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Cód: CNT001 ex.º estratégia Metas de Aprendizagem Ensino Básico - 3.º Ciclo / Ciências Naturais Introdução As Metas de Aprendizagem de Ciências pretendem traduzir e enunciar as aprendizagens que os alunos devem ser capazes de alcançar e de evidenciar, de forma explícita, no final de cada um dos três Ciclos da Escolaridade Básica. Na construção dos enunciados das Metas teve-se em conta a caracterização das disciplinas curriculares envolvidas, bem como os princípios organizadores do Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais (ME-DEB, 2001) e ainda os Programas das respectivas áreas disciplinares e disciplinas. As Ciências estão presentes no CNEB nos três Ciclos do EB, com designações próprias consoante os Ciclos e com diferente grau de especificidade. Ao longo do Ensino Básico as Ciências estão contempladas numa grande área designada por Ciências Físicas e Naturais, evoluindo de contextos de saber mais gerais para domínios mais específicos. Assim, no 1.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências Físicas e Naturais articulam-se com saberes próprios de História e Geografia na área de Estudo do Meio. No 2.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências estão organizadas na disciplina de Ciências da Natureza e no 3.º Ciclo existem duas disciplinas autónomas – Ciências Físico-Químicas e Ciências Naturais, as quais deverão estar articuladas. As Ciências são, portanto, uma área do conhecimento presente no Currículo Nacional, a qual vai evoluindo de perspectivas integradas com as Ciências Sociais, nos primeiros anos, para perspectivas autonomizadas a partir do 2.º Ciclo e, no caso do 3.º Ciclo, em duas disciplinas com objecto de estudo diferenciado. Metas de Aprendizagem (existem 9) Domínio: Terra no Espaço Subdomínio: Terra - Um Planeta com Vida Meta Final 1) O aluno reconhece e justifica que a Terra é o planeta do Sistema Solar que exibe uma dinâmica interna que condicionou o aparecimento de vida; reconhece ainda que a célula é a unidade estrutural e funcional de toda a biodiversidade existente no planeta. Metas intermédias até ao 7.º Ano

Metas de Aprendizagem Ensino Básico - 3.º Ciclo / Ciências … · 2011-09-30 · Cód: CNT001 ex.º estratégia Metas de Aprendizagem Ensino Básico - 3.º Ciclo / Ciências Naturais

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Cód: CNT001

ex.º estratégia

Metas de Aprendizagem

Ensino Básico - 3.º Ciclo / Ciências Naturais

Introdução

As Metas de Aprendizagem de Ciências pretendem traduzir e enunciar as aprendizagens que os alunos devem ser

capazes de alcançar e de evidenciar, de forma explícita, no final de cada um dos três Ciclos da Escolaridade

Básica. Na construção dos enunciados das Metas teve-se em conta a caracterização das disciplinas curriculares

envolvidas, bem como os princípios organizadores do Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências

Essenciais (ME-DEB, 2001) e ainda os Programas das respectivas áreas disciplinares e disciplinas.

As Ciências estão presentes no CNEB nos três Ciclos do EB, com designações próprias consoante os Ciclos e com

diferente grau de especificidade. Ao longo do Ensino Básico as Ciências estão contempladas numa grande área

designada por Ciências Físicas e Naturais, evoluindo de contextos de saber mais gerais para domínios mais

específicos. Assim, no 1.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências Físicas e Naturais articulam-se com saberes próprios

de História e Geografia na área de Estudo do Meio. No 2.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências estão organizadas na

disciplina de Ciências da Natureza e no 3.º Ciclo existem duas disciplinas autónomas – Ciências Físico-Químicas e

Ciências Naturais, as quais deverão estar articuladas. As Ciências são, portanto, uma área do conhecimento

presente no Currículo Nacional, a qual vai evoluindo de perspectivas integradas com as Ciências Sociais, nos

primeiros anos, para perspectivas autonomizadas a partir do 2.º Ciclo e, no caso do 3.º Ciclo, em duas disciplinas

com objecto de estudo diferenciado.

Metas de Aprendizagem (existem 9)

Domínio: Terra no Espaço

Subdomínio: Terra - Um Planeta com Vida

Meta Final 1) O aluno reconhece e justifica que a Terra é o planeta do

Sistema Solar que exibe uma dinâmica interna que condicionou o

aparecimento de vida; reconhece ainda que a célula é a unidade

estrutural e funcional de toda a biodiversidade existente no planeta.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

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Cód: CNT002

O aluno identifica características da Terra que permitem a existência de vida e a sua evolução (por

exemplo: posição no Sistema Solar; dinâmica interna expressa na tectónica de placas, existência de

atmosfera com camada de ozono).

O aluno apresenta evidências da biodiversidade no Planeta, através de observações macroscópicas e

microscópicas de diferentes seres vivos, e relaciona-a com ambientes diversificados.

O aluno estabelece diferenças e semelhanças entre as células procarióticas e eucarióticas,

observando as eucarióticas (animais e vegetais) ao microscópico óptico; identifica a célula como a

unidade estrutural e funcional dos seres vivos apesar da biodiversidade existente.

O aluno identifica um sistema como um conjunto integrado de elementos que cumprem uma função

específica.

O aluno ilustra o conceito de sistema à Terra identificando os seus componentes fundamentais

(litosfera, atmosfera, hidrosfera, biosfera) e possíveis influências recíprocas.

Domínio: Terra em Transformação

Subdomínio: História da Terra

Meta Final 2) O aluno analisa a história da Terra ao longo do tempo

geológico (cerca de 4,5 mil milhões de anos), reconhecendo que a sua

reconstituição foi feita a partir da análise do registo geológico, ou seja,

dos diferentes tipos de rochas que constituem a litosfera e suas inter-

relações e que o registo abundante e diversificado de vida (fósseis)

corresponde aos últimos 500 milhões de anos.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno interpreta o significado de fóssil, identificando as condições gerais que permitem a sua

formação e conservação.

O aluno associa diferentes processos de fossilização às características do ambiente de fossilização e

ao tipo de ser vivo.

O aluno explica como os fósseis de idade permitem a datação das rochas que os contêm e os

fósseis de ambiente a identificação de paleoambientes e ambos a reconstituição da evolução da Vida

na Terra, contribuindo para a história dos últimos 500 milhões de anos da Terra (1/9 do tempo

geológico).

O aluno utiliza o conceito de datação relativa aplicando-o a estratos sobrepostos.

O aluno justifica a importância de preservar o património paleontológico.

O aluno associa a história da Terra a mudanças cíclicas de ocorrências ao nível da litosfera,

biosfera, hidrosfera e/ou atmosfera (por exemplo: orogenias, glaciações, extinção em massa de

seres vivos), traduzidas em novas Eras: Pré-Câmbrico – Paleozóico – Mesozóico – Cenozóico.

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Cód: CNT003

O aluno interpreta figuras/esquemas/diagramas que representem acontecimentos que caracterizam

as principais etapas da história da Terra (Eras/Períodos) ao longo do tempo, utilizando o conceito de

Escala do Tempo Geológico.

Subdomínio: Dinâmica Interna da Terra

Meta Final 3) O aluno explica a dinâmica da Terra associada ao

movimento das placas litosféricas (Teoria da Tectónica de Placas)

recorrendo a modelos da sua estrutura interna e identificando os

vulcões e os sismos como suas consequências.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno identifica e legenda os modelos da estrutura interna da Terra, explicitando o critério em que

cada um deles se fundamenta (o modelo “crosta, manto e núcleo” baseado na composição dos

materiais e o modelo “litosfera, astenosfera, mesosfera e endosfera (externa e interna)” baseado

em propriedades mecânicas, por exemplo, rigidez das rochas); diferencia métodos directos e

indirectos de recolha de informações para a concepção dos dois modelos.

