Pc Automacao Industrial 03-10-2011

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técnico automação

Text of Pc Automacao Industrial 03-10-2011

  • CNPJ: 62823257/0001-09 180 Pgina n 1

    Nome da Instituio Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula

    Souza

    CNPJ 62823257/0001-09

    Data 03-10-2011

    Nmero do Plano 180

    Eixo Tecnolgico Controle e Processos Industriais

    Plano de Curso para

    01. Habilitao

    MDULO IV

    Habilitao Profissional Tcnica de Nvel Mdio de

    TCNICO EM AUTOMAO INDUSTRIAL

    Carga Horria 1600 horas

    Estgio 0000 horas

    TCC 0120 horas

    02. Qualificao

    MDULO I

    SEM CERTIFICAO TCNICA

    Carga Horria 400 horas

    Estgio 000 horas

    03. Qualificao

    MDULO II

    SEM CERTIFICAO TCNICA

    Carga Horria 800 horas

    Estgio 000 horas

    04. Qualificao

    MDULO III

    Qualificao Tcnica de Nvel Mdio de AUXILIAR

    TCNICO EM AUTOMAO INDUSTRIAL

    Carga Horria 1200 horas

    Estgio 0000 horas

  • Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza Governo do Estado de So Paulo

    Praa Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: 01124-060 So Paulo SP

    CNPJ: 62823257/0001-09 180 Pgina n 2

    Presidente do Conselho Deliberativo

    Yolanda Silvestre

    Diretor Superintendente

    Laura M. J. Lagan

    Vice-diretor Superintendente

    Csar Silva

    Chefe de Gabinete

    Elenice Belmonte R. de Castro

    Coordenador de Ensino Mdio e Tcnico

    Almrio Melquades de Arajo

    Equipe Tcnica

    Coordenao:

    Almrio Melquades de Arajo

    Mestre em Educao

    Organizao:

    Fernanda Mello Demai

    Diretor de Departamento

    Grupo de Formulao e Anlises Curriculares

    Colaborao:

    Luiz Tetsuharu Saito Graduao em Engenharia Eltrica com

    nfase em Eletrotcnica Licenciatura em Eltrica/ Eletrnica

    010 - Etec Lauro Gomes (So Bernardo do Campo)

    Luiz Akio Sono

    Graduao em Tecnologia Eletrnica 226 - Etec Gildo Maral de Bezerra Brando

    (So Paulo)

    Maria Rita Ferracin Marques Teixeira Graduao em Engenharia Eltrica

    Graduao em Engenharia de Segurana do Trabalho/ Formao Pedaggica em Eltrica

    206 - Etec Euro Albino de Souza (Mogi Guau)

    Rodrigo Martins Perre Graduao em Engenharia Eltrica com

    nfase em Eletrotcnica Licenciatura em Eletrnica

    009 - Etec Joo Batista de Lima Figueiredo (Mococa)

    Marcio Prata

    Assistente Tcnico Ceeteps

    Levy Motoomi Takano

    Assistente Administrativo Ceeteps

    Adriano Paulo Sasaki Auxiliar Administrativo

    Ceeteps

  • Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza Governo do Estado de So Paulo

    Praa Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: 01124-060 So Paulo SP

    CNPJ: 62823257/0001-09 180 Pgina n 3

    SUMRIO

    CAPTULO 1

    Justificativas e Objetivos 04

    CAPTULO 2

    Requisitos de Acesso 07

    CAPTULO 3

    Perfil Profissional de Concluso 08

    CAPTULO 4

    Organizao Curricular 15

    CAPTULO 5

    Critrios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experincias Anteriores

    60

    CAPTULO 6

    Critrios de Avaliao da Aprendizagem 61

    CAPTULO 7

    Instalaes e Equipamentos 63

    CAPTULO 8

    Pessoal Docente e Tcnico 70

    CAPTULO 9

    Certificados e Diplomas 83

    PARECER TCNICO DO ESPECIALISTA 84

    PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSO DE SUPERVISORES

    88

    APROVAO DO PLANO DE CURSO 89

    PORTARIA CETEC, APROVANDO O PLANO DE CURSO 90

    ANEXO

    Matrizes Curriculares 91 - 92

  • Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza Governo do Estado de So Paulo

    Praa Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: 01124-060 So Paulo SP

    CNPJ: 62823257/0001-09 180 Pgina n 4

    CAPTULO 1 JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS 1.1. Justificativa

    O desejo de controlar os processos industriais acompanha o homem desde a criao das primeiras mquinas. A presena da automao na economia global e na vida humana diria crescente, sendo a automao industrial considerada hoje um instrumento fundamental para a qualidade e a produtividade das empresas.

    A presena da automao na economia global crescente e ultrapassou as fronteiras das instalaes industriais. O esforo dirio de conjugao de dispositivos automticos com ferramentas organizacionais e matemticas tem levado criao de sistemas complexos aplicveis s vrias atividades humanas. Assim, no somente a manufatura e processos industriais vm sendo automatizados, como tambm os servios de infraestrutura, os escritrios e, at mesmo, os lares.

