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PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA, LITERATURAS, MATEMÁTICA

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Text of PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA, LITERATURAS, MATEMÁTICA

  • COMISSO PERMANENTE DE SELEO COPESE MDULO I DO PISM TRINIO 2014-2016

    PROVA DE LNGUA PORTUGUESA, LITERATURAS, MATEMTICA, BIOLOGIA, FSICA, GEOGRAFIA, HISTRIA E QUMICA O1

    NOME LEGVEL: .............................................................................................................................................................................. ASSINATURA: ...................................................................................................................................................................................

    INSCRIO:

    ANOTE ABAIXO SUAS RESPOSTAS Somente o fiscal poder cortar a parte de baixo desta pgina, para que voc a leve consigo.

    UFJF MDULO I DO PISM TRINIO 2014-2016 PROVA OBJETIVA

    01 02 03 04 05 06 07 08 09 10

    11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

    21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

    31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

    Digiselo

    INSTRUES PARA A REALIZAO DA PROVA

    Ser excludo do concurso o candidato que for flagrado portando ou mantendo consigo celular, e/ou aparelho e componente eletrnico.

    Se solicitado pelo Fiscal, o candidato deve assinar a Ata de Abertura do Lacre, conforme Edital. O candidato no pode usar em sala: bon, chapu, chaveiros de qualquer tipo, culos escuros, relgio e similares. Junto ao candidato, s devem permanecer documento e materiais para execuo da prova. Todo e qualquer outro

    material, exceto alimentos, gua em garrafa transparente e medicamentos, tm de ser colocados no saco plstico disponvel, amarrado e colocado embaixo da cadeira.

    O candidato que possuir cabelos compridos deve mant-los presos, deixando as orelhas descobertas. O candidato deve conferir se sua prova tem 5 questes de Lngua Portuguesa, 5 de Literaturas, 5 de Matemtica, 5

    de Biologia, 5 de Fsica, 5 de Geografia, 5 de Histria e 5 de Qumica, sendo cada questo constituda de 5 alternativas (a, b, c, d, e) e numeradas de 01 a 40. Caso haja algum problema, solicitar a substituio de seu caderno ou pgina.

    O candidato deve comunicar sempre aos fiscais qualquer irregularidade observada durante a realizao da prova. No sendo tomadas as devidas providncias a respeito de sua reclamao, solicitar a presena do Coordenador do Setor ou comunicar-se com ele, na secretaria, ao final da prova.

    O candidato no pode retirar nenhuma pgina deste caderno. A durao da prova, considerando a marcao do carto de respostas, de 4 horas. O candidato s poder sair

    decorridos 1h e 30min. O candidato deve assinar a lista de presena e o carto de respostas com a assinatura idntica da sua identidade. O candidato, ao receber o carto de respostas, deve ler, atentamente, as instrues contidas no verso desta pgina. Os trs ltimos candidatos devero permanecer at o final da prova para assinar a Ata de Encerramento, conforme Edital.

  • INSTRUES PARA MARCAO DO CARTO DE RESPOSTAS:

    1 - Na correo dos cartes de respostas, para efeito de pontuao, ser desconsiderada:

    questo que no apresentar nenhuma opo assinalada; questo que contiver mais de uma opo assinalada, sejam estas marcaes

    acidentais ou no, independentemente da dimenso, ocasionadas por borres, corretivos, emendas, manchas, pontos, sombreados de lpis ou caneta, traos ou quaisquer outros tipos de rasuras.

    2 - Para que o candidato no se enquadre em nenhuma dessas situaes, tendo alguma

    questo anulada devido a mltiplas marcaes, imprescindvel que ele tenha o mximo de ateno, cuidado e capricho ao transcrever as respostas das questes do caderno de provas para o carto de respostas.

    3 - Em hiptese alguma, ser fornecido outro carto de respostas, portanto, preciso que o

    candidato fique atento e preencha, corretamente, apenas uma das cinco alternativas em cada questo, utilizando caneta esferogrfica azul ou preta de corpo transparente, conforme a figura abaixo:

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    L N G U A P O R T U G U E S A

    Leia o seguinte texto:

    01. O texto acima um exemplo do gnero textual:

    a) resumo. b) ensaio. c) biografia. d) resenha. e) editorial.

    02. A quem se refere a expresso tal pesquisador, na linha 23 do Texto I?

    a) Ao ator Morgan Freeman. b) Ao diretor Luc Besson. c) Ao personagem interpretado por Scarlett Johansson. d) Ao personagem interpretado por Morgan Freeman. e) Ao personagem interpretado por Luc Besson.

    Texto I A ao sob um novo olhar

    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25

    O cineasta Luc Besson catalogado como o diretor francs que mais se parece com um profissional americano de Hollywood, por seus longas serem carregados de ao explosiva, alm de quase sempre protagonizados por anti-heris tpicos de produes da terra do Tio Sam. A presena de astros consagrados refora essa definio basta lembrar filmes icnicos como Nikita (que virou at seriado nos EUA), O profissional, O quinto elemento e as franquias Carga explosiva e Busca implacvel. A diferena de Besson est no modo inteligente como ele insere, num peculiar cinema comercial, arte e reflexo sem parecer picaretagem, conseguindo atrair a simpatia de diferentes pblicos.

    Lucy o mais novo projeto com essa sua marca: a estrela Scarlett Johansson surge numa histria que, num primeiro momento, lembra um filme de super-heri. Scarlett faz uma mulher acidentalmente envolvida na negociao de uma droga experimental, que, ao entrar em sua circulao, faz com que ela aumente a utilizao de seu crebro em 100%. A turbinada resolve ento procurar um pesquisador (Morgan Freeman) do assunto, ao mesmo tempo em que um traficante est sua procura.

