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ISA d5.1 Símbolos e Identificação de Instrumentação Rascunho 7 – Dezembro 2008 (Tradução livre de Marco Antonio Ribeiro) ISA - d5.1, Instrumentation Symbols e Identification ISBN: (to be assigned) Copyright © 2004 by ISA. All rights reserved. Not for resale. Printed in the United States of America. No part of this publication may be reproduced, stored in a retrieval system, or transmitted in any form or by any means (electronic, mechanical, photocopying, recording, or otherwise), without the prior written permission of the Publisher. ISA 67 Alexeer Drive P. O. Box 12277 Research Triangle Park, North Carolina, 27709 USA

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    Smbolos e Identificao de Instrumentao

    Rascunho 7 Dezembro 2008

    (Traduo livre de Marco Antonio Ribeiro)

    ISA - d5.1, Instrumentation Symbols e Identification

    ISBN: (to be assigned)

    Copyright 2004 by ISA. All rights reserved. Not for resale. Printed in the United States of America. No part of this publication may be reproduced, stored in a retrieval system, or transmitted in any form or by any means (electronic, mechanical, photocopying, recording, or otherwise), without the prior written permission of the Publisher.

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    Prefcio (Informativo) Este prefcio includo para fins de informao e no faz parte na norma ISA 5.1.

    Este documento foi preparado como parte de servio da ISA International Society of Automation, com o objetivo de uniformidade no campo da instrumentao. Para ter um valor real, este documento no poderia ser esttico, mas deve estar sujeito a reviso peridica. Com este objetivo, a ISA aceita de bom grado todos comentrios e criticas e pede que sejam endereados ao endereo: Secretary, Steards e Practices Board; ISA; 67 Alexeer Drive; P. O. Box 12277; Research Triangle Park, NC 27709; Telephone (919) 549-8411; Fax (919) 549-8288, e-mail: [email protected]

    A ISA est ciente da necessidade crescente de atender as unidades do SI, na preparao das normas de Instrumentao. Tambm est ciente dos benefcios dos usurios americanos das normas da ISA incorporarem referencias adequadas ao SI em seus negcios e contratos profissionais com outros paises. Com esta finalidade, esta norma ir introduzir unidades do SI adequadas em todas normas novas e revisadas, praticas recomendadas e relatrios tcnicos. A ISA usar como referncia a publicao da American Society for Testing & Materials: IEEE/ASTM SI 10-97, e futuras revises sero a referncia para definies, smbolos, abreviaes e fatores de converso.

    poltica da ISA encorajar e aceitar com boas vindas a participao de todos os indivduos interessados e se interessa no desenvolvimento de normas, praticas recomendadas e relatrios tcnicos da ISA.

    It is the policy of ISA to encourage e welcome the participation of all concerned individuals e interests in the development of ISA steards, recommended practices, e technical reports. Participation in the ISA steards-making process by an individual in no way constitutes endorsement by the employer of that individual, of ISA, or of any of this steards, recommended practices, e technical reports that ISA develops.

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    CAUTION ISA ADHERES TO THE POLICY OF THE AMERICAN NATIONAL STEARDS INSTITUTE WITH REGARD TO PATENTS. IF ISA IS INFORMED OF AN EXISTING PATENT THAT IS REQUIRED FOR USE OF THIS STEARD, IT WILL REQUIRE THE OWNER OF THE PATENT TO EITHER GRANT A ROYALTY-FREE LICENSE FOR USE OF THE PATENT BY USERS COMPLYING WITH THIS STEARD OR A LICENSE ON REASONABLE TERMS E CONDITIONS THAT ARE FREE DA UNFAIR DISCRIMINATION.

    EVEN IF ISA IS UNAWARE OF ANY PATENT COVERING THIS STEARD, THE USER IS CAUTIONED THAT IMPLEMENTATION OF THIS STEARD MAY REQUIRE USE OF TECHNIQUES, PROCESSES, OR MATERIALS COVERED BY PATENT RIGHTS. ISA TAKES NO POSITION ON THE EXISTENCE OR VALIDITY OF ANY PATENT RIGHTS THAT MAY BE INVOLVED IN IMPLEMENTING THIS STEARD. ISA IS NOT RESPONSIBLE FOR IDENTIFYING ALL PATENTS THAT MAY REQUIRE A LICENSE BEFORE IMPLEMENTATION OF THIS STEARD OR FOR INVESTIGATING THE VALIDITY OR SCOPE OF ANY PATENTS BROUGHT TO ITS ATTENTION. THE USER SHOULD CAREFULLY INVESTIGATE RELEVANT PATENTS BEFORE USING THIS STEARD FOR THE USERS INTENDED APPLICATION.

    HOWEVER, ISA ASKS THAT ANYONE REVIEWING THIS STEARD WHO IS AWARE OF ANY PATENTS THAT MAY IMPACT IMPLEMENTATION OF THIS STEARD NOTIFY THE ISA STEARDS E PRACTICES DEPARTMENT OF THE PATENT E ITS OWNER.

    ADDITIONALLY, THE USE OF THIS STEARD MAY INVOLVE HAZARDOUS MATERIALS, OPERATIONS OR EQUIPMENT. THIS STEARD CANNOT ANTICIPATE ALL POSSIBLE APPLICATIONS OR ADDRESS ALL POSSIBLE SAFETY ISSUES ASSOCIATED WITH USE IN HAZARDOUS CONDITIONS. THE USER OF THIS STEARD MUST EXERCISE SOUND PROFESSIONAL JUDGMENT CONCERNING ITS USE E APPLICABILITY UNDER THE USERS PARTICULAR CIRCUMSTANCES. THE USER MUST ALSO CONSIDER THE APPLICABILITY OF ANY GOVERNMENTAL REGULATORY LIMITATIONS E ESTABLISHED SAFETY E HEALTH PRACTICES BEFORE IMPLEMENTING THIS STEARD.

    THE USER OF THIS DOCUMENT SHOULD BE AWARE THAT THIS DOCUMENT MAY BE IMPACTED BY ELECTRONIC SECURITY ISSUES. THE COMMITTEE HAS NOT YET ADDRESSED THE POTENTIAL ISSUES IN THIS VERSION.

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    Introduo (Informativo) (1) Esta introduo, bem como qualquer rodap, observaes e anexos informativos,

    includa para fins de finormacao e como pano f fundo na evoluo desta norma e no como uma parte normativa da ISA 5.1.

    (2) Os sistemas de simbolismo e identificao de instrumentao descritos nesta norma acomodam os avanos na tecnologia e refletem a experincia industrial coletiva adquirida desde Prtica Recomendada original ISA RP5.1, publicada em 1949, foi revista, afirmada e subsequentemente publicada como ANSI/ISA 5.1-1984 e depois reafirmada em 1992.

    (3) Esta reviso tenta consolidar esta norma em sua funo como uma ferramenta de comunicao em todas as indstrias que dependem de sistemas de medio e controle para operar e proteger seus processos de fabricao, mquinas e outros equipamentos. Comunicao pressupe e , no mnimo, facilitada por uma linguagem comum. Esta reviso da norma continua a construir nos fundamentos para esta linguagem comum.

    (4) quando integrada em um sistema, as designaes e smbolos apresentados aqui foram uma linguagem resumida e dedicada que comunica conceitos, fatos, intenes, instrues e conhecimento acerca dos sistemas de medio e controle em todas as indstrias.

    (5) A prtica recomendada de 1949 e a norma de 1984 foram publicadas como no mandatrias e no como um documento de consenso mandatrio. Como tal, elas tinham muitas vantagens e desvantagens. Sua principal vantagem era que elas poderiam ser usadas de modo amplo e interdisciplinar. Sua principal desvantagem era que elas no eram suficientemente especficas, em alguns casos, para satisfazer as exigncias especiais de determinados grupos de interesse.

    (6) Esta reviso publicada como uma normal consensual e contem declaraes mandatrias e no-mandatrias, que devem ser revistas e aprovadas por um grande grupo de praticantes no campo da instrumentao e controle. Este grupo bem versado no uso de sistemas de identificao e smbolos como um meio de comunicar o objetivo dos sistemas de medio e controle para todos que precisam de tal informao. esperado que o consenso atingido por este grupo como para o que mandatrio e o que no ir aumentar as vantagens e diminuir as desvantagens das normas anteriores.

