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Nesta edição: Editorial……………………………... 1 Feira da Amizade 2009…………… 2 XVII Encontro Regional do Ensino Recorrente………………………….. 2 Cursos de Educação e Formação de Adultos…………………………... 3 Centros de Novas Oportunidades na Região Autónoma da Madei- ra…………………………………….. 3 Actividades………………………… 4 Visitas de Estudo………………….. 25 Textos dos Alunos………………….. 31 Culinária…………………………….. 46 Momento de Descontracção……… 48 Número 7– Abril de 2009 Jornal trimestral do Ensino Recorrente Editorial Pelo primeiro ano, abriram, em algu- mas escolas da Madeira, os cursos de Educação e Formação de Adultos, vul- garmente conhecidos como cursos EFA. Estes cursos, que têm como um dos princípios subjacentes o reconhecimento efectivo de aprendizagens e competên- cias adquiridas experiencialmente ao longo da vida do adulto, representam, para a população adulta, mais uma ofer- ta educativa e formativa, para além do ensino recorrente, que permitirá elevar as suas qualificações. Encontra-se ultrapassada, pelo menos em teoria, a concepção de alfabetização que se reduz ao ensino-aprendizagem da leitura, escrita e cálculo. Mais do que aprender a ler, escrever e contar, pretende-se que os adultos utili- zem, conservem e desenvolvam as competências básicas de leitura, escrita e cálculo ao longo da vida. Pretende-se, ainda que na alfabetização, o adulto encontre uma ferramenta que o ajude a movimentar-se de forma autónoma e consciente na sociedade e a participar activamente na comunidade em que está inserido. Se, nas sociedades de tradição oral, a capacidade para ler e escrever era irre- levante, nas sociedades letradas, como a nossa, a iniciação de um código de comunicação através da aquisição de competências básicas de leitura e escri- ta constitui o primeiro patamar da educa- ção básica e a possibilidade de ingres- sar no sistema de ensino. No caso do sistema educativo português, é através do 1º Ciclo do Ensino Básico Recorrente que os adultos, que na sua infância por qualquer razão não adquiriram as com- petências básicas de leitura, escrita e cálculo, podem ser alfabetizados. Os adultos que estão a adquirir, a desenvolver ou a consolidar as compe- tências de leitura e escrita nestes cur- sos, são pessoas que aprenderam fazendo e retirando ilações da vida, uma aprendizagem que passou pela vida invés dos livros. A estes adultos, em especial os mais idosos, é-lhes reconhe- cido o saber da cultura popular, uma cultura predominantemente oral que se manifesta através do folclore, dos pro- vérbios, dos contos, dos cantos, das lendas, dos jogos e das festas tradicio- nais, um saber guardado na memória em lugar dos livros. Efectivamente, estes adultos sabem organi- zar-se na sua vida prática e formular juí- zos acerca de assun- tos do seu interesse. Têm a sua arte, o seu saber e a sua pedagogia. Receberam, via familiar e comunitária, uma educação enfim, um conhecimento do mundo que os professores sabiamente utilizam como ponto de partida na sua prática educativa, dentro e fora da sala de aula. Predominantemente, senão quase exclusivamente, realizado com o contri- buto de alunos e professores do 1º Ciclo do Ensino Básico Recorrente, O Mensa- geiro do Recorrente, vem publicando, desde o primeiro número, uma pequena amostra de projectos, actividades extra- curriculares, visitas de estudo e textos dos alunos sobre variadas temáticas exploradas nos cursos. Direcção Regional de Educação O MENSAGEIRO DO RECORRENTE O Mensageiro do Recorrente Encontra-se disponível no site da Direcção Regional de Educação http://dre.madeira-edu.pt Ensino Recorrente

O Mensageiro do Recorrente

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O Jornal On-Line do Ensino Recorrente assume-se como um espaço de informação e divulgação do que acontece nas escolas da Madeira e Porto Santo no domínio do ensino recorrente e ainda de questões relacionadas com a educação de adultos em contexto escolar.

Text of O Mensageiro do Recorrente

  • Nesta edio:

    Editorial... 1

    Feira da Amizade 2009 2

    XVII Encontro Regional do Ensino Recorrente..

    2

    Cursos de Educao e Formao de Adultos...

    3

    Centros de Novas Oportunidades na Regio Autnoma da Madei-ra..

    3

    Actividades 4

    Visitas de Estudo.. 25

    Textos dos Alunos.. 31

    Culinria.. 46

    Momento de Descontraco 48

    Nmero 7 Abril de 2009 Jornal trimestral do Ensino Recorrente

    Editorial Pelo primeiro ano, abriram, em algu-

    mas escolas da Madeira, os cursos de Educao e Formao de Adultos, vul-garmente conhecidos como cursos EFA. Estes cursos, que tm como um dos princpios subjacentes o reconhecimento efectivo de aprendizagens e competn-cias adquiridas experiencialmente ao longo da vida do adulto, representam, para a populao adulta, mais uma ofer-ta educativa e formativa, para alm do ensino recorrente, que permitir elevar as suas qualificaes.

    Encontra-se ultrapassada, pelo menos em teoria, a concepo de alfabetizao que se reduz ao ensino-aprendizagem da leitura, escrita e clculo. Mais do que aprender a ler, escrever e contar, pretende-se que os adultos utili-zem, conservem e desenvolvam as c o m p e t n c i a s bsicas de leitura, escrita e clculo ao longo da vida. Pretende-se, ainda que na alfabetizao, o adulto encontre uma ferramenta que o ajude a movimentar-se de forma autnoma e consciente na sociedade e a participar activamente na comunidade em que est inserido.

    Se, nas sociedades de tradio oral, a capacidade para ler e escrever era irre-levante, nas sociedades letradas, como a nossa, a iniciao de um cdigo de comunicao atravs da aquisio de competncias bsicas de leitura e escri-ta constitui o primeiro patamar da educa-o bsica e a possibilidade de ingres-sar no sistema de ensino. No caso do sistema educativo portugus, atravs

    do 1 Ciclo do Ensino Bsico Recorrente que os adultos, que na sua infncia por qualquer razo no adquiriram as com-petncias bsicas de leitura, escrita e clculo, podem ser alfabetizados.

    Os adultos que esto a adquirir, a desenvolver ou a consolidar as compe-tncias de leitura e escrita nestes cur-sos, so pessoas que aprenderam fazendo e retirando ilaes da vida, uma aprendizagem que passou pela vida invs dos livros. A estes adultos, em especial os mais idosos, -lhes reconhe-cido o saber da cultura popular, uma cultura predominantemente oral que se manifesta atravs do folclore, dos pro-vrbios, dos contos, dos cantos, das lendas, dos jogos e das festas tradicio-nais, um saber guardado na memria em lugar dos livros.

    Efectivamente, estes adultos sabem organi-zar-se na sua vida prtica e formular ju-zos acerca de assun-tos do seu interesse. Tm a sua arte, o seu

    saber e a sua pedagogia. Receberam, via familiar e comunitria, uma educao enfim, um conhecimento do mundo que os professores sabiamente utilizam como ponto de partida na sua prtica educativa, dentro e fora da sala de aula.

    Predominantemente, seno quase exclusivamente, realizado com o contri-buto de alunos e professores do 1 Ciclo do Ensino Bsico Recorrente, O Mensa-geiro do Recorrente, vem publicando, desde o primeiro nmero, uma pequena amostra de projectos, actividades extra-curriculares, visitas de estudo e textos dos alunos sobre variadas temticas exploradas nos cursos.

    Direco Regional de Educao

    O MENSAGEIRO DO RECORRENTE

    O Mensageiro do Recorrente

    Encontra-se disponvel no site da Direco Regional

    de Educao

    http://dre.madeira-edu.pt Ensino Recorrente

  • Pelo 5 ano consecutivo, a Direc-

    o Regional de Educao, atravs da sua Diviso de Projectos de Complemento Curricular organiza a Feira da Amizade. Esta Feira, reali-zar-se- nos dias 21 e 22 de Maio no Jardim Municipal do Funchal.

    A V Edio da FEIRA DA AMIZA-DE visa celebrar o trabalho das escolas (dos diversos ciclos de ensi-no), promovendo-o junto da comuni-dade, sob a gide de um tema que unifique o cenrio, a animao e o contedo apre-sentado na fei-ra.

    Este ano lecti-vo, o tema pro-p o s t o Inventos que Marcaram o Mundo e ser motivo de estu-do e anlise nas esco las da Regio. um projecto que apela participao dos jovens em aces e projectos de utilidade social e comunitria, pretendendo estimular

    o voluntariado juvenil e contribuir para a sua formao cultural e social.

    Mais uma vez suscita-se o esprito solidrio dos alunos, numa compo-nente de formao cvica, dando a conhecer a abrangncia de Associa-es como a Associao dos Ami-gos de Pessoas com Necessidades Especiais de Madeira, para a qual ser, desta feita, destinada a quan-tia auferida pelas vendas da Feira.

    Dar-se-, assim, a conhecer comunidade o tipo de trabalho feito

    pelos alunos, em reas curriculares e de enriquecimen-to do currculo, para alm de se cumprir o objectivo de solidariedade social que subjaz iniciativa. O Ensino Recor-rente, semelhan-a de anos anterio-

    res far-se- representar na Feira, expondo para venda os trabalhos realizados pelos alunos nesta moda-lidade de ensino.

    Pgina 2 O Mensageiro do Recorrente

    FICHA TCNICA O Mensageiro do Recorrente

    Director: Direco Regional de Educao Editor: Direco Regional de Educao Redaco DRE: Anabela Ch-Ch Montagem: Anabela Ch-Ch Reviso: Lusa Janurio Anabela Ch-Ch Redaco Escolas/IPSS: Escolas * EB1P/E Foro * EB1/PE Vargem * EB1/PE Romeiras * EB1/PE Cmara de Lobos * EB1/PE S. Paulo/Espigo * EB1 Carreira * EB1/PE Jardim do Mar * EB1/PE Lombo do Guin

    * EB1/PE Lombo Segundo * EB1/PE S. Jorge * EB1/PE Lombo do Atouguia * EB1/PE Ladeira * EB1/PE Estreito da Calheta * EB1/PE Caminho Cho * EB1/PE Madalena do Mar * EB1/PE Boaventura * EB1/PE Santa Cruz * EB1/PE Arco de S. Jorge

    Instituies: * Casa de Sade Cmara Pestana * Santa Casa da Misericrdia de Machico * Santa Casa da Misericrdia do FunchalLar de Sta Isabel * Casa do Povo de S. Martinho * Casa do Povo do Porto Moniz * Casa do Povo da Faj da Ovelha * Centro Social da Ponta do Pargo * Centro Social do Arco da Calheta * Centro Social do Pinheiro * Centro Social e Paroquial de Santa Ceclia * Centro Social e Paroquial da Encarnao * Centro Social e Paroquial do Carmo * Centro Social e Paroquial do Bom Jesus da Ponta Delgada * Centro Social e Paroquial de S. Bento * Centro de Dia de Santana * Centro de Dia da Penteada e Lar Santa Isabel * Centro de Dia da Casa do Povo de gua de Pena * Centro de Dia do Canial e Estabelecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho * Lar Intergeracional da Santssima Trindade Tabua * Lar da Bela Vista * Associao de Desenvolvimento Comunitrio do Funchal Produo e Edio: Direco Regional de Educao Edifcio D. JooRua Cidade do

    V Edio da Feira da Amizade 2009

    XVII Encontro Regional do Ensino Recorrente

    Sbado, 20 de Junho de 2009 Machico

    PROGRAMA

    10:30 HorasEncontro de todos os cursos 11:00 HorasAbertura Oficial do Encontro Regional 11:30 HorasVisita Exposio: Memrias com Histria 13:00 HorasAlmoo 15:00 HorasAnimao 17:00 HorasEncerramento e regresso

  • Pgina 3 O Mensageiro do Recorrente

    Cursos de Educao e Formao de Adultos A Secretaria Regional de Educao e Cultura, atra-vs da Direc-o Regional

    de Educao e da Direco Regional de Qualificao Profis-sional props s escolas, no ano lectivo 2008/2009, a abertura de Cursos de Educao e Formao de Adultos (Cursos EFA) com vista a dar resposta s necessida-des de qualificao de adultos na RAM.

    Os cursos EFA constituem uma oferta de educao e formao para adultos que pretendam ele-var as suas qualificaes, ou seja, que queiram completar o 4, 6, 9 ou 12 ano de escolaridade e/ou obter uma qualificao profis-sional de nvel 1, 2 ou 3, que lhes possibilite a aquisio de habilita-es escolares e/ou profissionais.

