/RJ: Vozes,

1999.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

OFICINA DE CRIAÇÃO LITERÁRIA METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0061 45

Discute os caminhos da criação e os processos da escritura, envolvendo os elementos para a

construção do estilo, para servir de suporte na produção de textos segundo os gêneros clássicos

e as fromas literárias modernas e pós-modernas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Formas de Criação Literária

O Conto

A Novela

O Romance

O Texto Teatral

A Poesia

Literatura Infantil

Encontro com o Escritor

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CANDIDO, A. O método crítico de Sílvio Romero. Edusp, 1988. FORTES, HP. Euclides: o estilizador de nossa história. Edições GRD, 1990 GROSSMANN, J. -

Temas de teoria da literatura - Editora Ática, 1982. LIMA, A. A. Estudos Literários. Companhia Aguilar Editôra, 1966. MOISÉS, M. A criação literária: introdução à problemática da literatura. Edições

Melhoramentos, 1975. MOISÉS, M. A criação literária: poesia. Editora Cultrix,1984.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL, Bertrand. O texto, ou, A vida: uma trajetória literária. Scliar – 2006.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDO DA LITERATURA AFRICANA METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0 046 45

Estuda o projeto estético e ideológico das literaturas africanas, enfatizando a questão da busca de

identidade e a tensão entre literatura e história.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Estudo político, cultural e histórico das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (Angola, Cabo

Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe) e a formação da sua identidade literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DAVIDSON, Basil. Os Africanos: uma introdução à sua história cultural. Trad. de Fernanda

Maria Tomé da Silva. Lisboa: Edições 70, 1981.

FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Trad. José Laurênio de Melo. 2. ed. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1979.

FERREIRA, Manuel. No Reino de Caliban. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1975.

HAMILTON, Russel G. Literatura africana. Literatura necessária I - Angola. Trad. do autor.

Lisboa: Edições 70, 1981.

KESTELOOT, Lilyan. Les écrivains nirs de langue français: naissance d'une littérature. 7. ed.

Universidade de Bruxelas, 1977.

LARANJEIRA, José Pires. Neo-realismo e negritude na poesia de Francisco José Tenreiro.

Lisboa: Universidade de Lisboa, 1985.

___________. De letra em riste: identidade, autonomia e outras questões na literatura de Angola,

Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Porto: Edições Afrontamento, 1992.

MATA, Inocência. A periferia da periferia. Revista de Língua e Literatura. Lisboa: v. 9, 1995.

______. Literatura São-Tomense: formação. In: Autor (?). Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, Lisboa: Universidade Aberta, 1995, pp. 51-54.

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BIBLIOGRAFIA BÀSICA

PADILHA, Laura Cavalcante. A vez e a voz da margem. SEPESP. Rio de Janeiro: v. 4, 11, 1992.

_______. Entre voz e letra: o lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX. Niterói:

Editora da Universidade Federal Fluminense /EDUFF, 1995.

_______. Os estudos literários africanos no Brasil ou convite para um passeio pela Margem.

ASSEL. Rio de Janeiro: URFJ, 1997.

SAID, Edward W. Cultura e imperialismo. Trad. Denise Bottman. São Paulo: Companhia das

Letras, 1995.

SANTOS, Eduardo dos. A negritude e a luta pelas independências na África portuguesa.

Lisboa: Editorial Minerva, 1975.

TENREIRO, Francisco José. Obra Poética. Prefácio de Salvato Trigo. Lisboa: Imprensa

Nacional/Casa da Moeda, 1991.

TRIGO, Salvato. Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira. Lisboa: Veja, {s.d.}

WAUTHIER, Claude. L'Afrique des africains - inventaire de la négritude. Paris: Seuil, 1977.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTÁGIO IV METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0015 100

Elabora e desenvolve projetos de docência, em classes de Ensino Médio, na área de Língua

Portuguesa e Literatura, discutindo procedimentos didáticos e metodológicos para otimização do

ensino da língua materna.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Pressupostos teórico-metodológicos do ensino médio. Caracterização da área de linguagens,

códigos e suas tecnologias. Competências gerais e específicas;. Caracterização da disciplina de

língua portuguesa (conceitos estruturantes, eixos norteadores, estrutura curricular, planejamento,

avaliação). Aspectos lingüísticos no ensino médio. Literatura como possibilidade de leitura no

ensino médio. Análise lingüística no ensino médio. Oralidade no ensino médio. Produção de texto

no ensino médio. Uma forma de articulação entre leitura, literatura, produção de texto e análise

lingüística. O livro didático do ensino médio frente às concepções de linguagem. A diversidade de

gêneros textuais na sala de aula. Planejamento, organização do currículo e projetos em Língua

Portuguesa. Pressupostos teórico-metodológicos para a elaboração do projeto de estágio.

Pressupostos teórico-metodológicos para a elaboração do relatório de estágio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais ensino médio: linguagens, códigos e suas

tecnologias. Brasília: MEC/ Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2004.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: MEC/ Secretaria de

Educação Média e Tecnológica, 1999.

BUNZEN, Clécio; MENDONÇA, Márcia (Org.). Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.

BAHIA, Secretaria da Educação. Orientações curriculares estaduais para o ensino médio: área de linguagens, códigos e suas tecnologias. Salvador: Secretaria de Educação, 2005.

BENTES, Anna Christina (org) Introdução à Lingüística. Vol 2. 2ª ed. São paulo: Cortez, 2005

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes et al. Orientações para estágio em licenciatura. São Paulo:

Pioneira Thomson Learning, 2005.

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 1998.

GERALDI, João W. Portos de passagem. Campinas: Mercado das Letras, 1999.

________. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação. Campinas: Mercado das

Letras, 1999.

_________. O texto na sala de aula. São Paulo: Ativa, 2000.

MARTINS, Jorge Santos. O trabalho com projetos de pesquisa: do ensino fundamental ao

ensino médio. 4. ed. Campinas/SP: Papirus, 2001.

MURRIE, Zuleica de F. Ensino de literatura no 2º grau: possibilidade de leitura. IN:

________.(Org.). O ensino de português. São Paulo: Contexto, 2001.

MENDONÇA, Maria Célia. Língua e Ensino: políticas de fechamento. In: MUSSALIN, Fernanda e

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas/SP: Mercado de

Letras/Associação de Leitura do Brasil, 1996.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DISCIPLINA LE0028 45

Desenvolve estudos de temas discutidos e trabalhados ao longo do curso vinculados à formação

acadêmica, culminando na elaboração e apresentação de uma monografia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Características da monografia, suas partes essenciais: elementos pré-textuais, introdução,

desenvolvimento, conclusão; referências bibliográficas, anexos, apêndice. Formatação do trabalho.

Coerência e coesão textuais. Apresentação da monografia: normas e barema avaliativo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

LAKATOS, Eva; MARCONI, Marina. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,

pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicação e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo:

Atlas, 2001.

________. Técnica de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa bibliográfica, elaboração,

análise e interpretação de dados. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 7.

ed. São Paulo: Atlas, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no caminho de

Habermas. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2002.

GOLDENBERG, Mirian. A Arte de pesquisar: como fazer pesquisar qualitativos em ciências

sociais. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.

GIL, Antônio Carlos. Pesquisa social. 5. ed. São Paulo:Atlas, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LAKATOS, Eva: MARCONI, Marina. Fundamantos da metodologia cientifica. 3. ed. São Paulo:

Atlas, 1991.

______________________________. Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

ESTUDO DE TEXTOS POPULARES (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0049 30

Estudo da literatura de cordel e outras produções literárias afins, numa perspectiva de

compreensão de suas matrizes e do seu desenvolvimento, analisando aspectos subjacentes dos

diversos textos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

As relações entre o popular e o erudito no mundo da cultura.

As relações entre folclore, memória e cultura.

A literatura popular: origens e evolução.

As relações entre os aspectos oral e escrito na literatura popular.

A literatura popular no Brasil: o cordel.

A literatura de cordel e sua vertente regional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BONFIM, Antônio Carlos A. Literatura de cordel - As aventuras de pingão. [s.l.], [s.d.],2006.

_______. Literatura de cordel - o humor continua- a história... . [s.l.], [s.d.], 2007.

_______. Literatura de cordel - caprichos do destino. [s.l.], [s.d.], 2005.

_______. Literatura de cordel – os contrastes da minha terra [s.l.], [s.d.], 2007

CAVALCANTE, Rodolfo Coelho. Segredos e mistérios do Candomblé. Literatura de cordel. Salvador. SCT/FCEBA, 2006.

LUYTEN, Joseph M. O que é literatura de cordel. SP: Brasiliense, 2005

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHIAPPINI, L. e BRESCIANI, Maria S. (orgs.) Literatura e cultura no Brasil: identidades e

fronteiras. SP: Cortez, 2002.

COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. 17 ed.Editora: Bertland Brasil,2001.

__________. A Literatura no Brasil ( vol. I). 2 ed. RJ: Sul Americana S.A., 1968.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LITERATURA E GÊNERO (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0066 30

Estuda as representações de gênero na literatura, discutindo as questões de alteridade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Gênero: conceito. Literatura e gênero: posicionamentos teóricos. Ficção brasileira: análise das

representações de gênero.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, (s.d)

COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. V. VI. Rio de Janeiro: Sul Americana S.A., 1971.

FERNANDA, Maria; MEIRELES, Cecília Meireles. Os melhores poemas. 15. ed. São Paulo:

Global, 2004.

LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

LIMA, Lílian Almeida de Oliveira. Perfis femininos nos contos de Helena Parente Cunha. Feira

de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAMPOS, Maria Consuelo Cunha. Gênero. In: JOBIN, José Luís (Org.). Palavras da crítica. Rio de

Janeiro: Imago, 1992.

COELHO, Nelly Novaes. A literatura feminina no Brasil contemporâneo. São Paulo: Siciliano,

1993.

COSTA, Albertina (Org.). Uma questão de gênero. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1991.

COUTINHO, Sônia. Uma certa felicidade. 2. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

Page 337: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CUNHA, Helena Parente. Cem mentiras de verdade. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990.

_______. Vento, ventania, vendaval. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1998.

GONÇALVES, Eliane. Pensando gênero como categoria de análise. In: Estudos de gênero. Goiânia: Universidade Católica de Goiás/Programa Interdisciplinar da Mulher, 1998.

LEIRO, Lúcia Tavares. Os contos de Sonia Coutinho e Helena Parente Cunha: uma perspectiva

feminista. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2000.

LOBO, Luiza. Crítica sem juízo. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993.

MEIRELES, Cecília. Viagem: vaga música. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

NAVARRO, Márcia Hoppe (Org.). Rompendo o silêncio: gênero e literatura na América Latina.

Porto Alegre: Editora da UFRGS.

PIÑON, Nélida. O Calor das coisas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.

XAVIER, Elódia (Org.). Tudo no feminino: a presença da mulher na narrativa brasileira

contemporânea. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.

Page 338: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXI – Ipiaú

O currículo redimensionado implantado a partir do ano de 2004, foi submetido a um processo de avaliação coordenado pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação – PROGRAD, que ante as dificuldades evidenciadas na sua operacionalização, achou pertinente proceder alterações/ajustes com a finalidade de sanar estas dificuldades.

Assim, serão apresentados a seguir, um fluxograma e um currículo pleno,

destacando na cor vermelha os ajustes procedidos, e um ementário somente com

os componentes ajustados. Este processo, elevou a carga horária total do curso para 3.320 horas, com aprovação do CONSEPE através da Resolução no

928/2008 anteriormente apresentada (item 3.1. Ato de autorização).

Page 339: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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ESTUDOS FILOSÓFICOS

Grupo de estudo (45h)

SIGNIFICAÇÃO E CONTEXTO

Disciplina (60h)

ESTUDOS TEÓRICOS DO

TEXTO LITERÁRIO Disciplina

(60h)

PRÁTICA

PEDAGÓGICA I (90h)

SEMINÁRIO

INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA I

(45h)

ESTABELECIMENTO DOS ESTUDOS LINGUISTICOS

Grupo de estudo (60h)

3.4.12. Fluxograma do Currículo Redimensionado com Ajustes

CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

VIGÊNCIA: 2007.1

Carga Horária

Atividades Acadêmico-

Científico-Culturais

Integralização Curricular Carga Horária Total

Tempo Mínimo Tempo Máximo 3.320h 3.120h 200h 4 ANOS 7 ANOS

COMPONENTE ADICIONAL

(45h)

PRÁTICA PEDAGÓGICA III

(105h)

RELAÇÕES SINTÁTICAS NA

LÍNGUA Disciplina

(60h)

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR

DE PESQUISA III (45h)

ESTUDOS

EPISTEMOLÓGICOS DA APRENDIZAGEM

Disciplina (60h)

CONSTRUÇÃO DO SENTIDO NO

TEXTO LITERÁRIO Disciplina

(60h)

LITERATURA E OUTRAS ARTES

Seminários (45h)

O ESTÉTICO E O LÚDICO NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL

Disciplina (60h)

PRÁTICA PEDAGÓGICA IV

(105h) SEMINÁRIO

INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA IV

(45h)

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA

Grupo de estudo (45h)

ESTUDOS FONÉTICOS

E FONOLÓGICOS Disciplina

(60h)

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO

Disciplina (30h)

CÂNONES E CONTEXTOS NA

LITERATURA BRASILEIRA

Seminários (60h)

TEXTO E DISCURSO

Disciplina (60)

ESTÁGIO I

(105 h)

SEMINÁRIO

INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA V

(45h)

LITERATURA E IDENTIDADE CULTURAL

Disciplina (60h)

CONSTITUIÇÃO DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS

Disciplina (45h)

LÍNGUA E CULTURA LATINAS Disciplina

(60h)

CÂNONES E CONTEXTOS NA

LITERATURA PORTUGUESA

Disciplina (60h)

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR

DE PESQUISA VI (45h)

ESTÁGIO II (105 h)

ASPECTOS DA LITERATURA PORTUGUESA

Disciplina (45h)

LITERATURA: CRÍTICA, HISTÓRIA, CULTURA E

SOCIEDADE Disciplina

(60h)

FORMAÇÃO HISTÓRICA DAS

LÍNGUAS ROMÂNICAS

Disciplina (45h)

LÍNGUA, LITERATURA

LATINAS Disciplina

(60h)

COMPONENTE ADICIONAL

(30h)

LÍNGUA ESTRANGEIRA

INSTRUMENTAL I Disciplina

(45h)

SEMINÁRIO

INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VII

(30h)

CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO

Grupo de estudo (60h)

CRÍTICA TEXTUAL: edições e estudos Disciplina

(45h)

ESTUDO DA PRODUÇÃO LITERÁRIA

BAIANA Disciplina

(60h)

LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL II

Disciplina (45h)

TCC (45h)

ESTÁGIO IV (105 h)

COMPONENTE

ADICIONAL (30h)

COMPONENTE ADICIONAL

(45h)

ESTUDO DA FICÇÃO

BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA

Disciplina (60h)

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

Labioratório (60h)

ESTÁGIO III (105h)

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR

DE PESQUISA II (45h)

PRÁTICA PEDAGÓGICA II

(105h)

ESTUDO DA PRODUÇÃO

LITERÁRIA NO BRASIL

Seminários (60h)

TRADIÇÃO E RUPTURA EM

LITERATURAS DE LINGUA

PORTUGUESA Disciplina

(60h)

ESTUDOS SÓCIO-

ANTROPOLÓGICOS Seminários

(45h)

MORFOLOGIA E CONSTRUÇÃO DO

SIGNIFICADO Disciplina (60)

Eixo de Conteúdos Curriculares de Natureza Científico-Cultural Eixo Interdisciplinar Eixo de Formação Docente

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3.4.13. Currículo Pleno Redimensionado com Ajustes

TEMPO MÍNIMO: 04 anos TEMPO MÁXIMO: 07 anos

CARGA HORÁRIA: 3.320h

COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

TEMA: LINGUAGEM E SIGNIFICAÇÃO

Significação e Contexto 1o CNCC 60

Estabelecimento dos Estudos Lingüísticos 1o CNCC 60

Estudos Teóricos do Texto Literário 1o CNCC 60

Leitura e Produção de Texto 1o EI 60

Estudos Filosóficos 1o EI 45

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa I 1o EI 45

Prática Pedagógica I 1o FD 90

Carga horária total do semestre 420

TEMA: LINGUAGEM E IDEOLOGIA

Morfologia e Construção do Significado 2o CNCC 60

Estudos Sócio-Antropológicos 2o EI 45

Tradição e Ruptura em Literaturas de Língua Portuguesa 2o CNCC 60

Estudo da Produção Literária no Brasil 2o CNCC 60

206

Page 341: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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,COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

Componente Adicional 2o CNCC 45

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa II 2o EI 45

Prática Pedagógica II 2o FD 105

Carga horária total do semestre 420

TEMA: MÚLTIPLAS LINGUAGENS

Relações Sintáticas na Língua 3o CNCC 60

Construção do Sentido no Texto Literário 3o CNCC 60

O Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil 3o CNCC 60

Literatura e Outras Artes 3o CNCC 45

Estudos Epistemológicos da Aprendizagem 3o EI 60

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa III 3o EI 45

Prática Pedagógica III 3o FD 105

Carga horária total do semestre 435

TEMA: LINGUAGEM E SOCIEDADE

Estudos Fonéticos e Fonológicos 4o CNCC 60

Texto e Discurso 4o CNCC 60

Psicologia e Educação 4o FD 30

Cânones e Contextos na Literatura Brasileira 4o CNCC 60

Diversidade Lingüística 4o CNCC 45

Page 342: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa IV 4o EI 45

Prática Pedagógica IV 4o FD 105

Carga horária total do semestre 405

TEMA: LINGUAGEM E HISTÓRIA

Literatura e Identidade Cultural 5o CNCC 60

Constituição das Línguas Românicas 5o CNCC 45

Língua e Cultura Latinas 5o CNCC 60

Estudo da Ficção Brasileira Contemporânea 5o CNCC 60

Cânones e Contextos na Literatura Portuguesa 5o CNCC 60

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa V 5o EI 45

Estágio I 5o FD 105

Carga horária total do semestre 435

TEMA: LINGUAGEM E CULTURA

Formação Histórica das Línguas Românicas 6o CNCC 45

Língua, Literatura Latinas 6o CNCC 60

Literatura: Crítica, História, Cultura e Sociedade 6o CNCC 60

Aspectos da Literatura Portuguesa 6o CNCC 45

Língua Estrangeira Instrumental I 6o CNCC 45

207

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COMPONENTE CURRICULAR SEM. EIXO CARGA HORÁRIA

Componente Adicional 6o CNCC 30

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa VI 6o EI 45

Estágio II 6o FD 105

Carga horária total do semestre 435

TEMA: LINGUAGEM E CIÊNCIA

Estudo da Produção Literária Baiana 7o CNCC 60

Crítica Textual: Edições e Estudos 7o CNCC 45

Constituição Histórica do Português Brasileiro 7o CNCC 60

Língua Estrangeira Instrumental II 7o CNCC 45

Seminário Interdisciplinar de Pesquisa VII 7o EI 30

Estágio III 7o FD 105

Carga horária total do semestre 345

TEMA: LINGUAGEM E ENSINO

Componente Adicional 8o CNCC 30

Componente Adicional 8o CNCC 45

Estágio IV 8o FD 105

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso 8o CNCC 45

Carga horária total do semestre 225

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3.4.14. Ementário do Currículo Redimensionado com Ajustes

EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTABELECIMENTO DOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS GRUPOS DE ESTUDO LE0042 60

Estuda a linguística no seu percurso histórico dos gregos à contemporaneidade. Analisa as

contribuições das diversas teorias linguísticas para investigação dos usos da língua.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O conceito de linguagem. A linguagem verbal e a linguagem não-verbal. Linguagem humana e

linguagem animal. Os estudos lógicos e filosóficos da linguagem. A história da linguagem. Sinais:

signos, ícones, símbolos, índices, sintagmas. A fala. A estrutura da língua do ponto de vista de

Saussure. Língua oral e língua escrita. Contribuição de Saussure para a linguística moderna. A

linguística no século XX.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂMARA JÚNIOR, Mattoso. Princípios de linguística gral. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1992.