    Com o filme colocado dessa forma, Lucy parece uma prima prxima da personagem Viva Negra, tambm interpretada por Scarlett na srie de filmes com super-heris da Marvel igualmente com cenas eletrizantes de luta. Mas Lucy (no original) tambm faz uma reflexo em torno de questes como evoluo, metafsica e tempo. Percebe-se que Besson se diverte pelo jeito como desenvolve a narrativa: a cada estgio de transformao de Lucy, o diretor intercala as explicaes cientficas do tal pesquisador. Tudo de maneira a sustentar o conceito por trs da trama, desenvolvido com extrema habilidade e num ritmo propositalmente acelerado com objetivo de dar credibilidade ao improvvel.

    A AO sob um novo olhar. Disponvel em: . Acesso em: 16 de agosto de 2014.

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    Leia o texto abaixo para responder s questes seguintes:

    Texto II

    Lucy

    Entrevistamos especialista para desvendar o mito cerebral

    Doutor em psicobiologia nos ajuda a conhecer a verdade por trs da trama

    por Rafael Sanzio

    Lucy, filme de Luc Besson com Scarlett Johansson como protagonista, estreia [] no dia 28 de agosto nos cinemas brasileiros. O filme aborda o mito de que o ser humano s usa 10% de seu crebro e que, atravs de uma droga, a personagem principal comea a desenvolver todo o potencial cerebral. Depois de conferirmos o trailer, o Fique Ligado quis saber a verdade sobre toda essa histria. Entrevistamos Nelson Torro Alves, doutor em psicobiologia na USP e membro fundador do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento, para sabermos mais sobre o potencial cerebral, j que o professor de 39 anos tambm membro permanente do Programa de Ps-graduao em Neurocincia Cognitiva e Comportamento da Universidade Federal da Paraba o cara certo para tirar nossas dvidas! [...]

    Na trama do filme Lucy dito que ns, humanos, somos capazes de utilizar 10% de nosso

    crebro. Isso verdade ou um mito? Ficamos estacionados na porcentagem ou podemos aument-la de forma natural?

    Nelson Torro: Definitivamente, um mito. Em primeiro lugar, no h evidncias cientficas que sustentem a afirmao de que usamos um dado limite do crebro (p. ex. 10, 20 ou 60%). Existem vrias complicaes nessa suposio. Por exemplo, como podemos medir com relativa certeza quanto do crebro est sendo usado? um problema tambm do ponto de vista biolgico: por que razo teramos um crebro to potente e s usaramos parte de nossos recursos? O crebro, tal como funciona, j muito dispendioso para o organismo, consumindo cerca de 20% de toda a energia corporal. Alm disso, os organismos no teriam vantagens adaptativas desenvolvendo um sistema to complexo, mas que permanecesse inutilizado.

    H registros de uma porcentagem maior que a mdia? Nelson Torro: O grande problema como medir o uso do crebro. No existem bons

    parmetros para isso. Lucy vai ganhando novas habilidades medida que aumenta a capacidade cerebral. Com

    20% ela consegue controlar as clulas do corpo. Com 50% ela controla a matria e com 60% ela pode controlar pessoas. O que h de verdade nisso e o que h de exagero?

    Nelson Torro: Pelo que sabemos atualmente, tudo um exagero. No mximo, um crebro mais potente tornaria a pessoa mais inteligente, com melhor memria ou mais atenta.

    H drogas que aumentam o potencial cerebral da pessoa? Como isso possvel?

    Nelson Torro: Existem drogas que parecem aumentar as funes atencionais e a concentrao, tal como o metilfenidato, que o princpio ativo dos medicamentos Ritalina e Concerta, usados no tratamento de crianas com o Transtorno do Dficit de Ateno e Hiperatividade. Mesmo em adultos saudveis, o medicamento parece ter um efeito benfico sobre o raciocnio e aprendizado.

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    03. Tanto o Texto I quanto o Texto II afirmam que:

    a) o que se passa no filme meramente fico. b) o filme traz questes sobre o tempo e o crebro. c) o filme apresenta um conceito cientificamente provvel. d) pode haver consequncias negativas no uso exagerado do crebro. e) h drogas que nos permitem alcanar 100% da nossa capacidade cerebral.

    No entanto, essa uma questo polmica, pois no sabemos quais so as consequncias a longo prazo do uso desses medicamentos, que podem afetar a dinmica do funcionamento cerebral. Seria muito recomendada uma droga tradicional de aumento do potencial cerebral, a cafena, presente no caf e guaran, por exemplo. O caf promove o alerta e estimula as funes cerebrais, alm disso, em doses moderadas, traz outros benefcios sade.

    Na maioria das cenas de Lucy como se ela ganhasse super poderes, contudo deve haver um

    lado ruim nesse uso exagerado do crebro. Quais as desvantagens do uso em demasia do nosso crebro? Aguentaramos o tranco, tanto fisicamente como psicologicamente?

    Nelson Torro: bem possvel que houvesse consequncias negativas, caso isso ocorresse. Existem muitos relatos de pessoas com capacidade de memria extraordinria, mas que no se tornaram necessariamente mais inteligentes ou mais bem-sucedidas por conta disso.

    Com os estudos atuais dessa rea, acredita que iremos descobrir algum dia o verdadeiro

    potencial de nosso crebro? Nelson Torro: Acho que esse potencial j conhecido. Nosso crebro muito bom, flexvel o

    bastante para aprendermos coisas novas durante a toda vida. A exemplo da personagem do filme, podemos aprender tambm chins; no em uma hora, mas podemos aprender. Podemos tambm adquirir novas habilidades graas plasticidade cerebral, incluindo habilidades motoras, tal como esporte ou dana, conhecimentos gerais (matemtica, histria, literatura) e habilidades musicais, por exemplo.

