doencas da medula supra renal

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    05-Apr-2017

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<p>PowerPoint Presentation</p> <p>DOENAS DA MEDULA SUPRARENAL</p> <p>JESSICA SELEME, EPC2015UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANEFACULDADE DE MEDICINADEPARTAMENTO DE MEDICINA INTERNAMEDICINA IV</p> <p>sumrio Histrico Introduoanatomia da MSRembriologia da MSRhistologia da MSRFisiologia Hipofuncionalidade da MSRFeocromocitoma </p> <p>HistricoSculo XIX - foi distinguida pela primeira vez do cortx supra renal 1886 Frankel- descreveu pela primeira vez os feocromocitomas1896 Manasse- constatou que os sais de cromo tornavam esses tumores castanhos escuros1901- o sustrato da reaco cromafin foi quimicamente indentificado como sendo 3,4-diidroxifenil-2-metilaminoetanol por 2 pesquisadores independentes Takamine denominou a substncia de de ADRENALINA no ``journal of Physiology de Londres`` enquanto Aldrich denominou de EPINEFRINA no American Journal of Physiology.</p> <p>introduoGlndula SR: so glndulas endcrinas envolvidas por uma capsula fibrosa, tem cerca de 5 cm, situadas anterosuperiormente aos rins, a nvel da 12 vertebra torcica, e so irrigadas pelas artrias supra renais. A direita tem um formato triangular em quanto que a esquerda tem a forma de meia lua..</p> <p>Intruduo</p> <p>Constituio:Cortex e (externa - mesodrmico),Medula (interna - neurodrmico)</p> <p>Cortx produz esteroides(Aldosterona, Cortisol e Andrgenos)</p> <p>Medula parte especializada do sistema nervoso perifrico que secreta catecolaminas.(epinefrina e norepinefrina)</p> <p>A medula da supra-renal a parte central da glndula supra-renal, sendo rodeada pelo crtex adrenal.A medula adrenal tem origem da crista neural e composta por clulas especializadas neuroendcrinas produtoras das catecolaminas.</p> <p>5</p> <p>MSRConstitui aproximadamente 10% do peso total da gndula.No existe uma demarcao ntida entre o crtex e a medula. inervada por fibras pr-gnglionares do SN Simptico. suprida de sangue pelo ramos supra-renais superior, mdio e inferior da artria frnica inferior directamente da aorta e das artrias renais, porm maior parte do suprimento sanguineo ocorre atravs de um sistema vascular portal que se origina dos capilares no cortx.As clulas cromafins que contm epinefrina recebem a maior parte do seu suprimento sanguineo dos capilares que drenam da clulas corticais, j as que contm predominantemente norepinefrina so supridas pelas artrias que irrigam directamemte a medula.</p> <p>Maior parte do suprimento das celulas medulares ocorre atravez de um sistema vascular portal que se origina dos capilares do cortex. A enzima que cataliza a conversao da noreepinefrina em epinefrina e a feniletanolamina-N-metiltransferase induzida pelo cortisol. A medula supra-renal tem origem em clulas neuro-ectodrmicas, da crista neural, que migram e invadem o crtex da glndula por volta das sete semanas; estas acabam por se deslocar para a medula, segregando ao longo da gestao e logo aps o nascimento.Tambm existe clulas neuroendcrinas: fgado, SNC, corao, rins, gnadas e neurnios adrenrgicos do SNS ps-ganglionar.</p> <p>Tambm existe um sistema neuroendcrinas extra-adrenal: clulas do corao, fgado, rins, gnadas e neurnios adrenrgicos do sistema nervoso simptico ps-ganglionar e sistem a nervoso central.