_______. Dicionário de linguística e gramática. 8. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1978.

CARVALHO, Telma L. F. Audição e fala. São Paulo: Ática, 1996.

DUBOIS, Jean. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1998.

FIORIN, José Luís (Org.). Introdução à linguística. São Paulo: Contextos, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

JAKOBSON, Roman. Linguística e comunicação. Trad. de Izidoro Blinckstein e José Paulo

Paes. 5. ed. São Paulo: Cultrix, 1971.

KRISTEVA, Júlia. História da linguagem. Trad. de Mara Margarida Barahona. Lisboa: Edições

70,1974.

OLIVEIRA, Rui. Neurolinguística e o aprendizado da linguagem. São Paulo: Respel, 2000.

ORLANDI, E. P. O que é linguística. São Paulo: Brasiliense, 1995.

SAUSSURE, Ferdnand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1995.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO LABORATÓRIO LE0037 60

Ocupa-se das estratégias de leitura e produção de textos orais e escritos, considerando os aspectos

formal e estilístico e sua relação contextual e situacional.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de texto. Conceito de leitura. Características da linguagem verbal e não verbal.

Macroestrutura e microestrutura. Fatores pragmáticos de textualidade. Interpretação de textos orais e

escritos. Textos científicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico. O que é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, 2001.

GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 7 .ed. São Paulo: Contexto, 2003.

PROENÇA FILHO, Domício. A linguagem literária. 7 .ed. São Paulo: Ática, 1999.

SOUZA, Luis Marques; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de textos. 7.

ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 11. ed. São Paulo: Ática, 1993.

GERALDI, João Wanderley. Linguagem e ensino – exercícios de militância e divulgação.

Campinas: Mercado de Letras, 1996.

KAUFMAN, Ana Maria. Leitura e produção de textos: Porto Alegre:ARTMED, 1995.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo:

Martins Fontes, 1981.

VIANA, Antônio Carlos (Coord.). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione,

1999.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDOS FILOSÓFICOS GRUPOS DE ESTUDO CI0002 45

Reflete sobre o desenvolvimento das correntes filosóficas no ocidente, enfatizando a influência da

filosofia clássica na constituição do pensamento contemporâneo e sua importância para a

compreensão da natureza e da sociedade humana, bem como para o desenvolvimento de princípios

libertários e éticos na prática pedagógica e no cotidiano.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Definição.Origem.Nascimento: condições históricas. A mitologia grega; Os pré-socraticos / Os

sofistas; Socrates; Platão / O Mito da Caverna/Aristoteles. A Razão Filosófica: A atividade racional;

Descartes / Leibniz; Empirismo – Hobbes / Locke/ Hume; Razão na modernidade – Kant / Hegel;

Razão contemporaneidade – Husserl.Ética: A relação entre Filosofia e Ética; A questão da liberdade

e da verdade; A relação entre ética e ciência.A Linguagem: Origem, definição e importância da

linguagem; Linguistica e linguagem.A Estética: Filosofia, estética e arte; O objeto da estética.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUZZI, Arcângelo Raimundo. Filosofia para principiantes a existência-humana-no-mundo. 3 ed.

RJ: Vozes,2001. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2003.

LARA, Tiago Adão. A filosofia nas suas origens gregas. 4 ed. Petrópolis: Vozes,2001.

MORA, J. Ferrater. Dicionário de filosofia. T. 1. RJ: Loyola,2000.

OLIVEIRA, Admardo Serafim de. Introdução ao pensamento filosófico. Ed. SP: Loyola. 2000.

REZENDE, Antônio (Org.). Curso de filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação. 11 ed. RJ: Jorge Zahar Editor, 2002.

TELES, Antonio Xavier. Introdução ao estudo de filosofia. 34 ed. SP: Ática. 2001.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. Trad. Da 1ª edição brasileira coordenada e revista

por Alfredo Bosi; revisão da tradução e tradução dos novos textos. In: Ivone Castilho Benedetti, 4ª

Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

BRANDÃO, Junio de Souza. Mitologia Grega. 5. Ed. Petropolis. Vozes, 1989. Vol. III.

HOMERO. Odisséia. Trad. Jaime Brina. São Paulo: Cultrix, 1997.

MARCONDES, Danilo. Café Philo: as grandes indagações da filosofia. Tradução de Procópio Abreu,

revisão de Danilo Marcondes, Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Ed, 1999.

MARIAS, Julian. História da Filosofia. Trad. Claudia Berlirner. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

PLATÃO. A República. Trad. De Maria Helena da Rocha Pereira. 7ª Ed. Lisboa: Fundação Calouste

Gulbenkian, 1993.

VAZQUEZ, Sánchez Adolfo. Convite à estética. Trad. De Gilson Baptista Soares, Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1999.

________. Ética. Trad. De João Dell’Anna. 26 Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

VERNANT, Jean-Pierre. As origens do Pensamento Grego. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,

1994.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA I SEMINÁRIOS LE0007 45

Introdução à metodologia da pesquisa. Leitura e análise crítica de textos científicos. Estrutura e

apresentação de trabalhos científicos e acadêmicos (esquema, fichamento, resumo, etc.). Normas

para elaboração de trabalhos científicos e acadêmicos. De acordo ao recomendado pela ABNT.

Elaboração de roteiros para apresentação de seminário. Estudo interdisciplinar do tema norteador:

linguagem e significação. Articulação e socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Raízes histórico-filosóficas do conhecimento. Filosofia e ciências: a construção de paradigmas. A

prática, a história e a construção do conhecimento. A especificidade da metodologia da pesquisa em

ciências sociais. Fichamento: de transcrição, de resumo e de comentários. Resumo. Conceito de

texto, contexto e intertexto. Normas da ABNT. Esquema.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 5. ed. São Paulo, 2001.

ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1993.

FAZENDA, Ivani (Org.). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6.ed.

Campinas: Papirus, 2004.

MADEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 5.ed.

São Paulo: ATLAS, 2003.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 23.ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

PÁDUA, Elisabete Matalho Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 4.

ed. Campinas: Papirus, 1999.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, Imagem e som. 4 ed.

Petrópolis: Vozes, 2005.

BOURDIEU, P. O poder simbólico. São Paulo: Brasiliense, 1990.

CARVALHO, Alonso Bezerra de; SILVA, Wilton Carlos Lima da (Org.). Sociologia e educação: leituras e interpretações. São Paulo: AVERCAMP, 2006.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campinas/SP: Papirus, 1995.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDOS SÓCIO-ANTROPOLÓGICOS SEMINÁRIOS ED0016 45

Estuda e analisa a formação dos grupos sociais, utilizando a fundamentação da sociologia e da

antropologia para estabelecer as suas influências nas manifestações da linguagem.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conhecimentos gerais da sociologia e da antropologia. Principais objetivos do estudo sócio-

antropológico. Representações sociais: origem, conceituação de linguagem e cultura popular. Cultura

brasileira. Sociedade e indivíduo. Comunicação e sociedade. Mídia e linguagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANADON, Marta e Machado, Paulo Batista. Reflexões Teórico- Metodológicas sobre representações sociais- Salvador: Editora UNEB, 2003.

DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução a antropologia social. Petrópolis-RJ: Rocco,

1987.

FORACCHI, Marialice M. e Martins, Jose de Souza. Sociologia e Sociedade - Leituras de introdução a Sociologia. 24. ed.Rio de Janeiro: LTC, 2004.

MELO, Luis Gonzaga de. Antropologia Cultural.iniciação, teoria e temas. 8 ed. Petrópolis: Vozes,

2001.

SCHWARCZ, Lilia K. Moritz. Antropologia e historia. Debates em região de fronteira. Belo

Horizonte: Autêntica, 2000.

VANNUCCHI, Aldo. Cultura brasileira. O que é, como se faz. 3. ed. São Paulo.

Loyola/Universidade de Sorocaba, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DAMATA, Roberto. Carnavais, malandros e herois: para uma sociologia do dilema. Rio de Janeiro:

Zahar, 1979.

SEYFERTH, Giralda. A invenção da raça e o poder discricionário dos estereótipos. Anuário Antropológico/93. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDO DA PRODUÇÃO LITERÁRIA NO BRASIL SEMINÁRIOS LE0038 60

Estudo da produção literária brasileira, considerando o contexto sócio-cultural, histórico e estilístico

dos textos selecionados para compreender a questão da identidade nacional e suas diferentes

concepções, bem como a dialética localismo X universalismo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Romance Lucíola. Categoria tradicional de narrativa e discussão das mesmas: personagem,

narrador, espaço, tempo e enredo. Análise das características do romance tradicional e sentido de

verdade burguesa presente no projeto do romance de Alencar. Texto “Reflexões sobre o romance

moderno” de Anatol Rosenfeld. Aproximação com as discussões feitas a partir do contato com

“Lucíola” de José de Alencar. Teoria da narrativa tradicional e moderna: “O narrador” de Walter

Benjamin. “O ponto de vista na ficção” de Norman Friedman. “Teorias da narrativa”, de Davi Arrigucci

Júnior. “O personagem do romance”, de Antônio Cândido. Análise de “Uma aprendizagem ou o livro

dos prazeres”, de Clarice Lispector. Emprego crítico das categorias vistas. Formação do romance

tradicional no Brasil e ruptura no século XX.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política, e ensaios sobre literatura da cultura. 7. ed.

São Paulo: Brasiliense, 1994.

BOSI, Alfredo. História Concisa da literatura brasileira. 42. ed. São Paulo: Cultrix, 1994.

CÂNDIDO, Antônio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. São Paulo: USP, 1975.

________. A personagem do romance. A personagem de ficção. 4. ed. São Paulo: Perspectiva,

1974.

FORSTER, E. M. Aspectos do romance. Porto Alegre: Globo, 1969.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial. Org. e int.. de Antônio Cândido.

São Paulo: Brasiliense, 1991.

LUCAS, Fábio. O caráter social da ficção do Brasil. São Paulo: Ática, 1985.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, Mário. Aspectos da literatura brasileira. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1972.

COUTINHO, Afrânio et al. A literatura do Brasil. Rio de Janeiro: Editorial Sul-Americana, 1971.

ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

FREYRE, Gilberto. Casa Grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da

economia patriarcal. 43. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.

GUINSBURG, J. (Org.). O romantismo. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1985.

MERQUIOR, José Guilherme. De Anchieta à Euclides: breve história da literatura brasileira. 3. ed.

Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.

MOTT, Maria Lúcia de Barros. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a escravidão. 2. ed.

São Paulo: Contexto, 1991.

PERROT, Michele. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz

e Terra, 1977.

VIANA, Lúcia Helena (O rg.). Mulher e literatura. Niterói: Abralic, 1992.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA II SEMINÁRIOS ED0003 45

Fundamentos da metodologia científica. Técnicas para elaboração de trabalhos científicos e

acadêmicos. Normas para elaboração de trabalhos científicos. ABNT. Resenha. Elaboração e

apresentação de seminários: teoria e prática. Estudo interdisciplinar do tema norteador: linguagem e

Ideologia. Orientação, articulação e socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Epistemologia e metodologia: rupturas e construção do objeto nas ciências sociais. Durkhein: objeto

de estudo (fato social e métodos sociológicos) Weber: objeto e objetivos das ciências histórico-

sociais. Do objeto da sociologia: definição de ação social e tipos de ação social. Marx: materialismo

histórico e dialético e a construção do conhecimento. Teoria e prática de seminário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

ECO, Humberto. Como se faz uma tese. 19. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.

FAZENDA, Ivani (Org.). A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed.

Campinas: Papirus, 2004.

MADEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 5. ed.

São Paulo: Atlas, 2003.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

PÁDUA, Elisabete Matalho Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 4.

ed.Campinas: Papirus, 1999.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. 4 ed.

Petrópolis: Vozes, 2005.

BOURDIEU, P. O poder simbólico. São Paulo: Brasiliense, 1990.

CARVALHO, Alonso Bezerra de; SILVA, Wilton Carlos Lima da (Org.). Sociologia e educação: leituras e interpretações. São Paulo: AVERCAMP, 2006.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campinas/SP: Papirus, 1995.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

CONSTRUÇÃO DO SENTIDO NO TEXTO LITERÁRIO DISCIPLINA LE0005 60

Possibilita o contato e a vivência direta com o texto literário, fazendo o aluno perceber a partir da sua

sensibilidade e das experiências pessoais, o efeito de fruição estética que somente tal linguagem

simbólica é capaz de produzir no sujeito.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A literatura – conceitos, domínios e funcionalidade. A natureza do fenômeno literário.Caracterização

do discurso literário.Modos de realização do texto literário. Os gêneros literários e suas

especificidades: Teoria da lírica, Teoria do drama, Teoria do épico, Teria da narrativa.A Literatura e

as outras artes: encontros e desencontros

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂNDIDO, Antônio. A educação pela noite. São Paulo: Ática, 2000.

COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria – Literatura e senso comum (trad.). Belo Horizonte.

Editora UFMG, 2001.

COSTA LIMA, Luis. Teoria da Literatura em Suas Fontes. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves,

1983.

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do Texto 1 – Prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo:

Ática, 1995.

FILHO, Domicio Proença. A Linguagem literária. 4ª edição. São Paulo: Ática, 1992.

GONÇALVES, Maria Magaly Trindade; BELLODI, Zina C. Teoria da literatura revisitada. Petrópolis,

RJ: Vozes, 2005.

LAJOLO, Marisa. Literatura: leitores e leituras. Eidtora Moderna.2001.

MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. SP: Cultrix, 1978.

SAMUEL, Rogel. Novo manual de teoria literária. 2 ed./3ed. Petrópolis R.J: Vozes, 2002/2005.

SOARES, Angélica S. Gêneros literários. 6ª ed. São Paulo: Ática, 2000.

SOUZA, Roberto Assímilo de. Teoria da Literatura. São Paulo: Ática – Série Princípios, 1991.

WELLEK, René; WARREN, Austin. Teoria da Literatura. 2 ed. (S.l.): Europa – América, s.d.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do Texto 2 – Teoria da lírica e do drama: São Paulo: Ática,1995.

MEIRA, Cécil. Introdução ao estudo da Literatura. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,

1974.

STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro. Ed. Tempo Brasileiro, 1972.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA III SEMINÁRIOS ED0076 45

Discute as inter-relações entre os tipos de conhecimentos e de pesquisa científica na estruturação da

ciência. Normas da ABNT. Orientação a construção de trabalhos científicos e acadêmicos. Introdução

a elaboração de artigos científicos. Estudo interdisciplinar do tema norteador: múltiplas linguagens.

Orientação, articulação e socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A importância do mito no fundamento do conhecimento: o mito explica o mundo. O senso comum e a

“razão prática”. A teologia como determinante do conhecimento: Agostinho e Tomás de Aquino.

Filosofia e ciências: a construção de uma racionalidade. Resenha crítica. Artigo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed.

Campinas/SP: Papirus, 2004.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal,

1989.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. 4. ed.

Petrópolis: Vozes, 2005.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campinas/SP: Papirus, 1995.

FAZENDA, Ivani (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

________. Metodologia da pesquisa educacional. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1994.

GOLDMANN, Lucien. Ciências humanas e filosofia: o que é sociologia? 8. ed. SP/RJ: DIFEL, 1980.

HUHNE, Leda Miranda (Org.). Metodologia científica. 7. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1997.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0075 105

Estuda as diferentes formas de planejamento educacional. Pedagogia de projetos. Projetos

Pedagógicos. Discute as diferentes teorias de currículo numa perspectiva histórica e suas

interferências no ensino de língua portuguesa e literatura de língua portuguesa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Tipos de planejamentos. Características do planejamento. Componentes do planejamento. O

planejamento e o professor. As várias concepções de planejamento. Planejamento escolar. Plano de

aula, de unidade e de curso. Pedagogia de projetos: etapas e papéis. Projetos temáticos. Níveis de

planejamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 13. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1983.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção pré-escola a universidade.

Porto Alegre: Educação e Realidade, 1993.

MENEGOLLA, Maximiliano e SANT`ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar?

Currículo, área e aula. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

__________. Planejamento curricular numa perspectiva humana. Porto Alegre: PCU, 1978.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEVEDO, Janete M. Lis de. A educação como política publica. 3 ed. Campinas: Autores

Associados, 2004.

BRASIL. Linhas de Ação 2: Formação inicial e continuada. Projeto 2: Qualificação do profissional

leigo. Brasília: Plano Editora, 2002.

BRASIL. Decreto Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasilia.

BRASIL. Constituição Federal de 1988. Brasilia, 1988.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRZEZINSKI, Iria (Org.). Profissão Professor: identidade e profissionalizante docente. Brasilia:

Plano Editora, 2002.

