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Língua Portuguesa 8.º Ano 8(Para)TextosAna Miguel de PaivaGabriela Barroso de AlmeidaNoémia JorgeSónia Gonçalves Junqueira

Oo

Caderno do Professor

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 1 12/03/21 14:20

Page 2: PT8EM Livro Professor

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável

Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.º ciclo 3

Planificações 20

Planificação anual 20

Planificação por unidade 23

Planos de aula* (amostra) 31

* Versão completa disponível em setembro de 2012

Plano de aula − Unidade 1 31

Plano de aula − Unidade 2 32

Plano de aula − Unidade 3 33

Plano de aula − Unidade 4 34

Plano de aula − Obra integral 35

Testes de avaliação 36

Teste n.° 1 – Textos comunicacionais (Unidade 1) 36

Teste n.° 2 – Texto narrativo (Unidade 2) 41

Teste n.° 3 – Texto narrativo (Unidade 2) 46

Teste n.° 4 – Texto poético (Unidade 3) 51

Teste n.° 5 – Texto dramático (Unidade 4) 56

Testes de compreensão do oral 62

Teste n.º 1 − a partir de texto 62

Teste n.º 2 − a partir de texto 64

Teste n.º 3 − a partir de excerto radiofónico 66

Teste n.º 4 − a partir de excerto radiofónico 68

Soluções 70

Soluções dos testes de avaliação 70

Soluções dos testes de compreensão do oral 73

Soluções dos Guiões de Leitura 73

Nota: Os materiais assinalados com encontram-se também disponíveis no CD de Recursos.

Índice

I S B N 9 7 8 - 9 7 2 - 0 - 9 4 8 2 2 - 9

PT8CP_F01_20113818_AO4.indd 2 12/03/21 18:45

Page 3: PT8EM Livro Professor

3

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

No

tas:

• A

anua

lizaç

ão p

ress

upõe

que

os

cont

eúdo

s ab

orda

dos

nos

ciclo

s an

terio

res

seja

m re

tom

ados

;

• A

cor c

inze

nta

“ind

ica q

ue o

con

ceito

sub

jace

nte

ao c

onte

údo

pode

ser

trab

alha

do, m

as s

em e

xplic

itaçã

o do

term

o ao

s al

unos

” (P

PEB,

p. 1

18);

• O

itál

ico a

ssin

ala

as in

form

açõe

s qu

e in

tegr

am a

col

una

adici

onal

de

nota

s (q

ue c

ompl

etam

os

quad

ros

refe

renc

iais

de p

rogr

essã

o pr

ogra

mát

ica) q

ue s

e re

porta

“a

suge

stõe

s de

ativ

idad

es e

a

clarifi

caçõ

es”

(PPE

B, p

. 119

).

Com

pre

ensã

o d

o or

al/

Exp

ress

ão

ora

lL

inh

a o

rie

nta

do

ra:

Esc

uta

r p

ara

ap

ren

de

r e

co

nstr

uir

co

nh

ec

ime

nto

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Di

spor

-se

física

e p

sicol

ogica

men

te a

esc

utar

, foc

ando

a a

tenç

ão n

o ob

jeto

e n

os o

bjet

ivos

da

com

unica

ção

[p. e

x.:

ativa

ção

de e

stra

tégi

as d

e at

ençã

o, m

emor

izaçã

o e

rete

nção

de

info

rmaç

ão] .

Ouv

inte

• Ut

iliza

r pro

cedi

men

tos

para

cla

rifica

r, re

gist

ar, t

rata

r e re

ter a

info

rmaç

ão, e

m fu

nção

de

nece

ssid

ades

de

com

unica

ção

espe

cífica

s [e

stes

pro

cedi

men

tos d

evem

ser o

bjet

o de

trab

alho

exp

lícito

em

sala

de

aula

, com

bas

e na

aná

lise

e no

pro

gres

sivo

aper

feiço

amen

to d

as p

rodu

ções

dos

alu

nos] :

iden

tifica

r ide

ias-

chav

e; to

mar

not

as;

sol

icita

r inf

orm

ação

com

plem

enta

r;

− e

labo

rar e

util

izar g

relh

as d

e re

gist

o;

− e

sque

mat

izar.

Info

rmaç

ão

• In

terp

reta

r disc

urso

s or

ais

com

dife

rent

es g

raus

de

form

alid

ade

e co

mpl

exid

ade:

form

ular

, con

front

ar e

ver

ifica

r hip

ótes

es a

cerc

a do

con

teúd

o;

− a

gir e

m c

onfo

rmid

ade

com

inst

ruçõ

es e

info

rmaç

ões

rece

bida

s;

− id

entifi

car o

ass

unto

, tem

a ou

tópi

cos;

dist

ingu

ir o

esse

ncia

l do

aces

sório

;

− d

istin

guir

visã

o ob

jetiv

a e

visã

o su

bjet

iva;

faze

r inf

erên

cias

e de

duçõ

es [p

. ex.

: rea

lizaç

ão d

e tra

balh

o so

bre

sent

idos

exp

lícito

s, im

plíci

tos e

indí

cios.

Cf. C

EL,

Plan

o Di

scur

sivo

e Te

xtua

l] ;

− id

entifi

car e

lem

ento

s de

per

suas

ão;

reco

nhec

er q

ualid

ades

est

ética

s da

ling

uage

m.

Disc

urso

; uni

vers

o de

disc

urso

Proc

esso

s in

terp

reta

tivos

infe

renc

iais

Figu

ras

de re

tóric

a e

tropo

s

• Re

prod

uzir

o m

ater

ial o

uvid

o re

corre

ndo

a té

cnica

s de

refo

rmul

ação

[ide

ntifi

caçã

o do

ess

encia

l da

info

rmaç

ão

ouvid

a, tr

ansm

itind

o-a

com

fide

lidad

e].

Rela

toPa

ráfra

seSí

ntes

e

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 3 12/03/21 14:20

Page 4: PT8EM Livro Professor

4

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

• Di

stin

guir

dife

rent

es in

tenc

iona

lidad

es c

omun

icativ

as [p

. ex.

: inf

orm

ar, r

elat

ar, e

xpor

, nar

rar,

desc

reve

r, ex

plica

r, ar

gum

enta

r, co

nven

cer,

desp

erta

r a c

urio

sidad

e. Id

entifi

caçã

o de

inte

nçõe

s dec

lara

das,

expl

ícita

s ou

impl

ícita

s] ,

rela

ciona

ndo-

as c

om o

s co

ntex

tos

de c

omun

icaçã

o e

os re

curs

os li

nguí

stico

s m

obili

zado

s [e

xplo

raçã

o da

s di

fere

ntes

tipo

logi

as d

o or

al e

de

aspe

tos v

erba

is e

para

verb

ais d

a co

mun

icaçã

o].

Cont

exto

Ato

de fa

laPr

agm

átic

a

• Ap

recia

r o g

rau

de c

orre

ção

e ad

equa

ção

dos

disc

urso

s ou

vido

s.Ca

ract

eríst

icas

da fa

la e

spon

tâne

a e

cara

cter

ística

s da

fala

pre

para

da

• M

anife

star

idei

as, s

entim

ento

s e

pont

os d

e vi

sta

susc

itado

s pe

los

disc

urso

s ou

vido

s.

• Id

entifi

car e

car

acte

rizar

os

dife

rent

es ti

pos

e gé

nero

s pr

esen

tes

no d

iscur

so o

ral [

Cf. R

efer

encia

l de

text

os].

Tipo

logi

a te

xtua

l: te

xto

conv

ersa

ciona

l

• Ca

ract

eriz

ar p

ropr

ieda

des

de d

ifere

ncia

ção

e va

riaçã

o lin

guíst

ica,

reco

nhec

endo

o p

apel

da

língu

a pa

drão

[si

stem

atiza

ção

de c

ontra

stes

foné

ticos

, mor

foló

gico

s, s

intá

ticos

e s

emân

ticos

em

dife

rent

es re

aliza

ções

do

portu

guês

. Cf.

CEL,

Pla

no d

a Lín

gua,

Var

iaçã

o e

Mud

ança

] .

Varia

ção

e no

rmal

izaçã

o lin

guíst

ica

Líng

ua p

adrã

o (tr

aços

esp

ecífi

cos)

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: F

ala

r p

ara

co

nstr

uir

e e

xp

ressa

r c

on

he

cim

en

to

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Pl

anifi

car o

uso

da

pala

vra

em fu

nção

da

anál

ise d

a sit

uaçã

o, d

as in

tenç

ões d

e co

mun

icaçã

o es

pecífi

cas e

das

ca

ract

eríst

icas d

a au

diên

cia v

isada

[util

izaçã

o de

supo

rtes e

scrit

os (n

otas

, esq

uem

as…

) par

a ap

oiar

a co

mun

icaçã

o or

al].

Varie

dade

s sit

uacio

nais;

var

ieda

des

socia

is

• Ut

iliza

r inf

orm

ação

per

tinen

te, m

obili

zand

o co

nhec

imen

tos

pess

oais

ou d

ados

obt

idos

em

dife

rent

es fo

ntes

.

• O

rgan

izar o

disc

urso

, ass

egur

ando

a p

rogr

essã

o de

idei

as e

a s

ua h

iera

rqui

zaçã

o [p

. ex.

: org

aniza

ção

cron

ológ

ica,

lógi

ca, p

or o

rdem

de

impo

rtânc

ia, a

rgum

ento

/con

tra-a

rgum

ento

, per

gunt

a/re

spos

ta] .

• Pr

oduz

ir te

xtos

ora

is, d

e di

fere

ntes

tipo

s, a

dapt

ados

às

situa

ções

e fi

nalid

ades

de

com

unica

ção

[cf.

Refe

renc

ial d

e te

xtos

e tr

aços

car

acte

rizad

ores

das

dife

rent

es ti

polo

gias

; uso

coe

rent

e de

con

ecto

res e

mar

cado

res d

iscur

sivos

ad

equa

dos à

fina

lidad

e do

s tex

tos] :

exp

rimir

sent

imen

tos

e em

oçõe

s;

− re

lata

r/rec

onta

r;

− in

form

ar/e

xplic

ar;

des

crev

er;

faze

r apr

ecia

ções

crít

icas;

apr

esen

tar e

def

ende

r ide

ias,

com

porta

men

tos

e va

lore

s;

− a

rgum

enta

r/con

venc

er o

s in

terlo

cuto

res;

faze

r exp

osiçõ

es o

rais;

dar

a c

onhe

cer/r

econ

stru

ir un

iver

sos

no p

lano

do

imag

inár

io.

Ora

lidad

e Ca

ract

eríst

icas

da fa

la e

spon

tâne

a e

cara

cter

ística

s da

fala

pre

para

da

Tipo

logi

as te

xtua

is: te

xto

narra

tivo,

des

criti

vo, i

nstru

ciona

l, ex

posit

ivo,

ar

gum

enta

tivo,

pre

ditiv

oCo

erên

cia; c

oesã

oSe

quên

cia d

e en

uncia

dos

Prog

ress

ão te

mát

icaPr

incíp

io d

e pe

rtinê

ncia

e d

e co

oper

ação

Deix

is p

esso

al, t

empo

ral e

esp

acia

lIm

plic

atur

as c

onve

rsac

iona

is

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5

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

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• Us

ar d

a pa

lavr

a co

m fl

uênc

ia e

cor

reçã

o, u

tiliza

ndo

recu

rsos

ver

bais

e nã

o ve

rbai

s co

m u

m g

rau

de c

ompl

exid

ade

adeq

uado

às

situa

ções

de

com

unica

ção

[obs

erva

ção

e an

álise

das

esp

ecifi

cidad

es fo

nétic

as e

fono

lógi

cas d

o or

al

(inse

rção

, sup

ress

ão, a

ltera

ção,

redu

ção

vocá

lica,

ass

imila

ção,

diss

imila

ção…

) e d

as e

spec

ificid

ades

sint

ática

s do

oral

(elip

ses,

repe

tiçõe

s, pa

usas

, hes

itaçõ

es…

); tra

balh

o so

bre

a lin

guag

em n

ão v

erba

l, a

audi

bilid

ade

dos

enun

ciado

s ora

is (a

rticu

laçã

o, d

icção

), or

gani

zaçã

o te

mpo

ral d

a fa

la (r

espi

raçã

o, d

istrib

uiçã

o eq

uilib

rada

de

sequ

ência

s fón

icas e

pau

sas)

e ad

equa

ção

do d

iscur

so a

o te

mpo

disp

oníve

l] .

Ento

ação

Pros

ódia

/Nív

el P

rosó

dico

Ca

ract

erís

ticas

acú

stic

asEl

ocuç

ão

• Di

vers

ifica

r o v

ocab

ulár

io e

as

estru

tura

s ut

iliza

das

no d

iscur

so, c

om re

curs

o ao

por

tugu

ês p

adrã

o.Lí

ngua

pad

rão

(traç

os e

spec

ífico

s)

• Ex

plor

ar d

ifere

ntes

form

as d

e co

mun

icar e

par

tilha

r ide

ias

e pr

oduç

ões

pess

oais

[p. e

x.: r

ecita

ção,

impr

ovisa

ção,

le

itura

enc

enad

a, re

pres

enta

ção,

etc

.] se

lecio

nand

o es

traté

gias

e re

curs

os a

dequ

ados

par

a en

volv

er a

aud

iênc

ia

[exp

lora

ção

de re

laçõ

es e

ntre

vár

ias f

orm

as d

e ex

pres

são

esté

tica

(ver

bal,

visua

l, m

usica

l, pl

ástic

a, c

orpo

ral)]

.

Recu

rsos

ling

uíst

icos

e ex

tralin

guíst

icos

• Ut

iliza

r ade

quad

amen

te fe

rram

enta

s te

cnol

ógica

s pa

ra a

sseg

urar

um

a m

aior

efic

ácia

na

com

unica

ção.

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

art

icip

ar

em

sit

ua

çõ

es d

e i

nte

raç

ão

ora

l

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Se

guir

diál

ogos

, disc

ussõ

es o

u ex

posiç

ões,

inte

rvin

do o

portu

na e

con

stru

tivam

ente

[Cf.

Refe

renc

ial d

e te

xtos

].Ti

polo

gia

text

ual:

text

o co

nver

sacio

nal

Com

unic

ação

e in

tera

ção

disc

ursi

vas

• Im

plica

r-se

na c

onst

ruçã

o pa

rtilh

ada

de s

entid

os:

ate

nder

às

reaç

ões

verb

ais

e nã

o ve

rbai

s do

inte

rlocu

tor p

ara

uma

poss

ível

reor

ient

ação

do

disc

urso

;

− p

edir

e da

r inf

orm

açõe

s, e

xplic

açõe

s, e

scla

recim

ento

s;

− a

pres

enta

r pro

post

as e

sug

estõ

es;

reto

mar

, pre

cisar

ou

resu

mir

idei

as p

ara

facil

itar a

inte

raçã

o;

− e

stab

elec

er re

laçõ

es c

om o

utro

s co

nhec

imen

tos;

deb

ater

e ju

stifi

car i

deia

s e

opin

iões

;

− c

onsid

erar

pon

tos

de v

ista

cont

rário

s e

refo

rmul

ar p

osiçõ

es.

Locu

tor;

inte

rlocu

tor

Prin

cípio

s re

gula

dore

s da

inte

raçã

o di

scur

siva

Máx

imas

con

vers

acio

nais

; prin

cípio

de

corte

sia;

form

as d

e tra

tam

ento

Diál

ogo;

dia

logi

smo

Estra

tégi

as d

iscur

sivas

• As

sum

ir di

fere

ntes

pap

éis

[p. e

x.: p

orta

-voz

, rel

ator

, mod

erad

or, e

ntre

vista

dor/e

ntre

vista

do, a

nim

ador

. Re

conh

ecim

ento

de

proc

esso

s de

cons

truçã

o da

atit

ude

do lo

cuto

r fac

e ao

enu

ncia

do o

u ao

s par

ticip

ante

s num

di

scur

so] e

m s

ituaç

ões

de c

omun

icaçã

o, a

dequ

ando

as

estra

tégi

as d

iscur

sivas

às

funç

ões

e ao

s ob

jetiv

os v

isado

s [e

xplic

itaçã

o de

est

raté

gias

de

conq

uist

a e

man

uten

ção

do in

tere

sse

do a

uditó

rio (e

lem

ento

s pro

sódi

cos;

tom

e

volu

me

da v

oz; e

lem

ento

s ret

órico

-pra

gmát

icos,

entre

out

ros)]

.

Com

petê

ncia

dis

curs

iva

Argu

men

taçã

o

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 5 12/03/21 14:20

Page 6: PT8EM Livro Professor

6

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

• Re

spei

tar a

s co

nven

ções

que

regu

lam

a in

tera

ção

verb

al [p

. ex.

: ouv

ir os

out

ros,

espe

rar a

sua

vez,

dem

onst

rar

inte

ress

e].

• Ex

plor

ar o

s pr

oces

sos

de c

onst

ruçã

o do

diá

logo

e o

mod

o co

mo

se p

ode

agir

atra

vés

da fa

la [p

. ex.

: rel

açõe

s de

pode

r e p

roce

ssos

de

man

ipul

ação

que

se e

stab

elec

em a

travé

s da

fala

; par

ticip

ação

em

dra

mat

izaçõ

es, s

imul

açõe

s, im

prov

isaçõ

es] .

Lei

tura

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: L

er

pa

ra c

on

str

uir

co

nh

ec

ime

nto

(s)

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• De

finir

uma

inte

nção

, seg

uir u

ma

orie

ntaç

ão e

sel

ecio

nar u

m p

ercu

rso

de le

itura

ade

quad

o [a

tivaç

ão d

e es

traté

gias

va

riada

s de

leitu

ra: g

loba

l, se

letiv

a, a

nalít

ica; l

eitu

ra a

par

tir d

e di

fere

ntes

supo

rtes d

a in

form

ação

(tex

to im

pres

so,

text

o vis

ual,

text

o di

gita

l, te

xto

audi

ovisu

al)] .

Leito

r In

form

ação

Bi

blio

grafi

a

• Ut

iliza

r, de

mod

o au

tóno

mo,

a le

itura

par

a lo

caliz

ar, s

elec

iona

r, av

alia

r e o

rgan

izar a

info

rmaç

ão.

• Ut

iliza

r pro

cedi

men

tos

adeq

uado

s à

orga

niza

ção

e tra

tam

ento

da

info

rmaç

ão:

tom

ar n

otas

;

− id

entifi

car i

deia

s-ch

ave;

ela

bora

r e u

tiliza

r gre

lhas

de

regi

sto;

esq

uem

atiza

r.

Desc

ritor

es te

mát

icos

Hipe

rtext

o

• In

terp

reta

r tex

tos

com

dife

rent

es g

raus

de

com

plex

idad

e, a

rticu

land

o os

sen

tidos

com

a s

ua fi

nalid

ade,

os

cont

exto

s e

a in

tenç

ão d

o au

tor [

leitu

ra d

e di

fere

ntes

tipo

s de

text

os: n

arra

tivos

, inf

orm

ativo

s, cie

ntífi

cos,

etc.

, com

or

ient

açõe

s e o

bjet

ivos c

lara

men

te d

efini

dos;

traba

lho

sobr

e o

uso

coer

ente

de

cone

ctor

es e

mar

cado

res

disc

ursiv

os a

dequ

ados

à fi

nalid

ade

dos t

exto

s] :

− fo

rmul

ar h

ipót

eses

sob

re o

s te

xtos

;

− id

entifi

car t

emas

e id

eias

prin

cipai

s;

− id

entifi

car p

onto

s de

vist

a e

univ

erso

s de

refe

rênc

ia;

iden

tifica

r cau

sas

e ef

eito

s;

− fa

zer i

nfer

ência

s e

dedu

ções

[p. e

x.: r

ealiz

ação

de

traba

lho

sobr

e se

ntid

os e

xplíc

itos,

impl

ícito

s e in

dício

s];

− d

istin

guir

fact

o de

opi

nião

;

− id

entifi

car e

lem

ento

s de

per

suas

ão;

iden

tifica

r rec

urso

s lin

guíst

icos

utili

zado

s;

− e

xplic

itar o

sen

tido

glob

al d

o te

xto.

Text

o Te

ma

Prop

rieda

des

confi

gura

dora

s da

text

ualid

ade

Sequ

ência

text

ual

Estra

tégi

a di

scur

siva

Cont

exto

e c

otex

toSi

gnifi

caçã

o le

xica

l Pr

oces

sos

inte

rpre

tativ

os in

fere

ncia

is

Figu

ras

de re

tóric

a e

tropo

s

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 6 12/03/21 14:20

Page 7: PT8EM Livro Professor

fotocopiável

7

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

• Id

entifi

car r

elaç

ões

intra

text

uais,

com

pree

nden

do d

e qu

e m

odo

o tip

o e

a in

tenç

ão d

o te

xto

influ

encia

m a

sua

co

mpo

sição

form

al [ C

f. CE

L: a

nális

e de

mar

cas l

ingu

ística

s esp

ecífi

cas (

proc

esso

s ana

fóric

os, m

arca

dore

s te

mpo

rais,

ope

rado

res l

ógico

s e a

rgum

enta

tivos

, esq

uem

a do

s tem

pos v

erba

is, d

eític

os…

); an

álise

de

rela

ções

pa

rte/to

do, c

ausa

/con

sequ

ência

, gen

érico

/esp

ecífi

co, e

tc. ].

Prin

cípi

o de

per

tinên

cia

• Co

mpa

rar e

dist

ingu

ir te

xtos

, est

abel

ecen

do d

ifere

nças

e s

emel

hanç

as e

m fu

nção

de

dife

rent

es c

ateg

oria

s [ p

. ex.

: as

peto

s tem

ático

s, fo

rmai

s, de

gén

ero ]

.Te

xto

liter

ário

e te

xto

não

liter

ário

Tipo

logi

as te

xtua

is (te

xto

conv

ersa

ciona

l, na

rrativ

o, d

escr

itivo

, ins

trucio

nal,

expo

sitiv

o, a

rgum

enta

tivo,

pre

ditiv

o)

• Id

entifi

car e

car

acte

rizar

as

dife

rent

es ti

polo

gias

e g

éner

os te

xtua

is [ C

f. Re

fere

ncia

l de

text

os].

• In

terp

reta

r pro

cess

os e

efe

itos

de c

onst

ruçã

o de

sig

nific

ado

em te

xtos

mul

timod

ais

[p. e

x.: a

nális

e da

com

bina

ção

da p

alav

ra e

scrit

a co

m so

ns e

imag

ens fi

xas o

u em

mov

imen

to].

Mac

roes

trut

uras

text

uais

M

icro

estr

utur

as te

xtua

is

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: L

er

pa

ra a

pre

cia

r te

xto

s v

ari

ad

os

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Ex

pres

sar,

de fo

rma

fund

amen

tada

e s

uste

ntad

a, p

onto

s de

vist

a e

apre

ciaçõ

es c

rítica

s su

scita

dos

pelo

s te

xtos

lid

os e

m d

ifere

ntes

sup

orte

s [ p

. ex.

: mob

ilizaç

ão d

os c

onhe

cimen

tos p

révio

s do

alun

o: so

bre

o as

sunt

o ab

orda

do,

o tip

o de

text

o. O

trab

alho

incid

irá so

bre

text

o es

crito

e fí

lmico

].

• Di

scut

ir di

fere

ntes

inte

rpre

taçõ

es d

e um

mes

mo

text

o, s

equê

ncia

ou

pará

graf

o.Se

mân

tica

lexi

cal:

signi

ficaç

ão e

rela

ções

sem

ântic

as e

ntre

pal

avra

s

• Id

entifi

car p

roce

ssos

util

izado

s no

s te

xtos

par

a in

fluen

ciar o

leito

r [pa

pel d

os d

ifere

ntes

supo

rtes (

pape

l, di

gita

l, vis

ual)

e es

paço

s de

circu

laçã

o (jo

rnal

, Int

erne

t…) n

a es

trutu

raçã

o, re

ceçã

o e

impa

cto

dos t

exto

s ].

• Di

stin

guir

dife

renç

as, s

emel

hanç

as o

u a

novi

dade

de

um te

xto

em re

laçã

o a

outro

(s).

Inte

rtext

o/in

terte

xtua

lidad

e Pará

frase

Alus

ão, p

aród

ia

• Re

conh

ecer

e re

fletir

sob

re o

s va

lore

s cu

ltura

is, e

stét

icos,

étic

os, p

olíti

cos

e re

ligio

sos

que

perp

assa

m n

os te

xtos

.

• Co

mpa

rar i

deia

s e

valo

res

expr

esso

s em

dife

rent

es te

xtos

de

auto

res

cont

empo

râne

os, c

om o

s de

text

os d

e ou

tras

époc

as e

cul

tura

s [s

entid

o e

codi

ficaç

ão c

ultu

ral d

os g

éner

os e

tipo

s tex

tuai

s].

Cont

exto

Cont

exto

ext

rave

rbal

Cont

exto

situ

acio

nal

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 7 12/03/21 14:20

Page 8: PT8EM Livro Professor

8

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

• Le

r por

inici

ativ

a e

gost

o pe

ssoa

l, au

men

tand

o pr

ogre

ssiv

amen

te a

ext

ensã

o e

com

plex

idad

e do

s liv

ros

e ou

tros

mat

eria

is qu

e se

lecio

na [ c

riaçã

o na

aul

a de

esp

aços

de

diál

ogo

e pa

rtilh

a da

s lei

tura

s rea

lizad

as; d

ivulg

ação

de

livro

s; in

cent

ivo à

util

izaçã

o da

bib

liote

ca e

scol

ar].

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: L

er

tex

tos l

ite

rári

os

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• An

alisa

r os

para

text

os p

ara

cont

extu

aliza

r e a

ntec

ipar

o c

onte

údo

de u

ma

obra

[ mob

ilizaç

ão d

os c

onhe

cimen

tos

prév

ios d

o le

itor;

desc

odifi

caçã

o de

indí

cios v

ário

s ].

Para

text

o

Pref

ácio

; pos

fácio

; epí

graf

e

• Ex

prim

ir op

iniõ

es e

pro

blem

atiza

r sen

tidos

, com

o re

ação

pes

soal

à a

udiçã

o ou

leitu

ra d

e um

a ob

ra in

tegr

al.

Enci

clop

édia

(con

hecim

ento

do

mun

do)

Info

rmaç

ão; u

nive

rso

de d

iscu

rso

• Ca

ract

eriza

r os

dife

rent

es m

odos

e g

éner

os li

terá

rios.

Gén

eros

e s

ubgé

nero

s lit

erár

ios

dos

mod

os n

arra

tivo,

líric

o e

dram

ático

Nív

eis

e ca

tego

rias

da n

arra

tiva

Elem

ento

s co

nstit

utiv

os d

a po

esia

líric

a (c

onve

nçõe

s ve

rsifi

cató

rias)

• An

alisa

r pro

cess

os li

nguí

stico

s e

retó

ricos

util

izado

s pe

lo a

utor

na

cons

truçã

o de

um

a ob

ra li

terá

ria [ s

ensib

ilizaç

ão

para

a d

imen

são

esté

tica

da li

tera

tura

e p

ara

a es

pecifi

cidad

e da

ling

uage

m li

terá

ria; r

ecur

so a

repr

esen

taçõ

es

conc

eptu

ais d

e ob

ras l

idas

, de

form

a a

cons

olid

ar a

sua

apro

pria

ção ]

:

− a

nalis

ar o

pon

to d

e vi

sta

(nar

rado

r, pe

rson

agen

s);

iden

tifica

r mar

cas

de e

nunc

iaçã

o e

de s

ubje

tivid

ade;

ana

lisar

as

rela

ções

ent

re o

s di

vers

os m

odos

de

repr

esen

taçã

o do

disc

urso

[ p. e

x.: f

unçõ

es d

a de

scriç

ão n

a na

rraçã

o, fu

nçõe

s do

diál

ogo ]

;

− a

nalis

ar o

val

or e

xpre

ssiv

o do

s re

curs

os re

tóric

os.

Elem

ento

s co

nstit

utiv

os d

o dr

ama

e es

petá

culo

teat

ral

Enun

ciaç

ão; e

nunc

iado

; enu

ncia

dor

Auto

r; Es

tilo

Sign

ifica

do; S

entid

o; P

luris

signi

ficaç

ão

Figu

ras

de re

tóric

a e

tropo

s:−

de

natu

reza

fono

lógi

ca: a

liter

ação

; as

sonâ

ncia

;−

de

natu

reza

sin

tátic

a: a

póst

rofe

;−

de

natu

reza

sem

ântic

a: a

ntíte

se; h

ipér

bole

.

Figu

ras

de re

tóric

a e

tropo

s:−

de

natu

reza

sin

tátic

a: h

ipér

bato

; −

de

natu

reza

se

mân

tica:

alu

são;

m

eton

ímia

.

• Co

mpa

rar o

mod

o co

mo

o te

ma

de u

ma

obra

é tr

atad

o em

out

ros

text

os.

Inte

rtext

o/In

terte

xtua

lidad

e Te

xto

liter

ário

e te

xto

não

liter

ário

Inte

rdis

curs

o/in

terd

iscu

rsiv

idad

e

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 8 12/03/21 14:20

Page 9: PT8EM Livro Professor

fotocopiável

9

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

• Ex

plor

ar p

roce

ssos

de

apro

pria

ção

e de

(re)

cria

ção

de te

xto

narra

tivo,

poé

tico

ou o

utro

[p. e

x.: p

ropo

sta

de

alte

rnat

ivas d

istin

tas d

as d

o au

tor,

mas

com

patív

eis c

om a

est

rutu

ra n

ucle

ar d

o te

xto;

arti

cula

r com

ativ

idad

es d

e le

itura

ora

l, re

citaç

ão, d

ram

atiza

ção

e ou

tras f

orm

as d

e ex

pres

são

esté

tica ]

.

• An

alisa

r rec

riaçõ

es d

e ob

ras

liter

ária

s co

m re

curs

o a

dife

rent

es li

ngua

gens

[tra

balh

o co

m fi

lmes

, sér

ies d

e TV

, re

pres

enta

ções

teat

rais,

pin

tura

, pub

licid

ade,

ilus

traçõ

es, e

tc. ].

• Va

loriz

ar u

ma

obra

enq

uant

o ob

jeto

sim

bólic

o, n

o pl

ano

do im

agin

ário

indi

vidu

al e

col

etiv

o.

• Re

conh

ecer

e re

fletir

sob

re a

s re

laçõ

es q

ue a

s ob

ras

esta

bele

cem

com

o c

onte

xto

socia

l, hi

stór

ico e

cul

tura

l no

qual

fora

m e

scrit

as [ e

stab

elec

imen

to e

exp

lora

ção

de re

laçõ

es c

om a

var

iaçã

o e

norm

aliza

ção

lingu

ística

. Cf.

CEL,

Pl

ano

da L

íngu

a, V

aria

ção

e M

udan

ça].