    (7) Verses desta norma esto em uso por mais de cinqenta anos e a maioria dos significados e definies das letras de identificao e smbolos que estavam contidas na ISA RP5.1-1949 e ISA-5.1-1984 (R 1992), tem tomado uma natureza proprietria e tem se tornado uma prtica de indstria aceita e assumido ser mandatrio. Os significados e definies de novos smbolos sero mandatrios. Esta ao est sendo tomada em resposta a questes e comentrios que ocorrem frequentemente como o resultado de definies no claras.

    (8) Definies mandatrias ou significados para letras usadas na identificao e por smbolos usados em apresentaes grficas para equipamentos de medio e controle e funes so dadas. So das as dimenses de smbolo mnimas mandatrias. Identificao informativa e recomendaes de smbolos grficos incluem definies alternativas de identificao e smbolos e mtodos de uso. Consistncia um criteiro que deve orientar a seleo e aplicao de identificao e esquemas grficos.

    (9) Esta norma tem sido vista no passado como sendo orientada para os processos qumicos e de petrleo. Esta percepo, mesmo que no pretendida, resultou do fato que o pessoal que escreveu o original e as revises posteriores trabalhava principalmente nestas indstrias. O Relatrio Tcnico da ISA ser usado para atender este tipo de problema. esperado que o formato do relatrio tcnico ser suficientemente especfico para satisfazer as exigncias especiais de grupos particulares de interesse pelo fornecimento de exemplos e recomendaes para uso da identificao e mtodos de simbolizao para industrias especficas. Estas indstrias incluem, mas no esto limitadas a, refino de petrleo, processos qumicos, refino de metal, gerao de potencia, papel e celulose e fabricao de peas discretas. O formato do relatrio tcnico apresenta o melhor enfoque para tornar esta norma aplicvel a indstrias fora das indstrias de processo, que podem ter muitos usos e prticas aceitveis que no so usadas nas indstrias de processo.

    (10) Exemplos extensivos em verses anteriores desta norma que ilustravam definies de identificao e simbolizao tem sido removidas e sero movidos para relatrios tcnicos que sero preparados aps a publicao desta norma revisada.

    (11) Os smbolos e mtodos de identificao contidos nesta norma tm evoludo pelo mtodo consensual e so pretendidos para larga aplicao atravs de todas as indstrias. Os smbolos e designaes so usadas como conceitualizeo ajudas, como ferramentas de projeto, como

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    equipamentos de ensino e como meios concisos e especficos de comunicao em todos os tipos e espcies de documentos tcnicos, engenharia, comissionamento, construo e manuteno (e no apenas em P&IDs).

    (12) No passado, esta norma tem sido flexvel suficiente para servir a todos os usos descritos anteriormente. No futuro, ele deve continuar fazendo isso. Para este fim, esta reviso esclarece as definies de smbolos, identificao e definies para conceitos que eram previamente descritos, tais como, por exemplo, controle e display compartilhado, controle distribudo e controle programvel. Ela tambm adiciona definies para novos smbolos requeridos para diagramao funcional de instrumentos e diagramas simples de circuitos eltricos.

    (13) Esta reviso muda extensivamente o formato da norma ANSI/ISA S5.1 1984 (R 1992). Clusulas 1, 2 e 3 so essencialmente as mesmas anteriores com algumas adies e modificaes. Clusulas 4, 5 e 6 e os Anexos informativos A e B so novos ou revistos extensivamente.

    (14) Clusula 4, Tabelas de Letras de Identificao eram previamente a Clusula 5, Tabelas. quase a mesma que a verso anterior e trata somente da Tabela 4 Letras de Identificao, que era previamente a Tabela 1.

    (15) Clusula 5, Conjuntos de Smbolos Grficos uma nova clusula que contem novos smbolos e os smbolos que estavam previamente na Clusula 6, Desenhos apresentados em um formato de tabela que inclui texto descrevendo a aplicao dos smbolos, mas no dava exemplos de seu uso.

    (16) Clusula 6, Dimenses de smbolos grficos, uma nova clusula que estabelece as dimenses mnimas mandatrias para os smbolos mostrados nas tabelas da Clausula 5 quando usados na preparao de desenhos de engenharia em tamanho pleno (A0).

    (17) Anexo A, Recomendaes para o Sistema de Identificao, era previamente a Clusula 4, Roteiro do Sistema de Identificao, e apresenta os mtodos de identificao de instrumentao e funo mais comumente usadas. Foram includas tabelas Combinao de letras de malha e funo permitida e adicionadas tabelas Esquema de letra de malha permitido.

    (18) Anexo B, Recomendaes do Sistema de Smbolo Grfico uma nova clusula que substitui os exemplos anteriormente dados na Clusula 6, Desenhos, para fornecer alguma ajuda limitada na aplicao dos smbolos na Clusula 5.

    (19) Definies para letras de identificao e smbolos so agora mandatrios para reduzir a confuso causada por dar significados para identificao e smbolos no includos nesta norma. Ao mesmo tempo, o nmero de simbologia e bales de tagueamento requeridos para mostrar um esquema de medio ou controle era permitido para variar de tudo deve ser conhecido para o mnimo requerido para atender a instrumentao e funcionalidade requeridas. Recomendaes so fornecidas para ajudar na aplicao de identificao e simbologia e para incluir alguns mtodos conhecidos como usos alternativos.

    (20) os significados de display compartilhado, controle compartilhado e controle lgico programvel foi explicado e expandido por causa das mudanas da tecnologia e uso desde sua publicao na ISA S5.3-19832, Smbolos Grficos para Controle Distribudo, Instrumento com Display Compartilhado, Lgica e Sistemas de Computador. Os significados comumente assumidos de crculo no quadradocomo funes de sistema de controle distribudo (SDCD), e losango no quadrado como funes de controlador lgico programvel no so mais exatas pois elas no mais refletem os significados atualmente aceitveis. SDCSs e PLCs podem ambos executar funes de controle contnuos e binrios. As mesmas funes so executadas por computadores pessoais (PCs) e por equipamentos de campo e devicebus. Os dois smbolos crculo no quadradoe losango no quadrado so classificados como display compartilhado e controle compartilhado. Crculo no quadradoir mostrar ou (a) escolha de sistema de controle primrio ou (b) PBCS, sistema de controle de processo bsico (basic process control system). Losango no quadradoir mostrar ou (a)escolha de sistema de controle alternativo ou (b) SIS, sistema instrumentado de segurana (Safety instrumented system). Usurios que continuam a usar os smbolos, como no passado, devem mudar para os significados revistos, o mais cedo possvel.

    (21) Esta reviso utiliza, com permisso, a excelente SAMA (Scientific Apparatus Makers Association) PMC 22.1-1981, Diagramao funcional de instrumentos e sistemas de controle, um documento ainda usado por muitos engenheiros e projetistas de sistemas de controle. Smbolos e descries de smbolos de processamento de sinais ou blocos de funo ou designadores da SAMA foram adaptados na norma ANSI ISA S5.1-1984 (R 1992) para uso em diagramas esquemticos de malha. Esta reviso adiciona diagramas para instrumento, malha e funes de programas de aplicao. Recomendaes para um nmero limitado de aplicaes dos smbolos sero encontradas n Anexo B, Recomendaes para Sistemas com Smbolos Grficos (informativo).

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    (22) Os smbolos de linhas binrias, que foram introduzidas na ANSI ISA S5.1-1984 (R 1992) para ajudar as indstrias com processos de batelada, foram eliminados por causa de sua falta de uso geral e aceitao e as vrias objees ao seu uso. Se seu uso para desejado dentro das indstrias com processos de batelada, um Relatrio Tcnico da ISA poderia ser produzido para cobrir esta necessidade nica.

    (23) Os vrios exemplos contidos na Seo 6 da ANSI-ISA-5.1-1984 (R 1992) foram reduzidos em nmero e so agora localizados no Anexo B. esperado que Relatrios Tcnicos da ISA sero preparados baseados nesta norma para cobrir a aplicao de identificao e mtodos de simbolizao e prticas nos detalhes requeridos por usurios nestas vrias indstrias alm das indstrias de processo,q eu dependem desta norma em seu trabalho dirio.

    (24) A ISA 5.1 subcomit, Smbolos e Identificao de Instrumentao profundamente contente com o trabalho dos subcomits anteriores ISA 5.1 e tem tentado tratar seu trabalho com o grande respeito que ele merece.