    Vendo o trailer do filme, qual a porcentagem de veracidade dos poderes adquiridos pelo

    crebro de Lucy? Nelson Torro: Nesse caso, mais fcil quantificar: 0%. (risos) Em sua opinio, o que poderemos fazer ao alcanarmos 100% da nossa capacidade cerebral? Nelson Torro: Sempre vale a pena investirmos no aprendizado de novas habilidades e

    conhecimentos. Torna a vida mais mental mais rica.

    ALVES, Nelson Torro. Entrevista. Disponvel em: . Acesso em: 16 de agosto de 2014

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    04. Releia a seguinte frase, extrada do Texto II:

    A expresso aguentaramos o tranco, caracterstica de uma fala mais informal, poderia ser adequadamente substituda por:

    a) aceitaramos o fato. b) suportaramos a tarefa. c) ficaramos mais geis. d) ficaramos mais fortes. e) teramos problemas.

    05. Releia a seguinte frase, extrada do Texto II:

    Podemos substituir a expresso medida que, sem alterao de sentido da frase, por:

    a) porque. b) quando. c) proporo que. d) de modo que. e) entretanto.

    Na maioria das cenas de Lucy como se ela ganhasse super poderes, contudo deve haver um lado ruim nesse uso exagerado do crebro. Quais as desvantagens do uso em demasia do nosso crebro? Aguentaramos o tranco, tanto fisicamente como psicologicamente?

    Lucy vai ganhando novas habilidades medida que aumenta a capacidade cerebral.

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    L I T E R A T U R A S

    Texto I Muribeca Lixo? Lixo serve pra tudo. A gente encontra a moblia da casa, cadeira pra pr uns pregos e ajeitar, sentar. Lixo

    pra poder ter sof, costurado, cama, colcho. At televiso. a vida da gente o lixo. E por que que agora

    querem tirar ele da gente? O que que eu vou dizer pras crianas? Que no tem mais brinquedo? Que acabou o

    calado? Que no tem mais histria, livro, desenho? E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver

    sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer? E o que eu vou

    cozinhar agora? Onde vou procurar tomate, alho, cebola? Com que dinheiro vou fazer sopa, vou fazer caldo, vou

    inventar farofa? Fale, fale. Explique o que que a gente vai fazer da vida? O que a gente vai fazer da vida? No

    pense que fcil. Nem remdio pra dor de cabea eu tenho. Como vou me curar quando me der uma dor no

    estmago, uma coceira, uma caganeira? V, me fale, me diga, me aconselhe. Onde vou encontrar tanto remdio

    bom? E esparadrapo e band-aid e seringa? O povo do governo devia pensar trs vezes antes de fazer isso com

    chefe de famlia. Vai ver que eles to de olho nessa merda aqui. Nesse terreno. Vai ver que eles perderam

    alguma coisa. . Se perderam, a gente acha. A gente cata. A gente encontra. At bilhete de loteria, lembro, teve

    gente que achou. Vai ver que isso, coisa da Caixa Econmica. Vai ver que isso, descobriram que lixo d

    lucro, que pode dar sorte, que luxo, que lixo tem valor. Por exemplo, onde a gente vai morar, ? Onde a gente

    vai morar? Aqueles barracos, tudo ali em volta do lixo, quem que vai levantar? Voc, o governador? No.

    Esse negcio de prometer casa que a gente no pode pagar balela, conversa pra boi morto. Eles jogam a

    gente num esgoto. Pr'onde vo os coitados desses urubus? A cachorra, o cachorro? Isso tudo aqui uma

    festa. Os meninos, as meninas naquele alvoroo, pulando em cima de arroz, feijo. Ajudando a escolher. A

    gente j conhece o que bom de longe, s pela cara do caminho. Tem uns que vm direto de supermercado,

    aougue. Que dia na vida a gente vai conseguir carne to barato? Bisteca, fil, ch-de-dentro - o moo t

    servido? A moa? Os motoristas j conhecem a gente. Tm uns que at guardam com eles a melhor parte.

    coisa muito boa, desperdiada. Tanto povo que compra o que no gasta - roupa nova, vu, grinalda. Minha filha

    j vestiu um vestido de noiva, at a aliana a gente encontrou aqui, num corpo. . Vem parar muito bicho morto.

    Muito homem, muito criminoso. A gente j t acostumado. At o camburo da polcia deixa seu lixo aqui,

    depositado. Balas, revlver 38. A gente no tem medo, moo. A gente s ficar calado. Agora, o que deu na

    cabea desse povo? A gente nunca deu trabalho. A gente no quer nada deles que no esteja aqui jogado,

    rasgado, atirado. A gente no quer outra coisa seno esse lixo pra viver. Esse lixo para morrer, ser enterrado.

    Pra criar os nossos filhos, ensinar o nosso ofcio, dar de comer. Pra continuar na graa de Nosso Senhor Jesus

    Cristo. No faltar brinquedo, comida, trabalho. No, eles nunca vo tirar a gente deste lixo. Tenho f em Deus,

    com a ajuda de Deus eles nunca vo tirar a gente deste lixo. Eles dizem que sim, que vo. Mas no acredito.

    Eles nunca vo conseguir tirar a gente deste paraso.

    FREIRE, Marcelino. Muribeca. In:_____. Angu de sangue. So Paulo: Ateli, 2000. p. 23-25.

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    06. No conto de Marcelino Freire (Texto I), o tema central, que motiva o drama do narrador-personagem, corresponde ao seguinte elemento da narrativa:

    a) tempo. b) espao. c) protagonista. d) foco narrativo. e) narrador.

    Texto II Nem luxo, nem lixo

    Como vai voc?

    Assim como eu

    Uma pessoa comum

    Um filho de Deus

    Nessa canoa furada

    Remando contra a mar

    No acredito em nada

    At duvido da f

    No quero luxo, nem lixo

    Meu sonho ser imortal

    Meu amor!