    Podem frequentar os cursos pessoas com idade igual ou supe-rior a 18 anos data do incio da formao, sem a qualificao ade-quada para efeitos de insero ou progresso no mercado de traba-lho e, prioritariamente, sem a con-cluso do ensino bsico ou do ensino secundrio.

    Os cursos EFA, de nvel bsico e secundrio, organizam-se em

    percursos formativos desenvolvi-dos de forma articulada, integran-do uma formao de base e uma formao tecnolgica, ou apenas uma destas. E ainda, no desenvol-vimento de formao centrada em processos reflexivos e de aquisi-o de saberes e competncias que facilitem e promovam as aprendizagens, atravs do mdu-lo: Aprender com Autonomia para os cursos de nvel bsico e do Portflio Reflexivo de Aprendiza-gens para os cursos de nvel secundrio.

    A estruturao curricular de um curso tem por base os princpios de identificao de competncias no qual se determina, para cada adulto, um conjunto de competn-cias a desenvolver no mbito de um percurso formativo. Assim, de acordo com estes princpios, temos por um lado, a identificao e valorizao de competncias a ser realizada atravs de um pro-cesso de Reconhecimento, Vali-dao, Certificao de Competn-cias, (RVCC) levado a cabo nos Centros de Novas Oportunidades (CNO), os quais certificam as uni-dades de competncias previa-mente validadas no processo e identificam a formao necessria para a obteno da qualificao pretendida. E, por outro, sempre

    que os adultos no tenham reali-zado um processo de RVCC, ou que no se integrem num percur-so formativo tipificado em funo da sua habilitao escolar, devem as entidades formadoras de cur-sos EFA desenvolver um momen-to prvio de diagnstico dos for-mandos, no qual se realiza uma anlise e avaliao do perfil de cada candidato e se identifica a oferta de educao e formao de adultos mais adequada.

    No caso da RAM, o acesso aos cursos EFA, de nvel bsico ou secundrio, pode efectuar-se a partir da inscrio do adulto numa das seguintes entidades: Instituto Profissional de Transportes e Logstica da Madeira; INETESE Associao para o Ensino e For-mao; Escola Profissional Crist-vo Colombo; MRS Assessoria de Gesto Ld; Fundao Juventude; Direco Regional de Qualificao Profissional; Escola Bsica e Secundria Padre Manuel lvares e Escola Bsica e Secundria D. Lucinda Andrade. Ou ento, serem encaminhados para um Curso EFA, atravs do processo de Reconhecimento, Validao e Certificao de Competncias (RVCC) levado a cabo num dos Centros de Novas Oportunidades.

    Centros de Novas Oportunidades na Regio Autnoma da Madeira A Agn-c i a Nacional para a Qua l i f i -cao

    o organismo que gere e coorde-na a Rede Nacional de Centros Novas Oportunidades.

    Actualmente, existem seis Centros de Novas Oportunida-des em funcionamento na

    Regio Autnoma da Madeira. So CNO abertos em estabele-cimentos de ensino, empresas, associaes e outras entidades formadoras acreditadas. Assim, os adultos interessados no pro-cesso de RVCC podem encon-trar no concelho do Funchal os seguintes CNOs: CNO da Esco-la Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira; CNO da Direco Regional de Qualifica-

    o Profissional; CNO da Escola Cristvo Colombo; CNO do CELFCentro de Estudos, Ln-guas e Formao do Funchal; CNO da Associao Regional do Desenvolvimento e Tecnolo-gias de Informao da Madei-raDTIM e no concelho de S. Vicente, CNO da Escola Bsica e Secundria D. Lucinda Andra-de.

  • Pgina 4 O Mensageiro do Recorrente

    com o pensamento na Festa de Natal, dia 14 de Dezembro de 2008, que as alunas regressam sala de aula. Ainda esta no foi decorada com o tema alusivo poca e j elas sentem o aproxi-mar do Natal. Assim, comeamos por decorar a sala, com pequenos trabalhos feitos por alunas e pro-fessor.

    A motivao desmedida, pois as perguntas sobre o que iro receber como prenda so uma constante.

    Os pedidos so exorbitantes, desde uma simples camisola, um rdio, um colar, no final, um sem nmero de coisas, mas este tipo de prendas/lembranas, ultrapas-sam a regularidade da simbolo-gia natalcia criada pela Alfabetiza-o na Casa de Sade Cmara Pestana. Isto , todas as prendas/

    lembranas que a Alfabetizao oferece so idealizadas e constru-das dentro da sala de aula, e todas delas fabricadas pela maioria das alunas, pois muitas tm dificulda-

    des em manu-sear determina-do tipo de mate-riais para a sua realizao, mas mesmo assim

    contribuem e manifestam a sua alegria, pois o esprito natalcio paira no ar da Casa de Sade.

    Assim sendo, e porque o tempo comea a escassear, pomos mos obra.

    Reunido todo o material e distri-budas as funes a cada um, os

    trabalhos comeam a ganhar for-ma e,

    Eis os resul-tados, uma vela em forma de anjo, deco-rada com pur-purina, com uma base em forma de estrela, feita em cartolina de esponja;

    E, um pinheirinho, decorado com mis-sangas e cozido mo, com um car-to, em papel reci-clado, a desejar Boas Festas.

    Estes foram os trabalhos mais representativos realizados pelas alunas.

    Prof. Pedro Guia 1 Ciclo do EBR

    Casa de Sade Cmara Pestana

    ACTIVIDADES

    Dia dos Reis

    Na noite de 5 para 6 de Janeiro altura de cantar os Reis. Comemorando a chegada dos Reis Magos a Belm, formam-se grupos que vo de casa em casa, tocando e cantando. Em muitos casos, os foraste i ros so convidados a entrar e a tomar um copo. A tradio chegou a entrar em desuso, mas nos ltimos tempos tem sido reavivada um pouco por toda a Regio Autnoma da Madeira.

    Nesse sentido, os alunos da Santa Casa da Misericrdia de

    Machico vestiram-se a rigor e cantaram os Reis a toda a comunidade que l habita.

    Cantiga dos Reis

    Tradicional Madeirense (Vila da Ponta do Sol

    I Venho vos cantar os reis,

    Pela folhinha da vinha, Senhora abra-nos a porta,

    Que eu quero ver a lapinha. Coro

    Se vs no sabeis, Agora sabeis

    Que no dia de hoje, Se cantava os reis.

    II Venho vos cantar os reis,

    Pela folhinha da rama, Se vs ainda estais deitada,

    Levante-se j da cama. Repete o coro

    III Venho vos cantar os reis,

    Pela folha da hortel,

    Se no nos abre a porta, Boa noite at amanh.

    Repete o coro IV

    Donde eu estou bem vejo, Luzinha deserta,

    Graas a Deus para sempre, Que j vejo a porta aberta.

    Repete o coro.

    Prof. Priscilla Pinto

    1 Ciclo EBR Santa Casa da Misericrdia de Machico

    Trabalhos de Natal

  • Pgina 5 O Mensageiro do Recorrente

    Passeio na Nau Santa Maria No dia 20 de Janeiro de 2009 os

    alunos e os professores do Ensino Recorrente da Eb1/PE do Foro, da Eb1/PE das Romeiras e Eb1/PE da Vargem juntaram-se no porto do Funchal para um passeio na Nau Santa Maria.

    A viagem teve a durao de uma hora e levou-nos at Praia For-mosa, regressando depois ao Por-to do Funchal.

    Apesar de alguns alunos j

    terem tido esta experincia, mani-festaram a mesma alegria e boa disposio ao voltar a passear na Nau Santa Maria.

    Eu gostei de andar na Nau San-ta Maria porque gosto de ver o mar e toda a cidade do Funchal.

    O dia estava bom! Havia sol e as ondas estavam calmas. Foi um bom passeio.

    A aluna Filomena Gomes

    Gostei muito do passeio na Nau Santa Maria porque o tempo esta-

    va bom e o mar estava calmo. s vezes o vento soprava e fazia um pouco de frio, mas mesmo assim estava um tempo agradvel.

    Achei o barco bonito! engraa-do ver a maneira como os mari-nheiros conduzem o barco. E, ao v-los com os ps descalos, fez-me lembrar o tempo em que na Madeira quase ningum tinha cal-ado. Eu lembro-me, perfeitamen-te, a alegria que senti no dia em que calcei os primeiros sapatos que tive, porque j tinha doze anos de idade.

    Tambm tive a oportunidade de ver um outro barco, enorme, que l estava no porto do Funchal. Gostei de observ-lo de perto!

    Foi tudo muito bonito!

    A aluna Filomena Rodrigues Vicente

    Prof. Olga Pinto - EB1/PE Foro Prof. Maritza JanetteEB1/PE Vargem

    Prof. Vitor Tuna - EB1/PE Romeiras 1 Ciclo do EBR

    O mundo submarino Na Quarta-feira, dia 28 de Janeiro de 2009, a nossa

    escola teve um dia diferente. Ao contrrio do habitual viemos para a escola de

    manh para ver e participar numa actividade do pro-grama Zenius.

    Em conjunto com as crianas do 1 ano, a nossa turma entrou para uma tenda gigante em forma de planeta.

    Dentro da tenda estava um senhor para nos contar uma histria sobre o fundo do mar.

    Falou-nos sobre a vida do tubaro, da tartaruga, do polvo, dos cardumes e explicou-nos que as baleias respiram por pulmes porque so mamferos. Ao mes-mo tempo que ouvamos a histria vamos as imagens de um submarino a mergulhar no mar e vamos todos os peixes e algas que l se encontram.

    Os meninos estavam muito entusiasmados e estica-vam-se para chegar aos peixes e, ns estvamos mui-to contentes e a gostar do que estvamos a ver.

    Foi uma grande viagem ao fundo do mar.

    Texto colectivo dos alunos 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Cmara de Lobos

  • Pgina 6 O Mensageiro do Recorrente

    No dia 19 de Fevereiro do cor-rente ano, os formandos do Ensi-no Recorrente - 1 Ciclo da Casa do Povo de So Martinho, con-feccionaram malassadas para o

    convvio de Carnaval. Um dos motivos que os levou realizao desta acti-

    vidade foi o facto deste doce constituir uma tradio secular madeirense e uma simbologia do Entrudo.

    Pelas 10 horas, reuniram-se algumas formandas na cantina, onde prepararam a massa das malassadas.

    Aps algum tempo de repouso, e j com o leo a fer-ver, fritaram as malassadas.

    Para completar a receita, preparou-se uma calda com acar, canela e casca de limo.

    No perodo da tarde, visualizaram um filme, do ciclo de cinema, em conjunto com os utentes do Centro de Dia, como habitual todos os meses. Terminaram a tarde da melhor forma, com um chazinho de erva-doce e as tradicionais malassadas.

    Prof. Maria Helena Ferreira 1 Ciclo do EBR

    Casa do Povo de So Martinho

    Malassadas

    Festa de Carnaval

    No dia 20 de Fevereiro comemormos o Carnaval, no nosso Cent ro , tendo s ido convidados o Centro da Casa de Povo da Faj da Ovelha e o Centro de Dia da Ponta do Pargo.

    Foi um dia marcado pela folia, alegria e muita msica.

    Estavam todos disfarados com os mais diversos materiais.

    Havia tambm no espao

    exterior jogos. Os utentes dos centros foram receptivos a eles.

    Cano de Carnaval

    Bem-vindos ao Centro

    Da Ponta do Pargo Com muita alegria, cantar e bailar

    Nesta freguesia Amigos que tal

    Vamos p`ra a folia Hoje Carnaval, hoje Carnaval

    Ningum leva a mal Todos mascarados Isto que vai ser

    Vou-me disfarar, vou-me disfarar No vo conhecer-me

    Vamos a cantar Todo o pessoal

    Hoje Carnaval, hoje Carnaval

    Ningum leva a mal Viva o Carnaval Viva a alegria

    Cantar e bailar, cantar e bailar prprio do dia

    Se ests muito feio Vestido de Entrudo

    Anda c pro meio, anda c pro meio No fiques sisudo.

    Prof. Sandra Dias 1 Ciclo do EBR

    Centro Social da Ponta do Pargo

    Carnaval na Ribeira Brava

    Os nossos utentes so pessoas muito divertidas e adoram participar em todos os eventos. Foi com este esprito que decidiram utilizar alguns adereos como disfarce e desfrutar do cortejo de Carnaval da Ribeira Brava. Queremos salientar que eles estavam vaidosos por terem atrado as atenes de muitas pessoas, especialmente, dos turistas!