Cont

exto

Cont

exto

ext

rave

rbal

: situ

acio

nal,

socio

cultu

ral,

hist

órico

Esc

rita

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: E

sc

rev

er

pa

ra c

on

str

uir

e e

xp

ressa

r c

on

he

cim

en

to(s

)

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Pr

oduz

ir en

uncia

dos

com

dife

rent

es g

raus

de

com

plex

idad

e pa

ra re

spon

der c

om e

ficác

ia a

inst

ruçõ

es d

e tra

balh

o.Es

crita

• Re

corre

r à e

scrit

a pa

ra a

sseg

urar

o re

gist

o e

o tra

tam

ento

de

info

rmaç

ão o

uvid

a ou

lida

[ p. e

x.: n

otas

, esq

uem

as,

sum

ário

s, sín

tese

s ].

Enun

ciado

s in

stru

ciona

isEn

unci

ação

; enu

ncia

do

• Ut

iliza

r a e

scrit

a pa

ra e

stru

tura

r o p

ensa

men

to e

sist

emat

izar c

onhe

cimen

tos

[ val

oriza

ção

do p

apel

da

escr

ita n

a cla

rifica

ção

do p

ensa

men

to, n

a ap

ropr

iaçã

o do

con

hecim

ento

e n

o pl

anea

men

to e

org

aniza

ção

de p

roje

tos d

e tra

balh

o ].

Text

o/te

xtua

lidad

e

• Ut

iliza

r, co

m a

uton

omia

, est

raté

gias

de

prep

araç

ão [p

. ex.

: bra

inst

orm

ing,

map

as d

e id

eias

, gui

ão d

e tra

balh

o,

rote

iro) e

de

plan

ifica

ção

da e

scrit

a de

text

os (p

. ex.

: defi

niçã

o da

tem

ática

, int

ençã

o, ti

po d

e te

xto,

do(

s) de

stin

atár

io(s)

e d

o su

porte

em

que

o te

xto

vai s

er li

do].

Plan

o do

text

o

Mac

roes

trutu

ras

text

uais

(sem

ântic

as e

form

ais)

Mic

roes

trutu

ras

text

uais

(sem

ântic

as e

es

tilíst

ico-

form

ais)

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Page 10: PT8EM Livro Professor

10

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

• Se

lecio

nar t

ipos

e fo

rmat

os d

e te

xtos

ade

quad

os a

inte

ncio

nalid

ades

e c

onte

xtos

esp

ecífi

cos [

Cf. R

efer

encia

l de

text

os]:

nar

rativ

os (r

eais

ou fi

ccio

nais)

;

− d

escr

itivo

s (re

ais

ou fi

ccio

nais)

;

− in

stru

ciona

is;

− d

ialo

gais

e dr

amát

icos;

do

dom

ínio

dos

med

ia [p

. ex.

: tex

tos p

ara

divu

lgaç

ão d

e in

form

ação

, per

suas

ão, m

anip

ulaç

ão, e

tc.];

do

dom

ínio

das

rela

ções

inte

rpes

soai

s;

− e

xpos

itivo

s;

− a

rgum

enta

tivos

[ p. e

x.: a

rtigo

de

opin

ião

e co

men

tário

crít

ico; a

tend

er a

o us

o de

mec

anism

os re

tóric

os c

om o

in

tuito

de

agir

sobr

e os

inte

rlocu

tore

s e p

ara

o de

senv

olvim

ento

de

uma

argu

men

taçã

o ló

gica

, ass

ente

em

ex

empl

os p

ertin

ente

s ];

pre

ditiv

os.

Tipo

logi

a te

xtua

l Se

quên

cia te

xtua

l Se

quên

cia n

arra

tiva

(eve

ntos

; cad

eia

de e

vent

os)

Sequ

ência

des

criti

va (d

escr

ição

liter

ária

, des

criçã

o té

cnica

, pla

nos

de

desc

rição

)Se

quên

cia d

ialo

gal (

inte

rcâm

bio

de id

eias

, com

entá

rio d

e ac

onte

cimen

tos)

.Se

quên

cia e

xpos

itiva

(ref

eren

te; a

nális

e ou

sín

tese

de

idei

as, c

once

itos,

te

oria

s)Se

quên

cia

argu

men

tativ

a (fa

cto,

hip

ótes

e, e

xem

plo,

pro

va, r

efut

ação

)

• Re

digi

r tex

tos

coer

ente

s, s

elec

iona

ndo

regi

stos

e re

curs

os v

erba

is ad

equa

dos

[ p. e

x.: o

bser

vaçã

o da

rela

ção

entre

os

recu

rsos

mob

ilizad

os e

os e

feito

s pro

duzid

os]:

des

envo

lver

pon

tos

de v

ista

pess

oais

ou m

obili

zar d

ados

reco

lhid

os e

m d

ifere

ntes

font

es d

e in

form

ação

[ sel

eção

de

info

rmaç

ão a

dequ

ada

às n

eces

sidad

es d

e tra

balh

o, in

terp

reta

ção

críti

ca d

a in

form

ação

pes

quisa

da e

sua

mob

ilizaç

ão d

e ac

ordo

com

os p

rincíp

ios é

ticos

do

traba

lho

inte

lect

ual (

norm

as p

ara

citaç

ão, i

dent

ifica

ção

das

font

es u

tiliza

das,

prod

ução

de

bibl

iogr

afias

...) ];

ord

enar

e h

iera

rqui

zar a

info

rmaç

ão, t

endo

em

vist

a a

cont

inui

dade

de

sent

ido,

a p

rogr

essã

o te

mát

ica e

a

coer

ência

glo

bal d

o te

xto;

dar

ao

text

o a

estru

tura

e o

form

ato

adeq

uado

s, re

spei

tand

o co

nven

ções

tipo

lógi

cas

e (o

rto)g

ráfic

as

esta

bele

cidas

;

− d

iver

sifica

r o v

ocab

ulár

io e

as

estru

tura

s ut

iliza

das

nos

text

os, c

om re

curs

o ao

por

tugu

ês p

adrã

o.

− re

spei

tar a

s re

gras

da

pont

uaçã

o e

sinai

s au

xilia

res

da e

scrit

a [ C

f. CE

L, P

lano

da

Repr

esen

taçã

o G

ráfic

a e

Orto

gráfi

ca].

Repr

oduç

ão d

o di

scur

so n

o di

scur

so

Coer

ência

text

ual

Conv

ençõ

es e

regr

as p

ara

a co

nfigu

raçã

o gr

áfica

Varie

dade

s so

ciais

e va

rieda

des

situa

ciona

is

Pont

uaçã

o e

sinai

s au

xilia

res

de e

scrit

a

Líng

ua p

adrã

o (tr

aços

esp

ecífi

cos)

• Ut

iliza

r, co

m p

rogr

essiv

a efi

cácia

, téc

nica

s de

refo

rmul

ação

text

ual [

artic

ulaç

ão c

om a

tivid

ades

de

leitu

ra].

Resu

mo

Pará

frase

Sínt

ese

• Ut

iliza

r, co

m a

uton

omia

, est

raté

gias

de

revi

são

e ap

erfe

içoam

ento

de

text

o [ e

nten

dim

ento

da

revis

ão e

ap

erfe

içoam

ento

de

text

o co

mo

ativi

dade

que

atra

vess

a to

do o

pro

cess

o de

esc

rita

e en

volve

ope

raçõ

es d

e re

leitu

ra, r

escr

ita, e

xpan

são

ou c

larifi

caçã

o de

idei

as, a

paga

men

to d

e re

petiç

ões,

etc.

].

• As

segu

rar a

legi

bilid

ade

dos

text

os, e

m p

apel

ou

supo

rte d

igita

l [p.

ex.

: con

sider

ar a

man

cha

gráfi

ca, a

util

izaçã

o de

par

ágra

fos p

ara

orga

niza

r o c

onte

údo

do te

xto,

a fu

nção

das

ilus

traçõ

es, a

pro

duçã

o de

índi

ces ]

.Co

nfigu

raçã

o gr

áfica

• Ut

iliza

r com

crit

ério

as

pote

ncia

lidad

es d

as te

cnol

ogia

s da

info

rmaç

ão e

com

unica

ção

nos

plan

os d

a pr

oduç

ão,

revi

são

e ed

ição

de te

xto

[ util

izaçã

o ad

equa

da d

e di

cioná

rios o

n-line

e de

cor

reto

res o

rtogr

áfico

s].

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Page 11: PT8EM Livro Professor

fotocopiável

11

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: E

sc

rev

er

em

te

rmo

s p

esso

ais

e c

ria

tiv

os

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Ex

plor

ar d

ifere

ntes

voz

es e

regi

stos

par

a co

mun

icar v

ivên

cias,

em

oçõe

s, c

onhe

cimen

tos,

pon

tos

de v

ista,

uni

vers

os

no p

lano

do

imag

inár

io [ p

. ex.

: diá

rio, a

utob

iogr

afia,

mem

ória

, car

ta, r

etra

to, a

utor

retra

to, c

omen

tário

crít

ico,

narra

tivas

imag

inár

ias,

poem

as].

Text

o/te

xtua

lidad

e

Polif

onia

• Ex

plor

ar a

cria

ção

de n

ovas

con

figur

açõe

s te

xtua

is, m

obili

zand

o a

refle

xão

sobr

e os

text

os e

sob

re a

s su

as

espe

cificid

ades

.In

terte

xto/

Inte

rtext

ualid

ade

• Ex

plor

ar e

feito

s es

tétic

os d

a lin

guag

em m

obili

zand

o sa

bere

s de

corre

ntes

da

expe

riênc

ia e

nqua

nto

leito

r [p.

ex.

: ex

plor

ação

da

imita

ção

cria

tiva ]

.

• Re

inve

stir

em te

xtos

pes

soai

s a

info

rmaç

ão d

ecor

rent

e de

pes

quisa

s e

leitu

ras

efet

uada

s.

• Ex

plor

ar fo

rmas

de

inte

ress

ar e

impl

icar o

s le

itore

s, c

onsid

eran

do o

pap

el d

a au

diên

cia n

a co

nstru

ção

do s

entid

o [ p

. ex.

: arti

cula

ção

com

dive

rsas

form

as d

e ex

pres

são

esté

tica]

.Re

gist

o fo

rmal

/info

rmal

Re

curs

os e

xpre

ssiv

os

• Ut

iliza

r os

recu

rsos

tecn

ológ

icos

para

des

envo

lver

pro

jeto

s e

circu

itos

de c

omun

icaçã

o es

crita

[ pro

moç

ão d

e fo

rmas

var

iada

s de

circu

laçã

o da

s pro

duçõ

es d

os a

luno

s, em

supo

rte d

e pa

pel o

u di

gita

l (jo

rnal

de

esco

la o

u de

tu

rma;

ant

olog

ias;

expo

sição

de

text

os; b

logu

e; p

ágin

a de

Inte

rnet

da

esco

la, d

a tu

rma

ou p

esso

al),

prev

endo

cir

cuito

s de

com

unica

ção

que

asse

gure

m a

fina

lidad

e so

cial d

os e

scrit

os].

• Es

crev

er p

or in

iciat

iva

e go

sto

pess

oal,

de fo

rma

autó

nom

a e

fluen

te.

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Page 12: PT8EM Livro Professor

12

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

fotocopiável fotocopiável

PT8C

P © Porto E

ditora

Con

hec

imen

to e

xplí

cito

da

lín

gu

a

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o d

a L

íng

ua

, V

ari

ão

e M

ud

an

ça

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Re

conh

ecer

a lí

ngua

com

o sis

tem

a di

nâm

ico, a

berto

e e

m e

labo

raçã

o co

ntín

ua.

Mud

ança

ling

uíst

ica

• Id

entifi

car,

em te

xtos

ora

is e

escr

itos,

a v

aria

ção

nos

vário

s pl

anos

[arti

cula

ção

com

o tr

abal

ho so

bre

text

os n

a O

ralid

ade

e na

Lei

tura

, tan

to n

a pe

rspe

tiva

sincr

ónica

, com

o na

dia

crón

ica e

com

o d

omín

io d

a Le

xicog

rafia

]:Fa

tore

s in

tern

os e

ext

erno

s e

tipos

de

mud

ança

– le

xica

l, sin

tátic

o, s

emân

tico;

– pr

agm

ático

;–

fono

lógi

co.

• Di

stin

guir

cont

exto

s ge

ográ

ficos

, soc

iais

e sit

uacio

nais

que

estã

o na

or

igem

de

dife

rent

es v

arie

dade

s do

por

tugu

ês.

• Di

stin

guir

cont

exto

s hist

órico

s que

es

tão

na o

rigem

de

dife

rent

es

varie

dade

s do

portu

guês

.

• Ca

ract

eriza

r o p

ortu

guês

com

o um

a lín

gua

rom

ânica

.Fa

míli

as d

e lín

guas

; et

imol

ogia

, étim

o

• Id

entifi

car d

ados

que

per

mite

m

cont

extu

aliza

r a v

aria

ção

hist

órica

da

líng

ua p

ortu

gues

a [ a

rticu

laçã

o co

m a

con

sulta

de

dicio

nário

s et

imol

ógico

s ].

Varia

ção

hist

órica

(p

ortu

guês

ant

igo,

po

rtugu

ês c

láss

ico,

portu

guês

co

ntem

porâ

neo)

; pa

lavr

as c

onve

rgen

tes/

pala

vras

dive

rgen

tes

• Ca

ract

eriza

r o p

roce

sso

de

expa

nsão

da

língu

a po

rtugu

esa

e as

real

izaçõ

es a

ssoc

iada

s ao

seu

co

ntac

to c

om lí

ngua

s nã

o eu

rope

ias.

Subs

trato

, sup

erst

rato

, ad

stra

to; c

rioul

os d

e ba

se le

xical

por

tugu

esa;

bi

lingu

ismo,

m

ultil

ingu

ismo

• Re

conh

ecer

esp

ecifi

cidad

es fo

noló

gica

s, le

xicai

s e si

ntát

icas n

as v

aria

ntes

do

portu

guês

não

eur

opeu

[ por

ex.

, a

colo

caçã

o do

s clít

icos n

o PB

, a a

bertu

ra d

as v

ogai

s, et

c.; a

tivid

ades

visa

ndo

o co

ntac

to c

om a

s dife

rent

es v

arie

dade

s do

por

tugu

ês, p

. ex.

: na

Inte

rnet

e c

om te

xtos

de

auto

res l

usóf

onos

(Cf.,

em

Ref

eren

cial d

e Te

xtos

, Aut

ores

de

Língu

a O

ficia

l Por

tugu

esa)

].

Varie

dade

s do

por

tugu

ês; v

arie

dade

s af

rican

as e

var

ieda

de b

rasil

eira

• Si

stem

atiza

r pro

prie

dade

s da

líng

ua p

adrã

o [ C

f. Co

mpr

eens

ão/E

xpre

ssão

Ora

l e E

scrit

a].

Nor

mal

izaçã

o lin

guíst

ica; l

íngu

a pa

drão

• Co

nsul

tar r

egul

arm

ente

obr

as le

xico

gráfi

cas,

mob

iliza

ndo

a in

form

ação

na

anál

ise d

a re

ceçã

o e

da p

rodu

ção

do

mod

o or

al e

esc

rito.

Glo

ssár

ios;

The

saur

us; t

erm

inol

ogia

s

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(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o F

on

oló

gic

o

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Di

stin

guir

pare

s de

pal

avra

s qu

anto

à c

lass

e m

orfo

lógi

ca, p

elo

posic

iona

men

to d

a síl

aba

tóni

ca [ p

. ex.

: pub

lico/

públ

ico; d

uvid

a/dú

vida

(ver

bo/n

ome/

adje

tivo)

].

Prop

rieda

des

acen

tuai

s da

s síl

abas

• Si

stem

atiza

r pro

prie

dade

s do

dito

ngo

e do

hia

to.

Sem

ivog

alDi

tong

o: o

ral,

nasa

l, cr

esce

nte,

dec

resc

ente

Hiat

o

• Si

stem

atiza

r pro

prie

dade

s da

sílab

a gr

amat

ical e

da

sílab

a m

étric

a:

− se

gmen

tar v

erso

s por

síla

ba m

étric

a;

− u

tiliza

r rim

a fo

nétic

a e

rima

gráfi

ca [ C

f. co

m P

lano

da

Repr

esen

taçã

o G

ráfic

a e

das R

elaç

ões e

ntre

Gra

fia e

Fon

ia].

Síla

ba m

étric

a e

sílab

a gr

amat

ical

Rela

ções

ent

re p

alav

ras

escr

itas

e en

tre g

rafia

e fo

nia

• Ca

ract

eriza

r pro

cess

os fo

noló

gico

s de

inse

rção

, sup

ress

ão e

alte

raçã

o de

segm

ento

s.

Proc

esso

s fo

noló

gico

s de

inse

rção

, sup

ress

ão

e al

tera

ção;

redu

ção

vocá

lica,

ass

imila

ção

e di

ssim

ilaçã

o; m

etát

ese

• Di

stin

guir

cont

exto

s de

oco

rrênc

ia d

e m

odifi

caçã

o do

s fo

nem

as n

os p

lano

s di

acró

nico

e s

incr

ónico

[ est

es p

roce

ssos

não

são

exclu

sivos

da

hist

ória

da

língu

a, sã

o ve

rificá

veis

no q

uotid

iano

(exe

mpl

os: 2

.a pes

. sin

g. p

ret.

perf:

*fi

zest

es, (

e)x(

c)es

so, t

el(e

)fone

, etc

.) ].

Proc

esso

s fo

noló

gico

s

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Page 14: PT8EM Livro Professor

14

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o M

orf

oló

gic

o

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Si

stem

atiza

r esp

ecifi

cidad

es d

a fle

xão

verb

al e

m:

ver

bos

de c

onju

gaçã

o in

com

plet

a;

− c

ontra

ste

das

form

as d

o in

finiti

vo p

esso

al c

om a

s do

infin

itivo

impe

ssoa

l e re

spet

ivas

real

izaçõ

es li

nguí

stica

s.

Verb

os d

efet

ivos

impe

ssoa

is; u

nipe

ssoa

isFo

rmas

ver

bais

finita

s e

form

as v

erba

is nã

o fin

itas

Form

a su

plet

iva

• Si

stem

atiza

r par

adig

mas

flex

iona

is re

gula

res

e irr

egul

ares

dos

ver

bos.

Verb

o re

gula

r; ve

rbo

irreg

ular

• Si

stem

atiza

r par

adig

mas

flex

iona

is irr

egul

ares

em

ver

bos d

e us

o fre

quen

te e

men

os fr

eque

nte

[p. e

x.: d

izer,

esta

r, fa

zer,

ir, p

oder

, que

rer,

ser,

ter,

pôr,

med

ir, d

espe

nder

, red

imir,

inte

rvir,

etc

.]

• Si

stem

atiza

r as

cate

goria

s re

leva

ntes

par

a a

flexã

o da

s cla

sses

de

pala

vras

var

iáve

is.Fl

exão

:−

Nom

inal

, adj

etiv

al e

ver

bal

− D

eter

min

ante

s e

pron

omes − P

rono

mes

pes

soai

s: ca

so n

omin

ativo

, ac

usat

ivo, d

ativo

e o

blíq

uo [ i

dent

ifica

ção

da

rela

ção

exist

ente

ent

re a

s for

mas

dos

pr

onom

es p

esso

ais –

cas

os –

e a

funç

ão

sintá

tica

dese

mpe

nhad

a na

fras

e (su

jeito

; co

mpl

emen

to d

ireto

/indi

reto

) (Cf

. Pla

no

Sint

ático

) ].

• Si

stem

atiza

r pad

rões

de

form

ação

de

pala

vras

com

plex

as [ d

istin

ção

entre

pal

avra

, for

ma

de b

ase,

radi

cal e

afix

o.

Iden

tifica

ção

de p

adrõ

es d

e fo

rmaç

ão d

e pa

lavr

as a

par

tir d

a an

álise

da

sua

estru

tura

inte

rna

(Vd.

rele

vânc

ia d

os

proc

esso

s de

form

ação

de

pala

vras

nos

text

os o

rais

e es

crito

s); d

istin

ção

dos d

ifere

ntes

pro

cess

os d

e fo

rmaç

ão d

e pa

lavr

as c

ompo

stas

; obs

erva

ção

das c

lass

es d

e pa

lavr

as, d

os e

lem

ento

s que

as c

onst

ituem

(foc

o na

s rel

açõe

s, de

co

orde

naçã

o ou

de

subo

rdin

ação

, que

se e

stab

elec

em e

ntre

ess

es e

lem

ento

s e p

ossib

ilidad

e de

flex

ão e

m n

úmer

o de

cad

a um

del

es) ]:

por

com

posiç

ão d

e du

as o

u m

ais

form

as d

e ba

se.

Com

posiç

ãoCo

mpo

sição

m

orfo

lógi

ca;

com

posiç

ão

mor

foss

intá

tica

• Ex

plici

tar o

sig

nific

ado

de p

alav

ras

com

plex

as a

par

tir d

o va

lor d

e pr

efixo

s e

sufix

os n

omin

ais,

adj

etiv

ais

e ve

rbai

s do

por

tugu

ês.

Afixa

ção

Deriv

ação

não

afix

al

PT8CP_F01_20113818_4P_AO4.indd 14 12/03/21 14:20

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fotocopiável

15

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o d

as C

lasse

s d

e P

ala

vra

s

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

•Ca

ract

eriza

rcla

sses

de

pala

vras

ere

spet

ivas

pro

prie

dade

s.Cl

asse

abe

rtad

epa

lavr

as

Clas

sefe

chad

ade

pal

avra

s

•Si

stem

atiza

rpro

prie

dade

sdi

stin

tivas

de

class

ese

sub

class

esd

epa

lavr

as.

Nom

e:c

ontá

vel;

não

cont

ável

Ad

jetiv

ore

lacio

nal

Verb

opr

incip

al:t

rans

itivo

dire

to,i

ndire

to,d

ireto

ein

dire

to;a

uxili

ar

[ dist

inçã

o de

dife

rent

es c

ompo

siçõe

s do

com

plex

o ve

rbal

]tem

pora

l

Verb

oau

xilia

rmod

alVe

rbo

auxi

liar

aspe

tual

Qua

ntifi

cado

r un

ivers

al;e

xiste

ncia

lCo

njun

ção

coor

dena

tiva:

co

nclu

siva

Locu

ção

conj

uncio

nal

[ arti

cula

ção

com

pr

oces

sos d

e ar

ticul

ação

ent

re

frase

s com

plex

as]

Dete

rmin

ante

:in

defin

ido

[ p. e

x.:

cont

rast

ar c

om a

rtigo

in

defin

ido ]

;rel

ativo

Conj

unçã

oco

orde

nativ

a:

expl

icativ

aCo

njun

ção

subo

rdin

ativa

:co

mpa

rativ

a,

cons

ecut

iva,c

once

ssiva

Locu

ção

prep

ositi

va

Advé

rbio

de

pred

icado

,de

frase

e

cone

ctivo

Lo

cuçã

oad

verb

ial

•Ca

ract

eriza

rpro

prie

dade

sde

sel

eção

de

verb

ostr

ansit

ivos

.Tr

ansit

ivos

indi

reto

s[ tr

abal

ho c

om v

erbo

s que

se

lecio

nam

com

plem

ento

obl

íquo

con

stitu

ído

por g

rupo

pre

posic

iona

l int

rodu

zido

por u

ma

prep

osiçã

o qu

e ad

mita

con

traçã

o co

m o

de

mon

stra

tivo

isso]

.

Tran

sitivo

s-

-pre

dica

tivos

•Ap

licar

asr

egra

sde

utili

zaçã

odo

pro

nom

epe

ssoa

láto

no(r

eflex

oe

não

refle

xo)e

ma

djac

ência

ver

bal[

artic

ulaç

ão

com

a e

xpre

ssão

ora

l e e

scrit

a, p

. ex.

: atra

vés d

e ex

ercíc

ios d

e pr

onom

inal

izaçã

o co

m fr

ases

afir

mat

ivas,

nega

tivas

e

inte

rroga

tivas

. Dom

ínio

dos

pad

rões

de

uso

dos p

rono

mes

pes

soai

s áto

nos:

próc

lise

(Não

me

cont

es!);

mes

óclis

e (C

onta

r-me-

ás d

epoi

s.); ê

nclis

e (C

onta

-me!

) ].

Pron

omes

:pró

clis

e,m

esóc

lise,

ênc

lise

PT8CP_F01_20113818_AO4.indd 15 12/03/21 18:45

Page 16: PT8EM Livro Professor

16

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o S

intá

tic

o

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

• Si

stem

atiza

r os

cons

titui

ntes

prin

cipai

s da

fras

e e

resp

etiv

a co

mpo

sição

[ fra

ses e

m o

rdem

can

ónica

e o

rdem

m

arca

da (m

otiva

da p

elo

cont

exto

disc

ursiv

o); a

tivid

ades

de

com

para

ção

dos c

onst

ituin

tes p

rincip

ais d

a fra

se e

ex

plici

taçã

o da

sua

dist

ribui

ção

típica

nas

fras

es d

o po

rtugu

ês].

Gru

po n

omin

al; g

rupo

ver

bal;

grup

o ad

jetiv

al; g

rupo

pre

posic

iona

l; gr

upo

adve

rbia

l

• Si

stem

atiza

r pro

cess

os si

ntát

icos [

traba

lho

cent

rado

que

r no

inte

rior d

os g

rupo

s con

stitu

inte

s, qu

er n

a co

mbi

naçã

o do

s gr

upos

ent

re si

; na

conc

ordâ

ncia

sujei

to –

form

a ve

rbal

do p

redi

cado

, ver

ifica

r, en

tre o

utro

s, ca

sos d

e co

ncor

dânc

ia

entre

a fo

rma

verb

al do

pre

dica

do e

o su

jeito

sint

ático

confi

gura

do co

m o

s pro

nom

es re

lativo

s «qu

em»

e «q

ue» ]

.

Conc

ordâ

ncia

; elip

se

• Si

stem

atiza

r rel

açõe

s en

tre c

onst

ituin

tes

prin

cipai

s de

fras

es e

as

funç

ões

sintá

ticas

por

ele

s de

sem

penh

adas

.Fu

nçõe

s sin

tátic

as a

o ní

vel d

a fra

se

• De

teta

r dife

rent

es c

onfig

uraç

ões

da fu

nção

sin

tátic

a de

suj

eito

.Su

jeito

com

post

o [g

ru-

pos n

omin

ais s

impl

es

ou c

oord

enad

os]

Suje

ito fr

ásico

[ora

ção

com

plet

iva e

ora

ção

subs

tant

iva re

lativ

a ]

• Si

stem

atiza

r fun

ções

sin

tátic

as:

Suje

ito; p

redi

cado

; m

odifi

cado

r da

frase

; vo

cativ

o.Co

mpl

emen

to d

ireto

, in

dire

to, o

blíq

uo e

ag

ente

da

pass

iva

Pred

icativ

o do

suj

eito

Mod

ifica

dor d

o gr

upo

verb

al

Pred

icativ

o do

co

mpl

emen

to d

ireto

Mod

ifica

dor d

o no

me

Com

plem

ento

do

nom

e

Mod

ifica

dor d

o no

me

Com

plem

ento

do

adje

tivo

Com

plem

ento

do

advé

rbio

ao

níve

l da

frase

;

− in

tern

as a

o gr

upo

verb

al;

− in

tern

as a

o gr

upo

verb

al;

− in

tern

as a

o gr

upo

nom

inal

;−

inte

rnas

ao

grup

o no

min

al;

− in

tern

as a

o gr

upo

adje

tival

;−

inte

rnas

ao

grup

o ad

verb

ial.

• Tr

ansf

orm

ar fr

ases

ativ

as e

m fr

ases

pas

sivas

e v

ice-v

ersa

[ tra

balh

o so

bre

pass

ivas r

ever

sívei

s a p

artir

de

frase

s ativ

as c

om c

ompl

exo

verb

al].

Fras

e pa

ssiv

a

• Si

stem

atiza

r pro

cess

os d

e ar

ticul

ação

de

grup

os e

de

frase

s [a

rticu

laçã

o co

m re

gras

de

uso

da v

írgul

a].

Coor

dena

ção

assin

détic

a

• Di

stin

guir

proc

esso

s sin

tátic

os d

e ar

ticul

ação

ent

re fr

ases

com

plex

as [ a

tivid

ades

de

iden

tifica

ção

de d

ifere

ntes

pr

oces

sos d

e ar

ticul

ação

ent

re fr

ases

; con

stru

ção

de fr

ases

com

plex

as, p

or c

oord

enaç

ão e

subo

rdin

ação

, a p

artir

de

fras

es si

mpl

es (a

rticu

laçã

o co

m a

esc

rita)

].

Coor

dena

ção:

ora

ção

coor

dena

da c

onclu

siva

Coor

dena

ção:

ora

ção

coor

dena

da e

xplic

ativa

Subo

rdin

ação

: ora

ção

subo

rdin

ada

subs

tant

iva

(com

plet

iva);

oraç

ão

subo

rdin

ada

adve

rbia

l: co

nsec

utiva

, con

cess

iva

Subo

rdin

ação

: ora

ção

subo

rdin

ada

adje

tiva

(rela

tiva

rest

ritiv

a e

rela

tiva

expl

icativ

a);

oraç

ão s

ubor

dina

da

adve

rbia

l: co

nces

siva

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Page 17: PT8EM Livro Professor

17

(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

PT8C

P ©

Por

to E

dito

ra

fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o L

ex

ica

l e

Se

nti

co

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

•Si

stem

atiza

rpro

cess

osd

een

rique

cimen

tole

xica

ldo

portu

guês

[ p. e

x.: e

xerc

ícios

de

dive

rsifi

caçã

o e

adeq

uaçã

o vo

cabu

lar,

visan

do o

dom

ínio

de

um re

pertó

rio d

e pa

lavr

as/e

xpre

ssõe

s rel

acio

nado

com

uni

vers

os d

e di

scur

so e

ca

mpo

s lex

icais

utiliz

ados

].

Voca

bulá

rioN

eolo

gism

o,a

rcaí

smo

•Ca

ract

eriza

ros

proc

esso

sirr

egul

ares

de

form

ação

de

pala

vras

ed

ein

ovaç

ãole

xica

l.

Acró

nim

o,s

igla

,ex

tens

ãos

emân

tica,

em

prés

timo,

am

álga

ma,

trun

caçã

o

•De

term

inar

os

signi

ficad

osq

ued

ada

pala

vra

pode

tere

mfu

nção

do

seu

cont

exto

de

ocor

rênc

ia[ p

. ex.

: rec

urso

a

exer

cício

s de

proc

ura

dos c

orre

lato

s de

rela

ções

cla

sse-

elem

ento

e to

do-p

arte

, dad

o um

dos

ele

men

tos d

a re

laçã

o.].

Estr

utur

a le

xica

l;ca

mpo

sem

ântic

o

•Di

stin

guir

prop

rieda

des

sem

ântic

asq

ued

ifere

ncia

mp

alav

ras

com

um

signi

ficad

ode

pal

avra

sco

mm

ais

doq

ueu

ms

igni

ficad

o.Si

gnifi

caçã

ole

xica

l;m

onos

sem

iae

pol

issem

ia

•Si

stem

atiza

rrel

açõe

sse

mân

ticas

de

sem

elha

nça

eop

osiçã

o,h

ierá

rqui

cas

ede

par

te-to

do[p

. ex.