    No quero luxo, nem lixo

    Quero sade pra gozar no final

    LEE, Rita Lee; CARVALHO, Roberto de. Nem luxo, nem lixo. In: LEE, Rita. Rita Lee. [LP]. Brasil: Som Livre, 1980.

    07. A ideia central, defendida pelo eu-lrico, na letra da cano de Rita Lee e Roberto de Carvalho (texto II) est melhor explicada em:

    a) a liberdade s possvel com f. b) a imortalidade depende do sonho. c) os bens materiais se justificam pela imortalidade. d) o bem-estar o principal valor da vida. e) as dificuldades devem sempre ser enfrentadas.

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    08. Embora os personagens representados nos textos I e II estejam na mesma canoa furada/remando contra a mar, um elemento os torna diferentes. Identifique este elemento:

    a) a sensualidade. b) a pureza. c) a ganncia. d) a f. e) o orgulho.

    09. A oposio existente entre os sentidos de luxo e lixo, presente na cano de Rita Lee e Roberto de Carvalho (Texto II), invertida na seguinte ideia, depreendida do conto de Marcelino Freire (Texto I):

    a) o lixo tem valor econmico. b) o lixo sem tratamento vetor de doenas. c) na pobreza deve sempre haver alegria. d) o luxo no privilgio dos ricos. e) o luxo pode ser um lixo.

    10. Tanto o narrador do conto Muribeca (Texto I), quanto o eu-lrico da cano Nem luxo, nem lixo (Texto II) constroem seus discursos atravs do seguinte recurso em comum:

    a) a interlocuo com uma segunda pessoa. b) a argumentao racional e lgica. c) o apelo emocionado que indica desespero. d) a indiferena em relao aos valores materiais. e) a esperana em dias melhores.

    M A T E M T I C A

    11. Num certo sbado, uma casa de shows teve trs fontes de faturamento: entradas, bebidas e comidas. O

    gerente da casa levantou as seguintes informaes:

    53% do faturamento foi relativo s entradas vendidas; 58% do faturamento resultou das bebidas vendidas; 17% do faturamento foi relativo ao consumo de comida; 13% do faturamento resultou das entradas e bebidas vendidas; 10% do faturamento foi relativo s entradas e comidas vendidas; 5% do faturamento resultou das entradas, bebidas e comidas vendidas; 2% do faturamento foi relativo apenas ao consumo de comidas.

    Sabendo que, naquele sbado, essa casa de shows faturou R$ 200.000,00, o faturamento devido, unicamente, a bebidas foi de:

    a) R$ 90.000,00 b) R$ 80.000,00 c) R$ 70.000,00 d) R$ 16.000,00 e) R$ 10.000,00

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    12. Segue abaixo o grfico da funo :f IR IR .

    Considere as seguintes afirmaes:

    I) f possui 2 razes racionais.

    II) A funo f assume valor mnimo quando 3x = e 3.x = III) A funo f crescente em ( 4,0) (4, ) + e decrescente em ( , 4) (0, 4).

    CORRETO afirmar que:

    a) Apenas I verdadeira. b) Apenas II verdadeira. c) Apenas III verdadeira. d) Apenas II e III so verdadeiras. e) Apenas I e III so verdadeiras.

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    13. A magnitude de um terremoto, na escala Richter, dada por

    0

    2log

    3

    EM

    E

    =

    onde E a energia

    liberada no evento e 0E uma constante fixada para qualquer terremoto. Houve dois terremotos

    recentemente: um ocorreu no Chile, de magnitude 1 8,2M = , e outro, no Japo, de magnitude 2 8,8,M = ambos nessa escala.

    Considerando 1E e 2E as energias liberadas pelos terremotos no Chile e no Japo, respectivamente, CORRETO afirmar:

    a) 2

    1

    10E

    E=

    b) 2

    1

    1E

    E=

    c) 2

    1

    0 1E

    E< <

    d) 2

    1

    1 10E

    E< <

    e) 2

    1

    10E

    E>

    14. Dadas as seguintes afirmaes:

    I) Se um paralelogramo tem dois ngulos de vrtices consecutivos congruentes, ento ele um retngulo. II) A altura de um trapzio retngulo que tem o ngulo agudo medindo 30 igual metade do lado no

    perpendicular s bases. III) Se as diagonais de um quadriltero so congruentes e perpendiculares, ento elas so bissetrizes dos

    ngulos desse quadriltero.

    CORRETO afirmar que:

    a) Apenas I verdadeira. b) Apenas II verdadeira. c) Todas as afirmaes so verdadeiras. d) Apenas I e II so verdadeiras. e) Apenas II e III so verdadeiras.

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    15. Conforme a figura a seguir, um ventilador com design moderno possui 3 ps, em formato de tringulos retngulos. Ao ligar o ventilador, as ps giram no sentido anti-horrio, e o ponto C o centro da rotao do ventilador.

    A rea mxima da regio determinada por essa rotao, em unidades de rea, :

    a) 9 b) 15 c) 25 d) 225 e) 625

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    B I O L O G I A

    16. As vitaminas so compostos orgnicos, necessrios em pequenas quantidades, sendo essenciais para a realizao de muitos dos processos que ocorrem no nosso organismo. Vrias doenas so causadas por uma deficincia em vitaminas. O Escorbuto, o Beribri e a Anemia perniciosa so doenas associadas carncia de quais vitaminas, respectivamente?

    a) C, B1 e B12 b) E, B6 e B9 c) A, B1 e B5 d) C, B2 e B9 e) E, B12 e B9

    17. Associe as colunas.

    ( 1 ) Epitlio simples pavimentoso ( ) Atua na digesto e na absoro de nutrientes. Nos intestinos, sua superfcie livre de clulas rica em microvilosidades que aumentam a rea de absoro.

    ( 2 ) Epitlio estratificado pavimentoso ( ) Ocorre na cavidade nasal, na traqueia e nos brnquios, onde possuem glndulas mucosas que aglutinam partculas estranhas que penetram no organismo pelas vias areas. Apresentam ainda clios que transportam essas partculas para fora.