    Prof. Dalila Fernandes & Prof. Marta Rodrigues

    1 Ciclo do EBR Lar Intergeracional da Santssima TrindadeTaba

  • Pgina 7 O Mensageiro do Recorrente

    Na passada Quarta feira, fui ao Baile de Car-naval no

    Centro de Convvio da Encarnao com a Senhora Professora Ctia e as colegas de escola.

    Ns fomos na carrinha cedida pela instituio Santa Ceclia e fizeram-nos companhia outros grupos de vrias escolas, pessoas

    que gostei muito de conhecer. O baile foi uma animao com

    msica carnavalesca e um ambiente de muita alegria. Todos cantmos, danmos e tambm fizemos um desfile onde exibimos os nossos disfar-ces. O grupo da nossa escola que a E.B.1 de Cmara de Lobos foi disfar-ado de bruxas, ficamos muito engraadas por

    baixo daqueles chapus e msca-ras e no desfile tivemos direito a um prmio, pois a Dona Audete ficou em primeiro lugar, tendo recebi-do um bordado.

    Para terminar esta tarde to dife-rente fizemos um lanche partilhado onde no faltaram as malassadas to tpicas da nossa terra.

    Prof. Ctia Margarete Ramos

    1 Ciclo do EBR EB1/PE Cmara de Lobos

    O Baile de Carnaval

    Desfile de Carnaval na Instituio Bela Vista No mbito das come-m o r a e s Carnavales-cas, come-m o r o u - s e

    mais uma vez o baile de Carna-val na Instituio Bela Vista.

    Foram convidadas muitas instituies para ajudar festa. Cada instituio teve uns minuti-nhos para mostrar o que valia no sambdromo tendo como temtica as profisses. Houve

    profisses para todos os gostos, sem esquecer aquelas mais antigas da Ilha da Madeira. Todos tiveram direito a prmio e no final danaram em folia num baile muito animado onde no

    existiu rivalidade, mas sim um ambiente de grande animao.

    Prof. Jorge Paulos & Prof. Pedro Gil 1 Ciclo do EBR

    Lar da Bela Vista

    O Dia da Mulher

    Antecipando o Dia Internacional da Mulher, no dia 6 de Maro as formandas do Centro Social e Paroquial de Santa Ceclia foram convidadas pelo Projecto de Luta Contra a Pobreza (PLCP) a partici-parem juntamente com as senho-ras do bairro num encontro sobre o dia. Foi apresentado e debatido um vdeo Mulher Forte versus

    Mulher de Fora assim como uma breve retrospectiva acerca do

    significado deste dia. Foi proposto um jogo de pala-

    vras, onde cada uma expressava um desejo para o dia comemora-do. No surpreendeu que os maio-res desejos das senhoras, tendo em conta a realidade vivida, fos-sem sobretudo Ser feliz e Ter

    Paz. No final, para alm do lanche

    convvio recebemos ainda uma lembrana, uma flor com bom-bons.

    Foi importante dar este significa-do ao dia, pois ele festejado sem que haja reflexo. Agradecemos por isso, s promovedoras do evento, as meninas do PLCP.

    Prof. Ctia Tavares 1 Ciclo do EBR

    Centro Social e Paroquial de Santa Ceclia

  • Pgina 8 O Mensageiro do Recorrente

    Ao longo da semana de 16 a 20 de Maro os ido-sos do Centro de Dia de Santana reali-zaram diver-sas activida-

    des direccionadas proteco ambiental.

    A destruio do ambiente uma preocupao marcante dos dias de hoje. Face a esta problemtica os idosos no se mostram indiferen-tes, muito pelo contrrio.

    No Centro de Dia de Santana, os utentes j realizavam a separao dos lixos e, ao longo desta sema-na, seleccionaram alguns mate-riais que, muitas vezes se julgam inteis para a realizao de diver-sas actividades, por exemplo: rolos de papel higinico, pacotes de leite, jornais, ramos de rvore secos

    Das vrias laboraes salientam-se: a construo da rvore da Pri-mavera, construo e decorao de pratos de papel.

    Os idosos revelaram grande motivao e interesse ao longo de

    todas as actividades relacionadas com o meio ambiente.

    Assim, a comemorao da Semana da Floresta no ficou con-finada s paredes do Centro de Dia. Deste modo, todos os idosos participaram, tambm, na planta-o de rvores pertencentes Floresta Laurissilva que caracteri-za a Ilha da Madeira, em conjunto com alunos da escola EB1/PE de Santana, a instituio Santana Cidade Solidria e Idosos do Cen-tro de Convvio de S. Roque do Faial.

    Esta actividade veio realar o antigo provrbio que diz:

    A unio faz a fora! Assim, todos unidos podemos

    contribuir para um mundo melhor, sabendo que esta casa que nossa vai ser dos nossos amanh!

    Foram vrios os comentrios e opinies que surgiram aps todas as construes com recurso reu-tilizao de materiais:

    Reutilizar poupar prote-ger

    prevenir o futuro reconstruir

    cuidar do mundo de amanh! Os idosos deste centro acorda-

    ram que, nos dias de hoje, a pro-teco ambiental deve ser encara-da como um dever de todos ns.

    Por isso, atentem as quadras seguintes por eles escritas:

    Deus deu-nos o mundo

    No nos isentou dos deveres, Se ele no for bem cuidado, Acabam-se todos os seres.

    Como h quem se preocupe

    Em nossa tarefa facilitar, Pem ao nosso dispor conten-

    tores Para o lixo separar.

    Oxignio, sombra e frutos

    As rvores so uma beleza Maravilhosas so as flores, Como linda a Natureza!

    Ns j de avanada idade Fomos uma rvore plantar

    Sentimos a responsabilidade De contribuir a todo o bem-

    estar.

    Todos reunidos Podemos proteger

    uma bela oportunidade De vivermos com prazer

    Alunos do Centro de Dia de Santana 1 Ciclo EBR

    Semana da rvore e da Floresta

    Funchal 500Veleiros na Marina do Funchal Os alunos da E.B.1 da

    Carreira/Ensino Recorrente, no perderam esta, fabulosa, oportunidade de ir visitar in loco alguns dos mais belos e

    imponentes veleiros do mundo. Ficam aqui algumas fotografias do nosso grupo e de alguns do

    veleiros que deram uma beleza nica baia do Funchal.

    Prof. Nuno Lopes 1 Ciclo do EBR EB1/PE Carreira

  • Pgina 9 O Mensageiro do Recorrente

    Para celebrar o dia dos Namorados, no dia 13 de Fevereiro, os frequentadores do Centro Social do Arco da Calheta tiveram mais uma vez a oportunidade, pelo terceiro ano

    consecutivo, de o celebrarem com uma tarde na Discoteca. Estiveram presentes tambm os Centros Sociais do Estreito da Calheta, Pinheiro e Ponta do Pargo. O convvio entre os frequentadores destes trs centros sociais foi muito enriquecedor. Proporcionou-se uma tarde activa e muito divertida onde animadamente todos cantaram e danaram.

    Marcaram presena o Presidente da Cmara Municipal da Calheta e

    o Vereador com o pelouro da Aco Social que no final ofereceram a cada uma das pessoas uma rosa.

    Ficou a vontade de regressar para um prximo ano, desde j o nosso agradecimento Cmara Municipal da Calheta e Discoteca Art Caff.

    Prof. Sara Almeida 1 Ciclo do EBR

    Centro Social do Arco da Calheta

    Actividades do Centro Social do Arco da Calheta

    No dia 12 de Maro, os fre-quentadores do Centro Social do Arco

    da Calheta visitaram o Museu Etnogrfico da Ribeira Brava, o Jardim das Orqudeas e por fim o Jardim Santa Luzia.

    Pela manh, partimos em direc-o Ribeira Brava, pelo caminho apreciou-se a tranquilidade do mar, o bonito dia de sol e canta-

    ram-se canes acompanhadas de palmas e instrumentos tradicio-nais.

    Visitmos o Museu da Ribeira Brava por volta das 10 horas. O grupo foi dividido em dois, tendo cada, um guia. Todos gostaram bastante desta visita, uma vez que, lhes fez relembrar um pouco o antigamente e momentos do passado.

    Posteriormente, almoamos no restaurante, do Centro Desportivo da Madeira, na Ribeira Brava.

    Seguidamente partimos para o Funchal, onde visitmos o Jardim das Orqudeas. O grupo gostou muito de ver as diferentes varieda-des de flores, principalmente as mulheres que neste passeio esta-vam a comemorar o Dia da Mulher.

    No final lanchmos no Jardim Santa Luzia.

    Todos regressmos a casa com uma enorme satisfao pelo dia bem passado cheio de animao!

    Tarde de dana na discoteca Art Caff

    Passeio/Convvio ao Museu Etnogrfico da Madeira e ao Jardim Orqudea

    Festa da Primavera no Centro Social e Paroquial do Carmo No dia 25 de Maro, s

    14 horas, as meninas dos cursos CEF da E.B.S. do Carmo foram ao nosso centro com actividades de teatro. Primeiro, foram pelas salas do centro com pequenas encenaes sobre preveno rodoviria e preveno contra roubos. Depois disto, quando as crianas do pr-escolar j estavam acordadas da sua sesta, juntmo-nos a estas para ver um teatro sobre a Primavera que terminou com uma

    cano j nossa conhecida Primavera vai e volta.

    Terminadas as actividades fizemos um lanche convvio muito recheado com as alunas, professoras e crianas.

    No dia seguinte, fomos ver as cerejeiras em flor,

    no Jardim da Serra. Foi um momento muito agradvel, a paisagem estava toda vestida de Primavera e, por mais vezes que se veja, parece sempre a primeira vez.

    Terminadas as actividades fizemos um lanche convvio muito recheado com as

    alunas, professoras e crianas.

    Alunos & Prof. Sandra

    Carneiro 1 Ciclo do EBR

    Centro Social e Paroquial do Carmo

  • Pgina 10 O Mensageiro do Recorrente

    Os alunos do ensino recorrente da EB1/PE de Boa-ventura participaram no projecto Eco-Escolas, com a pintura de dois olees, para recolha de leo utilizado.

    Prof. Ana Macedo 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Boaventura

    Actividades da EB1/PE da Boaventura

    O tema Dia Mundial da rvore foi trabalho nos dias antecedentes ao dia 21 de Maro de 2009, atravs de dilo-gos sobre a importn-

    cia da rvore, realizao e exposi-o de trabalhos elaborados pelos alunos. Realizmos um cartaz sobre os principais direitos e deve-res que temos de ter para com as

    rvores. Numa fase inicial, com

    todos os alunos reunidos no salo, foram lidas frases escritas em forma de flor, com contedos sobre a importncia da preservao das rvores. Estas flores foram poste-riormente colocadas numa rvore realizada em carto. Os alunos cantaram canes alusivas a este

    dia, onde foram acompanhadas por rodas e danas por todos os alunos.

    De um modo geral, podemos concluir que o resultado final des-tas actividades foi positivo, uma vez que existiam algumas dvidas e, que ficaram esclarecidas, no deixando atrs o entusiasmo e interesse por parte dos alunos.

    Participao do Ensino Recorrente no Projecto Eco-Escolas

    No dia 19 de Feve-reiro de 2009, a nossa escola realizou um lanche convvio, onde

    no faltaram as tradicionais malas-sadas. Seguidamente, deu-se in-cio ao baile de mscaras, onde os adultos participaram com grande alegria.

    No dia 20 de Fevereiro de 2009, a nossa escola participou no corte-jo de Carnaval, a nvel concelhio, iniciativa da Cmara Municipal de So Vicente, no turno da manh. O desfile realizou-se na vila de So Vicente e a concentrao das escolas fez-se no Jardim Munici-pal.

    Como esta-mos numa escola Eco-Escola, o tema escolhi-do para este

    ano foi a Biodiversidade e, como sub tema, a Freira do Bugio, uma vez que esta ave encontra-se em vias de extino, sentimos neces-sidade de chamar a ateno e sensibilizar, no s toda a comuni-dade de So Vicente, como tam-bm o pblico em geral, valorizan-do neste caso, o Patrimnio Ambiental. Os alunos do Ensino Recorrente realizaram uma mascote (Freira do Bugio) utili-

    zando, em grande parte, materiais reutilizveis, com objectivo de dar impac-to a todas as pessoas.

