A Liga Solene e Aliança - 1643

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Text of A Liga Solene e Aliança - 1643

  • Brasil 2013

    Traduzido por Diagramado por

    Joelson Galvo Pinheiro

    Fabio Martins

  • A LIGA SOLENE E ALIANA

    PARA A REFORMA E DEFESA DA RELIGIO, PARA A HONRA E FELICIDADE DO REI, E A

    PAZ E SEGURANA DOS TRS REINOS DA ESCCIA, DA INGLATERRA E IRLANDA.

    Tomada e subscrita muitas vezes pelo Rei Charles II, E por todos os escales nos trs

    reinos citados.

    Com um ato da assembleia geral 1643 e um ato do parlamento 1644, ratificando e

    aprovando a referida liga e aliana.

    Jeremias 50:5 "Vinde, e unamo-nos ao SENHOR, numa aliana eterna que nunca ser esquecida.

    Provrbios 25:5 "Tira o mpio da presena do rei, e o seu trono se firmar na justia."

    2 Crnicas 15:15 "E todo o Jud se alegrou deste juramento; porque de todo o seu corao juraram,

    e de toda a sua vontade o buscaram, e o acharam; e o SENHOR lhes deu repouso ao redor."

    Glatas 3:15 "Irmos, como homem falo; se a aliana de um homem for confirmada, ningum a

    anula nem a acrescenta."

    Assembleia em EDIMBURGO, 17 de agosto de 1643. Sesso 14.

    A Assembleia Geral de aprovao da LIGA SOLENE E ALIANA

    A Assembleia, tendo recomendado a um Comit apontado por eles para se reunir ao

    Comit da Respeitvel Conveno dos Estados e com os Comissrios das Respeitveis

    Casas do Parlamento da Inglaterra, para trazer os reinos a uma unio mais prxima,

    receberam (dos j citados Comits) o Pacto antes mencionado, como o resultado de suas

    consultas, e o tendo tomado como matria de pblico interesse e de algo que requer

    profunda importncia, para a sua solene considerao, todos com uma s voz aprovam e

    abraam (com todo o corao e com o principiar daqueles sentimentos de alegria na qual

    eles se encontravam em to grande medida na renovao do Pacto Nacional desta Igreja e

    Nao) como o meio mais poderoso (pela beno de Deus) para estabelecer e preservar a

    verdadeira religio protestante com perfeita paz nos domnios de sua Majestade e

    propag-la a outras naes para confirmar o trono de sua Majestade para todas as pocas e

    geraes. E, portanto, recomenda-se (com os melhores sentimentos) este Pacto a

    Respeitvel Casa dos Estados, para que (sendo examinado e aprovado) se possa envi-lo

    com toda diligncia ao reino da Inglaterra, para que sendo l recebido, possa ser

    aprovado, jurado e subscrito (com pblica humilhao e com toda solenidade religiosa)

    por todos os verdadeiros professos da religio reformada e sditos fiis de sua Majestade

    em ambos os reinos.A.

    A. JOHNSTOUN.

  • CHARLES I. Parl. 3. Sess. 1. Act 5.

    Ato que ratifica a convocao da Conveno, a Ratificao da Solene Liga e Aliana, e dos

    Artigos do Tratado entre os Reinos da Inglaterra e da Esccia, e os Atos remanescentes da

    Conveno dos Estados, e do seu Comit.

    EM ENDIBURGO, 15 de Julho de 1644.

    Os Estados do Parlamento, agora convocados em virtude do ltimo ato do ltimo

    Parlamento, convocado por sua Majestade e pelos trs Estados, no ano de 1641

    considerando que os Lordes [dignitrios] do Conselho Secreto de sua Majestade e dos

    Comissrios para preservar os artigos do tratado, havendo empregado (de acordo com os

    interesses e mandatos que foram encomendados por sua Majestade e pelo Parlamento dos

    Estados) todos os meios, por meio de splicas, protestos e pelo envio de Comissrios para

    assegurar a paz deste reino, e para eliminar os distrbios infelizes entre sua Majestade e os

    sditos da Inglaterra, em uma maneira que possa servir melhor honra de sua Majestade e

    o bem estar de ambos os reinos; e seus humildes esforos para bons fins [mas] que

    demonstram-se ineficazes, e as suas propostas e rogos para chegar a um acordo que foi

    rejeitado por sua Majestade; e, portanto, sentindo o peso e as dificuldades destas coisas,

    muito mais do que eles poderiam suportar, e a responsabilidade que recai sobre eles,

    portanto, se reuniram no ms de maio de 1643 com os Comissrios para suas obrigaes

    comuns, a fim de que (por consenso mtuo), se tomasse alguma deciso; e com respeito ao

    perigo iminente verdadeira religio protestante, a honra de sua Majestade e para a paz

    em seus reinos, por causa da multido de Papistas e seus aderentes armados na Inglaterra

    e Irlanda, e de muitos outros assuntos importantes e pblicos que no poderiam admitir

    demora e exigiram o conselho do corpo representativo do reino designaram e

    convocaram uma reunio da Conveno do Estados (sua Majestade tendo formalmente

    recusado os humildes desejos deles por um Parlamento) para acontecer no prximo dia 22

    de Junho. Nesta reunio mantida com freqncia pelos Nobres, Comissrios dos

    condados e localidades, e, observando os perigos contra esta igreja e nao ainda

    crescentes, determinou-se (depois de solenes discusses e consenso da Assembleia Geral, e

    reunio dos Comissrios aprovados pelo Parlamento da Inglaterra) que um dos principais

    remdios para prevenir a runa e destruio de ambos os reinos e para procurar a paz,

    ambos os reinos devem, para este fim, entrarem num Pacto que foi elaborado

    concordemente, e que foi alegremente abraado e autorizado. E, finalmente, um tratado foi

    acordado por ambos os reinos, a respeito do referido Pacto, e ansiava-se ajuda deste reino

