editorial - .Automotiva Lanternagem e Pintura Buritis Ltda jsmourao@ Diretor Meio Ambiente

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    2 Revista ASSORA

    Jos Sebastio Rinaldi MouroDiretor Administrativo - ASSORA/MG

    o mundo atual, o volume de informao pode ser

    No grande vilo do descaso, pois gera conheci-mento desnecessrio e provoca a distrao, com elementos sem importncia.

    Nestes dias, parece que a seca que assolava o pas se desfez como uma miragem! Alguns chegam a pensar que na realidade, era isto, uma miragem e que o perigo no ronda mais o pedao. Falta de gua que nada! As chuvas j contornaram e solucionaram este problema!No posso deixar de fazer esta observao, chamar a ateno de todos que me lem ou que possam ouvir minhas palavras, exatamente para grifar essa incon-sistncia humana com a responsabilidade de si e do meio em que vive e opera.

    Um pensamento matemtico de equao simples e re-gra que se aprende ainda no Ensino Bsico: A dimen-so dos problemas que nos cercam e enfrentamos diretamente proporcional capacidade de aprendizado, adaptao e principalmente da atuao com acentu-adas notas de correo que realizamos ao longo do percurso.

    Seja segurana no trabalho, na vida pessoal ou no lazer; seja o lado econmico que atinge a qualquer um desses setores, enquanto no soubermos dedicar um tempo constante de nossa observao, assim como de nossa dedicao e atuao nas solues que envolvem essas questes, sempre seremos alvos do acaso ou da fata-lidade.

    Normalmente, se atribui fatalidade causa divina, sem observar que a maioria das vezes fruto do descuido, intemprie e inconstncia humana, sempre querendo atender aos seus prprios pensamentos e interesses, sem se aperceber da fragilidade das circunstncias que o cercam.

    No interessa em que ponto do hemisfrio terrestre es-teja o ser humano, ele sempre ser regido e penalizado pelas leis universais, e essas leis no so as humanas, mas tambm no so estas divinas, so da fsica, e se, provavelmente, fosse observada com ateno, atormen-tariam menos o infrator desatendo. Para a Lei humana,

    Ameaas invisveis, mas detectveis!

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    no importa se voc a conhea ou no. Caso voc cometa um crime, ser julgado e conde-nado, seja com as penalidades previstas pelos cdigos de cada pas, seja para impingir uma ansiedade ao ser quanto segurana de seu destino. O certo que cada um responsvel por atos, aes e atitudes.

    Somos responsveis por ns mesmos, mas tambm no podemos nos furtar a orientao de outros, quando nossa capacidade e conhe-cimento superam a dos demais; seja termos formao, experincia profissional, por capa-cidade de conhecimento por vivncia, treina-mento especfico ou simplesmente por saber discernir com antecipao os que os outros simplesmente vo aprender com erros que ge-ram acidentes que podem, inclusive, ser fatais.

    Recentemente, um conhecido foi a um chur-rasco, moada nova cheia de vitalidade con-tava com o apoio do pai de um deles, que, alm de dar todo o suporte de logstica para o evento, se sentia muito bem ao lado do filho, promo-vendo o que provavelmente no pde ter na infncia. Todos os amigos reunidos, em volta de uma churrasqueira, bebida liberada, dia bo-nito, o paizo ali ajudando e tudo era s feli-cidade! At acender a churrasqueira... Carnes cortadas, cerveja gelada, todos reunidos! Carvo na churrasqueira, hora de acender e dar incio aos trabalhos! Para isso, nada melhor que lcool e... lcool anidro melhor ainda.

    Uma jogada sobre o carvo, fsforo para acender, joga-se o fsforo no carvo, ainda com a garrafa pet do lcool na mo, e paaah!!! O fogo sobe pega inclusive na garrafa pet aberta na mo do garoto, que a joga na parede, espalhando lcool por todos os lados, inclusive no pai, nos amigos e o fogo tambm se espa-lhando. No preciso relatar o resto no mes-mo? Desastre total, cancelamento do chur-rasco e todos hospitalizados.

    A observao, a ateno, o conhecimento ne-cessrio para evitar o desastre anunciado, po-deria ter se pronunciado com antecedncia, boa vontade, disciplina, regras, cumprimento de todos os requisitos de segurana que se deve cumprir para qualquer atividade. Essas regras bsicas servem para nossa economia, na empresa, no pessoal ou para a felicidade que todos buscam e quase nunca alcanam, pois esto sempre procurando por ela e achan-do que se resolve isso mudando de endereo.

    A tarefa de prevenir, precaver-se e assegurar-se s alcana quem realmente resolve e dispe a entender que esse um trabalho rduo e difcil, que requer dedicao de 24 horas todos os dias da vida.

    Penso que a questo no s oferecer conse-lhos, mas, principalmente, levantar questes, onde cada um faz o apanhado que lhe inte-ressa e atua como lhe convm!