    (25) ISA 5.1 tambm gostaria de agradecer o trabalho feito pelos subcomits anteriores da ISA 5.2 e ISA 5.3 em desenvolver ISA 5.2-1976 (R1992), Diagramas Lgicos Binrios para Operaes de Processo e ISA 5.3-1983, Smbolos Grficos para Controle Distribudo, Instrumentao de Display Compartilhado, Sistemas Lgicos e com Computador. Os elementos chave da ISA 5.3-1983 foram incorporados na ANSI ISA 5.1-1984 (R1992) e tem sido expandidos nesta reviso. Os elementos chave da ISA 5.2-1976 foram incorporados e integrados com os smbolos lgicos da SAMA PMC 22.1-1981 para simbolizar e descrever funes binrias. Recomendaes para o sistema binrio podem ser encontradas no Anexo B, Recomendaes para Sistema de Smbolos Grficos.

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    1. Objetivos Esta norma estabelece um meio uniforme de mostrar e identificar instrumentos ou

    equipamentos e suas funes inerentes, sistemas e funes de instrumentao, e funes de programas de aplicao usados para medio, monitorao e controle, apresentando um sistema de designao que inclui esquemas de identificao e smbolos grficos.

    2. Escopo

    2.1. Geral Esta norma pretende atender os procedimentos diferentes de vrios usurios que precisam

    identificar e graficamente mostrar equipamentos e sistemas de medio e controle. Estas diferenas esto reconhecidas quando elas forem consistentes com os objetivos desta norma, fornecendo mtodos alternativos de smbolo e identificao.

    Um nmero limitado de exemplos so fornecidos para ilustrar como: a) Projetar um sistema de identificao e construir um nmero de identificao b) Usar smbolos grficos para construir:

    (1) Diagramas esquemticos de instrumentos de instrumentos, equipamentos e funes requeridas para malhas de monitorao e controle.

    (2) Diagramas funcionais de instrumentos, malhas e funes de programa de aplicao. (3) Diagramas lgicos binrios (4) Diagramas ladder para circuitos eltricos

    c) Adicionar informao e simplificar diagramas. Exemplos de aplicaes de smbolos e de identificao pretendem ilustrar os conceitos

    bsicos na construo de sistemas e diagramas de identificao cobertos por esta norma que so aplicveis a todas as indstrias de usurio.

    2.2. Aplicao nas indstrias Esta norma adequada para uso em indstrias qumicas, petrleo, gerao de potencia, refino

    de metal, papel e celulose e vrias outras continuas, batelada, processamento de peas discretas e manipulao de material. Estas indstrias e outras requerem o uso de esquemas de sistema de controle, diagramas funcionais e esquemas eltricos para descrever a relao entre o equipamento de processamento e a funcionalidade do equipamento de medio e controle.

    2.3. Aplicao s atividades de trabalho Esta norma conveniente para uso sempre que se referir a instrumentao de medio e

    controle, equipamentos e funes de controle e aplicaes e funes de programas que devam ter identificao e simbolizao, tais como:

    a) Esquemas de projeto. b) Exemplos de ensino. c) Relatrios, literatura e discusses tcnicas. d) Diagramas de instrumento, malha, lgica e funcional. e) Descries de funo. f) Desenhos conceituais incluindo mas no limitados a

    1) Fluxograma de Processo (Process flow Diagram PFD) 2) Fluxograma de Utilidade (Utility Flow Diagram UFD)

    g) Desenhos de construo incluindo mas no limitado a: 1) Fluxograma de Engenharia (Engineering Flow Diagram EFD) 2) Fluxograma Mecnico (Mechanical Flow Diagram MFD) 3) Diagrama de Tubulao e Instrumento (P&ID) 4) Fluxograma de Sistema (System Flow Diagram SFD)

    h) Especificaes, ordens de compra, manifestos e outras listas. i) Identificao e Tag Nmeros de instrumentos e funes de controle. j) Instrues, desenhos e registros de instalao, operao e manuteao.

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    Esta norma fornece informao suficiente para permitir qualquer pessoa que tenha um razovel conhecimento de processo e instrumentao e que esteja revisando documentos mostrando medio e controle, para entender os meios e objetivos da instrumentao mostrada.

    O conhecimento detalhado de um especialista em instrumentao ou sistemas de controle no um pr-requisito para entender esta norma.

    2.4. Aplicao a classes de instrumentao e para funes de instrumento.

    Os mtodos de identificao e de simbolismo fornecidos nesta norma so aplicveis a todas as classes e tipos de instrumentos ou funes de medio e controle.

    Os mtodos podem ser usados, mas no so limitados a, para descrever e identificar: a) Instrumentos discretos e suas funes. b) Display e funes de controle compartilhadas. c) Funes de controle distribudas. d) Funes de controle de computador. e) Funes de controle e display do controlador lgico programvel. f) Display e funes de controle de programas de aplicao.

    2.5. Classificao da instrumentao A instrumentao pode ser classificada como primaria, secundaria, auxiliar ou acessria para

    responsabilizar identidades funcionais e malha e smbolos, como definidos na Clusula 4 e mostrado no Anexo A.

    Instrumentao primaria consiste de equipamentos e dispositivos para medir, monitorar, controlar ou calcular e suas funes inerentes e funes de programa que incluem, mas no so limitadas a, transmissores, registradores, controladores, vlvulas de controle, equipamentos de segurana e controle auto-atuados e funes de programa de aplicao que requerem ou permitem ao usurio atribuir identificaes.

    Instrumentao secundria consiste de equipamentos e dispositivos de medio, monitorao e controle que incluem, mas no so limitados a, visores de nvel, manmetros, termmetros e reguladores de presso.

    Instrumentao auxiliar consiste de equipamentos e dispositivos que medem, controlam ou calculam e que so necessrios para a operao efetiva da instrumentao primaria ou secundaria, elas incluem mas no so limitados a, equipamentos de calculo, purgadores, sistemas de manipulao de amostra e conjuntos de filtro-regulador de ar de instrumentos.

    Instrumentao acessria consiste de equipamentos e dispositivos que no medem ou controlam mas so necessrios para a operao efetiva do sistema de medio, monitorao ou controle, elas incluem mas no so limitadas a tubos retos para medio de vazo, retificadores e condicionadores de vazo e potes de selagem.

    2.6. Extenso da malha e identificao funcional Esta norma fornece cdigos de identificao e mtodos para a identificao alfanumrica de

    malhas, instrumentos e funes de monitorao e controle. Estes mtodos de identificao dependem do tagueamento de acordo com a funo e no de

    acordo com a construo ou forma; por exemplo, um transmissor de presso diferencial no identificado como um transmissor de presso diferencial, mas como um:

    a) Transmissor de vazo quando conectado a uma placa de orifcio quando medindo vazo. b) Transmissor de nvel quando conectado ao lado de um vaso quando medido nvel de liquido.

    O usurio livre para aplicar identificao adicional por nmero de serial, equipamento, unidade, rea ou planta ou qualquer outro meio adicional requerido para a identificao nica de uma malha, instrumento ou funo.

    Um nmero de identificao de funo nica dever ser atribudo para identificar cada: a) Instrumento ou equipamento da malha e suas funes integrais ou inerentes. b) Funo configurvel da malha, que requer ou permite um nico endereo de

    microprocessador ou computador atribudo pelo usurio.

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    2.7. Extenso da simbolizao 2.7.1. Esta norma fornece conjuntos de smbolos para a apresentao grfica de um instrumento ou

    equipamento com funcionalidade parcial ou total, monitor inteiro ou malhas de controle ou circuitos de controle.

    2.7.2. A quantidade de detalhe a ser mostrada pelo uso de smbolos depende do objetivo e audincia para que o documento est sendo preparado.

    2.7.3. Smbolos suficientes devem ser usados para mostrar a funcionalidade da instrumentao ou da malha de controle sendo mostrado; ele no considerado necessrio para fornecer um smbolo para cada instrumento ou equipamento e cada funo requerida por uma malha.

    2.7.4. detalhes adicionais de construo, fabricao, instalao e operao de um instrumento so mais bem descritos em uma especificao conveniente, folha de dados, diagrama de malha, desenho ou esquema de instalao ou fiao ou outro documento especfico para estes que requerem tais detalhes.