O aluno interpreta a importância de modelos da estrutura interna da Terra para explicar fenómenos

associados à dinâmica interna da Terra, bem como o seu contributo para a evolução do

conhecimento científico-tecnológico.

O aluno explica a teoria da deriva continental de Wegener e analisa os argumentos usados a favor

(paleontológicos, paleoclimáticos, litológicos e morfológicos) e os principais argumentos que

conduziram, na época, à não-aceitação desta teoria.

O aluno explica a inter-relação desenvolvimento tecnológico – desenvolvimento científico, aplicando-

a ao conhecimento da morfologia dos fundos oceânicos, e consequente desenvolvimento da Teoria

da Expansão Oceânica, o que contribuiu para a aceitação da hipótese mobilista de Wegener e a

formulação posterior da Teoria da Tectónica de Placas.

O aluno interpreta a mobilidade das placas litosféricas, segundo a Teoria da Tectónica de Placas,

quanto a possíveis consequências nos seus limites convergentes (formação de

montanhas/destruição de litosfera/sismos e vulcões) e nos seus limites divergentes (expansão dos

fundos oceânicos/formação de litosfera/sismos e vulcões).

O aluno identifica dobras e falhas, em figuras/esquemas, associa-as a deformações das rochas que

constituem a litosfera, em consequência da acção de forças, dependente das características dessas

rochas e do ambiente geodinâmico onde se localizam.

O aluno localiza geograficamente, a nível mundial, zonas de maior risco sísmico e de vulcões activos

associando-as aos limites das placas litosféricas.

O aluno identifica e interpreta o significado dos diferentes constituintes de um vulcão.

O aluno analisa actividades práticas de simulação de erupções vulcânicas, estabelecendo

correspondências e identificando as limitações dessas simulações.

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Cód: CNT004

O aluno relaciona a viscosidade do magma com o tipo de erupção (efusiva e explosiva), as

características do aparelho vulcânico (forma e tamanho do cone) e os materiais emitidos (líquidos,

sólidos/piroclastos e gasosos).

O aluno discute benefícios da actividade vulcânica em particular as potencialidades das

manifestações secundárias de vulcanismo.

O aluno associa sismos a uma libertação de energia acumulada nas rochas e libertada no hipocentro

sob a forma de ondas sísmicas, detectadas pelos sismógrafos, e registadas em sismogramas.

O aluno diferencia, quanto aos pressupostos em que se baseiam (danos causados e quantidade de

energia libertada), as escalas de Mercalli modificada e de Richter, utilizadas para avaliar um sismo.

O aluno interpreta cartas de isossistas identificando o epicentro do sismo e discute factores que

determinam os estragos verificados.

O aluno identifica medidas de prevenção e protecção da população quanto à actividade sísmica, em

particular na área da construção civil e das atitudes e comportamentos individuais e colectivos.

O aluno justifica a importância dos Centros de Vulcanologia e Institutos Geofísicos no estudo da

actividade sísmica e vulcânica, nomeadamente na sua previsão e prevenção.

Subdomínio: Dinâmica Externa da Terra

Meta Final 4) O aluno relaciona as texturas, composição mineralógica e

modo de ocorrência dos diferentes tipos de rochas (magmáticas,

metamórficas e sedimentares) com a sua génese; inter-relaciona as

rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas de forma a construir

o ciclo das rochas; compreende que são os processos da dinâmica

interna os responsáveis pela formação das rochas magmáticas e das

rochas metamórficas e os processos da dinâmica externa os

responsáveis pela formação das rochas sedimentares; explica

características de paisagens de rochas sedimentares, magmáticas e

metamórficas.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno identifica minerais constituintes de rochas (por exemplo: calcite, feldspato, quartzo, biotite,

moscovite), considerando as suas propriedades físicas (dureza, brilho, clivagem) e químicas

(reacção entre ácido e mineral).

O aluno relaciona a génese de rochas magmáticas intrusivas (granito) e extrusivas (basalto) com as

suas características texturais e mineralógicas.

O aluno descreve a sequência de acontecimentos que explicam a formação de sedimentos (areias,

argilas) e, a partir destes, a formação da respectiva rocha sedimentar (arenito, argilito); explica

factores que determinam o tamanho/grau de arredondamento e a deposição dos sedimentos (por

exemplo: características do sedimento, características do agente de transporte).

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Cód: CNT005

ex.º estratégia

O aluno associa os diferentes tipos de rochas sedimentares (detríticas, químicas e biogénicas) à sua

génese, sabendo que se formam à superfície da Terra e que se dispõem, geralmente, em estratos

onde se podem encontrar fósseis que nos “revelam” a história da evolução da vida, contribuindo

para a história mais recente da Terra (os últimos 500 milhões de anos).

O aluno relaciona as características texturais de uma rocha metamórfica (por exemplo: xisto,

mármore) à pré-existente (por exemplo: argilito, calcário) e aos factores de metamorfismo

responsáveis pela sua formação.

O aluno identifica rochas (por exemplo: basalto, granito, calcário, arenito, xisto), em amostras de

mão, com base na textura, identificação dos minerais constituintes e na reacção entre ácidos e cada

um dos minerais.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando, executando, …) actividades práticas

de simulação de processos característicos de ambientes magmáticos e de ambientes sedimentares.

O aluno relaciona as rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas quanto aos processos que

as transformam e constrói o ciclo das rochas.

O aluno associa as diferentes paisagens geológicas ao tipo de rocha predominante na região e aos

diversos processos geológicos que lhe deram origem; reconhece a utilização/aplicação, a nível

regional e nacional, dos diferentes tipos de rochas.

Domínio: Sustentabilidade na Terra

Subdomínio: Ecossistemas

Meta Final 5) O aluno interpreta interacções seres vivos-ambiente, o

fluxo de energia e ciclo de matéria que ocorrem ininterruptamente,

como fenómenos e processos que contribuem para o equilíbrio

dinâmico dos ecossistemas.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno apresenta o significado do conceito de ecossistema, comunidade, população e espécie e

organiza-os de modo a evidenciar que o mundo vivo se apresenta hierarquicamente estruturado

(ecossistema/comunidade/população/espécie/ organismo/célula).

O aluno identifica e interpreta a influência de factores abióticos (por exemplo: luz, temperatura,

pluviosidade) e bióticos (relações entre os seres vivos) nas comunidades que integrem ecossistemas

em equilíbrio dinâmico.

O aluno interpreta situações diversas (por exemplo: resultados experimentais, actividades

laboratoriais planificadas e executadas, gráficos) que demonstrem a influência dos factores abióticos

(físicos e químicos) do meio sobre os indivíduos (efeitos de ordem fisiológica e/ou comportamental)

e/ou sobre as populações (efeitos de ordem demográfica – taxa de natalidade, mortalidade,

emigração e imigração).

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Cód: CNT006

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando experimentalmente, executando, …)

relativamente à influência dos factores abióticos sobre os seres vivos.

O aluno identifica e interpreta relações intra-específicas e inter-específicas e os

benefícios/prejuízos/indiferença para os seres vivos envolvidos.