DEMO, Pedro. Conhecimento e aprendizagem na nova mídia. Brasília: Plano, 2001.

FARACO, Carlos Emil et all. Ofício de professor: aprender mais para ensinar melhor: programa de

educação à distancia para professores de 5ª a 8ª séries do ensino médio – 3 linguagens, códigos e

suas tecnologias. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2004.

LEVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: 34,1996.

LIBANIO, José Carlos. Educação Escolar: politicas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez,

2003.

SANDER, Benno. Políticas públicas e Gestão Democratica da Educação. Brasilia: Liber Livro

Editora, 2005

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DISCIPLINA ED0018 30

Aborda as contribuições das relações entre psicologia e educação para uma fundamentação cientifica

do estudo dos fenômenos educativos escolares: a sua compreenssão e explicação, o planejamento e

execução de ações educativas mais enriquecedoras e eficazes e os esfoços para resolver

dificuldades e problemas que surgem de mudanças intrapessoais e dos conhecimentos relativos aos

processos de comunicação interpessoal, mediante os quais se exercita, em parte, a práxis

pedagógica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A psicologia como ciência: breve histórico da psicologia pré-científica dos gregos ao renascimento.

Objeto de estudo: o homem, sua subjetividade e o mecanismo de comportamento. O papel do

psicólogo e suas áreas de atuação. Pré-condições socioculturais e principais vertentes da

interpretação dos fenômenos psicológicos. O desenvolvimento humano e a psicologia. A psicologia

do desenvolvimento da ciência: principais concepções do desenvolvimento psicológico (inatismo,

ambientalismo e interacionismo). Aspecto histórico-social do desenvolvimento psicológico e as

contribuições da psicologia da educação. Principais teorias psicológicas do desenvolvimento humano:

a visão interacionista na teoria psicogenética de Jean Piaget e o sócio- construtivismo de Vygostsky.

Seminários: “Psicologia:uma Leitura da realidade”, “Familia:.o que está acontecendo com ela?”, “A

escola”, “Meios de comunicação em massa”, “Adolescência: torna-se jovem”, “As faces da violência”,

“Inteligência”

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CIAY, Henri. Psicologia da sala de aula. Rio de Janeiro: Livros Técnicos. e Científicos, 1977.

DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001.

MOREIRA, Mércia et al. Psicologia da educação, interação e individualidade. São Paulo: FTD,

1994.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1994.

SKINNER, B.F. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

_______. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix, 1991.

WADSWORDTH, B. J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo:

Pioneira, 1997.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA IV SEMINÁRIOS ED0008 45

Estuda o método científico na educação. Orienta para construção de trabalhos científicos e

acadêmicos; estrutura de relatórios (diversos tipos). Normas para elaboração de trabalhos científicos,

segundo a ABNT. Estudo interdisciplinar do tema norteador: Linguagem e sociedade. Orienta e

articula a socialização de trabalhos desenvolvidos durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Estudo de caso. Pesquisa do tipo etnográfico. Pesquisa/ação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed.

Campinas/SP: Papirus, 2004.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 23. ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal,

1989.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. 4. ed.

Petrópolis: Vozes, 2005.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campinas/SP: Papirus, 1995.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FAZENDA, Ivani (Org). Novos enfoques da pesquisa educacional. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

________. Metodologia da pesquisa educacional. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1994.

GOLDMANN, Lucien. Ciências humanas e filosofia: o que é sociologia? 8. ed. SP/RJ: DIFEL, 1980.

HUHNE, Leda Miranda (Org.). Metodologia científica. 7. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1997.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

PRÁTICA PEDAGÓGICA IV METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0007 105

Discute as tecnologias da comunicação e informação, com ênfase na Educação à Distância no

ensino de língua portuguesa e literatura. Estuda a ludicidade no processo de mediação da

aprendizagem, bem como as metodologias do ensino de língua portuguesa e literatura.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Abordagem histórica do desenvolvimento tecnológico. A construção da ciência e da tecnologia

moderna. O impacto e o papel da educação tecnológica. Informática educativa: o início da

experiência brasileira. Integração dos meios de comunicação na escola e as implicações

pedagógicas. Mediação pedagógica e o uso de novas tecnologias. Ética, tecnologia e sociedade.

Possibilidades e limites do uso de novas tecnologias nas escolas públicas e particulares. PNC’s e

LDB: propostas para a educação básica e novas tecnologias. O ensino de língua portuguesa e novas

tecnologias. O ensino de literatura e novas tecnologias. Noção de texto e informática. Produção

textual: textos e hipertextos na era da tecnologia e a norma culta. Noção de leitura do hipertexto.

Educação à Distância.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, Nilda; MOREIRA, Antônio Flavio. Formação de professores: pensar e fazer. 7. ed. São

Paulo: Cortez, 2002.

ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis/RJ: Vozes,

1998.

ANTUNES. Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2003.

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas/SP: Autores Associados, 2005.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e

profissão docente. São Paulo: Cortez, 1998.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua

portuguesa. V. 2. Brasília: MEC, 1997.

FONTANA, Roseli e CRUZ, Nazaré. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual Editora,

1997.

FREIRE, João Batista. O jogo: entre o risco e o choro. Campinas/SP: Autores Associados, 2005.

SUAREZ, Adolfo Semo. Sou professor: e agora? Sugestões para a prática de um magistério cristão

eficaz. 2. ed. São Paulo: Gráfica Lagoa Bonita, 2004.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

LÍNGUA E CULTURA LATINAS DISCIPLINA LE0040 60

Estuda a sócio-história e a expansão da Língua Latina, analisando a estrutura interna e direcionando-

a para compreensão do Português, assim como a contribuição dos romanos nos aspectos lingüísticos

e culturais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O latim vulgar e o latim literário; A expansão territorial do império romano; Sociolingüística do Latim

vulgar; Regras de gramática: o sujeito e o predicado; Os casos e o nome; O gênero; As declinações;

As palavras variáveis e invariáveis; Os reflexos do latim na língua portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática latina. 29. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

BERGE, Damião et al. ARS Latina: curso prático de língua latina. 34. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. 3. ed. São Paulo: Ática, 1992.

RESENDE, Antônio. Latina essentia: preparação ao latim. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. 4. ed.

Petrópolis: Vozes, 2005.

BOURDIEU, P. O poder simbólico. São Paulo: Brasiliense, 1990.

CARVALHO, Alonso Bezerra de; SILVA, Wilton Carlos Lima da (Org.). Sociologia e educação: leituras e interpretações. São Paulo: AVERCAMP, 2006.

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campinas/SP: Papirus, 1995.

FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. 6. ed. Rio de Janeiro: FORENSE Universitária, 2002.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDO DA FICÇÃO BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA DISCIPLINA LE0041 60

Estudo seletivo de autores, obras e questões relevantes para a compreensão da ficção

contemporânea brasileira.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Panorama histórico-social da literatura brasileira. Realismo e literatura contemporânea. Análise de

textos de Machado de Assis e Fernando Sabino. Paralelo entre realismo e literatura contemporânea a

partir dos romances: Dom Casmurro e Amor de Capitu; Confronto de textos naturalistas e

contemporâneos, através das obras: O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, e “Em Liberdade”, de Silviano

Santiago. Poesia parnasiana e poesia atual a partir do estudo crítico dos poetas: Olavo Bilac e Adélia

Prado. Simbolismo e neo-simbolistas. Estudo de textos de Alphonsus Guimarães e Mário Quintana.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS, Machado. Dom Casmurro. São Paulo: Ática, 1997.

BILAC, Olavo. Poesias. Rio de Janeiro: Record, 2000.

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994.

____. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

____. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

CÂNDIDO. Antônio. Esquema de Machado de Assis. In: Vários Escritos. 2. ed. São Paulo: Duas

Cidades, 1977.

_______. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 5. ed. São Paulo: USP, 1975.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COUTINHO, Afrânio. A crítica literária no Brasil. In: Crítica e poética. Rio de Janeiro: Acadêmica,

1968.

MORICONI, Ítalo. (Org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva,

2000.

PRADO, Adélia. Bagagem. Rio de Janeiro: Record, 2004.

SABINO, Fernando. Amor de Capitu. São Paulo: Ática, 2004.

SANTIAGO, Silviano. Em liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA V SEMINÁRIOS ED0009 45

Estuda as tendências contemporâneas na pesquisa educacional. Orienta a construção de projeto de

pesquisa. Normas para elaboração de trabalhos científicos - ABNT. Estudo interdisciplinar do tema

norteador: linguagem e história. Orienta e articula a socialização dos trabalhos desenvolvidos durante

o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Correntes de pensamento nas ciências sociais: tendências atuais na pesquisa em educação - as

múltiplas possibilidades de abordagem científica na pesquisa em ciências sociais e humanas

(positivismo, fenomenologia, o paradigma compreensivista, a dialética marxista). A relevância de

teóricos na pesquisa em educação: Bourdieu e os conceitos de campo e habitus na pesquisa

educacional, Nobert Elias e os conceitos de figuração e interdependência como suporte para

investigar linguagem e história, Foucault e a arqueologia e a genealogia na educação na história e na

linguagem. Delineamento do projeto de pesquisa: a relevância e a delimitação do problema a ser

investigado, o referencial teórico, a definição dos objetivos, os métodos e as técnicas de investigação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 2. ed.

Campinas/SP: Papirus, 1997.

MADEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4. ed.

São Paulo: Atlas, 2000.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal,

1989.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

Page 370: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

TRIVIÑOS, Augusto N. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em

educação. São Paulo: Atlas, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. 4. ed.

Petrópolis: Vozes, 2005

CARVALHO, Maria Cecília M. de (Org.). Metodologia científica, fundamentos e técnicas: construindo o saber. 5. ed. Campina/SP: Papirus, 1995.

GOLDMANN, Lucien. Ciências humanas e filosofia: o que é sociologia? 8. ed. SP – SP, DIFEL,

1980.

KOSIK, K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

LINHARES, Célia; FAZENDA, Ivani; TRINDADE, Vitor (Org.). Os lugares dos sujeitos na pesquisa educacional. 2. ed. Campo Grande: UFMS, 2001.

LUNA, Sérgio Vasconcelos. Planejamento de pesquisa: uma introdução elementos para uma

análise metodológica. São Paulo: EDUC/PUC, 2002.

PÁDUA, Elisabete Matalho Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórica-prática. 3.

ed. Campinas/SP: Papirus, 1998.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTÁGIO I METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0022 105

Discute os objetivos e metodologias do ensino da língua portuguesa e literatura no ensino

fundamental, de 5ª a 8ª séries e ensino médio. Além disso, desenvolve observações e análises das

práticas pedagógicas escolares e de outros aspectos educativos, visando a elaboração de projetos

de ensino e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O planejamento e a sala de aula as várias concepções. A escola e seu planejamento. Os professores

e o planejamento. Os parâmetros curriculares do ensino fundamental e médio. O papel do estágio

nos cursos de formação de professores. O estágio como eixo articulador. Metodologia e prática de

ensino de língua portuguesa. A prática pedagógica em sala de aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAZENDA, Ivani Catarina (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 11. ed.

Campinas: Papirus, 2002.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula: leitura e produção. 3 ed. São Paulo: Ática,

2002.

MENGOLLA, Maximiliano e SANT`ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar? Currículo,

área e aula. 11 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

PERRENOUD, Philippe. Formando professores profissionais: Quais estratégias? Quais

competências? 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRÉ, M. Papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus,

2005.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e incerteza. 3. ed.

São Paulo: Cortez, 2005.

Page 372: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MALARD, Letícia. Ensino e literatura no 2ª Grau: problemas e perspectivas. Porto Alegre: Mercado

Aberto, 1985.

NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao

desenvolvimento das múltiplas Inteligências. 5. ed. São Paulo: Érica, 2004.

_________. Pedagogia dos projetos: etapas, papéis e atores. São Paulo: Érica, 2005.

Page 373: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

LÍNGUA, LITERATURA LATINAS DISCIPLINA LE0029 60

Estuda a língua e as fontes literárias do latim, focalizando sua influência no panorama literário

português.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Historiografia em Roma: visão diacrônica da historiografia em Roma e sua constituição enquanto

gênero/cultura clássica/problemática da Literatura. Primeiros escritos (fase proto-histórica). Época

arcaica (fase pré-clássica). Época de Cícero (fase clássica). Literatura e poder político no mundo

clássico. Literatura e política no tempo da república (teatro greco-latino, lírica greco-latina, narrativa

greco-latina, sátira latina e retórica greco-latina. Estrutura da frase latina na prosa latina clássica.

Pensamento filosófico greco-latino e sua influência no panorama literário português.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Noções Fundamentais de Língua Latina. São Paulo: Saraiva,

1959.

________. Gramática Latina. 20ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1985.

ELLIA,Sílvio.O ensino do Latim. Rio de Janeiro: Agir,1957.

FARIA, Ernesto. Gramática Elementar da Língua Latina.São Paulo: Nacional, 1944.

_____. Gramática Superior da Língua Latina. Rio de Janeiro: Acadêmica,1958.

_____. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1959.

FANTANA, Dino Fausto. Curso de latim. 3ª Ed. São Paulo: Saraiva,1981.

LODEIRO, José. Tradução dos Textos Latinos. 6ª ed.Porto Alegre: Editora Globo,1968.

NOBREGA, Wandick Londres. Curso Complementar de Latim. Recife: Livraria Carlos Pereira,

Editora 1939.

RONAI, Paulo. Curso Básico de Latim. Gradus Primus. São Paulo: Editora Cultrix,1954.

______. Não perca o seu latim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1980.

Page 374: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SARAIVA, F.R.Santos. Novíssimo Dicionário Latino – Português. Rio de Janeiro.

SILVA NETO, Serafim da.História do latim vulgar. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1977.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao latim . 5 ed. SP: Ática, 2004.

COMBA, P. Júlio. Programa de latim . 6 ed. SP: Salesiana, 2003.

GARCIA, Janete Melasso. Língua Latina: A teoria sintática na prática dos textos. Brasília: Editora

Universidade de Brasília, 1997.

FIGUEIREDO, José Nunes de, ALMENDRA, Maria Ana. Compêndio de Gramática Latina. Porto:

Porto Editora, 1989.

FURLAN, Oswaldo. Antônio. Língua e literatura latina e sua derivação portuguesa. Petrópolis, RJ:

Vozes, 2006.

RÓNAI, Paulo. Não perca o seu latim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1980.

Page 375: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VI SEMINÁRIOS ED0012 45

Estuda as noções gerais sobre a dinâmica da pesquisa com ênfase em métodos e técnicas nas

ciências sociais. Revisão e levantamento bibliográfico da temática, com o objeto de pesquisa com

vista ao TCC. Normas para elaboração de trabalhos científicos (ABNT). Estudo interdisciplinar do

tema norteador: linguagem e cultura. Projeto de pesquisa aplicado à língua e literatura e/ou ao ensino

de língua e literatura. Orienta e articula a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A pesquisa social: introdução. Elementos da pesquisa.Métodos da pesquisa.Técnicas da

pesquisa.Revisão da literatura.Objeto de estudo.Normas para elaboração de trabalhos acadêmicos.

Construção de anteprojeto de pesquisa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTOS, Lilia da Rocha et all. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 6

ed. RJ: Editora LTC, 2003.

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. SP: Atlas, 2002.

INACIO FILHO, Geraldo. A monografia na universidade. SP: Papirus, 1995.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico, procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: Planejamento e execução de pesquisas, amostragens bibliográficas, projetos e relatórios, publicações e trabalhos científicos. SP: Atlas, 2001.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiência nos estudos. SP: Atlas, 2002.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiência nos estudos. SP: Atlas, 2002.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.

THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. SP: Cortez, 2002.

TRALDI, Maria Cristina. Monografia passo a passo. Campinas: Alinea, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDRADE, M.M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Cientifico. 5 ed. São Paulo: Atlas,

2001.

FAZENDA, Ivani (org) Metodologia da Pesquisa Educacional. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

________. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6 ed. São Paulo:

Papirus, 1995.

LUBISCO, Nídia M.L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2 ed. Salvador: EDUFBA,

2003.

LUDKE, Menga. ANDRÉ, Marli E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo:

EPU, 1986.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica – a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7

ed. São Paulo: Atlas, 2006.

OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico – técnicas de redação e de pesquisa científica. 3 ed.

Rio de Janeiro; Vozes, 2007.

SILVA, Edna Lúcia da. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 4 ed. Florianópolis:

UFSC, 2005. Disponível em

HTTP://www.soniaa.arq.prof.ufsc.br/soniaa/roteirosmetodologicos/metpesq.pdf Acesso em 09 de

novembro de 2007. Elaboração Rio de Janeiro, 2002.24p.

__________,NBR 15287. Informação e documentação: Projeto de Pesquisa: Apresentação. Rio de

Janeiro, 2005.06p.

__________.NBR 14724. Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: Apresentação. Rio

de Janeiro, 2005.09p.GIL, Antonio Carlos. Projetos de Pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTÁGIO II METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0023 105

Discute os objetivos e metodologias do Ensino de Língua Portuguesa e Literatura no Ensino

Fundamental de 5ª a 8ª séries e Ensino Médio. Além disso, desenvolve observações e análises das

práticas pedagógicas escolares e de outros aspectos educativos, visando à elaboração de projetos

de ensino e extensão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A formação do professor de Língua materna. Tema transversal.Metodologia para o ensino de língua e

literatura.Objetivos do ensino de Língua Portuguesa e Literatura.Pluralidade Cultural.PCN e o ensino

da Língua Materna.Multiculturalidade e educação.Projeto de extensão:Pressupostos teóricos;

Problematização;Pesquisa na comunidade;Levantamento dos dados;Elaboração do

Projeto;Realização do Projeto;Elaboração do relatório do estágio;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, Vera Teixeira de (org.). Era uma vez... na escola – formando educadores para formar leitores. BH: Formato, 2001.

BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa. Primeiro e segundo Ciclo. 3 ed.

v.2.Brasília: MEC/ SEEF:2001.

CHIAPPINI, Ligia (cood.). Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. V. 02.SP:

Cortez.

_________. Aprender e ensinar com textos de alunos. V. 1 .6 ed. SP : Cortez,2004.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3 ed.SP: Atica,2002.

Page 378: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2001.