    2.8. Incluso e modificao desta norma em documento de engenharia e projeto do usurio 2.8.1. Esta norma pode ser usada, se usada, dever ser acreditada por um Usurio ou Proprietrio

    na preparao de normas, recomendaes e especificaes de engenharia, projeto ou design, ou sem exceo ou com exceo para o seguinte:

    a) Sem exceo, em que caso esta norma em sua inteireza dever ser mandatria com relao a:

    1) Letras atribudas a significado especfico na Tabela 4. 2) Smbolos e seus significados atribudos nas Tabelas 5.1 at 5.8. 3) Dimenses dos smbolos nas Tabelas 6.1 at/e 6.8.

    b) com excees, em que casos as partes desta norma para que a exceo : 1) Tomada dever ser totalmente descrita e detalhada nas normas do

    Usurio/Proprietrio, ou especificaes e em legendas na folha de capa do desenho e notas.

    2) No tomadas devem ser mandatrias. 2.8.2. Smbolos diferentes daqueles dados nesta norma e letras de Escolha do Usurio, quando

    usados, devero ser totalmente descritos e detalhados nas normas do Usurio/Proprietrio, ou especificaes e em legendas na folha de capa do desenho e notas.

    2.8.3. Um usurio deve escolher um esquema de numerao, smbolos grfico e outras escolhas onde requerido e documentar estas escolhas.

    2.8.4. quando uma edio anterior desta norma estiver includa por referencia com ou sem exceo nas normas de engenharia e projeto do Usurio/Proprietrio, recomendaes ou especificaes, esta norma em parte ou em sua inteireza devero ser mandatrias at o momento que as normas ou recomendaes do Usurio/Proprietrio sejam revistas.

    2.8.5. Smbolos e os significados de letras e smbolos de verses anteriores desta norma que sejam diferentes dos contidos nesta verso podem continuar a ser usados desde que eles sejam claramente referenciados nas normas, praticas ou recomendaes de engenharia e projeto do Usurio/Proprietrio.

    3. Definies

    3.1. Definies Para os objetivos desta norma, as seguintes definies se aplicam.Para informao adicional,

    ver ISA-51.1-1979 (R 1993), Process Instrumentation Terminology, e ANSI/ISA-75.05.01-2000 (R 2005), Control Valve Terminology.. Termos em itlico em uma definio so tambm definidos nesta clusula.

    3.1.1. acessvel: Uma caracterstica de um equipamento ou funo, uma caracterstica de uma funo de

    sistema compartilhado interativo ou uma caracterstica que pode ser usada ou vista por um operador com o objetivo de executar operaes de controle, tais como mudanas de ponto de ajuste, transferncia auto-manual u operaes liga-desliga.

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    3.1.2. alarme: Um instrumento de leitura que fornece uma indicao visvel ou audvel se e quando o valor

    uma varivel medida ou inicializada estiver fora dos limites, tenha mudado de uma condio segura para insegura ou tenha mudado de um estado ou condio de operao normal para anormal.

    a) Atuao pode ser por uma chave ou funo discreta ou por um transmissor ou funo analgica.

    b) Indicao pode ser por qualquer ou todos do seguinte: painis anunciadores, lmpadas piscantes, impressoras, buzinas, sirene, sinos ou sistemas de display grfico compartilhado.

    3.1.3. analgico Um sinal ou equipamento que no tenha posies ou estados discretos e muda o valor quando

    sua entrada mudar o valor e quando usado em sua forma mais simples, como em sinal analgico como oposto a sinal binrio, o termo denota uma quantidade varieo continuamente.

    3.1.4. programa de aplicao Programa especfico para uma aplicao do usurio que configurvel e em geral contem

    seqncias lgicas, expresses de permisso e limite, algoritmos de controle e outros cdigos requeridos para controla a entrada apropriada, sada, clculos e decises; ver tambm programa.

    3.1.5. atribuvel (assignable) Uma caracterstica do sistema que permite canalizar ou direcionar um sinal de um

    equipamento ao outro sem a necessidade de alterar a fiao, ou por meio de patching, chaveamento ou via comando de teclado para o sistema.

    3.1.6. estao auto-manual: Uma estao de carga manual ou estao de controle que tambm fornece chaveamento

    entre os modos de controle manual e automtico de uma malha de controle; ver sambem estao manual.

    3.1.7. balo (baloon): Um termo alternativo para o smbolo circular usado para denotar e identificar o objetivo de um

    instrumento ou funo que pode conter um nmero de tag; ver o termo preferido bubble.

    3.1.8. sistema bsico de controle de processo (BPCS): Instrumentao e sistemas que so instalados para monitorar e controlar operaes de

    produo normais useo mas no limitado a combinaes de simples monitores de malha pneumtica e eletrnica e controladores, controladores lgico programveis e sistemas de controle distribudos.

    a) Um PBCS necessrio para operar uma planta ou processo.

    3.1.10. binrio: Um sinal ou equipamento que tem apenas dois estados ou posies discretas; e quando

    usado em sua forma mais simples, como em sinal binriocomo oposto ao sinal analgico, o termo denota um estado ligado-desligadoou alto-baixo.

    3.1.11. armrio (board): Uma estrutura livremente sustentada consistindo de uma ou mais sees, cubculos ou

    consoles que tem grupos de instrumentos discretos montados nele, aloja a interface operador-processo e escolhido para ter uma nica designao; ver painel.

    3.1.12. bubble: O termo preferido para os smbolos baseados em crculo usado para denotar e identificar o

    objetivo de um instrumento ou funo que possa conter um nmero de tag: ver termo alternativo balo (balloon).

    3.1.13. link de comunicao: Um fio, cabo ou circuito eletromagntico ou sistema de barramento (bus) que conecta sistemas

    dedicados baseados em microprocessador ou baseado em computador tal que eles compartilham uma base de dados comum e se comunica de acordo com um protocolo rgido em uma relao hierrquica ou ponto a ponto (peer-to-peer); ver datalink.

    a) Fio ou cabos de rede podem ser com par tranado, coaxial, telefone ou fibra ptica. b) Redes eletromagnticas podem ser rdio ou microondas.

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    3.1.14. sistema de controle a computador: Um sistema em que toda ao de controle realizada dentro de um computador de controle,

    como um computador mainframe ou minicomputador, que pode ser simples ou redundante.

    3.1.15. equipamento de computao: O termo preferido para um equipamento que executa uma ou mais operaes de calculo ou

    lgicas ou ambas e transmite um ou mais sinais de sada resultantes; ver tambm rel de computao.

    3.1.16. rel de computao: Um termo alternativo para um equipamento que executa uma ou mais operaes de calculo ou

    lgicas ou ambas e transmite um ou mais sinais de sada resultantes; ver tambm equipamento de computao.

    3.1.17. funo de computao: Um funo de equipamento ou de programa que executa uma ou mais operaes de calculo

    ou lgicas ou ambas e transmite um ou mais sinais de sada resultantes.

    3.1.18. configurvel: Um termo para equipamentos ou sistemas cuja caracterstica funcional ou de comunicao

    pode ser selecionada ou rearranjada atravs de ajuste ou chaves de programa, programas de aplicao, formulrios e preencher espaos, menus pull-down, valores ou textos entrados ou outros mtodos, outros que refiao como um meio de alterar a configurao.

    3.1.19. controlador: Um equipamento tendo uma sada que varia para regular uma varivel controlada de um modo

    especfico que pode ser um instrumento isolado analgico ou digital, ou pode ser o equivalente a um instrumento em um sistema de controle compartilhado.

    a) Um controlador automtico varia sua sada automaticamente em resposta a uma entrada direta ou indireta de uma varivel de processo medida.

    b) Um controlador manual ou estao de carga manual, varia sua sada em resposta a um ajuste manual; ela no depende de uma varivel de processo medida.

    c) Um controlador pode ser um elemento integral de outros elementos funcionais de uma malha de controle.

    3.1.20. estao de controle: Uma estao de carga manual que tambm fornece chaveamento entre os modos de controle

    manual e automtico de uma malha de controle, ver tambm estao auto-manual. a) A interface do operador de um sistema de controle distribudo pode ser referida como uma

    estao de controle.

    3.1.21. vlvula de controle: Um equipamento, outro que uma vlvula de bloqueio de processo atuada manualmente ou

    vlvula de reteno auto-operada, que manipula diretamente a vazo de um ou mais fluido do processo.

    a) A designao vlvula de controle manual dever ser limitada a vlvula atuadas manualmente que quando usadas para controlar o processo requerem identificao como um instrumento ou equipamento de controle.