    ( 3 ) Epitlio simples prismtico ( ) Ocorre nos tbulos renais, tendo a funo bsica de absoro de substncias teis, presentes na urina, devolvendo-as para o sangue.

    ( 4 ) Epitlio simples cuboide ( ) Permite a passagem de substncias, sendo encontrada em alvolos pulmonares.

    ( 5 ) Epitlio pseudoestratificado pavimentoso ( ) Proteo mecnica e proteo contra perda de gua. Ocorre em reas de atrito, como na pele e nas mucosas bucal e vaginal.

    Marque a opo que contm a sequncia CORRETA.

    a) 3, 4, 5, 2, 1 b) 5, 3, 1, 2, 4 c) 1, 5, 3, 4, 2 d) 3, 5, 4, 1, 2 e) 1, 4, 5, 2, 4

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    18. A maior parte dos seres vivos constituda por gua, responsvel por 70 a 85% de sua massa. Considere as afirmativas abaixo relacionadas s propriedades fsico-qumicas da gua.

    I) A molcula de gua polarizada, ou seja, apesar de ter carga eltrica total igual a zero, possui carga

    eltrica parcial negativa na regio do oxignio e carga eltrica parcial positiva na regio de cada hidrognio.

    II) Na gua em estado lquido, a atrao entre molculas vizinhas cria uma espcie de rede fluida, em contnuo rearranjo, com pontes de hidrognio se formando e se rompendo a todo momento.

    III) A tenso superficial est presente nas gotas de gua, sendo responsvel pela forma peculiar que elas possuem.

    IV) O calor especfico definido como a quantidade de calor absorvida durante a vaporizao de uma substncia em seu ponto de ebulio.

    Assinale a alternativa que contenha todas as afirmativas CORRETAS.

    a) I e III b) II e IV c) I, II e III d) I, II e IV e) I, III e IV

    19. Mamferos aquticos, como os cetceos, possuem um revestimento de tecido adiposo que serve, principalmente, para evitar a perda de calor. Em humanos, o corpo mais ou menos envolvido por uma camada de gordura que se localiza abaixo da pele. Marque a afirmativa CORRETA, a qual mostra o nome das clulas desse tecido em I, a(s) substncia(s) que armazena(m) em II e um exemplo de suas funes em III.

    a) I adiposas; II - hemoglobina; III - isolante trmico. b) I condroblastos; II - triglicerdeos; III - evita choques mecnicos. c) I fibroblastos; II - colgeno; III - preenchimento de espaos. d) I adiposas; II - gorduras ou lipdeos; III - reserva de energia. e) I osteoblastos; II minerais; III - formao dos ossos.

    20. Recentemente, um estudante de engenharia do Royal College of Art, na Inglaterra, desenvolveu uma folha artificial capaz de produzir e liberar oxignio na atmosfera. Resumidamente, o experimento consistiu na criao de uma espcie de tecido composto por protenas, onde foram fixados cloroplastos extrados de plantas reais, sendo possvel recriar em laboratrio uma das etapas do processo da fotossntese. Considerando as informaes apresentadas, CORRETO afirmar que: a) a etapa da fotossntese recriada em laboratrio consiste no uso de energia luminosa para a quebra de

    molculas de glicose e liberao de oxignio. b) nas folhas naturais, a liberao de oxignio decorrente do processo fotossinttico realizada atravs de

    estruturas chamadas hidatdios. c) a etapa da fotossntese recriada em laboratrio teria tido o mesmo sucesso se, ao invs de cloroplastos,

    tivessem sido fixadas mitocndrias no tecido composto por protenas. d) em condies naturais, o processo da fotossntese recriado em laboratrio influenciado pela

    composio mineral do solo. e) a etapa da fotossntese recriada em laboratrio consiste no uso de energia luminosa para a quebra de

    molculas de gua e liberao de oxignio.

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    F S I C A

    Na soluo da prova, use quando necessrio: g = 10 m/s2; cos(30) = 0,87; sen(30) = 0,50; = 3.

    21. Durante uma competio de bicicletas, um ciclista est se deslocando com uma velocidade constante de 36,0 km/h na horizontal. De repente, ele se depara com uma subida de 100 m e inclinao constante igual a 30o.

    Desprezando as perdas por atrito, calcule qual deve ser a energia fornecida pelo ciclista para chegar ao final da subida com uma velocidade de 18,0 km/h. (considere a massa do ciclista mais a bicicleta igual a 50,0 kg)

    a) 23125,0 J b) 32235,0 J c) 43243,0 J d) 22250,0 J e) 13125,0 J

    22. Muitas teorias sobre o Sistema Solar se sucederam, at que, no sculo XVI, o polons Nicolau Coprnico apresentou uma verso revolucionria. Para Coprnico, o Sol, e no a Terra, era o centro do sistema. Atualmente, o modelo aceito para o Sistema Solar , basicamente, o de Coprnico, feitas as correes propostas pelo alemo Johannes Keppler e por cientistas subsequentes.

    Sobre Gravitao e as Leis de Kepler, considere as afirmativas, a seguir, verdadeiras (V) ou falsas (F).

    I) ( ) Adotando-se o Sol como referencial, todos os planetas movem-se descrevendo rbitas elpticas, tendo o Sol como um dos focos da elipse.

    II) ( ) O vetor posio do centro de massa de um planeta do Sistema Solar, em relao ao centro de massa do Sol, varre reas iguais em intervalos de tempo iguais, no importando a posio do planeta em sua rbita.

    III) ( ) O vetor posio do centro de massa de um planeta do Sistema Solar, em relao ao centro de massa do Sol, varre reas proporcionais em intervalos de tempo iguais, no importando a posio do planeta em sua rbita.

