LÍNGUA PORTUGUESA LITERATURA BRASILEIRA HISTÓRIA .- o Cartão-Resposta das questões de múltipla

  • View
    212

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of LÍNGUA PORTUGUESA LITERATURA BRASILEIRA HISTÓRIA .- o Cartão-Resposta das questões de múltipla

  • PROCESSO DE INGRESSO NA UPE

    DADOS DE IDENTIFICAO DO CANDIDATO

    No deixe de preencher as informaes a seguir:

    Prdio Sala

    Nome

    N de Identidade rgo Expedidor UF

    N de Inscrio

    LNGUA PORTUGUESA LITERATURA BRASILEIRA

    HISTRIA QUMICA

  • VESTIBULAR

    2

    1 dia

  • VESTIBULAR

    3

    1 dia

    Caro Candidato Conforme o Edital do Vestibular, quanto Redao, lembramos: Automaticamente ser atribuda a nota 0 (zero), quando: - o Carto-Resposta das questes de mltipla escolha estiver em branco; - a Folha de Redao estiver identificada por assinatura, rubrica ou qualquer sinal identificador; - a Folha de Redao estiver em branco, mesmo que o texto tenha sido escrito na folha de rascunho; - houver fuga total ao tema proposto e ao gnero dissertativo-argumentativo; - o texto contiver menos de 7 (sete) linhas; - o texto for redigido com lpis grafite; - houver presena de trecho propositadamente estranha ao tema ou que contenha ofensas a pessoas ou instituies. A Redao ser avaliada isoladamente, valendo de 0 a 10 pontos. NO sero corrigidas as REDAES dos CANDIDATOS que NO obtiverem a pontuao mnima exigida para aprovao, em qualquer uma das disciplinas componentes da prova do seu respectivo Curso, incluindo a disciplina de Portugus. Ser eliminado do Vestibular o candidato que, nessa parte da prova, no obtiver o mnimo de 2 (dois) pontos. Na avaliao do tema produzido, sero considerados os seguintes critrios:

    padro do Portugus, considerando as novas regras ortogrficas institudas a partir do ano de 2008, oriundas do acordo dos pases de Lngua Portuguesa.

    texto ser reduzida, conforme critrios de correo estabelecidos pela Comisso de Avaliao.

    - Manuteno do tema proposto e atendimento superestrutura do texto dissertativo-argumentativo;

    - Articulao entre as partes do texto;

    - Relevncia dos argumentos; pertinncia, densidade e veracidade da informao; indcios de autoria;

    - Clareza e preciso;

    - Progresso no desenvolvimento das ideias e no contradio entre os argumentos apresentados.

    - Formulao lingustica, segundo as regras (morfossintticas, ortogrficas e de pontuao) da norma

    - Em caso de fuga parcial, quando houver desvio do eixo temtico da proposta, a pontuao atribuda ao

  • VESTIBULAR

    4

    1 dia

    PROPOSTA DE TEMA PARA REDAO

    Nesta Prova, h uma proposta temtica para sua Redao, a qual voc deve criar um ttulo e produzir

    um texto dissertativo/argumentativo com o mnimo de 20 e o mximo de 30 linhas. Antes de desenvolver

    o tema, leia o fragmento abaixo. Ele pode despertar ideias para desenvolver o seu trabalho.

    A recente onda de protestos no Brasil foi desencadeada quando os governos de So Paulo e do Rio de

    Janeiro decidiram aumentar a passagem de nibus em R$ 0,20. A populao logo se uniu e tomou as ruas

    para protestar contra o aumento que, segundo os manifestantes, no est ligado ao valor da passagem, que

    passaria para R$ 3,20, mas sim com o transporte e os servios pblicos caticos do pas.

    Vdeos e fotos mostraram que a maior parte do movimento era pacfico; com isso, outros brasileiros foram

    para as ruas e apoiaram os protestos. A populao passou a questionar: como assim o pas gasta tanto com

    uma Copa do Mundo e no tem polticas pblicas de qualidade para o cidado? As manifestaes tomaram

    as ruas das principais capitais e repercutiram tambm no exterior.

    (Disponvel em: http://blogs.odiario.com/odiarionaescola/2013/07/18/movimentos-sociais-no-brasil/ Adaptado).

    Tema

    Manifestaes Sociais no Brasil, em 2013: Quais os motivos e as perspectivas a partir desses movimentos?