</p> <p>6</p> <p>embriologia5 semanaestas migram dos ganglios espinhais primitivos na regiao toracica para formar a cadeia simptica posterior aorta dorsal.Origina se apartir das clulas primitivas da crista neural6 semana:Estas c.primitivas migram ao longo da veia central, penetrando o cortex supra-renal para formar a medula</p> <p>Na 8 semana ecomposta de simpatognias e feocromoblastos, que amadurecem em feocromcitos</p> <p>A medula supra renal origina se da </p> <p>7</p> <p>Embriologia da MSR</p> <p>As clulas apresentam em estruturas que se assemelham a rosetas, sendo que as clulas mais primitivas ocupam uma posio central.Os feocromoblastos e feocromcitos tambm se reunem em ambos lados da aorta para formaros paragnglios , fundem-se anteriormente para formar o orgo de zukerkandl, acredita se que este constitui uma importante fonte de catecolaminas durante o primeiro ano de vida, quando ento atrofia. </p> <p>Histologia da MSRO tecido da Medula supra-renal:Clulas cromafins ou feocromcitos So grandes clulas colunares ovides dispostas em aglomerados ou cordes em torno de vasos sanguineos , tem grandes ncleos e um A. Golgi bem desenvolvido, contm vesculas que armazenam catecolaminas. Clulas ganglionares simpticasescassasestroma escasso, porm intensamente vascularizado.</p> <p>ESTROMACROMAFIMVenulas</p> <p>O tecido medular esta em cordes e agregados celulares junto as vnulas.Exite dois tipos de clulas na MSR: Clulas cromafins so as mais abundantes. Com ncleo grande, um complexo de Golgi bem desenvolvido e grnulos secretores de catecolaminas. A maioria das clulas produz adrenalina.Clulas ganglionares parassimpticas so escassas e tm as caractersticas tpicas de clulas ganglionares autnomasQuando corada em H+E, a medula da supra-renal composta por cordes de clulas com citoplasma ligeiramente basfilo e granular e com numerosos capilares, no estroma. Os canais venosos que drenam os sinosides do crtex passam atravs da medula em direco veia medular central.</p> <p>Histologia</p> <p>A medula da supra-renal apresenta dois tipos celulares: as clulas cromafins e as clulas ganglionares. Quando corada em H+E, a medula da supra-renal composta por cordes de clulas com citoplasma ligeiramente basfilo e granular e com numerosos capilares, no estroma. Os canais venosos que drenam os sinosides do crtex passam atravs da medula em direco veia medular central.Clulas cromafins</p> <p>As clulas cromafins so as mais abundantes e podem ser consideradas neurnios simpticos ps-ganglionares, uma vez que so estimuladas pela acetilcolina libertada de neurnios simpticos pr-ganglionares, em casos de stress agudo fsico ou psicolgico. Estas clulas produtoras de catecolaminas apresentam um ncleo grande, um complexo de Golgi bem desenvolvido e grnulos secretores de catecolaminas. Quando corados com sais de crmio, os grnulos scretores oxidam e apresentam uma colorao castanha, da o seu nome, cromafins. A maioria das clulas produz adrenalina.1Clulas ganglionares parassimpticas</p> <p>So escassas e tm as caractersticas tpicas de clulas ganglionares autnomas. Possuem um grande ncleo com cromatina dispersa e nuclolo proeminente e um citoplasma basfilo extenso.1</p> <p>9</p> <p>catecolaminasSo molculas com um ncleo catecol, que consiste em benzeno com dois grupos hidroxila laterais mais uma cadeia lateral amina, estas so: a dopamina (encontrada na MSR em neurnios noraadrenrgicos, em interneurnios especializados nos gnglios simpticos e no corpo carotdeo)norepinefrina( na MSR, no SNC e nos nervos simpticos perifricos) epinefrina( sintetizada principalmente na MSR). </p> <p>Dopamina tb e econtrada em mastocitos especializados bem como em celulas enterocromafins.10</p> <p>catecolaminasSo encontradas na MSR( 0,5mg/g) e em vrios rgos com inervao simptica:bao, o ducto deferente, o crebro, a medula espinhal e o corao ( contm 1-5 ug/g) fgado, o intestino e o msculo esqueltico contm 0,1-0,5 ug/g.</p> <p>Cetestatina e um fragmento pro-hormonio que inibe a liberaao posterior das catecolaminas ao actuar como antagonista no receptor colinergico neuronial11</p> <p>Biossntese das catecolaminas</p> <p>Todas catecolaminas so sintetizadas a partir da tirosina. esta passa por hidroxilao para formar L-Dopa(l-diidroxifenilalanina) , que por sua fez h descaboxilao para a dopamina, que pela hidroxilao forma a Noreepinefrina que a sua metilao vai resultar na epinefrina.