    IV) ( ) Para qualquer planeta do Sistema Solar, o quociente do cubo do raio mdio da rbita pelo quadrado do perodo de revoluo em torno do Sol constante.

    Assinale a alternativa CORRETA.

    a) Todas as afirmativas so verdadeiras. b) Apenas as afirmativas I, II e III so verdadeiras. c) Apenas as afirmativas I, II e IV so verdadeiras. d) Apenas as afirmativas II, III e IV so verdadeiras. e) Apenas as afirmativas I e II so verdadeiras.

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    23. Pode ser considerado um slido perfeito aquele corpo em que a distncia entre duas partculas quaisquer inaltervel. Esse corpo perfeito, chamamos de CORPO RGIDO. O conceito de Corpo Rgido uma idealizao, uma vez que todo corpo real pode ser deformado pela aplicao de foras. Entretanto, muitos slidos do nosso dia a dia comportam-se, praticamente, como um corpo rgido em diversas situaes. Sobre esse assunto, considere as afirmativas, a seguir, verdadeiras (V) ou falsas (F).

    I) ( ) Um corpo rgido est em equilbrio de translao quando seu centro de massa est em repouso ou em

    movimento retilneo e uniforme. II) ( ) Um corpo rgido est em equilbrio de rotao quando est em repouso (no roda) ou em movimento

    de rotao uniforme (roda com velocidade angular constante). III) ( ) A condio de equilbrio de translao de um corpo rgido que a resultante das foras externas

    atuantes no corpo seja nula. IV) ( ) Denomina-se centro de gravidade (G) de um corpo ou sistema de pontos materiais um

    determinado ponto por onde passa a linha de ao do peso resultante.

    Assinale a alternativa CORRETA.

    a) Apenas as afirmativas I e II so verdadeiras. b) Apenas as afirmativas I, II e III so verdadeiras. c) Apenas as afirmativas I, II e IV so verdadeiras. d) Apenas as afirmativas II, III e IV so verdadeiras. e) Todas as afirmativas so verdadeiras.

    24. Em relao s Leis de Newton, CORRETO afirmar que:

    a) sobre um corpo que realiza um movimento circular uniforme, o somatrio das foras nulo. b) em um corpo em repouso ou em movimento uniforme, em relao ao mesmo referencial, no existe a

    ao de foras. c) a ao de uma fora sobre um corpo no necessariamente altera seu estado de movimento. d) a toda ao tem uma reao, que resulta na mudana de estado de movimento de um corpo. e) a fora centrpeta responsvel por manter a resultante das foras igual a zero.

    25. A Lua est situada a uma distncia de 3,8 x 108 m da Terra e completa uma volta a cada 27,3 dias. Com essas informaes e admitindo a rbita da Lua como circular, calcule a sua acelerao centrpeta e, depois, marque a opo CORRETA.

    a) 3,75x10-4 m/s2 b) 5,82x10-3 m/s2 c) 2,45x10-3 m/s2 d) 3,70x10-3 m/h2 e) 4,80x10-3 m/h2

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    G E O G R A F I A

    26. Leia a tabela a seguir. Ela apresenta as horas de luz solar em algumas latitudes do Hemisfrio Sul.

    Horas de luz solar no Hemisfrio Sul

    Latitude (Graus)

    20 de maro e 22 de setembro

    (horas)

    21 de dezembro (horas)

    21 de junho (horas)

    0 12 12 h 12 h 10 12 12 h 35 min 11 h 25 min 20 12 13 h 12 min 10 h 48 min

    23,5 12 13 h 35 min 10 h 41 min 30 12 13 h 56 min 10 h 4 min 40 12 14 h 52 min 9 h 8 min 50 12 16 h 18 min 7 h 42 min 60 12 18 h 27 min 5 h 33 min

    66,5 12 24 0 h 70 12 24 0 h 80 12 24 0 h 90 12 24 0 h

    Fonte: Disponvel em: . Acesso em: 28 ago. 2014. Adaptado.

    Essa variao na durao das horas de luz solar, no Hemisfrio Sul, ocorre em funo:

    a) da excentricidade da Terra. b) da precesso dos equincios. c) do clima equatorial da Terra. d) do eixo inclinado da Terra. e) do solstcio de vero.

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    27. Observe a figura a seguir:

    Figura: Sistema Fluvial

    Fonte: PETERSEN, J.S. et al. Fundamentos de Geografia Fsica. So Paulo: Cengage Learning, 2014. p. 333.

    Sobre o sistema fluvial, correto afirmar que:

    a) a eroso fluvial menor na rea de deposio, em funo do menor fluxo de drenagem e capacidade de transporte.

    b) o divisor de drenagem delimita a rea da bacia hidrogrfica, definindo a rea de escoamento e infiltrao no seu interior.

    c) o ganho de gua num sistema fluvial se d pelo fluxo que chega aos oceanos, a evaporao e pelo escoamento de guas pluviais.

    d) os rios depositam seus sedimentos adjacentes aos seus canais, principalmente no perodo das secas, em funo do menor volume de guas.

    e) os sedimentos transportados pelo sistema fluvial so importantes na manuteno da qualidade e quantidade de gua.

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    28. As Figuras 1, 2, 3, 4 e 5, a seguir, mostram a histria tectnica da Terra nos ltimos 250 milhes de anos de

    tempo geolgico. Cada era, perodo e poca da histria geolgica da Terra teve uma distribuio de terra e mar, com regies climticas, vegetao e fauna distintas, caracterizando uma geografia fsica diferente da que presenciamos hoje.

    1

    4

    2

    5

    3

    Fonte: PETERSEN, J. S. et al. Fundamentos de Geografia Fsica. So Paulo: Cengage Learning, 2014, p. 261.