O aluno aplica os conceitos de produtor, consumidor (primário, secundário, …), decompositor,

autotrófico, heterotrófico e nível trófico mediante a exploração/construção de cadeias/teias

alimentares e descreve a actividade complementar (produção de matéria orgânica/síntese de

compostos minerais) dos seres vivos que possibilita uma reciclagem permanente de matéria.

O aluno interpreta as cadeias alimentares como um ciclo de matéria onde existe um fluxo de energia

unidireccional, cuja fonte de energia é o Sol.

O aluno explica o fenómeno da sucessão ecológica a partir da análise de diversas situações.

O aluno interpreta as flutuações do número de indivíduos de uma população ao longo do tempo,

identificando possíveis causas e consequências com base em gráficos e informações diversas.

O aluno identifica e interpreta situações de catástrofes naturais (por exemplo: sismos, inundações) e

catástrofes provocadas pelo Ser Humano (por exemplo: poluição, desflorestação) que podem

comprometer o equilíbrio dos ecossistemas e a sobrevivência das populações humanas,

identificando causas, consequências e medidas de protecção, recorrendo às TIC para pesquisar,

sistematizar e apresentar a informação.

O aluno identifica e interpreta situações reais, nacionais e/ou mundiais, em que a poluição, nas suas

múltiplas formas, pode contribuir para o desequilíbrio dos ecossistemas, identificando causas e

consequências nas situações seleccionadas.

Subdomínio: Gestão Sustentável de Recursos

Meta Final 6) O aluno descreve consequências para os ecossistemas de

uma utilização não sustentável dos recursos naturais e indica medidas

promotoras de protecção e conservação da Natureza.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno descreve consequências para os ecossistemas (por exemplo: diminuição da biodiversidade,

escassez da água potável) da utilização não sustentada dos recursos naturais (energéticos, hídricos,

biológicos, minerais).

O aluno discute possíveis soluções alternativas (por exemplo: construção de barragens, centrais

nucleares, centrais eólicas), para minimizar a dependência da sociedade dos combustíveis fósseis,

tendo em conta a velocidade/modo de consumo e as condições/tempo necessário à sua formação;

analisando para cada uma das soluções propostas a relação benefícios/custos para os ecossistemas.

O aluno justifica o facto da extracção, transformação e utilização de recursos naturais (energéticos,

hídricos, biológicos, minerais) produzir resíduos e lixos, que é necessário eliminar, reaproveitar e

reduzir como medida de protecção e conservação da Natureza.

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Cód: CNT008

ex.º estratégia

Cód: CNT007

O aluno indica, fundamentadamente, medidas que contribuem para a sustentabilidade da Terra (por

exemplo: sistemas integrados de gestão de recursos, criação de áreas protegidas, tratados

internacionais para a redução de emissões de gases com efeito de estufa).

Domínio: Viver Melhor na Terra

Subdomínio: Saúde Individual e Comunitária

Meta Final 7) O aluno associa o conceito de saúde a qualidade de vida

promovida pela adopção de medidas individuais e comunitárias e

interpreta indicadores que revelam o estado de saúde de uma

população.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno caracteriza o que a Organização Mundial de Saúde considera por estado de saúde de um

indivíduo.

O aluno enumera indicadores do estado de saúde da população; explica o seu significado e

interpreta esquemas/gráficos/tabelas que forneçam informações sobre a evolução do estado de

saúde de uma população.

O aluno associa medidas de promoção para a saúde a prevenção de doenças individuais e

comunitárias.

O aluno identifica, justificando, factores e atitudes que promovem a saúde individual e comunitária.

Subdomínio: Transmissão da Vida

Meta Final 8) O aluno explica a transmissão das características genéticas

ao longo de gerações aplicando conhecimentos da morfofisiologia do

sistema reprodutor e noções básicas de hereditariedade.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno interpreta o organismo como um sistema organizado segundo uma hierarquia de vários

níveis (sistema, órgão, tecido, célula).

O aluno identifica no sistema reprodutor as gónadas/glândulas sexuais, as vias sexuais e órgãos

genitais externos, glândulas anexas, no caso do sistema reprodutor masculino, e descreve

respectivas funções.

O aluno caracteriza a fisiologia do sistema reprodutor feminino (ciclo ovárico e uterino) e masculino,

bem como as funções das hormonas sexuais (estrogénio, progesterona, testosterona) e respectiva

influência no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários.

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Cód: CNT009

O aluno indica condições essenciais à ocorrência de gravidez (por exemplo: formação de gâmetas,

fecundação, nidação) e, por outro lado, interpreta os métodos de contracepção existentes quanto ao

seu processo de actuação no organismo.

O aluno identifica infecções de transmissão sexual (por exemplo: sida, herpes genital, hepatite B),

os comportamentos de risco que promovem a sua propagação e as medidas de prevenção.

O aluno identifica estruturas celulares (citoplasma, núcleo, membrana plasmática) em observações

microscópicas de células animais (por exemplo: células do epitélio bucal) e localiza o material

genético na célula (núcleo, cromossomas, genes, ADN) evidenciando a sua organização hierárquica.

O aluno explica o significado de conceitos básicos de hereditariedade (gene dominante e recessivo,

homozigótico e heterozigótico, cromossomas homólogos).

O aluno interpreta situações concretas (cor dos olhos, sexo do bebé, miopia) de transmissão de

características ao longo de gerações, mediante a análise de árvores genealógicas simples.

O aluno aprecia benefícios e riscos da utilização de novas tecnologias na resolução de problemas da

saúde individual e comunitária (exemplos: clonagem, organismos geneticamente modificados,

reprodução medicamente assistida, produção de novos medicamentos, células estaminais).

Subdomínio: Organismo Humano em Equilíbrio

Meta Final 9) O aluno explica interacções entre os sistemas neuro-

hormonal, cárdio-vascular, respiratório, digestivo e excretor e

interpreta o funcionamento do organismo como um todo.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno identifica os constituintes do sistema nervoso, central e periférico, as suas protecções e a

célula especializada na transmissão do impulso nervoso (neurónio).

O aluno distingue reacções voluntárias e involuntárias do organismo, interpretando-as como

respostas do sistema neuro-hormonal, essenciais à coordenação do organismo.

O aluno identifica os constituintes do sangue e descreve as respectivas funções; diferencia sangue

venoso de sangue arterial quanto à quantidade relativa de dióxido de carbono e oxigénio que

contêm.

O aluno descreve a circulação pulmonar e a circulação sistémica, explicitando a respectiva função;

relaciona a estrutura dos diferentes vasos sanguíneos com a sua função.

O aluno identifica e caracteriza as fases do ciclo cardíaco (diástole geral, sístole auricular e sístole

ventricular) quanto à contracção/relaxamento das cavidades do coração e abertura/fecho das

válvulas e suas consequências para a deslocação do sangue no coração.

O aluno explica a intervenção dos músculos intercostais, do diafragma e das costelas nos

movimentos respiratórios de inspiração e expiração (ventilação pulmonar).

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O aluno descreve processos vitais como a hematose pulmonar (sistema respiratório) e a absorção

intestinal (sistema digestivo) identificando a sua importância no funcionamento do organismo e na

manutenção do seu equilíbrio.

O aluno relaciona a acção complementar dos processos físicos e químicos na digestão; associa os

químicos à acção enzimática que ocorre na boca, estômago e intestino delgado e identifica o suco

digestivo que contém as enzimas em cada um desses locais.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando experimentalmente, executando, …)

para verificar a influência de enzimas específicas na transformação de macromoléculas nas

unidades básicas (glicose, aminoácidos, glicerol/ácidos gordos) dos respectivos nutrientes (glícidos,

proteínas e lípidos).