  • VESTIBULAR

    5

    1 dia

    REDAO - RASCUNHO

    TTULO 1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

  • VESTIBULAR

    6

    1 dia

    Texto 1 O problema da seca no Nordeste no falta de gua

    (1) Mais de 250 municpios decretaram estado de emergncia por conta da seca prolongada no Nordeste. O nvel dos audes est baixo, alguns j tendo secado. Plantaes se perderam. Quem tem cisterna ou reservatrio na propriedade est conseguindo garantir qualidade de vida para a famlia e as criaes. Dilma Rousseff tem reunio, nesta segunda (23), com governadores do Nordeste, e deve tratar da seca e de medidas que sero tomadas pelo Governo Federal para ajudar a mitigar seus efeitos. (2) Tempos atrs, durante outra estiagem, fiz um pingue-pongue curto com Joo Suassuna, engenheiro agrnomo e pesquisador da Fundao Joaquim Nabuco. Ele um dos maiores especialistas na questo hdrica nordestina. Entrei em contato com ele de novo e refiz as perguntas. Pouco mudou. (3) Por mais que haja evaporao e audes sequem, a regio possui uma grande quantidade de gua, suficiente para abastecer sua gente. Segundo Suassuna, o problema continua no sendo de falta de recursos naturais, mas de sua distribuio. O Nordeste brasileiro detentor do maior volume de gua represado em regies semiridas do mundo. So 37 bilhes de metros cbicos, estocados em cerca de 70 mil represas. A gua existe, todavia o que falta aos nordestinos uma poltica coerente de distribuio desses volumes, para o atendimento de suas necessidades bsicas. (4) O projeto do governo, de transposio do Rio So Francisco, remanescente de uma ideia que surgiu na poca do Imprio, visa ao abastecimento de cerca de 12 milhes de pessoas no Nordeste Setentrional, com as guas do Rio So Francisco. Ele foi idealizado para retirar as guas do rio atravs de dois eixos (Norte e Leste), abastecer as principais represas nordestinas e, a partir delas, as populaes. Hoje, as obras esto praticamente paralisadas, com alguns trechos dos canais se estragando com o tempo, apresentando rachaduras. (5) Muitos se perguntam se ele a sada para uma distribuio mais justa da gua, mas, de fato, o projeto desnecessrio, tendo em vista os volumes dgua existentes nas principais represas nordestinas. Da forma como o projeto foi concebido e apresentado sociedade, com o dimensionamento dos faranicos canais, fica clara a inteno das autoridades: ser para o benefcio do grande capital, principalmente os irrigantes, carcinicultores [criadores de camaro], industriais e empreiteiras. (6) A soluo do abastecimento urbano foi anunciada pelo prprio Governo Federal, atravs da Agncia Nacional de guas (ANA), ao editar, em dezembro de 2006, o Atlas Nordeste de Abastecimento Urbano de gua. Nesse trabalho possvel, com menos da metade dos recursos previstos para a transposio, o benefcio de um nmero bem maior de pessoas. Ou seja, os projetos apontados pelo Atlas, com custo de cerca de R$ 3,6 bilhes, tm a real possibilidade de beneficiar 34 milhes de pessoas, em municpios com mais de 5.000 habitantes. (7) O meio rural, principalmente para o abastecimento das populaes difusas aquelas mais carentes em termos de acesso gua , poder se valer das tecnologias que esto sendo difundidas pela ASA (Articulao do Semirido), atravs do uso de cisternas rurais, barragens subterrneas, barreiros, trincheiras, programa duas guas e uma terra, mandalas etc. (8) Enquanto isso, o oramento do projeto de transposio no para de crescer. No governo Sarney, ele foi dimensionado com um nico eixo e tinha um oramento estimado em cerca de R$ 2,5 bilhes. Na gesto Fernando Henrique, ganhou mais um eixo e o oramento pulou para R$ 4,5 bilhes. No governo Lula, saltou para R$ 6,6 bilhes. E, agora, no governo Dilma, chegou casa dos R$ 8,3 bilhes. Como se trata de um projeto de mdio a longo prazo, essa conta chegar facilmente cifra dos R$ 20 bilhes nos prximos 25 a 30 anos.

    Leonardo Sakamoto. Disponvel em: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/04/23. Acesso em: 09/07/2013. Adaptado.

    1. O Texto 1 foi escrito com o principal propsito de a) explicar aos leitores as razes pelas quais o oramento do projeto de transposio do Rio So

    Francisco tende a crescer nos anos vindouros. b) criticar a presidente Dilma Rousseff pela atuao pfia do governo federal no que se refere

    questo da seca que assola a Regio Nordeste. c) defender a tese de que o problema da estiagem no Nordeste do Brasil deve-se a outras causas

    que no simplesmente a escassez de gua. d) apresentar em detalhes os projetos do Atlas Nordeste de Abastecimento Urbano de gua, que

    pode beneficiar um grande nmero de pessoas. e) discutir os resultados de uma pesquisa acadmica, realizada em parceria com Joo Suassuna,

    um especialista na questo hdrica nordestina.

    LNGUA PORTUGUESA

  • VESTIBULAR

    7

    1 dia

    2. Ao longo do Texto 1, seu autor se posiciona I. a favor do repasse de recursos pelo Governo federal, para os governadores do Nordeste. II. contra as ideias de Joo Suassuna, quando este defende que, em se tratando da seca no

    Nordeste, quase nada mudou. III. contra a alegao de que a transposio do Rio So Francisco , de fato, a melhor sada para uma

    distribuio mais justa da gua. IV. a favor do Atlas Nordeste de Abastecimento Urbano de gua, editado em dezembro de 2006, pelo

    Governo Federal.

    Esto CORRETAS: a) I e III, apenas. d) III e IV, apenas. b) II e IV, apenas. e) I, II, III e IV. c) I, II e III, apenas.

    3. Para construir sua argumentao, o autor