    3.1.22. conversor: Um equipamento que recebe informao como uma forma de um sinal de instrumento e

    transmite um sinal de sada como outra forma, tal qual um conversor de sinal corrente para pneumtico.

    a) Um instrumento que muda a sada do sensor para um sinal padro apropriadamente chamado de transmissor e no um conversor. Tipicamente, um elemento de temperatura [TE] ligado a um transmissor [TT] e no a um conversor [TY].

    b) Um conversor geralmente chamado de transdutor, um termo totalmente genrico no recomendado para converso de sinal.

    3.1.23. datalink: Um fio, cabo ou rede eletromagntica ou sistema de barramento que liga equipamentos

    localizados no campo com microprocessadores dedicados de modo que eles compartilham uma base de dados comum e se comunica de acordo com um protocolo rgido em uma relao hierrquica ou

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    ponto a ponto (peer-to-peer) para outro equipamento ou sistemas compatveis baseados em microprocessador; ver tambm link de comunicao.

    a) Fio ou cabos de rede podem ser com par tranado, coaxial, telefone ou fibra ptica. b) Redes eletromagnticas podem ser rdio ou microondas.

    3.1.24. detector: Um equipamento que usado para sentir a presena de algo, tal como gases inflamveis ou

    txicos ou peas discretas; ver tambm elemento primrio ou sensor.

    3.1.25. equipamento: Uma pea de instrumento fsico que projetado para desempenhar uma ao ou funo

    especfica, tal como um controlador, indicador, transmissor, anunciador ou vlvula de controle.

    3.1.26. digital: Um sinal ou equipamento que gera ou usa sinais digitais binrios para representar valores

    contnuos ou estados discretos.

    3.1.27. instrumento fsico: (discrete = stand alone) Um equipamento ou dispositivo que tem uma entidade separada, tal como um controlador ou

    registrador em um nico invlucro.

    3.1.28. sinais discretos: Sinais que tm qualquer nmero de estados ou posies no contnuos distintos ou definidos.

    a) Sinais binrios so um subconjunto dos sinais discretos.

    3.1.29. sistema de controle distribudo (SDCD em portugus e DCS em ingls) Instrumentao, equipamentos de entrada e sada, equipamentos de controle e equipamentos

    de interface do operador, que alem de executar as funes de controle e indicao estabelecidas, tambm permitem a transmisso de controle, medio e informao de operao para e de locais nicos ou mltiplos especificados pelo usurio, ligado por um ou vrios links de comunicao.

    3.1.30. instrumento de campo: Um instrumento que no est montado em um painel ou console ou na sala de controle mas

    geralmente na proximidade de seu elemento primrio ou elemento final de controle: ver instrumento local.

    3.1.31. elemento final de controle: Um equipamento, tal como uma vlvula de controle, que controla diretamente o valor da

    varivel manipulada de uma malha de controle.

    3.1.32. funo: O objetivo de ou a ao executada por um equipamento ou programa de aplicao.

    3.1.33. equipamento (hardware): Equipamento fsico diretamente envolvido e, fazer as funes de medio, monitorao e

    controle.

    3.1.34. sistema de controle de alto nvel (HLCS): Um sistema que fornece sofisticao acima do BPCS. Suas funes so tipicamente baseadas

    em computador de processo ou equipamento de mais alto nvel que interage com o processo pela manipulao de pontos de ajuste no BPCS. (Por exemplo, funes de controle no HLCS incluem, mas no esto limitada a controle estatstico de processo e controle preditivo antecipatrio).

    a) Um HLCS no necessrio para operar uma planta ou processo.

    3.1.35. identificao: A seqncia de letras ou nmeros ou ambos, usada para designar uma funo ou instrumento

    individual ou malha.

    3.1.36. instrumento: Um equipamento usado para direta ou indiretamente medir, monitorar ou controlar uma

    varivel, incluindo elementos primrios, indicadores, controladores, elementos finais de controle, equipamentos de computao e equipamentos eltricos tais como anunciadores, chaves e botoeiras.

    a) O termo no se aplica aos componentes ou peas internas dos equipamentos, tais como fole receptor ou resistor.

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    3.1.37. instrumentao: Uma coleo de instrumentos, equipamentos, dispositivos ou funes ou sua aplicao para o

    objetivo de medir, monitorar ou controlar processos industriais ou maquinas ou qualquer combinao deles.

    3.1.38. instrumento local: Um instrumento que no est montado em um painel ou console ou na sala de controle, mas

    geralmente na proximidade de seu elemento primrio ou elemento final de controle; ver instrumento de campo.

    3.1.39. painel local: Um painel que no um painel central ou principal e geralmente localizado na proximidade

    de subsistemas ou subreas da planta. a) O termo instrumento de painel local no deve ser confundido com instrumento local.

    3.1.40. malha: Instrumentao arranjada como uma combinao de dois ou mais instrumentos ou funes

    arranjados de modo que os sinais passam de um para outro com o objetivo de medio e indicao ou controle de uma varivel do processo.

    a) Um equipamento auto-contido que mede e controla uma varivel de processo.

    3.1.41. estao de carga manual: Um equipamento ou funo que tem uma sada ajustvel manualmente e pode tambm ter

    indicadores, lmpadas ou outras funes, que usado para atuar ou modular um ou mais equipamentos, mas no fornece chaveamento entre modos auto-manual de uma malha de controle.

    3.1.42. medio: A determinao da existncia ou da magnitude de uma varivel de processo.

    3.1.43. monitor: Um termo geral para um instrumento ou sistema de instrumentos usados para medir ou sentir

    o estado ou magnitude de uma ou mais variveis para o objetivo de derivar informao til e que geralmente significa analisador, indicador ou alarme.

    3.1.44. lmpada monitor

    Uma lmpada que indica que um nmero de condies normais mas no anormais de um sistema ou equipamento existe, ver tambm lmpada piloto.

    3.1.45. painel: Uma estrutura livremente sustentada ou embutida consistindo de uma ou mais sees,

    cubculos, consoles ou mesa que tem grupos de instrumentos discretos montados nele, aloja a interface operador-processo e escolhido para ter uma nica designao.

    3.1.46. montado em painel: Um instrumento ou outro equipamento que alojado em um painel ou console e acessvel

    para o uso normal do operador. a) uma funo que normalmente acessvel ao operador em um sistema com display

    compartilhado o equivalente de um equipamento montado em painel discreto.

    3.1.47. lmpada piloto: Uma lmpada que indica que um nmero de condies normais de um sistema ou

    equipamento existe. Ela no uma lmpada de alarme, que indica uma condio anormal. Ver tambm lmpada piloto.

    3.1.48. elemento primrio: Um instrumento externo ou interno ou elemento do sistema que converte quantitativamente a

    varivel medida em uma forma conveniente para medio; ver tambm detector ou sensor. a) Uma placa de orifcio um elemento primrio externo b) A poro sensvel de um transmissor um elemento primrio interno.

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    3.1.49. processo: Qualquer operao ou seqncia de operaes envolvendo uma alterao de energia, estado,

    composio, dimenso ou outra propriedade que pode ser definida com relao ao zero ou algum outro valor inicial definido.

    3.1.50. varivel de processo: Qualquer propriedade mensurvel de um processo, usada nesta norma para aplicar a todas as

    variveis exceto os sinais do instrumento entre os equipamentos em uma malha.

    3.1.51. programa: Uma seqncia repetvel de aes que define o estado de sadas como uma relao fixada

    para o estado de entradas.

    3.1.52. controlador lgico programvel: Um controlador, usualmente com vrias entradas e sadas, que contem um programa altervel

    que tipicamente usado para controlar lgica discreta ou binria ou funes seqenciais e pode tambm ser usado pra fornecer funes de controle continuas.

    3.1.53. rel: Um equipamento, cuja funo passar a informao em uma forma inalterada ou em alguma

    forma modificada, geralmente usado para significar o termo preferido equipamento de computao. a) Rel um termo aplicado especificamente a um equipamento de chaveamento eltrico,

    pneumtico ou hidrulico que atuado por uma sinal e para funes executadas por um rel.

    3.1.54. sistema instrumentado de segurana: Um sistema composto de sensores, resolvedores de lgica e elementos finais de controle com

    o objetivo de levar o processo para um estado seguro quando condies pr-determinadas forem violadas.

    3.1.55. varredura (scan): Para amostrar, em um modo pr-determinado, cada uma das variveis periodicamente ou

    intermitentemente.