O aluno associa a função excretora do organismo ao sistema urinário (eliminação da urina), às

glândulas sudoríparas (eliminação do suor), ao sistema respiratório (eliminação de gases

provenientes de metabolismo celular) e ao sistema digestivo (eliminação das fezes).

O aluno caracteriza a fisiologia do sistema urinário quanto aos processos de filtração, reabsorção,

excreção e secreção essenciais para eliminar do sangue os resíduos do metabolismo celular.

O aluno explica a respiração celular, identificando as matérias-primas e os produtos resultantes, e

reconhece a sua importância para o organismo e o funcionamento integrado deste para a actividade

celular.

O aluno distingue técnicas de prevenção (exemplo: vacinas), de diagnóstico (exemplos: análises

sanguíneas, TAC, radiografias, ecografias) e de tratamento (exemplo: antibióticos) de doenças e

aplica-as em casos particulares (exemplos: doenças cardiovasculares, respiratórias, gástricas).

O aluno evidencia a importância dos avanços científico-tecnológicos no diagnóstico, prevenção e

tratamento de doenças

O aluno caracteriza comportamentos de risco (exemplos: consumo, tabaco, álcool, outras drogas,

alimentação desequilibrada) para a integridade física e/ou psíquica dos indivíduos e explica algumas

das suas principais consequências.

O aluno interpreta informações nutricionais e energéticas existentes nos rótulos dos alimentos

comercializados e em representações esquemáticas de recomendações alimentares (por exemplo:

roda dos alimentos, pirâmide dos alimentos) e reconhece factores que condicionem as necessidades

energéticas e nutricionais ao longo da vida.

© 2010 Ministério da Educação (ME) - Direcção Geral de Inovação e de DesenvolvimentoCurricular (DGIDC)

Impresso em 28-09-2011

Coordenação científica:

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Cód: CFQ001

Metas de Aprendizagem

Ensino Básico - 3.º Ciclo / Ciências Físico-Químicas

Introdução

As Metas de Aprendizagem de Ciências pretendem traduzir e enunciar as aprendizagens que os alunos devem ser

capazes de alcançar e de evidenciar, de forma explícita, no final de cada um dos três Ciclos da Escolaridade

Básica. Na construção dos enunciados das Metas teve-se em conta a caracterização das disciplinas curriculares

envolvidas, bem como os princípios organizadores do Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências

Essenciais (ME-DEB, 2001) e ainda os Programas das respectivas áreas disciplinares e disciplinas.

As Ciências estão presentes no CNEB nos três Ciclos do EB, com designações próprias consoante os Ciclos e com

diferente grau de especificidade. Ao longo do Ensino Básico as Ciências estão contempladas numa grande área

designada por Ciências Físicas e Naturais, evoluindo de contextos de saber mais gerais para domínios mais

específicos. Assim, no 1.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências Físicas e Naturais articulam-se com saberes próprios

de História e Geografia na área de Estudo do Meio. No 2.º Ciclo do Ensino Básico as Ciências estão organizadas na

disciplina de Ciências da Natureza e no 3.º Ciclo existem duas disciplinas autónomas – Ciências Físico-Químicas e

Ciências Naturais, as quais deverão estar articuladas. As Ciências são, portanto, uma área do conhecimento

presente no Currículo Nacional, a qual vai evoluindo de perspectivas integradas com as Ciências Sociais, nos

primeiros anos, para perspectivas autonomizadas a partir do 2.º Ciclo e, no caso do 3.º Ciclo, em duas disciplinas

com objecto de estudo diferenciado.

Metas de Aprendizagem (existem 12)

Domínio: Terra no Espaço

Subdomínio: Universo

Meta Final 1) O aluno constrói uma interpretação sobre a origem e

composição do Universo, situando o Planeta Terra em outras estruturas

mais complexas e explica as inter-relações Ciência-Tecnologia no

desenvolvimento das Ciências do Espaço.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno explica a origem do Universo, com base na teoria actualmente aceite pela grande maioria

dos cientistas – O Big Bang.

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Cód: CFQ002

O aluno sistematiza, através de pesquisa de informação, episódios da História da Ciência que

tornaram possível o conhecimento do Universo.

O aluno descreve o que existe no Universo e estabelece relações entre astros, elaborando

diagrama/mapa/teia conceptual, através da recolha e sistematização de informação em fontes

diversas.

O aluno explica, através da pesquisa e selecção de informação, como a evolução da tecnologia foi

tornando possível o conhecimento do Universo (exemplos: telescópios, radiotelescópios, sondas,

satélites artificiais …).

O aluno explica diferentes processos para encontrar os pontos cardeais a partir do Sol e de estrelas,

no hemisfério norte e no hemisfério sul.

O aluno associa as unidades adequadas às dimensões do objecto/sistema a medir na Terra, no

Sistema Solar e no Universo.

O aluno estabelece comparações entre as dimensões relativas dos astros em relação à Terra e

compara a distância, em unidades astronómicas, a que cada um se encontra do Sol a partir de

valores de diâmetros médios e distâncias fornecidas, respectivamente.

O aluno usa o conceito de ano-luz para calcular distâncias astronómicas.

Subdomínio: Sistema Solar

Meta Final 2) O aluno interpreta o Sistema Solar com base na teoria

heliocêntrica, distinguindo-a do geocentrismo, e compreendendo-o

como um sistema de partes interligadas mas distintas umas das outras;

identifica e caracteriza tipos de astros que o constituem.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno evidencia compreensão da importância histórica do geocentrismo e identifica, justificando, o

heliocentrismo como a perspectiva actualmente aceite.

O aluno sistematiza o trabalho e principais ideias dos defensores de cada teoria (Ptolomeu,

Copérnico e Galileu).

O aluno identifica, através de figuras, tipos de astros que constituem o sistema solar

O aluno apresenta vantagens e limitações da utilização de modelos do Sistema Solar.

O aluno sistematiza as principais características dos planetas do sistema solar, recolhendo

informação em fontes diversas.

O aluno compara as características da Terra com as de outros planetas do sistema solar,

justificando o que faz da Terra um planeta com vida.

O aluno classifica os planetas do sistema solar utilizando vários critérios (interior/exterior;

rochoso/telúrico e gasoso; primário/secundário e anão).

Subdomínio: Planeta Terra

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Cód: CFQ003Meta Final 3) O aluno constrói uma interpretação sobre o que acontece

num dado local do Planeta ao longo de um dia e ao longo de um ano;

estabelece comparações entre locais distanciados segundo a latitude

e/ou longitude e explica o movimento de planetas e outros fenómenos

(marés e variação de peso de um corpo) em termos de forças de

interacção gravítica.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno interpreta os movimentos de rotação e de translação da Terra, conhece os períodos de

duração associados a cada tipo de movimento e é capaz de os simular.

O aluno justifica a necessidade de convencionar a existência de anos bissextos, com base no período

de translação da Terra.

O aluno explica, recorrendo também a simulações (por exemplo: usando uma fonte de luz, globo

terrestre e outros objectos simples que se adeqúem), a sucessão do dia e noite; os fusos horários e

a variação da temperatura ao longo do dia.

O aluno explica, recorrendo também a simulações, as estações do ano; a existência de Verão no

hemisfério norte quando a Terra está mais afastada; a desigualdade na duração dos dias e das

noites, conforme localização geográfica; a variação da inclinação dos raios solares no mesmo local e

à mesma hora solar, ao longo do ano, consequências do movimento de translação da Terra e da

inclinação do seu eixo.