BIANCHI, Anna Cecília de Moraes, ALVARENGA, Marina, BIANCHI, Roberto. Orientação para estágio em licenciatura. São Paulo: Pioneir Thomson Learning, 2005.

FAZENDA, Ivani Catarina [et al.]. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 2 ed. Campinas:

Papirus, 1994.

KIRST, Marta, CLEMENTE, Ivo (Orgs.). Lingüística aplicada ao ensino de português. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1987.

MARTINS, Aracy Alves, BRANDÃO, Heliana Maria Brina, MACHADO, Maria Zélia Versiani (Orgs.).

Escolarização da leitura literária. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: ensino médio. Secretaria de Educação Fundamental.

Brasília: MEC/ SEF, 1998.

PICONEZ, Stela C. Bertholo. A prática de ensino e o estagio supervisionado: a aproximação da

realidade escolar e a pratica da reflexão. In: FAZENDA, Ivani Catarina [et al.]. A prática de ensino e o

estagio supervisionado. 2 ed. Campinas: Papirus, 1994.

PIMENTA, Selma Garrido, LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez,

2004.

POSSENTI, Sirio. Por que (não) ensinar gramática?. Campinas: Mercado das Letras: Associação

de Leitura do Brasil, 1996.

ZILBERMAN, Regina. (Org.). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. 9 ed. Porto

Alegre: Mercado Aberto, 1988.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDO DA PRODUÇÃO LITERÁRIA BAIANA DISCIPLINA LE0012 60

Estuda obras de autores baianos, discutindo aspectos fundamentais para a compreensão do quadro

da literatura produzido na Bahia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Literatura Baiana: identidade, diversidade cultural e regionalismo.

Visão geral da Literatura Baiana e seus representantes no cânone nacional até o século XX.

O Lirismo mderno e suas representações nas produções de Wally Salomão, Aleilto Fonseca, Rui

Espinheira Filho, Antônio Brasileiro, Maria Lúcia Martins, Miriam Fraga, José Carlos Capinan, Ciro de

Matos e Antônio Rizério.

A consciência do lugar regional e do urbano nas obras dos autores Jorge Amado, Adonias Filho,

Antônio Torres, João Ubaldo Ribeiro, Euclides Neto e Lindolfo Rocha.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMORA, Antônio Soares. História da Literatura Brasileira. SP: Saraiva, 1968.

AMADO, Jorge. Capitães de Areia. Rio de Janeiro: Record, 2001.

_______. Terras dos Sem Fim. Rio de Janeiro: Record, 2005.

_______. Gabriela Cravo e Canela. Rio de Janeiro: Record, 2006.

_______. Tocaia Grande. Rio de Janeiro: Record, 2004.

BOSI, Alfredo. História da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultriz, 1978.

BRASIL, Assis (org.). A poesia baiana no século XX: Antologia. Rio de Janeiro: Imago.

CASTELOJO, J. Aderaldo. A Literatura Brasileira – origens e unidades. V. 1, 2004.

__________. A Literatura Brasileira – origens e unidades. V. 2, 1999.

COUTINHO, Afrânio (org.). A Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: José Olimpio. Niterói: UFF –

Universidade Federal Fluminense, 1986.

_________. A Literatura Brasileira através dos textos. São Paulo: Cultriz, 1997.

_________. Introdução à Literatura no Brasil. 17ª Ed. Editora: Bertland Brasil, 2001.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FERNANDES, Ronaldo C. Narrador, cidade e literatura. In: LIMA, Rogério & FERNANDES, Ronaldo

C. (Org.) O imaginário da cidade. Brasília: Editora da UNB, 2000.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VII EI/SEMINÁRIOS ED0019 30

Orienta a construção de aporte teórico que fundamenta o trabalho científico nas diversas

modalidades com vistas à elaboração do TCC. Orienta e articula a socialização dos trabalhos

realizados durante o semestre. Estudo interdisciplinar do tema norteador: Linguagem e ciência.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Revisando a relação entre pesquisa qualitativa e pesquisa quantitativa: superando dicotomia e teoria,

conceitos, categorias, pressupostos e hipóteses. O estabelecimento do recorte teórico e do objeto de

pesquisa. O estudo de caso como aporte teórico-metodológico na pesquisa qualitativa. A abordagem

etnográfica: repondo questões teórico-metodológicas. Memória oral e memória escrita: proposta

multifocal de investigação. Análise de conteúdo e de discurso. A hermenêutica dialética. Análise

retórica. Análise da conversação e da fala. Análise semiótica de imagens paradas e de imagens em

movimento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

ECO, Humberto. Como se faz uma tese. 19. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.

FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 2. ed.

Campinas/SP: Papirus, 1997.

MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 23. ed.

Petrópolis: Vozes, 2004.

PÁDUA, Elisabete Matalho Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórica-prática. 3.

ed. Campinas/SP: Papirus, 1998.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2002.

_________. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

GOLDMANN, Lucien. Ciências humanas e filosofia: o que é Sociologia? 8. ed. SP/SP: DIFEL,

1980.

HUHNE, Leda Miranda (Org.). Metodologia científica. 7. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1997.

LUNA, Sérgio Vasconcelos. Planejamento de pesquisa: uma introdução. Elementos para uma

análise metodológica. São Paulo: EDUC /PUC, 2002.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTÁGIO III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0024 105

Elabora e desenvolve projetos de docência em classes de ensino fundamental, de 5ª a 8ª séries, na

área de língua portuguesa e literatura, discutindo procedimentos didáticos e metodológicos para

otimização do ensino de língua materna.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Instruções para a realização do período de observação. Instrumentos para subsidiar as observações

das classes do ensino fundamental onde será desenvolvido o estágio. Planejamento do estágio.

Elaboração do plano de curso: objetivos; conteúdo programático, estratégias, recursos, bibliografia

básica. Instruções para a realização do período de co-participação. Elaboração de instrumentos para

subsidiar a co-participação da classe onde se desenvolverá o estágio. Planejamento do estágio.

Elaboração dos planos de aula: objetivos, conteúdo programático, estratégias, recursos, bibliografia

básica. Estrutura de um relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO, José Carlos de (Org.). Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino.

Petrópolis: Vozes, 2002/2003.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é e como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.

FAZENDA, Ivani. A prática do ensino e o estágio supervisionado. 11. ed. Campinas:

Papirus, 2005.

GUEDES, Paulo Coimbra. A formação do professor de português: que língua vamos ensinar? São

Paulo: Parábola, 2006.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAJAR, Elie. Ler e dizer: compreensão e comunicação do texto escrito. São Paulo: Cortez, 1994.

FAZENDA, Ivani. A pesquisa em educação e as transformações do conhecimento. 6. ed.

Campinas: Papirus, 2004.

FERNANDES, Fernando. O prazer de ensinar e aprender: métodos, técnicas e recursos de ensino.

São Paulo: Conec, 2002.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTÁGIO IV METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0025 105

Elabora e desenvolve projetos de docência, em classes de ensino médio na área de língua

portuguesa e literatura, discutindo procedimentos didáticos e metodológicos para otimização do

ensino da língua materna.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Instruções para a realização do período de observação. Instrumentos para subsidiar as observações

das classes do ensino médio onde será desenvolvido o estágio; Planejamento do estágio. Elaboração

do plano de curso: objetivos; conteúdo programático, estratégias, recursos, bibliografia básica.

Instruções para a realização do período de co-participação. Elaboração de instrumentos para

subsidiar a co-participação da classe onde se desenvolverá o estágio. Planejamento do estágio.

Elaboração dos planos de aula: objetivos, conteúdo programático, estratégias, recursos, bibliografia

básica. Estrutura de um relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, Nilda; MOREIRA, Antônio Flavio. Formação de professores: pensar e fazer. 7. ed. São

Paulo: Cortez, 2002.

ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis/RJ: Vozes,

2003.

ANTUNES. Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2003

DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa campinas. São Paulo: Autores Associados, 2005.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e

profissão docente. São Paulo: Cortez, 2002.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEREDO, José Carlos de (Org.). Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino.

Petrópolis: Vozes, 2000.

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é e como se faz. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2001.

_______. A língua de Eulália: novela sociolingüística. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2000.

BAJAR, Elie. Ler e dizer: compreensão e comunicação do texto escrito. São Paulo: Cortez, 1994.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDOS LINGUÍSTICOS CONTEMPORÂNEOS

(Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA 30

Considera a evolução e a expansão das correntes lingüísticas contemporâneas e avalia a

contribuição dessas correntes teóricas para a formação e atuação do profissionail de Letras.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Língua falada X língua escrita. Processamento lingüístico.

Uma nova proposta de ensino de língua materna.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. O que é, como se faz. 6 ed. São Paulo: Edições Loyola,

2001.

DUBOIS, J. Dicionário de lingüística. São Paulo: Cultrix, 1993.

FIORIN, José Luis. Linguagem e ideologia. 3 ed. São Paulo: Ática, 1991.

GERALDI, Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1999.

JAKOBSON, Roman. Linguistica e comunicação. 4 ed. Ver. São Paulo: Cultrix.

KLEMAN, Angela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 7 ed. Campinas, SP:Pontes, 2000.

KOCH, Ingedore V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.

______. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1991.

LEMLE, M. Guia Teórico do alfabetizador. 3 ed. São Paulo: Ática, 1988.

KOCH, Ingedore V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.

_______. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1991.

PRETI, D. Socilinguistica: os níveis de fala: um estudo sociolingüístico do diálogo na literatura

brasileira. São Paulo: Edusp, 2003.

VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 3 ed. São

Paulo: Martins Fontes, 1983.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e lingüística. São Paulo: Scipione, 2001.

CAMARA J. Dicionário e lingüística e gramática. Petrópolis: Vozes, 1986.

FAVERO, Leonor Lopes et al. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna.

São Paulo: Cortez, 1999.

MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 4 ed. São Paulo:

Cortez, 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDOS LITERÁRIOS BRASILEIROS (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA

30

Estudo seletivo de autores, obras e questões relevantes para compreensão da ficção contemporânea

brasileira

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Literatura e pós-modernidade: origens e conceitos.A ficção brasileira contemporânea: autores e

obras.Panorama da literatura contemporânea: o sem-lugar; o fragmento; o sem sentido.A construção

interdisciplinar do texto literário: história, memória, cultura e identidade.Literatura e sociedade:

tensões, rupturas e sujeições.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. SP: Cultrix [s.d]

CADEMARTORI, Lígia. Períodos literários. 9 ed. SP: Ática, 2004

MOISÉS, Massaud. A Literatura brasileira através dos textos. 25 ed. SP: Cultrix, 2005

NICOLA, José. Literatura Brasileira: Das origens aos nossos dias. SP: Scipione, 1985.

PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de Época na Literatura (Através de textos comentados). 15

ed. SP: Ática, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte, Editora

UFMG, 2001.

CULLER, Jonathan. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: BECA, 1999.

EAGLETON , Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HUTCHEON, Linda. Poética do pós-modernismo: história, teoria, ficção. Rio de Janeiro: Imago,

1991, p. 141-162.

MEGALE, Heitor. Elementos de Teoria Literária. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

PAULINO, G.; WALTY, I.; CURY, M. Textos sobre textos: um estudo da metalinguagem. Belo

Horizonte: Editora Dimensão, 1999.

PELLEGRINI, Tânia. Aspectos da ficção brasileira contemporânea. São Paulo: Fapesp, 1999.

SAID, Edward. Cultura e imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.

SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da Literatura. 8. ed. Coimbra: Almedina, 1993.

SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão. São Paulo: Brasiliense, 1983.

SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro:

Francisco Alves, 1988.

Page 391: Letras – Língua Portuguesa e Literaturas – Ipiaú (Campus XXI)

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ASPECTOS SÓCIO-PSICOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA 30

Discute a Educação Especial, nos seus aspectos sócio-psicológicos, orientando o profissional de Letras

para trabalhar com a integração e a inclusão do indivíduo que apresenta necessidades especiais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Eixos Temáticos:

Histórico da Educação especial;

Nova concepção de Educação Especial;

Tipologia das necessidades Educacionais Especiais;

Os fatores sócio-psicológicos da Educação Especial;

Marcos Legais da Educação Inclusiva:

- Constituição Federal

- Declaração de Salamanca

- Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia da aprendizagem. 32 ed RJ: Vozes, 2002.

HENNERMAN, Richard H. O que é psicologia. 22 ed. RJ. José Olympio, 2002. GENTIL, Pablo. Pedagogia da exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. 13. ed. Petrópolis:

Vozes, 2007.

LA TAILLE, Ives de. Piaget, Vigotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão.16 ed SP:

Summus,1992.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Introdução a uma ciência pós-moderna. 3 ed. RJ : Edições Graal,

2000.

REVISTA DA FAEBA. Educação e contemporaneidade. Inclusão, exclusão social e educação. v

11. n 17 jan/jun 2002. Salvador: UNEB.

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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AZEVEDO, Janete M. Lins. A Educação como política pública. Campinas: autores Associados,

1997.

COLL, C, palácios, J. & MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e Educação – necessidades educacionais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

DANTAS, H. & MACIEL, D. A. Desenvolvimento psicomotor e prelúdios da inteligência concepção Walloniana. Psicologia: Teoria e pesquisa, 1993.

PATTO, M. H. S. A produção do Fracasso Escolar: histórias de submissão e rebeldia. – São Paulo:

T. A. Queiroz, 1996.

PÁTIO REVISTA PEDAGÓGICA. Diversidade na Educação: Limites e possibilidades. Ano V nº 20

Fevereiro/Abril,2002.

Saberes e práticas da inclusão: recomendações para a construção de Escolas inclusivas /

coordenação geral SEESP/MEC – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação

Especial, 2005.

MANTOAM, M. T. E. Caminhos Pedagógicos da inclusão. São Paulo, Mem nom edições

científicas, 2001.

KASSAR, M. Situação da Educação Especial no Brasil diante da legislação existente. Revista

Brasileira de ciências do Esporte, vol. 9, n 3, mais [s.n.t.]

GAIO, Roberto & MENEGHETTI, Rosa G. Krob (orgs). Caminhos Pedagógicos da Educação Especial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

MANTOAN, Maria Tereza E. Inclusão escolar: o quê? Por quê? Como fazer?. São Paulo:

Moderna, 2003.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA

ESTUDO DO TEXTO DRAMÁTICO (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0044 30

Estudo da natureza teórica do texto literário dramátio e do seu histórico, estabelecendo as

obras/autores mais representativos de cada período, buscando relacionar os objetos de análise em

questão, as transformações do pensamento em diversos âmbitos, conhecendo os valores que

circulam na sociedade em diversas épocas, associando-os permanentemente à atualidade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

William Shakespeare - O Menestrel

O teatro Shakespeare;

Força e alcance do teatro Shakespereano;

Hamlet;

A temática;

A construção das personagens

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

D’ONOFRIO, Salvatore. Teoria do Texto 1 – Prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo:

Ática, 1995.

MOISÉS, Massaud. A análise literária. 14 ed. SP: Cultrix, 2003

SAMUEL, Rogel. Novo manual de teoria literária. 2 ed./3ed. Petrópolis Rj: Vozes, 2002/2005.

SOARES, Angélica S. Gêneros literários. 6ª ed. São Paulo: Ática, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CASTAGNINO, Raul H. Análise Literária. SP: Mestre Jou, 1968.

LIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da literatura em suas fontes.v.1 RJ:Civilização Brasileira,2002.

PROENÇA FILHO, Domício. A Linguagem Literária. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1992.

REVISTA DA BAHIA - Folguedos – artes, bens, dramas. N. 38 maio, 2004 ISSN 0103-2089.FCEBA.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

LITERATURA E GÊNERO (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0066 30

Estuda as representações de gênero na literatura, discutindo as questões de alteridade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Gênero: conceito. Literatura e gênero: posicionamentos teóricos. Ficção brasileira: análise das

representações de gênero.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, (s.d)

COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil. V. VI. Rio de Janeiro:: Sul Americana S.A., 1971.

FERNANDA, Maria; MEIRELES, Cecília Meireles. Os melhores poemas. 15. ed. São

Paulo::Global, 2004.

LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

LIMA, Lílian Almeida de Oliveira. Perfis femininos nos contos de Helena Parente Cunha. Feira

de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CAMPOS, Maria Consuelo Cunha. Gênero. In: JOBIN, José Luís (Org.). Palavras da crítica. Rio de

Janeiro: Imago, 1992.

COELHO, Nelly Novaes. A literatura feminina no Brasil contemporâneo. São Paulo: Siciliano,

1993.

COSTA, Albertina (Org.). Uma questão de gênero. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1991.

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EMENTA

COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA

HORÁRIA

PROCESSOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL (Componente Adicional)

METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0055 30

Discute o processamento cognitivo empregado na atividade de produção do texto, o papel da

memória, do conhecimento e da situação.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A construção textual do sentido; A atividade de produção textual; O texto: uma unidade de sentido;

O papel da memória, do conhecimento e da situação; Os sujeitos enunciadores e a construção do

sentido no texto

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix. 2003.

BRAIT, Beth. A personagem. São Paulo: Ática. 1985.

CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. 22. ed. São Paulo: Brasiliense. 1986.

KOCH, Ingedore Villaça. O texto e a construção dos sentidos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2000.

_____. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHIAPPINI, Ligia. Foco narrativo. 6. ed. São Paulo: Ática, 1993.

DISCINI, Norma. A comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.

ORLANDI, Eni. Cidade dos sentidos. Campinas/SP: Pontes, 2004.

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3.4.15. Estágio Curricular Supervisionado

O Estágio Curricular Supervisionado é uma das etapas mais importantes de um

curso de graduação. Nele é possível experienciar uma série de situações e

atividades que são próprias da área profissional em que o graduado irá atuar,

possibilitando que este tenha um contato real, direto e imediato com as

demandas, problemáticas e alternativas presentes no mundo do trabalho.

O Estágio aqui referido está regulamentado pela Resolução Nº 795/2007 -

CONSEPE que trata de forma mais específica dos procedimentos referentes às

atividades inerentes.

No caso do curso de Licenciatura Plena em Letras com habilitação em língua

Portuguesa e Literatura, o estágio é desenvolvido a partir do quinto semestre com

as seguintes propostas de atividades:

No 5º e 6º semestres podem ser desenvolvidas atividades que envolvam:

Estudos Diagnósticos, Estudos de Casos, Mini-cursos, Oficinas, Projetos de

Ações Pedagógicas (ações sociais e comunitárias, com aplicação em

comunidades carentes e cursos de extensão);

No 7º e 8º semestres os alunos desenvolvem atividades de regência de classe,

respectivamente nas salas de aulas de 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental e do

Ensino Médio, com acompanhamento tanto do professor orientador quanto do

regente da turma.

