Prova RJ23 Tipo 001

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Text of Prova RJ23 Tipo 001

  • N do CadernooN de Inscrioo

    ASSINATURA DO CANDIDATON do Documentoo

    Nome do Candidato

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos EspecficosP R O V A

    INSTRUES

    VOCDEVE

    ATENO

    - Verifique se este caderno:

    - corresponde a sua opo de cargo.

    - contm 70 questes, numeradas de 1 a 70.

    Caso contrrio, reclame ao fiscal da sala um outro caderno.

    No sero aceitas reclamaes posteriores.

    - Para cada questo existe apenas UMAresposta certa.

    - Voc deve ler cuidadosamente cada uma das questes e escolher a resposta certa.

    - Essa resposta deve ser marcada na FOLHADE RESPOSTAS que voc recebeu.

    - Procurar, na FOLHADE RESPOSTAS, o nmero da questo que voc est respondendo.

    - Verificar no caderno de prova qual a letra (A,B,C,D,E) da resposta que voc escolheu.

    - Marcar essa letra na FOLHADE RESPOSTAS, conforme o exemplo:

    - Marque as respostas primeiro a lpis e depois cubra com caneta esferogrfica de tinta preta.

    - Marque apenas uma letra para cada questo, mais de uma letra assinalada implicar anulao dessa questo.

    - Responda a todas as questes.

    - No ser permitida qualquer espcie de consulta, nem o uso de mquina calculadora.

    - Voc ter 3 horas e 30 minutos para responder a todas as questes e preencher a Folha de Respostas.

    - Ao trmino da prova, chame o fiscal da sala para devolver o Caderno de Questes e a sua Folha de Respostas.

    - Proibida a divulgao ou impresso parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados.

    A C D E

    Maro/2012TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2 REGIOa

    Concurso Pblico para provimento de cargos de

    Tcnico Judiciriorea Administrativa

    Caderno de Prova RJ23, Tipo 001 MODELO

    0000000000000000

    MODELO1

    0000100010001

    www.pciconcursos.com.br

  • 2 TRF2R-Conhecimentos-Gerais3

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Portugus

    Ateno: As questes de nmeros 1 a 5 baseiam-se nos Textos I e II, a seguir.

    Texto I

    No Po de Acar De cada dia Dai-nos Senhor A Poesia

    De cada dia

    (Andrade, Oswald. Pau-Brasil. Obras comple-tas de Oswald de Andrade. So Paulo, Glo-bo, Secretaria de Estado da Cultura, 1990, p. 63)

    Texto II

    O texto abaixo reproduz algumas afirmativas do Manifes-to Pau-Brasil, que Oswald de Andrade, um dos mentores do movimento modernista brasileiro de 1922, lanou no Correio da Manh em 18 de maro de 1924.

    A poesia existe nos fatos. Os casebres de aafro e de ocre nos verdes da Favela, sob o sol cabralino, so fatos est-ticos. O carnaval do Rio o acontecimento religioso da raa. Pau-Brasil. Wagner submerge ante os cordes de Botafogo. Brbaro e nosso. A formao tnica rica.

    A poesia Pau-Brasil. gil e cndida. Como uma criana. A lngua sem arcasmos, sem erudio. Natural e neol-

    gica. A contribuio milionria de todos os erros. Como falamos. Como somos.

    Nenhuma frmula para a contempornea expresso do mundo. Ver com olhos livres.

    Temos a base dupla e presente a floresta e a escola. A raa crdula e dualista e a geometria, a lgebra e a qumica logo depois da mamadeira e do ch de erva-doce. Um misto de "dorme nen que o bicho vem peg" e de equaes.

    Obuses de elevadores, cubos de arranha-cus e a sbia preguia solar. A reza. O Carnaval. A energia ntima. O sabi. A hospitalidade um pouco sensual, amorosa.

    (http://www.lumiarte.com/luardeoutono/oswald/manifpaubr.html acesso em 11/02/2012)

    1. Conclui-se corretamente do ltimo pargrafo do Texto II que Oswald de Andrade

    (A) critica alguns hbitos brasileiros que fazem parte do que ele vinha apontando como exemplos de uma viso potica ultrapassada.

    (B) relaciona elementos brasileiros que esto distantes de tudo aquilo que ele havia considerado como uma autntica poesia Pau-Brasil.

    (C) constata que a mistura entre elementos tradicionais de um povo e aqueles que atestam o progresso incompatvel com a poesia.

    (D) mostra desconhecer alguns elementos da realidade brasileira, embora esteja defendendo alguns de seus valores.

    (E) enumera algumas caractersticas da realidade brasi-leira que podem constituir assunto a ser transfor-mado em poesia.

    2. A afirmativa transcrita do Texto II, cujo sentido se relaciona com os versos do Texto I, :

    (A) O carnaval do Rio o acontecimento religioso da raa.

    (B) Nenhuma frmula para a contempornea expresso do mundo.

    (C) Temos a base dupla e presente a floresta e a escola.

    (D) ... a lgebra e a qumica logo depois da mamadeira e do ch de erva-doce.

    (E) Um misto de "dorme nen que o bicho vem peg" e de equaes.