O aluno explica, recorrendo também a simulações, as fases da Lua; a sequência destas fases

observáveis no hemisfério norte e no hemisfério sul, e para observadores dentro e fora da Terra, e

a observação da mesma face da Lua para um observador na Terra.

O aluno explica, recorrendo também a simulações, os eclipses da Lua e do Sol, a não ocorrência

destes em todas as situações de lua nova e lua cheia e a observação dos eclipses do Sol só numa

parte da Terra, e faz representações esquemáticas dos mesmos.

O aluno calcula a rapidez média de um planeta, ou de outro móvel, sabendo o espaço percorrido e o

intervalo de tempo em que esse movimento decorre e exprime a rapidez média em km/h e/ou na

unidade SI.

O aluno relaciona o aumento da distância dos planetas ao Sol com a menor rapidez média com que

se movem à volta deste.

O aluno distingue as grandezas massa e peso (conservação da primeira – grandeza escalar, e

variação da segunda – grandeza vectorial, com a latitude, altitude (na Terra) e mudança de

planeta).

O aluno compara, qualitativamente, a variação do peso de um objecto a diferentes distâncias do

centro da Terra e em diferentes planetas do sistema solar (por exemplo: Lua e Júpiter); mede o seu

valor e representa-o em casos particulares.

O aluno caracteriza a força gravítica como uma interacção atractiva à distância, responsável pelo

movimento dos planetas em torno do Sol e pela ocorrência de marés.

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Cód: CFQ004

O aluno interpreta informação qualitativa e quantitativa sobre a previsão e alturas horárias de

marés, em diferentes costas marítimas, e relaciona-a marés vivas com posições relativas da Terra-

Lua-Sol.

Domínio: Terra em Transformação

Subdomínio: Materiais

Meta Final 4) O aluno observa materiais, organiza-os segundo

diferentes critérios e explica implicações da utilização excessiva e

desregrada de recursos naturais; diferencia o significado de material

“puro” no dia-a-dia e em Química; prepara laboratorialmente soluções

de concentração mássica definida com rigor técnico e em condições de

segurança; distingue transformações físicas de químicas; compreende

transformações que ocorrem na Terra, reconhecendo o contributo da

Ciência para o conhecimento da diversidade de materiais, seres vivos e

fenómenos essenciais à vida no Planeta.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

O aluno classifica materiais segundo critérios diversos (exemplos: naturais ou manufacturados;

origem mineral, vegetal ou animal; solúveis/insolúveis em água,...).

O aluno identifica materiais existentes na Natureza, a nível regional e nacional, que são matérias-

primas, algumas de uso industrial e explica por que muitas dessas fontes são limitadas.

O aluno classifica, por observação macroscópica, materiais em homogéneos e heterogéneos;

identifica alguns materiais (por observação microscópica directa ou de fotografias), que aparentam

ser homogéneos, como coloidais.

O aluno explica implicações da utilização excessiva e desregrada de recursos naturais (exemplo:

consequências para desequilíbrios no Planeta) e vantagens da reciclagem, da redução e da

reutilização de materiais.

O aluno explica que a maior parte dos materiais são misturas de substâncias, recorrendo a

exemplos diversos.

O aluno interpreta informação, contida em rótulos de embalagens de produtos comerciais

(exemplos: reagentes laboratoriais e materiais do dia-a-dia), quanto à composição e normas de

manipulação em segurança desses materiais.

O aluno diferencia o significado de material “puro” no dia-a-dia (exemplo: material não

contaminado) e em Química (material formado por uma substância).

O aluno caracteriza uma solução como mistura homogénea (exemplo: homogéneas sólidas – ligas

metálicas; homogéneas líquidas – soluções aquosas; homogénea gasosa – ar isento de poeiras),

constituída por um solvente e por um ou mais solutos nele dissolvidos.

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Cód: CFQ005

O aluno interpreta o conceito de concentração mássica como uma grandeza intensiva que relaciona

a massa de soluto por unidade de volume de solução, expressa vulgarmente em g dm-3, e aplica-o à

preparação laboratorial de soluções.

O aluno distingue transformações físicas de transformações químicas, em casos concretos do dia-a-

dia, apresentando, para estas últimas, evidências macroscópicas da formação de novas substâncias.

O aluno identifica, laboratorialmente e/ou em contextos do quotidiano, factores que levam à

ocorrência de transformações químicas por acção do calor (termólise), da luz (fotólise), da

electricidade (electrólise), por acção mecânica e, de forma espontânea, por junção de substâncias à

temperatura ambiente.

O aluno explica os estados físicos da matéria, em termos de agregação de partículas, através da

exploração de modelos ilustrativos dos diferentes estados; interpreta a mudança de estado físico de

uma substância sem alteração da natureza dessa substância.

O aluno interpreta gráficos que traduzem a variação da temperatura, no tempo, de amostras

aquecidas ou arrefecidas, quando a energia fornecida por unidade de tempo é a mesma, de

substâncias e de misturas (exemplos: água destilada e água salgada); identifica os estados físicos

correspondentes nos diversos “troços” do gráfico, assim como o ponto de fusão e o ponto de

ebulição, no caso de substâncias.

O aluno explica o significado físico de densidade (também, por vezes, designada massa volúmica) de

uma substância; explica e executa processo(s) prático(s) para determinar, experimentalmente, a

densidade de uma substância.

O aluno identifica amostras desconhecidas recorrendo a valores tabelados de temperatura de fusão,

temperatura de ebulição (a uma dada pressão) e densidade de uma substância (a uma dada

temperatura), os quais, em conjunto, caracterizam a substância.

O aluno explica o ciclo da água, identificando as mudanças de estado que ocorrem, e reconhece,

através de exemplos concretos, o comportamento excepcional da água e importância para a vida.

O aluno explica a utilização de processos físicos na separação dos componentes de misturas;

planifica experiências onde se apliquem esses processos (usando as técnicas laboratoriais

adequadas inerentes, na sequência correcta e em segurança) na separação dos componentes de

misturas homogéneas e de misturas heterogéneas, do quotidiano ou simuladas.

O aluno indica, após pesquisa, aplicações do uso de técnicas de separação dos componentes de

uma mistura na indústria e em outras actividades.

Subdomínio: Energia

Meta Final 5) O aluno elabora justificações sobre a importância de

questões energéticas para a sustentabilidade do Planeta no que

respeita a fontes de energia e eficiência energética.

Metas intermédias até ao 7.º Ano

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Cód: CFQ006

ex.º estratégia

O aluno classifica fontes de energia em primárias e secundárias, renováveis e não-renováveis,

utilizando como critérios a origem da energia e a renovação de tais fontes.

O aluno identifica problemas económicos e sociais associados à actual dependência mundial dos

combustíveis fósseis (exemplos: consumo e esgotamento das reservas existentes) e apresenta,

fundamentando, alternativas para minorar a dependência.

O aluno sistematiza critérios de escolha de fonte(s) de energia para uma dada região, tendo em

consideração recursos aí existentes, localização, impactes ambientais, factores económicos, sociais,

éticos e outros.

O aluno descreve e usa informação organizada em texto e/ou tabelas e/ou gráficos relativamente a

recursos e à situação energética mundial/nacional/local, apresentada em unidades de energia SI (ou

outras).