De acordo com as Diretrizes do MEC (Res. CNE/CP no 02/2002), no que se refere

aos Cursos de Formação de Professores, os alunos que já tenham experiência

docente poderão ter direito à dispensa de parte da carga horária do estágio como

forma de aproveitamento e valorização das atividades desenvolvidas por eles fora

do âmbito acadêmico. Para ter direito a esta dispensa, os alunos deverão atender

aos seguintes critérios:

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Estar em exercício ou ter exercício comprovado de no mínimo um ano em

regência de classe em Língua Portuguesa ou área correlata, o que lhe garante

dispensa de 200 horas de carga horária, respectiva aos 5º e 6º semestres;

Estar em exercício ou ter exercício comprovado de no mínimo dois anos em

regência de classe em outras áreas, o que lhe dá direito à dispensa de 100 horas

da carga horária do estágio, relacionada ao 5º semestre;

Apresentar comprovação da regência emitida por instituição privada autorizada

pela Secretaria da Educação ou por instiuições públicas, podendo, no caso desta

ultima, ser o contra-cheque uma forma de comprovação.

O Colegiado de Curso juntamente com a Comissão de Estágio, são responsáveis

pela analise e posterior deferimento das solicitações de redução da carga horária

de Estágio Supervisionado.

A regulamentação do Estágio se dá com base nas orientações do Regulamento

Geral de Estágio da Universidade, Resolução no 795/2007 - CONSEPE, a seguir

apresentada.

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD

ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO GERAL

RESOLUÇÃO N° 795/2007 - CONSEPE

2007

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REITOR Prof. Lourisvaldo Valentim da Silva VICE-REITORA Profa Amélia Tereza Santa Rosa Maraux PRÓ-REITORA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO Profa Mônica Moreira de Oliveira Torres GERENTE DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO Profa Kathia Marise Borges Sales Aquino SUB-GERENTE DE APOIO PEDAGÓGICO Profa Marilda Marques Senna Dourado Gomes

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REGULAMENTO DO ESTÁGIO

CAPÍTULO I - DO ESTÁGIO CURRICULAR E SEUS OBJETIVOS Art. 1º - Considera-se estágio curricular as atividades de aprendizagem social,

profissional e cultural, proporcionadas ao educando pela vivência em situações reais de

vida e trabalho, no ensino, na pesquisa e na extensão, na modalidade regular e Projetos

Especiais perpassando todas as etapas do processo formativo e realizadas na

comunidade em geral, ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, ONGs,

Movimentos Sociais e outras formas de Organizações, sob a responsabilidade da

Coordenação Central e Setorial.

Parágrafo único - Compreende-se por Projetos Especiais os cursos de graduação

criados pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, com a finalidade de atender as

demandas sociais específicas de formação profissional.

Art. 2º - O estágio curricular visa a oferecer ao estudante a oportunidade de:

I - Vivenciar situações reais de seu campo de trabalho, de modo a ampliar o

conhecimento e a formação teórico-prática construídos durante o curso;

II - Analisar criticamente as condições observadas nos espaços profissionais com

base nos conhecimentos adquiridos e propor soluções para os problemas levantados, por

meio de projetos de intervenção social;

III - Desenvolver a capacidade de elaborar, executar e avaliar projetos na área

específica de seu estágio.

Art. 3º - A articulação da teoria/prática ocorrerá ao longo da formação dos cursos de

graduação, condicionada à articulação dos componentes curriculares, de forma a

subsidiar a vivência e consolidação das competências exigidas para o exercício

acadêmico-profissional.

Art. 4º - Os cursos desenvolverão programas que possibilitem a inserção dos discentes

de estágio curricular, promovendo a interação entre: ensino, pesquisa e extensão.

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Art. 5º - Os estágios obedecerão aos regulamentos próprios, elaborados pelas

coordenações setoriais, em conjunto com o colegiado de cada curso e aprovados pelo

Conselho de Departamento, observado o que dispõe a legislação pertinente.

Parágrafo único – Quanto os Projetos Especiais os regulamentos próprios serão

elaborados pela coordenação geral de cada curso.

Art. 6º - A carga horária mínima dos estágios curriculares dos cursos atenderá à

legislação nacional vigente, especifica para cada curso e ao projeto pedagógico dos

mesmos.

CAPÍTULO II - DA COORDENAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Art. 7º - A Coordenação Central de Estágios da UNEB está vinculada à Pró-Reitoria de

Ensino de Graduação – PROGRAD e tem as seguintes atribuições:

I - assessorar os coordenadores de estágio dos Departamentos;

II - acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas pelos coordenadores;

III - promover reuniões para análise e discussão de temas relacionados a

estágios;

IV - reunir informações relativas a estágio e divulgá-las entre os campi;

V - promover o Encontro Anual de Estágio Supervisionado.

Art. 8º - A Coordenação Central de Estágio será composta por:

a) Gerente de Desenvolvimento de Ensino;

b) Subgerente de Apoio Pedagógico;

c) 01 (um) docente representante das Licenciaturas;

d) 01 (um) docente representante dos Bacharelados;

e) 01 (um) discente de Curso de Licenciatura;

f) 01 (um) discente de Curso de Bacharelado;

g) 01 (um) representante das Comissões Setoriais;

h) 01 (um) docente representante dos cursos seqüenciais;

i) 01 (um) discente representante dos cursos seqüenciais.

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Parágrafo Único - Os representantes constantes nas alíneas “c”, “d”, “e”, “f” e “g” serão

escolhidos no Encontro Anual de Estágio.

Art. 9º - As coordenações setoriais de estágios da UNEB, serão organizadas, por curso,

tendo as seguintes atribuições:

I - elaborar anualmente o plano de atividades da coordenação de estágios;

II - elaborar o projeto e o regulamento de estágio do curso;

III - planejar, acompanhar e avaliar o processo dos estágios;

IV - cadastrar as instituições locais, regionais e estaduais que possam oferecer

estágio;

V - propor convênios de estágio;

VI - encaminhar os estagiários aos locais de estágio.

Art. 10 - As coordenações setoriais de estágio terão a seguinte composição:

I - os professores de estágio supervisionado, sendo um deles, eleito por seus

pares, o coordenador Setorial de Estágio;

II - um (01) representante do corpo discente por curso, indicado pelo diretório

acadêmico, dentre aqueles regularmente matriculados na disciplina ou

componente curricular.

§ 1º - A Coordenação de Estágio dos Projetos Especiais terá a seguinte composição:

a) Coordenação Geral de Cursos;

b) Coordenação Local;

c) 01 Representante de cada Movimento Social (quando houver);

d) 01 Representante de cada Movimento Sindical (quando houver);

e) Professor(es) de Estágio;

f) 01 Representante discente.

§ 2º - O mandato do coordenador setorial será de 02 (dois) anos, podendo ser

reconduzido por igual período.

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Art. 11 - As coordenações setoriais de estágio devem articular-se com o Departamento,

tendo em vista fortalecer as ações que lhes competem.

CAPÍTULO III - DAS PESSOAS ENVOLVIDAS NO ESTÁGIO CURRICULAR

Art. 12 - Os profissionais envolvidos com o processo do estágio curricular terão as

seguintes denominações e competências, a saber:

I - Coordenador de estágio e/ou professor de estágio será(ao) docente(s) da

UNEB e lhe(s) competem:

a) o planejar semestralmente as atividades, devidamente aprovados pelo

colegiado do curso;

b) acompanhar o desenvolvimento do estágio;

c) realizar reuniões com demais docentes da disciplina/componente curricular

de estágio;

d) responsabilizar-se pela articulação dos docentes e pelo processo de

fechamento da disciplina/componente curricular;

e) exercer atividades de coordenação, acompanhamento e avaliação do

aluno nos diversos campos do estágio.

II - Professor orientador e/ou supervisor de estágio será(ao) docente(s) da UNEB

e lhe (s) competem:

a) orientar os alunos durante o estágio, nos aspectos específicos de sua área

de atuação;

b) realizar supervisão com visitas in loco;

c) promover articulação entre a UNEB e a instituição ou empresa concedente

do estágio;

d) exercer atividades de acompanhamento e avaliação do aluno, nos diversos

campos do estágio;

e) fornecer dados à coordenação setorial, para tomada de decisão

relacionada com o estágio.

III - Orientador de Estágio/supervisor de campo/regente de classe/preceptor do

estágio, profissional da instituição cedente de estágio que orienta o aluno na sua área de

atuação.

§ 1º - No que diz respeito às licenciaturas, o professor-orientador e/ou supervisor de

estágio poderá(ão) acumular as competências listadas nos incisos I e II.

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§ 2º - Quando se tratar de projetos especiais, as atribuições e competências deverão

atender as especificidades de cada curso conforme seus projetos.

Art. 13 - Os profissionais envolvidos com o processo do estágio curricular - coordenador,

professor, orientador, supervisor/regente/preceptor-, terão formação acadêmico-

profissional na área de conhecimento do curso, salvo em situações especificas de cada

área, a serem discutidas e aprovadas em Colegiado.

§ 1º - Nos cursos de licenciatura, o professor supervisor será licenciado na área. Quando

não houver disponibilidade de professor com essa formação, ficarão responsáveis

conjuntamente pelos estágios os professores da área específica e professores graduados

em Pedagogia, com experiência em ensino superior.

§ 2º - Na inexistência de professor com a formação exigida no caput desse artigo, caberá

ao Conselho de Departamento, ouvida a comissão setorial, indicar o profissional,

levando-se em conta:

a) A formação acadêmica;

b) A experiência profissional;

c) A legislação em vigor.

Art. 14 - Ao aluno da UNEB, regularmente matriculado em disciplina/componente

curricular de estágio compete:

I - cumprir a carga horária de estágio e as atividades de avaliação previstas no

projeto pedagógico de cada curso;

II - comparecer aos locais de estágio, munido da documentação exigida;

III - respeitar as normas regimentais e disciplinares do estabelecimento onde se

realiza o estágio;

IV - Submeter o planejamento elaborado ao orientador de estágio ou à

coordenação de área da escola ou empresa antes da execução do estágio;

V - apresentar a documentação exigida pela universidade, quanto ao estágio

curricular;

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VI - participar de todos os processos de estágio, segundo o plano aprovado pela

coordenação setorial.

CAPÍTULO IV - DOS CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Art. 15 - Para o estágio curricular serão considerados os critérios de acompanhamento e

de avaliação do processo de ensino-aprendizagem, a saber:

I - Articulação entre teoria e prática, nas produções e vivências do aluno, durante

o estágio;

II - Freqüência integral na realização da atividade-campo do estágio;

III - Trabalhos realizados durante o período de estágio e socialização dos mesmos, de

acordo com o projeto pedagógico e normatização do estágio de cada curso;

IV - Participação do aluno nos encontros de orientação de estágio, atendendo ao

critério mínimo de assiduidade na disciplina/componente curricular, conforme

legislação vigente;

V - Auto-avaliação do aluno;

VI - Outros critérios definidos pela coordenação setorial ou coordenação geral dos

projetos especiais.

§ 1º - Cabe à coordenação setorial de cada curso e as coordenações gerais dos projetos

especiais, elaborar instrumentos de acompanhamento e avaliação do aluno, conforme

especificidades dos projetos pedagógicos e regulamento de estágio de cada curso.

§ 2º - O estágio será avaliado sistematicamente pela coordenação setorial e pelas

coordenações gerais dos projetos especiais, conforme o projeto pedagógico e

regulamento de estágio de cada curso.

Art. 16 - Caberá à UNEB disponibilizar os recursos necessários aos Departamentos, para

garantirem a realização do estágio curricular dos cursos regulares.

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§ 1º - A UNEB se responsabilizará pela efetivação anual do seguro de vida para os

docentes de estágios dos cursos regulares cujo campo de trabalho implique em situação

de risco.

§ 2º - Quando o estágio ocorrer fora da unidade sede, além dos recursos previstos no

caput deste artigo, a UNEB se responsabilizará pelo seguro de vida, despesas de

deslocamento e hospedagem para os docentes (quando necessário).

CAPÍTULO V - DO APROVEITAMENTO DA PRÁTICA DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL PARA CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO

Art. 17 - Nos cursos de licenciatura será permitida a redução de até 200 (duzentas) horas

dos componentes curriculares de estágio supervisionado; obedecendo, no máximo, à

redução de 50% da carga horária, em cada componente.

I - A redução de carga horária para o componente estágio supervisionado I será

permitida, para o discente que comprovar a docência, em qualquer área de

conhecimento, nos últimos 03 (três) anos;

II - A redução de carga horária para os demais componentes de estágio

supervisionado será permitida para o discente que comprovar efetivo exercício da

docência, na área específica do respectivo estágio, a partir dos últimos 03 anos, antes de

seu ingresso na Universidade.

§ 1º - No ato da solicitação para a redução de carga horária, de até 200 horas, dos

componentes curriculares de estágio supervisionado, o discente apresentará ao

Colegiado do Curso a documentação comprobatória que será encaminhada à

Coordenação Setorial de Estágio do Curso, para análise e parecer.

§ 2º - Aprovado o parecer pela Coordenação Setorial do Estágio, o Colegiado de Curso

encaminhará o processo à direção do Departamento para a homologação e

encaminhamento à Coordenação Acadêmica, para registro no prontuário do discente.

Art. 18 - Nos cursos de bacharelado, a prática do exercício profissional será aproveitada

para carga horária de estágio, nas seguintes situações:

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I - quando o discente exercer atividade de trabalho correlata com a área de sua

formação, o projeto de estágio será direcionado às suas atividades profissionais;

II - quando o discente exercer atividade de trabalho não-correlata com a área de

sua formação, o projeto de estágio se fundamentará na área de sua formação, aplicada a

sua área de trabalho.

Parágrafo único - Na área de saúde, não será permitido o aproveitamento de exercício

profissional, para a carga horária de estágio.

CAPÍTULO VI - DAS ESPECIFICIDADES DAS MODALIDADES DE CURSOS

Art. 19 - Nas licenciaturas, quando as modalidades de estágio supervisionado

contemplarem a regência do discente, o professor sob regime de 40 horas, acompanhará

uma turma com até 20 discentes, registrando, pelo menos, as seguintes atividades em

seu Plano Individual de Trabalho - PIT:

a) Reunião com toda a turma (2h);

b) Orientações individuais (1hora por aluno);

c) Observação de estágio em campo (12h);

d) Trabalhos acadêmicos e complementares à docência (6h);

e) Comissão de avaliação de aproveitamento de estágio (1h).

§ 1º - Para turmas inferiores a 08 (oito) discentes, o docente complementará sua carga

horária assumindo, pelo menos, um componente curricular de até 60 horas, ou

desenvolverá atividades de pesquisa, ou extensão, aprovadas pelo Departamento.

§ 2º - Quando o Estágio Supervisionado, organizar-se sob a forma de: observação, co-

participação, o professor sob regime de 40 (quarenta) horas acompanhará até duas

turmas; com, no máximo, 20 discentes; (ou) uma turma de estágio e um outro

componente curricular de até 60 (sessenta) horas, registrando-se a carga horária das

alíneas de “a” a “e” do artigo 19 que serão adaptados de acordo com as turmas

assumidas pelo docente.

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Art. 20 - Nos bacharelados o professor, sob regime de 40 (quarenta) horas,

acompanhará uma turma, com até 20 (vinte) discentes, registrando, pelo menos, as

seguintes atividades em seu PIT:

a) Reunião com toda a turma (2h);

b) Orientações individuais (1hora por aluno);

c) Observação de estágio em campo (12h);

d) Trabalhos acadêmicos e complementares à docência (6h);

e) Comissão de avaliação de aproveitamento de estágio (1h).

I - Para o professor co-orientador de estágio, será computada a carga horária de

orientação do estagiário, observando o limite máximo de 06 (seis) discentes por

professor, com 02 (duas) horas-semanais de orientação por aluno;

II - não será permitido o aproveitamento da carga horária de estágio

extracurricular, para o estágio curricular.

§ 1º - Nos cursos da área de saúde, a relação docente/discente no estágio será de

acordo com a especificidade de cada curso, não excedendo o quantitativo de seis

discentes, por docente/campo.

§ 2º - Para os projetos especiais a relação docente/discente no estágio será definida nos

projetos de cada curso.

CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 21 - Este Regimento Geral de Estágio fundamenta-se na legislação a saber: Lei de

Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9394/96, Lei nº. 6.494/77 (alterada pela

Lei 8.859/94 e MP nº. 1726/98), Resolução CNE/CP 01 e 02/2002 e Decreto nº. 10.181

de 14/12/2006 - Regimento Geral da Universidade do Estado da Bahia.

Art. 22 - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pela Coordenação

Setorial de Estágio ou Coordenação Geral dos Projetos Especiais, e referendados pelo

Conselho de Departamento, de acordo com a legislação pertinente.

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Art. 23 - Este Regulamento tem sua vigência prevista em caráter transitório, por um ano

a contar da data de publicação do mesmo, quando deverá ser reavaliado por este

Conselho.

Art. 24 - O presente Regulamento de Estágio Supervisionado entra em vigor na data da

sua publicação, revogada a Resolução nº. 088 de 05/08/93 e demais disposições em

contrário.

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3.4.16. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

O Trabalho de Conclusão de Curso é regulamentado pela Resolução no 622/2004

- CONSEPE. Entretanto, em função da necessidade de modificações, uma nova

proposta está em discussão na Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e nos

Departamentos, para posterior aprovação do CONSEPE.

A seguir, apresenta-se cópia da Resolução no 622/2004.

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3.5 ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO No quadro 31, apresenta-se o acervo específico do Curso.

QUADRO 31 – ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO CURSO

ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

1. METODOLOGIA CIENTÍFICA

01 BASTOS, Lília da Rocha et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003. 02

02 CARMO NETO, Sionísio. Lógica da pesquisa científica. Salvador: Facceba & Unyahna, 2001. 01

03 DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo: Altas, 1987. 03

04 ______. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. 16 reimp.São Paulo: Atlas, 2008. 04

05 ______. Pesquisa: princípio científico e educativo. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 06

06 GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Altas, 2002. 01

07 ____. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 04

08 GONÇALVES, Elisa Pereira. Iniciação à pesquisa científica. Campinas: Alínea, 2001. 03

09 INÁCIO FILHO, Geraldo. A monografia na universidade. São Paulo: Papirus, 1995. 03

10 LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico. 2. ed. Salvador: EDUFBA, 2003. 03

11 _______._______. 4. ed. Salvador: EDUFBA, 2008. 02

12

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

03

13 _______. _______. São Paulo: Atlas, 2007. 02

14 _______. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 2002.