    At o prximo editorial, foi bom podermos nos encontrar outra vez. ::

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    Presidente Luiz Eduardo de Souza Viegas Viegas Servios Automotivos Ltda.eduardo@viegas.com.br

    Vice-Presidente Carlos Ramon de MeloOficina Carrera e Comrcio Ltda.ramon@oficinacarrera

    Diretor Financeiro Roberto Cndido Abreu e SilvaPontuauto Centro Automotivo Ltda.roberto.candido@pontualto.com.br

    Conselho Fiscal e de tica

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    Coordenao do ProjetoASSORA/MG

    Projeto Grfico e DiagramaoCarla Carvalho | carlacarvalho.revista@gmail.com

    Redao e PublicidadeASSORA/MGFernanda Viegas | fernandambsviegas@hotmail.com

    Colaborao Mariza Mrcia Ribeiro

    Tiragem 1100 exemplares Grfica Del ReyImpresso

    mensalPeriodicidade

    ASSORA/MG Associao das Oficinas Reparadoras de Automveis de MGRua Aimors, 462 - sala 508 - B. Funcionrios - BH - MGTel: (31) 3224.8155revista.assora@terra.com.br | www.assora.com.br

    Diretor Tcnico Vanius Sanches FerreiraAutomotiva Funilaria e Pintura Ltdaautomotivafunilaria@ig.com.br

    Diretor Social Marcos Aurlio PratesMarcos Aurlio F. Prates Ltda.marcoscarltda@yahoo.com.br

    Diretor de Marketing Anderson Paulo da Silva GuimaresExtrema Auto Servios Ltda.anderson.extrema@yahoo.com.br

    Diretor Administrativo Jos Sebastio Rinaldi MouroAutomotiva Lanternagem e Pintura Buritis Ltdajsmourao@hotmail.com

    Diretor Meio Ambiente Robson Miranda de CastroCentro Automotivo Robicar Ltda.robicar@robicarmg.com.br

    Diretor de Mecnica Warley Damio da SilvaAuto Mecnica Warley Ltda.warley.damiao@ig.com.br

    Diretor de Novos Negcios Anderson BorgesBolicar Ltdabolicarltda1@gmail.com

    Eduardo Alves Amaral | Viecar Servios Automotivos Ltdaeduardo@viecar.com.br

    Aldane Robrio Greco | Oficina Viaduto Ltdaclausianegreco@hotmail.com

    Anderson Borges | Bolicar Ltda.bolicarltda1@gmail.com

    Eduardo ViegasPresidente ASSORA/MG

    RICO NEGCIO

    omo interessante esse nosso negcio. s vezes, me pe-

    Cgo avaliando as necessidades de nossos clientes e vejo o quanto rica de oportunidades a reparao automotiva. Atualmente, as pessoas andam muito atarefadas e sem tempo para nada. Ento, quando seus veculos param em nossas ofici-nas, hora de oferecer para fazer a troca de leos, de pastilhas de freio, de velas, filtros, limpeza de sistema de ar-condici-onado, polimento, reidratao de bancos de couro, alinha-mento de direo, balanceamento, tira riscos, recuperao de rodas, etc. Eu sei que eu estou chovendo no molhado, que todos sabem dessas necessidades, mas ser que estamos fazendo uso desta riqueza que muito nos ajuda a pagar as contas e a prestar uma boa assessoria aos nossos caros clien-tes, que nos remuneram com a satisfao de ter resolvido pro-blemas que nunca tm tempo? Fica aqui minha lembrana! At a prxima.

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    lavr

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  • Revista ASSORA

    falta de exigncia dos empresrios, e de

    Aconscientizao de alguns funcionrios so os principais fatores que desmoti-vam o uso dos equipamentos de segurana nas

    oficinas e, consequentemente, para o aumento

    de acidentes de trabalho.

    Prevenir o melhor remdio. O dito popular,

    porm, na hora de ser aplicado, muitas vezes

    substitudo por "isso jamais vai acontecer comi-

    go" e, assim que muitos acidentes acontecem.

    O ambiente de trabalho de uma oficina rode-

    ado de situaes de risco. So servios de funi-

    laria, deslocamento de peas pesadas, pintura,

    eltrica, desmontagem e montagem de compo-

    nentes e motores, que exigem ateno do profis-

    sional e, principalmente, equipamentos de se-

    gurana, que quase sempre so esquecidos. A

    desculpa sempre a mesma: incomoda e atra-

    palha. Mas os cuidados vo alm disso: no bas-

    ta usar os Equipamentos de Proteo Individual,

    preciso estar atento o tempo todo aos riscos

    existentes.

    O que prevemos raramente ocorre; o que menos esperamos

    geralmente acontece. Albert Einstein

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    Ameaa invisvel: ateno segurana no

    ambiente de trabalho

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    ALGUNS EXEMPLOS DOS RISCOS E ALERTAS:

    Contato com leos e graxas impregnados nas mquinas, respingo de produtos txicos na pele e olhos, umidade, formao de nvoa irritante;

    Acidentes com ferramentas, queda de objetos sobre o corpo, combustvel x incndio;

    Deslocamento de peso, postura e trabalho em p;

    No utilizar ferramentas improvisadas (facas, tesouras, etc.);

    Inspecionar periodicamente as ferramentas e consertar/substituir as danificadas ou de m qualidade.

    RISCOS:

    Intoxicao crnica, queimaduras e derma-

    tites;Incndio/exploso;Quedas e entorses;Queimaduras;Eletrocusses;Esmagamento por objetos ou pessoas;Asfixia ou sufocao;Perda de viso.

    CUIDADOS:

    Rotular embalagens contendo inflamveis e solventes;

    Manter extintor de incndio carregado e desimpedido;

    Manter avisos de "Proibido Fumar";

    Risco de acidentes em polias e correias desprotegidas;

    No r