</p> <p>Hormona AdrenocortictroficaOs niveis de cromogranina tendem a ser ligeiamente mais altos em pacientes com hipertensao que nos individuos normotensosTirosina pode vir do alimento ou sintetizada da fenilalanina no figado. Circula em () de 1,5 mg/dl penetrando nos neuronios e nas cel cromafins por mecanismo de transporte activo e e convertida em l dopa, 12</p> <p>Estimulos da Produo das Catecolamidas</p> <p>Reao de luta ou fugaPercepo ou antecipao de perigoTraumatismoDorHipovolemiaHipotensoHipxiaExtremos de temperaturaExerccio intensoHipoglicemia</p> <p>SNSVia efectora final comumFibra pre-ganglionares colinrgicas.acetil. R. nicotinicos desp. M cel crom.Influxo de Ions ca</p> <p>A via efetora final comum que ativa a Medula supra-renal consiste de fibras pr- Ganglionares Colinrgicas. A acetilcolina se liga em receptores nicotnicos e despolariza a membrana das clulas cromafins. A despolarizao induz, o influxo de ons clcio Liberao das catecolamina. Essencialmente, toda epinefrina no corpo deriva da supra-renal</p> <p>13</p> <p> Aco das CatecolaminasExercem efeitos sobre um grupo de receptores da membrana plasmtica que so:</p> <p> (1 e 2) Epinefrina (1, 2 e 3) NorepinefrinaA potncia relativa das catecolaminas varia de acordo com o receptor. Os receptores 2, 1, 2 e 3 so glicoprotenas transmebrnicas, com uma nica unidade Os receptores 1 diferem desses pois apresentam PM &gt;.</p> <p>14</p> <p> Aco das CatecolaminasReceptoresAlfa 1Alfa 2Beta 1Beta 2Beta 3</p> <p>Principal LocalizaoVASOS SANGUNEOS , corao, olhoSNC, Cl. adiposas, TGI, Pncreas, Rins, OlhoCORAOTrato RESPIRATRIO, msculo liso , vasosClulas adiposas</p> <p>1-Vasocontrio, 2 TGI, 1-Corao, 2-Respiratrio e 3-Clulas adiposas.</p> <p>15</p> <p>Mecanismo de Ao das Catecolaminas</p> <p>Monofosfato de adenosina ciclico</p> <p>O mecanismo dos receptores adrenrgicos. A adrenalina e noradrenalina so os ligantes endgenos dos receptores , tanto do 1, 2 e . Receptores 1 associado a protena GQ, resulta num aumento intracelular de Ca2 +, que resulta na contrao do msculo liso. 2, por outro lado, associados a protena Gi, o que provoca uma diminuio da atividade AMPc, por exemplo, resultando no relaxamento do msculo liso. Os receptores, associados a protena Gs, leva a um aumento da atividade de AMPc intracelular, resultando por exemplo, na contrao do msculo cardaco, relaxamento do msculo liso e glicogenlise17</p> <p>Metabolismo das Catecolaminas</p> <p>1 via:Podem ser o-metilada e convertida em normetanefrina ou metanefrina pela aco da COMT, a seguir oxidadas para dar origem ao ACIDO VANIL-MANDLICO.2 via:Oxidadas pela MAO para dar origem a um composto intermdio 3-4- didroximandlico, que convertido para VMA pelo COMT</p> <p>A maior parte de noraepinefrina circulante deriva das terminaes nervosas simpticas e do crebro, tendo escapado de sua recaptaoNo entanto, o destino metablico da epinefrina e da noraepinefrina, convergem para um ou dois produtos excretrios principaisDos 50ug 80% Nore e 20% Epi. Epinefrina metabolizadas nas celulas cromafins e Nora e Epi circulantes no rim efigado.</p> <p>18</p> <p>No Sistema Cardiovascular Freqncia cardaca Fora contrtilVasoconstrio perifrica</p> <p>Presso sistlica aumenta, enquanto que a diastlica no se altera muito</p> <p>No exerccio fsico, tais modificaes so importantes para manter o fluxo muscular, cardaco e cerebral</p> <p>1-Vasocontrio, 2 TGI, 1-Corao, 2-Respiratrio e 3-Clulas adiposas.</p> <p>20</p> <p>Efeitos sobre outros SistemasInibio da atividade motora gstricaInibio genitourinriaRelaxamento dos BronquolosMidraseMaior liberao de renina (receptores )Influxo de potssio para dentro da cl. Muscular causando hipercalemia (receptores 2)Aumentam a sntese de hormnios tireideos </p> <p>Distrbios da funo da MSR</p> <p>Hipofuno da MSREsta ocorre em indivduos submetidos a terapia de reposio com esterides adrenocorticais aps supra-renalectomia.Se o SNS esta intacto no se evidncia incapacidade clinicamente significativa.Estes pacientes podem ter defeitos mnimos na recuperao da hipoglicmia induzida por insulina.Diabticos ficam mais susceptiveis a episdios graves de hipoglicmia.