: rec

urso

a

exer

cício

s de

proc

ura

dos c

orre

lato

s de

rela

ções

cla

sse-

elem

ento

e to

do-p

arte

, dad

o um

dos

ele

men

tos d

a re

laçã

o ].

Hipe

roní

mia

,hip

oním

ia

•Ca

ract

eriza

rrel

açõe

sen

tred

ifere

ntes

cat

egor

ias,

lexi

cais

egr

amat

icais,

par

aid

entifi

card

iver

sos

valo

res

sem

ântic

osn

afra

se[v

alor

es te

mpo

rais,

asp

etua

is e

mod

ais;

p. e

x.: t

raba

lho

sobr

e os

tem

pos v

erba

is co

mo

para

digm

as d

e fle

xão

que

pode

m a

ssum

ir di

fere

ntes

val

ores

em

funç

ão d

o co

ntex

to e

m q

ue o

corre

m].

Valo

rtem

pora

lVa

lora

spet

ual/c

lass

es

aspe

tuai

s:e

vent

o;

situa

ção

esta

tiva

Aspe

to le

xica

l/asp

eto

gram

atic

al

•Ca

ract

eriza

ratit

udes

do

locu

torf

ace

aum

enu

ncia

doo

uao

spar

ticip

ante

sdo

disc

urso

[ p. e

x.: e

xplo

raçã

o do

val

or m

odal

(arti

cula

ção

com

o p

rincíp

io

da c

orte

sia) e

tem

pora

l do

cond

icion

al (c

ondi

ciona

l vs.

futu

ro d

o pr

etér

ito) ].

Valo

rmod

al;m

odal

idad

e

PT8CP-02

PT8CP_F02_20113818_4P_AO4.indd 17 12/03/21 14:20

Page 18: PT8EM Livro Professor

18

Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

PT8C

P © Porto E

ditora

fotocopiável fotocopiável

Lin

ha

ori

en

tad

ora

: P

lan

o D

isc

urs

ivo

e T

ex

tua

l

Des

crit

ore

s d

e d

esem

pen

ho

Co

nte

úd

os

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

7.°

ano

8.°

ano

9.°

ano

•Us

arp

arat

exto

spa

rare

colh

erin

form

açõe

sde

nat

urez

apr

agm

ática

,sem

ântic

ae

esté

tico-

liter

ária

que

orie

ntam

e

regu

lam

de

mod

ore

leva

nte

ale

itura

[ arti

cula

ção

com

ativ

idad

es d

e le

itura

].Bi

blio

grafi

aPr

efác

io;p

osfá

cio;

epíg

rafe

•Ca

ract

eriza

rele

men

tos

iner

ente

com

unica

ção

ein

tera

ção

disc

ursiv

as.

Enun

ciaçã

o;e

nunc

iado

;enu

ncia

dor/d

estin

atár

io;i

nten

ção

com

unica

tiva;

co

ntex

toe

xtra

verb

al,p

arav

erba

l,ve

rbal

;uni

vers

odo

disc

urso

•Id

entifi

card

ifere

ntes

ato

sde

fala

.At

ode

fala

dire

to/in

dire

to[p

. ex.

: ativ

idad

es d

e pr

oduç

ão e

inte

rpre

taçã

o de

dife

rent

es

enun

ciado

s de

acor

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(Para)Textos • 8.° ano Proposta de anualização do programa de Língua Portuguesa do 3.° ciclo

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Planificações

Planificação anual

Competências (resultados esperados)

Conteúdos programáticos

PeríodosLeitura, Escrita, Compreensão/ Expressão oral

Conhecimento explícito da língua

Compreensão do oral

•Saberescutar,visandodiferentesfinalidades,discursosformaisemdiferentesvariedadesdoportuguês,cujacomplexidadeeduraçãoexijamatençãoporperíodosprolongados.

•Interpretarcriticamenteainformaçãoouvida,analisandoasestratégiaseosrecursosverbaisenãoverbaisutilizados.

•Compreenderoessencialdamensagem,apreendendoofiocondutordaintervençãoeretendodadosquepermitamintervirconstrutivamenteemsituaçõesdediálogoourealizartarefasespecíficas.

Expressão oral

•Tomarapalavraemcontextosformais,selecionandooregistoeosrecursosadequadosàsfinalidadesvisadaseconsiderandoasreaçõesdosinterlocutoresnaconstruçãodosentido.

•Interagircomconfiançaefluênciasobreassuntosdoquotidiano,deinteressepessoal,socialouescolar,expondoejustificandopontosdevistadeformalógica.

•Produzirdiscursosoraiscorretosemportuguêspadrão,usandovocabulárioeestruturasgramaticaisdiversificadoserecorrendoamecanismosdeorganizaçãoedecoesãodiscursiva.

Unidade 0 – Partida… largada… fugida!

Unidade 1 – Comunicadores do século XXI

Unidade 2 – Narrativas prodigiosas

Primeiro Período

Leitura

Texto comunicacionalArtigodedivulgaçãocientíficaVerbetedeenciclopédiaReportagemEntrevistaGuiaturísticoMapaCríticadecinemaAnúnciopublicitárioArtigodeopiniãoGráficoNotíciaCartoonLetradecançãoCarta(informal/formal)Memórias

Texto narrativoNarrativajuvenilNarrativadaliteraturauniversalNarrativadaliteraturaportuguesa

EscritaVerbetedeenciclopédiaReportagemAnúnciopublicitárioCartainformalTextonarrativo

Compreensão do oral Anúnciopublicitário(visionamentoativo)Relato(visionamentoativo)Entrevista(visionamentoativo)Programaradiofónico(escutaativa)Filme(visionamentoativo)

Expressão oralExpressãodepontodevistaDebate

Plano Fonológico–Classificaçãodaspalavrasquanto

àposiçãodasílabatónica

Plano Morfológico–Flexãoverbal–Flexãoadjetival–Processosdeformaçãodepalavras

(prefixação,empréstimo,sigla)

Plano das Classes de palavras–Classesabertasdepalavras–Classesfechadasdepalavras

Plano Sintático–Constituintesfrásicos–Complexoverbal–Funçõessintáticas–Tiposdefrase–Fraseativa/frasepassiva

Plano Lexical e Semântico–Vocabuláriotécnico–Sinonímia

Plano Discursivo e Textual–Discursodireto/discursoindireto–Registoformal/registoinformal–Formasdetratamento–Coesãotextual–Tipodetexto–Textoargumentativo–Textonarrativo

Plano da Representação Gráfica e Ortográfica–Sinaisauxiliaresdaescrita–Formasdedestaque–Pontuação

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

Competências (resultados esperados)

Conteúdos programáticos

PeríodosLeitura, Escrita, Compreensão/ Expressão oral

Conhecimento explícito da língua

Leitura

•Lerdeformafluente,apreendendoosentidoglobaldetextoscomdiferentesintencionalidadeseregistos.

•Lertextosdediferentestiposeemsuportesvariadosparaobterinformação,organizaroconhecimentoouparaacederauniversosnoplanodoimaginário,adequandoasestratégiasdeleituraàsfinalidadesvisadas.

•Posicionar-secriticamentequantoàvalidadedainformação,selecionandoosdadosnecessáriosàconcretizaçãodetarefasespecíficasemobilizandoainformaçãodeacordocomosprincípioséticosdotrabalhointelectual.

•Apreciartextosdediferentestipos,analisandoomodocomoautilizaçãointencionalderecursosverbaisenãoverbaispermitealcançarefeitosespecíficos.

Escrita

•Escreverpararesponderanecessidadesespecíficasdecomunicaçãoemdiferentescontextosecomoinstrumentodeapropriaçãoepartilhadoconhecimento.

•Recorrerautonomamenteatécnicaseprocessosdeplanificação,textualizaçãoerevisão,utilizandodiferentesinstrumentosdeapoio,nomeadamenteferramentasinformáticas.

•Escrevercomautonomiaefluênciadiferentestiposdetextoadequadosaocontexto,àsfinalidades,aosdestinatárioseaossuportesdacomunicação,adotandoasconvençõesprópriasdogéneroselecionado.

Unidade 2 – Narrativas prodigiosas (cont.) Segundo Período

Leitura

Texto narrativoNarrativajuvenilNarrativadaliteraturauniversalNarrativadaliteraturaportuguesaNarrativadospaísesdelínguaoficialportuguesa

Texto comunicacionalSinopseNotíciaArtigodedivulgaçãocientíficaCartoonVerbetedeenciclopédia

EscritaTextonarrativoFolhetoTextoexpositivoTextodeopiniãoReportagem

Compreensão do oralProgramadedivulgaçãocientífica(visionamentoativo)Apólogo(escutaativa)Reportagem(visionamentoativo)

Expressão oralRelatodeexperiênciaspessoaisExpressãodepontodevistaExposiçãooral

Plano da Língua, Variação e Mudança–Variedadesdoportuguês

(europeia,brasileira,africanas)

Plano Morfológico–Processosdeformaçãode

palavras

Plano das Classes de palavras–Classesesubclassesdepalavras

Plano Sintático–Funçõessintáticas–Coordenaçãoesubordinação

Plano Lexical e Semântico–Vocabuláriotécnico

Plano Discursivo e Textual–Textodescritivo–Discursodireto/discursoindireto–Coesãotextual–Conectoresdiscursivos

Plano da Representação Gráfica e Ortográfica–Pontuação

Unidade 3 – Nas esferas da poesia

Unidade 4 – Espaço cénicoTerceiro Período

LeituraTextopoéticoVerbetededicionárioRegulamentoTextodramáticoBandadesenhadaAdivinhaSinopsePregãoEntrevista

Plano da Língua, Variação e Mudança–Variedadesdoportuguês

(europeia,brasileira)

Plano Morfológico–Flexãoverbal–Processosdeformaçãode

palavras(empréstimo)

Plano das Classes de palavras–Classesesubclassesdepalavras

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Competências (resultados esperados)

Conteúdos programáticos

PeríodosLeitura, Escrita, Compreensão/ Expressão oral

Conhecimento explícito da língua

•Produzirtextosemtermospessoaisecriativos,paraexporrepresentaçõesepontosdevistaemobilizandodeformacriteriosainformaçãorecolhidaemfontesdiversas.

•Produzirtextosemportuguêspadrão,recorrendoavocabuláriodiversificadoeaestruturasgramaticaiscomcomplexidadesintática,manifestandodomíniodemecanismosdeorganização,dearticulaçãoedecoesãotextuaiseaplicandocorretamenteregrasdeortografiaepontuação.

Conhecimento explícito da língua

•Refletirsobreofuncionamentodalínguapara,apartirdarealizaçãodeatividadesdecarácteroficinal,analisarequestionarossentidosdostextos.

•Explicitar,usandoaterminologiaapropriada,aspetosfundamentaisdaestruturaedousodoportuguêspadrãonosdiferentesplanosdoconhecimentoexplícitodalíngua.

•Mobilizaroconhecimentoreflexivoesistematizadopararesolverproblemasdecorrentesdautilizaçãodalinguagemoraleescritaeparaaperfeiçoarosdesempenhospessoais.

Unidade 3 – Nas esferas da poesia (cont.)

Unidade 4 – Espaço cénico (cont.)

Terceiro Período (cont.)

EscritaTextodeopiniãoTextonarrativoEntrevistaPoemaparaSMSTextodramáticoNotíciaE-mail

Compreensão do oralDocumentário(visionamentoativo)Filme(visionamentoativo)Notícia(escutaativa)Entrevistaradiofónica(escutaativa)Textoinformativo(escutaativa)Canção(escutaativa)

Expressão oralExpressãodepontodevistaExposiçãooralDebateRecontoDeclamaçãoDiscursoDramatização

Plano Sintático–Funçõessintáticas–Coordenaçãoesubordinação–Fraseativa/Frasepassiva–Tiposdefrase

Plano Lexical e Semântico–Famíliadepalavras–Significaçãolexical–Relaçõessemânticasentre

palavras

Plano Discursivo e Textual–Textopoético–Textodramático–Princípiosdecooperaçãoe

cortesia–Coesãotextual–Coerênciatextual–Textoconversacional

Plano da Representação Gráfica e Ortográfica–Formasdedestaque–Relaçõesentrepalavrasescritase

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

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Planificação por unidade

Unidade 0Partida… largada… fugida!

Diagnose

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Utilizar,demodoautónomo,aleituraparalocalizar,selecionar,avaliareorganizarainformação.

•Analisarprocessoslinguísticoseretóricosutilizadospeloautornaconstruçãodeumaobraliterária:analisaropontodevista(narrador);analisarovalorexpressivodosrecursosretóricos.

•Utilizaraescritaparaestruturaropensamentoesistematizarconhecimentos.

•Redigirtextoscoerentes,selecionandoregistoserecursosverbaisadequados.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Sistematizarpropriedadesdistintivasdeclassesesubclassesdepalavras.

•Sistematizarfunçõessintáticas.

•Distinguirprocessossintáticosdearticulaçãoentrefrasescomplexas.

LeituraTextoinformativoTextonarrativo

Manual

•InformaçãoEstruturadomanualSugestõesdeleitura

•TextosO cérebro de um adulto muda tanto

como o de uma criança, quando aprende a ler

História interminável

CD de Recursos

•Recursos de apoio ao professorGrelhasdeavaliaçãodaexpressãooraleescrita

Expressão escritaTextonarrativo

Conhecimento explícito da línguaFlexãoverbalPronominalizaçãoSubclassesdoadvérbioFunçõessintáticas(complementodireto,complementoindireto)Oraçãosubordinada(temporal,causal)

Avaliação: Diagnóstica

Tempo: 1.° Período

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Unidade 1Comunicadores do século XXI

Textos dos media/textos utilitários

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Utilizar,demodoautónomo,aleituraparalocalizar,selecionar,avaliareorganizarainformação.

•Utilizarprocedimentosadequadosàorganizaçãoetratamentodainformação:tomarnotas;identificarideias-chave.

•Interpretartextoscomdiferentesgrausdecomplexidade,articulandoossentidoscomasuafinalidade,oscontextoseaintençãodoautor:identificartemaseideiasprincipais;identificarpontosdevistaeuniversosdereferência;identificarcausaseefeitos;distinguirfactodeopinião;identificarelementosdepersuasão;identificarrecursoslinguísticosutilizados;explicitarosentidoglobaldotexto.

•Identificarecaracterizarasdiferentestipologiasegénerostextuais.

•Respeitarasconvençõesqueregulamainteraçãoverbal.

•Usardapalavracomfluênciaecorreção,utilizandorecursosverbaisenãoverbaiscomumgraudecomplexidadeadequadoàssituaçõesdecomunicação.

•Utilizaraescritaparaestruturaropensamentoesistematizarconhecimentos.

•Selecionartiposeformatosdetextosadequadosaintencionalidadesecontextosespecíficos:expositivos;argumentativos;dodomíniodosmedia.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Caracterizarosprocessosirregularesdeformaçãodepalavrasedeinovaçãolexical.

•Explicitarosignificadodepalavrascomplexasapartirdovalordeprefixosesufixosnominais,adjetivaiseverbaisdoportuguês.

•Caracterizarclassesdepalavraserespetivaspropriedades.

•Sistematizarpropriedadesdistintivasdeclassesesubclassesdepalavras.

•Transformarfrasesativasemfrasespassivasevice-versa.

LeituraArtigodedivulgaçãocientíficaVerbetedeenciclopédiaReportagemEntrevistaGuiaturísticoMapaCríticadecinemaAnúnciopublicitárioArtigodeopiniãoGráficoNotíciaCartoon

Manual

•TextosA Via LácteaGalileu GalileiPortugal em destaque no mundoEterno viajanteDescubra uma ilha encantada!Tintim: uma segunda vidaOceanário de LisboaTelecomanda-te“Não gostamos de ser apenas espectadores”Cartoon

•Fichas/caixas informativasArtigodedivulgaçãocientífica

(caixainformativa)n.°1–TiposdetextoVerbetedeenciclopédia(caixainformativa)n.°2–ClassesabertasdepalavrasReportagem(caixainformativa)Guiaturístico(caixainformativa)n.°3–TextoargumentativoTextodeopinião(caixainformativa)n.°4–ClassesfechadasdepalavrasNotícia(caixainformativa)Blogue(caixainformativa)

•Oficinas de escrita: TextoexpositivoTextoargumentativo

Caderno do ProfessorTestedeavaliaçãoescritaTestedecompreensãodooral

CD de Recursos

•PowerPoint® didáticos•Recursos áudio e vídeo

Acreditar em Portugal(anúnciopublicitário)A lenda de Machico(programaradiofónico)Viajar à boleia de Tintim(reportagem)

•Materiais projetáveisSíntesedascaracterísticasdanotíciaSíntesedascaracterísticasdapublicidadeAs Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

(cartazdofilme)Dia da Terra(anúnciopublicitário)

•Recursos de apoio ao ProfessorGrelhasdeavaliaçãodaexpressãooral

eescrita•Outros textos

Qualidades morais de Tintim são… Tintim é um herói do catolicismo…

EscritaVerbetedeenciclopédiaReportagemAnúnciopublicitário

Compreensão do oral Anúnciopublicitário(visionamentoativo)Programaradiofónico(visionamentoativo)Reportagem(visionamentoativo)

Expressão oralExpressãodepontodevista

Conhecimento explícito da línguaFlexãoverbalProcessosdeformaçãodepalavrasClassesesubclassesdepalavrasTiposdefraseDiscursodiretoeindiretoRelaçãosemânticaentrepalavrasCoesãotextualSinaisauxiliaresdaescrita

Avaliação: Formativa Sumativa

Tempo: 1.° Período

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

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Unidade 2Narrativas prodigiosas

Texto narrativo

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Utilizar,demodoautónomo,aleituraparalocalizar,selecionar,avaliareorganizarainformação.

•Interpretartextoscomdiferentesgrausdecomplexidade,articulandoossentidoscomasuafinalidade,oscontextoseaintençãodoautor:formularhipótesessobreostextos;fazerinferênciasededuções;explicitarosentidoglobaldotexto.

•Analisarprocessoslinguísticoseretóricosutilizadospeloautornaconstruçãodeumaobraliterária:analisaropontodevista(narrador,personagens);identificarmarcasdeenunciaçãoedesubjetividade;analisarasrelaçõesentreosdiversosmodosderepresentaçãododiscurso;analisarovalorexpressivodosrecursosretóricos.

•Identificarfigurasderetóricaetroposcomomecanismoslinguísticosgeradoresdedensificaçãosemânticaeexpressividadeestilística:figurasdedicção(denaturezafonológica,morfológicaesintática);figurasdepensamento;tropos.

•Contactarcomautoresconstituintesdopatrimónioculturaldalusofoniae/oudaexpressãoliteráriauniversal.

•Caracterizarosdiferentesmodosegénerosliterários.

•Usarparatextospararecolherinformaçõesdenaturezapragmática,semânticaeestético-literáriaqueorientameregulamdemodorelevantealeitura.

•Utilizaraescritaparaestruturaropensamentoesistematizarconhecimentos.

•Utilizar,comautonomia,estratégiasdepreparaçãoedeplanificaçãodaescritadetextos.

•Selecionartiposeformatosdetextosadequadosaintencionalidadesecontextosespecíficos:narrativos;expositivos;argumentativos;dodomíniodosmedia.

LeituraTexto narrativo(níveisecategoriasdanarrativa)–Narrativajuvenil–Narrativadaliteraturauniversal–Narrativadaliteratura

portuguesa–Narrativadospaísesdelíngua

oficialportuguesa–Narrativadaliteraturauniversal–Apólogo

Outros textos–Letradecanção–Carta(informal/formal)–Reportagem–Notícia–Cartoon–Artigodedivulgaçãocientífica–Sinopse–Mapa–Verbetedeenciclopédia

Manual•Textos

A quadrilha de Tom SawyerPrimeira paixãoUma carta para LeonorCarta de Teresa Pança a Sancho Pança,

seu maridoO Conto da Ilha DesconhecidaAcostagem! Abordagem! Saque!A Ilha do TesouroPraiaO eclipseMicroscópioUma cana de pesca para o meu avôO medalhão de ouroO retrato ovalO nariz desaparecidoO Carnaval da VitóriaRescaldoUm apólogoA fotoParece impossível mas sou uma nuvemEquadorRetrato de MónicaO tesouroA inaudita guerra da Avenida Gago

Coutinho

•Fichas/caixas informativasn.°5–Textonarrativon.°6–Verbo/complexoverbalGruposfrásicos(caixainformativa)n.°7–Funçõessintáticasn.°8–Textodescritivon.°9–Coesãoecoerênciatextuaisn.°10–Processosdeformaçãode

palavrasn.°11–Variedadesdoportuguêsn.°12–Recursosexpressivosn.°13–Coordenaçãoesubordinação

CD áudio n.°1–AquadrilhadeTomSawyern.°2–CartadeTeresaPançaaSancho

Pança,seumaridon.°3–OContodaIlhaDesconhecidan.°4–Acostagem!Abordagem!

Saque!n.°5–CarnavaldaVitórian.°6–OPotedeBarroeoPotede

Ferron.°7–Afoton.°8–RetratodeMónica

EscritaCartainformalTextonarrativoFolhetoTextoexpositivoTextodeopiniãoReportagem

Compreensão do oralRelato(visionamentoativo)Entrevista(visionamentoativo)Programaradiofónico(escuta

ativa)Filme(visionamentoativo)Programadedivulgaçãocientífica

(visionamentoativo)Apólogo(escutaativa)Reportagem(visionamentoativo)

Avaliação: Formativa Sumativa

Tempo: 1.°/2.° Períodos

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Redigirtextoscoerentes,selecionandoregistoserecursosverbaisadequados:desenvolverpontosdevistapessoaisoumobilizardadosrecolhidosemdiferentesfontesdeinformação;diversificarovocabulárioeasestruturasutilizadasnostextos,comrecursoaoportuguêspadrão;respeitarasregrasdapontuaçãoesinaisauxiliaresdaescrita.

•Organizarodiscurso,assegurandoaprogressãodeideiaseasuahierarquização.

•Interpretardiscursosoraiscomdiferentesgrausdeformalidadeecomplexidade:identificaroassunto,temaoutópicos;distinguiroessencialdoacessório;distinguirvisãoobjetivaevisãosubjetiva;fazerinferênciasededuções.

•Seguirdiálogos,discussõesouexposições,intervindooportunaeconstrutivamente.

•Assumirdiferentespapéisemsituaçõesdecomunicação,adequandoasestratégiasdiscursivasàsfunçõeseaosobjetivosvisados.

•Respeitarasconvençõesqueregulamainteraçãoverbal.

•Produzirtextosorais,dediferentestipos,adaptadosàssituaçõesefinalidadesdecomunicação:exprimirsentimentoseemoções;relatar/recontar;apresentaredefenderideias,comportamentosevalores.

•Usardapalavracomfluênciaecorreção,utilizandorecursosverbaisenãoverbaiscomumgraudecomplexidadeadequadoàssituaçõesdecomunicação.

•Manifestarideias,sentimentosepontosdevistasuscitadospelosdiscursosouvidos.

•Reconhecerespecificidadesfonológicas,lexicaisesintáticasnasvariantesdoportuguêsnãoeuropeu.

•Sistematizarpadrõesdeformaçãodepalavrascomplexas:porcomposiçãodeduasoumaisformasdebase.

•Caracterizarosprocessosirregularesdeformaçãodepalavrasedeinovaçãolexical.

•Explicitarosignificadodepalavrascomplexasapartirdovalordeprefixosesufixosnominais,adjetivaiseverbaisdoportuguês.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Caracterizarclassesdepalavraserespetivaspropriedades.

•Sistematizarpropriedadesdistintivasdeclassesesubclassesdepalavras.

Expressão oralExpressãodepontodevistaDebateRelatodeexperiênciaspessoaisExposiçãooral

Guiões de leituraO Conto da Ilha DesconhecidaA Ilha do Tesouro

Caderno do ProfessorTestesdeavaliaçãoescritaTestesdecompreensãodooral

CD de Recursos

•PowerPoint® didáticos

•Materiais áudio e vídeoAs aventuras de Tom Sawer, AnaquimTestemunho do sapateiro Mário Araújo

Fernandes(vídeo)Profissões com um pé no passado à

procura do futuro(reportagemradiofónica)

1 Minuto pela Terra – El Hierro (programaradiofónico)

Piratas das Caraíbas(filme–excerto)Geocachers(reportagemtelevisiva)1 Minuto de Astronomia – Eclipses1 Minuto de Astronomia – TelescópiosO tesouro(leituraexpressiva)Suave milagre(leituraexpressiva)Léxico árabe – Marcas na Língua

Portuguesa(reportagemtelevisiva)

•Materiais projetáveisMapadaIlhadoTesouroMapadeS.PetersburgoHistóriadafotografiaComofazerumaexposiçãooralOrganizaçãodasaçõesnoconto“A inauditaguerradaAvenidaGago

Coutinho”

•Outros textosEntrevista a António Mota(entrevista)Monangambé(poema)Estudo sugere que Terra teve duas Luas

(notícia)Nacos de nuvem(textopoético)

•Textos complementaresPara uma leitura dos ContosExemplares

(textoteórico)Subsídios para uma leitura orientada do

conto “A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho”(textoteórico)

•Recursos de apoio ao ProfessorGrelhasdeavaliaçãodaexpressãooral

eescrita

•Transcrição dos registos áudio e vídeo

Conhecimento explícito da línguaClassificaçãodaspalavrasquantoàsílabatónicaVariedadesdoportuguês(europeia,africanas,brasileira)FlexãoverbalPronominalizaçãoProcessosdeformaçãodepalavrasClassesesubclassesdepalavrasConstituintesfrásicosFunçõessintáticasTiposdesujeitoFrasesimples/frasecomplexaOraçõescoordenadasOraçõessubordinadasVocabuláriotécnicoRelaçõessemânticasentrepalavrasCamposemânticoDiscursodireto/discursoindiretoFormasdetratamentoRegistoinformal/formalCoesãotextualCoerênciatextualConectoresdiscursivosPontuaçãoFormasdedestaque

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

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Unidade 3Nas esferas da poesia

Texto poético

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Interpretartextoscomdiferentesgrausdecomplexidade,articulandoossentidoscomasuafinalidade,oscontextoseaintençãodoautor:formularhipótesessobreostextos;fazerinferênciasededuções;explicitarosentidoglobaldotexto.

•Discutirdiferentesinterpretaçõesdeummesmotexto,sequênciaouparágrafo.

•Expressar,deformafundamentadaesustentada,pontosdevistaeapreciaçõescríticassuscitadospelostextoslidosemdiferentessuportes.

•Analisarprocessoslinguísticoseretóricosutilizadospeloautornaconstruçãodeumaobraliterária:analisarovalorexpressivodosrecursosretóricos.

•Caracterizarosdiferentesmodosegénerosliterários.

•Utilizaraescritaparaestruturaropensamentoesistematizarconhecimentos.

•Selecionartiposeformatosdetextosadequadosaintencionalidadesecontextosespecíficos:narrativos;argumentativos;dodomíniodosmedia.

LeituraTexto poético(elementosconstitutivosdapoesialírica/convençõesversificatórias)

Outros textos–Verbetededicionário–Regulamento

Manual

•TextosPoema do fecho éclairPoema de pedra liozO anjo das pernas tortasEu, etiquetaFábula antigaRomeu e Julieta – Outro fim?Ser poetaRapariga descalçaViagemBenditas sejam as históriasMudam-se os tempos, mudam-se as

vontades

•Fichas Informativasn.°14–Textopoéticon.°15–Significaçãolexicaln.°16–Relaçõesentrepalavras

EscritaTextodeopiniãoTextonarrativoEntrevistaPoemaparaSMS

Compreensão do oralDocumentário(visionamento

ativo)Filme(visionamentoativo)Notícia(escutaativa)Entrevistaradiofónica(escuta

ativa)

Avaliação: Formativa Sumativa

Tempo: 3.° Período

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Sistematizarosconstituintesprincipaisdafraseerespetivacomposição.

•Sistematizarfunçõessintáticas.•Detetardiferentesconfiguraçõesdafunção

sintáticadesujeito.•Transformarfrasesativasemfrasespassivas

evice-versa.•Distinguirprocessossintáticosde

articulaçãoentrefrasescomplexas.•Determinarossignificadosquedada

palavrapodeteremfunçãodoseucontextodeocorrência.

•Sistematizarasregrasdeusodesinaisdepontuaçãopara:delimitarconstituintesdefrase.

•Sistematizarregrasdeconfiguraçãográficapara:destacarpalavras,frasesoupartesdetexto.

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Redigirtextoscoerentes,selecionandoregistoserecursosverbaisadequados:desenvolverpontosdevistapessoaisoumobilizardadosrecolhidosemdiferentesfontesdeinformação;diversificarovocabulárioeasestruturasutilizadasnostextos,comrecursoaoportuguêspadrão;respeitarasregrasdapontuaçãoesinaisauxiliaresdaescrita.

•Organizarodiscurso,assegurandoaprogressãodeideiaseasuahierarquização.

•Seguirdiálogos,discussõesouexposições,intervindooportunaeconstrutivamente.

•Produzirtextosorais,dediferentestipos,adaptadosàssituaçõesefinalidadesdecomunicação:exprimirsentimentoseemoções;relatar/recontar;fazerexposiçõesorais.

•Interpretardiscursosoraiscomdiferentesgrausdeformalidadeecomplexidade:identificaroassunto,temaoutópicos;distinguiroessencialdoacessório.

•Reconhecerespecificidadesfonológicas,lexicaisesintáticasnasvariantesdoportuguêsnãoeuropeu.

•Sistematizarpropriedadesdasílabagramaticaledasílabamétrica.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Sistematizarpropriedadesdistintivasdeclassesesubclassesdepalavras.

•Sistematizarfunçõessintáticas.

•Transformarfrasesativasemfrasespassivasevice-versa.

•Distinguirprocessossintáticosdearticulaçãoentrefrasescomplexas.

•Determinarossignificadosquedadapalavrapodeteremfunçãodoseucontextodeocorrência.

•Distinguirpropriedadessemânticasquediferenciampalavrascomumsósignificadodepalavrascommaisdoqueumsignificado.

•Sistematizarrelaçõessemânticasdesemelhançaeoposição,hierárquicasedeparte-todo.

•Desambiguarsentidosdecorrentesderelaçõesentreagrafiaefoniadepalavras.

Expressão oralExpressãodepontodevistaExposiçãooralRecontoDeclamaçãoDebate

CD áudio n.°9–Poemadofechoéclairn.°10–Poemadepedraliozn.°11–Oanjodaspernastortasn.°12–Eu,etiquetan.°13–Fábulaantigan.°14–RomeueJulieta–Outrofim?n.°15–Raparigadescalçan.°16–Viagemn.°17–Aviagemdoelefante(notícia)n.°18–Benditassejamashistórias

Caderno do ProfessorTestedeavaliaçãoescritaTestesdecompreensãodooral

CD de Recursos

•Recursos áudio e vídeoRomeu e Julieta(filme–excerto)Perdidamente,LuísRepresasÀ volta dos livros(entrevistaradiofónica)Mudam-se os tempos…(3 declamações)

•Materiais projetáveisAs vítimas do Pai Natal(cartoon)

•Recursos de apoio ao professorGrelhasdeavaliaçãodaexpressãooral

eescrita

•Textos complementaresO Românico(textoinformativo)Garrincha

•Transcrição dos registos áudio e vídeo

Conhecimento explícito da línguaVariedadebrasileiradoportuguêsFormaçãodepalavras

(empréstimo)FlexãoverbalClassesesubclassesdepalavrasFunçõessintáticasOraçõescoordenadasOraçõessubordinadasFraseativa/frasepassivaValordostemposemodosverbaisValordoadjetivoFamíliadepalavrasSignificaçãolexicalRelaçõessemânticasentre

palavrasRelaçõesgráficasentrepalavrasCoesãotextualCoerênciatextual

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Unidade 4Espaço cénico

Texto dramático

Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Lerporiniciativaegostopessoal,aumentandoprogressivamenteaextensãoecomplexidadedoslivroseoutrosmateriaisqueseleciona.