O aluno identifica e interpreta, em situações do dia-a-dia e/ou criadas em contexto laboratorial,

transferências e transformações de energia envolvidas e usa diagramas esquemáticos de fluxo que

salientem a conservação total da energia, assim como a energia útil e dissipada.

O aluno classifica manifestações de energia nas duas formas fundamentais: cinética e potencial.

O aluno identifica e caracteriza processos de transferência de calor (condução e convecção) e por

radiação, em situações do dia-a-dia e/ou em contexto laboratorial.

O aluno descreve medidas práticas eficazes e justifica a sua adopção na construção de casas

ecológicas, com preocupações ao nível da eficiência energética (aproveitamento da luz solar para

iluminação natural e aquecimento passivo; redução das transferências de energia térmica entre o

interior e o exterior por condução).

Domínio: Sustentabilidade na Terra

Subdomínio: Reacções Químicas

Meta Final 6) O aluno interpreta a diversidade de materiais existentes,

naturais e não naturais, através das unidades estruturais das

substâncias constituintes e reconhece que ocorrem reacções químicas

entre substâncias em determinadas condições, as quais podem ser

controladas, verificando-se sempre a conservação da massa.

Compreende o significado da simbologia química e reconhece a

importância da sua aplicação na representação de substâncias e de

reacções químicas.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno associa a diferentes substâncias, diferentes unidades estruturais electricamente neutras –

átomos e moléculas, e com carga eléctrica – iões; identifica o tipo de unidades estruturais em

rótulos, tabelas ou gráficos de produtos do quotidiano (exemplo: diferentes tipos de água).

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O aluno associa átomos do mesmo tipo, a um mesmo elemento químico, que se representa por um

símbolo químico universal, e fórmula química de uma substância, aos diferentes elementos químicos

que a constituem (significado qualitativo) e à relação em que átomos/iões se ligam entre si para

formar a unidade estrutural (significado quantitativo), classificando-as como simples ou compostas.

O aluno explicita procedimentos de escrita e de leitura de fórmulas químicas e aplica-os em

situações particulares.

O aluno descreve principais etapas do trabalho desenvolvido experimentalmente por Lavoisier, há

mais de dois séculos, e identifica a Lei da Conservação da Massa com a lei por ele formulada – Lei

de Lavoisier.

O aluno explica as reacções químicas em termos de rearranjo de átomos dos reagentes, conduzindo

à formação de novas substâncias (constituídas por unidades estruturais diferentes), conservando-se

o número total dos átomos de cada elemento.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando, executando, …) para verificar

experimentalmente a Lei da Conservação da Massa em situações diversas e aplica-a à escrita de

equações químicas simples.

O aluno identifica reacções químicas que ocorrem à sua volta por explicitação de evidências

macroscópicas da formação de novas substâncias (exemplos: formação de substância(s) de cor

e/ou estado físico diferente).

O aluno identifica, em reacções de combustão em contextos do quotidiano e/ou laboratoriais, as

substâncias que se transformam (reagentes) e as substâncias que se formam (produtos da reacção)

e representa-as por equações químicas; identifica, após pesquisa, consequências para o ambiente

de óxidos e partículas provenientes de queimas.

O aluno classifica soluções aquosas em ácidas, básicas ou neutras, utilizando indicadores

colorimétricos e medidores de pH; distingue umas das outras utilizando a escala Sorensen e prevê a

variação de pH de uma mistura de soluções de pH diferente.

O aluno associa águas duras a soluções aquosas com elevada concentração, essencialmente, em

iões cálcio e magnésio e indica métodos de tratamento de água para diminuir a sua dureza.

O aluno explica consequências da utilização, na indústria e a nível doméstico, de águas naturais de

diferente dureza e relaciona a dureza da água com a região do subsolo de onde brota ou percorre.

O aluno caracteriza reacções de precipitação como reacções em que se formam sais pouco solúveis

em água (precipitados) e identifica-as, em demonstrações laboratoriais e em contextos reais

(formação de estalactites e de estalagmites, de conchas e de corais).

O aluno indica, após pesquisa e sistematização de informação, tratamentos físico-químicos simples

usados no tratamento de águas de abastecimento público.

O aluno classifica reacções químicas de acordo com a rapidez com que se processam e exemplifica.

O aluno interpreta, em situações concretas, laboratoriais e/ou do quotidiano, factores que

influenciam a rapidez das reacções químicas: concentração dos reagentes, temperatura do sistema,

estado de divisão do(s) reagente(s) sólido(s) e presença de um catalisador apropriado; apresenta

formas de controlar a rapidez da reacção em casos concretos.

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Cód: CFQ008

Cód: CFQ007

Subdomínio: Mudança Global

Meta Final 7) O aluno descreve elementos do clima que determinam o

estado do tempo e interpreta fenómenos atmosféricos e previsões do

tempo apresentados em diferentes formas; relaciona a emissão de

poluentes atmosféricos com problemas ambientais.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno interpreta informação meteorológica, recolhida em fontes diversas, sobre o estado do

tempo (exemplos: humidade do ar, pressão atmosférica, centro barométrico, massa de ar,

superfície frontal e frentes quente, fria e oclusa).

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando, construindo e testando equipamento

simples) na construção de uma estação meteorológica.

O aluno identifica poluentes atmosféricos, possíveis origens, algumas consequências e formas de os

minimizar.

O aluno identifica e interpreta situações do quotidiano, nacionais e/ou mundiais, em que a poluição

atmosférica pode comprometer a vida na Terra; recorre às TIC e a diferentes fontes de informação

para pesquisar, sistematizar e apresentar informação sobre possíveis causas, consequências e

medidas de protecção nas situações seleccionadas.

Subdomínio: Som

Meta Final 8) O aluno interpreta fenómenos sonoros, relaciona-os com

características do som e identifica algumas aplicações tecnológicas dos

mesmos.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno explica as condições necessárias à comunicação sonora pelo ser humano: produção,

propagação e percepção.

O aluno explica a formação de zonas de compressão e rarefacção produzidas pela membrana de um

altifalante quando emite um som puro e relaciona-as com o modelo de onda sinusoidal representada

no espaço e no tempo; prevê alterações num som puro audível quando se varia a

frequência/período (alteração da altura: sons graves e agudos) ou a amplitude (alteração da

intensidade: sons fortes e fracos).

O aluno explica diferenças (por exemplo: o timbre) e semelhanças (exemplo: a frequência

fundamental e a vibração de um meio) que permitem distinguir sons complexos produzidos por

diferentes tipos de pessoas ou de instrumentos (de cordas, percussão e/ou sopro), quando afinados

na mesma nota musical.

O aluno situa no espectro sonoro infra-sons, sons audíveis e ultra-sons produzidos e percepcionados

por diferentes animais, a partir da gama de frequências atribuída a cada um.

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Cód: CFQ009

ex.º estratégia

O aluno revela pensamento científico (planificando, prevendo, experimentando, concluindo) na

determinação da velocidade do som no ar e interpreta informação tabelada sobre a variação da

velocidade da frente de onda sonora quando se propaga em meios elásticos sólidos, líquidos e

gasosos (a diferentes temperaturas); usa o conceito na resolução de situações problema (exemplo:

determinar a que distância ocorreu um trovão).

O aluno explica fenómenos associados à propagação de uma onda sonora quando é reflectida (eco e

reverberação), refractada e difractada, e conhece tecnologias que têm por base do seu

funcionamento a reflexão de sons (exemplos: a ecografia e o sonar).