</p> <p>Reduao inicial da ta estimula os barroreceptores que activam mecanismos reflexos centrais que causam constricao aterial e venosa aumentando o debito caridaco liberando renina e vasopressina . A interrupcao dos componentes aferentes e eferentes e centrais desse reflexo autonomo resulta em insuficiencia autonoma mesmo a perda de ambas glndulas SR raramente produz um estado de deficincia de catecolamidas CECIL, 1996.Devido a presena de clulas neuroendocrinas noutros locais Noraepinefrina que converdida em Epinefrina.</p> <p>Disturbios de catecolamina (sangue, urina e LCR) so encontrados em individuos com congnita aparente de DH.Hipotenso ortosttica grave, ptose, congesto nasal,Articulaes hipertensiveis e ejeculao retrgrada.Depresso</p> <p>23</p> <p>Hipotenso ortosttica ocorre em pacientes com insuficiencia autonmica generalizada .</p> <p>Tratamento desta depende da manuteno de um volume sanguneo adequado, podendo ser medidas fsicas (elevao dos ps, roupas de suporte)Ou farmacolgicas:Produtores de constrio do leito vascular ( efedrina, fenilefrina, metaraminol)Inibidores da monoamnoxidase (levodopa, propranolol e indometacina)Expanso do volume com fludrocortisona. </p> <p>FeocromocitomaTumor raro das celulas cromafins produtor de catecolaminas e vrios neuropeptdeos, cuja origem mais frequente a medula supra-renal.So encapsulados tanto por uma capsula verdadeira como por uma pseudocapsula que consiste na capsula da GSR. so consistentes, raramente invadem orgos adjacentesTem aspecto vermelho escuro devido as hemorragias que ocorrem no seu interior. tambm secretam um neuropeptdeo Y que actua como vasoconstritor no adrengico encontrado em grnulos neurosecretores adrenrgicos secretado juntamente com a NE:</p> <p>90 a 95% Medularesepinefrina e Norepinefrina5 a 10% Extra Medular (ectopicos)Paragangliomas (retroperotonias, Norepinefrina)</p> <p>Outros tumores do SNA Paragngliomas:So FEO extra SR, surgem apartir de gnglios simpticos. (intrabdominais, regio justa-renal, para aortica, perinefrica, vesical, periaortica, cauda equina)60% so funcionais secretam catecolaminasTendem a metastizar para os pulmes, linfonodos e ossosExistem tambm PG que no secretam catecolaminas chamados de quimiodectomas encontram-se na cabea, pescoo prximo ao corpo carotideo ou no pulmo.Neuroblastomas, ganglioneuroblastomas e ganglioneuromas surgem do tecido simptico. So de importncia peditrica.</p> <p>EpidemiologiaIncidncia de 2-8/1 milho/anoSexo F = sexo M30 a 50 anos (todas idades, raro aps 60 ans)Todas as raas (mais raro na raa negra)50 a 75% so diagnosticados post-mortem.</p> <p>Oligoassintomaticos ou assintomaticos25% so diagnosticados em exames imagiolgicoss realizados por outras razes.0,1 a 0,2% causa incomum de HTA, intermitente e resistente.Cerca de 10% esto associados a sndromes familiares</p> <p>Etiologia podem ser espordicos (maioria) ou familiares5 a 10% so hereditarios (bilaterais e extra-suprarrenais).</p> <p>FEO Familiares</p> <p>FisiopatologiaestaH perda de inibio de retroalimento sobre a tirosina hidroxilaseHiperproduo de catecolaminasultrapassando a capacidade de armazenamento das vesiculas Levando ao acmulo destas no citoplasmaOnde esto sujeitas a metabolismo intracelularDifundem se da clula para corrente sanguinea</p> <p>Patologia secretam mais NE que EN devido a falta de proximidade imediata com o cortex adrenal que fornece PNMT que cataliza a converso da NE em EP.Os FEO tem inervao simptica mnima, na verdade crises hipertensivas so causadas pelas hemorragias espntaneas dentro do tumor ou pela presso exercida pelo tumor, causando liberao de sangue d...</p>

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