    3.1.56. sensor: Uma parte separada ou integral ou funo de uma malha ou um instrumento que primeiro

    detecta o valor de uma varivel de processo, que assume um estado predeterminado correspondente e inteligvel ou gera um sinal de sada indicativo de ou proporcional varivel de processo; ver tambm detector e elemento primrio.

    3.1.57. ponto de ajuste: Uma varivel de entrada que estabelece o valor desejado da varivel controlada manualmente,

    automaticamente ou por meio de um programa na mesma unidade que a varivel controlada.

    3.1.58. controle compartilhado: Uma caracterstica de um equipamento de controle ou funo que contem um nmero de

    algoritmos pr-programados, que so recuperveis, configurveis e conectveis pelo usurio e permite que estratgias ou funes de controle definidas pelo usurio sejam implementadas. a) Geralmente usada para descrever as caractersticas de controle de um sistema de controle

    distribudo, controlador lgico programvel ou outro sistema baseado em microprocessador ou computador mainframe.

    b) Controle de mltiplas variveis de processo pode ser implementado compartilhando as capacidades de um nico equipamento desta espcie.

    3.1.59. display compartilhado: O equipamento de interface com o operador, um vdeo, diodo emissor de luz, cristal liquido ou

    outra unidade de display, usada para mostrar a informao de controle de processo de um nmero de fontes ao comando do operador, geralmente usado para descrever as caractersticas visuais de um sistema de controle distribudo, controlador lgico programvel ou outro sistema baseado em microprocessador ou em computador mainframe.

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    3.1.60. programa (software): Os programas, cdigos, procedimentos, algoritmos, padres, regras e documentao

    associada requerida para a operao ou manuteno de sistemas a microprocessador ou a computador; ver tambm programa de aplicao.

    3.1.61. link de programa: A interligao de componentes do sistema via rede de comunicao ou funes via programa

    ou instruo de teclado.

    3.1.62. sistema de controle com ponto de ajuste supervisrio: A gerao de ponto de ajuste ou outra informao de controle por um sistema de controle a

    computador para uso com controla compartilhado, display compartilhado ou outros equipamentos de controle regulatrios.

    3.1.63. chave: Um equipamento que conecta, desconecta, seleciona ou transfere um ou mais circuitos e no

    projetado como um controlador, um rel ou uma vlvula de controle. O termo tambm aplicado s funes executadas pelas chaves.

    3.1.64. ponto de teste: Uma conexo de processo para que nenhum instrumento est permanentemente conectado,

    mas que aplicado para conexo intermitente de um instrumento.

    3.1.65. transdutor: Um termo geral para um equipamento, que pode ser um elemento primrio, transmissor, rel,

    conversor ou outro equipamento que recebe informao na forma de uma ou mais quantidades fsicas, modifica a informao ou sua forma ou ambas se requerido e produz um sinal de sada resultante.

    3.1.66. transmissor: Um equipamento que sente uma varivel de processo atravs do meio de um sensor ou

    elemento de medio e tem uma sada cujo valor de regime permanente varia apenas como uma funo pr-determinada da varivel de processo. a) O sensor pode ser uma parte integral, como em um transmissor de presso ligado diretamente

    ou uma parte separada, como em um termopar.

    4. Tabela de letras de identificao

    4.1. Tabela de Letra de Identificao Esta clusula fornece em uma forma tabular os blocos construtivos alfabticos do Sistema de

    Identificao Funcional de um modo conciso e facilmente referenciado. Tabela 4, junto com a Clusula 4.2 define e explica os significados das letras individuais

    quando usadas para identificar malhas e funes de equipamento. As letras na Tabela 4 devero ter significados atribudos exceto o usurio atribuir: a) Variveis para as letras Escolha do Usurio na coluna 1 e funes para as letras Escolha

    do Usurio nas colunas 3, 4 e 5 quando tais letras forem usadas. b) Significados para as colunas em branco 2, 3, 4 e 5 quando funes ou modificadores

    adicionais forem atribudos. c) Quando tais atribuies so feitas elas sero documentadas nas normas ou

    recomendaes de engenharia e projeto e em folhas de legenda no desenho.

    4.2. Tabela 4 Notas explanatrias de Letras de Identificao As seguintes notas, indicadas na Tabela 4 por parntesis so para serem usadas como uma

    ajuda no entendimento dos significados das letras quando eles forem usadas em certas posies nas Letras de Identificao da Malha ou Identificaes Funcionais. (1) Primeiras Letras so uma Varivel Medida ou Inicializada e, se necessrio, uma combinao

    de uma Varivel Medida ou Inicializada e um Modificador de Varivel que sero referidos pelo significado combinado.

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    (2) Os significados especficos dados para as Variveis Medidas ou Inicializadas [ A], [B], [E], [F], [H], [I], [J], [K], [L], [P], [Q], [R], [S], [T], [U], [V], [W], [Y] e [Z] no sero modificados.

    (3) A Varivel Medida ou Inicializada anlise, [A] ser usada para todos os tipos de composio de fluido do processo e anlise de propriedade fsica. O tipo de analisador e para analisadores de componente de fluido os componentes de interesse sero definidos fora do balo de tagueamento.

    (a) Variveis Medidas/Inicializadas Escolha do Usurio [C], [D] e [M] so atribudas para identificar anlise de condutividade, densidade e umidade, respectivamente, quando isto para prtica comum do usurio.

    (4) A Varivel Medida ou Inicializada anlise, [A] no ser usada para identificar vibrao ou outros tipos de analises mecnicas ou de maquinas, que sero identificadas pela Varivel Medida/Inicializada vibrao ou anlise mecnica [V].

    (5) As letras Escolha do Usurio[C], [D], [M], [N] e [O] que cobrem significados repetitivos no listados que podem ter nenhum significada como uma Varivel Medida ou Inicializada e outra como Letra Sucessiva sero definidas somente uma vez. Por exemplo, [N] pode ser definida como mdulo de elasticidade como uma Varivel Medida/Inicializada e osciloscpio como uma Funo Leitura/Passiva.

    (6) Varivel Medida/Inicializada multivarivel [U] identifica um instrumento ou malha que requerer muitos pontos de medio ou outras entrada para gerar uma ou mltiplas sadas, tal como um PLC que usa mltiplas medies de presso e temperatura para regular o chaveamento de mltiplas vlvulas liga-desliga.

    (7) Varivel Medida/Inicializada vibrao ou anlise mecnica [V] usada para executar a funo na monitorao de maquina que a Varivel Medida/Inicializada anlise [A] executa na monitorao do processo e exceto para vibrao, esperado que a varivel de interesse seja definida fora do balo de identificao.

    (8) A Primeira Letra ou Letra Sucessiva para equipamentos ou funes no classificados [X] para significados no repetitivos que so usados somente uma vez ou para uma extenso limitada pode ter qualquer nmero de significados que sero definidos fora do balo de identificao ou por uma nota no documento. Por exemplo, [XR-2] pode ser um registrador de stress e [XX-4] pode ser um osciloscpio de stress.

    (9) Varivel Medida/Inicializada evento, estado ou presena [Y] para ser usada quando as respostas de controle ou monitorao no so acionadas pelo tempo ou programa de tempo, mas acionadas por eventos, presena ou estado.

    (10) Combinaes de Varivel Medida/Inicializada e Modificador de Varivel sero selecionadas de acordo de como a propriedade sendo medida modificada ou mudada.

    (11) Variveis medidas diretamente que sero consideradas como Varivel Medida/Inicializada para Numeracao de Malha sero includas no so limitadas a:

    (a) Diferencial [D] presso [PD] ou temperatura [TD].

    (b) Totalizao [Q] totalizador de vazo [FQ], quando medido diretamente, tal como por um medidor de deslocamento positivo.

    (c) Eixo X, eixo Y ou eixo Z [X], [Y] ou [Z] vibrao [VX], [VY] e [VZ], fora [WX], [WY] ou [WZ] ou posio [ZX], [ZY] ou [ZZ].

    (12) Derivada ou calculada de outras variveis medidas diretamente que no devem ser consideradas como Varivel Medida/Inicializada ou Numerao de Malha incluiro mas no esto limitados a:

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    (a) Diferena [D] temperatura [TD] ou peso [WD].

    (b) Relao [F] Vazo [FF], presso [PF] ou temperatura [TF].

    (c) Taxa de variao de tempo [K] presso [PK], temperatura [TK] ou peso [WK].

    (13) Modificador de Varivel tempo ou programa de tempo [K] em combinao com uma Varivel Medida/Inicializada significa uma taxa de variao de tempo da varivel medida ou inicializada; [WK] representa uma malha de variao de perda de peso.