    Findado o cortejo e, de regresso ao Jardim Municipal, seguiu-se o lanche con-vvio, oferecido pela Cmara Muni-cipal.

    Ao longo da preparao desta festividade, procurou-se transmitir aos alunos a alegria do Carnaval, com alguma seriedade mistura. Este foi vivido com muita alegria, entusiasmo e participao de toda a comunidade escolar.

    Carnaval

    Dia Mundial da rvore

    A Pscoa Este tema, Pscoa, foi trabalhado de diver-sas formas, tais como, dilogos sobre esta poca festiva e as suas tradies, pesquisa

    sobre o tema. Os alunos do Ensino Recorrente procederam elabora-o de alguns trabalhos na rea de Expresso Plstica (cestas

    para as amn-doas e postal de Pscoa).

    No dia 27 de Maro de 2009, foram desenvol-vidas vrias actividades: lanche convvio, pea de teatro, rebentamento de uma pinhata,

    demonstrao de uma dana pelo 4ano.

    Seguidamente, procedeu-se entrega das cestas para as amndoas e, visionamento de um filme.

    Os alunos participaram com grande interesse e alegria nas diversas actividades programadas.

  • Pgina 11 O Mensageiro do Recorrente

    Desfile de Carnaval 2009

    As alunas da EB1/PE de S. Paulo/Espigo festejaram o Dia de Reis com um saboroso lanche onde no faltou o tradicional bolo-rei.

    Alunas e Prof. M Manuela Martins 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE S. Paulo/Espigo

    Fomos visitar no dia 25 de Maro de 2009, o Ncleo Museol-gico Rota da Cal, no Stio

    dos Lameiros em So Vicente. O espao onde est inserido

    este ncleo museolgico de relevncia em termos do patri-mnio natural e cultural.

    A par da beleza da paisagem, destacam-se duas pedreiras de pedra calcria, um forno de cal e outros imveis de apoio produ-o, caso dos palheiros e poios, que so tpicos da paisagem madeirense. So precisos, pelo menos, 30 minutos para apre-ciar bem o roteiro.

    A visita termina no complexo museolgico, onde se encon-

    tram trs ncleos temticos. Um dos pontos curiosos a

    registar o forno da cal, que pela sua construo dever ser nico na Europa e um conjunto de fsseis com mais de cinco milhes de anos.

    O espao pode ser visitado, todos os dias (excepto s segundas-feiras) das 10h s 17h.

    Visita ao Ncleo Museolgico Rota do Cal

    Actividades da EB1/PE S. Paulo/Espigo

    Festa dos Reis 2009

    Teve lugar no passado dia 20 de Fevereiro, o tradicional desfile de Carnaval das

    escolas do concelho da Ribeira Brava. Ns tambm l estivemos. O desfile foi muito bonito e no faltou animao.

    Fomos Semana da Cultura na escola de So Paulo, onde assisti-mos abertura da Feira do Livro e apresentao de dramatizaes realizadas pelos alunos do 1. Ciclo homenageando o escritor convidado Antnio Cruz.

    Semana da Cultura 2009 Dia do Livro

    Dia Mundial da rvore 2009

    No dia 20/03/2009, as alunas do EB Recorrente do Espigo participaram na comemorao do Dia Mundial da rvore.

    Inicimos a comemorao com um passeio pedestre pela floresta Laurissilva.

    O Presidente da Cmara da Ribeira Brava no seu discurso, realou a importncia que deve ser dada preservao da natu-

    reza. Seguidamente plantmos

    algumas rvores no Caminho da Adega.

    O passeio pedestre iniciou-se no Stio das Covas e terminou no Stio do Pedregal onde nos delicimos com um bom almoo!

    A organizao das comemora-es esteve a cargo da Cmara Municipal da Ribeira Brava.

  • Este bloco pode conter entre 150 e 200 palavras.

    Uma das vantagens de utilizar o boletim como veculo promo-cional o facto de poder reuti-lizar contedos de outro mate-rial de marketing, tais como comunicaes imprensa, estu-dos de mercado e relatrios.

    Apesar de o objectivo principal da distribuio de um boletim ser a venda do produto ou servio, o segredo para o sucesso de um boletim torn-lo til para os leitores.

    Um modo excelente de adicio-

    nar contedo til a um boletim desenvolver e escrever os seus prprios artigos, incluir um calendrio de acontecimen-tos futuros ou uma oferta especial que promova o produ-to.

    Tambm poder encontrar artigos para o boletim aceden-do World Wide Web. Pode escrever sobre vrios tpicos, mas no crie artigos demasiado longos.

    Grande parte do contedo do boletim pode ser utilizado no Web site. O Microsoft Publi-sher fornece um modo simples

    de converter um boletim numa publicao da Web. Deste modo, quando tiver terminado de o escrever, pode convert-lo num Web site e public-lo.

    importar para o seu boletim. Existem ainda vrias ferramen-tas que poder utilizar para desenhar formas e smbolos.

    Aps ter seleccionado uma imagem, coloque-a perto do artigo. Certifique-se de que coloca a legenda perto da ima-gem.

    Este bloco pode conter entre 75 e 125 palavras.

    A seleco de imagens ou grfi-cos uma parte importante da adio de contedo ao boletim.

    Pense no seu artigo e pergunte a si prprio se a imagem supor-ta ou melhora a mensagem que est a tentar transmitir. Evite seleccionar imagens que pare-am estar fora do contexto.

    O Microsoft Publisher inclui milhares de imagens de ClipArt que poder seleccionar e

    Ttulo do bloco interior

    Ttulo do bloco interior

    Ttulo do bloco interior

    melhorias registadas na empre-sa. Os valores de vendas ou lucros indicaro o crescimento da empresa.

    Alguns boletins incluem uma coluna que actualizada em todas as edies, tal como uma coluna de conselhos, uma crti-ca a livros, uma carta do presi-dente ou um editorial. Tambm poder apresentar novos fun-cionrios ou os melhores clien-tes ou fornecedores.

    Este bloco pode conter entre 100 e 150 palavras.

    Os temas que podem aparecer nos boletins so virtualmente ilimitados. Pode incluir histrias sobre tecnologias ou inovaes actuais na sua rea de negcios.

    Tambm poder indicar ten-dncias comerciais ou econ-micas ou fazer previses para os seus clientes.

    Se o boletim for distribudo internamente, poder falar de novos procedimentos ou

    Para chamar a ateno do leitor,

    coloque uma frase interessante ou uma

    citao do bloco aqui.

    Pgina 12 O Mensageiro do Recorrente

    Legenda que descreve a imagem ou grfico.

    Legenda que descreve a imagem ou grfico.

    Pgina 12 O Mensageiro do Recorrente

    A Visita da Banda Militar da Madeira

    A Festa do Carnaval na EB1/PE do Jardim do Mar

    Actividades da EB1/PE do Jardim do Mar

    Oi eu Santo Amaro oi eu Oi eu Santo Amaro oi eu Oi eu Santo Amaro oi eu

    O dia em que eu encontrei o amor Espelho dgua me iluminou

    Senti que o sonho era meu senhor Na cor do dia em que eu encontrei o amor

    Oi eu Santo Amaro oi eu Oi eu Santo Amaro oi eu

    Oi eu Santo Amaro oi eu Eu carrego a beleza desse amor Como a reza que leva o andor

    Como a glria que vem do resplendor Com a fora de Deus que me criou

    Quando a cor da paixo me perfumou No dia em que eu encontrei o amor.

    Prof. Carla Vieira 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Jardim do Mar

    A Cano da Festa de Santo Amaro

    Banda Militar da Regio Autnoma da Madeira actuou

    na Escola Jardim do Mar No dia 19 de Fevereiro

    realizou-se pelas 11h30 nesta Escola um espec-tculo com a Banda Mili-tar da Regio Autnoma

    da Madeira. Protagoni-zada pelo Capito Bas-lio e pelos seus 12 msi-cos. Com esta animao apresentou-se uma srie de temas divertidos, desde um medley dos Abba at s msicas eruditas.

    Aquela amlgama ins-trumental foi to entu-siasmante que os alunos acabaram por interagir de forma quase directa com os "artistas" do pal-co. Os discentes muito atentamente ouviram estes temas que enri-queceram, certamente, os seus conhecimentos, culturais e artsticos. Instigando, possivelmen-

    te, um bom gosto neles por este gnero de arte. Com estas actividades est demonstrado que a Escola forma um aluno e um cidado culto e inte-ressado por novos para-digmas culturais e artsti-cos.

    Historial: A Banda do Catujal foi fundada em Julho de 1983 com ele-mentos formados na Escola de Msica da Associao. Desde a sua formao participou em todos os Festivais Ibricos e Internacionais.

    O ENSINO RECOR-RENTE participou com muito entusiasmo nesta Festa.

    Desfile de Carnaval da Escola......

  • Pgina 13 O Mensageiro do Recorrente

    O Encontro entre formandos do Ensino Recorrente No dia onze de Mar- o p e l a s 19:00 horas partimos da nossa alegre

    freguesia Jardim do Mar, deixando as nossas mesas da sala de aula entristecidas com a nossa ausn-

    cia, rumo ao Lombo do Guin para confraternizarmos vivamente com os nossos queridos colegas que tal como ns, acreditam no desenvol-vimento da sabedoria na escola.

    Levamos canes e alegria nos nossos coraes. Do teatro dan-a nada faltou. Agradecemos nos-sa senhora professora o carinho

    que nos dedicou. Obrigada por fazer deste grupo uma multido.

    H quem diga ainda que as coisas mais bonitas da vida venham do interior de cada um. As palavras simples, sinceras e signi-ficativas; o sorriso espontneo, o brilho dos olhos.

    A Festa da Primavera No passado dia 19 de Maro deste ano de 2009, teve lugar na EB1/PE do Jardim do Mar, assinalando a

    entrada da Primavera, uma fes-ta/ convvio, em colaborao coma EB1/PE do Lombo do Guin, dando, desta forma, corpo a um projecto de inter-cambio inter-escolas, iniciado neste ano lectivo, entre estas duas escolas do concelho da Calheta.

    Neste que foi o 3 encontro no mbito deste projecto, o objecti-vo era dar as boas vindas Pri-mavera e, ao mesmo tempo assinalar, tambm, o dia do Pai.

    Assim, do programa constou a leitura de poesia alusiva ao dia do Pai, dita pelas formandas da turma do Ensino Recorrente do Jardim do Mar, ao passo que, a

    turma da E s c o l a do Lom-bo do G u i n saudava,

    atravs de pequenas quadras, a entrada da Estao das flores.

    Em seguida, o grupo de msi-ca popular da Escola do Lombo do Guin, brindou, todos os pre-sentes, com alguns temas de raiz popular, do seu reportrio, entusiasmando a assistncia que, contagiada, cantava, tam-bm, os conhecidos temas

    populares, que transportavam todos os presentes a um ambiente de verdadeiro arraial, tal era a animao criada.

    Para rematar o encontro, tal como vem sendo hbito, as anfi-tris, ofereceram a todos os presentes um saboroso lanche que serviu, tam-bm, para repor foras e prolon-gar a s convivncia que o entu-siasmo, destes calhetences, transforma em momentos, de festa, nicos e sempre apetec-veis.

    Prof. Carla VieiraEB1/PE Jardim do Mar

    Prof Jos Borges.EB1/PE Lombo do Guin

    A Dana criativa e o potencial criativo: danando, criando e desenvolvendo A dana uma actividade

    fsica de corpo e alma. Somos u m c o r p o i n t e l i g e n t e ,

    um corpo que sonha, reage, se emociona, sofre e que tm afectos. Cada um tem uma histria corporal. Nosso corpo cresce com a experincia da actividade que praticamos com

    ele.

    Durante muitos anos a dana foi considerada apenas como um instrumento de recreao e lazer. Tanto os mdicos quanto os leigos, ao pensarem numa actividade fsica adequada para idosos, consideravam apenas a hidroginstica e a caminhada. Hoje sabemos que a dana u m a a c t i v i d a d e f s i c a positivamente associada sade psicolgica e ao bem-estar emocional dos idosos. Com o advento dos programas educacionais para idosos, a

    dana passou a fazer parte de todos os mdulos de actividade fsica. Por ser uma actividade aerbica, muitas vezes uma recomendao mdica com o intuito de amenizar sintomas de a lgumas doenas como: h i p e r t e n s o , o b e s i d a d e , osteoporose, depresso e exerccios para a memria, etc. A l m d i s s o , a d a n a , principalmente a de salo uma actividade que estimula a sociabilidade, promovendo o bem-estar emocional.