    Com base nas figuras apresentadas, responda:

    Qual das formas representa o Continente Pangea?

    a) Apenas a Figura 1. b) Apenas a Figura 2. c) Apenas a Figura 3. d) Apenas a Figura 4. e) Apenas a Figura 5.

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    29. Observe o diagrama abaixo. Esse diagrama representa a relao entre o intemperismo fsico e qumico e o clima.

    Fonte: PETERSEN, J. S. et al. Fundamentos de Geografia Fsica. So Paulo:

    Cengage Learning, 2014, p. 296.

    Sobre o intemperismo fsico e qumico, podemos afirmar:

    a) as regies localizadas em baixa latitude e que possuem climas midos possuem intemperismo qumico menos intenso.

    b) nas florestas tropicais midas e nos climas de mones, o intemperismo qumico mais significativo do que o intemperismo fsico.

    c) nas regies ridas e frias, onde o intemperismo qumico predomina, as rochas tendem a ser mais pontudas, angulares e recortadas.

    d) o intemperismo fsico elevado nos climas midos de latitudes medianas, sendo evidenciado pela profundidade dos solos e formas arredondadas.

    e) o intemperismo qumico considerado mais intenso em regies de baixa temperatura e mdia precipitao.

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    30. Observe as Figuras abaixo.

    Fonte: CANTO, T. S.do; BERG, T. J. Saber e ensinar cartografia. So Paulo: Panda Books, 2009, 50 p.

    Na Figura 1, representamos uma mscara moldada no rosto de uma pessoa e, na Figura 2, foram traadas linhas com espaamento relativo distncia de 1 milmetro de altura. Esta permite visualizar a forma de elementos em trs dimenses.

    A tcnica adotada na Figura 2, tambm pode ser aplicada na representao do relevo. Essa tcnica chamada de:

    a) da aplicao da escala grfica. b) da escolha da projeo cartogrfica. c) da utilizao da aerofotogrametria. d) do emprego do geoprocessamento. e) do traado de curvas de nvel.

    Figura 1 Figura 2

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    H I S T R I A

    31. Leia o seguinte texto:

    Roma no perodo da Repblica era dirigida por um grupo de famlias nobres, mas o povo,

    teoricamente, dispunha de grande poder; as assembleias populares elegiam magistrados, votavam leis

    e julgavam os casos judicirios mais importantes. Mas era uma sociedade com distines legais de

    status, baseadas na qualificao censitria do cidado. Ele era um soldado, um contribuinte que

    pagava impostos e um eleitor, com privilgios e encargos de acordo com seu status pessoal.

    CORASSIN, Maria Luiza. O cidado romano na Repblica. Projeto Histria, So Paulo, n. 33, p. 271-287, dez. 2006.

    Com base nessa citao e em seus conhecimentos, assinale a alternativa CORRETA.

    a) Embora os setores populares pudessem eleger seus representantes, a sociedade romana era hierarquizada com base no status e na renda.

    b) De acordo com o texto acima, possvel afirmar que, tal como Atenas, Roma vivia uma democracia direta.

    c) Em que pese o predomnio do direito constitucional, todas as decises tinham fundamento religioso. d) Todos os povos conquistados por Roma obtinham, de imediato, direito de cidadania e poderiam

    interferir nas decises polticas. e) Uma das grandes contribuies prestadas pelo Direito Romano foi a defesa do sufrgio universal.

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    32. Observe as figuras abaixo.

    Figura1: Iluminura mostrando Pedro, o eremita, indicando o caminho da Terra Santa aos cruzados (Frana, cerca de 1270). Fonte: Disponvel em: . Acesso em: , ago. 2014.

    Figura 2: Terceira Cruzada, 1189-1192. Fonte: Disponvel em: . Acesso em: 6 ago. 2014.

    Dentre os objetivos que impulsionaram os homens medievais a empreender viagens rumo ao Oriente, podemos destacar, EXCETO:

    a) A libertao da Palestina que estava sob domnio muulmano desde o sculo VII, j que todo cristo

    era um vassalo de Deus e, portanto, deveria jurar fidelidade e lutar contra os inimigos da f crist. b) Apesar da conquista de riquezas por meio de pihagens aos muulmanos, as Cruzadas no obtiveram

    sucesso no que diz respeito ao domnio de territrios, j que os cruzados nunca conseguiram dominar a Cidade Santa (Jerusalm).

    c) O interesse em obter mercadorias raras no Ocidente, principalmente os produtos conhecidos como especiarias, atravs do controle das rotas de comrcio no mar Mediterrneo.

    d) A necessidade de regular conflitos, desviando o esprito belicoso dos senhores feudais para regies sob ameaa do Isl, tal como observamos com o Imprio Bizantino, que recorre ajuda de cruzados para proteger suas fronteiras.

    e) Os benefcios espirituais concedidos aos cruzados, tal como a indulgncia plenria (perdo dos pecados) dada queles que partissem em peregrinao rumo Terra Santa para combater os infiis.

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    33. Leia o seguinte texto:

    O mercantilismo envolve um conjunto de prticas e teorias econmicas desenvolvidas ao longo da Idade

    Moderna. Nesse contexto histrico, observamos a relevante associao entre os Estados nacionais, que

    buscavam meios de fortalecer seu poder poltico, e a classe burguesa, que era responsvel pelo

    empreendimento das atividades comerciais. Essa experincia de longo prazo teve grande importncia para

    a acumulao primitiva de capitais.

    Disponvel em: . Acesso em: 28 ago. 2014.

    Sobre o mercantilismo, assinale a alternativa INCORRETA.

    a) O termo mercantilismo se refere a um conjunto de prticas econmicas marcadas pelo controle do Estado.

    b) O mercantilismo era a poltica econmica tpica dos Estados no Antigo Regime, que tambm foram marcados pelo Absolutismo e pela sociedade estamental.

    c) Uma das caractersticas desse perodo a adoo de padres comuns de comrcio, como a criao de tributos, moedas, pesos e medidas compartilhados, o que facilitava o controle centralizado.

    d) O colonialismo era um de seus elementos fundamentais, pois, com o monoplio comercial as colnias mantinham-se em situao perifrica e complementar Metrpole.

    e) A teoria da balana comercial favorvel defendia uma maior entrada de produtos importados, de forma a fomentar o comrcio e aumentar o acmulo de capitais.