•Analisarosparatextosparacontextualizareanteciparoconteúdodeumaobra.

•Discutirdiferentesinterpretaçõesdeummesmotexto,sequênciaouparágrafo.

•Analisarprocessoslinguísticoseretóricosutilizadospeloautornaconstruçãodeumaobraliterária:analisarovalorexpressivodosrecursosretóricos.

•Caracterizarosdiferentesmodosegénerosliterários.

•Contactarcomautoresconstituintesdopatrimónioculturaldalusofoniae/oudaexpressãoliteráriauniversal.

•Utilizaraescritaparaestruturaropensamentoesistematizarconhecimentos.

•Seguirdiálogos,discussõesouexposições,intervindooportunaeconstrutivamente.

•Selecionartiposeformatosdetextosadequadosaintencionalidadesecontextosespecíficos:dialogaisedramáticos;dodomíniodosmedia;dodomíniodasrelaçõesinterpessoais.

•Planificarousodapalavraemfunçãodaanálisedasituação,dasintençõesdecomunicaçãoespecíficasedascaracterísticasdaaudiênciavisada.

•Organizarodiscurso,assegurandoaprogressãodeideiaseasuahierarquização.

•Produzirtextosorais,dediferentestipos,adaptadosàssituaçõesefinalidadesdecomunicação:apresentaredefenderideias,comportamentosevalores;argumentar/convencerosinterlocutores.

•Usardapalavracomfluênciaecorreção,utilizandorecursosverbaisenãoverbaiscomumgraudecomplexidadeadequadoàssituaçõesdecomunicação.

LeituraTexto dramático (elementosconstitutivosdodramaeespetáculoteatral)

Outros textos–Bandadesenhada–Textopoético–Adivinha

Manual

•TextosAs mulheres no parlamentoO AvarentoA tempestadeO Homem sem SombraVanina

•Fichas Informativasn.°17–Textodramáticoeespetáculo

teatraln.°18–Textoconversacional

CD áudio n.°19–Asmulheresnoparlamenton.°20–Governoegovernar(texto

informativo)n.°21–OAvarenton.°22–Atempestaden.°23–OHomemsemSombran.°24–Vanina

Guiões de leituraO Homem sem SombraO Colar

Caderno do ProfessorTestedeavaliaçãoescritaTestesdecompreensãodooral

CD de Recursos

•PowerPoint® didáticos

•Recursos áudio e vídeoLinhas cruzadas(música)

•Materiais projetáveisVoto feminino(textopublicitário)O Avarento(cartazdoespetáculo)A Ilha Encantada(capadolivro)O Homem sem Sombra(excertos)Lado Lunar(letradecanção)

•Recursos de apoio ao professorGrelhasdeavaliaçãodaexpressãooral

eescrita

•Transcrição dos registos áudio e vídeo

EscritaTextodramáticoNotíciaE-mail

Compreensão do oralTextoinformativo(escutaativa)Canção(escutaativa)

Avaliação: Formativa Sumativa

Tempo: 3.° Período

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Descritores de desempenhoConteúdos por competências

Materiais

•Utilizarprocedimentosparaclarificar,registar,tratarereterainformação,emfunçãodenecessidadesdecomunicaçãoespecíficas:identificarideias-chave;tomarnotas.

•Interpretardiscursosoraiscomdiferentesgrausdeformalidadeecomplexidade:identificaroassunto,temaoutópicos;distinguiroessencialdoacessório.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Sistematizarpropriedadesdistintivasdeclassesesubclassesdepalavras.

•Transformarfrasesativasemfrasespassivasevice-versa.

•Caracterizarelementosinerentesàcomunicaçãoeinteraçãodiscursivas.

•Distinguirmodosdereproduçãododiscursonodiscursoesuaprodutividade.

Expressão oralDiscursoDramatização

Conhecimento explícito da língua–Flexãoverbal–Complexoverbal–Verboauxiliar–Pronominalização–Classesesubclassesdepalavras–Fraseativa/frasepassiva–Tiposdefrase–Coesãotextual–Textoconversacional–Princípiosdecooperaçãoe

cortesia

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Planos de aula* (amostra)

* Versão completa dos planos de aula a disponibilizar em setembro de 2012 no CD de Recursos em formato editável .

Plano de aula – Unidade 1

Descritores de desempenho Sumário

• Interpretar textos com diferentes graus de complexidade, articulando os sentidos com a sua finalidade, os contextos e a intenção do autor.

• Caracterizar os processos irregulares de formação de palavras e de inovação lexical.

• Produzir textos orais, de diferentes tipos, adaptados às situações e finalidades de comunicação.

• Utilizar, de modo autónomo, a leitura para localizar, selecio-nar, avaliar e organizar a informação.

O texto de opinião: leitura e interpretação do artigo jornalístico “Telecomanda-te”.Conhecimento explícito da língua: empréstimo e sigla.Atividade de expressão oral: ponto de vista.Leitura de gráfico.

Desenvolvimento da aula Recursos

1. Leitura do artigo jornalístico “Telecomanda-te”;2. Propostas de interpretação de leitura;3. Exercícios de CEL e respetiva correção;4. Leitura de um cartoon;5. Exercício de expressão oral (ponto de vista);6. Leitura de gráfico.

Manual, pp. 50, 51 e 52Caderno do Professor – Grelha de avaliação da expressão oral

Atividades complementares

• Ficha informativa n.° 10• Exercícios de CEL• Oficina de escrita n.° 2: Texto de opinião

Manual, pp. 125 e 285Caderno de atividades, p. 41Caderno do Professor – Grelha de avaliação da expressão escrita

Unidade 1: Comunicadores do século XXI

Subunidade: “Telecomanda-te” – Artigo de opinião (pp. 50 a 52 do manual)

Competências Conteúdos

LeituraCaracterísticas do texto de opinião.Processos irregulares de formação de palavras: empréstimo e sigla.

Conhecimento explícito da língua

Expressão oral

Docente:

Escola:

Turma: Duração:

Aula(s) n.°(s): Data:

Casos especiais/observações:

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Plano de aula – Unidade 2

Descritores de desempenho Sumário

•Utilizarprocedimentosadequadosàorganizaçãoetratamentodainformação.

•Identificarrelaçõesintratextuais,compreendendodequemodootipoeaintençãodotextoinfluenciamasuacomposiçãoformal.

•Sistematizarpadrõesdeformaçãodepalavrascomplexas:porcomposiçãodeduasoumaisformasdebase.

•Reproduziromaterialouvidorecorrendoatécnicasdereformulação.

Otextoautobiográficoetécnico:leituraeinterpretaçãode“Microscópio”.Conhecimentoexplícitodalíngua:composiçãomorfológica.Atividadedecompreensão/expressãooral:visionamentoativo.

Desenvolvimento da aula Recursos

1.Animaçãointitulada“Microscópioótico”;2.Pré-leituradotexto;3.Leituradotexto“Microscópio”;4.Propostasdeinterpretaçãodeleitura;5.ExercíciosdeCELerespetivacorreção;6.Visionamentoativo–1 Minuto de Astronomia

(“Telescópios”).

E-Manual (BRIP)Manual,pp.116e117Caderno do Professor–GrelhadeavaliaçãodaexpressãooralCD de Recursos–Informaçãosobreovídeo

–Textocomplementar–Informaçãosobrearubrica1 Minuto de

Astronomia

Atividades complementares

•Fichainformativan.°10•ApresentaçãoPowerPoint®–Processosdeformaçãode

palavras•ExercíciosdeCEL•OficinadeCELn.°3–Palavrassimplesecomplexas

Manual,pp.124e279CD de Recursos–PPTCaderno de Atividades,p.40

Unidade 2: Narrativas Prodigiosas (texto narrativo)

Subunidade: “Microscópio” – Texto autobiográfico e técnico (pp. 116 e 117 do manual)

Competências Conteúdos

Leitura

Característicasdotextoautobiográficoetécnico.Composiçãomorfológica(significadoderadicais).

Conhecimento explícito da língua

Compreensão do oral/Expressão oral

Docente:

Escola:

Turma: Duração:

Aula(s) n.°(s): Data:

Casos especiais/observações:

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

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Plano de aula – Unidade 3

Descritores de desempenho Sumário

•Interpretartextoscomdiferentesgrausdecomplexidade,articulandoossentidoscomasuafinalidade,oscontextoseaintençãodoautor.

•Sistematizarpropriedadesdasílabagramaticaledasílabamétrica(segmentarversosporsílabamétricaeutilizarrimafonéticaerimagráfica).

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Aplicarasregrasdeutilizaçãodopronomepessoalátono(reflexoenãoreflexo)emadjacênciaverbal.

Leituraeinterpretaçãodopoema“Benditassejamashistórias”,deJoséJorgeLetria.Conhecimentoexplícitodalíngua:conjunções,flexãoverbal,pronominalização.Exercíciodeescutaativa(entrevistaradiofónica).Trabalhodeexpressãoescrita:questionáriodeentrevista.

Desenvolvimento da aula Recursos

1.Leiturae/ouaudiçãodopoema“Benditassejamashistórias”;

2.Propostasdeorientaçãodeleitura;3.ExercíciosdeCELerespetivacorreção;4.Atividade“Contadoresdehistórias”;5.Exercíciodecompreensãodooral;6.Redaçãodeumquestionárioparaumaentrevista.

Manual,pp.230,231,232e233CD Áudio –Faixan.°18CD de Recursos–excertoradiofónico

Atividades complementares

•Fichainformativan.°13•ApresentaçãoPowerpoint®–CoordenaçãoeSubordinação•OficinadeCELn.°1–Advérbiosconectivoseconjunções

coordenativas•ExercíciosCEL

Manual,pp.167e273CD de Recursos–PPTCaderno de Atividades,pp.20e45

Unidade 3: Nas Esferas da Poesia (texto poético)

Subunidade: “Benditas sejam as histórias" (pp. 230 a 233 do manual)

Competências Conteúdos

Leitura Temática.Comparação.Estruturaformal.Conjunções/locuçõesconjuncionais.Flexãoverbal(tempoemodo).Pronominalização.Reconto.Escutaativa.Formulaçãodequestões.

Conhecimento explícito da língua

Expressão oral

Compreensão do oral

Expressão escrita

Docente:

Escola:

Turma: Duração:

Aula(s) n.°(s): Data:

Casos especiais/observações:

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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Plano de aula – Unidade 4

Descritores de desempenho Sumário

•Interpretartextoscomdiferentesgrausdecomplexidade,articulandoossentidoscomasuafinalidade,oscontextoseaintençãodoautor.

•Aplicarasregrasdeutilizaçãodopronomepessoalátono(reflexoenãoreflexo)emadjacênciaverbal.

•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.

•Produzirtextosorais,dediferentestipos,adaptadosàssituaçõesefinalidadesdecomunicação.

Leituraeestudodotexto“Asmulheresnoparlamento”.Contextualizaçãohistórica.Sistematizaçãodascaracterísticasdotextodramático.Exercíciodeexpressãooral.

Desenvolvimento da aula Recursos

1.Pré-leitura–leituradecartoon;2.Leiturae/ouaudiçãodotexto“Asmulheresnoparlamento”;3.Contextualizaçãohistóricaapartirdabiografiade

Aristófanes–comédiagrega;4.Síntesedascaracterísticasdotextodramático;5.Propostasdeinterpretaçãodeleitura;6.ExercíciosdeCELerespetivacorreção;7.Análisedoanúnciopublicitário“Votofeminino”;8.Exercíciodeexpressãooral(discurso);9.Exercíciodecompreensãodooral.

Manual,pp.240a245e251CD Áudio–Faixasn.os19e20CD de Recursos–MaterialprojetávelCaderno do Professor–Grelhadeavaliaçãodaexpressãooral

Atividades complementares

•Comentáriosobreoartigo13.°daConstituiçãoPortuguesa•Fichainformativan.°6•ApresentaçãoPowerpoint®–Verbo/Complexoverbal•ExercíciosCEL•AtividadesdoGuião de Educação: Género e Cidadania

Manual,pp.243(GuiadoProfessor)e82CD de Recursos–PPTCaderno de Atividades,pp.12e20

Unidade 4: Espaço Cénico

Subunidade: “As mulheres no parlamento” (pp. 240 a 245)

Competências Conteúdos

Leitura Ação.Personagem.Cómicodelinguagem.Subclassesdoverbo.Pronominalização.Escutaativa(textoinformativo).Apresentaçãodeumdiscurso.

Conhecimento explícito da língua

Expressão oral

Compreensão do oral

Docente:

Escola:

Turma: Duração:

Aula(s) n.°(s): Data:

Casos especiais/observações:

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(Para)Textos • 8.° ano Planificações

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Plano de aula – Obra integral

Descritores de desempenho Sumário

•Analisarosparatextosparacontextualizareanteciparoconteúdodeumaobra.•Exprimiropiniõeseproblematizarsentidos,comoreaçãopessoalàaudiçãoouleituradeumaobraintegral.•Analisarprocessoslinguísticoseretóricosutilizadospeloautornaconstruçãodeumaobraliterária:analisaro

pontodevista(narrador,personagens);identificarmarcasdeenunciaçãoedesubjetividade;analisarasrelaçõesentreosdiversosmodosderepresentaçãododiscurso;analisarovalorexpressivodosrecursosretóricos.

• Identificarrelaçõesintratextuais,compreendendodequemodootipoeaintençãodotextoinfluenciamasuacomposiçãoformal.

•Valorizarumaobraenquantoobjetosimbólico,noplanodoimaginárioindividualecoletivo.•Sistematizarparadigmasflexionaisregulareseirregularesdosverbos.•Sistematizarasregrasdeusodesinaisdepontuação.•Utilizarprocedimentosparaclarificar,registar,tratarereterainformação,emfunçãodenecessidadesde

comunicaçãoespecíficas,comoidentificarideias-chave.•Selecionartiposeformatosdetextosadequadosaintencionalidadesecontextosespecíficos.

Obraintegral:OContodaIlhaDesconhecida,deJoséSaramago.

Conhecimentoexplícitodalíngua:pontuaçãoeflexãoverbal.

Atividadedecompreensãodooral:programaradiofónico.

Expressãoescrita:textodeopinião.

Desenvolvimento das aulas Recursos

1.Vídeo–“Saramago−biografiaepercursoliterário”; 2.AtividadedePré-leitura(Intertextualidade); 3.Testedeverificaçãodeleitura; 4.Aspetosparatextuaisdaobraemestudo; 5.Exercícion.°1dasOrientaçõesdeLeituradoGuiãodeLeitura; 6.Audiçãodotextodasubunidade“OContodaIlhaDesconhecida”; 7.AtividadedePré-leitura; 8.ExercíciosdasOrientaçõesdeLeitura; 9.ExercíciosdeCEL(flexãoverbalepontuação);10.Exercíciodecompreensãodooral/expressãooral(programaradiofónico);11.Exercícios2.a14.dasOrientaçõesdeLeituradoGuiãodeLeitura;12.Expressãoescrita(DepoisdeLer):textodeopinião.

Guiões de Leitura, pp.2a7E-Manual– GuiõesdeLeitura (BRIP)

Manual, pp.88a92CD Áudio– Faixan.°3CD de Recursos–1MinutopelaTerraerespetivatranscrição

Atividades complementares

•Fichainformativan.°5•ExercíciosdeCEL•Atividadedeexpressãoescrita:Textodeopinião•Atividadedeexpressãoescrita:Textonarrativo•Oficinadeescritan.°2:Textodeopinião

Manual, pp.72e285Caderno de Atividades, pp.12,62e69Caderno do Professor –Grelhasdeavaliaçãodaexpressãoescritaeoral

Docente:

Escola:

Turma: Duração:

Aulas n.°s: Data:

Casos especiais/observações:

Unidade 2: Narrativas Prodigiosas

Obra integral: O Conto da Ilha Desconhecida, de José Saramago (Guiões de Leitura)

Subunidade: “O Conto da Ilha Desconhecida” (pp. 88 a 92)

Competências Conteúdos

Leitura Narrativa–Obraintegral. Argumentação.

Paratextos. Pontuação.

Categoriasdanarrativa. Flexãoverbal.

Simbolismo. Textodeopinião.

Recursosexpressivos.

Conhecimento explícito da língua

Compreensão do oral

Expressão oral

Expressão escrita

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GrupoI (50 pontos)

parteALê atentamente os textos 1 e 2.

Texto1

Galápagos – Arquipélago do oceano Pacífico, com 7964 km2, situado a 1200 km do Equador, país a que pertence. Formado por 12 ilhas de maior extensão, sendo as mais importantes San Cristóbal (4774 hab.), Santa Cruz ou Chávez (7420 hab.), Isabela (1045 hab.), Floreana (400 hab.), San Salvador ou Santiago (inabitada) e Fernandina (inabitada), e por 42 ilhéus. De origem vulcânica, tem vários vulcões ainda em atividade. Descoberto em 1535 por Tomás de Berlanga, bispo do Panamá, este deu-lhe o nome de “Las Encantadas”, pertence ao Equador desde 1832, tendo anteriormente sido explorado por espanhóis e ingleses. O arquipélago contribuiu devido à sua fauna (entre as variadís-simas espécies, conta c. 10 000 tartarugas gigantes de 11 espécies) e flora endémicas para a teoria da seleção natural de Charles Darwin, que visitou as ilhas em 1835.

“Galápagos”, Enciclopédia Verbo Edição Século XXI, Verbo, 1999

Texto2

Darwin (Charles) – Naturalista inglês (Shrewsbury, 12-2-1809 – Down, Beckenham, 19-4-1882), de seu nome completo C. Robert D. Em 1825, foi a Edimburgo estudar Medi-cina. O escasso aproveitamento levou o pai a mandá-lo iniciar, em Cambridge, a carreira eclesiástica, para pastor da igreja anglicana. […] Contudo, assistiu com proveito às lições de Botânica do prof. Henslow, com quem estabeleceu amizade, em cujo meio se relacionou com diversos naturalistas. Henslow, que soube apreciar as suas qualidades de investigador, convidou-o para viajar com o capitão Fitz-Roy, no bergantim Beagle, que ia explorar as costas da Patagónia, Terra do Fogo, Chile, Peru, e algumas ilhas do Pacífico. […] No regres-so a Inglaterra (outubro, 1836), voltou para Cambridge e Londres, onde esteve dois anos a trabalhar em temas científicos e a preparar a publicação das suas memórias de viagem (Voyage of a Naturalist Round the World). Aí reuniu dados para a sua teoria sobre a origem das espécies. Este trabalho, publicado em 1849 como estudo à parte, viu primeiro a luz no relato da expedição que o capitão escreveu em 1839. C. D. publicou numerosas obras de História Natural, mas a que mais fama lhe deu foi a teoria sobre a origem das espécies, na base da luta pela vida (The Origin of Species by Means of Natural Selection, 1859), sendo traduzida imediatamente nas principais línguas. […] Buscou as causas da evolução e, sobre-tudo, exerceu enorme influência nas Ciências Naturais.

“Darwin”, Enciclopédia Verbo Edição Século XXI, Verbo, 1999 (com supressões)

Testes de avaliação

TestedeAvaliaçãodeLínguaportuguesan.°1

Escola: 8.° ano de escolaridade

Nome: N.°: Turma:

Duração da prova: 90 minutos Data:

Professor: Encarregado de Educação:

Classificação:

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(Para)Textos • 8.° ano Testes de avaliação

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Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Para cada uma das afirmações que se seguem (1.1. a 1.4.), assinala a opção que completa cada afirmação de acordo com o sentido do Texto 1.

1.1. O arquipélago Galápagos é constituído por… (2pontos)

a. 12 ilhas e 42 ilhéus.

b. exclusivamente pelas ilhas de Santa Cruz, Isabela, Floreana, San Salvador e Fernandina.

c. 7964 km2 de comprimento.

1.2. A ilha mais habitada é… (2pontos)

a. Isabela.

b. San Cristóbal.

c. Santa Cruz ou Chávez.

1.3. Na frase “este deu-lhe o nome de ‘Las Encantadas’” (l. 6), o pronome sublinhado refere‑se… (2pontos)

a. a Tomás de Berlanga.

b. ao arquipélago das Ilhas Galápagos.

c. ao Equador.

1.4. As ilhas Galápagos contribuíram para a teoria de Charles Darwin sobre… (2pontos)

a. as espécies endémicas.

b. a seleção natural.

c. as tartarugas gigantes.

2. Atenta no Texto 2 e indica se as afirmações seguintes são verdadeiras (V) ou falsas (F), corrigindo as falsas. (7pontos)

a. Charles Darwin estudou Botânica em Edimburgo.

b. Em Cambridge, Darwin relacionou‑se com diversos naturalistas.

c. O Capitão Fitz‑Roy apresentou Darwin ao professor Henslow.

d. Darwin viajou pelo Chile, Peru, Patagónia e ilhas do Pacífico.

e. A obra que mais projeção deu a Darwin foi The Origin of Species by Means of Natural Selection.

f. Devido à temática nela abordada, a obra de Darwin levou anos a ser traduzida para outras línguas.

g. De regresso a Cambridge e a Londres, Charles trabalhou durante dois anos nas suas memórias de viagem.

3. Tendo em conta os Textos 1 e 2, completa as frases abaixo, com algumas das palavras/expressões indicadas. (6pontos)

• artigos de divulgação científica • objetiva • entrada

• verbetes de dicionário • subjetiva • introdução

a. Os Textos 1 e 2 são classificados como .

b. Ambos os textos são constituídos por duas partes distintas: a e o artigo.

c. A linguagem usada é predominantemente .

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parteB

Lê atentamente o texto. Em caso de necessidade, consulta a nota apresentada.

Peregrinação à Orla do MundoA melhor atividade das Galápagos é perder tempo. Usá-lo devagar. Gastá-lo aos

bocadinhos intermitentes. Como se as ilhas nos transmitissem uma outra noção de existirmos, de sermos seres humanos, uma noção antiga e esquecida. De nos relacio-narmos, precisamente, com o tempo que passa – que passa por nós.

Estamos rodeados de lava negra e horizontes azuis, de silêncio e do crepitar do vento na superfície da água. Correntes marítimas sobem desde o fundo do mundo, a Antártica, e encontram-se com outras que chegam dos paraísos perdidos da Polinésia. Erupções vulcânicas sem pressa foram criando, em épocas diferentes do Universo, cada uma das ilhas do arquipélago. Todas se encontram em estágios diversos da sua criação, todas são diferentes entre si e de tudo o resto. Estamos num lugar único e intemporal. Temos de nos relacionar de um modo novo, diferente, com o tempo que passa – que passa por tudo.

Observo espantado a Pré-História, a vida antes da capacidade humana de a regis-tar, a vida antes da invenção do tempo. Aqui, animais mais antigos que o Dilúvio Universal passam à minha frente com a pose desafiadora e arrogante do toureiro em frente ao touro. Desafiam a espécie humana nas suas convicções religiosas, na sua necessidade de atribuir a uma divindade omnipotente a causa e a razão de tudo isto a que chamamos “existência terrena”, “passagem pelo mundo”.

Iguanas marinhas? Tartarugas gigantes? Pinguins do Equador? Que razão e causa há em tudo isto? Sabe-se lá. Darwin tentou saber. O jovem cientista encontrava-se numa viagem à volta do mundo num navio da marinha inglesa, o Beagle, comandado pelo capitão Fitz-Roy, quando desembarcou nas Galápagos.

A viagem tivera início em outubro de 1831 e passariam no total cinco anos antes de o Beagle regressar a casa. Mas para Darwin foi como se tivessem passado muitos mais – talvez esse tempo que nas Galápagos se sente diferente o tenham envelhecido e revigorado simultaneamente. “Serás uma desgraça para ti e para toda a família”, exclamara o pai, mortificado, ao saber da decisão do filho de participar na expedição do Beagle. “Mas agora a reputação de Darwin como viajante científico tinha chegado a casa antes do seu regresso, e o pai sentia-se aquietado”, escreve David Quammen em The Reluctant Mr. Darwin1, uma biografia recente do cientista. “Ao ver o filho pela primeira vez depois da viagem, o doutor Darwin comentou para as irmãs de Charles: ‘Caramba, até a forma da sua cabeça parece modificada’.”

E estava. Não por fora, claro, mas dentro. Foi pouco o tempo que Darwin passou nas Galápagos, cinco semanas numa viagem de cinco anos. Mas bastou para que notasse que ali os mesmos tentilhões tinham bicos diferentes e as mesmas tartarugas carapaças variadas em ilhas com idades geológicas não coincidentes. E concluiu que as espécies eram o que são hoje através de um processo de adaptação, competição e evolução.

Gonçalo Cadilhe, 1 Km de Cada Vez, Oficina do Livro, 7.ª ed., 2011

1. The Reluctant Mr. Darwin: O Relutante Sr. Darwin.

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Responde, de forma completa e bem estruturada, aos itens que se seguem.

1. O texto que acabaste de ler constitui um relato de viagem.

1.1. Sintetiza, numa frase, o principal assunto abordado ao longo do relato. (4pontos)

2. O território das ilhas é inóspito.

2.1. Transcreve, do segundo parágrafo, uma expressão que o comprove. (3pontos)

3. Segundo o autor do texto, o visitante das ilhas Galápagos depara‑se com uma noção de tempo muito especial.

3.1. Caracteriza‑a. (5pontos)

4. Relaciona o terceiro e quarto parágrafos com o título do texto. (5pontos)

5. A contemplação da paisagem e dos animais da ilha conduz o autor do texto a uma meditação sobre a vida de Darwin.

5.1. Como se justifica esta mudança de assunto? (4pontos)

5.2. Transcreve do texto a frase que introduz o novo assunto. (3pontos)

6. Explica por palavras tuas o sentido da última frase do texto. (5pontos)

GrupoII (20 pontos)

1. Lê a seguinte frase e seleciona a opção que completa as afirmações abaixo de forma correta.

Darwin visitou as ilhas Galápagos e ficou espantado com os animais.

1.1. Na frase… (2pontos)

a. o verbo “visitar” é transitivo indireto e o verbo “ficar” é auxiliar.

b. o verbo “visitar” é transitivo direto e o verbo “ficar” é copulativo.

c. o verbo “visitar” é intransitivo e o verbo “ficar” é transitivo direto.

d. o verbo “visitar” é transitivo direto e indireto e o verbo “ficar” é intransitivo.

1.2. As classes de palavras que constituem a oração sublinhada são, pela respetiva ordem, as seguintes: (2pontos)

a. conjunção – nome – verbo – preposição – determinante – adjetivo.

b. conjunção – determinante – nome – preposição – verbo – adjetivo.

c. conjunção – verbo – adjetivo – preposição – determinante – nome.

d. conjunção – verbo – preposição – adjetivo – nome – determinante.

2. Completa as frases seguintes, colocando o adjetivo nos graus indicados. (4pontos)

a. Todos os pássaros tinham uma plumagem (belo – superlativo absoluto analítico).

b. O temporal que se desencadeou foi (violento – superlativo relativo de superioridade) que se verificou nos últimos anos.

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3. Completa a frase seguinte com a forma do verbo apresentado entre parênteses no modo e tempo indicados. (4pontos)

Futuro do conjuntivo/Futuro do indicativo

Se nós (saber) nadar bem, (poder) fazer o trajeto de uma ilha para a outra.

4. Lê a frase seguinte.

As erupções vulcânicas criaram as ilhas do arquipélago.

4.1. Transforma a frase ativa em passiva, respeitando o tempo e o modo verbais. (3pontos)

5. Estabelece a correspondência entre o adjetivo (coluna A) e o nome a que se refere (coluna B). (5pontos)

Coluna A Coluna B

1.hídrico A.ouro

2. áureo B.fogo

3.ígneo C.chuva

4.intemporal D.água

5.pluvial E.tempo

GrupoIII (30 pontos)

1. Imagina que partias, na companhia de Darwin, a bordo do Beagle, na grande expedição de exploração de ilhas no oceano Pacífico. Escolhe, entre as seguintes opções, qual seria a tua função a bordo:

a. grumete;

b. cozinheiro;

c. médico;

d. biólogo.

1.1. Escreve um texto narrativo, correto e bem estruturado, com um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras, em que relates o desembarque numa ilha desabitada, seguindo a perspetiva da personagem acima escolhida.

Na tua narrativa, deves incluir um momento de descrição e um momento de diálogo.

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Lê atentamente o texto.

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Escola: 8.° ano de escolaridade

Nome: N.°: Turma:

Duração da prova: 90 minutos Data:

Professor: Encarregado de Educação:

Classificação:

As borboletasAs borboletas são criaturas fascinantes. As suas múltiplas curiosidades (biológicas, eco-

lógicas, evolutivas e de interação com o homem) e os encantadores padrões coloridos das suas asas, que parecem saídos de uma paleta divina, não deixam ninguém indiferente. Com a chegada da primavera, não param de nos maravilhar com as suas coreografias aéreas, que trazem mais vida e cor aos campos floridos.

Tanto as borboletas diurnas (ropalóceros) como as noturnas (traças ou heteróceros) per-tencem à ordem dos lepidópteros (denominação de origem grega que significa literalmente “escamas nas asas”), a segunda mais numerosa no grupo dos insetos. Esta alberga cerca de 165 mil espécies a nível mundial, das quais 2200 ocorrem em Portugal. De um modo geral, são invertebrados bastante cosmopolitas. Aparecem em todos os continentes e podem encontrar-se desde o Equador até às regiões polares. Contudo, visto que são animais ecto-térmicos, bastante dependentes da temperatura ambiente, a sua observação em climas tem-perados e frios circunscreve-se aos meses mais quentes […], nomeadamente à primavera e ao verão. Durante o resto do ano, raramente são vistos, mantendo-se abrigados (em hiber-nação) em esconderijos naturais (grutas, minas e troncos de árvores) e construções humanas (celeiros, pontes, cavidades de muros e habitações).

Não se sabe exatamente quando os lepidópteros apareceram na Terra, se bem que sejam considerados uma das ordens mais recentes da classe dos insetos. O registo fóssil mais anti-go data de há 120 milhões de anos, tendo permitido constatar que as borboletas noturnas são mais primitivas do que as diurnas e que as grandes linhas evolutivas deste grupo já esta-riam estabelecidas no Cretácico Médio.

