1. P de C G - Professor D .dos reais sonhos e interesses das meninas. (C) transformação psicológica,

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  • Processo seletivo 2009

    1. Prova de ConheCimentos Gerais

    INSTRUES

    voc recebeu sua folha de resPostas e este caderno contendo 80 questes objetivas.

    confira seu nome e nmero da carteira imPressos na caPa deste caderno.

    leia cuidadosamente as questes e escolha a resPosta que voc considera correta.

    resPonda a todas as questes.

    assinale na folha de resPostas, com caneta de tinta azul ou Preta, a alternativa que julgar certa.

    a durao da Prova de 4 horas.

    a sada do candidato do Prdio ser Permitida aPs transcorrida a metade do temPo de durao da Prova objetiva.

    ao terminar a Prova, voc entregar ao fiscal a folha de resPostas e levar este caderno.

    aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno de questes.

    01.02.2009manh

  • UFSC0805/01-ConhecGerais-manh

    Lngua Portuguesa

    Para responder s questes de nmeros 01 e 02, leia o texto.

    Durou pouco. Mas foi por pouco. Cricima (SC), municpio de 185 mil habitantes, situado a 0 km de Florianpolis, esteve prestes a criminalizar os erros de portugus que aparecessem em outdoors espalhados pela cidade. Projeto nesse sentido foi aprovado por unanimidade pela Cmara de Vereadores, mas acabou vetado pelo prefeito.

    (Discutindo Lngua Portuguesa, Ano I / n. 3)

    01. Analise as afirmaes sobre o trecho: Durou pouco. Mas foi por pouco. I. O projeto que coibia as infraes contra a lngua portu-

    guesa quase conseguiu tornar-se lei, no o sendo apenas pelo veto do chefe do executivo municipal.

    II. A repetio do termo pouco causa uma incoerncia ao trecho, j que se trata de uma informao de sentido vago.

    III. A conjuno Mas estabelece entre as oraes uma relao de adversidade.

    Est correto apenas o que se afirma em

    (A) I.

    (B) II.

    (C) III.

    (D) I e II.

    (E) I e III.

    02. De acordo com o texto, quem usasse _______ a lngua por-tuguesa nos outdoors seria punido, se o projeto de lei tivesse sido aprovado. Porm, quem fosse considerado inocente de uma acusao seria _______.

    Os espaos da frase devem ser preenchidos com

    (A) mau ... discriminado

    (B) mal ... descriminado

    (C) m ... discriminado

    (D) mal ... descreminado

    (E) mau ... descriminado

    As questes de nmeros 03 a 06 baseiam-se no conto de Carlos Drummond de Andrade.

    Essas meninas

    As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas es-colares, s vezes com seus namorados. As alegres meninas que esto sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importncia.

    O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada uma as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo, riem.

    Hoje de manh estavam srias, era como se nunca mais vol-tassem a rir e falar coisas sem importncia. Faltava uma delas. O jornal dera a notcia do crime. O corpo da menina encontrada naquelas condies, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que no deixa mais rir.

    As alegres meninas, agora srias, tornaram-se adultas de uma hora para outra: essas mulheres.

    03. De acordo com os dois primeiros pargrafos, so caracters-ticas marcantes das alegres meninas

    (A) a falta de interesse pela vida e o pouco respeito pelas pessoas.

    (B) o apego a coisas sem importncia e o medo da selvageria do mundo.

    (C) a leveza como se comportam e a ateno s pequenas coisas do cotidiano.

    (D) a seriedade excessiva na escola e a brincadeira sutil fora dela.

    (E) a necessidade extrema de rir e o desafio s imposies sociais.

    04. No texto, o crime funciona como um elemento indicativo de

    (A) mudanas comportamentais e da entrada das meninas vida adulta.

    (B) despersonalizao dos reais sonhos e interesses das meninas.

    (C) transformao psicolgica, baseada num sentimento de indiferena.

    (D) passagem para a vida adulta pelo caminho da excessiva seriedade.

    (E) desagregao do grupo e suspenso temporria do riso e das futilidades.

    05. Considere as afirmaes. I. O texto predominantemente narrativo, havendo passa-

    gens descritivas para a caracterizao do comportamento das meninas.

    II. O trecho encontrada naquelas condies exemplo de linguagem conotativa, a qual, por meio de eufemismo, abranda uma informao que, naturalmente, chocaria o leitor.

    III. A frase O jornal dera a notcia do crime, no 3. pargrafo, alude a um fato anterior a Faltava uma delas.

    Est correto o que se afirma em

    (A) I, apenas.

    (B) III, apenas.

    (C) I e II, apenas.

    (D) II e III, apenas.

    (E) I, II e III.

  • 3 UFSC0805/01-ConhecGerais-manh

    06. Observe o trecho: Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo, riem.

    As expresses destacadas assumem no texto valor

    (A) substantivo, pois definem as aes.