    Actividades da EB1/PE do Jardim do Mar

  • Pgina 14 O Mensageiro do Recorrente

    Para celebrar o dia dos Namorados, no dia 13 de Fevereiro, os frequentadores do Centro Social do Arco da Calheta tiveram mais uma vez a oportunidade, pelo terceiro ano consecutivo, de o celebrarem com uma

    tarde na Discoteca. Estiveram presentes tambm os Centros Sociais do Estreito da Calheta, Pinheiro e Ponta do Pargo. O convvio entre os frequentadores destes trs centros sociais foi muito enriquecedor. Proporcionou-se uma tarde activa e muito divertida onde animadamente todos cantaram e danaram.

    Marcaram presena o Presidente da Cmara Municipal da Calheta e o Vereador com o pelouro da Aco Social que no final ofereceram a cada uma das pessoas uma rosa.

    Ficou a vontade de regressar para um prximo ano, desde j o nosso agradecimento Cmara Municipal da Calheta e Discoteca Art Caff.

    Prof. Sara Almeida 1 Ciclo do EBR

    Centro Social do Arco da Calheta

    Actividades do Centro Social do Arco da Calheta

    No dia 12 de Maro, os frequentadores do Centro Social do Arco da Calheta visitaram o Museu Etnogrfi-co da Ribeira Brava, o Jardim das Orqudeas e por fim o Jardim Santa Luzia.

    Pela manh, partimos em direco Ribeira Brava, pelo caminho apreciou-se a tranquilidade do mar, o bonito dia de sol e cantaram-se canes acompanha-das de palmas e instrumentos tradicionais.

    Visitmos o Museu da Ribeira Brava por volta das 10 horas. O grupo foi dividido em dois, tendo cada, um guia. Todos gostaram bastante desta visita, uma vez que, lhes fez relembrar um pouco o antigamente e momentos do passado.

    Posteriormente, almoamos no restaurante, do Cen-tro Desportivo da Madeira, na Ribeira Brava.

    Seguidamente partimos para o Funchal, onde visit-mos o Jardim das Orqudeas. O grupo gostou muito de

    ver as diferentes variedades de flores, principalmente as mulheres que neste passeio estavam a comemorar o Dia da Mulher.

    No final lanchmos no Jardim Santa Luzia. Todos regressmos a casa com uma enorme satisfa-

    o pelo dia bem passado cheio de animao!

    Tarde de dana na discoteca Art Caff

    Passeio/Convvio ao Museu Etnogrfico da Madeira e ao Jardim Orqudea

  • Pgina 15 O Mensageiro do Recorrente

    Viva a festa de Carnaval do Centro Social do Pinheiro! Este ano fomos Meninas de Colgio e com as nossas brincadeiras e canes participmos num con-vvio com o Lar Nossa Senhora

    da Conceio. A nossa professora a fingir era muito engraada e queria fazer de ns meninas bem comportadas. A

    nossa professora verdadeira foi neste dia especial nossa companheira de traquinices e

    asneiradas (pequeninas como ns!).

    Com hist-rias de sala de aula e com brincadeiras de recreio, estas meninas pequeninas desfilaram pelas ruas do Arco da Calheta relembrando a infn-cia e enchendo as ruas de cor.

    Prof. Elisabete Coelho

    1 Ciclo do EBR Centro Social do Pinheiro

    Festa de Carnaval do Centro Social do Pinheiro

    Dia dos Afectos Os frequenta-dores do Centro Social do Pinhei-ro, para comemo-rar o Dia dos Afectos (14 de Fevereiro), parti-ciparam num

    convvio, conjuntamente com todos os centros sociais do Con-celho da Calheta, realizado no Art Caff. Foi uma tarde muito diverti-da passada entre msica e risos. Danmos, brincmos e acima de

    tudo divertimo-nos com a alegria de quem tem um corao jovem cheio de Afecto para dar e ansioso por viver novas emoes.

    Que bonitos que ns amos com a nossa borboleta toda feita de

    coraes!! E no fim do dia foi-nos oferecida pela Cmara Municipal da Calheta, uma linda rosa. Que com o seu perfume manteve viva a lembrana de uma tarde bem passada.

    Actividades do Centro Social do Pinheiro

    OS LIVROS DO Encontram-se disponveis na

    Biblioteca Pblica Regional da Madeira

    Plano Regional de Leitura

  • Pgina 16 O Mensageiro do Recorrente

    Novas amizades - foi este o nome escolhido pelos alunos do Centro de dia da Penteada e Lar de Santa Isabel, para a actividade que se segue. A partir de Janeiro, os alunos

    do Centro de Dia da Penteada comearam a enraizar uma nova amizade com os alunos do Lar de Santa Isabel. Uma vez por semana a informao de um lado para o outro transmitida atravs de uma filmagem de apenas 1 minuto que posteriormente colocada

    num programa informtico que permite a visualizao da informao dada por cada aluno.

    Com esta actividade, espera-se que todos os alunos consigam alimentar uma amizade, embora ainda virtual

    - sentindo-se vivos; e, acima de tudo, numa caminhada a dois rumo ao inalienvel direito, qualquer que seja a idade, ao sonho.

    Prof. Joo Ferreira 1 Ciclo do EBR

    Centro de Dia da Penteada e Lar Santa Isabel-Monte

    Actividades do Centro de Dia da Penteada e Lar Santa Isabel-Monte

    Abertura de horizontes: na primeira quinta-feira de cada ms, os alunos do Centro de Dia da Penteada colocam os ps ao caminho para visitar as maravilhas da ilha. Foi a uma das extremidades - da ilha - que recaiu esta visita. Ponta do Pargo foi o local escolhido para a visita do ms de Fevereiro.

    E foi especial muito. Um dia diferente - mas igual-

    mente rico em boa disposio, partilha de aventuras e sentimentos que surgiram ao longo da viagem.

    Poliedro de emoes: para uns, um dia distinto; para outros, um dia singular. Acima de tudo: um dia que ir ficar, certamente, na memria de todos.

    Construir cumplicidades: alimentar sonhos

    Metamorfose inexorvel, e incontornvel, metamorfose. Assisti-mos, actualmente, a profundas alte-raes em relao s TIC - principal-mente no vector da Educao. E

    da que nasce, como uma urgncia imparvel, algo bem claro e lmpido: uma nova postura do professor no sentido de uma organizao diferente que se quer mais inovadora no seu trabalho e, lato sensu, nas acti-vidades escolares.

    verdade sem remissa: a melhoria da qualidade de ensino passa, inevitavelmente, pelo aproveitamento

    das potencialidades que nos oferecem as TIC contri-buindo para a satisfao, plena, dos objectivos de sis-tema de ensino. E fascinante, por isso, mergulhar nos seus contornos, na sua essncia. E aprender sequiosamente aprender.

    Os alunos do Lar de Santa Isabel esto, neste momento, a sentir, a saborear e a descobrir o que as Novas Tecnologias tm para lhes dar atravs do desenvolvimento de um projecto que vai no sentido de dinamizar o uso das TIC na sala de aula, potenciando-se, assim, a apreenso dos contedos previstos neste ciclo de ensino.

    A metamorfose: as TIC no ensino

    Redescobrir cenrios

    O incomparvel prazer de celebrar Ale-gria, comu-nho e brin-des de festa verdadeira. Foi no dia 20

    de Fevereiro que se festejou o Carnaval no Centro de Dia da Penteada. O filme de um dia espe-cial: logo pela manh, os ltimos retoques (fotografia central) - tinha de estar perfeita a recepo aos Centros de dia da Ponta do Pargo,

    Jardim da Serra e de Campanrio, que no tardaram a juntar-se festa (minuciosamente preparada por todos os alunos ao longo de alguns dias). Exemplar, o empe-nho, a dedicao e motivao (dos alunos) foram factores determinan-tes para que esta comemorao

    ficasse na mem-rias de todos

    mesmo aqueles que so mais esquecidos.

    A certeza incontornvel: para o prximo ano h mais. E, ento, todos estaremos espera - com novas ideias para viver. E, claro, novas histrias para contar.

  • Pgina 17 O Mensageiro do Recorrente

    Para muitos a Festa terminou a 6 de Janeiro, mas em alguns lares madeirenses a lapinha e o pinheiro

    s so desmontados a partir de 15 de Janeiro. o dia de Santo Amaro, tambm conhecido, pelo povo, como o dia de varrer os armrios. Ou seja visitar os amigos, os vizinhos, a famlia e "acabar" com as guloseimas do Natal - os biscoitos, as broas, os bolos, os licores...

    Mais uma vez, os principais objectivos desta activi-dade so recuperar e manter vivas as tradies desta terra e proporcionar momentos de convvio e confra-ternizao entre os utentes da Instituio, sempre com boa disposio e amizade.

    Alunas & Prof. Paula Guelho

    1 Ciclo do EBR Centro Social da Encarnao

    Actividades do Centro Social e Paroquial da Encarnao

    Varrer os armrios

    Festa de Carnaval Para feste-jar o Carnaval, resolvemos convidar cole-gas de outras escolas (Escola da Vargem, Estreito de Cmara de Lobos, das

    Romeiras, do Foro, Centro Santa Ceclia e o Centro do Carmo), a participar no baile de Carnaval, que organi-zamos na nossa Instituio.

    Depois de muito bailar ao som de msicas convidati-vas, realizmos um desfile de mscaras, no qual esco-lhemos os trs melhores disfarces de Carnaval. A esco-lha foi difcil pois a diversidade era tanta

    Com o cansao a vencer terminmos o baile e fize-mos um pequeno lanche no qual comemos as tpi-cas malassadas.

    Foi um dia muito bem passado!

    Nau de Santa Maria de Colombo Rob Wijntje, holands residen-te na Madeira o construtor da rplica do barco de Colombo. Foi um sonho iniciado em Julho de 1997 com a ajuda de 8

    madeirenses. Cmara de Lobos foi o estaleiro de construo desta belssima rplica de mogno com 22 metros e 3 mastros (o mais alto com 16m).

    A Nau foi alvo de grande popularidade, pois foi a representante do vinho Madeira na Expo 98 (para terem uma pequena ideia, nos 25 dias que l esteve, foi visitada por cerca de 97 mil pessoas).

    De regresso Regio, o seu destino prende-se

    sobretudo ao ramo do Turismo, fazendo excurses pela Costa Sul da ilha duas vezes ao dia.

    Foi numa dessas excurses que ns fomos

  • Pgina 18 O Mensageiro do Recorrente

    O dia de S. Valentim tambm se comemorou no Centro Social e Paro-quial de Ponta Delgada. Nesse dia, na parte da manh, os utentes foram

    at ao refeitrio para confeccionarem um bolo. E como o dia era

    especial a forma utiliza-da para cozer o bolo era

    em forma de corao. O resultado foi um bolo grande, fofo e saboroso que foi servido ao lanche acompanhado de ch e sumo. Este momento foi

    de grande convvio e alegria.

    Prof. Mrcia Trindade

    1 Ciclo do EBR Centro Social e Paroquial

    Bom Jesus de Ponta Delgada

    Actividades do Centro Social e Paroquial Bom Jesus de Ponta Delgada

    Dia Mundial da rvoreplantao da floresta avs e netos

    Para c o m e -m o r a r um dia t o

    importante como o dia da rvore o Lar e Centro de Dia em conjunto com a Creche do Centro Social e Paroquial de Ponta Delgada plan-tmos vrias rvores e plantas no jardim da Instituio. A esta planta-o demos o nome de Floresta

    Avs e Netos. Foi uma actividade enriquecedora tanto para os ido-sos como para as crianas, todos participaram, todos mexeram na terra, todos cavaram e regaram as rvores e todos se sujaram com a terra.

    Ponta Delgada desfilou no Carnaval em S. Vicente

    O Centro Social e Paroquial Bom Jesus de Ponta Delgada partici-pou no desfile de Carna-val realizado pela Cma-

    ra municipal de S. Vicen-te no dia 20 de Fevereiro pelas 10:30. Os uten-tes do Lar e Centro de Dia desta Institui-o

    fizeram os fatos com materiais reciclveis e o tema foi: o Jardim de Ponta Delgada.