As borboletas coexistiram com os dinossauros e assistiram à diversificação das plantas com flor, com as quais foram estabelecendo estreitas relações alimentares, por vezes tão específicas que muitas se tornaram monófagas, ou seja, apenas se alimentam de uma única espécie de planta. Este fiel “casamento” de algumas espécies com uma única planta compa-nheira, da qual se tornaram totalmente dependentes, poderá acarretar apreciáveis proble-mas ao nível da viabilidade e conservação das populações, sobretudo quando essas plantas sofrem decréscimos populacionais significativos ou estão em risco de extinção.

in Superinteressante, n.° 159, julho de 2011

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Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Os itens apresentados (de A a F) sintetizam as principais informações transmitidas ao longo do texto.

Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem pela qual essas informações são transmitidas. (6pontos)

A. Descrição do habitat das borboletas.

B. Indicação do momento em que as borboletas apareceram na Terra.

C. Justificação do comportamento monófago de algumas borboletas.

D. Enumeração dos motivos pelos quais as borboletas fascinam o Homem.

E. Apresentação de uma hipótese relativa ao risco de extinção de determinadas espécies de borboletas.

F. Identificação da ordem e do grupo a que as borboletas pertencem.

2. Indica a expressão do texto a que se refere “muitas” (linha 24). (3pontos)

3. Seleciona, para cada uma das alíneas seguintes (3.1. a 3.6.), a opção que permite obter afirmações verdadeiras de acordo com o texto.

3.1. As borboletas são criaturas maravilhosas devido… (2pontos)

a. à monotonia das suas cores.

b. à diversificação dos seus padrões coloridos e à vivacidade das suas coreografias aéreas.

c. à interação com o Homem e com as flores.

3.2. De acordo com a sua classificação zoológica, as borboletas… (2pontos)

a. pertencem à ordem dos lepidópteros, a segunda ordem mais numerosa do grupo dos insetos.

b. constituem a ordem mais numerosa do grupo dos insetos.

c. podem integrar‑se em duas ordens distintas: a dos ropalóceros e a dos heteróceros.

3.3. As borboletas são um grupo cosmopolita, pois… (2pontos)

a. são insetos ectotérmicos.

b. vivem em todos os continentes.

c. albergam 165 mil espécies a nível mundial.

3.4. Os lepidópteros terão aparecido na Terra… (2pontos)

a. há pelo menos 120 milhões de anos.

b. no Cretácico Médio.

c. em época incerta, depois da extinção dos dinossauros.

3.5. Algumas espécies de borboletas caracterizam‑se por manterem um casamento fiel, pois… (2pontos)

a. são monogâmicas, acasalando com um único parceiro.

b. permanecem no sítio onde nasceram durante toda a vida.

c. são monófagas, alimentando‑se de uma única espécie de planta.

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3.6. O texto “As borboletas” pode ser classificado como… (3pontos)

a. uma notícia.

b. uma reportagem.

c. um artigo de divulgação científica.

parteB

Lê atentamente o texto. Em caso de necessidade, consulta o vocabulário apresentado no final.

Bichos-da-sedaA tia Maria do Rosário fazia crescer bichos-da-seda em caixas de sapatos e

folhas de amoreira branca, com uma ternura aplicada e solene que transformava os seus dias em atos de celebração cuidada e rigorosa.

As caixas eram abertas durante o dia, por ordem de tamanhos e feitios e segun-do um critério de orientação, contrário ao sentido dos ponteiros do relógio. Primei-ro, pensámos que ela não conhecia os marcadores do tempo que enfeitavam a nos-sa vaidade e ornamentavam as paredes da casa da avó, tocando ave-marias de quarto em quarto de hora. Depois, descobrimos que ela, a nossa tia, tinha inscrita por dentro uma ciência de bichos que a levava a conhecer hábitos, horários, sons, vida e morte. Um livro de caracteres chineses, arrumado ao lado da sua cama, podia ser responsável por isso. Nunca fizemos perguntas, porque a tia Maria do Rosário era dada a silêncios furiosos que tornavam verdes os seus olhos habitual-mente mansos e castanhos. […]

Quando os olhos da tia Maria do Rosário se fixavam no castanho, sabíamos (demorou muito tempo, mas acabámos por saber) que as lagartas tinham fechado um casulo de seda, que se rompia catorze dias depois para deixar sair borboletas aflitas de pressa, pousando como seda pelo quarto da nossa tia. Por essas alturas, a tia Maria do Rosário deitava-se ao som do sino da igreja da missão (seis certas badaladas) e acordava antes do fim da noite, à espera das borboletas.

Nem todos os casulos davam borboletas e o vice-versa também era verdadeiro. A nossa tia sabia aproximar e afastar os casulos das fontes de calor e guardava alguns estéreis e intactos (só muito mais tarde percebemos para que fim se destina-vam estes fios de seda perfeitos) e, ao mesmo tempo, o chão de terra do seu quarto ficava juncado de borboletas e um ar de pólen e fibras destacava-se das paredes. Os ciclos sucediam-se: breve havia de novo lagartas gordas do verde das folhas mais tenras das amoreiras brancas do quintal. Os passos da tia tornavam-se mais peque-nos, leves e rápidos, quando atravessava a casa, antes do sol, para colher os frutos que comia e as folhas para os seus bichos-da-seda.

A tia Maria do Rosário cheirava sempre a sabão azul, creolina1 e água fria. Durante muito tempo a julgámos feiticeira, tão lentos eram seus gestos de misturar água e uma substância retirada, à colher, de misteriosas embalagens trazidas pelo avô, da Drogaria Simões, com rótulos vermelhos, uma caveira preta e creolina a 5%, gravada a letras douradas. Depois descobrimos: a nossa tia defendia os seus bichos das doenças, a doença da cal e a doença do gesso.

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A tia dividia os dias entre a seda e as palavras, embora ninguém soubesse que ela podia falar. Fechada no quarto, dizia: seda, seda selvagem, torcedor de sedas, bra-ça2 de seda, ourela3 de seda, sirgaria4, rotas da seda.

Um dia, a Tia Maria do Rosário não atravessou a casa. Passaram muitos dias. Primeiro seis, depois outros seis, ainda uns nove e depois mais um dia e uma noite. Os homens da casa abriram à força a porta do quarto. Um cheiro muito forte a creolina invadiu a casa. Dos braços do tear pendia um casulo enorme de seda mui-to fina. Milhões de borboletas rasgavam o ar com as suas asas de seda.

Ana Paula Tavares, “Bichos-da-Seda”, A Cabeça de Salomé, Caminho, 2011 (com supressões)

1. creolina: líquido antisséptico. 2. braça: medida correspondente a 2,20 m. 3. ourela: cercadura. 4. sirgaria: fábrica de sedas.

Responde, de forma completa e bem estruturada, aos itens que se seguem.

1. “A tia Maria do Rosário fazia crescer bichos-da-seda em caixas de sapatos e folhas de amoreira branca” (ll. 1‑2).

1.1. Enumera as várias tarefas que constituíam o seu trabalho. (6pontos)

1.2. Explica por que razão os vários trabalhos desenvolvidos pela tia Maria do Rosário são caracterizados como “atos de celebração”. (6pontos)

2. Transcreve do segundo parágrafo do texto a expressão utilizada para referir os relógios. (4pontos)

3. Refere, por palavras tuas, a razão que levava o narrador e os seus primos a não fazerem perguntas à tia. (4pontos)

4. Um dia, a Tia Maria do Rosário deixou de atravessar a casa.

4.1. Relaciona o desfecho da história com a frase que surge entre parênteses, no quarto parágrafo do texto: “(só muito mais tarde percebemos para que fim se destinavam estes fios de seda perfeitos)” (ll. 22‑23). (8pontos)

GrupoII (20 pontos)

1. Estabelece a correspondência entre as formas verbais presentes nas frases (coluna A) e a respetiva classificação (coluna B). (3pontos)

Coluna A Coluna B

1.“Nunca fizemos perguntas”;

2.“Quando os olhos da tia Maria do Rosário se fixavam no castanho”;

3.“breve havia de novo lagartas gordas”.

A.verboregularB.verboirregularC.verbodefetivoD.complexoverbal

2. Indica a função sintática dos constituintes destacados na frase abaixo. (6pontos)

As caixas que guardavam os bichos-da-seda eram abertas durante o dia pela tia Maria do Rosário.

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3. Classifica, quanto ao seu processo de formação, a palavra “bicho-da-seda”. (2pontos)

3.1. Indica uma palavra da família de “seda” derivada por sufixação e explica o seu significado. (3pontos)

4. As frases seguintes apresentam problemas de coesão ou de coerência.

a. Depois de fechar o livro, ele começou a lê-lo.

b. A tia estava em casa, dei um beijo à tia e perguntei à tia se a tia estava melhor.

4.1. Identifica, em cada frase, o problema em causa. (3pontos)

4.2. Reescreve as frases, de forma que os critérios de coesão e coerência sejam respeitados. (3pontos)

GrupoIII (30 pontos)

1. O narrador do Texto A confessa que nunca fez perguntas à tia Maria do Rosário acerca da ciência dos bichos‑da‑seda... E se alguma vez ele tivesse tido coragem de o fazer?

1.1. Assumindo o papel de narrador autodiegético, redige um texto narrativo, com um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras, em que integres o diálogo que se terá estabelecido entre ti e a tia Maria do Rosário a propósito dos bichos‑da‑seda.

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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GrupoI (50 pontos)

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Lê atentamente o texto.

TestedeAvaliaçãodeLínguaportuguesan.°3

Escola: 8.° ano de escolaridade

Nome: N.°: Turma:

Duração da prova: 90 minutos Data:

Professor: Encarregado de Educação:

Classificação:

Da nossa literatura vê-se o marEm mais de 800 anos, os autores portugueses fizeram do mar uma personagem que foi

revelando as suas várias faces, do desconhecido ao perigoso, da promessa à decadência, da esperança à tristeza.

Texto de Ana Cristina Câmara

“Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto. Por isso a voz do mar foi a da nossa inquietação”, escreveu Vergílio Ferreira. Essa língua, portuguesa, nossa, teve sempre o gosto salgado e o cheiro da maresia. Dos primórdios da portugalidade, com as costas voltadas para Castela, só havia um cami-nho: o mar. E esse mar, vizinho, desconhecido, foi sendo um mar experimentado, de riquezas, de desgraças e desilusões – mas sempre presente.

“A representação do mar na literatura é tão antiga quanto a própria literatura”, afirma ao SOL José Cândido Martins, professor de Literatura no Centro Regional de Braga da Universidade Cató-lica. Já os poetas trovadorescos, dos séculos XII a XIV, se referiam a um mar “conotado com o perigo ou com a representação simbólica do homem amado ou distante”. Martim Codax, um dos expoentes desta literatura galaico-portuguesa, compunha a canção de amigo: “Ondas do Mar de Vigo/, se vistes meu amigo! E ai Deus, se verrá cedo!/ Ondas do mar levado,/ se vistes meu amado!/ E ai Deus, se verrá cedo!”. […]

Avançando sempre mais, os portugueses redefinem o mundo, traçam-lhe rotas, agigantam-no mas também o domam. E a literatura reflete isso, com Os Lusíadas como seu expoente máximo. Porque a epopeia de Camões celebra uma viagem histórica, contra o tempo – a descoberta do cami-nho marítimo para a Índia, com todos os perigos que houve que enfrentar, desde o medo do desco-nhecido aos fenómenos naturais, da fome à doença, até à morte, nesse cemitério de portugueses que era o mar. […]

Na transição do século XIX para o XX, será a Mensagem, de Fernando Pessoa, a celebrar nova-mente as aventuras marítimas, porque mar e Portugal não podem ser separados –“Ó mar salgado, quanto do teu sal/ São lágrimas de Portugal!/ Por te cruzarmos, quantas mães choraram,/ Quantos filhos em vão rezaram!”. Segundo Cândido Martins, o poeta traçou “uma imagem que sublinha os custos, as perdas. Mas, influenciado por Camões, fala do Mostrengo, que se verga à vontade do rei D. João II e do povo português”. Já Raul Brandão, n’Os Pescadores, retrata um mar realista, de todos os dias, “com pescadores que morrem no mar na luta pela sobrevivência diária”, sem fins de riqueza ou fama, que nascem e morrem anónimos e esquecíveis.

in Tabu, n.° 216, 22 de outubro de 2010 (adaptado e com supressões)

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Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Associa cada elemento da coluna A ao elemento da coluna B que lhe corresponde, de acordo com o sentido do texto. (4pontos)

Coluna A Coluna B

1. Omarrepresentaodesconhecido,osperigoseasdoençasqueosportuguesestiveramdeenfrentarnadescobertadocaminhomarítimoparaaÍndia.

2. Omaréretratadocomrealismo,focando-seavidaquotidianadospescadoresanónimos,asualabutaemortenomar.

3. Omarrepresentaoperigo,adistânciaeaausênciadoseramado.

4. Omarrepresentaosacrifíciodanaçãoportuguesaeasuatemeridade.

a.Camões

b.D.JoãoII

c. FernandoPessoa

d.JoséCândidoMartins

e.MartimCodax

f. RaulBrandão

g.VergílioFerreira

2. Relê o terceiro parágrafo do texto e indica a que se refere o pronome “isso” (l. 18). (2pontos)

3. Seleciona, em cada item (3.1. a 3.5.), a opção que permite obter a afirmação adequada ao sentido do texto.

3.1. Ao dizer “Da minha língua vê-se o mar.” (l. 4) Vergílio Ferreira utiliza… (3pontos)

a. uma personificação.

b. uma metáfora.

c. uma antítese.

3.2. Ao referir‑se ao mar (ll. 4‑5), Vergílio Ferreira salienta… (3pontos)

a. o som emitido pelas ondas do mar ao embaterem na costa portuguesa.

b. o desassossego que o rumor do mar lhe provoca.

c. a influência exercida pelo mar na cultura portuguesa.

3.3. Depois de citar Vergílio Ferreira, Ana Cristina Câmara… (3pontos)

a. emite a sua opinião, discordando do escritor.

b. transmite o seu ponto de vista, complementando a citação.

c. revela‑se imparcial e objetiva.

3.4. Na expressão “A representação do mar na literatura é tão antiga quanto a própria literatura” (l. 10) estabelece‑se uma relação de… (3pontos)

a. contraste.

b. causa.

c. comparação.

3.5. A palavra “esquecíveis” (l. 30) pode ser substituída por… (2pontos)

a. que podem ser lembrados.

b. que não devem ser esquecidos.

c. que podem ser esquecidos.

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Lê atentamente o texto. Em caso de necessidade, consulta o vocabulário apresentado.

A CANTAREIRAAbril – 1920

A Foz é para mim a Corguinha, o Castelo e o Monte com o rio da vila a atra-vessá-lo, e a Rua da Cerca até ao Farol. O que está para lá não existe... Só me interessa a vila de pescadores e marítimos que cresceu naturalmente como um ser, adaptando-se pouco e pouco à vida do mar largo. E ainda essa Foz se reduz cada vez mais na minha alma a um cantinho – a meia dúzia de casas e de tipos que conheci em pequeno, e que retenho na memória com raízes cada vez mais fundas na saudade, e mais vivas à medida que me entranho na morte. O mundo que não existe é o meu verdadeiro mundo.

Esta vila adormecida estava a cem léguas do Porto e da vida. Ali moravam alguns pescadores e marítimos, o António Luís, a Poveira, as senhoras Ferreiras, a D. Ana da Botica e as Capazorias. E, na Foz e na pensativa Leça, uma gente desa-parecida com os navios de vela, os embarcadiços1 que iam ao Brasil em longas viagens de três meses. As casas, limpas como o convés do navio, espreitavam para o mar, umas por cima das outras. Todas tinham um grande óculo de engonços2, para ver o iate ou a barca que partia, ou para procurar ansiosamente, lá no fundo, o navio que trazia a bordo o marido ou o filho ausente, e um mastro no quintal para lhes acenar pela derradeira vez. Meu avô materno partiu um dia no seu lugre3; minha avó Margarida esperou-o desde os vinte anos até à morte, desde os cabelos loiros que lhe chegavam aos pés até aos cabelos brancos com que foi para o túmulo. Quando os rolos de espuma rebramiam no Cabedelo4, apertavam-se os corações no peito, e à luz da candeia rezavam horas esquecidas “pelos que andam sobre as águas do mar”.

Conheço ainda, tão bem como ontem, todos os cantos da casa de minha avó: as escadas com um cabo de navio a servir de corrimão, a sala da frente com dois painéis escuros nas paredes, Jesus crucificado e S. João Baptista, e o estrado onde ela e a tia Iria, todo o dia sentadas, trabalhavam nas almofadas de bilros. A renda de bilros é uma indústria da beira-mar, destas mulheres loiras, de olhos azuis e rosto comprido – as da Foz, as de Leça e as de Vila do Conde – que passavam a vida à espera dos homens, enquanto as mãos ágeis iam tecendo ternura e espuma do mar... Nesta sala abriam-se duas portas, uma para os quartos interiores, e outra para o corredor onde os rapazes dormiam num armário com beliches.

Ao lado da casa, que subia em socalcos pelo monte, subia também uma escada de pedra em patamares até lá acima. Do quintal, mais alto que os telhados, via-se o mundo. Era dali, saltando o muro, que eu partia para excursões maravilhosas através do pinheiral do Lage...

Raul Brandão, Os Pescadores, Porto Editora, 2010

1. embarcadiços: aqueles que andam embarcados, marinheiros. 2. engonços: encaixe. 3. lugre: embarcação de três mas-tros. 4. Cabedelo: língua de areia na foz de um rio (no texto, surge como nome próprio, pois é o nome de um local na Foz do Douro).

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Responde, de forma completa e bem estruturada, aos itens que se seguem.

1. Aolongodotexto,onarradorrecordaaFoz.

1.1.Identificaosentimentodonarradorquesimultaneamenteestreitaocampoda memóriaeotornamaisvivo. (2 pontos)

1.2.Explicitaosentidodafrase“O mundo que não existe é o meu verdadeiro mundo”. (4 pontos)

2. OcentrodaFozsitua-seameiadúziadequilómetrosdocentrodacidadedoPorto.

2.1.Comoexplicasentãoaafirmaçãodonarrador:“Esta vila adormecida estava a cem léguas do Porto e da vida.”? (5 pontos)

2.2.Identificaorecursoexpressivoaqueonarradorrecorreparaintensificaraideia transmitida. (3 pontos)

3. TranscrevedotextoumaexpressãoquedemonstrequeaFozeraumaviladespovoada. (3 pontos)

4. IdentificaasituaçãoquefaziacomqueosmoradoresdaFozedeLeçaapertassem“os corações no peito”(ll.20-21). (3 pontos)

5. Dequeformaonarradorsugerequearendadebilrossópodiaserumaindústriademulheresdabeira-mar? (4 pontos)

6. Lêocomentárioquesesegue.

O narrador revela ter sido uma criança triste, sem capacidade de sonhar.

6.1.Indicaseocomentáriotemfundamento,considerandoasafirmaçõesquesurgem noúltimoparágrafodotexto. (6 pontos)

GRUPOII (20 pontos)

1. Completaasfrasesseguintes,selecionandoaopçãoadequadaacadaumdoscasos. (6 pontos)

a. (À/Há)diasvipartirumatraineiraparaomar.

b. Muitospescadores (emigraram/imigraram)paraterraslongínquas.

c. Osvisitantesentraramnoantigo (passo/paço)dosreis.

2. Atentanafraseabaixo.

Hoje sorrimos.

2.1.Expande-a,acrescentando-lhe: (4 pontos)

a. ummodificadordafraseeumcomplementoindireto;

b. ummodificadordogrupoverbalcomvalordemodo.

3. Classificaasoraçõessublinhadasnasseguintesfrasescomplexas: (6 pontos)

a. Ele disse queo mundo que não existe é o seu verdadeiro mundo.

b. “um mastro no quintal para lhes acenar pela derradeira vez.”

c. “destas mulheres […] que passavam a vida à espera dos homens, enquanto as mãos ágeis iam tecendo ternura e espuma do mar”

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4. Lêoexcertoseguinte.

Apesar de esperarem pacientemente os maridos, muitas mulheres não os tornariam a ver.

4.1.Reescreve-o,iniciando-apor“Aindaque”eprocedendoàstransformações necessárias. (4 pontos)

GRUPOIII (30 pontos)

1.Omarfoisemprevistocomopalcodeaventurasarriscadasqueoraterminamemtra-gédiaorasãobem-sucedidas.

Escreveumtexto narrativo,corretoebemestruturado,comummínimode180eummáximode240palavras,selecionandoumadasseguintespersonagensparaencarnaresequeprotagonizaráatuanarrativa:

a.umpescador;

b.ummarinheirodenaviomercante;

c. umcapitãodenaviodeguerra;

d.umfaroleiro.

Natuanarrativa,devesdescreverpsicologicamenteoprotagonistadaaçãoeincluir,pelomenos,ummomentodediálogo.

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MARINHA GRANDE

CalazansTV no arA Escola Secundária Engenheiro Cala-

zans Duarte na Marinha Grande está a desenvolver o projeto CalazansTV, o qual pretende conciliar a formação e informa-ção de uma forma apelativa e procurando ir ao encontro dos interesses e motivações dos discentes. Para além disso, propõe-se reforçar a relação/aproximação da Escola com a Comunidade. Tornou-se, sem dúvi-da, uma via de acesso à escola e ao que por lá acontece para toda a Comunidade.

Graças à CalazansTV, a Escola Secun-dária Engenheiro Acácio Calazans Duarte encontra-se à distância de um simples “clic”. Para além disso, talvez a grande mais-valia deste projeto seja o seu contri-buto para o reforço da identidade de uma escola que já é um marco na cidade da Marinha Grande.

Apesar da sua existência ainda embrio-nária e da escassez de recursos técnicos, já muitas foram as atividades levadas a cabo pela CalazansTV, graças ao esforço e per-sistência de uma equipa coesa que se recu-sa a baixar os braços.

Numa tentativa de apostar nos alunos e nas suas capacidades, de os manter agentes

participativos na vida escolar, esta equipa promoveu um casting de apresentadores. Os alunos aderiram de forma entusiástica, e deste casting resultou um apresentador para a Gala de entrega dos Prémios Cala-zans realizada anualmente pela escola.

E, para aqueles mais curiosos que pre-tendem conhecer como funciona uma televisão “a sério”, a CalazansTV pro-moveu um workshop dinamizado pela responsável do Departamento Juvenil das Produções Fictícias, Rita Bonifácio. Teve lotação esgotada e por isso é uma experiência a repetir.

Todos os eventos que foram acontecen-do ao longo do ano letivo 2010-2011 fo -ram sendo registados pelas câmaras desta TV, um olhar especial que permite a memó-ria dos grandes momentos. Palestras, coló-quios, aqui há intervalo!… tudo passou pelas câmaras de CalazansTV.

A CalazansTV esteve também presen-te na gravação do último programa do Herman2011 nos estúdios da Valentim de Carvalho.

José Nobre, Ensino Magazine, n.º 166, dezembro de 2011

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TestedeAvaliaçãodeLínguaPortuguesan.º4

Escola: 8.º ano de escolaridade

Nome: N.º: Turma:

Duração da prova: 90 minutos Data:

Professor: Encarregado de Educação:

Classificação:

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Responde, de forma completa e bem estruturada, aos itens que se seguem.

1. Osseguintestópicossintetizamainformaçãotransmitidaaolongodotexto,masencontram-sedesordenados.Ordena-osdeacordocomotexto. (4 pontos)

A.Mais-valiasdoprojetoCalazansTV

B. OrganizaçãopelaCalazansTVdeumworkshopdinamizadoporRitaBonifácio

C. ObjetivosdoprojetoCalazansTV

D.PresençadaCalazansTVnagravaçãodoúltimoprogramadoHerman2011

2. Indicaapalavraaqueserefereopronomesublinhadonaexpressãoseguinte:

“o reforço da identidade de uma escola que já é um marco na cidade da Marinha Grande.”(ll. 17-19). (2 pontos)

3. Paracadaumadasalíneasqueseseguem(3.1.a3.6.),assinalaaopçãoquecompletacadaafirmaçãodeacordocomosentidodotexto.

3.1.OprojetoCalazansTVconsistenuma… (2 pontos)

a novatelevisãonacionaldeâmbitogeneralista.

b. televisãodeumaescola.

c. televisãoárabe.

3.2.OsobjetivosdaCalazansTVtêmumadimensão… (2 pontos)

a. informativaedeensinoàdistância.

b. formativa,promovendoaligaçãoaantigosalunos.

c. formativaeinformativa,aproximandoacomunidadedaescola.

3.3.Afrase“Graças à CalazansTV, a Escola Secundária Engenheiro Acácio Calazans Duarte encontra-se à distância de um simples “clic”.”(ll.12-15)significaque… (2 pontos)

a. avidaescolardessaescolaéacessíveldeformainstantânea.

b. asacessibilidadesrodoviáriasdessaescolaforammelhoradas.

c. essaescolafoidotadadecomputadoreseoutrosmeiosinformáticos.

3.4.Entreasatividadesqueoprojetopromoveu,destaca-se… (2 pontos)

a. umconcursodebeleza.

b. umcastingdeapresentadores.

c. umagaladeentregadeprémios.

3.5.ACalazansTVpromoveuumworkshopdemodoamostrarcomofuncionauma televisão “a sério”,dandoaconhecer… (2 pontos)

a. osmeioscomquefuncionaumcanaldetelevisãoestabelecido.

b. oprojetodetelevisãoamadorCalazansTV.

c. otipodeprogramaçãoquedeveserdisponibilizadoporumatelevisãocredível.

3.6.PassarampelaCalazansTVacontecimentosquemarcaram… (2 pontos)

a. aatualidadepolíticanacional.

b. aatualidadeinternacional.

c. umanoletivonumadeterminadaescola.

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ParteB

Lê atentamente o poema. Em caso de necessidade, consulta o vocabulário apresentado.

BlogueMantivera no fim da adolescênciaaquilo a que chamava simplesmenteo seu diário íntimo:páginas manuscritas onde ardiamrastilhos1 de mil sonhos que rasgavam as mordaças da angústia social,a timidez tão própria da idade.

Nessa caligrafia cuja corfora ainda a do sanguecolheu a energia necessáriapara atravessar como um sonâmbuloo ordálio2 daquela juventude,o seu incandescente calendáriode amizades vorazes3, tão velozescomo os amores que julgava eternose outras feridas mal cauterizadas4.

Hoje quase não volta a essas páginas:estamos no século XXIe em vez do diário de outros temposmantém agora um blogueonde todos os dias extravasa5

recados, atitudes, confissões,coisas no fundo tão inofensivas

como o fogo que outrora lhe acendiaas frases lancinantes6

– embora hoje em dia quando escreve tenha por um momento a ilusãode que as suas palavras continuama propagar ainda o mesmo vírus,e a alimentar, quem sabe, os mesmos sonhossempre que alguém desconhecido as lercomo quem só assim então escutasseum segredo na noite do mundo.

Mas, apesar de todo o entusiasmoque o mantém acordado por noites sem fim,ele adivinha que também viráum dia a abandonar sem saber comoo seu atual vício solitárioe dentro de alguns anos, ao reler as frases arquivadas no computador,talvez tudo isso lhe pareça entãofruto de gestos tão adolescentescomo os que antigamente preenchiamesses cadernos amarelecidose hoje sepultados para sempreem esquecidas gavetas de outro século.

Fernando Pinto do Amaral, Poemas Escolhidos (1990-2007), Dom Quixote, 2009

1. rastilhos: canudos ou fios de pólvora. 2. ordálio: sofrimento. 3. vorazes: passageiras. 4. cauterizadas: cicatrizadas. 5. extravasa: derrama, despeja, produz em abundância. 6. lancinantes: dolorosas, pungentes.

Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Aolongodopoemasãoreferidosdoismomentosdavidadapessoadescritapelosujeitopoético.

1.1. Identifica-os,referindoasestrofesemquecadaumdeleséreferido. (4 pontos)

1.2.Indicaomeio/instrumentodeexpressãoassociadoacadaumdesses momentos. (2 pontos)

2. Interpretaosentidodoseguinteverso: (4 pontos)

“Nessa caligrafia cuja cor/ fora ainda a do sangue” (vv.8-9)

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3. Atentanosseguintesversos:

“páginas manuscritas onde ardiam/ rastilhos de mil sonhos…” (vv.4-5)

3.1.Identifica,justificando,osdoisrecursosexpressivosnelespresentes. (6 pontos)

4. Selecionavocábuloseexpressõesque,nasegundaestrofe,sereferemaexperiênciasdedore drama. (3 pontos)

5. Caracterizaa“ilusão”(v.27)eo“vício solitário”(v.39)referidos. (3 pontos)

6. Analisaopoemaquantoàsuaestruturaformal(rimaeestrofação). (4 pontos)

7. Natuaopinião,o“ele”mencionadonopoemarefere-seaumindivíduoemparticularouaumgrupo/tipodepessoasdamesmaidadequepartilhamcaracterísticascomuns?Justificaatuaresposta,complementando-acomelementostextuais. (6 pontos)

GRUPOII (20 pontos)

1. Agrupaasseguintespalavrasdeacordocomasclassesdepalavrasindicadasnasalíneasa.,b.,c.,d. (4 pontos)

•mil(v.5) •cuja(v.8) •como(v.11) •outros(v.19)

•todos(v.21) •embora(v.26) •o(v.36) •isso(v.42)

a.conjunção c. pronome

b.determinante d.quantificador

2. FazcorresponderoselementosdacolunaAàrespetivaclassificaçãoquantoaoseuprocessodeformaçãodacolunaB. (6 pontos)

Coluna A Coluna B

1. amarelecidos2. vermelho-vivo3. caligrafia4. inofensivas

a. derivação por prefixaçãob. derivação por sufixaçãoc. derivação por parassíntesed. derivação não afixale. conversão ou derivação imprópriaf. composição morfológicag. composição morfossintática

3. Apartirdasfrasessimplesqueaseguirseapresentamerecorrendoàsconjunçõesindicadas,constróifrasescomplexas.Fazasalteraçõesnecessárias. (6 pontos)

3.1.Conjunção coordenativa copulativa

OPedroestáentusiasmado.OPedrotrabalhahorassemfim.

3.2.Conjunção subordinativa concessiva

AJoanamantémumblogue.Nãodeixoudeescreveroseudiário.

3.3.Conjunção coordenativa explicativa

Hojequasenãovoltaaessaspáginas.EstamosnoséculoXXI.

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4. Indicaarelaçãofonéticaegráficaqueseestabeleceentreosseguintesparesdepalavras. (4 pontos)

a. NoNatalofereceram-medoispiões.Ospeõesatravessamarua.

b. Estesítioébonito.NaencruzilhadavirouparaEste.

GRUPOIII (30 pontos)

Lê atentamente o seguinte texto.

Teclar não contaA minha geração terá sido a última a concluir a licenciatura sem acesso ao

computador. Os trabalhos e os testes eram escritos à mão e os erros ortográ-ficos eram penalizados. Ter uma letra ilegível era penalizado, embora não por todos os professores. A introdução do computador na escola foi positiva mas está a condenar o uso da caneta ou do lápis e do caderno. No The Wall Street Journal leio que vários estudos indicam que escrever à mão é um bom exercício cognitivo em qualquer idade. A aprendizagem de línguas estrangei-ras como o chinês, o hebraico ou o grego pode desenvolver a capacidade motora e melhorar as capacidades de expressão. Isto acontece porque para escrever à mão há que fazer uma sequência de movimentos e recorrer à memória. Teclar uma letra no computador não exige o mesmo esforço. Mas há quem pense que teclar no BlackBerry ou no iPhone não está a acertar nas tendências para o futuro da escrita. Crianças, pouco acostumadas a canetas, podem ser devolvidas à escrita à mão através das aplicações no iPad que ensi-nam os meninos a desenhar no ecrã – (e agora com um sorriso) a tecnologia ao serviço de um hábito que não queremos perder.