O aluno planifica e executa um mini-projecto prático para avaliar níveis sonoros em ambientes

particulares, recorrendo ao uso do sonómetro, e trata dados recolhidos usando ferramentas TIC;

compara os valores obtidos com os recomendados na legislação em vigor e infere consequências a

nível fisiológico e psicológico com base em pesquisa sobre o tema.

Subdomínio: Luz

Meta Final 9) O aluno interpreta fenómenos ópticos recorrendo à

propagação da luz no mesmo meio ou em meios distintos, explica o

mecanismo da visão e limitações que podem ocorrer e percepciona a

cor como propriedade não intrínseca do objecto.

Metas intermédias até ao 8.º Ano

O aluno explica as condições essenciais à visão de um objecto pelo ser humano e representa

esquematicamente o fenómeno óptico em termos do trajecto dos raios luminosos.

O aluno classifica materiais, a partir de evidências experimentais, segundo a diferente capacidade

de os mesmos absorverem, reflectirem, transmitirem e difundirem a luz visível que neles incide.

O aluno diferencia as radiações do espectro electromagnético segundo diferentes critérios e

apresenta exemplos de aplicações tecnológicas para algumas delas.

O aluno compara e distingue luz e som quanto ao meio de propagação e ao tipo de onda.

O aluno explica, com base na planificação e realização de experiências, as leis da reflexão e as

características das imagens obtidas com espelhos planos e esféricos; usa a óptica geométrica para

explicar as imagens formadas em espelhos planos e curvos.

O aluno distingue reflexão especular de reflexão difusa para explicar por que motivo se obtêm

imagens num espelho e não, por exemplo, numa folha de papel.

O aluno explicita o que acontece na propagação de luz de um para outro meio transparente, com

diferentes ângulos de incidência e interpreta a reflexão interna total da luz nas fibras ópticas,

usadas, por exemplo, nas telecomunicações.

O aluno distingue lentes divergentes de convergentes, caracterizando o percurso de um feixe de luz

paralelo que nelas incide, e apresenta aplicações de cada tipo de lentes.

O aluno revela pensamento científico (planificando, prevendo, experimentando, …) na determinação

experimental da vergência de uma lente.

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Cód: CFQ010

O aluno caracteriza principais funções da pupila, íris, córnea, cristalino, retina, nervo óptico e humor

vítreo no processo da visão e explica em que consiste a miopia e a hipermetropia, bem como formas

de corrigir estes defeitos de visão; pesquisa sobre a evolução da tecnologia associada a este campo

da saúde.

O aluno interpreta a luz branca como sendo composta por radiações de diferentes comprimentos de

onda, podendo-se decompor, por exemplo, por dispersão.

O aluno evidencia que a cor percepcionada de um objecto depende do material de que é feito e da

luz que nele incide, recorrendo a actividades laboratoriais (exemplo: usando filtros de diversas cores

e diferentes tipos de luz); explica a cor de objectos usando os modelos subtractivo a aditivo de luz,

em casos simples.

O aluno distingue o preto, o branco e o cinzento em termos da radiação reflectida e da estimulação

simultânea, e na mesma proporção, dos três tipos de cones na retina.

O aluno associa as cores secundárias (magenta, ciano e amarelo) ao resultado da adição (modelo

aditivo de luz), na mesma proporção, de duas cores primárias e as outras cores ao resultado da

sobreposição de cores primárias em diferentes proporções.

Domínio: Viver Melhor na Terra

Subdomínio: Forças, Movimentos e Segurança

Meta Final 10) O aluno interpreta e classifica movimentos reais ou

simulados, de veículos e de outros móveis e justifica medidas de

segurança e prevenção de acidentes rodoviários, com base em leis de

movimentos.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno calcula distâncias de reacção, travagem e segurança a partir de representações gráficas de

velocidade em função do tempo, que traduzam situações reais de trânsito; esboça, no mesmo

gráfico outras situações: mesmo condutor sob o efeito de álcool, de certos medicamentos e/ou a

falar ao telemóvel; mesmo condutor e veículo movendo-se a maior velocidade e em pisos de

diferente estado (seco, molhado, com gelo).

O aluno justifica a utilização do capacete e do cinto de segurança na protecção do condutor, em

caso de acidente ou de travagem brusca, usando conceitos de pressão, de inércia e outros.

O aluno interpreta o efeito da altura da carga na diminuição de estabilidade do veículo e sua possível

implicação em acidentes rodoviários.

O aluno distingue, em situações simples: trajectória de espaço percorrido; repouso de movimento

(em relação a um dado referencial); espaço percorrido de deslocamento; rapidez média de

velocidade média. Associa a cada grandeza a respectiva unidade SI.

O aluno associa a grandeza física vectorial aceleração média à variação da velocidade no respectivo

intervalo de tempo e calcula o seu valor em movimentos simples do quotidiano.

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Cód: CFQ011

ex.º estratégia

O aluno associa força a uma grandeza vectorial que resulta da interacção entre corpos, por contacto

macroscópico ou à distância, e que é percepcionada por efeitos que provoca (deformação e/ou

alteração do estado de repouso ou de movimento).

O aluno identifica, em diversas interacções, os pares acção-reacção (Terceira Lei de Newton) e

representa-os tendo em consideração as suas características.

O aluno interpreta a Lei Fundamental da Dinâmica ou Segunda Lei de Newton e aplica-a em

contextos reais e/ou laboratoriais de corpos em repouso ou em movimento.

O aluno determina o peso de corpos a partir da massa e do valor da aceleração da gravidade, na

proximidade das superfícies de diferentes planetas (exemplos: Terra, Lua e Júpiter); representa o

peso, usando escalas adequadas, em situações de corpos apoiados em superfícies horizontais e

oblíquas.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando e experimentando, …) na

determinação do valor da força de impulsão exercida em corpos que flutuem ou se afundem em

líquidos de diferentes densidades, a partir de actividades práticas laboratoriais que apliquem a Lei

de Arquimedes; representa a força de impulsão e o peso nessas situações e explica-as.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando, experimentando, …) explicitando

factores que influenciam a força de atrito; identifica situações do dia-a-dia em que é vantajoso

minimizar o efeito do atrito e outras em que este efeito é desejável.

O aluno caracteriza os movimentos rectilíneo uniforme e rectilíneo uniformemente variado, de

movimentos do quotidiano e/ou simulados em contexto laboratorial; interpreta (valores de) e

calcula, em casos particulares, grandezas cinemáticas associadas a esses movimentos e identifica

condições em que se verificam, por análise da resultante das forças.

O aluno relaciona as grandezas cinemáticas para caracterizar os movimentos, a partir de gráficos y

=f(x), x=f(t), v=f(t), a=f(t) e F=f(t) e/ou a partir de valores numérico; interpreta correctamente

informação de movimentos simples de corpos, descrita e/ou traduzida em gráficos.

Subdomínio: Circuitos Eléctricos e Electrónicos

Meta Final 11) O aluno analisa informação técnica e de segurança

relativamente a electrodomésticos e/ou a componentes eléctricos e

electrónicos e explica funções específicas de cada um para o

funcionamento global de circuitos simples; procede a montagens

práticas e em segurança e mede correctamente grandezas eléctricas

em circuitos; elabora resposta a questões/situações problema, através

de experimentação adequada.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno interpreta o significado de informação existente em chapas/etiquetas/ fichas técnicas de

electrodomésticos (tipo e valor da tensão, potência e classe energética).

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O aluno interpreta significados de normas gerais e específicas de segurança, para a utilização de

aparelhos eléctricos, de modo a minimizar efeitos fisiológicos no corpo humano quando atravessado

por correntes eléctricas.