    (14) Modificador de Varivel segurana [S] tecnicamente no uma varivel medida diretamente mas usada para identificar elementos primrio e final com proteo de emergncia auto-atuada somente quando usada em conjuno com Varivel Medida/Inicializada vazo [F], presso [P] ou temperatura [T]. E por causa da natureza crtica de tais equipamentos, [FS, PS e TS] deve ser considerada como Varivel Medida/Inicializada em todos os esquemas de construo de Nmero de Identificao de Malha.

    (a) Vlvula de segurana de vazo [FSV] se aplica a vlvulas usadas para proteger contra excesso de vazo de emergncia ou perda de vazo. Vlvula de segurana de presso [PSV] e vlvula de segurana de temperatura [TSV] se aplicam a vlvulas usadas para proteger contra condies de emergncia de presso e temperatura. Isso se aplica independente da construo ou modo de operao da vlvula colocada na categoria de vlvula de segurana, vlvula de alivio ou vlvula de alivio e segurana.

    (b) Uma vlvula de presso auto-atuada que evita operao de um sistema de fluido em uma presso maior que a desejada pelo alivio do fluido do sistema uma vlvula de controle de presso a montante [PCV], mesmo se a vlvula no para ser usada normalmente. Porm, esta vlvula projetada como vlvula de segurana de presso [PSV] se ela protege contra condies de emergncia perigosas para o pessoal ou equipamento que no so esperados subir normalmente.

    (c) Disco de ruptura de presso [PSE] e link fusvel [TSE] se aplica a todos os sensores ou elementos primrios usados para proteger contra condies de emergncia de presso e temperatura.

    (d) [S] no dever ser usado para identificar Sistemas Instrumentos de Segurana e componentes, ver (30).

    (15) A forma gramatical dos significados da Letra Sucessiva ser modificada quando requerido. Por exemplo, indicar [I] pode ser lido como indicador ou indicando; transmitir[T] pode ser lido como transmissor ou transmitindo.

    (16) Funo Leitura/Passiva visor, gauge ou equipamento de vista [G] deve ser usada em vez da Funo Leitura/Passiva indicar [I] para instrumentos ou equipamentos que fornecem uma viso secundaria, tal como visor de nvel, indicadores locais de presso (manmetros) e visores de vazo. (rotmetro de purga).

    (a) Tambm usada para identificar equipamentos que fornecem uma vista no calibrada de operaes da planta, tal como monitores de televiso.

    (17) Funo Leitura/Passiva indicar [I] se aplica a leitura analgica ou digital de uma medio atual ou um sinal de entrada para um instrumento fsico ou uma unidade de display de vdeo de um sistema de controle distribudo.

    (a) No caso de um estao manual (loader), ela ser usada para o dial ou indicao do sinal de sada sendo gerado [HIC] ou [HIK].

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    (18) Funo Leitura/Passiva varredura [J], quando usada, indicar uma leitura peridica no continua de duas ou mais Varivel Medida/Inicializada da mesma ou de diferente espcie, tais como registrador multiponto de temperatura e presso.

    (19) Funo Leitura/Passiva lmpada [L] identifica equipamentos ou funes que so usadas para indicar status de operao normal, tal como motor liga-desliga, posio de atuador, etc. e no deve ser usada para indicao de alarme.

    (20) Funo Leitura/Passiva registrar [R] se aplica a qualquer meio de armazenamento de informao ou dado em papel ou em meio eletrnico permanente ou semi-permanente em uma forma facilmente recupervel.

    (21) Leitura/Passiva e Funo Sada/Ativa multifuno [U] usada para:

    (a) Identificar malhas de controle que tenham mais do que as funes usuais de indicar-registrar e controlar.

    (b) Economiza espao em desenhos no mostrando bales tangentes para cada funo.

    (c) Uma nota descrevendo as funes mltiplas deve ser usada no desenho, se necessrio para esclarecimento adicional.

    (22) Funo Leitura/Passiva acessrio [X] usada para identificar equipamento ou dispositivos que no medem ou controlam mas so necessrios para a operao adequada da instrumentao.

    (23) H diferenas no significado a ser considerado quando selecionando Funo Sada/Ativa para controle [C], chave [S], vlvula, damper ou basculante [V] e equipamento auxiliar [Y].

    (a) Controlar [C] significa um equipamento automtico ou funo que recebe um sinal de entrada gerado por um Varivel Medida/Inicializada e gera um sinal de sada varivel que usado para modular ou chavear uma vlvula [V] ou equipamento auxiliar [Y] em um ponto de ajuste pr-determinado para o controle de processo ordinrio.

    (b) Chavear [S] significa um equipamento ou funo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais sinais ou circuitos pneumticos, eletrnicos, eltricos ou hidrulicos que podem ser atuados manualmente ou automaticamente diretamente por uma Varivel Medida/Inicializada ou indiretamente por um transmissor da Varivel Medida/Inicializada.

    (c) Vlvula, damper ou basculante [V] significa um equipamento que modula, chavea ou liga-desliga um jato de fluido do processo aps receber um sinal de sada gerado por um controlador [C], chave [S] ou equipamento auxiliar [Y].

    (d) Equipamento auxiliar [Y] significa um equipamento automtico ou funo atuada por um sinal do controlador [C], transmissor [T], ou chave [S] que conecta, desconecta, transfere, computa ou converte sinais ou circuitos pneumtico, eletrnicos, eltricos ou hidrulicos.

    (e) incorreto usar as letras sucessivas CV para qualquer outra coisa que no seja uma vlvula de controle auto-atuada.

    (24) Estao de Controle Funo Sada/Ativa [K] ser usada para:

    (a) Designar uma estao de controle acessvel ao operador usada com um controlador automtico que no tem uma chave auto-manual acessvel ao operador integral ou chave de modo de controle.

    (b) Arquitetura dividida ou equipamento de controle de campo onde as funes do controlador esto localizadas remotamente da estao do operador.

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    (25) Equipamentos auxiliares e funes de Funo Sada/Ativa [Y] incluem, mas no so limitados a, vlvulas solenides, rels e equipamentos e funes de converso.

    (26) Equipamentos auxiliares Funo Sada/Ativa [Y] para computao e converso de sinal quando mostrados em um diagrama ou desenho sero definidos fora de seus bales com um smbolo apropriado da Tabela 5.6, Blocos de Funo Matemtica e quando escritos em texto incluiro uma descrio da funo matemtica da Tabela 5.6.

    (27) Modificadores de Funo alta [H], baixa [L] e mdia ou intermediaria [M], quando aplicados a posies de vlvulas e outros equipamentos de abrir-fechar, so definidos como segue:

    (a) Alta [H], a vlvula est em ou se aproximando da posio totalmente aberta. Aberta [O] pode ser usado como uma alternativa.

    (b) Baixa [L], a vlvula est em ou se aproximando da posio totalmente fechada. Fechada [C] pode ser usado como uma alternativa.

    (c) Mdia ou intermediaria [M], a vlvula est se movimentando ou localizada entre a posio totalmente aberta e totalmente fechada.

    (28) Modificador de Funo desvio [D], quando combinado com Funo Leitura/Passiva alarme [A] ou Funo Sada/Ativa chave [S] indica que a varivel medida tem se afastado de um ponto de ajuste do controle do controlador mais do que um valor predeterminado.

    (a) Modificadores de Funo alto [H] ou baixo [L] sero adicionados somente se um desvio positivo ou negativo, respectivamente, importante.

    (29) Modificadores de Funo alta [H], baixa [L] e mdia ou intermediaria [M], quando aplicados a alarmes correspondem a valores da varivel medida , no a valores do sinal de alarme atuante, a no ser que seja notado diferente.

    (a) Um alarme de alto nvel derivado de um sinal de transmissor de nvel com ao reversa um LAH, mesmo que o alarme seja atuado quando o sinal cai para um valor baixo.

    (b) Os termos sero usados em combinao, quando apropriado, para indicar nveis mltiplos de atuao da mesma medio. Por exemplo, alto [H] e alto-alto [HH], baixo e baixo-baixo [LL] ou alto-baixo [HL].

    (30) Modificador de Varivel [Z] tecnicamente no uma varivel medida diretamente, mas usado para identificar os componentes do Sistema Instrumentados de Segurana.

    (a) [Z] no ser usado para identificar os equipamentos de segurana, como dito em (14).