07

15 MARTINS, Gilberto de Andrade. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000. 02

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

16 OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa cientifica. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. 01

17 RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 17. ed. Petrópolis:[s.d.]. 01

18 RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 2002. 09

19 SALOMON, Délcio Vieira. A maravilhosa incerteza: pensar, pesquisar e criar. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 02

20 _______. Como fazer uma monografia. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. 03

21 SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. 08

22 SILVA, José Humberto da (Org.). Orientações metodológicas: construindo trabalhos acadêmicos e científicos. Salvador: Avante, 2008. 02

23 SOUZA, Elizeu C. (Org.). Autobiografias, histórias de vida e formação: pesquisa e ensino. Porto Alegre: EDIPUCRS; Salvador: EDUNEB, 2006.

01

24 SOUZA, Elizeu C.e ABRAHÃO, Mª Helena Menna (Org.). Tempos, narrativas e ficções: a invenção de si. Porto Alegre: EDIPUCRS; Salvador: EDUNEB, 2006.

01

25 TACHIZAWA, Takersy et al. Como fazer monografia na prática. 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003. 01

26 THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2002. 05

27 _______. Metodologia da pesquisa-ação. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2007. 03

28 TRALDI, Maria Cristina. Monografia passo a passo. Campinas: Alínea, 2001. 03

TOTAL DE EXEMPLARES 86

2. INFORMÁTICA

29 LEVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: 34, 1996. 01

30 MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos. hHipertexto e gêneros digitais. São Paulo: Lucerna, 2004. 02

31 __________. Hipertexto e gêneros digitais. 2. ed. São Paulo: Lucerna, 2005. 02

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

32 NORTOM, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1996. 04

33 VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 04

34 YOUSSEF, Antônio Nicolau; FERNANDEZ, Vicente Paz. Informática e sociedade. São Paulo: Ática, 1988. 05

TOTAL DE EXEMPLARES 18

3. BIBLIOTECONOMIA

35 BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: Ática, 1997. 05

36 FRAISSE, Emmanuel et al. Representações e imagens da leitura. São Paulo: Ática, 2001. 05

37 MACHADO, Ana Maria. Contracorrente: conversas sobre leitura e política. São Paulo: Ática, 1999. 06

38 MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2005. 01

39 MILANESE, Luiz. O que é biblioteca. São Paulo: Brasiliense, 1983. 01

40 MILTON, John. O clube do livro e a tradução. São Paulo: EDUSC, 2002. 01

41 SILVA, Ezequiel Theodoro. A produção da leitura na escola: pesquisa X proposta. São Paulo: Ática, 2002. 11

42 SILVA, Ezequiel Theodoro. De olhos abertos: reflexão sobre o desenvolvimento da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1999. 05

43 _______. Leitura na escola e na biblioteca. São Paulo: Papirus, 2002. 03

4. ENCICLOPÉDIA

44 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 01 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

45 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 02 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

46 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 03 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

47 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 04 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

48 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 05 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

49 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 06 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

50 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 07 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

51 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 08 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

52 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 09 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

53 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 10 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

54 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 11 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

55 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 12 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

56 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 13 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

57 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 14 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

58 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 15 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

59 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 16 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

60 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 17 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

61 BARSA PLANETA INTERNACIONAL. Nova enciclopédia Barsa. V. 18 São Paulo: Barsa Planeta Internacional, 2002. 01

62 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 1. São Paulo: Ecyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

63 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 2. São Paulo: Ecyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

64 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 3. São Paulo: Ecyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

65 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 4. São Paulo: Ecyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

66 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 5. São Paulo: Ecyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

67 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 6. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

68 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 7. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

69 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA.v. 8. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

70 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 9. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

71 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 10. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

72 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 11. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

73 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 12. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

74 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 13. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

75 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 14. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

76 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 15. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

77 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 16. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

78 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 17. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

79 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 18. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

80 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 19. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

81 MIRADOR INTERNACIONAL. ENCICLOPÉDIA. V. 20. São Paulo: Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1982. 01

TOTAL DE EXEMPLARES 38

5. JORNALISMO

82 COELHO, Marcelo. Crítica cultural: teoria e prática. São Paulo: Publifolha, 2006. 02

83 ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo. 10. ed. São Paulo: Brasiliense, 2005. 01

TOTAL DE EXEMPLARES 03

6. FILOSOFIA

84 BUZZI, Arcângelo Raimundo. Filosofia para principiantes a existência-humana-no-mundo. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 04

85 CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2003. 13

86 _______. M. O que é ideologia. 22 ed. São Paulo: Brasiliense: 1986. 01

87 ______. 2. ed. rev. e aum. São Paulo: Brasiliense: 2004/2006. 05

88 DERRIDA, Jaques et. al. Margens da filosofia. Campinas: Papirus, 1991. 03

89 DUARTE JÚNIOR, João-Francisco. O que é realidade. São Paulo: Brasiliense, 2006. 03

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

90 DUROZOI, Gerard. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Papirus, [s.d.]. 01

91 GILES, Thomas Ranzón. Introdução à filosofia. São Paulo: EPU, 1979. 03

92 GIOVANNI, Reale. Metafísica: ensaio introdutório, texto grego com tradução e comentário de Giovanni Reale. V.1. São Paulo: Loyola, 2001.

03

93 _______. _______. V. 2. São Paulo: Loyola, 2001. 03

94 _______. _______. V. 3. São Paulo: Loyola, 2001. 03

95 ______. História da filosofia antiga. V.1. São Paulo: Loyola. 2001. 03

96 _______. _______. V. 2. São Paulo: Loyola, 2001. 03

97 _______. _______. V. 3 . São Paulo: Loyola, 2001. 03

98 _______. _______ . V. 4. São Paulo: Loyola, 2001. 02

99 _______. _______. V. 5. São Paulo: Loyola, 2001. 03

100 GHIRALDELLI JR. Paulo. Richardy Rorty: a filosofia do novo mundo em busca de mundos novos. Petrópolis, Vozes, 1999. 02

101 GOTO, Roberto. Começos de filosofia. Campinas/São Paulo: Átomo, 2000. 04

102 HADOT, Pierre. O que é a filosofia antiga? São Paulo: Loyola, 1999. 03

103 HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do espírito. Parte I. 6. ed. . Rio de Janeiro: Vozes. 2001. 03

104 HEIDEGGER, Martim. Ser e tempo. 9. ed., v. 1. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 03

105 ______.______. 9. ed, v. 2. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 03

106 LARA, Tiago Adão. A filosofia nas suas origens gregas. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 04

107 MARCONDI, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 6. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. 02

108 MORA, J. Ferrater. Dicionário de filosofia. Tomo 1. Rio de Janeiro: Loyola, 2000. 01

109 _______. ______. Tomo 2. Rio de Janeiro: Loyola, 2000. 01

110 _______. ______. Tomo 3. Rio de Janeiro: Loyola, 2000. 01

111 _______. ______. Tomo 4. Rio de Janeiro: Loyola, 2000. 01

112 OLIVEIRA, Admardo Serafim de. Introdução ao pensamento filosófico. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2000. 03

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

113 PASCAL, Georges. O pensamento de Kant. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 03

114 PLATÃO. Mênon. São Paulo: Loyola. 2001. 03

115 REZENDE, Antônio (Org.). Curso de filosofia para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação. 11. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.

02

116 ROTENBERG, Israel. Fragmento da sabedoria universal. Rio de Janeiro: Papel Virtual, 2002. 01

117 TELES, Antônio Xavier. Introdução ao estudo de filosofia. 34. ed. São Paulo: Ática. 2001. 03

118 TERRA, Paulo S. Pequeno manual do anarquista epistemológico. Ilhéus: Editus, 2000. 01

119 VAZ, Henrique C. de Lima. Escritos de filosofia II: ética e cultura. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2000. 03

120 ______. Escritos de filosofia IV: introdução à ética filosófica I. 12. ed. São Paulo: Loyola, 2002. 03

TOTAL DE EXEMPLARES 106

7. PSICOLOGIA

121 ARNOLD W. Eysenck, H. J. Meili. R. Dicionário de psicologia. V.1. São Paulo: Loyola, 1994. 01

122 _______. _______. V. 2. São Paulo: Loyola, 1994. 01

123 _______. _______. V. 3. São Paulo: Loyola,1994. 01

124 BIAGGIO, Ângelo M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 03

125 BRAGHIROLLI, Elaine Maria et.al. Psicologia geral. 22. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 07

126 CABRAL, Álvaro. Dicionário técnico de psicologia. 13. ed. São Paulo: Cultrix. 2003. 04

127 CAIRES, Miriam Cléa Conte de A; SODRÉ, Liana G. P. Melhorando o desenvolvimento psicossocial de crianças. Salvador: UNEB, 2003. 02

128 CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia da aprendizagem. 32. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002 . 03

129 _______. Psicologia e desenvolvimento humano. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. 04

130 CARAVALHO, Brina Corrêa Lima de. Desenvolvimento humano e psicologia: generalidades, conceitos, teoria. Belo Horizonte: UFMG, 1996.

02

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

131 DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2001. 04

132 DORON, Roland (Org.). Dicionário de psicologia. São Paulo: Ática, 2001. 01

133 FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da psicologia. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 03

134 HENNERMAN, Richard H. O que é psicologia. 22. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2002. 05

135 KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos de leitura. 9. ed. São Paulo: Pontes, 1995. 02

136 _______. _______. 10. ed. São Paulo: Pontes, 2007. 03

137 LA TAILLE, Ives de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 16. ed. São Paulo: Summus, 1992. 05

138 MASCARO, Sônia de Amorim. O que é velhice. São Paulo: Brasiliense, 2004. 04

139 NICOLA, Mônica. N. Psicomotricidade. Manual básica. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 01

140 PIAGET, JEAN. A construção do real na criança. 3 ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

141 PORTUGAL, Dílson Magalhães. Últimas palavras de um momento que se vai: pelo espírito de Yuri. Salvador: EdUNEB, 2003. 03

142 ROGER, Deldime. O desenvolvimento psicológico da criança. São Paulo: EDUSC, 1999. 04

143 SINETAR, Marsha. Vivendo felizes para sempre - como os contos de fadas podem ajudar o homem moderno a criar confiança, sucesso e satisfação. Rio Janeiro: Record, 1993.

01

144 SCHEEFFER, Ruth. Aconselhamento psicológico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1979. 01

145 SCHULTZ, Duane P. História da psicologia moderna. São Paulo: Thomson, 2005. 05

146 TELES, Maria Luiza S. O que é Psicologia. São Paulo: Brasiliense, 2003. 04

TOTAL DE EXEMPLARES 79

8. ÉTICA

147 ARAÚJO, Miguel Almir de Lima. Amo, logo existo. Salvador: EdUNEB, 2003.

06

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

148 BARNES, J. A. Um monte de mentiras: para uma sociologia da mentira. Campinas: Papirus, 1996. 03

149 BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. 02

150 JANKTVITCH, Vladimir. O paradoxo da moral. Campinas: Papirus, 1991. 03

151 LYONS, David. As regras morais e a ética. Campinas: Papirus, 1990. 03

152 SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 02

TOTAL DE EXEMPLARES 19

9. RELIGIÃO

153 COSTA, Sebastião Heber V. A festa da irmandade da Boa Morte e o ícone ortodoxo da dormição de Maria. Salvador: [s.d]. 02

154 KURY, Mário da Gama. Dicionário de mitologia grega e romana. 6. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. 01

155 LIMA, Fábio Batista. Os candomblés da Bahia: tradições e novas tradições. Salvador: UNEB, 2005. 05

156 RACIONALISMO Cristão. 27. ed. Rio de Janeiro: Centro Redentor, 1970. 01

157 RODIGUES, NINA. O animismo feitichista dos negros baianos.. [s.l.] [s.d.] 01

158 SOUZA JÚNIOR, Vilson Caetano de. Orixás, santos e festas: encontros e desencontros do sincretismo afro-católico na cidade de Salvador. Salvador: EdUNEB, 2003.

02

159 VIEIRA, Antônio. Sermões de Vieira: padrões de ensinamento: excertos. São Leopoldo, Rio Grande do Sul: Unisino. 1997. 02

TOTAL DE EXEMPLARES 14

10. CIÊNCIAS SOCIAIS

160 ADORNO, Theodor. Indústria cultural e sociedade. 3. ed. São Paulo: Paz e terra, 2002. 03

161 AILTON, Domingos. Figuras típicas e religiosidade popular de Jequié. Salvador: I Ailton, 2004. 01

162 ANADÓN, Marta. Reflexões teórico-metodológicas sobre as representações sociais. Salvador: EdUNEB, 2003. 05

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

163 ANAIS DO I SEMINÁRIO DE INFRA-ESTRUTURA, ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL. Salvador: UCSAL, 2003.

02

164 ANDRADE, Wilson. Desenvolvimento e cidadania: muito a fazer. Prática da economia social de mercado. Salvador: Bureau, 1990. 01

165 ANASTASIA, Fátima; MELO, Carlos R.; SANTOS, Fabiano. Governabilidade e representação política na América do sul. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2004.

01

166 AVELAR, Lúcia; CINTRA, Antônio Octávio. Sistema Político Brasileiro: uma introdução. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2004. 01

167 ARANTES, Antônio Augusto. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 2006. 10

168 ATAIDE, Yara Dulce Bandeira (Org.). Professores e alunos construindo uma cultura da Paz. Salvador: Editora da UNEB, 2004. 03

169 AUAD, Márcia do Couto. Anésia Cauaçu. Rio de Janeiro: UERJ, 2000. 01

170 AVELAR, Lúcia. Mulheres na elite política brasileira. São Paulo: Fundação Konrad Adenauer: Editora UNESP, 2001. 01

171 BASTIDE, Roger. Antropologia aplicada. Rio de Janeiro: Perspectiva, 1971. 04

172 BEGER, Peter L. A construção social da realidade tratado de sociologia do conhecimento. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 04

173 BEJAMIN, Walter. Sociologia. São Paulo: Ática, 1991. 03

174 BERND, Zilá. O que é negritude. São Paulo: Brasiliense [s.d]. 08

175 BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 20. ed. São Paulo: Ática, 2002. 11

176 BOAVENTURA, Edivaldo M. Castro Alves: um parque para o poeta. Salvador: Secretaria da Cultura e Turismo - EGBA, 2006. 01

177 BORTONI - RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? 2. ed. São Paulo: Parábola, 2005. 02

178 BOUDON, Raymond et al. Dicionário crítico de sociologia. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001. 02

179 BOURDIEU, Pierre (Coord.). A miséria do mundo. 4. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 03

180 BRETON, Philippe. A manipulação da palavra. São Paulo: Loyola, 1999. 03

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

181

BUGARIN, Maurício S.; VIERIA, Laércio M.; GARCIA, Leide Maria. Controle dos gastos públicos no Brasil - instituições oficiais, controle social e um mecanismo para ampliar o envolvimento da sociedade. Rio de Janeiro: konrad - Adenauer-Stiftung, 2003.

01

182 CARNEIRO, Edison. Antologia do negro brasileiro. Rio de Janeiro: Agir, 2005. 02

183 CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 2001. 03

184 COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2006. 01

185 COVRE, Maria de Lourdes M. O que é cidadania. São Paulo: Brasiliense, 2006. 01

186 DAVIS, Darien J. Afro-brasileiros hoje. São Paulo: Selo Negro, 2000. 03

187 DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento. São Paulo: Cortez, 2001. 03

188 ______. Participação é conquista. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 03

189 DARCY, François. União Européia: instituições, políticas e desafios. Rio de Janeiro: konrad – Adenauer-Stiftung, 2002. 01

190 DI GREGÓRIO, Mª de F. Araújo. Memória coletiva: estratégias de preservação da identidade cultural dos imigrantes italianos em Itiruçu/BA. 1950-2000. Salvador: EDUNEB, 2003.

03

191 DIAS, Reinaldo. Fundamentos de sociologia geral. 2. ed. Campinas/SP: Alínea, 2000. 02

192 DUPAS, Gilberto (Coord.). América Latina no início do século XXI - perspectivas econômicas, sociais e políticas. Rio de Janeiro: konrad - Adenauer - Stiftung, 2005.

01

193 DURKHEIM, Emile. Emile Durkheim: sociologia. 9. ed. São Paulo: Ática, 2001. 03

194 _________. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 03

195 EPSTEIN, Isaac. Gramática do poder. São Paulo: Ática, 1993. 03

196 ESTEVÃO, Ana Maria Ramos. O que é serviço social. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1992. 01

197 FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Rio de Janeiro: Fator, 1983. 02

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

198 FENDT, Roberto; LINS, Maria Antonieta D.T. (Org.). Arquitetura assimétrica: o espaço dos países emergentes e o sistema financeiro internacional. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer-Stiftung, 2002.

01

199 FIGUEIREDO, Rubens (Org.). Escola política: manual prático de marketing político. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer -Stiftung, [s.d]. 01

200 __________. Marketing político e persuasão eleitoral. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2000. 01

201 FORACCHI, Marialice Mencarini; MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade. 23. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 02

202 FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 23. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1979. 07

203 FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). História social da infância no Brasil. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 04

204 GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. 4. ed. São Paulo: Petrópolis, 2000. 05

205 _______. Dialética do amor paterno. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 03

206 GERMAN, Christiano. O caminho do Brasil rumo à era da informação. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2000. 01

207 GUATTARI, Félix. As três ecologias. 13. ed. São Paulo: Papirus, 2002. 03

208 GUIMARÃES, Mauro (Org.). Caminhos da educação ambiental: da forma à ação. Campinas: Papirus, 2006. 01

209 HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 10. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005. 02

210 _____. Da diáspora identidade e mediações culturais. Belo Horizonte: UFMG, 2006. 01

211 HENRY, Thoreau. Desobedecendo. São Paulo: Círculo do Livro, 1994. 01

212 HEREDIA, Edmundo A.; FIALHO, Nadia H. (Org.). América Latina: educação, espaço cultural e territorialidade. Salvador: UNEB, 2003. 01

213 HOFMEISTER, Wilhelm (Org.). Anuário Brasil-Europa 2003. Diretos Humanos e Relações Externas. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2004.