    (B) adjetivo, pois caracterizam os verbos.

    (C) pronominal, pois retomam expresses.

    (D) adverbial, pois so indicativas de modo.

    (E) interjetivo, pois exprimem sentimentos.

    07. Leia os versos de Gregrio de Matos.

    Goza, goza da flor da mocidade,que o tempo trata a toda ligeirezae imprime em toda flor sua pisada. no aguardes, que a madura idadete converta essa flor, essa beleza,em terra, em cinza, em p, em sombra, em nada.

    A filiao dos versos poca da literatura barroca evidente pelo

    (A) sentimento de angstia com a morte iminente e pelo amor impossvel.

    (B) amor idealizado e pela negao absoluta da morte.

    (C) jogo de idias opostas e pela convocao para se apro-veitar o dia presente.

    (D) descaso com a mocidade e pela glorificao da velhice.

    (E) amor carnal intenso e pela religiosidade punitiva aos amantes.

    Para responder s questes de nmeros 08 a 10, leia o texto.

    No colo da mulher, o Duquinha, tambm s osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mozinha imunda, de dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes.

    E com a outra tateava o peito da me, mas num movimento to fraco e to triste que era mais uma tentativa do que um gesto.

    Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu.

    E foram andando toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga.

    (Rachel de Queiroz, O Quinze)

    08. O trecho exemplo de literatura moderna

    (A) intimista, em que se exploram os sentimentos e as emo-es das personagens.

    (B) regional, em que se retrata a vida difcil das personagens vitimadas pela seca.

    (C) nacionalista, em que, pelo mergulho no interior do pas, procura-se valoriz-lo.

    (D) urbana, em que se mostra o processo de migrao no pas e a misria social.

    (E) social, em que se apresentam os dramas existenciais dos excludos socialmente.

    09. Na expresso mozinha imunda, o diminutivo expressa a idia de

    (A) fragilidade.

    (B) aproximao.

    (C) descaso.

    (D) afastamento.

    (E) ojeriza.

    10. Assinale a alternativa correta quanto regncia e concor-dncia.

    (A) Uma das mos de Duquinha procuravam chegar ao peito da me, mas a fraqueza e a tristeza de seu movimento era mais uma tentativa que um gesto.

    (B) Uma das mos de Duquinha procurava chegar no peito da me, mas a fraqueza e a tristeza de seu movimento era mais uma tentativa que um gesto.

    (C) Uma das mos de Duquinha procuravam chegar o peito da me, mas a fraqueza e a tristeza de seu movimento era mais uma tentativa do que um gesto.

    (D) Uma das mos de Duquinha procurava chegar ao peito da me, mas a fraqueza e a tristeza de seu movimento eram mais uma tentativa do que um gesto.

    (E) Uma das mos de Duquinha procuravam chegar no peito da me, mas a fraqueza e a tristeza de seu movimento eram mais uma tentativa do que um gesto.

  • UFSC0805/01-ConhecGerais-manh

    Lngua IngLesa

    Leia o texto e responda s questes de nmeros 11 a 17.

    In Brazil, Biofuels Dream Is Already Reality

    By Luciana Pereira FrancoOctober 9, 008

    Chuck Grassley championed ethanol as early as the 1980s, before most Americans even knew what it was. In the 1990s, he worked hard to increase ethanol production and consumption in the United States. As chairman of the Senate Finance Committee, he created tax credits for ethanol, which years later were extended to other biofuels. His stated goal: for Americans to derive 5 percent of their power from renewable sources by 05.

    But Grassley realizes there is one big obstacle to reaching that goal on the back of ethanol: American public opinion. Blamed for higher food prices and criticized for overstating ethanols environmental benefits, the U.S. biofuel industry faces a serious image problem.

    Three decades ago people asked for a renewable fuel, said Grassley, a Republican. Today there is such an industry, responsible for about 5 percent of Americas fuel consumption, and now we are considered villains.

    The problems confronting the U.S. industry stand in sharp contrast to the experience of the worlds other major ethanol producer Brazil. Together, Brazil and the United States lead a rising market, poised to produce a record 16 billion gallons this year. Yet biofuels have gained the kind of mainstream acceptance in Brazil that Grassley can still only hope for in the United States.

    That is partly because the Brazilians have come far closer to achieving the ultimate promise of biofuels the generation of a greener, cheaper alternative to gasoline. Production methods in Brazil are considered the worlds most efficient, helping make ethanol commercially viable for the masses. From the Amazon region to their countrys deep south, Brazilians now consume more ethanol than gas at the pumps.

    According to a report released in June by the Organization for Economic Cooperation and Development, ethanol from sugar cane is the cleanest fuel in the world, with its production and consumption reducing emissions