    [da Esccia] pelo reino da Inglaterra, em conformidade com os objetivos ali expressos. E os

    Estados estando ainda desejosos de utilizar todos os meios justos para que, sem mais

    derramamento de sangue, se lograsse tal beno pacfica entre sua Majestade e seus

    sditos, para promoverem o bem da [verdadeira] religio, a genuna honra e segurana de

    sua Majestade, e felicidade de seu povo, comissionou, portanto, a John Earl de Loundon,

  • Lord Chancellor, Lord Maitland, Lord Waristoun e Sr. Robert Barclay, para irem

    Inglaterra, para se esforarem na efetividade destes fins contidos no Pacto destes tratados,

    conforme suas instrues.

    Os referidos Estados, havendo tomado as medidas supracitadas para a sua considerao,

    concluem e declaram que os Lordes do conclio, e os conservadores da paz, se

    comportaram como fiis conselheiros, sditos leais e bons patriotas encarregando-se de

    convocar os Comissrios para o comum encargo e por consenso mtuo de designar a

    ltima reunio da Conveno na qual eles provaram-se responsveis perante o dever

    dos seus lugares e a quela confiana que lhes so delegadas; e, portanto, ratifica e aprova

    todas as medidas que ali se encontram, e declara que a referida Conveno no somente

    foi legalmente chamada, tambm completa e livre em si mesma, consistindo de todos os

    membros que nela se encontram, como qualquer Conveno que tenha existido no

    passado; e ratifica e aprova as vrias medidas feitas por eles ou por seu comit, para

    implementar o Pacto. E tambm, os referidos Estados do Parlamento (mas em detrimento

    das premissas e para a ratificao geral acima mencionada), ratifica, aprova e confirma a

    referida Liga e Pacto mtuo, com respeito reforma e defesa da [verdadeira] religio, a

    honra e felicidade do Rei, a paz assegurada nos trs reinos: Esccia, Irlanda e Inglaterra;

    juntos com os atos da igreja e do estado autorizando a mesma Liga e Pacto; junto tambm

    com os referidos artigos mencionados do tratado acordado e os Comissrios de ambas as

    casas dos Parlamento da Inglaterra, com respeito referida Liga e Pacto. E os referidos

    Estados ordenam os mesmos atos, com a Liga e Pacto acima especificados, os atos

    autorizando o mesmo, e os artigos acordados mencionados, para terem uma completa

    fora de perfeitas leis e atos do Parlamento, e para serem observados por todos os sditos

    de sua Majestade conforme as respectivas injunes que so as seguintes:

    A LIGA SOLENE E ALIANA, para reforma e defesa da religio, honra e felicidade do

    Rei, e paz e segurana dos Reinos da Esccia, Inglaterra, e Irlanda; em concordncia entre

    os Comissrios do Parlamento e a Assembleia de Telogos da Inglaterra, entre os

    Membros do Conselho da Conveno de Propriedades e a Assembleia Geral na Esccia;

    aprovado pela Assemblia Geral da Igreja da Esccia, e por ambas as Casas de Parlamento

    e Assemblia de Telogos na Inglaterra, e apoiado e subscrito por eles, no ano de 1643; e

    depois disso, pelas mesmas autoridades, apoiado e subscrito por todas as Ordens na

    Esccia, no ano de 1644; E novamente renovado na Esccia, com reconhecimento de

    pecados, e compromisso com os deveres, por todos os escales, em 1648, e pelo

    Parlamento em 1649; e aprovado e subscrito pelo Rei Charles II em Spey, 23 de junho de

    1650; e em Scoon, 1 de janeiro de 1651.

    Ns, nobres, bares, cavaleiros, cavalheiros, cidados, burgomestres, ministros do

    Evangelho, e cmara dos comuns de todos os tipos, nos reinos da Esccia, Inglaterra, e

    Irlanda, pela providncia de Deus, vivendo sob o domnio do Rei, como membros da

  • religio reformada e com os nossos olhos fixos na glria de Deus e no avano do reino de

    nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a honra e a felicidade de sua Majestade, o Rei, bem

    como de sua posteridade, e a verdadeira liberdade e segurana do povo, e a paz dos

    reinos, em que a condio privada de toda pessoa includa; E, exortando a estarmos

    atentos aos traioeiros e sangrentos planos, s conspiraes, intentos e prticas dos

    inimigos de Deus contra a verdadeira religio e a favor dos mestres da falsa religio em

    todos os lugares, especialmente nestes trs reinos desde a reforma da igreja; e como sua

    ira, poder e presuno esto e