01

214 ___________. Segurança inrternacional: um diálogo Europa-América do Sul. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer – Stiftung. 01

215

HOFMEISTER, Wilhelm; TREIN, Franklin (Org.). Anuário Brasil – Europa – Solução de controvérsia, arbitragem comercial e propriedade internacional. Rio de Janeiro: konrad - Adenauer - Stiftung, 2003.

01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

216 HOFMEISTER, Wilhelm; TREIN, Franklin (Org.). Anuário Brasil – Europa: instituições e integração. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2001.

01

217 ___________. Anuário Brasil – Europa: relações de cooperação em Ciência & Tecnologia. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2002.

01

218 HOFMEISTER, Wilhelm (Org.). Liderazgo político em América Latina. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2002. 01

219 ___________. Política Social Internacional - conseqüências sociais da globalização. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2005. 01

220 ___________. Reforma políticas em América Latina. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2004. 01

221 HOFMEISTER, Wilhelm; SANTOS, G. A. P. D. Os partidos políticos da democracia - uma introdução para a formação política. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2007.

01

222 HOFMEISTER, Wilhelm (Org.). Anuário Brasil – Europa 2006. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2007. 01

223 IZIDORO, Blikstein. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática. [s.d.] 11

224 JAMESON, Frederic. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. 04

225 KRAUSE, Silvana; SCHMITT, Rogério (Org.). Partidos e coligações eleitorais no Brasil. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2005.

01

226 LABURTHE, Tolra Philippe. Etnologia - antropologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. 04

227 LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. São Paulo: Atlas, 1999. 05

228 LEBRUN, Gerard. O que é poder. São Paulo: Brasiliense, 2004. 03

229 LIANOS, Mariana; MUSTAPIC, Ana Maria (Org.). Controle parlamentar na Alemanha, na Argentina e no Brasil. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2005.

01

230 LOHBAUER, Christian. Brasil – Alemanha: fases de uma parceria (1964 1999). Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2000. 01

231 LUYTEN, Joseph Maria. Sistemas de comunicação popular. 3. ed. São Paulo: Ática, 1988. 05

232 MAQUIAVEL. O Príncipe. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2007. 02

233 _______. _______. São Paulo: Martin Claret, 2005. 02

234 MARCONI, Mário; FLORES, Renato (Org.) Acordo Mercosul – União Européia Além da agricultura. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

235 MATTOS, Sérgio. A televisão na era da globalização. São Paulo: Intercom, 1999. 01

236 MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Reforma agrária no Brasil - história e atualidade da luta pela terra. São Paulo: Perseu Abramo, 2003. 01

237 MEYER, Victor A. Reação articulação e organização internacional dos trabalhadores ante a globalização - um fenômeno emergente. Salvador: Casa da Qualidade, 2001.

10

238 MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. 8. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 04

239 MEKSENAS, Paulo. Aprendendo sociologia: a paixão de conhecer a vida: (curso colegial - 2 grau). 8. ed. São Paulo: Loyola, 2001. 03

240 MORAES, Marco Ribeiro de. As relações intergovernamentais na República Federal da Alemanha - uma análise econômico-institucional. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2001.

01

241 MORAIS, Regis de. O que é violência urbana. São Paulo: Brasiliense, 1998. 02

242 MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional versus identidade negra. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

02

243 NASCIMENTO, Fernando R. do. Políticas públicas e o agronegócio Cacau. Ilhéus: Editus, 2004. 01

244 NIVALDO JUNIOR, José. Maquiavel: o poder história e marketing. São Paulo: Martin Claret, 2005. 01

245 OLIVEN, Ruben George. A antropologia de grupos urbanos. 5. ed. Petrópolis: 2002. 01

246 ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. 5 .ed. São Paulo: Brasiliense, 2006. 01

247 PEREIRA, José Haroldo. Curso básico de teoria da comunicação. 3. ed. Rio de Janeiro: Universidade, 2005. 06

248 PÉRISSÉ, Paulo. O educador aprendedor. São Paulo: Cortez, 2004. 01

249 PERUZZO, Cecília Maria Krohling. Comunicação para a cidadania. Salvador: EDUNEB, 2003. 05

250 PRETI, Dino. Sociolingüística: os níveis de fala. 9. ed. São Paulo: USP (Campi 15), 2003. 04

251 PORTO FILHO, Ubaldo Marques. Turismo: realidade baiana e nacional. Salvador: Bigraf, 1976. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

252 POZZOLI, Lafayette; SOUZA, Carlos A. M.de. Ensaios em homenagem a Franco Montoro - humanismo e política. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2001.

01

253 QUINTANEIRO, Tânia. Um toque de clássicos: Durkeim, Marx e Weber. Belo Horizonte: UFMG, 2002. 02

254 REGINA, Celi; PINTO, Jardim; SANTOS, André M. dos. Partidos no Cone Sul: novos ângulos de pesquisa. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2002.

01

255 REZENDE, Fernando; OLIVEIRA, Fabrício Augusto de. Federalismo e integração econômica regional: desafios para o MERCOSUL. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2004.

01

256 REYZABAL, Maria Victoria. A comunicação oral e sua didática. São Paulo: EDUSC, 1999. 03

257 RIBEIRO Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Cia. das letras, 1995. 01

258 RIBEIRO, João. O que é positivismo. São Paulo: Brasiliense, 2006. 01

259 RODRIGUES, Gilberto Marcos Antônio. O que são relações internacionais. São Paulo: Brasiliense, 2003. 01

260 RODRIGUES, Adyr Balastreri. Turismo, modernidade, globalização. 3. ed. São Paulo: HUCITEC, 2002. 06

261 ROLNIK, Raquel. O que é cidade. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 2004. 03

262 SACRAMENTO, Sandra Maria P do (Org.). Comunicação e mídia: estudos sobre análise do discurso e formação discursiva em textos midiáticos. Ilhéus: Editus, 2004.

01

263 SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima... et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. 01

264 SANTIAGO, Gabriel Lomba.Três leituras básicas para entender a cultura brasileira. São Paulo: Alínea, 2001. 03

265 SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2001. 03

266 _______. _______.11 ed. São Paulo: Cortez, 2006. 03

267 SANTOS, Jair Ferreira dos. O que é pós-moderno. São Paulo: Brasiliense, 2006. 07

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

268 SANTOS, Joel Rufino dos. O que é racismo. São Paulo: Brasiliense, 2005. 01

269 SANTOS, Luiz dos Santos. O que é cultura. 16. ed. São Paulo: Brasiliense. 04

270 SECRETARIA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS.Direitos Humanos no Contidiano. 2. ed. Brasília: Mistério da Justiça, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, 2001.

04

271 SEGURANÇA INTERNACIONAL um diálogo Europa- América do Sul. II Conferência do Forte Copacabana. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2006.

01

272 SEGURANÇA INTERNACIONAL um diálogo Europa- América do Sul- III Conferência do Forte Copacabana. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2007.

01

273 SILVA, José A. C. Vantagens e desvantagens da democracia fenômeno e realidade. [s.l.]: Editor Ltda. [s.d.]. 01

274 SILVA, José H. da. Intinerância juvenil para o mundo do trabalho: discursos, práticas e significados. Salvador: 2007. 01

275 SILVA, Luis Heron da (Org.). Século XXI: Qual conhecimento? Qual currículo? Rio de Janeiro: Vozes, 2000. 01

276 SIMÕES, Henrique Campos. Descentralização e federalismo fiscal No Brasil. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2003. 01

277 SPAARGAREN, Get; MOL, Arthur P. J. Meio Ambiente, modernidade e sociedade. Ilhéus: Editus, 2003. 01

278 _______. Sociologia, meio ambiente e modernidade. Modernização ecológica: uma teoria de mudança social. Ilhéus: Editus, 1995. 01

279 STUDART, Heloneida. Mulher objeto de cama e mesa. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1977. 01

280 SUPERITENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA. PIB da Bahia. N. 72. Salvador: SEI, 2006. 01

281 SUPERITENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA. Desenvolvimento regional: Análise do nordeste e da Bahia. N. 73. Salvador: SEI, 2006.

01

282 SUPERITENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA. Indicadores de sustentabilidade ambiental. N. 75. Salvador: SEI, 2006.

01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

283 SUPERITENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA. Uso atual das terras - Bacias dos Rios Itapicuru Vaza - Barris e Real. N. 74. Salvador: SEI, 2006.

01

284 TEIXEIRA NETO, Euclides. Trilhas da Reforma Agrária. 3. ed. São Paulo: Littera, 1999. 01

285 THOMPSON, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Rio de Janeiro: Vozes, 2000.

06

286 TORRES, João Camillo de Oliveira. Instituições políticas e sociais do Brasil. São Paulo: FTD Ltda., 1965. 01

287 TRAMONTE, Cristiana (Org.). A comunicação na aldeia global cidadãos do planeta face à explosão dos meios de comunicação. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.

02

288 TRIVIÑO, Augusto Noivaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. 04

289 UZÊDA, Mariella Camardelli (Org.). O desafio da agricultura sustentável: alternativas viáveis para o Sul da Bahia. lhéus: Editus, 2004.

01

290 VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 12 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 05

291 VEIGA, Álvaro Ricardo de Mello Gouveia. Redação e língua portuguesa: para um sucesso no vestibular. Rio de Janeiro: Litteris Ed., 2003.

01

292 VEIGA, Benedito. Memória da vida literária baiana: década de 60. Salvador: UNEB/Quarteto, 2003. 03

293 WEBER, Max. Max Weber: sociologia. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. 07

294 _______. A ética protestante e o espírito capitalista. São Paulo: Martin Claret, 2006. 03

295 ZERBINE, Therezinha Godoy. Anistia: semente da liberdade. São Paulo: 1979. 01

TOTAL DE EXEMPLARES 330

11. DIREITO

296 BANDEIRA, Marcos. Adoção na prática forense. Ilhéus: Editus, 2001. 01

297 BARRETO JR., Jurandir Antonio Sá. Entre o ser e o dever ser: reflexão sobre a natureza do direito e do estado na teoria pura do direito de Hans Kelson. Salvador: EDUNEB, 2003.

05

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

298 BEZERRA, Paulo César Santos. A produção do direito no Brasil: a dissociação entre direito e realidade social e o direito de acesso à justiça. Ilhéus: Editus, 2003.

01

299 FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 28. ed. Rio de Janeiro: Vozes. 01

300 MORAIS, Efraim. Novo Código civil: exposição de motivos e texto sancionado. 3. ed. Brasília: Sendo Federal, 2003.. 01

301 PIMENTEL, Luiz Otávio. Propriedade intelectual e universidade: aspectos legais. Rio de Janeiro: Konrad - Adenauer - Stiftung, 2005. 01

TOTAL DE EXEMPLARES 10

12. EDUCAÇÃO

302 ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. 03

303 ALMEIDA, Laurinha Ramalho et al. O Coordenador pedagógico e a formação docente. 7. ed. São Paulo: Loyola, 2006. 01

304 ALVES, Nilda (Org.). Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez. 06

305 AVALIAÇÃO NACIONAL DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Porto Alegre: UFRGS; Brasília: MEC/SESu, 2006.

01

306 BATISTA, Cristina A. M. Educação inclusiva: atendimento educacional especializado a deficiência mental. Brasília: MEC/ SEE, 2005. 01

307 BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Paulo Freire. Educar para transformar: fotobiografia. São Paulo: Mercado Cultural, 2005. 01

308 BRASIL, Ministério da Educação. A inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais: deficiência física. Brasília: MEC/SEE, 2006.

01

309 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Introdução. Primeiro e segundo ciclo. 3. ed., v. 1. Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 02

310 BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua portuguesa. Primeiro e segundo ciclo. V. 2, 3. ed, Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 02

311 BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Matemática. Primeiro e segundo ciclo. V. 3, 3. ed. Brasília: MEC/SEEF, 2001. 01

312 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências naturais. Primeiro e segundo ciclo. V. 4, 3. ed. Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 01

313 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. História e geografia. Primeiro e segundo ciclo. V. 5, 3. ed. Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 02

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

314 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte. Primeiro e segundo Ciclo. V. 6, 3. ed. Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 02

315 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Educação física. Primeiro e segundo ciclo. V. 7, 3. ed. Brasília: MEC/SEEF, 2001. 02

316 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Temas transversais: ética. Primeiro e segundo ciclo. V. 8, 3. ed. Brasília: MEC/ SEEF, 2001. 02

317 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Temas transversais: meio ambiente - saúde. Primeiro e segundo ciclo. 3. ed., v. 9. Brasília: MEC/ SEEF, 2001.

02

318 BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais. Temas transversais: sexualidade e pluralidade cultural. Primeiro e segundo ciclo. V. 10, 3. ed. Brasília: MEC/SEEF, 2001.

02

319 BRASIL, Programa educação inclusiva. Direito à diversidade. A fundamentação filosófica. V. 1. Brasília: MEC/SEEF, 2004. 01

320 BRASIL, Programa Educação Inclusiva: Direito à diversidade. O município. V.2. Brasília: MEC/SEEF, 2004. 01

321 BRASIL, Programa Educação Inclusiva: Direito à diversidade. A escola . V. 3. Brasília: MEC/SEEF, 2004. 01

322 BRASIL, Programa Educação Inclusiva: Direito à diversidade. A família . V. 4. Brasília: MEC/SEEF, 2004. 01

323 BRASIL, Educação Inclusiva: Documentos subsidiário à política de inclusão. Brasília: MEC/SEEF, 2005. 01

324 CARVALHO, M. (Org.). Ensino fundamental: práticas docentes nas séries iniciais. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. 02

325 COLL, César; MARTIN, Elena. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004. 04

326 DEMO, Pedro. A nova LDB, ranços e avanços. 17. ed. São Paulo: Papirus, 1997. 01

327 ______. Educação pelo avesso - assistência como direito e como problema. São Paulo: Cortez, 2002. 04

328 _______. Educar pela pesquisa. 6. ed. São Paulo: Autores Associados, 2003. 01

329 _______. Educar pela pesquisa. 8. ed. São Paulo: Autores Associados, 2007. 04

330 DIAS Freire Genebaldo. Elementos para capacitação em educação ambiental. Ilhéus: Editus, 1999. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

331 DINIZ, Jaime C.. Organistas da Bahia – 1750-1850. Rio de Janeiro:Tempo Brasileiro; Salvador: FUNCEB, 1986. 01

332 EXTENSÃO Universitária e a Flexibilização Curricular. Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades públicas brasileiras. Porto Alegre: UFRGS; Brasília:MEC/SESu, 2006.

01

333 FLEURI, Reinaldo Matias.Educar para quê? Contra o autoritarismo da relação pedagógica na escola. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 03

334 FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. 11. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. 02

335 _______. Pedagogia do Oprimido. 39. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. 02

336 _______. _______. 42. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. 02

337 GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. 03

338 GANDIN, A. Beatriz. Metodologia de projetos na sala de aula relato de uma experiência. 7. ed. Rio de Janeiro: Loyola, 2006. 03

339 GENTILI, Pablo. A falsificação do consenso: simulacro e imposição na reforma educacional do neoliberalismo. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 01

340 GOLBERT, Clarissa S. Golbert. Novos rumos na aprendizagem da Matemática. Porto Alegre: Mediação, 2002. 01

341 GONTIJO, Cláudia Maria M. Alfabetização a criança e a linguagem escrita. São Paulo: Autores Associados, 2003. 04

342 GUIMARÃES, Ana Archangelo; MATE, Cecília Hanna. O coordenador pedagógico e a educação continuada. 8. ed. São Paulo: Loyola, 2005.

01

343 HERNANDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artemed, 1998. 03

344 HOFFMANN, Jussara. O jogo contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005. 01

345 LAHIRE, Bernard . Sucesso escolar nos meios populares: as razões do improvável. São Paulo: Ática, 1997. 05

346 LÜDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. 01

347 MATOAN, Maria Teresa Eglér (Org.). Pensando e fazendo educação de qualidade. São Paulo: Moderna, 2001. 05

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

348 MEC/SEEF/BRAÍILIA. Referencial curricular nacional para a educação infantil: introdução. V. 1. Brasília: MEC/SEF, 1998. 01

349 MEC/SEEF/BRASÍLIA. Referencial curricular nacional para a educação infantil: formação pessoal/social. V. 2. Brasília: MEC/SEF, 1998.

01

350 MEC/SEEF/BRASÍLIA. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. V. 3. Brasília: MEC/SEF, 1998.

01

351 MENEZES, Mindé badauy de Oorg.). Guia de estudo. Módulo I, unidade 1. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

352 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 2. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

353 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 3. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

354 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 4. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

355 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 5. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

356 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 6. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

357 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 7. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

358 _______. Guia de estudo. Módulo I, unidade 8. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2000. 01

359 MENEZES, Mindé badauy de (Org.) Guia de estudo. Módulo II, unidade 1. 3 ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2002. 01

360 ________. Guia de estudo. Módulo II, unidade 2. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2002. 01

361 ________. Guia de estudo. Módulo II, unidade 3. 3. ed. Brasília: MEC, FUNDESCOLA, 2002. 01

362 ________. Guia de estudo. Módulo II, unidade 4. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

363 ________. Guia de estudo. Módulo II, unidade 5. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

364 ________. Guia de estudo. Módulo II, unidade 6. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

365 MENEZES, Mindé badauy de (Org.). Guia de estudo. Módulo II, unidade 7. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

366 _______. Guia de estudo. Módulo II, unidade 8. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

367 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 1. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

368 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 2. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

369 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 3. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

370 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 4. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

371 ________. Guia de estudo. Módulo III, unidade 5. 3 ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

372 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 6. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

373 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 7. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

374 _______. Guia de estudo. Módulo III, unidade 8. 3. ed. Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2002. 01

375 MESERANI, Samir. O intertexto escolar: sobre leitura, aula e redação. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 04

376 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 09

377 MOURA, Dácio G.; BARBOSA, Eduardo F. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

02

378 NOVOA, Antônio (Org.). Profissão professor. 2. ed. Porto – PT: Porto Editora, 1995. 01

379 OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento - um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione, 2001. 03

380 PLACCO, V. M. N. de S. O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2006. 01

381 PUCCI, Bruno (Org.). Teoria crítica e educação: a questão da formação cultural na escola de Frankfurt. Petrópolis: UFSCAR, 03

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

382 REGO, Tereza Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 13. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 03

383 REIS, Minervina Joseli Espínola. O olhar do professor-aluno na sua formação acadêmica: avanços e desafios. Salvador: EGBA, 2003. 05

384 SABERES e práticas da inclusão: introdução. V.1. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

385 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitação no processo de desenvolvimento. V.2. Brasília: MEC/SEESP, 2004.