    O ambiente que se gerou em volta da con-feco destes fatos foi de inter-ajuda, alegria, empenho e motivao. O resultado foi fatos alegres, coloridos e bri-

    lhantes, e como acess-rios as senhoras leva-ram cestas com flores e os homens pequenos regadores.

    So Valentim em Ponta Delgada

    Aulas de Ginstica no Centro Social e Paroquial de Ponta Delgada Como o desporto sinnimo de

    sade e bem-estar, os utentes do Lar e Centro de Dia desta Institui-o, uma vez por semana fazem ginstica com o apoio de um pro-fessor de Educao Fsica.

  • Pgina 19 O Mensageiro do Recorrente

    Para assinalar esta data, as docentes organiza-

    ram, na Casa do Povo de Porto Moniz, um lanche convvio onde todos puderam confraternizar e reviver as tradies culturais,

    atravs de cantares alusivos ao tema, Reis. Estiveram tambm presentes: a direco da Casa do Povo de Porto Moniz e o Centro de Convvio do Seixal.

    A organizao aproveitou esta ocasio para distribuir a prenda

    de Natal aos utentes dos cen-tros de convvio presentes no referido evento.

    Prof. Elisa Almeida & Prof. Graciela

    Silva 1 Ciclo do EBR

    Casa do Povo de Porto Moniz

    Actividades da Casa do Povo de Porto Moniz Dia de Reis6 de Janeiro

    Inaugurao do arranjo urbanstico da Vila de Porto Moniz28 de Janeiro Neste dia os Utentes dos Centros de Convvio da

    Casa do Povo de Porto Moniz foram convidados, pela Cmara Municipal de Porto Moniz, a participar na Inau-gurao do Arranjo Urbanstico da Vila do Porto Moniz. Nesta estiveram presentes algumas entidades, entre as quais: Presidentes de Junta de Freguesia, Presiden-

    te e Vereadores da Cmara Munici-pal, o Proco da freguesia, sua Ex. Presidente do Governo Regional, Dr. Alberto Joo Jardim e popula-o em geral. A inaugurao foi seguida de um lanche.

    Carnaval22 de Fevereiro Para comemo-rar o Car-naval, as docentes

    promoveram vrias actividades alusivas ao tema. Antecipadamen-te, os Centros de Convvio da Casa do Povo de Porto Moniz foram decorados com adereos carnavalescos. As docentes com o

    auxlio da costureira, D. Concei-o, pre-pararam os trajes para o desfile de Carnaval, organiza-do pela Cmara Municipal de Por-to Moniz, no dia 22 de Fevereiro de 2009.

    Aps uma reunio o tema eleito

    foi a histria de encantar O Capu-chinho Vermelho e para o desfile o nome da trupe foi As Capu-chinhas.

    Durante o desfile todos os participantes puderam divertir-se ao som de msicas car-navalescas e no fim conseguimos um belo 4 lugar.

    Dia Internacional da Mulher9 de Maro As docentes da Casa do Povo de Porto Moniz,

    organizaram um almoo conv-vio para os utentes dos Centros de Convvio, promovendo a dia da Mulher e a sua importncia

    no Conce-lho. O almo-o convvio realizou-se no Seixal

    com a presena do Sr. Presi-

    dente da Casa do Povo de Porto Moniz Sr. Henrique Silva e restante direco da Casa do Povo, bem como, com a presena do Dr. Francis-co Jardim Ramos, Dr. Bernardete Vieira, Presi-

    dentes de Junta de Freguesia e a Comunicao Social.

    Durante o almoo as mulheres

    de Porto Moniz foram homena-geadas com palavras de nimo

    e incentivo por parte das entidades pre-sentes e no fim todas as mulheres foram presenteadas com uma rosa. Depois do almoo,

    realizou-se uma matin num Bar do Seixal, onde todos pude-ram cantar e danar.

  • Pgina 20 O Mensageiro do Recorrente

    Os idosos do Centro de Dia da

    Casa do Povo de gua de Pena prepararam o Carnaval de 2009. Este ano estiveram em festa na cozinha. Para que os cozinheiros estivessem muito lindos exigiu muito trabalho.

    Prof. Laura Sousa

    1 Ciclo do EBR Centro de Dia da Casa do Povo da gua

    de Pena

    Actividades do Centro de Dia da Casa do Povo de gua de Pena

    Carnaval no Canial

    Preparao do Carnaval

  • Este bloco pode conter entre 150 e 200 pala-vras.

    Uma das vantagens de utilizar o boletim como veculo promocional o facto de poder reutili-zar contedos de outro material de marketing, tais como comunicaes imprensa, estudos de mercado e relatrios.

    Apesar de o objectivo principal da distribuio de um boletim ser a venda do produto ou ser-vio, o segredo para o sucesso de um boletim torn-lo til para os leitores.

    Um modo excelente de adicionar contedo til a um boletim desenvolver e escrever os seus prprios artigos, incluir um calendrio de acon-tecimentos futuros ou uma oferta especial que promova o produto.

    Tambm poder encontrar artigos para o bole-tim acedendo World Wide Web. Pode escre-ver sobre vrios tpicos, mas no crie artigos

    demasiado longos.

    Grande parte do contedo do boletim pode ser utilizado no Web site. O Microsoft Publi-sher fornece um modo simples de converter um boletim numa publicao da Web. Deste modo, quando tiver terminado de o escrever, pode convert-lo num Web site e public-lo.

    Aps ter seleccionado uma imagem, coloque-a perto do artigo. Certifique-se de que coloca a legenda perto da imagem.

    Este bloco pode conter entre 75 e 125 pala-vras.

    A seleco de imagens ou grficos uma parte importante da adio de contedo ao boletim.

    Pense no seu artigo e pergunte a si prprio se a imagem suporta ou melhora a mensagem que est a tentar transmitir. Evite seleccionar ima-gens que paream estar fora do contexto.

    O Microsoft Publisher inclui milhares de ima-gens de ClipArt que poder seleccionar e importar para o seu boletim. Existem ainda vrias ferramentas que poder utilizar para desenhar formas e smbolos.

    Ttulo do bloco interior

    Ttulo do bloco interior

    Para chamar a ateno do leitor,

    coloque uma frase interessante ou uma

    citao do bloco aqui.

    Ttulo do bloco interior

    Alguns boletins incluem uma coluna que actualizada em todas as edies, tal como uma coluna de conselhos, uma crtica a livros, uma carta do presidente ou um editorial. Tambm poder apresentar novos funcionrios ou os melhores clientes ou fornecedores.

    Este bloco pode conter entre 100 e 150 pala-vras.

    Os temas que podem aparecer nos boletins so virtualmente ilimitados. Pode incluir histrias sobre tecnologias ou inovaes actuais na sua rea de negcios.

    Tambm poder indicar tendncias comerciais ou econmicas ou fazer previses para os seus clientes.

    Se o boletim for distribudo internamente, poder falar de novos procedimentos ou melhorias registadas na empresa. Os valores de vendas ou lucros indicaro o crescimento da empresa.

    Pgina 21 Ttulo do boletim

    Legenda que descreve a imagem ou grfico.

    Legenda que descreve a imagem ou grfico.

    Pgina 21 O Mensageiro do Recorrente

    Fotos do Carnaval Refro Hoje festa na cozinha Hoje festa na cozinha da madrinha vicentina que tem balacanan nessa festa de cozinha Vai at raiar o dia at segunda de manh. Pega na colher de pau mexe mexe Mexe bem esse mingau mexe mexe mexe Pega na colher de pau mexe mexe mexe Mexe bem esse mingau. Vv foi no serrado apanhar graveto Eu nem me meto era entendido do feijo Vv conhece o sabor de um bom tempero Aprendeu no cativeiro e no quer opinio E s ensina menina Maria da F Que est no fogo de lenha com o sabor natural Mas vv s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau E quando a comida pronta ela senta e nos conta Histrias da sua vida do tempo da escravido Mas os seus olhos vertem lgrimas Ela lembra da sensala E seu corpo arrepia e sua voz at se cala Mas ela assim descontente com essa gente actual S no apagou da mente o que tradicional Usa panos de cabea da mesma cor do avental Mas ela s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau. Vv foi no serrado apanhar graveto Eu nem me meto era entendido do feijo Vv conhece o sabor de um bom tempero Aprendeu no cativeiro e no quer opinio E s ensina menina Maria da F Que est no fogo de lenha com o sabor natural Mas vv s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau.

    As nuances africanas que mantm vv em p Ela trs como herana orishas de camonbl O seu sabor de cabea faz o bem sem ver a quem Ajudando a quem merea ajuda vv tambm Ela s no est contente com o preconceito racial Ela s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau. Vv foi no serrado apanhar graveto Eu nem me meto era entendido do feijo Vv conhece o sabor de um bom tempero Aprendeu no cativeiro e no quer opinio E s ensina menina Maria da F Que est no fogo de lenha com o sabor natural Mas vv s quer cozinhar com sua colher de pau Vv s quer cozinhar com sua colher de pau Seja para fazer rabada ou fazer rabanada em dia de Natal Vv s quer cozinhar com sua colher de pau Para fazer pipoca na feira na segunda feira que Carnaval Vv s quer cozinhar com sua colher de pau Para passar pimenta e cheiro Que bom tempero e no faz passar mal Vv s quer cozinhar com sua colher de pau. Refro Pega na colher de pau mexe mexe mexe Mexe bem esse mingau mexe mexe mexe Pega na colher de pau mexe mexe mexe Mexe bem esse mingau Eu j falei para no fazer carouo No pode ficar mole no pode ficar grosso Eu j falei tem que ficar no ponto Depois que tiver pronto Me d que tou no osso. Refro

    Prof. Laura Sousa 1 Ciclo do EBR

    Centro de Dia da Casa do Povo da gua de Pena

    Actividades do Centro de Dia da Casa do Povo de gua de Pena

    Discoteca

  • Pgina 22 O Mensageiro do Recorrente

    Como tradio, no dia 6 de Janeiro de 2009, comemora-se o dia de Reis.

    As criancinhas do Jardim de Infncia, cujas Instalaes esto agregadas ao Estabelecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho, foram cantar os Reis aos mais idosos desta instituio. Foi uma manh muito divertida e animada para ambas as partes, onde as crianas puderam contactar de

    perto com os velhinhos que to bem e alegremente as receberam.

    No Centro de Dia do Canial

    houve distribuio de bolo-rei pelos utentes e funcionrios do Centro, proporcionando um ambiente agradvel e de conv-

    vio entre todos. No h melhor maneira de feste-

    jar os Reis do que comer, beber, cantar e danar com alegria.

    Texto colectivo das alunas e Prof. Olga Picado

    1 Ciclo EBR Centro de Dia do Canial e Estabeleci-

    mento de Nossa Senhora do Bom Caminho

    Actividades do Centro de Dia do Canial e Estabelecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho

    Cantar Santo Amaro

    No dia 14 de Janeiro de 2009, vspera do dia de San-to Amaro, os idosos do Esta-belecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho e Centro de Dia do Canial, juntamente com os funcio-nrios e msicos, reuniram-se e foram fazer uma visita ao Centro da Segurana Social da Madeira.

    Depois de escrita a letra para a msica e de vrios ensaios feitos em conjunto, o grupo estava pre-parado para alegrar um dia to especial.

    Vestidos a rigor, levamos licores e doces tradicionais da poca para partilhar. Fomos recebidos pelo

    Conselho Directivo, que nos acom-panharam at ao Senhor Secret-rio.

    Houve uma partilha muito saud-vel, alegre e animada entre os visitantes e os anfitries, comemo-rando o Dia de Santo Amaro e encerrando as festas de Natal.

    Cantar o Santo Amaro

    I J vejo a porta aberta E tambm muita alegria Ficamos muito contentes (BIS) Com a vossa simpatia. Refro Santo Amaro Do meu corao Dai-nos a vossa bno Paz e unio.

    II Viemos de muito longe O Santo Amaro cantar E ao Conselho de Administrao

    (BIS) Um bom ano desejar.

    III Viemos da Zona Leste Muito alegres a cantar Queremos agradecer (BIS) E um bom ano desejar.

    IV Pedimos ao Deus Menino Amor e fraternidade Para todos os que lutam (BIS) Em prol da terceira idade.

    V J so horas de partir Pra Machico e Canial Pedimos muita desculpa Se algo nos correu mal.

    Dia dos Reis

  • Pgina 23 O Mensageiro do Recorrente

    A convite da Biblioteca de

    Machico, no dia 6 de Fevereiro de 2009, um grupo de idosos do Esta-

    belecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho da Ribeira de Machi-co, teve visita guiada nas novas instalaes da biblio-teca.