Clara Hilário Quevedo, Tabu, n.º 216, 22 de outubro de 2010

1. Escreveumtextocorretoebemestruturado,comummínimode180eummáximode240palavras,emqueexpressesatuaopiniãosobreatemáticaabordadanotextoanterior.

Otítulodoteutextodeveráseroseguinte:

Escrever à mão ou teclar?

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GRUPOI (50 pontos)

ParteALê atentamente o texto.

Jovens de bairros sociais são um “Bando à parte” no Teatrão

Projeto de quase dois anos chega ao fim com um espetáculo onde cada um dos atores apresenta a personagem por si criada.

Margarida Alvarinhas

Dez jovens, oriundos de bairros sociais e municipais de Coimbra, aceitaram o desafio proposto pelo Teatrão. Com isso, mudaram um pouco as suas vidas. Passaram a ter novas rotinas, a sentir a necessidade de gerir melhor o tempo, porque esse tempo passou a ser também necessário para os ensaios, para a preparação, para todo o processo que envolveu a produção do espetáculo. Porque ser artista requer esforço. De hoje a sábado, esses jovens são um “Bando à parte” que se apresenta no palco da Oficina Municipal de Teatro. São atores, músicos e bailarinos; são personagens que eles próprios idealizaram e construíram, após um longo processo de aprendizagem que começou há 22 meses.

O projeto “Bando à parte: culturas juvenis, arte e inserção social” é um processo de formação específica em teatro, música e dança, que implicou um trabalho continuado desde janeiro de 2010 até ontem, último dia dos ensaios. Pelo meio houve todo um lon-go processo de aprendizagem, que foi muito além dos ensaios e da criação das persona-gens. Os jovens, conta Cláudia Pato Carvalho, coordenadora do projeto, “começaram por vir assistir a espetáculos de formação para perceberem que há diferentes coisas”. Ou seja, aos participantes foi permitida uma interligação com as atividades do Teatrão e, inclusivamente, participar nos espetáculos da companhia. Houve também espaço para intercâmbios, nomeadamente com projetos semelhantes de Itália e Holanda.

Experiência de crescimento

Ao envolver jovens de bairros sociais e municipais de Coimbra, o Teatrão pretendeu o desenvolvimento do raciocínio e da capacidade de reflexão sobre o mundo. E os jovens sentem que o conseguiram. “Todos nós crescemos muito. Nota-se a diferença na nossa maneira de pensar, de agir. Hoje sou uma Maria João muito mais preenchida, porque todo este processo nos foi enriquecendo”, contou a Maria João, uma jovem oriunda da Urbanização Fonte do Castanheiro, uma das participantes.

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TestedeAvaliaçãodeLínguaPortuguesan.º5

Escola: 8.º ano de escolaridade

Nome: N.º: Turma:

Duração da prova: 90 minutos Data:

Professor: Encarregado de Educação:

Classificação:

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Maria João, que optou pela área do teatro, fala da personagem, idealizada e trabalha-da por si.

“Sou uma exploradora, ando sempre à procura de alguma coisa, à procura de um caminho”, explica a jovem de 16 anos, visivelmente entusiasmada com o projeto que, admite, lhe tem roubado muito tempo. E explica também como chegou à personagem final: “começámos com sessões individuais, a falar sobre o que achávamos que era importante e interessante mostrar às pessoas. Trabalhei com textos para chegar à “Exploradora”. Houve uma espécie de processo que nos levou às personagens”.

No final, juntaram-se as personagens e criou-se o espetáculo. Leonor Picareto, por exem-plo, baseou-se na sua vida para criar algo e levar ao público. “Sou cigana e tento mostrar às outras pessoas a outra faceta dos ciganos, que não os feirantes que não querem outra vida”.

O projeto chega ao fim, com os espetáculos de hoje a sábado, às 21:30, mas é inten-ção dar-lhe seguimento, através de novos ciclos, em que se possam integrar outros jovens. Aliás, interessados em participar não faltaram, garante Cláudia Pato, recordando que a divulgação do projeto começou em finais de 2009, nos bairros sociais da cidade, onde foram estabelecidos contactos com as associações locais, no sentido de se perceber quem poderiam ser os potenciais participantes. “Encontrámos muitas pessoas interessadas”, garante a coordenadora do projeto.

in Diário de Coimbra, 13 de outubro de 2011

Responde aos itens que se seguem, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Indicaseasafirmaçõesseguintessãoverdadeiras(V)oufalsas(F). (5 pontos)

a. Oprojetodenomina-se“Bandoàparte”.

b. Oprojetofoidesenvolvidoduranteumano.

c. Ametafinaldoprojetoéacriaçãodeumespetáculoteatral.

d. Participaramnoprojetojovensoriundosdetodoopaís.

e. EsteprojetobeneficioudeintercâmbioscomprojetosanálogosemItáliaenaBélgica.

f. Pretende-sedarcontinuidadeaoprojeto.

2. Pararesponderesacadaitem(2.1.a2.4.),selecionaaúnicaopçãoquetepermiteobterumaafirmaçãoadequadaaosentidodotexto.

2.1.Esteprojetovisoudesenvolvernosjovensparticipantes… (3 pontos)

a. acapacidadedereflexão.b. oconhecimentodedramaturgosportugueses.c. ocontactocomalínguaitaliana.

2.2.Oespetáculoteatrallevadoapúblicobaseia-se… (3 pontos)

a. numtextodramáticodefinido.b. empersonagenscriadaspelosatores.c. numfactoreal,passadonaUrbanizaçãoFontedoCastanheiro.

2.3.ApersonagemrepresentadaporLeonorPicaretotempatenteumadimensão… (3 pontos)

a. coletiva.b. interativa.c. estética.

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2.4.Osorganismoscujopapelfoiessencialparadivulgaroprojetoechegarapotenciais interessadosforamasassociações… (3 pontos)

a. locais.

b. municipais.

c. nacionais.

3. Selecionaaopçãoquecorrespondeàúnicaafirmaçãofalsa,deacordocomosentidodotexto. (3 pontos)

a.“isso”(l.4)refere-sea“aceitaram o desafio proposto pelo Teatrão”.

b.“lhe”(l.30)refere-sea“jovem de 16 anos”.

c. “onde”(l.40)refere-sea“da cidade”.

ParteB

Lê atentamente o texto.

Andando, andandoELA – E como é que eu vou saber se és tu o verdadeiro Amor…? ELE – Basta que to diga. Porque é que eu havia de dizer que era o Amor se não fosse?! ELA – Então mostra-me como é que tu fazes para ver se gosto da tua voz! ELE – Ah! não recomeces com histórias da Carochinha que eu já não vou nisso! ELA – Vês? Vês que és tu…? Eu bem desconfiava!ELE – Que eu sou eu já eu sabia há muito tempo. Mas eu, quem é? ELA – Andas há tanto tempo à tua procura e ainda não te achaste? ELE – Pensas que uma pessoa se acha a si própria assim de repente, como a Carochinha

achou cinco réis a varrer a cozinha…?ELA – Então porque é que dizes que és o Amor…? ELE – Se eu não sei quem sou, e tu andas à procura de alguém que não sabes quem é, pode

muito bem ser que esse alguém seja eu! ELA – Para amar alguém tenho que saber quem é esse alguém. Se tu não sabes quem és,

como é que eu hei de saber? ELE – E tu, sabes quem és? Ela não responde. E tu, não andas também à tua procura? ELA – Não, eu ando à procura do Amor. ELE – Se calhar é a mesma coisa. ELA – Quem sabe se tens razão… Suspira. Tenho fome. Não tens por aí uma maçã? ELE – (alegre, tirando uma maçã do saco e dando-lha) Toma! (Pausa) E se fizéssemos um foguinho? Vai juntar lenha. Ela ajuda-o. ELA – Ainda tens batatas? ELE – Claro! E azeitonas! Arranjei-as a pensar em ti! ELA – Sempre pensei que o Amor oferecia flores e não azeitonas…

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ELE – O Amor oferece aquilo de que a gente está precisada. E tu, o que é que me ofereces? ELA – (tira, com gestos misteriosos, qualquer coisa do bolso) Adivinha. ELE – O que mais jeito agora nos fazia era azeite para temperar as batatas!ELA – (amuando) Pronto! Já não te dou! Não sabes apreciar o que é bonito! ELE – Se gosto de ti como é que não sei?! Dá cá!ELA – (apaziguada tira um pássaro do bolso e entrega-lho, nas duas mãos fechadas) Não é

lindo…?ELE – É… Sobretudo a voar... Vamos deitá-lo a voar? ELA – Não gostas dele? ELE – Gosto. Gosto muito. Por isso é que gostava que o deitássemos a voar. Posso…? ELA – Já que to dei, podes fazer dele o que quiseres… ELE – (para o pássaro) Vá, vai à nossa frente e descobre o nosso caminho. Se eu soubesse

voar já tinha descoberto. Abre a mão e o pássaro solta-se. Agora vamos assar as batatas! ElA ajuda-o. Acocoram-se ambos em volta da fogueira. Às vezes sonho que sou um pássaro. É tão bom voar! ELA – E eu sonho que sou a Lua. É tão bom andar pelo céu como por uma praia deserta! A luz diminui lentamente. Escuro. Canto de galo. Súbita claridade. ELE – Já é de manhã! ELA – Ainda tenho um bocadinho de sono… ElE levanta-se. Vais-te embora? ELE – Não, espero por ti. ELA – P’ra quê? ELE – P’ra partirmos juntos. Afinal, se andamos à procura do mesmo, vamos na mesma

direção. ELA – E se nos tornamos a zangar? ELE – Tornamos a ir cada um para o seu lado. Um apito longínquo de navio. ELA – Onde estamos? ELE – A caminho.

Teresa Rita Lopes, Andando, Andando, Campo das Letras, 1999

Responde, de forma completa e bem estruturada, aos itens que se seguem.

1. Opresenteexcertocomeçacomumadúvida,queremeteparaotemaqueseráabordadoaolongodotexto.

1.1.Identificaessadúvida,bemcomootemaqueintroduz. (4 pontos)

2. Transcreveasfalasquemostramcomo,paraapersonagem“ELE”,aquestãodoamorestáligadaàquestãodaidentidadepessoal. (4 pontos)

3. Focaatuaatençãonospresentesqueaspersonagensoferecemumaàoutra.

3.1.Identificaessespresentes,referindooseupossívelsimbolismo. (6 pontos)

3.2.Tendoemcontaospresentesquedão,caracterizapsicologicamenteaspersonagens “ELE”e“ELA”. (6 pontos)

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4. Consideraaseguintefala:

“E eu sonho que sou a Lua. É tão bom andar pelo céu como por uma praia deserta!”(l.47)

4.1.Identificadoisrecursosexpressivosnelapresentes. (4 pontos)

4.2.Explicitaasuaexpressividade. (6 pontos)

GRUPOII (20 pontos)

1. Identificaohiperónimopresenteemcadaalínea. (4 pontos)

a. mobília–secretária–estante–armário

b. televisão–Internet–jornal–media

c. lilás–cor–azul-marinho–verde-alface

d. estrelas–corposcelestes–cometas–planetas

2. Reescreveasfrasesseguintes,substituindoaexpressãosublinhadapelopronomepessoaladequado.Fazastransformaçõesnecessárias. (4 pontos)

a. Eleprocurou,masafinalnãotraziabatatasnoalforge.

b. Sepudesse,oJoãoofereceriatambémfloresàMaria.

3. Reescreveoenunciadoseguintenodiscursoindireto,procedendoàsalteraçõesnecessárias. (4 pontos)

“ELA – Ainda tens batatas? ELE – Claro! E azeitonas! Arranjei-as a pensar em ti! ELA – Sempre pensei que o Amor oferecia flores e não azeitonas…”

4. Indicaafunçãosintáticaqueaexpressãosublinhadadesempenhanafraseabaixo. (3 pontos)

“Então porque é que dizes que és o Amor…?”(l.10)

5. OssegmentosA.,B.,C.,D.,eE.constituempartesdeumtextoeestãodesordenados.Escreveasequênciadeletrasquecorrespondeàordemcorretadossegmentos,demodoareconstituiresotexto.ComeçapelaalíneaB. (5 pontos)

A. Regressou a Portugal em 1976 e hoje é catedrática da Universidade Nova de Lisboa.

B. Teresa Rita Lopes é algarvia, de Faro, e, no início dos anos 60, matriculou-se na Faculdade de Letras de Lisboa. Perseguida pela ditadura salazarista exilou-se em Paris, onde estudou, e foi professora na Sorbonne.

C. Como dramaturga, Teresa Rita Lopes escreveu ainda cinco volumes de teatro, que incluem peças como Rimance da Mal Maridada, Esse Tal Alguém (Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores) ou A Asa e a Casa.

D. Diz que dedicou o melhor da sua vida ao estudo da obra de Fernando Pessoa.

E. Mas desse melhor ainda sobrou talento e arte para escrever sete livros de poesia, com destaque para Cicatriz e a sua última obra, saída recentemente, A Fímbria da Fala.

in http://www.wook.pt/authors/detail/id/25520 (adaptado e consultado em 03-02-12)

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GRUPOIII (30 pontos)

1. Notextoqueacabastedeler,ElEeElaouvemoapitolongínquodeumnavio.

1.1.Oquelhesterásucedido?Terãoembarcadononavioouescolhidooutraopção?OqueterãodecididoElEeElafazerdassuasvidas?

Escreve uma cena de um texto dramático, correta e bem estruturada, com ummínimode180eummáximode240palavras,emquedesenvolvas,alémdeoutros,ostópicossugeridos.

Noteutexto,devesincluir,paraalémdasfalasdaspersonagens,pelomenosduasdidascálias,umasobreocenárioeoutrasobreapostura/atuaçãodaspersonagens.

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Tesouros no fundo do mar

Já na Antiguidade, os homens tentavam recuperar as cargas perdidas em naufrá-gios mas só podiam contar com o seu próprio fôlego. Sabe-se, no entanto, que conseguiam verdadeiras proezas, pois ainda hoje há quem mergulhe nas mesmas circunstâncias. […]

No século IX a. C., já havia mergulhadores especializados em recolher cargas de navios afundados. Aguentavam-se debaixo de água bastante tempo graças a umas bolsas de pele que transportavam presas ao corpo. Enchiam-nas de ar recorrendo a um fole, respiravam através de um tubo. […]

Na época dos Descobrimentos – séculos XV/XVI – o tráfego marítimo cresceu imenso e multiplicaram-se as riquezas transportadas a bordo.

Os navios portugueses regressavam de África e do Oriente com os porões a abarrotar de ouro, marfim, pedras preciosas, sedas, objetos de luxo. Quanto aos navios espanhóis, traziam da América quantidades impressionantes de ouro e prata.

Acontece que nem todos chegavam a bom porto. Tempestades, incêndios, carga excessiva ou ataques de piratas fizeram naufragar muitos navios que, ao afunda-rem, arrastavam para o fundo do mar tesouros incalculáveis! [...]

Os naufrágios despertaram cobiça de wreckers e de caçadores de tesouros. Os wreckers eram indivíduos que se mantinham em terra, atentos à circulação

de navios. Aproveitavam a escuridão, as noites de nevoeiro ou de tempestade para provocarem naufrágios. O método mais comum era acenderem luzes numa zona bem recuada para iludir os marinheiros que, julgando tratar-se de um farol, se aproximavam demasiado, levando o navio a espatifar-se de encontro às rochas.

Enquanto as tripulações e os passageiros lutavam para salvar a vida, os wreckers aplicavam-se a roubar. […]

Os caçadores de tesouros limitavam-se a localizar navios afundados e organiza-vam expedições para se apoderarem da carga. O primeiro de que há notícia era inglês, chamava-se William Phips e viveu no século XVII. A sua história é muito simples: sabendo que o galeão espanhol Nossa Senhora da Conceição se afundara com os porões a abarrotar de preciosidades numa determinada zona de recifes da América Central, em 1641, decidiu tentar recuperar a carga. Para isso, apresentou o projeto a nobres ingleses ricos, conseguiu convencê-los a financiarem uma expe-dição e, em 1687, retirou do fundo do mar 25 toneladas de prata e algum ouro!

Depois desta experiência, sucederam-se outras, ora com êxito ora fracassadas. Mas a falta de recursos técnicos era muito limitativa. Os caçadores de tesouros podiam saber notícias bastante seguras a respeito de um navio afundado e não terem maneira de lá chegar.

Ana Maria Magalhães, Tesouros no Fundo do Mar Português, Grupo de Trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1998

(com supressões)

Testes de compreensão do oral

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1. Indicaseasafirmaçõesqueseseguemsãoverdadeiras(V)oufalsas(F). (3 pontos)

a. DesdeoséculoXXquesetentarecuperarascargasperdidasemnaufrágios.

b. NoséculoIXa.C.,osmergulhadoresrecorriamaumabolsadepeleeaumtubopararespirar.

c. NaépocadosDescobrimentos,aumentaramascargastransportadasabordodasnaus.

2. Assinala,paracadaumadasalíneasseguintes(2.1.a2.3.),a(s)opção(ões)correta(s),deacordocomotexto.

2.1.NaépocadosDescobrimentos,osnaviosnaufragavamdevido… (2 pontos)

a. aodesconhecimentodasrotas.

b. àstempestades.

c. aincêndios.

d. àinexperiênciadosmarinheiros.

e. àcargaexcessiva.

f. aosataquesdepiratas.

2.2. Oswreckerseramindivíduosque,comointuitoderoubar,… (1 ponto)

a. provocavamcorrentesmarítimasadversas.

b. controlavamosfaróis.

c. provocavamnaufrágios.

d. provocavamnaufrágios,controlandoosfaróis.

2.3. WilliamPhipsera… (1 ponto)

a. ummarinheirodenacionalidadeinglesa.

b. umcaçadordetesourosdoséculoXVII.

c. umwreckeringlês.

d. umwreckerdoséculoXVII.

3. Completaafrase,comaexpressãomaisadequadaaosentidodotexto. (3 pontos)

Podemos afirmar que, no século XVII, o que impedia os caçadores de alcançar os

tesouros era .

Teste de compreensão do oral n.º 1

Escola: 8.° ano

Nome: N.°: Turma:

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D. Rui de Cardenas

No ano de 1474, que foi por toda a cristandade tão abundante em mercês divinas, reinando em Castela el-rei Henrique IV, veio habitar na cidade de Segóvia, onde herdara moradias e uma horta, um cavaleiro moço, de muito limpa linhagem e gentil parecer, que se chamava D. Rui de Cardenas.

Essa casa, que lhe legara seu tio, arcedíago e mestre em cânones, ficava ao lado e na sombra silenciosa da Igreja de Nossa Senhora do Pilar; e, em frente, para além do adro, onde cantavam as três bicas de um chafariz antigo, era o escuro e gradeado palácio de D. Alonso de Lara; fidalgo de grande riqueza e maneiras sombrias, que na madureza da sua idade, todo grisalho, desposara uma menina falada em Castela pela sua alvura, cabelos cor de sol-claro, e colo de garça real. D. Rui tivera justamente por madrinha, ao nascer, Nossa Senhora do Pilar, de quem sempre se conservou devoto e fiel servidor: ainda que sendo de sangue bravo e alegre, amava as armas, a caça, os saraus bem galanteados, e mesmo por vezes uma noite ruidosa de taverna com dados e pichéis de vinho. Por amor, e pelas facilidades desta santa vizinhança, toma-ra ele o piedoso costume, desde a sua chegada a Segóvia, de visitar todas as manhãs, à hora de prima, a sua divina madrinha e de lhe pedir, em três ave--marias, a bênção e a graça.

Ao escurecer, mesmo depois de alguma rija correria por campo e monte com lebréus ou falcão, ainda voltava para, à saudação de vésperas, murmu-rar docemente uma salve-rainha.

E todos os domingos comprava no adro, a uma ramalheteira mourisca, algum ramo de junquilhos, ou cravos, ou rosas singelas, que espalhava, com ternura e cuidado galante, em frente ao altar da Senhora.

Eça de Queirós, “O Defunto”, in Contos, Porto Editora, 2011

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1. Indicaseasafirmaçõesqueseseguemsãoverdadeiras(V)oufalsas(F). (3 pontos)

a. Aaçãonarradanesteexcertopassa-senoanode1474.

b. NessaalturareinavaemCastelaoreiHenriqueV.

c. Aaçãodocontodesenrola-seemSegóvia.

2. Preencheoespaçocomapalavracorreta: (1 ponto)

O fidalgo que fora habitar para Segóvia chamava-se .

3. Assinala,paracadaumadasalíneasseguintes(3.1.a3.3.),a(s)opção(ões)correta(s),deacordocomotexto.

3.1.QueelementosfaziampartedasimediaçõesdaIgrejadeNossaSenhoradoPilar? (3 pontos)

a. AcasadeD.RuideCardenas.

b. Ojardimdacidade.

c. Trêsbicasdeumchafarizantigo.

d. Umahospedariaparaosperegrinos.

e. OpaláciogradeadodeD.AlonsodeLara.

3.2.QuepalavrassãoutilizadasparacaracterizarD.RuideCardenas? (1 ponto)

a. Sanguebravoealegre.

b. Doidivanaseesbanjador.

c. Galanteadoreamoroso.

d. Piedosoesombrio.

3.3.QuefaziaD.Ruitodasasmanhãs,àhoradeprima? (1 ponto)

a. Partiaparaacaça.

b. VisitavaofidalgoD.AlonsodeLara.

c. Visitavaasuamadrinha,NossaSenhoradoPilar.

d. Passeavapensativamentepelosarredoresdacidade.

4. Completaafrasecomaexpressãomaisadequadaossentidodotexto. (1 ponto)

“E todos os domingos comprava no adro, a uma ramalheteira mourisca, algum ramo

de junquilhos, ou cravos, ou rosas singelas”para .

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Teste de compreensão do oral n.° 2

Escola: 8.° ano

Nome: N.°: Turma:

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Classificação: Encarregado de Educação:

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Transcrição da locução

A mulher que não come

Vamos ouvir uma história que fui buscar ao livro de Xavier Ataíde de Olivei-ra, Contos Tradicionais do Algarve, intitulada “A mulher que não come”.

Um fidalgo tinha uma filha que nunca comia. Esta notícia criou em redor da filha do fidalgo uma atmosfera de mistério. Ninguém a pedia em casamento.

Um rapaz pobre, mas bem-educado, foi pedir ao pai a mão de sua filha. Admi-rou-se o fidalgo do pedido e foi comunicá-lo à filha. Esta declarou que casava com o rapaz. E casaram.

Efetivamente ninguém ainda tinha visto a fidalga comer. Eram passados quin-ze dias e nunca o marido vira que sua esposa comesse a coisa mais insignificante. Uma tarde foi ele visitar uma quinta onde trazia trabalhadores e ouviu-os falar de sua esposa. O marido escondeu-se. Ninguém punha em dúvida que a fidalga não comesse; no entanto um dos trabalhadores dizia:

– Se fosse a minha mulher, espreitava-a. Esta dúvida do trabalhador assaltou também o espírito do marido. Foi para

casa, disse à mulher que ia fazer no dia seguinte uma jornada e pôs-se em lugar de onde ele pudesse ver tudo o que se fazia no quarto de sua mulher. Escolheu para esconderijo uma casa velha, onde ninguém entrava.

Logo de manhã, ouviu o marido entrar a criada no quarto de sua esposa e perguntar-lhe o que queria para o almoço.

– Uns miolinhos de porco. – respondeu ela. Ao meio-dia foi a criada perguntar-lhe o que queria jantar. – Basta-me um bolo grande com manteiga. À noite voltou a criada a perguntar-lhe o que queria cear. – Um franganito com ovos. O nosso homem saiu do esconderijo, ensopou a roupa em água e entrou no

quarto da esposa. – Vens molhado? Aqui não choveu. – disse-lhe a mulher. – Eu te digo: quando voltava para casa apanhei água de pedra do tamanho

dos miolinhos de porco do teu almoço; corri a amparar-me a um carro do tama-nho do bolo do teu jantar e fiquei molhadíssimo como o pintainho da tua ceia.

A mulher daí em diante emendou-se da toleima.

Acabámos de ouvir a história da mulher que não comia. Fui buscá-la ao livro de Xavier Ataíde de Oliveira.

Produção e locução de Luís Gaspar, in http://www.estudioraposa.com/index.php/12/02/2010/historia-116-a-mulher-que-nao-come/

(consultado em 06-02-2012)

Teste de compreensão do oral n.° 3

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1. Indicaseasafirmaçõesqueseseguemsãoverdadeiras(V)oufalsas(F). (3 pontos)

a. Estahistóriaencontra-seinseridanaobraContos Tradicionais do Algarve.

b. Todoscondenavamofidalgopornãoalimentarconvenientementeafilha.

c. Dadaaaurademistérioqueenvolviaafidalga,estatinhainúmerospretendentes.

2. Preencheoespaçocomapalavracorreta. (2 pontos)

A referência temporal que nos indica há quanto tempo estavam os protagonistas

casados, aquando dos acontecimentos narrados, é .

3. Assinala,paracadaumadasalíneasseguintes(3.1.a3.3.),a(s)opção(ões)correta(s),deacordocomotexto.

3.1.Apesardeacreditarqueafidalganãocomia,umdostrabalhadoresrevelou-se… (1 ponto)

a. desdenhoso.

b. invejoso.

c. irado.

d. desconfiado.

3.2.Afidalgapediuàcriadaosseguintespratos: (1 ponto)

a. miolosdeporco;

b. bolocommanteiga;

c. frangocomcastanhas;

d. pãograndecommanteiga;

e. franguinhocomovos;

f. franguinhocomovosepão.

3.3.Aestratégiadomaridotinhacomoobjetivo… (1 ponto)

a. exporpublicamenteamulher.

b. confrontaramulher.

c. darumaliçãoàmulher.

d. castigaracriada.

4. Completaafrasecomumvocábulo/expressãoquesejasinónimodaúltimapalavradafrasedotexto. (2 pontos)

“A mulher daí em diante emendou-se d .”(l.31)

Teste de compreensão do oral n.° 3

Escola: 8.° ano

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Transcrição da locução

Os Agentes da Ordem Gramatical

ENTREVISTADOR: Aprender em forma de teatro as boas regras da gra-mática portuguesa pode ser uma missão impossível, mas para a Seiva Trupe não é de facto. O título pode ser pomposo, mas é uma forma curiosa de aprender gramática e a Seiva Trupe chamou-lhe “Os Agentes da Ordem Gramatical”. Bruno Schiappa escreveu, encenou esta ideia e vai dizer já a seguir quem são estes agentes.

BRUNO SCHIAPPA: Esses agentes são, sobretudo, as variadíssimas regras de composição de bem falar da Língua Portuguesa, ou seja, o Sujeito, o Pre-dicado, os Complementos Direto e Indireto, o Agente da Passiva, o Predica-tivo do Sujeito, a Acentuação, a Pontuação, ou seja, tudo aquilo que com-põe o grande tecido do bem falar da Língua Portuguesa.

ENTREVISTADOR: Os agentes gramaticais são transformados em pessoas, personagens e vão contar uma história.

BRUNO SCHIAPPA: Contam uma história que acaba por ser uma parábo-la sobre a capacidade que o ser humano tem de, por causa do ego exagera-do, promover uma série de rivalidades e criar situações de querela por “dá cá aquela palha.” Portanto, eles acabam por se sentir destituídos do seu pódio, digamos assim, uns pelos outros e então a Modificador, que é a gran-de novidade em termos de alteração de terminologia da ordem gramatical, que antigamente se chamava só Complemento Circunstancial, é que vai ser-vir de moderadora daquilo tudo e conduzir, naquelas personagens, para, de facto, a lucidez de que somos todos importantes e que a união faz a força e que temos todos de trabalhar uns com os outros.

ENTREVISTADOR: Falar bem mas com regras, com todas essas regras e levá-las assim ao palco, para jovens, pode ser, talvez, “uma seca”. Bruno Schiappa diz que não há problema, foi tudo feito a pensar precisamente nisso.

BRUNO SCHIAPPA: Sim, houve todo esse cuidado em termos de dramatologia.

ENTREVISTADOR: Um espetáculo que também promete risos e como a rir se podem aprender as regras da Língua Portuguesa.

in www.tsf.pt/programas.aspx?audio-id=2245667&content_id1685629 (consultado em 24-02-2012)

Teste de compreensão do oral n.° 4

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1. Indicaseasafirmaçõesqueseseguemsãoverdadeiras(V)oufalsas(F). (3 pontos)

a. “OsAgentesdaOrdemgramatical”éotítulodeumespetáculomusical.

b. QuemescreveueencenouesteespetáculofoiBrunoSchiappa.

c. AspersonagensdestapeçasãoapenasfunçõessintáticasdaLínguaPortuguesa.

2. Preencheoespaçocomaspalavrascorretas: (2 pontos)

A companhia de teatro que a leva à cena a peça “Os Agentes da Ordem Gramatical”

intitula -se .

3. Assinala,paracadaumadasalíneasseguintes(3.1.a3.3.),a(s)opção(ões)correta(s),deacordocomaentrevista.

3.1.Aspersonagensreferidasnoexcertosão… (3 pontos)

a. oSujeitoeoPredicado.

b. oComplementoAgentedaPassivaeaModificador.

c. oVocativoeoComplementoOblíquo.

d. aAcentuaçãoeaPontuação.

e. oComplementoDiretoeoComplementoIndireto.

f. oGrupoNominaleoGrupoVerbal.

3.2.Oencenadorcomparaahistóriaa… (1 ponto)

a. umafábula.

b. umaparábola.

c. ummito.

d. umalenda.

3.3.Oespetáculofoifeitoapensar… (1 ponto)

a. nosjovens.

b. nosanalfabetos.

c. nosprofessoresdeLínguaPortuguesa.

d. naspessoasquenãosabemgramática.

Teste de compreensão do oral n.° 4

Escola: 8.° ano

Nome: N.°: Turma:

Professor: Data:

Classificação: Encarregado de Educação:

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Soluções

TesTes de avaliação

Teste de avaliação n.° 1

GrupoI

ParteA1.1.  a.; 1.2. c.; 1.3. b.; 1.4. b. 

2.  a. F (Charles Darwin estudou Medicina em Edimburgo.); b. V; c. F (O professor Henslow apresentou Darwin ao capi-tão Fitz-Roy.) d. V; e. V; f. F (Devido à temática nela abor-dada, a obra de Darwin  foi  imediatamente  traduzida para outras línguas.); g. V.

3.  a. verbetes de dicionário; b. entrada; c. objetiva.

ParteB1.1.  Neste relato o autor faz uma série de reflexões sobre as ilhas Galápagos.