    _________________________________________________________

    3. Os casebres de aafro e de ocre nos verdes da Favela, sob o sol cabralino, so fatos estticos.

    A afirmativa acima est corretamente redigida com outras palavras, mantendo-se em linhas gerais o sentido original, em:

    (A) Certas cores, ainda que reproduzam as favelas brasileiras, no demonstram uma beleza digna de expresso.

    (B) A simplicidade de uma favela, representada em casebres de cores contrastantes, esto longe de despertar sentimentos poticos.

    (C) A natureza, privilegiada do pas, particularmente en-solarada, se reproduzem nas cores contrastantes de uma favela.

    (D) A beleza se encontra nos elementos mais simples de uma cena comum, como a das casas humildes de uma favela.

    (E) A inteno potica que se busca nas cores gritantes das favelas uma transgresso aos valores est-ticos.

    _________________________________________________________

    4. No penltimo pargrafo do Texto II fica evidente a oposio, na ordem dada, entre

    (A) credulidade e desconhecimento cientfico.

    (B) tradio cultural e ingenuidade.

    (C) infantilidade e amadurecimento.

    (D) desconhecimento e tradio cultural.

    (E) primitivismo e conhecimento cientfico. _________________________________________________________

    5. Wagner submerge ante os cordes de Botafogo.

    A afirmativa que exprime corretamente, com outras pala-vras, o sentido original da frase acima :

    (A) Os cordes de Botafogo superam Wagner.

    (B) Wagner supera o que se faz nos cordes de Bota-fogo.

    (C) Botafogo, com seus cordes, retoma a superioridade de Wagner.

    (D) Diante dos cordes de Botafogo, Wagner ser a superao.

    (E) Para os cordes de Botafogo, Wagner superior.

    Caderno de Prova RJ23, Tipo 001

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  • TRF2R-Conhecimentos-Gerais3 3

    Ateno: As questes de nmeros 6 a 11 baseiam-se no texto abaixo.

    O planeta discute, e no de hoje, o fim da Idade do Petrleo. Como define o ex-ministro Delfim Netto, a Idade da Pedra no acabou por falta de pedras, mas pelo fato de outras tecnologias mais eficientes terem sido inventadas. No h dvida de que o estilo de vida e o modo de produo impulsio-nados pelo uso do petrleo so os principais responsveis pela degradao do planeta. O que no se sabe, porm, como e em que ritmo faremos a transio para uma nova etapa. E se seremos capazes de realiz-la a tempo de reverter ou ao menos estancar os problemas que ameaam a nossa prpria existn-cia.

    O consumo mundial de petrleo no d sinal de trgua: cresceu quase 30% entre 1990 e 2008, de 67 milhes para 86 milhes de barris por dia. No mesmo perodo, a demanda de petrleo na ndia mais do que dobrou e a da China triplicou. O ritmo de crescimento deve se repetir em 2011.

    Ao mesmo tempo, a escalada nas cotaes internacio-nais tende a aumentar a presso sobre os custos dos alimentos, dos produtos de limpeza domstica, de higiene pessoal e de energia para indstrias. Um aumento elevado no preo do leo reflete-se no custo da matria-prima e dos insumos, o que signi-fica um impacto no valor de embalagens plsticas, fertilizantes, combustveis para colheita e para transporte da safra agrcola.

    No sculo XXI, com o aumento da temperatura global, de dois graus em relao aos nveis pr-industriais, o tema das mudanas climticas pressiona os esforos mundiais para reduzir a queima de combustveis. Mas o homem moderno estaria preparado para abrir mo de seu conforto?

    (Darlene Menconi. Carta Verde. CartaCapital, 27 de abril de 2011, p. 45-46, com adaptaes)

    6. Fica evidente no texto, principalmente,

    (A) a independncia dos pases ricos em relao ao pe-trleo, embora seu uso esteja aumentando, espe-cialmente nos pases em desenvolvimento.

    (B) a escalada de aumentos nos preos de alimentos, que dificilmente poder ser revertida, dificultando o atendimento s populaes mais pobres do planeta.

    (C) o dilema entre reduo do uso do petrleo, para ga-rantir a sustentabilidade do planeta, e a necessidade de encontrar alternativas de substituio dessa ma-tria-prima.

    (D) o avano tecnolgico que permite encontrar alter-nativas para o uso de derivados de petrleo em vrias partes do mundo.

    (E) a constatao de que o petrleo insubstituvel nas condies atuais de vida e cabe humanidade reconhecer sua impotncia em proteger o meio ambiente.

    7. A referncia ao que diz o ex-ministro Delfim Netto

    (A) remete ideia central do texto, ou seja, de que necessrio substituir o petrleo por outros produtos menos poluentes.

    (B) valoriza as fontes alternativas de energia, resultan-tes da transformao do petrleo com tecnologia menos prejudicial ao ambiente.

    (C) chama a ateno para o fato de que o petrleo uma substncia que est se esgotando rapidamente em algumas regies do globo.

    (D) tenta mostrar que possvel voltar a um modo de vida mais simples, a exemplo da Idade da Pedra, sem destruir o meio ambiente.

    (E) diz respeito Idade do Petrleo, que caracteriza o mundo moderno, como garantia da oferta de pro-dutos essenciais sobrevivncia humana.

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