    Os alunos puderam nave-gar na Internet, consultar livros, jornais e revistas pos-sibilitando assim um contacto mais directo com o mundo

    da leitura. Todos gostaram da expe-rincia, relembrando um pouco da

    histria lend-ria de Machi-co redigida em poesia.

    Visita Biblioteca de Machico

    Festa dos Comprades Termina-

    das as comemora-es do Dia de Santo

    Amaro, deu-se incio preparao da Festa dos Compa-

    dres. Esta festa comemorada todos

    os anos pelo Estabelecimento de Nossa Senhora do Bom Caminho da Ribeira de Machico e consta de muita alegria, diverso e muita folia, como qualquer festa de Car-naval nos convida.

    Para que tudo corra bem fundamental o trabalho em equipa e a

    colaborao de todos (utentes e funcionrios), de modo a que a festa seja o mais agradvel poss-vel, e foi isso que aconteceu. Tudo foi preparado ao pormenor, fize-ram-se barretinhos em crochet para os convites, ensaios para a pea de teatro da sentena do compadre e para a dana intitula-da Mamma Mia, entre outras coi-sas mais.

    O dia 19 de Fevereiro de 2009 foi o dia escolhido para festejar o Carnaval.

    Compareceram na festa: a Senhora Presidente do Conselho Directivo Dra. Bernardete Vieira e a Senhora Vogal Dra. Fernanda

    Gomes. Tambm tivemos a visita das Chefes de Diviso, Tcnicas Superiores e Senhoras Directoras dos estabelecimentos convidados, acompanhadas pelos Funcionrios e respectivos Utentes.

    Programa da Festa 14h30m Recepo aos convidados 14h45m Sentena do Compadre 15h15m Desfile das Instituies

    Convidadas Ordem de Apresentao: 1 Estabelecimento Santa Teresinha

    Canhas 2 Centro de Convvio da Serra de

    gua

    3 Estabelecimento Lar do Ilhu 4 Estabelecimento da Bela Vista 5 Estabelecimento do Vale Formoso 6 Estabelecimento Santa Isabel

    Monte 7 Centro de Dia do Canial 8 Santa Casa da Misericrdia de

    Machico 9 Centro Social e Paroquial das

    Preces 10 Estabelecimento de Nossa

    Senhora do Bom Caminho 16h30m Lanche-Convvio A festa foi bonita, diversificada,

    alegre e divertida. Agradecemos a presena de todos, pois sem eles nada seria igual.

  • Pgina 24 O Mensageiro do Recorrente

    Dia da rvore Estanquinhos Pal da Serra

    Festa de S. Jos Lar da Bela Vista

    Aqurio Porto Moniz

    Santos Populares de Barro

    Carnaval

    Prof. Aldina Melo 1 Ciclo EBR

    Centro Social e Paroquial de So Bento

    Actividades do Centro Social e Paroquial de So BentoRibeira Brava

  • Pgina 25 O Mensageiro do Recorrente

    No dia 25 de Novembro de 2008, ns, os formandos do Ensino Recorren-te, fizemos uma Visita de Estudo ao Museu de Arte Sacra. Neste museu tom-mos conhecimento de um grande esplio museolgico. Assume

    especial importncia um ncleo de arte flamenga, bem como as colec-es de escultura religiosa e de ouri-vesaria sacra, constitudas por peas de igrejas e capelas da diocese e por doaes particulares.

    No domnio pictrico, observmos peas de excelen-te qualidade, onde predomina a pintura flamenga dos sculos XV e XVI. Vimos painis flamengos que impressionam no s pelo seu valor artstico, mas tam-bm pelas suas dimenses, nomeadamente: a Apario do Anjo So Gabriel, Santa Ana, So Joa-quim e Nossa Senhora, A Descida da Cruz e a

    Adorao dos Reis Magos. Fazem parte da coleco de ourivesaria

    sacra peas dos sculos XVI, XVII e XVIII, como a Grande Cruz Processional em prata dourada, ofereci-da por D. Manuel S Catedral. Em relao escultura, observmos peas represen-tativas dos sculos XVI, XVII e XVIII, as quais apre-sentam bons exemplares como: A Virgem e o Meni-no, Nossa Senhora da Conceio e So Roque acompanhado de um anjo. Visitmos tambm, cont-gua ao museu, a Capela de So Lus de Tolosa. O Museu de Arte Sacra est instalado no Antigo Pao Episcopal da Diocese do Funchal, na Rua do Bispo e foi inaugurado a 1 de Junho de 1955. O Dr.

    Manuel Almeida Cayola Zagalo, conservador do Museu de Arte Antiga de Lisboa, foi um dos principais impul-sionadores e investigadores que contribuiu para a fun-dao deste museu.

    Prof. Ana Paula Santos 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Lombo Segundo

    Visitas de Estudo

    No dia 30 de Janeiro de 2009 por volta das 13h30 a nossa turma foi numa visita de estudo Insular, fbrica da massa e da bolacha.

    Pelo caminho fomos buscar grupos de pessoas de outras escolas e instituies. O autocarro ia muito cheio e animado.

    Quando l chegamos uma funcionria da fbrica ves-tida de bata branca e de chapu na cabea conduziu-nos pela fbrica medida que explicava o funciona-mento das mquinas.

    No fomos ver a parte da moagem, mas vimos a produo de todas as variedades de massa e tambm vimos o seu embalamento todo feito pelas mquinas.

    Na parte das bolachas ficamos impressionados com o bom aproveitamento das coisas, no h desperdcio.

    No fim, cada um de ns recebeu um pacote de bola-chas que por sinal eram muito boas!

    Prof. Ctia Margarete Ramos 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Cmara de Lobos

    Visita Insular

    Visita de Estudo ao Museu de Arte Sacra

    Visita Insular No dia 30 de Janeiro de 2009, profes-sores e alunos do Ensino Recorrente dos Centros Sociais de Santa Ceclia, Jardim da Serra, Encarnao e das escolas EB1/PE das Romeiras, EB1/

    PE do Foro, EB1/PE da Fonte da Rocha e EB1/PE de Cmara de Lobos, fomos fazer uma visita de estudo Fbrica Insular, a famosa fbrica das massas situada no Canial.

    Uma vez que a nossa visita aconteceu a uma sexta-feira as mquinas encon-travam-se desligadas para limpezas, contudo as nossas guias explicaram-nos o normal fun-cionamento das mesmas. Comeamos por conhecer as mquinas da produo de massas e as de produo de bolachas. Tivemos oportunidade de observar o enorme

    armazm que a fbrica dispe assim como todos os produtos que a empresa comercializa. A empresa processa cerca de 20 toneladas de cerais por ano, donde obtm a fari-nha destinada panificao, massas e bolachas, uso domstico e ainda o milho empacotado.

    A fbrica Insular uma das mais conceituadas empresas da Regio Autnoma da Madeira e serve o mercado regional, Continente e Aores.

    No final da visita fomos presenteados com um dos produtos mais recentes e originais, a bolacha com grai-nhas de uvas. Por acaso deliciosas!

    Prof. Ctia Tavares 1 Ciclo do EBR

    Centro Social e Paroquial de Santa Ceclia

  • Pgina 26 O Mensageiro do Recorrente

    No dia 13 de Fevereiro de 2009 as turmas do Ensino Recorrente da EB1/PE/C de So Jorge, EP1/PE de Santana e EB1/PE de Caminho Cho fizeram uma visita de estudo rdio local - a Rdio Santana.

    Quando chegmos fomos gentilmente recebidos por uma locutora da rdio que nos explicou como tudo se processa para que ouamos rdio.

    A Rdio Santana trabalha em parceria com a Rdio Calheta.

    Na altura em que estivemos l estava a passar um

    programa que tinha sido anteriormente gravado, por isso no nos foi possvel falar em directo durante a emisso. Foi pena, pois gostvamos muito de falar em directo.

    No final da visita fizemos um lanche-convvio com as trs escolas.

    Foi uma visita agradvel e enriquecedora.

    Prof. Sandra Cheganas 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE S. Jorge

    A visita de estudo realizou-se na parte da manh. Esta foi composta por uma pequena viagem ao longo da costa da cidade do Funchal, onde os

    utentes tiveram oportunidade de observar a cidade de uma pers-pectiva diferente. Puderam, tam-bm, reviver os longos anos vindouros em que as viagens se realizavam de barco entre os vrios concelhos, visto que h muitos anos atrs o barco era o grande meio de deslocao entre as vrias localidades da regio.

    Aps a viagem no barco dos piratas todos puderam desfru-

    tar de um passeio pela avenida do mar e centro da cidade.

    Prof. Elisa Almeida & Prof. Graciela Silva

    1 Ciclo do EBR Casa do Povo de Porto Moniz

    Visita de Estudo Jardim Botnico

    Visita de Estudo Rdio Santana

    Visita de Estudo Nau de Santa Maria

    No dia 20 de Fevereiro de 2009, pelas 14 horas, os formandos do Ensino Recorrente das Escolas do Municpio de Cmara de Lobos foram visitar o Jardim Botnico.

    Houve a possibilidade ver mais de 2000 plantas ex-ticas, oriundas de todos os continentes.

    Foi-nos concedida uma visita guiada, proporcionando uma visita muito bem organizada.

    Alm da importncia da visita, tambm foi importante o convvio entre os formandos e docentes das respecti-

    vas escolas. Foi um passeio agradvel e apreciado por todos.

    Prof. Vitor Tuna 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Romeiras

  • Pgina 27 O Mensageiro do Recorrente

    Na sexta-feira, dia 27 de Feverei-ro de 2009, deslo-cmo-nos ao Mon-te para ficarmos a conhecer a Funda-o Berardo, visi-tando o Museu e posteriormente o Jardim Tropical.

    Nesta visita ficmos a conhecer melhor a histria e o rico patrimnio desta Fundao.

    O Museu Monte Palace um espao expositivo com trs galerias. Duas esto con-templadas com escultura contem-

    pornea do Zimbabu compreendida entre 1966 e 1969, intitulada Paixo Africana, a outra alberga uma coleco de minerais provenientes dos quatro cantos do Mundo, intitulada Segredos da Me Natureza. Nesta exposio esto patentes cerca de 700 amos-tras dispostas de forma a simular o ambiente de forma-o dos minerais nas profundezas do nosso planeta. Falta salientar uma galeria com exposio de gemas, com um destaque especial para os diamantes.

    O Jardim Monte Palace tem sido enriquecido, ao longo dos tem-pos, com plan-tas endmicas de vrios pa-ses, bem como, com plantas indge-nas das florestas madeirenses. Neste passeio pelo Jardim, pudemos apreciar ornamentaes ostentosas de cantaria, janelas, nichos, pagodes, budas, lanternas e esculturas de diferentes partes do mundo, culturas e

    pocas. Foi possvel ainda, admirar a famosa coleco de azulejos, destacando-se os pai-nis em terracota, nomeadamente o intitu-lado A Aventura dos Portugueses no Japo e 40 painis sobre a

    histria de Portugal. Uma visita que valeu a pena e que todos gostmos.

    Um Passeio ao Monte - Museu e Jardim Monte Palace

    De Viseu

    Vieram Madeira

    Ver a sua filhinha

    Que alegria teve a bela professorinha

    De muitos irmos

    Ela o terol

    Vieram de Viseu

    Ver o seu rouxinol

    Os pais da professora

    So excelentes pessoas

    Basta olhar para eles

    Para ver que gente boa

    Vimos jardins

    Que pareciam no ter fim

    Fiquei muito cansada

    Logo a professora cuidou de mim

    Fomos passear

    Vimos um Museu

    Na quinta do Monte

    Nem parecia Eu

    Azulejos, lagos e peixes

    Flores, quadros

    Rochas de cores diferentes

    Ao ver tanta beleza

    Fiquei muito contente

    As moas eram simpticas

    Explicaram muito bem

    Histrias fantsticas

    Que a Madeira tem

    Aluna Guida Maria Rodrigues

    Prof. Maria Helena Ferreira 1 Ciclo do EBR

    Casa do Povo de So Martinho

    Visita Quinta Monte PalaceMuseu Jardim

  • Pgina 28 O Mensageiro do Recorrente

    No dia 3 de Maro fizemos uma visita de estudo ao Madeira Magic. Vimos um filme a 3 dimenses sobre a extin-o do lobo-marinho, no planetrio assistimos a uma palestra sobre astronomia e visitmos um jardim maravilhoso que tinha plantas de todos continentes.