2.1.  A expressão “Estamos rodeados de lava negra”  (l. 5) comprova a afirmação.

3.1.  O  tempo, nas Galápagos, passa muito devagar. Para o autor, é como se esse arquipélago fosse anterior à inven-ção  do  tempo.  Darwin  passou  aproximadamente  cinco semanas nas ilhas, mas esse tempo envelheceu-o e revigo-rou-o simultaneamente.

4.  O autor observou, nas ilhas Galápagos, uma paisagem e animais  pré-históricos,  o  que  o  fez  sentir  como  se  tivesse feito uma viagem (Peregrinação) ao  início do mundo e do tempo (Orla do Mundo).

5.1.  O autor  recorda a viagem que Darwin  fez, em 1831, no Beagle, que o levaria a conhecer as Galápagos.

5.2.  “Darwin tentou saber.” (l. 20)

6.  Com a sua expedição às Galápagos, Darwin deduziu que as espécies se desenvolveram porque se adaptaram às alte-rações climáticas, competiram entre si (sobrevivendo sempre os mais fortes) e modificaram as suas características.

GrupoII1.1. b.; 1.2. c.

2.  a. muito bela; b. o mais violento.

3.  soubermos/poderemos.

4.1.  As ilhas do arquipélago foram criadas pelas erupções vulcânicas.

5.  1. D.; 2. A.; 3. B.; 4. E.; 5. C.

GrupoIII1.  Sugestão de resposta:

Funçãoescolhida: médicoPartimos  já  há  meses  e,  finalmente,  avistámos  o  nosso 

destino.  Todos  estávamos  eufóricos;  porém,  ainda  não tínhamos aportado, e Darwin já estava fora do Beagle.

O capitão Fitz-Roy gritou o mais alto que conseguiu:– Dr. Darwin, cuidado! –  Numa  ilha  tão  fantástica  como  esta,  só  podemos 

encontrar maravilhas… – respondeu o cientista com toda a convicção. 

De facto, a ilha era deslumbrante. A vegetação era luxu-riante e frondosa e uma multiplicidade de cores e texturas enchiam-nos o olhar. Olhando atentamente, vislumbrámos incontáveis flores que libertavam um cheiro transbordante. Tudo  era  convidativo.  Darwin  tinha  razão  em  saltar  tão impulsivamente do barco.

Depois de, com tranquilidade, desembarcarmos do navio, perscrutámos  minuciosamente  a  praia  e  arredores.  Levei comigo  a  minha  maleta  de  médico,  pois  convinha  estar preparado. 

De repente, apercebi-me de que os marinheiros corriam à toa  e  em  pânico.  Um  dos  nautas  havia  ferido  um  terrível “monstro”. Era uma tartaruga gigantesca! 

Tratei-a o melhor que pude. A  tartaruga era  imponente como toda a  ilha. Seguimos Darwin para o  interior da flo-resta e registámos tudo o que víamos para futuros estudos. 

Após cinco semanas, estava na hora de regressar. O Dr. Darwin e alguns membros da tripulação optaram por ficar por  uns  tempos:  a  ilha  era  tão  rica  em  fauna  e  flora  que não  tinham  tido  ainda  tempo  para  analisar  todas  as espécies. 

Despedimo-nos, contentes por regressar a casa, contudo, tristes por deixar aquele maravilhoso lugar.

Teste de avaliação n.° 2

GrupoI

ParteA1.  D; F; A; B; C; E.2.  A palavra “muitas” refere-se à expressão “as borboletas” (l. 24).3.1.  b.; 3.2. a.; 3.3. b.; 3.4. a.; 3.5. c.; 3.6. c. 

ParteB1.1.  A tia Maria do Rosário abria as caixas durante o dia, por ordem de tamanhos e feitios, seguindo um critério con-trário ao sentido dos ponteiros do relógio; na altura em que os  casulos  de  seda  se  rompiam,  a  tia  deitava-se  às  seis horas da tarde e acordava antes do fim da noite, para espe-rar as borboletas; atravessava a casa, antes de o sol nascer, para colher os frutos da amoreira branca, que comia, e as folhas  para  os  seus  bichos-da-seda.  Desinfetava  o  quarto com creolina para proteger os seus bichos das doenças.1.2.  As  suas  atividades  são  caracterizadas  desta  forma devido à seriedade ou solenidade quase religiosa que dava ao seu trabalho, ao ar de mistério que o envolvia.2.  “marcadores do tempo” (l. 6).3.  O narrador e os primos não  faziam perguntas porque a tia “era dada a silêncios furiosos que tornavam verdes os seus olhos habitualmente mansos e castanhos”; por outras pala-vras, receavam a tia e temiam a sua fúria se a interrogassem.4.1.  O enorme casulo de seda pendurado no tear continha lá dentro a tia Maria do Rosário,  falecida, que, qual crisá-lida, fizera um casulo para  si própria  com os fios de  seda perfeitos que reunira durante tanto tempo.

GrupoII1.  1. B.; 2. A.; 3. C.

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2.  que  guardavam  os  bichos-da-seda  –  modificador  do nome;  durante  o  dia  –  modificador  do  grupo  verbal;  pela tia Maria do Rosário – complemento agente da passiva.3.  Composição morfossintática.3.1.  sedoso – relativo à seda, macio.4.1.  a. Falta de coerência (o que faz com que a frase não tenha  sentido).;  b.  Falta  de  coesão  (ausência  de prono mina lização).4.2.  a. Depois de abrir o livro, ele começou a lê-lo. b. A tia estava em casa, dei-lhe um beijo e perguntei-lhe se estava melhor.

Grupo III1.1.  Sugestão de resposta:

Um dia  em que me  sentia mais  corajoso,  decidi,  final-mente,  questionar  a  minha  tia  sobre  os  bichos-da-seda. Timidamente, entrei em sua casa e balbuciei: 

– Ti-a…Reparei que os seus olhos se fixavam no castanho – as 

lagartas tinham certamente fechado um casulo de seda.–  Tia… – repeti, desta vez menos hesitante.–  Diz… –  respondeu-me ela, quebrando o seu silêncio 

habitual.–    As  borboletas  vão  nascer?  –  perguntei,  tomado  de 

uma coragem que eu próprio desconhecia existir em mim.– Sim, daqui a catorze dias. –  retorquiu, com uma voz 

ligeiramente  áspera,  como  se  indicasse  que  a  conversa tinha  terminado.  Os  seus  olhos  começavam  a  adquirir uma  tonalidade  verde,  que  me  assustou.  No  entanto, resoluto, fiz-lhe a pergunta que me espicaçava a curiosi-dade havia anos.

– Tia, porque guarda alguns casulos estéreis e intactos?A tia Maria do Rosário não  respondeu  logo. Permaneceu 

calada durante tanto tempo, que me pareceu que já não iria responder. No entanto, quando me preparava para a deixar entregue ao seu silêncio, ela concluiu, enigmaticamente:

–  Porque  as  borboletas  são  a  minha  vida.  Nunca  as abandonarei.

Só  muito  mais  tarde  viria  a  perceber  aquela  resposta tão estranha. Naquele momento, porém, despedi-me dela, sem entender o sentido profético das suas palavras.

Teste de avaliação n.° 3

Grupo I

Parte A1.   1. a.; 2. f.; 3. e.; 4. c. 2.  O pronome “isso” refere-se a “Avançando sempre mais […] mas também o domam.” (ll. 17-18).3.1.  b.; 3.2. c.; 3.3. b.; 3.4. c.; 3.5. c. 

Parte B1.1.  O sentimento é a saudade/o saudosismo da infância.1.2.  A frase significa que o mundo que interessa ao narra-dor situa-se no passado, já não existe no presente.2.1.  A afirmação significa que aquele local, onde o narra-dor viveu a sua infância, detinha um mundo social próprio, 

muito distante da vida intensa de uma grande cidade como o Porto.2.2.  O  recurso  expressivo  é  a  personificação  (“vila adormecida”).3.  “E, na Foz e na pensativa Leça, uma gente desaparecida com os navios de vela, os embarcadiços que iam ao Brasil em longas viagens de três meses.”(ll. 11-13)4.  Este  sentimento  estava  relacionado  com  o  facto  de  os seus  familiares  partirem  em  longas  viagens  pelo  oceano, não sabendo se algum dia voltariam.5.  Ao  referir  que  as  mulheres  “iam tecendo ternura e espuma do mar”  com  a  renda  de  bilros,  o  narrador  pre-tende  demonstrar  que,  enquanto  os  maridos  estavam ausentes em viagens marítimas, as mulheres se dedicavam a essa arte,  cujo  trabalho  sugeria  a  espuma “rendilhada” das ondas do mar.6.1.  Este  comentário  não  tem  fundamento.  O  narrador narra  saudosamente  uma  infância  feliz,  um  pouco  à  mar-gem do sofrimento descrito, recordando com carinho a casa da avó e as “excursões maravilhosas através do pinheiral do Lage”,  que  fazia  através  da  sua  imaginação,  ou  seja,  da sua capacidade de sonhar.

Grupo II1.  a. Há ; b. emigraram; c. paço.2.1.  a. Felizmente, hoje sorrimos à vida. b. Hoje sorrimos com vontade.3.  a.  oração  subordinada  substantiva  completiva; b.  ora-ção  subordinada  adverbial  final;  c.  oração  subordinada adverbial temporal.4.1.  Ainda  que  esperassem  pacientemente  os  maridos, muitas mulheres não os tornariam a ver.

Grupo III 1.  Sugestão de resposta:Personagem escolhida: d. um faroleiro

O último faroleiroSou o último dos faroleiros da ilha do Corvo. Com efeito, 

este farol, de mais de um século de existência, vai ser desa-tivado em breve por razões económicas. Esta morte anun-ciada faz-me pensar na razão por que me tornei faroleiro – porque abracei uma profissão no seu crepúsculo.

Julgo  que,  tendo  tido  oportunidade  para  seguir  por outras  vias,  escolhi  ser  faroleiro,  pois,  no  fundo,  sou  um incorrigível  romântico. No  início da adolescência, os meus livros preferidos tinham como ambiente o mar e o mar é a minha  primeira  e  eterna  paixão.  Não  julgo  que  seja  um solitário,  quer  dizer,  daqueles  que  se  refugiam  na  solidão porque não suportam estar com outras pessoas. Afinal, sou casado  e  tenho  filhos!  No  entanto,  tenho  necessidade  de estar só para depois estar realmente com os outros. Com o mar,  mantenho  um  diálogo  silencioso  que  me  acalma  e rejuvenesce.  Reencontrando  a  minha  mulher,  os  meus filhos, os meus amigos, é como se os visse de novo, surpre-endendo-me  com  as  modificações,  com  as  marcas  que  a passagem do  tempo deixa nos seus  rostos. Lembro -me de um breve diálogo com a minha mulher:

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– Porque não levas o telemóvel, para estarmos em con-tacto, para te dar notícias?

Depois de um breve instante de reflexão, respondi-lhe:– Amo-te mais quando te recordo…A minha mulher  compreendeu-me. Na  voz do  mar,  que 

não cessa de me rodear e de me envolver, misturam-se as vozes  dos  meus  entes  queridos.  Sou  o  último  dos  farolei-ros… Mas o mar não passará jamais!

Teste de avaliação n.° 4

GrupoI

ParteA1.  C.; A.; B.; D.

2.  O “que” refere-se a “uma escola”.

3.1.  b.; 3.2. c.; 3.3. a.; 3.4. b.; 3.5. a.; 3.6. c. 

ParteB1.1.  Os momentos são a adolescência ou fim da adolescên-cia (1.ª e 2.ª estrofes) e o da maturidade (3.ª e 4.ª estrofes).

1.2.  O meio de expressão da adolescência fora o diário de papel. O da maturidade é o blogue.

2.  O verso significa que aquilo que escrevia era resultado de vivências intensamente sentidas e, provavelmente, dolorosas.

3.1.  Nestes versos estão presentes metáforas (decorrentes do uso  conotativo  das  palavras  “ardiam”,  “rastilhos”  e “sonhos”) e a hipérbole (presente em “mil sonhos”). Através destes dois recursos expressivos, o sujeito poético realça quer o  conteúdo  do  seu  antigo  diário  (que  caracteriza  como “sonhos”) quer a forma intensa e apaixonada como escrevia.

4.  “ordálio”, “incandescente”, “vorazes”, “feridas”, “mal cauterizadas”.

5.  O vício consistia em estar longas horas sentado ao com-putador, escrevendo num blogue, sozinho, num falso senti-mento  de  companhia,  na  ilusão  de  que  as  suas  palavras teriam efeito e alimentariam os sonhos de terceiros. 

6.  O poema é composto por quatro estrofes de, respetiva-mente, 7, 9, 17 e 13 versos e por versos soltos.

7.  Sugestões de resposta:• Na minha opinião,  o “ele”  refere-se  a um “tipo”,  o da pessoa que, na adolescência, pretende ultrapassar a angús-tia  e  a  timidez  com  um  diário  escrito  (“as mordaças da angústia social,/ a timidez tão própria da idade.”)  e,  na maturidade, a  vencer a  solidão e a ânsia de  comunicação através de um blogue (“onde todos os dias extravasa/ reca-dos, atitudes, confissões”, “o seu atual vício solitário”).• Na minha opinião, o “ele” trata-se de uma pessoa indivi-dual, porque, seja com o recurso ao diário escrito na ado-lescência, seja com o blogue na maturidade, as suas ideias não  são  muito  difundidas,  marcando  antes  o  percurso  de um indivíduo de características singulares.

GrupoII1.  a.  como,  embora;  b.  cuja,  outros;  c.  o,  isso;  d.  mil, todos.

2.  1. b.; 2. g.; 3. f.; 4. a. e b.

3.1.  O Pedro está entusiasmado e trabalha horas sem fim.3.2.  Embora mantenha um blogue, a Joana não deixou de escrever o seu diário.3.3.  Hoje  quase  não  volta  a  essas  páginas,  pois  estamos no século XXI.4.  a. Paronímia; b. Homografia.

GrupoIII1.1. Sugestão de resposta:

Escrever à mão ou teclar?A temática do  texto está  relacionada com o efeito que a 

introdução de meios  informáticos na aprendizagem escolar tem na escrita manual. Concordo em geral com o ponto de vista da autora: o uso de meios informáticos na escola pode ser considerado positivo. É importante, como se sabe, que os alunos aprendam a manejar  os  computadores. Contudo,  a aprendizagem  tradicional,  através  da  escrita  à  mão,  não deve ser suprimida, pois desenvolve as capacidades motoras e de expressão e a memorização. Julgo que, após a “moda” do  recurso aos  computadores,  se  está progressivamente  a recuperar métodos  tradicionais de aprendizagem e exigên-cias como a caligrafia. É interessante notar como novas tec-nologias  como o  iPad  podem ser usadas  como  incentivo à escrita à mão. 

Por outro lado, uma maneira de equilibrar o uso dos novos meios tecnológicos com os meios tradicionais (caderno, lápis, caneta) é doseá-los consoante as idades. Penso que o uso sis-temático dos computadores deve ser reservado para o ensino secundário e para a universidade.

Concluindo,  julgo que a escrita à mão não deve ser, de todo, abandonada, mas que deve existir uma complemen-taridade entre métodos tradicionais e novas tecnologias.

Teste de avaliação n.° 5

GrupoI

ParteA1.  a. V;b. F; c. V; d. F; e. F; f. V.2.1. a.;2.2. b.; 2.3. a.; 2.4. a. 3.  c.

ParteB1.1.  “ELA”  duvida  se  “ELE”  é  realmente  o  verdadeiro Amor.  Portanto,  o  tema  é  a  identificação  do  verdadeiro Amor, de como reconhecê-lo.2.  “ELE – E tu, sabes quem és?

ELA não responde. E tu, não andas também à tua procura?

ELA – Não, eu ando à procura do Amor. ELE – Se calhar é a mesma coisa.” (ll. 15-19)

3.1.  Ele,  em  vez  de  flores,  oferece  uma  maçã,  batatas, azeitonas. Ela oferece-lhe um pássaro. No contexto, as ofe-rendas  dele  situam-se  na  realidade  física/material;  o  pás-saro representará a liberdade, o sonho.3.2.  De acordo com os presentes, Ele é alguém mais “terra a  terra”, mais objetivo, com uma personalidade mais prá-tica; Ela, alguém mais sonhador e romântico.

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4.1.  Estão presentes no excerto a metáfora e a comparação.4.2.  Tanto  a  metáfora  como  a  comparação  revelam  que ela  tem  uma  mentalidade  poética,  o  anseio  de  grandes espaços onde o sonho não tenha amarras.

GrupoII1.  a. mobília; b. media; c. cor; d. corpos celestes.2.  a. Ele procurou, mas afinal não as trazia no alforge. b. Se pudesse, o João oferecer-lhe-ia também flores. 3.  Ela perguntou-lhe se ele ainda  tinha batatas. Ele  repli-cou que as tinha e também azeitonas, e que as tinha arran-jado/arranjara a pensar nela. No entanto, ela observou que sempre tinha pensado/pensara que o Amor oferecia flores e não azeitonas…4.  Complemento direto.5.  B.; A.; D.; E.; C.

GrupoIII1.  Sugestão de resposta:Sentados à beira-mar, ELE e ELA fitam o horizonte.ELA – Também ouviste um apito de navio, ou  foi produto da minha imaginação?ELE  –  Vês  como  duvidas?  A  imaginação  deve  ter  asas  se descolar  de  terra  firme…  Não,  eu  também ouvi  um apito de navio.ELA – Mas a praia está deserta e o mar limpo de navios…ELE – É porque  já partiu… Talvez  seja um sinal de que o nosso destino não passa pelo mar…ELA  –  Sempre  julguei  que  os  portugueses  eram  insepará-veis do mar, que o mar era nosso… Bem, não desanime-mos. O nosso lema é “a caminho”.ELE – Alcançaremos um porto, um dia. Caminharemos jun-tos. Pensa: não foi o Amor que nos juntou na mesma jor-nada? É o Amor que nos animará doravante…ELA não responde logo. Levanta-se primeiro e sorri, agi-tando os seus longos cabelos negros. ELE – Não precisas de dizer nada. O silêncio vale mais que mil  palavras…  Vê  só  como  já  estou  a  falar  como  tu,  a raciocinar como tu…ELA – Então, vou  também eu  falar como tu. Provaste que és o meu grande Amor. Não, não sou só vento, sonho e ilu-são. Vou fazer-te uma surpresa.ELE – Como tu dirias, o Amor alimenta-se de surpresas…ELA (rindo, abrindo o xaile com que se aconchegava da ara-gem marinha) – Tenho comigo uma bolsa cheia de moedas de ouro. Seremos filhos da planície e da seara.

TesTes de Compreensão do oral

Teste de compreensão do oral n.° 11.  a. F (Desde a Antiguidade que se tenta recuperar as car-gas perdidas em naufrágios.); b. V; c. V.2.1. b.; c.; e.; f.;  2.2. c.;  2.3. b.3.  a falta de recursos técnicos.

Teste de compreensão do oral n.° 21.  a. V; b. F; (Nessa altura o rei de Castela era o rei Henri-que IV.); c. V.

2.  D. Rui de Cardenas.

3.1. a.; c.; e.;  3.2. a.;  3.3. c.

4.  … enfeitar o altar de Nossa Senhora do Pilar.

Teste de compreensão do oral n.° 31.  a. V; b. F (Todos acreditavam que a filha do fidalgo não comia.);  c.  F  (Dada  a  aura  de  mistério  que  envolvia  a fidalga, ninguém lhe propunha casamento.)

2.  … “passados quinze dias”. 

3.1. d.;  3.2. a.; b.; e.;  3.3. c.

4.  …da/do tolice/parvoíce/patetice/palermice/disparate. 

Teste de compreensão do oral n.° 41.  a. F  (É o título de uma peça de teatro.); b. V; c. F  (Há também outras personagens na peça, como a Acentuação e a Pontuação.)

2.  Seiva Trupe.

3.1. a., b., d., e.;  3.2. b.;  3.3. a.

Guiões de leiTura

O CONTO DA ILHA DESCONHECIDA

PRÉ-LEITURA p. 2

1.1.  Todos os excertos relatam a aventura de quatro pes-soas  diferentes,  de  países  diferentes,  que  decidiram  dar  a volta ao mundo por mar, a bordo de embarcações.

1.2.  a.; c.; e.

TEsTE dE VERIfIcAção dE LEITURA p. 3

1.1.  b.;  1.2.  c.;  1.3.  c.;  1.4.  b.;  1.5.  a.;  1.6.  a.;  1.7.  c.; 1.8. b.; 1.9. c.

GUIão dE LEITURA oRIENTAdA

AsPETos PARATExTUAIs p. 4

1.1.   a.; c.; e.; f.

1.2.1.  A  ilustração  apresenta  um  cenário  marítimo.  No mar,  em  primeiro  plano,  é  visível  uma  embarcação,  uma caravela  que  transporta  duas  pessoas:  um  homem  e  uma mulher; e, em segundo plano, o sol na linha do horizonte, sendo  ligeiramente  ocultado  pela  parte  superior  do  que parece ser uma ilha. 

1.2.2.  A ilustração está intimamente relacionada com o título, uma vez que este remete para uma ilha, tal como a represen-tada na pintura. Esta fornece pistas para o que poderá ser a ação, pois podemos deduzir que alguém irá à procura da ilha desconhecida e que o  fará por  via marítima. Essa procura, segundo a ilustração, será feita por um homem e uma mulher.

1.3.1.  Sendo  um  conto,  o  texto  poderá  apresentar  as seguintes características: espaço e tempo indefinidos, ação 

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breve, poucas personagens, personagens-tipo, um carácter lúdico ou moralizador.Nota: As características apresentadas referem-se concreta-mente a uma modalidade específica de conto – o conto tra-dicional  popular  –,  que  partilha  algumas  características com o  conto  literário  consagrado. De  facto,  em ambos os casos “se trata de narrativas breves que põem em cena um número reduzido de personagens escassamente caracteriza-das, regra geral meros suportes de uma ação bastante con-centrada em torno de uma peripécia particular” (Carlos Reis e Ana C. M. Lopes, “Conto popular”, in Dicionário de Nar-ratologia, Coimbra, Almedina, 1998, 6.ª edição).2.1.  Na  ilustração  que  se  encontra  no  interior  do  livro, estão representadas algumas figuras que poderão ser per-sonagens  desta  história:  um  rei  sentado  num  trono,  uma mulher  que  espreita  tendo na mão uma vassoura  (poderá ser a empregada do rei), um homem ajoelhado frente ao rei e outro atrás, parcialmente desenhado, que tem nas mãos aquilo que parecem ser oferendas para o rei.

oRIENTAçÕEs dE LEITURA p. 41.  a.  V.  “Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco. A casa do rei tinha muitas mais portas, mas aquela era a das petições.” (p. 9);b. F. “Como o rei passava todo o tempo sentado à porta dos obséquios  [...],  de cada vez que ouvia alguém a chamar à porta das petições fingia-se desentendido” (p. 9);c.  F.  “até chegar à mulher da limpeza, a qual, não tendo ninguém em quem mandar, entreabria a porta das petições e perguntava pela frincha” (p. 10);d.  F. “O suplicante dizia ao que vinha, depois instalava-se a uma canto da porta, à espera de que o requerimento fizesse, de um em um, o caminho ao contrário, até chegar ao rei. [...] o rei demorava a resposta, e já não era pequeno sinal de atenção ao bem-estar e felicidade do seu povo quando resol-via pedir um parecer fundamentado por escrito ao primeiro- -secretário, o qual, escusado seria dizer, passava a encomenda ao segundo-secretário, este ao terceiro, sucessivamente, até chegar outra vez à mulher da limpeza, que despachava sim ou não conforme estivesse de maré.” (pp. 10-11).2.1.  Este suplicante era diferente de todos os outros, pois, geralmente,  todos  queriam  um  título,  uma  condecoração ou dinheiro. O homem queria falar pessoalmente com rei. 3.1.  O  problema  consistia  na  impossibilidade  de  se  aten-der  mais  do  que  um  suplicante  de  cada  vez.  Ou  seja, enquanto  o  homem  estivesse  deitado  à  porta,  mais  nin-guém se poderia aproximar para pedir fosse o que fosse.3.2.  a. Só era possível atender um suplicante de cada vez.; b.  Quanto  menos  pessoas  o  incomodassem  com  pedidos, mais tempo o rei tinha para atender a porta dos obséquios.; c.  Quando  as  pessoas  notavam  que  a  resposta  estava  a demorar  muito,  protestavam  e  isso  causava  descontenta-mento e, consequentemente, menos obséquios para o rei.4.1.  O  rei  decidiu  ir  pessoalmente  à  porta  das  petições falar com o suplicante. 4.2.  O rei levou três dias a decidir. (p. 12)

4.3.  A  decisão  do  rei  causou  “uma surpresa desmedida” (p. 14).5.  1 – barco; 2 – curioso; 3 – desconhecida; 4 – disparate; 5 – existiam; 6 – impossível; 7 – povo; 8 – doca; 9 – capi-tão; 10 – seguro; 11 – bem; 12 – tripulação.6.1.  A personagem em causa é o rei.6.1.1.  a; c; d; e; g.6.2.  Processo  de  caracterização  indireta,  porque  deduzi-mos  as  características  do  rei  a  partir  das  suas  atitudes, comportamentos e falas.7.1.  A mulher da limpeza.7.2.  A  mulher  da  limpeza  decidiu  abandonar  a  ocupação que tinha no palácio e acompanhar o homem na sua busca.7.3.  A atitude da mulher foi uma atitude muito corajosa e decidida,  tendo sido por  isso que ela  saiu do palácio pela porta das decisões. Esta porta era “raro ser usada” (p. 20), mas quando era, tal era definitivo, o que demonstra bem a importância da decisão que a mulher tomou.8.1.  E., F., D., B., C., A.9.1.  O homem estava assim, porque não conseguira arran-jar homens para formar a tripulação que o iria acompanhar.9.2.1.  Estas palavras significam que os marinheiros não esta-vam dispostos a abdicar do seu conforto e da sua  tranquili-dade, para ir à procura de algo que poderia ser impossível de alcançar. Eles preferiam contentar-se com a vida confortável e sem surpresas que tinham e não partir em busca de um sonho.9.2.2.  Os  marinheiros  são  personagens  conformadas, temerosas  e  sem  capacidade  de  sonhar,  por  oposição  ao homem que é sonhador, corajoso e aventureiro.10.1.  c. 11.1.  O homem reparou na mulher quando viu a sua cara iluminada pelo luar. Nesse momento, percebeu que ela era muito bonita.11.2.  O homem não  teve  coragem para dizer  à mulher  o que sentia, porque não sabia quais as palavras que deveria usar, como deveria falar com ela [“Até amanhã, dorme bem, ele quis dizer o mesmo doutra maneira, Que tenhas sonhos felizes, foi a frase que lhe saiu, daqui a pouco, quando lá esti-ver em baixo, deitado no seu beliche, vir -lhe -ão à ideia outras frases, mais espirituosas, sobretudo mais insinuantes, como se espera que sejam as de um homem quando está a sós com uma mulher.”, “a mulher dorme a poucos metros e ele não soube como alcançá-la” (pp. 37-38)]. A mulher não se aper-cebeu de nada, pois  julgava que a distração do homem se devia ao facto de ele só pensar na ilha desconhecida e não ter olhos para mais nada [“mas o que ela pensou, sim, Vê-se bem que só tem olhos para a ilha desconhecida” (p. 37)].12.1.  O sonho, por vezes, mostra-nos a realidade tal como é e dá-nos indicações de como agir. O sonho mostra o que é verdadeiramente importante e aquilo que é secundário.12.2.  Depois de adormecer na  caravela, o homem sonhou que esta  ia  já no mar alto, com toda a tripulação necessária (marinheiros  e  mulheres).  Havia  também  muitos  animais domésticos, bem como outros mais apropriados para  fazer o trabalho mais pesado. Procurou a mulher da limpeza, mas ela 

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não estava lá, pois, como achava que o homem só tinha olhos para a ilha desconhecida, decidiu não embarcar. Entretanto, o homem  percebeu  que  os  homens  da  tripulação  não  eram marinheiros e não estavam à procura da ilha desconhecida – tinham apenas aproveitado a viagem para saírem do reino e procurarem uma terra melhor para viver. Assim que avistaram terra, ameaçaram o homem, que teve de parar para que toda a  tripulação e animais desembarcassem, ficando apenas as árvores, os cereais e os vegetais. Tudo isso começou a crescer e a caravela parecia uma floresta com um campo cultivado. Quando estava a cortar espigas, viu uma sombra e acordou.12.3.  O sonho acabou por aproximá-los, pois o homem per-cebeu que a mulher não embarcara com ele no sonho, o que o fez sentir-se sozinho e perdido sem ela. Através do sonho, ele percebeu que a viagem só faria sentido com ela. Quando acordou, estava abraçado a ela e depois partiu, finalmente, em busca da ilha desconhecida, na companhia da mulher.13.  O nome dado à caravela foi “A Ilha Desconhecida”.13.1.  b.14.1.  a.; c.; d.

dEPoIs dE LER – ExPREssão EscRITA p. 71.1.  Resposta pessoal.Nota: Grelha de avaliação da expressão escrita no CDdeRecursos.

A ILHA DO TESOURO

PRÉ-LEITURA p. 8

1.1.  1. d.; 2. e.; 3. a.; 4. b.; 5. c.2.  1754 (20 de julho).

TEsTE dE VERIfIcAção dE LEITURA p. 91.  a. Jim Hawkins; b. Capitão Flint; c. Billy Bones; d. Capi-tão  Smollett;  e.  Long  John  Silver;  f.  Ben  Gunn;  g.  Israel Hands; h. Dr. Livesey.2.1.  O mapa estava guardado na arca de Billy Bones.2.2.  A expedição foi financiada pelo fidalgo John Trelawney.2.3.  A expedição partiu de Bristol.2.4.  Quem o  fazia era o papagaio de  Long  John Silver, o cozinheiro de bordo.2.5.  O refrão era “Iou-ou-ou, e uma garrafa de rum!”.2.6.  A “Marca Negra” era um  ritual de piratas, uma  inti-mação (cf. p. 31) em que o pirata que tinha caído em des-graça  recebia  um  pedaço  de  papel  circular,  pintado  de negro numa face e com a sentença escrita na outra face.2.7.  Na ilha, a “Marca Negra” foi entregue a John Silver.2.8.  Ben  Gunn  tinha  desenterrado  o  tesouro  e  transpor-tara-o para uma gruta.

GUIão dE LEITURA oRIENTAdA

AsPETos PARATExTUAIs P. 101.1.  Encontram-se  aí  disponibilizadas  as  seguintes  infor-mações: título, autor, género da obra (romance), editora e uma frase elogiosa sobre a intriga.