    A automao comeou a ganhar impulso no Brasil tardiamente, no incio dos anos 90, com o fim da reserva de mercado de informtica, aliada abertura comercial e globalizao. Desde a dcada de 1990, por exemplo, fala-se na integrao de todos os sistemas de uma residncia iluminao, segurana, refrigerao, suprimento, recreao etc. , com possibilidade de acesso centralizado e remoto via internet.

    Foi neste contexto que a automao tomou conta do parque industrial brasileiro. Em 2000, pela primeira vez o Brasil apareceu nas estatsticas internacionais de robs instalados. Samos de um incmodo rtulo "Outros" para assumirmos uma posio, ainda tmida, mas que mostra o caminho que o pas est seguindo.

    A indstria paulista, malgrado as contingncias dos ltimos anos, sobretudo a partir de 1998, que provocaram reduo da sua participao no PIB brasileiro, ainda uma das mais dinmicas do Brasil. O Estado concentra 40% da produo industrial brasileira e dispe de uma das melhores infraestruturas fsica e tecnolgica do pas.

    Conforme dados da Abinee (Associao Brasileira da Indstria Eltrica e Eletrnica), o mercado de automao industrial tem crescido e so vrios os setores que vm influenciando o desempenho positivo desse setor. Entre eles, est a necessidade de atualizao tecnolgica dos instrumentos de controle, tendo possibilitado a insero de novos sensores, transmissores, meios de comunicao entre equipamentos, sistemas de superviso e controle, alm de muitos softwares aplicativos que vo do cho-de-fbrica ao planejamento e gerenciamento global da empresa.

    Atualmente, o principal motor da automao a busca de maior qualidade dos processos, para reduzir perdas (com reflexo em custos) e possibilitar a fabricao de bens que de outra forma no poderiam ser produzidos, bem como do aumento da sua flexibilidade. Outra justificativa para os investimentos em automao que tm sido feitos a segurana de processos industriais e de infraestrutura crticos, pois a automao tem sido vista como uma forma de minimizar o erro humano.

    A evoluo tecnolgica tem reduzido significativamente o custo da automao. O volume de investimento e retorno varia em cada tipo de indstria. De maneira geral, as indstrias procuram, em primeiro lugar, melhor controle do seu processo produtivo e, depois, ganhos de escala.

    De natureza multidisciplinar, a automao industrial exige a participao de uma ampla gama de setores do conhecimento humano, como mecnica, eletrnica, eltrica, fsica, qumica e informtica. Apresenta elevado dinamismo tecnolgico, com o lanamento frequente de produtos inovadores.

  • Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza Governo do Estado de So Paulo

    Praa Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: 01124-060 So Paulo SP

    CNPJ: 62823257/0001-09 180 Pgina n 5

    Por outro lado, as indstrias e atividades associadas automao do controle de processos podem representar um importante papel na gerao de empregos altamente qualificados em fsica, qumica, engenharia, software e eletrnica e microeletrnica. A automao industrial pode contribuir para canalizar atividades cientficas para a criao de produtos com elevado contedo tecnolgico e alto valor agregado.

    Quando se fala em automao, ela no necessariamente se refere a robs, mas tambm a sistemas inteligentes de superviso de produo, controle de qualidade e muitos outros. O funcionrio de uma fbrica com automao trabalha com ergonomia perfeita pois foi projetado para evitar grandes esforos fsicos. Um exemplo: se a linha de montagem no fosse automatizada, os funcionrios teriam que carregar, por turno, cerca de 500 a 600 blocos de motor, que pesam, cada um, 40 quilos.

    As indstrias tem conseguido fazer proliferar os processos industriais baseados em qualidade, muitas vezes j servindo de suporte a marcas e designs de padro internacional. Nenhuma outra explicao cabe para essas vitrias, seno o uso eficiente da informao e do conhecimento.

    Os requisitos relacionados s competncias comportamentais e s atitudes dos trabalhadores so fortemente condicionados pelas caractersticas desse novo modelo de organizao do trabalho que exige relaes mais integradas e valorativas, baseadas na responsabilidade, na capacidade de trabalhar em grupo, engajamento e liderana. crescente a demanda por profissionais com formao adequada para atuao nas diversas indstrias com algum tipo de automao na linha de produo, como Automobilstica, Eletroeletrnica, Eletroqumica, Metalrgica, Txtil, Empresas de Informtica, Parques de Alta Tecnologia.

    Com uma rea to diversificada e abrangente, considerando a demanda do mercado e as aceleradas e significativas alteraes que nele se processam, o Centro Estadual de Educao Tecnolgica Paula Souza prope um novo Plano de Curso para a Habilitao Profissional Tcnica de Nvel Mdio de TCNICO EM AUTOMAO INDUSTRIAL. Fonte:

    www.bndes.gov.br/conhecimento/livro_setorial/setorial08

    www.adtp.org.br/artigo.php

    www.help-temperatura.com.br

    www.adtp.org.br/artigo.php

    www.anp.gov.br/doc/gas/IBP 1.2. Objetivos

    O Curso de TCNICO EM AUTOMAO INDUSTRIAL tem como objetivo capacitar o aluno para:

    avaliar, integrar, implementar e controlar sistemas automatizados;

    atuar no projeto, execuo e instalao de sistemas de controle e automao utilizados nos processos industriais;