O aluno identifica componentes em sistemas eléctricos, e caracteriza principais funções dos mesmos

nomeadamente a(s) transferência(s) e ou transformação(ões) de energia que neles ocorrem.

O aluno interpreta circuitos eléctricos, identificando elementos constituintes, modo de ligação e

representação esquemática e procede a montagens práticas em casos simples.

O aluno apresenta e trata dados de medições directas de tenção/d.d.p., intensidade de corrente

eléctrica e resistência utilizando instrumentos de medida digitais e/ou analógicos.

O aluno identifica o tipo de associação de geradores electroquímicos em pequenos aparelhos

eléctricos e em pilhas de 4,5V e relaciona a diferença de potencial de cada gerador com a que

resulta da sua associação em série.

O aluno apresenta vantagens e desvantagens em associar dois receptores em série e em paralelo e

prevê implicações ao nível da intensidade da corrente eléctrica e da tensão/d.d.p. em diversos

pontos de circuito simples.

O aluno revela pensamento científico (prevendo, planificando, executando, …) na determinação da

relação que existe entre tensão e intensidade de corrente eléctrica que atravessa um condutor

óhmico (Lei de Ohm) e na identificação de factores (comprimento, secção e tipo de material) de que

depende a resistência de um fio condutor; prevê aplicações tecnológicas destes efeitos (por

exemplo: reóstatos e cabos eléctricos).

O aluno calcula “consumos” energéticos, em unidades SI e em kWh, de electrodoméstico(s) a partir

da potência, ou da tensão e intensidade de corrente eléctrica que o percorre, durante o intervalo de

tempo de funcionamento, e apresenta soluções práticas para reduzir os “gastos” de energia

eléctrica numa habitação.

O aluno apresenta exemplos da aplicação dos efeitos da corrente eléctrica: térmico, por exemplo,

em resistências de aquecimento e fusíveis (útil) em curto-circuitos ou sobrecargas (prejudicial, por

risco de incêndio); químico, por exemplo, na electrólise.

O aluno explica o perigo de incêndio aquando da ligação de vários electrodomésticos com elevada

potência à mesma tomada.

O aluno descreve, operacionalmente, a existência de campos magnéticos atractivos e repulsivos

criados por ímanes permanentes através da orientação de limalha, ou pequenos fios de aço,

relacionando a sua intensidade com a maior ou menor proximidade das linhas de campo.

O aluno explica o funcionamento de uma bússola.

O aluno sistematiza trabalhos importantes de alguns cientistas, nomeadamente Volta (bateria

electroquímica), Hans Orested (efeito magnético da corrente eléctrica) e Michael Faraday (correntes

eléctricas induzidas) assim como algumas aplicações tecnológicas destas e de outras descobertas

(exemplos: electroíman, amperímetro, voltímetros, campainha, alternador e dínamo).

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Cód: CFQ012

O aluno descreve formas de gerar tensão eléctrica contínua e alternada (electroquímica e/ou por

indução), pesquisando fontes diversas, e traduz algumas dessas propostas em formato prático-

laboratorial.

O aluno justifica a necessidade de elevar a tensão (alta tensão) e de baixar a intensidade da

corrente eléctrica (através de transformadores) e de usar cabos grossos durante a transferência da

energia eléctrica das centrais eléctricas para os consumidores.

O aluno interpreta circuitos electrónicos, identificando elementos constituintes, modo de ligação e

representação esquemática, e procede a montagens práticas.

O aluno identifica componentes (LED, díodo de silício, LDR, termístor, potenciómetro, transistor,

condensador …), e caracteriza principais funções dos mesmos.

O aluno distingue circuitos electrónicos de eléctricos pelos componentes e pelas ordens de grandeza

da tensão e da intensidade de corrente eléctrica envolvidas.

Subdomínio: Estrutura de Materiais

Meta Final 12) O aluno explica a organização actual da Tabela Periódica

e usa informação sobre os elementos representativos e respectivas

substâncias elementares para explicar a diversidade de substâncias e

algumas propriedades físicas e químicas de algumas delas.

Metas intermédias até ao 9.º Ano

O aluno sistematiza contributos de vários cientistas para a organização dos elementos químicos até

à Tabela Periódica actual, recorrendo a fontes de informação diversas.

O aluno interpreta informação da Tabela Periódica sobre elementos químicos representativos

(símbolo químico, número atómico, massa atómica relativa); localiza na Tabela Periódica (grupo e

período) elementos químicos, conhecendo o seu número atómico ou número de electrões de

valência e o nível de energia em que se encontram no átomo respectivo.

O aluno interpreta o significado de isótopo e explica o contributo da existência de vários isótopos

para o valor da massa atómica relativa do elemento químico correspondente.

O aluno descreve o modelo simplificado para o átomo de um elemento químico, como aquele que é

constituído por um núcleo (com protões e neutrões) e electrões, girando à sua volta; reconhece que,

no conjunto, o átomo é electricamente neutro.

O aluno identifica um ião como uma partícula mono ou poliatómica, com carga eléctrica positiva

(catião) ou negativa (anião).

O aluno explica a diversidade de substâncias a partir da ligação que se pode estabelecer através da

compartilha de electrões (ligação covalente), da atracção eléctrica entre iões de cargas de sinal

contrário (ligação iónica) e nos metais (ligação metálica).

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O aluno justifica, recorrendo à localização na Tabela Periódica, a tendência de formar iões estáveis

dos elementos químicos do grupo 1 (exemplos: lítio, sódio e potássio), do grupo 2 (exemplos:

magnésio e cálcio), do grupo 16 (exemplos: oxigénio e enxofre) e do grupo 17 (exemplos: flúor e

cloro) e a formação de compostos iónicos entre elementos metálicos e não metálicos (exemplos:

NaCl , MgCl2, Na

2O).

O aluno interpreta as ligações covalentes simples, dupla e tripla entre átomos de elementos

químicos não metálicos, usando a notação de Lewis, em substâncias elementares (Cl2, O

2 e N

2) e

em substâncias compostas (HCl, H2O, CH

4, NH

3 e CO

2).

O aluno identifica famílias de compostos orgânicos e o tipo de ligação que os átomos estabelecem

entre si, a partir de tabelas com informação (nome, grupo funcional e fórmulas de estrutura); ilustra

a estrutura 3D de algumas moléculas através de modelos simplificados (exemplos: butano, etanol,

propanona, ácido etanóico); associa alguns destes compostos a contextos de utilização (exemplos:

alimentos, combustíveis).

O aluno sistematiza, através de pesquisa de informação, exemplos de matérias-primas que resultam

directa ou indirectamente da extracção do petróleo e que melhoraram a qualidade de vida das

pessoas.

O aluno identifica na Tabela Periódica características do elemento químico (exemplos: número

atómico e massa atómica relativa) e propriedades da(s) substância(s) elementar(es) respectivas

(exemplos: ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade).

O aluno distingue metais de não metais, através de ensaios práticos de condutibilidade eléctrica e de

reacções químicas apropriadas (oxigénio e não metais; oxigénio e metais alcalinos e/ou alcalino-

terrosos); interpreta o comportamento alcalino ou ácido da reacção entre os óxidos formados e a

água e escreve as equações químicas correspondentes.

© 2010 Ministério da Educação (ME) - Direcção Geral de Inovação e de DesenvolvimentoCurricular (DGIDC)

Impresso em 28-09-2011

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