    Ainda tivemos tempo para visitar o Frum Madeira e ver o filme Hotel para os ces.

    Aluna Maria Natividade 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Lombo do Atouguia

    No dia 10 de Maro fizemos outra visita de estudo, desta vez s Grutas de S. Vicente. No Centro de Vulcanismo da Madei-

    ra assistimos a um filme a 3 dimenses que explicava como nasceu a ilha da Madeira. De regresso a casa, paramos em Porto Moniz, onde demos um passeio a p pela vila. Todas as colegas gostaram muito deste passeio!

    Aluna Maria Natividade 1 Ciclo do EBR

    EB1/PE Lombo do Atouguia

    Visita de Estudo s Grutas de S. Vicente

    Visita de Estudo ao Madeira Magic

    Jardim Madeira Magic Cinema do Frum Madeira

    Visita guiada s instalaes da RTP-Madeira No dia 10 de Maro logo pela

    manh, os centros de convvio da Casa do Povo de Porto

    Moniz deslocaram-se ao Fun-chal onde tiveram oportunidade de passear e almoar no Centro Comercial Frum Madeira.

    Posteriormente, dirigimo-nos para as instalaes da RTP Madeira, na mesma cidade.

    Todos os utentes tiveram possi-bilidade de usufruir de uma visi-ta guiada pelas instalaes da RTP e no final visionaram uma exposio sobre a evoluo dos meios de comunicao, em especial a rdio e televiso.

    Prof. Elisa Almeida & Prof. Graciela Silva

    1 Ciclo do EBR Casa do Povo do Porto Moniz

  • Pgina 29 O Mensageiro do Recorrente

    No dia 11 de Maro realizmos duas visitas a museus da nossa cidade do Funchal: ao Museu Vicentes e ao Museu do Acar.

    O Museu Vicentes est instalado no antigo estdio fotogrfico de Vicente Gomes da Silva (1827-1906) , que foi um dos primeiros retratistas europeus, e cuja arte foi

    seguida por quatro geraes de familiares.

    Na sala de espera do museu aprecimos inmeras mquinas foto-grficas anti-gas e tomamos um primeiro contacto com lbuns repletos de fotografias.

    Na sala de filmagem observ-mos, atravs de vrios apetrechos fotogrficos, fotografias de diferen-tes partes do mundo.

    Nas restantes com-parties do museu encontramos peque-nos laboratrios com cenrios, mobilirio e estruturas tcnicas relacionados com a arte da fotografia.

    No final da visita,

    muitos de ns conseguimos reco-nhecer nos lbuns nossa dispo-sio fotogra-fias de familia-res e pessoas amigas. caso para dizermos que recordar viver.

    Da Rua da Carreira rummos Praa de Colombo, em direco ao Museu do Acar, que se encontra insta-lado na chamada Casa de Colom-bo, construda pelo fidalgo fla-mengo Joo de Esmeraldo no sculo XV.

    No incio da visita admirmos uma fotografia de uma janela que tinha pertencido quela casa, mui-to parecida com uma outra por ns contemplada no jardim da Quinta das Cruzes. Mas ficmos a saber que a janela em causa est na Quinta da Palmeira. A nossa guia explicou-nos que o corte da janela

    em V e que se trata de uma jane-la geminada, com influncias mujela-res. A casa foi alvo de uma pesquisa arqueolgica, da qual resultou a

    recuperao do poo, que se evidencia numa das salas do museu, bem como de inmeros outros objectos de cermica:

    loia, pratos, cinzeiros, tinteiros e bilhas. Por todo o espao museolgi-co encon-

    trmos painis informativos sobre a evoluo do comrcio e da pro-

    duo de a-car nos sculos XV e XVI, e ficmos a saber que os lucros eram em gran-de parte investi-dos em arte

    flamenga, cuja maior coleco se encontra no Museu de Arte Sacra, assim como em esculturas e peas de arte decorativa.

    No final da visita tir-mos uma fotografia de grupo junto imagem da casa de Joo de

    Esmeraldo, e tentmos imaginar como teria sido a vida naquela poca

    Prof. Pedro Vale 1 Ciclo do EBR EB1/PE Ladeira

    Dois Museus da Cidade

  • Pgina 30 O Mensageiro do Recorrente

    No mbito do Projecto de Interveno elaborado pela professora do Ensino Recorrente, esto agendadas algumas visitas de estudo para o ano lectivo de 2009. Assim sendo, a 1 visita foi realizada, no dia 16 de Mar-o para comemorar o Dia Mundial do Consumidor. Para tal, alguns utentes da alfabetizao visitaram um hipermercado do Funchal afim de conhecerem melhor (etiquetas, rtulos, prazos de validade, estado da embalagem, conservao e higiene, relao qualidade/preo) e desenvolverem uma atitude critica face ao consumo.

    No final da visita os comentrios que partilhavam eram de satisfao pelo que observaram e ouviram.

    Prof. Lcia Gonalves

    1 Ciclo do EBR Associao de Desenvolvimento Comunitrio do Funchal

    Visita de Estudo no mbito do Dia Mundial do Consumidor

    Passeio ao Jardim Monte Palace Foi no dia 23 de Maro de 2009, que fomos dar um passeio. Sa-mos pela manha da Faj da Ovelha num autocarro, paramos no Lugar de Bai-xo, ai fomos

    todos tomar um cafezinho, seguimos at o Jardim da Serra, gostei muito de l ir, pois foi muito interessante ver as cerejeiras, muito branquinhas em flor, depois

    fomos ao Garachico ai tivemos um almoo muito sabo-roso.

    Depois fomos para o Monte visitar o Jardim Monte Palace. Vimos imensas coisas tal como jardins com muitas variedades de plantas, umas de origem Portu-guesa, outras de origem Africana, e Japonesas. Tam-bm vimos vrias esculturas, quantidade de pedras valiosas e at diamantes, rubis e outras.

    Concluindo, viemos fascinadas com o nosso passeio s nos resta agradecer ao Professor Horcio, Dra Lisandra e Casa do Povo por nos proporcionar este lindo passeio.

    Aluna Izaura Pereira

    1 Ciclo do EBR Casa do Povo da Faj da Ovelha

    Visita de estudo s caves Henriques e Henriques No dia 26 de Maro fomos s caves Henriques e

    Henriques Cmara de Lobos. Apesar de vivermos to perto, a maior parte de ns

    nunca a tinha visitado. Foi muito interessante ver alguns dos processos por que passam as garrafas do vinho da Madeira, antes de chegarem ao mercado.

    Ali tivemos, tambm, a oportunidade de provar uma das variedades de vinho.

    Foi um convvio muito agradvel que nos levou a pensar que procuramos conhecer o que est longe sem antes procurar conhecer o que nos est to prxi-mo.

    Alunos e Prof. Sandra Carneiro 1 Ciclo do EBR

    Centro Social e Paroquial do Carmo

  • Pgina 31 O Mensageiro do Recorrente

    Ol Jardim do Mar Terra linda de amar Quem est longe de ti Tem vontade de c voltar. 1 Ol Terra to encantada Cheia de tanto carinho Que eu na minha infncia Tomava banho no portinho. 2Ol Jardim do Mar Terra de pequeno espao Ns jardineiros te queremos dar Um grande abrao.

    Aluna Celina Conceio

    Ol Jardim do Mar Linda Terra onde vou sonhar Sonhar contigo amor E aqui hei-de casar. Ol Jardim do Mar Linda Terra, Mar e Jardim Eu no quero estar longe De quem gosta de mim.

    Aluna Maria Ester Cabral

    Ol Jardim do Mar Ol lembrana, Onde a gente sonha Como criana. S Deus sabe Tudo o que acontece aqui Na certeza de Que no quero afastar-me de ti. Ol Jardim do Mar Ol lembrana Onde a gente sonha como

    criana.

    Aluna Maria del Carmn

    Ol Jardim do Mar Terra de tanto encanto Aqui vivo feliz No meu lindo recanto. Adoro a minha Terra Amo o meu Jardim Estou feliz aqui Vem para junto de mim. No quero estar longe Quero estar aqui Quero olhar e beijar E no me separar de ti.

    Aluna Maria Jos Encarnao Gouveia

    Ol Jardim do Mar Ol terra onde nasci Ol terra pequenina Eu canto para ti.

    Ol Jardim do Mar s o meu encanto sem fim Linda terra encantadora No fiques longe de mim.

    Aluna Ilda Mendes Sardinha

    1 Ciclo EBR EB1/PE do Jardim do Mar

    A mais linda cano ao Jardim do Mar

    TEXTOS DOS ALUNOS

    A minha localidade Eu gosto muito da localidade onde vivo. um

    pequeno jardim cheio de montanhas verdes e de gua. Tudo o que h aqui natural e muito bonito. As pessoas so alegres e gostam de cantar, rir e falar, o que faz deste cantinho da ilha da Madeira um magnfico paraso no meio do oceano Atlntico.

    Aluna Maria Jos Gouveia Gosto muito do Jardim do Mar porque a terra onde

    eu nasci e onde os meus antepassados nasceram. uma freguesia pequenina mas uma localidade silenciosa. Tem uma montanha muito alta mas ao mesmo tempo toda verdejante. Tem uma paisagem e um clima saudvel por estar beira mar.

    Aluna Ilda Sardinha

    Eu vivo feliz aqui, nesta simptica freguesia do Concelho de Calheta. Jardim do Mar, um verdadeiro jardim onde as jardineiras cantam as velhas baladas aos pescadores que nos presenteiam com as deliciosas lapas. Nas ondas do mar, os surfistas fazem um mundo leve. Esqueo-me deste presente, do passado e no penso no futuro. Deus nos guarde nesta beleza onde canto com o nascer do sol e adormeo com o cntico dos grilos. Da minha janela vejo o barco passar e espero o seu regresso. Oxal a vida se respeite, oh Me dos meus ais!

    Aluna Maria Clarisse Gomes, 78 anos 1 Ciclo EBR

    EB1/PE do Jardim do Mar

  • Pgina 32 O Mensageiro do Recorrente

    1 rapaz conheceu 2 amigos. Foram os 3 pesca. Pescaram 4 espadas e 5 carapaus em 6 horas e 7 segundos. Em 8 minutos prepararam

    os 9 peixes. A seguir, chamaram 10 amigos e festejaram a pescaria. Um idoso foi dar um passeio pelas ruas do Funchal. Pelo caminho encontrou dois amigos de longa data.

    Durante a manh os trs passearam pela avenida parando quatro vezes para descansar.

    Faltavam cinco minutos para o meio-dia quando foram almoar no restaurante seis amigos.

    Combinaram encontrar-se no caf s sete horas do dia seguinte.

    Quando l chegaram j se encontravam oito clien-tes e, por isso tiveram de esperar nove minutos para se sentarem.

    s dez horas da manh foram para o parque jogar uma cartada.

    Texto colectivo dos utentes

    1 Ciclo EBR Associao de Desenvolvimento Comunitrio do Funchal

    Nmero puxa palavra

    Alecrim Oliveira da Serra Alecrim, alecrim aos molhos Por causa de ti choram os meus olhos Ai, meu amor, quem te disse a ti que a flor do monte era o alecrim?! Alecrim, alecrim dourado Que nasce no monte sem ser semeado. Ai, meu amor, quem te disse a ti Que a flor do monte era o alecrim?!

    Pesquisa efectuada pela aluna Zlia Lira 1 Ciclo EBR

    Casa do Povo de S. Martinho

    oliveira da serra, O vento leva a flor -i--ai, s a mim ningum me leva -i--ai, para o p do meu amor oliveira da serra O vento leva ramada. -i--ai, s a mim ningum me leva -i--ai, para o p da minha amada.

    Pesquisa efectuada pela aluna Zlia Lira

    1 Ciclo EBR Casa do Povo de S. Martinho

    Textos Diversos Manhs de Inverno Nas manhs de Inver-

    no que no apetece sair da cama, est muito frio, custa tanto, mas temos de nos levantar para ir trabalhar. Estamos em Janeiro e est muito frio. Mas tambm no podemos reclamar porque nos outros pa-ses ainda est mais frio.

    Aluna Angelina Gonalves

    Inverno com neve O Inverno em Frana comea com muito frio e cai muita neve.

    As temperaturas chegam a baixar at aos 9 graus negativos. A pes-

    soa tem de vestir roupas quentes para no morrer de frio. Tem pes-soas que gostam da neve, pa