1.2.  Os arabescos pretendem conferir à obra um ar de exo-tismo e de mistério. Quanto às  imagens, as palmeiras e o pássaro  remetem  para  o  espaço  em  que  decorrerá  ação (mar e ilha tropical); o pirata, para a intriga da obra. 2.1.  As badanas veiculam dois tipos de informação sobre o teor da narrativa: a extraordinária influência que tem exer-cido  e  as  circunstâncias  que  presidiram  à  sua  elaboração (um jogo destinado a entreter o enteado do autor e origina-riamente não destinado à publicação).3.1.  Os  autores  referidos  são  Hugo  Pratt,  Henry  James  e Jorge Luis Borges.3.2.  São comentários positivos e elogiosos.3.3.  O objetivo terá sido o de sublinhar a fama e a influên-cia do livro, estimulando a sua leitura.

oRIENTAçÕEs dE LEITURA p. 10PrimeiraParte–Ovelhopirata1.1.  Um “lobo do mar” é um velho marinheiro experiente, astuto, que resistiu a inúmeras provas e para o qual o mar não tem segredos. Nota: A expressão “lobo do mar” é utilizada pela clientela provinciana da estalagem, num misto de  respeito e  temor (cf. p. 17).1.1.1.  A expressão refere-se a Billy Bones.2.1.  A esse recuo temporal dá-se o nome de analepse.2.2.  “recuei no tempo até à altura em que, estando o meu pai à frente da estalagem do Almirante Benbow, se foi ins-talar debaixo do nosso teto o velho marinheiro que, no rosto curtido pelo sol, ostentava a cicatriz de uma sabrada.” (p. 13)3.1.  O  narrador  é  Jim  Hawkins;  trata-se  de  um  narrador participante na ação (homodiegético).3.2.  E., G., D., I., F., H., A., J., C., B.4.1.  Billy Bones guardava na sua arca o mapa do tesouro que,  por  intermédio  de  Jim,  vai  parar  às  mãos  do  fidalgo Trelawney e do Dr. Livesey, dando início à grande aventura.4.2.  Fisicamente, Billy Jones é alto e forte, com o rosto quei-mado pelo sol,  rasgado e  tem uma cicatriz numa das  faces causada por um golpe de sabre. Tem um rabicho de cabelo negro e pastoso, que  lhe  cai nos ombros e usa um casaco azul sujíssimo. Em termos psicológicos, demonstra, desde o diálogo inicial com o pai do narrador, que está habituado a ser temido e obedecido. Permanece calado durante a maior parte do tempo, não querendo dar nas vistas. O seu tempe-ramento  brutal  e  imperioso  manifesta-se  quando,  embria-gado  com  rum, obriga o  resto da  clientela a ouvir  as  suas histórias  terríveis ou a acompanhá-lo na  sua  cantiga habi-tual; contudo, acaba por ser dominado pela forte personali-dade  do  médico  Livesey.  Para  além  disso,  é  avarento, vivendo no terror de ser descoberto pelos seus antigos com-panheiros, sobretudo pelo marinheiro de uma só perna.SegundaParte–Ocozinheirodebordo1.1.  Hawkins reparou que, ao contrário do que tinha pro-metido, o fidalgo não guardara segredo sobre o objetivo da viagem, a caça ao tesouro.

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2.  Sugestões de resposta:a. … magnífico.b. … , na sua maioria, homens do mar.c. … se tratava do tal marinheiro de uma só perna.d. … o estalajadeiro se apresentava asseado e agradável.e. … o Cão Negro.3.1.  A., D., C., B., F., E.4.1.  O Capitão Smollett disse que foi pela própria tripula-ção que soube que  iam à procura do  tesouro, quando  lhe tinham assegurado que se tratava de uma missão secreta; disse também que devia ter sido ele a escolher a tripulação e  que  o  imediato  Arrow  dava  confiança  a  mais  aos  seus subordinados. 4.2.  O  fidalgo  reagiu  com  ironia  e  desaprovação  e  o médico com ponderação e cautela.4.3.  Por  sugestão  do  capitão,  resolveram  deslocar  as armas  e  as  munições  do  porão  da  proa  para  debaixo  do camarote.5.1.  Dentro da barrica, aonde se enfiara para comer uma maçã, Hawkins descobriu a conspiração tramada por Silver e os seus sequazes, informando depois o capitão, o fidalgo e o médico.5.2.  a. F; b. V; c. F; d. V; e. V; f. V; g. F. 6.1.  O fidalgo  reconheceu o quanto  fora  ludibriado,  colo-cando-se às ordens do capitão. Porém, este confessou que o fidalgo não fora mais burro do que ele, pois a tripulação o  tinha  enganado,  não  tendo  dado  qualquer  sinal  de rebelião.6.2.  Sugestão  de  resposta:  A  denominação  é  pertinente, visto  que,  identificado  o  inimigo,  os  membros  da  reunião começaram a contar os seus fiéis e a discutir as estratégias de vitória.6.3.  O Conselho deliberou deixar as coisas como estavam até se determinar quais os homens da tripulação com quem podiam contar.TerceiraParte–Aminhaaventuranailha1.1.  Silver cirandou de grupinho em grupinho, dando con-selhos;  obedecia  prontamente  a  qualquer  ordem,  exage-rando  a  cortesia;  punha-se  a  cantarolar  cantigas  de enfiada, de modo a disfarçar o descontentamento geral.1.2.  O  Conselho  resolveu  deixar  ir  a  tripulação  a  terra, para que Silver a domesticasse outra vez.2.1.  Hawkins teve a ideia de ir também a terra.3.1.  Os  intervenientes  foram  Silver  e  Tom,  um  outro  ele-mento da tripulação.3.2.  Silver tentou convencer Tom a juntar-se à rebelião.3.3.  Silver acabou por assassinar esse honrado marinheiro, depois de este lhe ter virado as costas.4.1.  a. pistola; b. joelhos; c. abandonado; d. queijo; e. pie-dosa; f. religioso; g. bem-educado; h. perdera o juízo; i. mil; j. Flint; k. fidalgo; l. barco; m. canhão; n. bandeira inglesa.QuartaParte–Apaliçada1.1.  O novo narrador é o Dr. Livesey.

1.2.  Com o novo narrador, são relatados em primeira mão acontecimentos  não  presenciados  por  Hawkins,  e  tão vibrantes de ação como o abandono do navio, a descoberta do fortim ou o primeiro dia de batalha. 

2.1.  a. “Os quatro tiros que foram disparados, cada um por sua vez, deram resultado, porque um dos piratas caiu e os restantes desataram a fugir, escondendo-se na floresta.” (p. 138 da obra).

b. “Tinha cerca de vinte anos mais do que qualquer de nós e, agora, aquele velho e prestimoso servidor ia, carregado de tristeza, dar a alma ao Criador” (p. 138 da obra).

c. “Depois, trepando ao teto, desfraldou, com as suas pró-prias mãos, a bandeira que flutuou ao vento.” (p. 139).

d. “O fogo não cessou durante a tarde. As balas continua-ram a assobiar.” (p. 140 da obra).

e. “Num lugar como este, para onde vêm apenas os ‘cavalei-ros da fortuna’, Silver teria içado o pavilhão negro dos pira-tas. Podes ter a certeza de que são os teus amigos”. (p. 143 da obra).

f. “Vi, então, que no alto do mastro drapejava a bandeira negra da caveira.” (p. 145 da obra).

g. “O Capitão Smollett […] chamou-nos, dividiu-nos em dois grupos para os quartos de sentinela que tinham que ser montados”. (p. 146).

h. “Havia, efetivamente, dois homens fora da paliçada. Um deles agitava o pano branco. O outro, nem mais nem menos que o próprio Silver, estava de pé, calmamente, junto do pri-meiro.” (p. 151 da obra).

i. “Porém, lá foi avançando em silêncio, até chegar junto do capitão, que cumprimentou com a vénia mais respeitosa”. (p. 153 da obra).

j. “Ontem à noite, não há dúvida, de que vocês pregaram-- ma bem pregada. Não nego que foi um golpe de truz.” (pp. 153-154 da obra)

k. “Os dois homens ficaram frente a frente, durante algum tempo, a fumar. Olhavam-se, paravam de fumar e cuspiam.” (p. 155 da obra).

l. “O senhor, agora, decide. É impossível oferecer melhores condições.” (p. 155 da obra)

m.  “Se vierem aqui, um por um, desarmados, compro-meto- me a prendê-los e a conduzi-los a Inglaterra, a fim de serem julgados.” (p. 156 da obra)

n. “Eles perderam cinco e nós três.” (p. 163 da obra)

QuintaParte–Aminhaaventuranomar

1.1.  a. F (As feridas do capitão Smollett eram sérias, mas não perigosas.) b. V; c. F (Jim alimentou o projeto de também se escapulir e encontrar o barco de Benn Gunn e  realizou-o na primeira oportunidade que teve.); d. V; e. F (Enquanto tentava cortar a amarra do Hispaniola,  Jim viu o contramestre  Israel Hands e o colega envolvidos numa luta de morte.); f. V; g. F (Esgotado,  Jim adormeceu no  coracle,  sonhando com a  sua casa e a velha estalagem Almirante Benbow).

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2.  Jim Hawkins: a., c. Israel Hands: b., d.2.1.  Hands  considera  que  triunfa  quem  for  impiedoso  e cruel. Jim acredita que vale a pena ser bondoso e que o mal é ou será castigado.3.1.  Jim estava tão absorvido na tarefa de fundear o navio na  costa  da  ilha  que  se  esqueceu  do  perigo  que  o ameaçava.3.2.  C., A., B.3.2.1.  Essa  cena  terminou  com  a  morte  de  Israel  Hands: Hawkins  estava  a  recarregar  as  pistolas  enquanto  se encontrava  empoleirado  no  mastro  quando  foi  atingido num ombro pela navalha lançada por Hands. A surpresa e a dor  fizeram  com  que  premisse  os  gatilhos,  disparando sobre Hands que caiu morto no mar.SextaParte–OCapitãoSilver1.1.  Jim pensou que os seus amigos tinham sido mortos e indignou-se consigo próprio por não ter morrido com eles.2.  c.3.  a.4.1.  1.° argumento:  O  seu  plano  teria  tido  êxito  se tivesse sido obedecido pelos piratas. 2.° argumento:  Fez  um  acordo  com  o  inimigo a  pedido dos  seus próprios  companheiros que, de  rastos,  lhe disse-ram que morreriam de fome se não o fizesse.3.°argumento: Se não fosse o acordo estabelecido com o “inimigo”, não teriam os piratas, doentes e feridos, usu-fruído da assistência do médico.4.° argumento:  Jim  era  um  refém  valioso,  que  podia representar a sua última esperança de salvação.4.2.1.  Silver  arremessa  para  o  meio  deles  o  mapa  do tesouro de Flint.4.2.2.  Os piratas atiraram-se ao mapa como se  tocassem no próprio tesouro – apenas Jorge Merry questionou como poderiam levar o tesouro da ilha sem navio. Acabaram por aclamar  Silver,  restituindo-lhe  o  posto  de  “capitão”  do grupo.5.  b.6.1.  a. O principal ponto de  referência do mapa era uma árvore alta.b. O grupo fez o caminho a pé e de barco.c. Na clareira, junto a um pinheiro, jazia uma arca com um esqueleto humano.d. O esqueleto apontava com exatidão para a ilha. e.  Os  piratas  ficaram  aterrorizados  ao  ouvirem  a  canção tão sua conhecida. f.  Finalmente,  os  piratas  descobriram  a  cova  do  tesouro, que aparentava ter sido aberta há bastante tempo. 7.1.  A ausência do tesouro.7.2.  Silver recompôs-se quase imediatamente do desapon-tamento, entregou uma pistola a Jim, colocou-se do outro lado  da  cova,  a  norte,  provocou  os  seus  companheiros, convidando-os  a  escavarem  mais  a  ver  se  encontravam bolotas.

8.  Nunca  tinha  passado  pela  cabeça  de  Silver  que  um homem  tão  insignificante  como  Ben  Gunn  e  que  tanto medo tinha dele tivesse tido um papel tão decisivo na frus-tração do seu plano.

9.1.  Este comportamento revela um sangue frio excecional e  uma  grande  capacidade  de  adaptação.  Silver  tornou-se novamente simpático, com o fito de conseguir a benevolên-cia daqueles que tinha traído. 

10.  a.  Os  piratas  sobreviventes  ficaram  abandonados  na ilha, dispondo, contudo, de mantimentos e armas que lhes haviam deixado.

b. Long John Silver, aproveitando a ausência do médico e do fidalgo, escapuliu-se com a cumplicidade de Ben Gunn, levando consigo um saco de moedas.

c. O Capitão Smollett reformou-se.

d.  Gray  guardou  a  parte  do  tesouro  que  lhe  coube,  che-gando a ser coproprietário de um belo barco.

e. Ben Gunn gastou as suas mil libras em dezanove dias e passou a ter grande êxito a cantar na igreja aos domingos.

f. Jim Hawkins diz de si apenas que, nas noites de tempes-tade, tem pesadelos em que ouve a voz do papagaio de Sil-ver, gritando-lhe “Peças de oito! Peças de oito!”. 

O HOMEM SEM SOMBRA

PRÉ-LEITURA p. 18

1.1.  Embora à primeira vista pareça que a sombra deitada na relva é a da rapariga, o facto é que esse efeito é impos-sível,  sendo a  sombra de outra pessoa,  provavelmente de quem tirou a fotografia.

1.2.  Resposta pessoal. Título original: “Antonella y yo”.

1.3.  a.

Sugestão:  Outros textos

O  professor  tem  disponível,  no  CD de Recursos,  os contos “A Sombra”, “O Pequeno Claus e o Grande Claus” e “O Boneco de Neve” de Andersen, para dar a conhecer aos alunos ao longo do estudo da obra. 

TEsTE dE VERIfIcAção dE LEITURA p. 19

1.1.  d.; 1.2. a.; 1.3. d.; 1.4. c.

2.1.  A  Sombra  e  o  Sábio  trocam  de  papéis,  passando  o Sábio a ser a sombra da Sombra.

3.  a. V; b. V; c. F (A Sombra e o Sábio vão viajar.); d. V; e. F (O Sábio não regressa a casa pois acaba por morrer.); f. V.

GUIão dE LEITURA oRIENTAdA

AsPETos PARATExTUAIs p. 20

1.1.  Os pares estão a dançar.

2.1.  a. A  efeméride que  conduziu  à  escrita da obra  foi  o bicentenário do nascimento de Hans Christian Andersen.

b. A obra que explicitamente  serviu de base à  criação da peça foi o conto “A Sombra”, de Hans Christian Andersen.

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c.  Os  motivos  de  ordem  pessoal  que  levaram  o  autor  a escrever a obra foram os seguintes:– a admiração do autor por Andersen e sua obra, que  lhe libertou a imaginação;– o assombro que o conto “A Sombra”, de Andersen, pro-vocava persistentemente no autor; –  as  experiências  que  o  autor  realizou  com  a  sua  própria sombra.3.1.  C., A., E., B., D.3.2.  d.

oRIENTAçÕEs dE LEITURA p. 4Cena11.1.  c., d., e.1.2.  b., c., d., e.2.1.  A designação foi “O meu escravo.”3.1.  O Sábio encarregou-a de  se  ir  à  casa da  varanda de onde se ouvia a música e desvendar o seu mistério. 4.  a.Cenas2a41.  O  drama  pessoal  e  íntimo  do  Sábio  que  perdeu  a  sua sombra é exposto ao público através da imprensa escrita.2.  O Sábio deixa o estado perturbado e efusivo da Cena 1 e encontra-se, agora, deprimido, “na obscuridade”, “enca-fuado num pesado roupão”.3.1.  a.  V;  b.  F  (A  Sombra  aparece  com  um  relógio  de ouro...);  c.  F  (…  utilizasse  um  tratamento  respeitoso.); d. V.4.1.  “Que as sombras precisam de luz. De luz e de sombra se escreve a história do mundo. Do mal pode vir o bem como na história de ‘O Pequeno Claus e o Grande Claus’. Conhece?” (p. 46)Cenas5a111.  F., A., B., G., C., D., H., E.2.1.  Na  história  original,  o  Pequeno  Claus  não  canta  a cantiga presente na peça, o Chantre é um sacristão, não há diálogo entre a mulher  e o marido, nem entre o Pequeno Claus e a velha ama. A velha ama da peça corresponde à velha  avó  do  conto;  no  entanto,  no  conto  é  um  estalaja-deiro  que  julga  ter  matado  a  avó  (ama),  erro  de  que  se aproveita o Pequeno Claus. Além disso, intervém no conto a  personagem  de  um  vaqueiro  velho  que  deseja  morrer para  ir  para  o  Reino  dos  Céus,  trocando  de  papel  com  o Pequeno Claus,  fechado pelo Grande Claus num saco que este tinha depositado junto à parede de uma igreja; através da  astúcia,  contando  uma  mirabolante  história  de  uma donzela marinha e de gado marinho, o Pequeno Claus faz com que o Grande Claus se afogue na ribeira…3.1.  Um boneco de neve,  feito por alegres rapazes, ouviu os  desabafos  de  um  cão  preso,  que  recordava  o  delicioso calor que uma salamandra irradiava. Surpreendentemente, o  boneco  de  neve  quis  aproximar-se  da  salamandra  com grande e obsessiva ânsia. Com a vinda do degelo, o boneco derreteu-se,  mas,  no  lugar  que  ocupara,  erguia-se  um 

atiçador do lume com que os rapazes o tinham mantido de pé.  Eis  a  explicação,  segundo  o  cão,  de  tão  estranho impulso (a ânsia de um boneco de neve de se juntar a um calorífero).

3.2.  Tal como o boneco de neve, também o Pequeno Claus considerava, ao princípio, o mundo inocente e maravilhoso, sofrendo depois cruéis deceções. 

3.3.  Resposta pessoal. Sugestões de resposta:

• Por  fora, o boneco de neve era apenas um boneco de neve como os outros; por dentro, era feito de um atiçador do  lume,  ansiando  assim  pelo  fogo.  Assim,  o  que  era aparentemente incompreensível tem uma explicação.

•  Não  se  devem  alimentar  paixões  irrealizáveis  ou impossíveis; tudo termina e tudo se esquece.

•  Não  se  deve  julgar  pelas  aparências  –  o  íntimo  (o atiçador do  lume que estava dentro do boneco de neve) nem sempre corresponde ao aspeto exterior (a neve).

Cena121.1.1.  O Pequeno Claus, vítima da brutalidade do Grande Claus e da falta de caridade da mulher, resolve aproveitar--se  da  hipocrisia  e  da  ganância  dos  seus  próximos,  para enriquecer.  Por  outras  palavras,  num  mundo  cheio  de maus,  os  bons  não  têm  outro  remédio  senão  recorrer  a expedientes menos corretos para sobreviverem.

1.2.  A  Sombra  pretende  demonstrar  que,  para  atingir  a riqueza,  a  glória  ou  o  poder,  ou  mesmo  para  não  se  ser esmagado pela injustiça, há que pactuar com o mal, com a “sombra”.

1.3.1.  A  conclusão  do  Sábio  é  pessimista  –  o  mundo  é dominado  por  sujeitos  sem  escrúpulos,  que  se  alimentam da corrupção humana.

2.1.  A Sombra propõe ao Sábio renovarem a sua associa-ção, tornando-se este seu secretário e viajando pelo mundo fora.

2.2.1.  As  suas  recusas  iniciais  atestam  que  o  Sábio  tem escrúpulos, é honesto; contudo, as suas cedências posterio-res demonstram a sua fraqueza de espírito.

3. 

+ + S + + + T E T U A O + + C

+ + + U + + + + + + R + + + A

+ + + + L + + + + + A + + + S

+ + + + + D + + + + B + + + A

I + + + + + A + + O A + + + B

N + + + + + + E + + T + + + L

D + + + + + + + U + + I + + A

I + F + + + + + + R + + G + N

A M E R I C A D O N O R T E C

+ + Z + + + + + + + + P + + A

+ + + + + + + + + + + + A + +

+ L U B M A T S I + + + + + +

+ + + + + + + + + + + + + + +

+ + + + + + + S O C O R R A M

B R A S I L + + + + + + + + +

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Cenas 13 a 151.  As cenas 13 e 14 decorrem num casbá marroquino. 1.1.  O  exotismo  é marcado  pelas  ruelas  do  casbá  marro-quino, pelos mercadores, pelos encantadores de serpentes, pelas mulheres veladas…2.1.  A Princesa é dotada de grande beleza, embora muito doente. Tem cabelos negros e vestido preto de renda.2.2.  O  Sábio  exibe  qualidades  de  erudição  (história  da filosofia).

3.  a.; c.; e.3.1.  O Sábio é trespassado e morto pela Sombra, que fica com a mão da Princesa.4.  A música que se começa a ouvir é a mesma da cena ini-cial e a Princesa é a mesma mulher que a tinha tocado na casa defronte dos aposentos do Sábio na Cena 1.5.  b.6.  1. k.; 2. c., j.; 3. f.; 4. e.; 5. a., b., d., i.; 6. g., h.; 7. l.

Materiais projetáveisExcertos textuais7.1.  Alguns aspetos divergentes:• em vez de “Sábio”, o estrangeiro que veio para um país quente é designado por “letrado”;• o letrado, no conto, não bebe;•  ao  letrado  cresce-lhe  novamente  a  sombra,  passados oito dias, no país de clima quente;•  o  letrado  volta  à  sua  pátria  nórdica  e  só  depois  de muitos anos é que a Sombra bate à porta do seu quarto, sob a forma de um homem muito magro e elegantemente vestido;•  a  sombra  informa  o  letrado  de  que  quem  morava  em frente,  no  país  do  sul,  não  era  senão  a  própria  Poesia (personificada numa mulher);•  numa  segunda  visita,  a  Sombra  tenta  o  letrado,  que está doente, a ir a banhos, isto é, a acompanhá-la a uma elegante estância balnear;•  o  cenário  do  baile  é  o  de  um  hotel  luxuoso  de  uma estância balnear, não se estabelecendo qualquer  relação entre a princesa e a ocupante da casa fronteira donde se desprendia  a  música  feiticeira  e  não  há  qualquer  duelo entre o letrado e a Sombra;•  sabendo  que  a  Sombra  e  a  princesa  se  vão  casar,  o letrado  quer  expor  toda  a  verdade,  acabando  por  ser preso e, depois, morrer, enquanto todo o reino  festejava as bodas reais.

Compreensão do oral/expressão oral

1.1.  A letra da música explora os lados positivo e negativo que  todas  as  pessoas  têm.  Assim,  o  título  fala-nos,  eufe-misticamente, desse lado mais sombrio que todos temos, o “Lado Lunar”. O enunciador refere que, apesar de se sentir atraído pelas características mais positivas de uma mulher, pretende  conhecer  os  defeitos  desta,  para,  deste  modo, verdadeiramente a amar. 

1.2.  Na  canção  “Lado  Lunar”  sugere-se  que  todos  nós temos um  lado positivo e um  lado mais sombrio. Na obra de  António  Torrado,  a  Sombra  do  Sábio  “desprende-se” dele e, agindo isoladamente, confronta o seu “dono”, des-tacando algumas falhas e autoritarismos do erudito.

Materiais projetáveisLetra da canção “Lado Lunar”, da autoria de Carlos Tê e musicada por Rui Veloso, disponível no CD de Recursos.

Materiais áudio e vídeoA canção “Lado Lunar” está disponível no CD de Recursos.

O COLAR

prÉ-leITUra p. 27

1.1.  1.  Gondoleiros;  2.  Rialto;  3.  Canais;  4.  Marcos;  5. Gôndolas; 6. Ducal; 7. Canal.

   Texto para ser lido disponível no CD de Recursos.

TesTe de VerIfICação de leITUra p. 281.1.  b.; 1.2. c.; 1.3. d.; 1.4. a.; 1.5. b.; 1.6. d.2.  a.  arrogante; b.  rejeita; c.  desilusão  amorosa; d.  Lord Byron; e. juventude.

GUIão de leITUra orIenTada

aspeTos paraTexTUaIs p. 291.1.  Na capa estão presentes o seguintes elementos: nome da  autora  (Sophia  da  Mello  Breyner  Andresen),  título  (O Colar), género literário da obra (Teatro), editora (Caminho) e imagem (fotografia).1.2.  Trata-se de uma máscara de estilo veneziano.1.2.1.  Esta máscara, para além de estar obviamente rela-cionada com o género teatral, é representativa do Carnaval da cidade de Veneza, espaço onde decorre a ação.Prólogo1.1.  a.  antes;  b.  dramáticos;  c.  introdução;  d.  verso; e. atores; f. assunto.1.2.  No prólogo da peça apresenta-se o local onde decor-rerá a ação da peça, ou seja, a cidade de Veneza.1.3.  A paisagem física é apresentada nas quatro primeiras estrofes  (referindo-se  aspetos  como  os  canais  venezianos, as  gôndolas  e  os  gondoleiros,  a  praça  de  São  Marcos,  a ponte da Giudeca, o cais, etc.; a humana, nas três seguin-tes (aludindo-se ao tipo de pessoas que dão vida à cidade – os  mercadores,  os  apaixonados,  os  artistas  –  referindo-se também o lado mais escuro e opressor de Veneza – “As pri-sões da Signoria/E os esbirros do doge/Que espiam a noite e o dia”). Veneza é, assim, encarada como um lugar de  luz, de beleza, de amor e de arte, mas também de tirania.[Nota: O poema que constitui o prólogo integra a obra O Búzio de Cós e Outros Poemas, de Sophia de Mello Breyner Andresen.]Ato I1.  Vanina está muito animada e entusiasmada com a ideia de ir passear pela cidade.

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Caderno do Professor (Para)Textos • 8.° ano

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2.  O monólogo está presente em “Vou sair porque…” até “…vou-lhe escrever uma carta!” (pp. 15 e 16).2.1.  Apesar  de  o  seu  tutor  desejar  que  ela  case  com  o comendador  Zorzi,  Vanina  está  secretamente  apaixonada por  um  jovem  fidalgo  falido,  Pietro  Alvisi.  A  jovem,  que receia  que  alguém  conte  este  seu  segredo  ao  tio,  decide escrever ao  cantor uma carta de agradecimento pela  rosa que dele recebeu em casa de Giovanna.3.  No dia do baile em casa de D. Giovanna, Pietro, depois de  cantar na varanda,  colheu uma  rosa vermelha e ofere-ceu-a a Vanina, galanteando-a.3.1.  D.  Giovanna  pensa  que  Vanina  não  se  terá  sentido bem, o que não corresponde à verdade – Vanina afastou-se a correr por ter ficado demasiado emocionada. 3.1.1.  “Penso que, de facto, não te sentiste bem.” (p. 17)4.1.  a. V; b. G; c. G.4.1.1. Resposta pessoal. 5.  Vanina  aplica  os  mesmos  adjetivos  que  D.  Giovanna empregara  acerca  da  opção  profissional  de  Pietro: “indigno, vergonhoso, escandaloso”. (p. 20)5.1.1.  O símbolo usado pelas duas mulheres é o do cora-ção  partido  em  pedaços  (dois,  para  Giovanna;  sete,  para Vanina).6.1.  Vanina recorre a Bonina.6.1.1.  Vanina  recorre  a  Bonina,  dado  que  esta  é  muito bem relacionada e sabe tudo o que se passa em Veneza. 7.1.  Pietro tem a reputação de ser namoradeiro.8.  a., b., c., e.9.1.  A rosa representaria o suposto amor que Pietro Alvisi teria por Vanina.10.1.  Vanina  pretende  entregar  uma  carta  dirigida  a Pietro.10.2.  De modo a transmitir o passeio da personagem por Veneza, recorre-se a sons variados, que transmitem o bulí-cio das ruas.10.2.1.  Vanina sai durante  todo o dia e  regressa às nove horas da noite (p. 28).10.2.2.  Vanina  sente-se  muito  triste  e  frustrada  por  não ter  conseguido  encontrar  Pietro  –  “Nunca vi noite tão escura. Escura como o meu coração.” (p. 32)11.1.  Por  não  ter  encontrado  Pietro,  nada  entusiasma Vanina.  A  rapariga  está  impaciente  e  sente-se  triste  e desiludida.12.1.  Numa gôndola, o Comendador olha para a janela de Vanina. Parece estar prestes a cantar uma serenata.13.1.  b., d.13.2.  O  recurso  expressivo  é  a  metáfora  (tropo),  que realça o carácter efémero do amor.AtoII1.  O segundo ato passa-se durante um jantar em casa da Condessa Zeti, entre membros da aristocracia.2.1.  A noite estava muito bonita e “de veludo” – tratava--se de uma noite ideal para uma serenata romântica. 

2.1.1.  Entre  o  ambiente  descrito  e  o  casamento  entre  o Comendador e Vanina estabelece-se uma relação de oposi-ção/contraste.

3.1.  D.  Geraldina  tem  um  ar  saudável,  uma  idade  mais próxima da do Comendador e ainda possui vitalidade para organizar uma casa.

4.1.  Para além de  se dirigirem à Condessa Zeti  com bas-tante  cortesia,  Giovanni  e  Juliano  cumprimentam-na  com um beijo na mão.

5.1.  Vanina é uma rapariga que se apaixona avassaladora-mente  e  muito  facilmente  –  sentindo  e  agindo  de  forma excessiva.

5.2.  O  leque  de  Vanina  surge  como  um  artifício  que  lhe permite dirigir-se discretamente ao público em aparte.

5.3.1.  Durante o  jantar, depois de beber, Vanina vai pro-gressivamente revelando a sua personalidade.

6.1.  A  Condessa  tenta  inculcar  em  Vanina  paciência  e calma (p. 51). 

6.2.  Vanina é por natureza impulsiva e impaciente.

7.1.  A., E., C., D., H., F., G., B.

AtoIII1.1.  A Condessa dirige-se a Vanina.

1.2.  A  Condessa  mentiu  a  Vanina,  dizendo  que  o  tempo rapidamente curaria o seu desgosto, de modo a consolá-la e a dar-lhe algum ânimo.

2.1.  Essa personagem é Lord Byron (1788-1824), um poeta inglês  de  ascendência  escocesa.  Apesar  de  ter  tido  uma infância difícil, tornou-se barão aos 10 anos de idade. Estu-dou em Cambridge, onde publicou o seu primeiro  livro de poemas.  É  uma  das  figuras  mais  importantes  do  Roman-tismo.  Entre  as  suas  obras  mais  famosas  encontram-se Peregrinação de Child Harold e Don Juan.  Viveu  na  Suíça, na Grécia e em Itália, tendo passado dois anos em Veneza. 

2.2.1.  A peça passa-se no primeiro quartel do século XIX (dado que Lord Byron nasceu em 1788 e morreu em 1824). 

2.2.  A Condessa faz-lhe, em síntese, o relato das desven-turas amorosas de Vanina. 

2.3.  Lord Byron pede à Condessa que o ajude a conquistar Vanina.

2.4.  A Condessa argumenta que Vanina não mudaria facil-mente de amor.

3.1.  O lavar-se na fonte dos pastores poderá representar o crescimento de Vanina – depois de ter sofrido uma deceção amorosa, a jovem renasce, mais pura e autêntica, mas tam-bém mais madura e consciente.

4.1.  Byron  viveu  uma  juventude  recheada  de  viagens  e aventuras, uma “época parva” caracterizada pelo sucesso e passa agora pelo “outono” da vida.

5.1.  O estado de espírito dominante no poema é o desen-canto. Para o sujeito poético, a solidão da alma impôs-se e este não irá mais sofrer por amor.

[Nota: Este poema de Lord Byron foi  traduzido e recriado por Sophia de Mello Breyner Andresen.]

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