    34. A ocupao territorial e o povoamento no Brasil-Colnia atenderam s necessidades europeias de comrcio, com novas reas sendo ocupadas para o cultivo de diferentes produtos.

    Leia as afirmaes abaixo.

    I) No sculo XVIII, as descobertas das minas de ouro intensificaram a imigrao portuguesa e possibilitaram a

    organizao de centros urbanos no que seriam os estados de Minas Gerais e Gois. II) O povoamento e a ocupao do territrio brasileiro, no perodo colonial, foram possveis pelas inmeras

    vertentes imigratrias europeias. III) A criao de portos no litoral nordestino, para escoamento da produo aucareira, possibilitou o

    surgimento dos primeiros ncleos urbanos no sculo XVI. IV) As expedies conhecidas como Bandeiras alargaram a presena do colonizador ao adentrarem no

    sculo XVII, na regio amaznica, na regio do Rio So Francisco e no serto nordestino.

    Agora, assinale a alternativa CORRETA.

    a) Todas as afirmativas so verdadeiras. b) Apenas as afirmativas I e II so verdadeiras. c) Apenas as afirmativas I e III so verdadeiras. d) Apenas as afirmativas II e IV so verdadeiras. e) Apenas as afirmativas I, III e IV so verdadeiras.

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    35. O processo histrico denominado Revoluo Inglesa ou Revoluo Gloriosa teve como palco a Inglaterra no perodo de 1640 a 1688, lanando as bases da Monarquia Parlamentar Inglesa. Sobre a Revoluo Inglesa, assinale a alternativa INCORRETA.

    a) Esse foi um momento marcado pelo fortalecimento do Parlamento atravs da Carta de Direitos que

    limitava o poder do soberano. b) A religio oficial do Estado continuou sendo o Anglicanismo, contudo, prevaleceu a liberdade de culto. c) Ambas as revolues propunham a centralizao do poder nas mos do monarca em detrimento do

    parlamento. d) O Parlamento representava os interesses de uma elite relacionada com o comrcio a qual conseguiu

    inmeras liberdades. e) O sistema parlamentar ingls um modelo de representatividade que influenciou na organizao de

    constituies em diversos pases do Ocidente.

    Q U M I C A

    36. O xido nitroso (N2O(g)), tambm conhecido como gs hilariante, foi o primeiro anestsico utilizado em cirurgias. Hoje, tambm pode ser utilizado na indstria automobilstica para aumentar a potncia de motores de combusto interna. Abaixo, est representada uma possibilidade da estrutura de Lewis dessa molcula.

    De acordo com a frmula apresentada, marque a opo que descreve CORRETAMENTE as ligaes existentes no N2O.

    a) Uma ligao inica e duas ligaes covalentes simples. b) Duas ligaes covalentes, sendo uma tripla e uma simples. c) Duas ligaes covalentes simples. d) Duas ligaes inicas. e) Duas ligaes covalentes, sendo uma dupla e uma simples.

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    37. O grfico abaixo apresenta a variao de temperatura observada ao se aquecer uma substncia A, a partir de 25 oC, em funo do tempo.

    Assinale a alternativa CORRETA.

    a) A faixa de temperatura em que a substncia permanece slida 25-41 oC. b) A substncia A no uma substncia pura. c) A temperatura de ebulio da substncia A 41 oC. d) A faixa de temperatura em que a substncia permanece lquida 25-182 oC. e) Em 25 oC, a substncia um lquido.

    38. O metal que d origem ao on metlico mais abundante no corpo humano tem, no estado fundamental, a seguinte configurao eletrnica:

    nvel 1: completo; nvel 2: completo; nvel 3: 8 eltrons; nvel 4: 2 eltrons

    Esse metal denominado:

    a) ferro (Z=26). b) silcio (Z = 14). c) clcio (Z = 20). d) magnsio (Z= 12). e) zinco (Z= 30).

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    39. A descoberta das relaes peridicas pelo qumico russo Dmitri Mendeleev foi olhada com algum ceticismo pelos qumicos da poca, mas ganhou credibilidade quando se provou capaz de prever propriedades de elementos qumicos que no haviam sido ainda descobertos. Essas propriedades so as mais variadas, como, por exemplo, densidade, raio atmico e eletronegatividade. Sabendo-se que a eletronegatividade do ltio 0,98 e a do potssio 0,82, a eletronegatividade do sdio :

    a) 0,98. b) 0,49. c) 0,41. d) 0,93. e) 0,82.

    40. De acordo com as teorias de Arrhenius, Brnsted-Lowry e Lewis, diferentes substncias podem ser reconhecidas como cidos ou bases. Assinale a alternativa que apresenta substncias classificadas como cidos de acordo com as teorias de Arrhenius, Brnsted-Lowry e Lewis, respectivamente.

    a) HCl, H2SO4, NH3 b) NH3, HCl, HCN c) H2SO4, CN

    , NH4+

    d) NaOH, CH3COO, SO4

    2 e) H2SO4, HCl, NH4

    +

  • GABARITO (Alterado aps apreciao dos recursos pelas Bancas)

    LNGUA PORTUGUESA LITERATURAS

    01 02 03 04 05 06 07 08 09 10

    D D B B C B D D A A

    MATEMTICA BIOLOGIA

    11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

    B E D D E A D C D E

    FSICA GEOGRAFIA

    21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

    A C E C C D B A B E

    HISTRIA QUMICA

    31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

    A B E E C B A C D E