01

386 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem. Autismo. V. 3. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

387 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades acentuadas de aprendizagem. Deficiência múltipla. V. 4. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

388 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização. Deficiência física. V. 5. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

389 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização – surdocegueira/múltipla deficiência sensorial. V.6. Brasília: MEC/SEESP, 2004.

01

390 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização – surdez. V. 7. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

391 SABERES e práticas da inclusão: Dificuldades de comunicação e sinalização: Deficiência visual. V. 8. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

392 SABERES e práticas da inclusão: Altas habilidades/ superdotação. V. 9. Brasília: MEC/SEESP, 2004. 01

393 SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação : trajetória, limites e perspectivas. 7 ed. São Paulo: Autores Associados, 2001. 06

394 SERRABOJA, Jaume Carbonell et al. Pedagogias do século XX. Porto Alegre: Artmed. 04

395 SILVA, Ana Célia da; BOAVENTURA, Edivaldo M. O terreiro, a quadra, e a roda: formas alternativas de educação da criança negra em Salvador. Salvador: [s.n; s.d.] .

05

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

396 SUÁREZ, Adolfo Semo. Sou professor. E agora? São Paulo: Logoa Bonita, 2004. 03

397 SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 01

398 _______. Professor nota 10: como praticar um magistério que informa, forma e transforma. São Paulo: Paradigma, 2004. 03

399 TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo: educação, competitividade e cidadania na sociedade. São Paulo: Ática, 2002. 05

400 TEIXEIRA, Paulo Marcelo Marini. Temas Emergentes em Educação Científica 03

401 VALE, Maria José. Paulo Freire: educar para transformar. São Paulo: Mercado das Letras, 2005. 07

402 _______. Paulo Freire. Educar para transformar. Almanaque histórico. São Paulo: Mercado das Letras, 2005. 07

403 VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 14. ed. São Paulo: Libertad, 1989. 03

TOTAL DE EXEMPLARES 207

13. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

404 CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 03

405 CHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo (Org.). O que é filosofia da educação? 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. 03

406 NISKIER, Arnaldo. Filosofia da educação: uma visão crítica. Rio de Janeiro: Consultor, 1992. 01

407 PILETTI, Claudino. Filosofia da educação. São Paulo: Ática, 1992. 02

408 SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre educação e teses educação e política. 4. ed. Contexto, Autores Associados, 2001.

03

TOTAL DE EXEMPLARES 12

14. PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

409 ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Rio de Janeiro: Vozes. 08

410 AZENHA, Maria da Graça. Construtivismo: de Piaget à Emilia Ferreiro. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

411 AZENHA, Maria da Graça. Imagens e letras Ferreiro e Luria: duas teorias psicogenéticas. 3. ed. São Paulo: Ática, 1997. 05

412 COLL, César et al. O construtivismo na sala de aula. 6. ed. São Paulo: Ática, 2003. 06

413 DAVIS, Cláudio; OLIVEIRA, Zilma de. Psicologia na educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 03

414 FREITAS, Maria Tereza de Assunção. Vygotsky e Bakhtin: psicologia e educação - um intertexto. 4. ed. . 2003. 10

415 GOULART, Íris Barbosa (Org.). A Educação na perspectiva construtivista: reflexões de uma equipe interdisciplinar. 3. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

06

416 _______. Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. 20. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. 05

417 _______. (Org.). Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à prática pedagógica. 9. ed. Rio de Janeiro: Vozes: 2002. 06

418 JOSÉ, Elisabete da Assunção; COELHO, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. 12. ed. São Paulo: Ática, 2003. 06

419 LANDSMANN, Lílian Tolchinsky. Aprendizagem da linguagem escrita: processos evolutivos e implicações didáticas. 3. ed. São Paulo: Ática, 2002.

05

420 LIMA, Lauro de Oliveira. Piaget: sugestões aos educadores. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. 02

421 MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. 5. Ed.: EPU, 1986. 05

422 PIAGET, Jean. A Linguagem e o pensamento da criança. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 02

423 RODRIGO, Maria José; ARNAY, José (Org.). A Construção do conhecimento escolar. Conhecimento cotidiano, escolar e científico: representação e mudança. V. 1. São Paulo: Ática, 1998.

07

424 _______. A Construção do conhecimento escolar. Domínios do conhecimento, prática educativa e formação de professores. São Paulo: Ática, 1998.

05

425 SANTOS, Maria José E. (Org.). Jogos e exercícios vivenciais em educação emocional. Salvador: UNEB, 2000. 02

426 SALVADOR, César Coll et al. Psicologia da educação. Porto Alegre: ArtMed, 1999. 04

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

427 TELES, Maria Luiza Silveira. Psicodinâmica do desenvolvimento humano: uma introdução à psicologia da educação. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

04

TOTAL DE EXEMPLARES 96

15. SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

428 ALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. Rio de Janeiro: Loyola, 2005. 02

429 ANTONIO, Severino. A utopia da palavra: linguagem, poesia e educação: algumas travessias . RJ: Lucerna, 2002 02

430 ANTONIO, Severino . Educação e transdisciplinaridade – crise e reencantamento da aprendizagem. RJ: Lucerna, 2002 02

431 BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola, como é, como se faz. 21. ed. São Paulo: Loyola, 2007. 05

432 BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 2006. 02

433 BUSQUETS, Maria Dolors et al. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral. 6. ed. São Paulo: Ática, 2003. 06

434 CANDAU, Vera Maria. Reinventar a escola. 2 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 04

435 DAYRELL, Juarez (Org.). Múltiplos olhares sobre a educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001. 03

436 FREIRE, Paulo. Educação e mudança. 30. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. 01

437 _______. Educação como prática da liberdade. 30. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. 01

438 _______. _______. 23. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 03

439 _______. _______. 35. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. 03

440 FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva: um (re) exame das relações entre educação e estrutura econômico-social e capitalista. São Paulo: Cortez, 2001.

03

441 _______. _______. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 03

442 KRUPPA, Sônia M. Portella. Sociologia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. 03

443 OLIVEIRA, Iolanda de; SILVA, P. B. G.; PINTO, R. P. (Org.). Negro e educação escola, identidades, cultura e políticas públicas. São Paulo: Ação Educativa/ANPEd, 2005.

01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

444 OLIVEIRA, Iolanda de; SILVA, P. B. G.; PINTO, R. P. (Org.). Educação e transdisciplinaridade: crise e reencantamento da aprendizagem. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

04

445 SOUZA, Maria Antônia de. Educação do campo: propostas e práticas pedagógicas do MST. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. 08

446 TORRES, Carlos Alberto (Org.). Teoria crítica e sociologia política da educação. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2003. 03

447 WERNECK, Hamilton. Se você finge que ensina, eu finjo que aprendo. 20. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 03

TOTAL DE EXEMPLARES 62

15. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

448 ARANHA, Maria L. de A. História da Educação e da pedagogia. 3. ed. Rio de Janeiro: Moderna, 2006. 01

449 DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. 11. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001. 03

450 DELORS, Jacques (Org.). Educação: um tesouro a descobrir. 9. ed. Campinas: Cortez, 2004. 03

451 FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Educação no Brasil anos 60: o pacto do silêncio. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1988. 03

452 FREIRE, Ana Maria Araújo. Analfabetismo no Brasil: da ideologia da interdição do corpo a ideologia nacionalista, ou de como deixar sem ler e escrever desde as Catarinas. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

03

453 GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação um estudo introdutório. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 07

454 _______. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 07

454 _______. História das idéias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2002. 13

455 _______. Paulo Freire: uma bibliografia. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire; Brasília, DF; UNESCO, 1996. 04

456 GHIRALDELLI JÚNIOR, Paulo. História da educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 04

457 _______. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez, 2006. 03

458 HEINE, Maria Luíza. IME: o sonho de Eusínio Lavigne. Ilhéus: Editus, 1999. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

459 LOPES, Eliane Marta T.; FARIA FILHO, Luciano M.; VEIGA, Cynthia G. (Org.). 500 anos de educação no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

03

460 MONTEIRO, A. Reis. História da Educação: do antigo direito de educação ao novo direito à educação. São Paulo: Cortez, 2006. 03

461 PILETTI, Nelson. História da educação no Brasil. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. 08

462 PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História da educação. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

463 ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da educação no Brasil. 27. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 03

464 STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria C. H. Histórias e memórias da educação no Brasil . V. III . Rio de Janeiro: Vozes, 2005. 02

465 WERNECK, Hamilton. Ensinamos demais, aprendemos de menos. 19. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 08

466 WEREBW, Maria José Garcia. 30 anos depois: grandezas e misérias do ensino no Brasil. 2. ed. São Paulo: Ática, 1997. 06

TOTAL DE EXEMPLARES 90

16. DIDÁTICA - AVALIAÇÃO - APRENDIZAGEM - ENSINO - PLANEJAMENTO

467 AEBLI, Hans. Prática de ensino formas fundamentais de ensino elementar, médio e superior. São Paulo: EDUSP, 1982. 03

468 AGUIAR, Vera Teixeira de (Org.). Era uma vez... na escola: formando educadores para formar leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001. 04

469 ALVARADO, Maite. O leiturão: jogos para despertar leitores. 4. ed. São Paulo: Ática, 1998. 02

470 ALVES, Fátima. Inclusão: muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio. 2. ed. Rio de Janeiro: Walk ed., 2005. 01

471 ANTUNES, Celso. A grande jogada. 10. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 09

472 _______. A avaliação da aprendizagem escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. 03

473 _______. _______. 6. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2006. 02

474 BELLONI, Maria Luiza. Educação à distância. 3. ed. São Paulo: Autores Associados, 2003. 03

475 BONAZZI, Marisa. Mentiras que parecem verdades. 7. ed. São Paulo: Summus, 1980. 04

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

476 BORDENAVE, Juan Díaz. Estratégias de ensino- aprendizagem. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 1977. 05

477 CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & lingüística. 10. ed. São Paulo: Scipione, 2004. 05

478 CANDAU, Vera Maria (Org.). A didática em questão. 11. ed. Vozes, 2002. 04

479 CARDOSO, Beatriz; EDNIR, Madza. Ler e escrever, muito prazer. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

480 CARVALHO, Eronilda Maria Góis. Educação Infantil: Percursos, percalços, dilemas e perspectivas. 01

481 COLL, César. Psicologia e currículo: uma aproximação psicopedagógica à elaboração do currículo escolar. 5. ed. São Paulo: Ática, 2002.

05

482 CORACINI, Maria José (Org.). Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. São Paulo: Fontes, 1999. 03

483 FARACO, Carlos Alberto. Escrita e alfabetização: características do sistema gráfico do português. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2003. 08

484 FARIA, Ana Lúcia G. de. Ideologia no livro didático. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 06

485 FARIA, Maria Alice. Parâmetros curriculares e literatura: as personagens de que os alunos realmente gostam. São Paulo: Contexto, 1999.

03

486 FERRARA, D’Aléssio. Leitura sem palavras. 4. ed. São Paulo: Ática, 2004. 05

487 FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana Porto. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artemed, 1999. 03

488 FERREIRO, Emília. Reflexões sobre a alfabetização. 24. ed. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 2001. 01

489 FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 43. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 03

490 FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise (Org.). Ensino médio integrado. Concepção e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.

03

491 GANDIN, A. Beatriz; FRANKE, S. Silveira. A organização de projetos na escola: um sonho possível!.RJ: Loyola, 2005. 03

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

492 GOMES,Maria de Fátima C. SENA, Maria das Graças de Castro(orgs) Dificuldades de Aprendizagm na Afabetização.2 ed. Belo Horizonte: Autentica, 2001.

04

493 HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Papirus, 2002. 12

494 _______. Curso de didática geral. 7. ed. São Paulo: Ática, 2003. 05

495 HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 19. ed. Porto Alegre: Mediação, 2002. 03

496 KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria & prática. Campinas/São Paulo: Pontes, 1987. 04

497 KLEIMAN, Ângela B. (Org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995. 01

498 KAUFMAN, Ana Maria; RODIGUEZ, Maria Helena. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artmed, 1995. 08

499 LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

500 LEMLE, Míriam. Guia teórico do alfabetizador. 15. ed. São Paulo: Ática, 2004. 01

501 _______. _______. 16. ed. São Paulo: Ática, 2004. 04

502 LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais e profissão docente. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2002.

03

503 _______. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 03

504 LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 03

505 _______. _______. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 05

506 MAGNANI, Maria do Rosário Mortatti. Leitura, literatura e escola. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 02

507 MAROTE, João T. D’Olim; FERRO, Gláucia D’olim Marote. Didática da língua portuguesa. 11. ed. São Paulo: Ática, 2002. 05

508 MARTINS, Pura Lúcia O. Didática teórica, didática prática: para além do confronto. São Paulo: Loyola, 1989. 01

509 MATTA, Alfredo E. R. et al. Educação, cultura e direito: coletânea em homenagem a Edivaldo F. do M. Boaventura. Salvador: EDUFBA, 2004. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

510 MENEGOLLA, Maximiliano; SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar? Currículo, área, aula. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.

08

511 MILTON, John. O Clube do livro e a tradução. Bauru/São Paulo: EDUSC, 2002. 01

512 MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: ensinar e aprender. 4. ed. 9 imp.São Paulo: Ática, 2003. 02

513 _______. _______. 4 ed. São Paulo: Ática, 2006. 01

514 OLIVEIRA, Maria Neusa (Org.). As políticas educacionais no contexto da globalização. Ilhéus: Editus, 1999. 01

515 ORLANDI, Eni Pulcinelli et al. Leitura: perspectivas interdisciplinares. 3. ed. São Paulo: Ática, 1995. 05

516 PERRENOUD, Philippe et al. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Atmed, 2000. 04

517 PICONEZ, Stela B. (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 10. ed. São Paulo: Papirus, 2004. 06

518 PILETTI, Claudino (Org.). Didática especial: língua portuguesa, matemática, estudos sociais, ciências. 15. ed. São Paulo: Ática, 2000. 07

519 PILETTI, Claudino. Didática geral. 23. ed. São Paulo: Ática: 2003. 09

520 PIMENTA, Selma Garrido; GONÇALVEZ, Carlos Luiz. Revendo o ensino de 2º grau propondo a formação de professores. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1992.

03

521 PINTO, Neuza Bertoni. O erro como estratégia didática estudo do erro no ensino da matemática elementar. São Paulo: Papirus, 2000. 03

522 RIBEIRO, Vera Massagão. Alfabetismo e atitudes: pesquisa com jovens e adultos. 2. ed. São Paulo: Papirus, 1999. 03

523 RIZZI, Leonor; HAYDT, Regina Célia. Atividades lúdicas na educação da criança: subsídios práticos para o trabalho na pré-escola e nas séries iniciais do 1º grau. 7. ed. São Paulo: Mercados das Letras, 2002.

05

524 SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artmed, 1998. 03

525 SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2007. 03

526 SILVA, Ezequiel Theodoro da. Professor de 1ª grau: identidade em jogo. 2. ed. São Paulo: Papirus, 1996. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

527 SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. Belo Horiaonte: Autêntica, 2007. 01

528 SILVEIRA, Jovita Marialda. A educação pelo silêncio: o feitiço da linguagem no candomblé. Ilhéus: Editus, 2004. 01

529 SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 5. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. 01

530 TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da linguagem escrita. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 03

531 VILLAMARIN, Alberto J. G. O estudo eficaz: uma metodologia revolucionária para você alcançar o ponto ótimo de rendimento no estudo e no trabalho. Rio Grande do Sul: AGE, 2000.

03

532 WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2. ed. São Paulo: Ática, 2002. 11

533 YUNES, Eliana (Org.). Pensar a leitura: complexidade. São Paulo: Loyola, 2002. 02

534 ZÓBOLI, Graziella Bernardi. Práticas de ensino: subsídios para a atividade docente. 11. ed. São Paulo: Ática, 2002. 14

TOTAL DE EXEMPLARES 265

17. INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO

535 LEITE, Lígia Silva (Coord.). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. 02

536 LETWIN, Edith (Org.). Tecnologia educacional: política, histórias e propostas. São Paulo: ARTMED, 1997. 01

537 MARQUES, Cristina P. C. Computador e ensino: uma aplicação à língua portuguesa. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001. 07

538 MOORN, José Manuel et al. Novas tecnologias e mediação edagógica. 5. ed. São Paulo: Papirus, 2002. 07

539 OLIVEIRA, Ramon de. Informática educativa: dos planos e discursos à sala de aula. 7. ed. São Paulo: Papirus, 2002. 06

540 PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro: educação e multimídia. 5. ed. São Paulo: Papirus, 2003. 02

541 PAPERT, Seymour. A máquina das crianças repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. 03

542 RAMAL, André Cecília. Educação na cibercultura. Porto Alegre: Artemed, 2002. 01

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ORDEM TÍTULO/AUTOR QUANT. EXEMPLAR

543 TENÓRIO, Robison Moreira. Computadores de papel: máquinas abstratas para um ensino concreto. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 03

TOTAL DE EXEMPLARES 32

18. POLÍTICA - EDUCAÇÃO - ENSINO SUPERIOR - .

544 GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José E. (Org.). Autonomia da escola: princípios e propostas. 5. ed. São Paulo: Cortez, Instituto Paulo Freire, 2002.

01

545 GENTIL, Pablo. Pedagogia da exclusão: crítica ao neoliberalismo em educação. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. 01

546 GODINHO, Tatau et al. Trajetória da mulher na educação brasileira: 1996-2003. Brasília: INEP, 2006.

01

547 GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. 7. ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2005. 02

548 LEITE, Denise B. C.; MOROSÍNI, Marília (Org.). Universidade futurante produto do ensino e inovação. 2. ed. São Paulo: Papirus, 2002. 03

549 NEIDSON, Rodrigues Por uma nova escola: o transitório e o permanente na educação. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2000. 03

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