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    5. Tabela de smbolos grficos

    5.1. Tabelas de smbolos grficos Esta clausula fornece em forma tabular os blocos grficos constituintes que so usados para

    construir diagramas para malhas de medio e controle, instrumentos e funes em um modo conciso, facilmente referenciado.

    Os conjuntos de smbolos grficos includos nesta clusula so para ser usados para preparar: a) Diagramas de instrumentos b) Diagramas funcionais c) Diagramas locicos binrios d) Esquemas eltricos

    Os smbolos grficos mostrados nas tabelas so desenhados em tamanho pleno para uso em esquemas ou desenhos de tamanho pleno.

    Os smbolos de equipamento e funo mostrados na Tabela 5.1.1 so baseados no formato tradicional do crculo com 11 mm de dimetro mas podem ser alterados para o formato geralmente usado de crculo com 12 mm ( ).

    5.1.5. Deve-se considerar o tamanho dos smbolos de P&IDs reduzidos. Todos os smbolos devem manter as relaes de tamanhos mostradas nas tabelas quando em

    tamanho aumentado ou reduzido.

    5.2. Tabelas a serem usadas para aplicaes comuns. Diagramas de instrumentao que representam equipamentos e funes de instrumentao

    sero construdos dos smbolos mostrados em: a) Tabelas 5.1.1 e 5.1.2 Equipamentos ou funes de medio e controle. b) Tabelas 5.2.1 e 5.2.2, 5.23 e 5.2.4 Elementos e transmissores de medio. c) Tabelas 5.3.1 e 5.3.2 Linhas de conexo do instrumento para o processo ou do instrumento

    para instrumento. d) Tabelas 5.4.1, 5.4.2, 5.4.3 e 5.4.4 Elementos finais de controle. e) Tabelas 5.6 Blocos de funo de processamento de sinal.

    Diagramas funcionais que representam malhas de monitorao e controle sero construdos dos smbolos mostrados em:

    a) Tabela 5.5 Smbolos de diagrama funcional. b) Tabela 5.6 Smbolos de bloco de funo de processamento de sinal. c) Tabela 5.7 Smbolos lgicos binrios.

    Diagramas lgicos binrios que representam processos lgicos sero construdos dos smbolos mostrados em:

    a) Tabelas 5.1.1 Equipamentos ou funes de medio e controle. b) Tabela 5.7 Smbolos lgicos binrios.

    Esquemas eltricos que representam circuitos eltricos sero construdos dos smbolos mostrados em:

    a) Tabelas 5.1.1 Equipamentos ou funes de medio e controle. b) Tabela 5.8 Smbolos eltricos esquemticos..

    Smbolos podem ser desenvolvidos para mostrar equipamentos e funes no cobertos por esta norma ou para simplificar a representao de instrumentao frequentemente usada. Tais usos sero totalmente detalhados por diagramas ou notas na legenda do desenho e folhas de detalhes.

    5.3. Notas explicativas da Tabela de Smbolos Grficos As seguintes notas, indicadas nas Tabelas 5.1 at 5.8 por parntesis, sero usadas como uma

    ajuda no entendimento dos significados dos smbolos. Tabelas 5.1.1 e 5.1.2 smbolos equipamento e funo de instrumentao:

    (1) Equipamentos e funes representadas por estes smbolos de balo so equipamentos e funes para display compartilhado, controle compartilhado, configurvel, baseado em microprocessador e instrumentao conectada a dados onde as funes so acessveis pelo operador atravs de display compartilhado ou monitor.

    (2) O usurio selecionar e documentar um dos seguintes para uso destes smbolos em um:

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    a) Display primrio compartilhado, sistema de controle compartilhado b) Sistema de Controle de Processo Bsico (BPCS).

    (3) O usurio selecionar e documentar um dos seguintes para uso destes smbolos em um: a) Display compartilhado alternativo, sistema de controle compartilhado. b) Sistemas Instrumentados de Segurana (SIS).

    (4) Equipamentos e funes so configurados em sistemas de controle que incluem, mas no so limitados a, sistema de controle distribudo (DCS), controlador lgico programvel (PLC), computador pessoal (PC) e transmissores e posicionadores de vlvula inteligentes.

    (5) Equipamentos e funes representados por estes smbolos de balo so configurados em sistema a computador que incluem, mas no so limitados a: a) Controladores de processo, otimizadores de processo, controle estatstico de processo,

    previso de modelos, controle de processo, controladores analisadores, computadores de negocio e sistemas de execuo de manufatura e outros sistemas que interagem com o processo manipule pontos de ajuste no Sistema de Controle de Processo Bsico.

    b) Sistema de Controle de Alto Nvel (6) Equipamentos discretos ou funes que so baseadas em equipamento fsico e so isoladas ou

    so conectadas a outros instrumentos, equipamentos ou sistemas que incluem, mas no so limitados a transmissores, chaves, rels, controladores e vlvulas de controle.

    (7) Acessibilidade inclui ver, ajustar ponto de ajuste, alterar modo de operao e qualquer outra ao do operador necessria para operar a instrumentao.

    (8) Funes representadas por estes smbolos so simples ou lgica de intertravamento: a) Uma descrio da lgica ser mostrada perto p ou na seo de notas do desenho ou

    esquema se a lgica usada no para claramente entendvel. b) Estes smbolos no so recomendados para mostrar aplicaes complexas de sistema de

    controle distribudo, controlador lgico programvel ou Sistemas Instrumentados de Segurana que requerem outros sinais lgicos alm de E e OR.

    (9) Uma identificao de nmero lgico, letra ou combinao de nmero e letra ser usada se mais de um esquema lgico usado no projeto para: a) Substituir [I], [A] e [O] com a identificao lgica. b) Ser apndice da identificao lgica fora do smbolo.

    5.3.2. Tabelas 5.2.1, 5.2.2, 5.2.3, 5.2.4 e 5.2.5 Smbolos de medio: (1) Medies so mostradas por:

    a) Apenas bales. b) Bales e grficos.

    (2) Estes smbolos sero usados para medies de processo ou equipamento se: a) Um smbolo grfico no existe. b) O usurio no utiliza smbolos grficos.

    (3) Transmissor [T] pode ser controlador [C], indicador [I], registrador [R] ou chave [S]. (4) Novos smbolos e notaes sero desenvolvidos e documentados nas normas de engenharia e

    projeto do usurio, prticas e recomendaes se necessrio para representar equipamentos no mostrados.

    (5) Normas de engenharia e projeto do usurio, prticas e recomendaes documentaro que escolhas foram selecionadas.

    Telas 5.3.1 e 5.3.2 Smbolos de linhas: (1) Fontes de alimentao sero mostradas quando:

    (a) Diferentes daquelas normalmente usadas, e.g., 120 V cc quando o normal 24 V cc.

    (b) Quando o equipamento requer uma fonte de alimentao independente.

    (c) Afetada pelas aes do controlador ou chave.

    (2) Conecta equipamentos e funes que so partes integrais de sistemas dedicados, tais como sistema de controle distribudo (DCS), controlador lgico programvel (PLC), sistemas com computador pessoal (PC) e sistemas de controle a computador (CCS) sobre um link de comunicao dedicado.

    (3) Conecta sistema baseado em microprocessador ou em computador independente para cada outro sobre um link de comunicao dedicado.

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    (4) Conecta equipamentos de campo inteligentes (intelligent) e de bus de campo, tais como no limitados a transmissores e posicionadores de vlvulas com controle adicional ou outra funcionalidade sobre um link de comunicao dedicado.

    (5) Conecta equipamentos inteligentes (smart), tais como transmissores, para terminais de sinal de entrada de sistema de instrumentao e fornece um sinal digital superposto que usado para diagnostico e calibrao de instrumento.

    (6) Normas de engenharia e projeto do usurio, prticas ou recomendaes documentaro que smbolos foram selecionados.

    Tabelas 5.4.1, 5.4.2, 5.43 e 5.4.4 Smbolos de elementos finais de controle (1) Normas de engenharia e projeto do usurio, prticas ou recomendaes documentaro que

    smbolos foram selecionados.

    (2) Smbolos de elementos 1 at 15 quando combinados com smbolos de atuador 1 at 10 e 14 at 22 representam vlvulas de controle.

    (3) Smbolos de elementos 16 at 20 quando combinados com smbolos de atuadores 10 at 12 representam vlvulas solenides liga-desliga.

    (4) Smbolos de atuadores 1 at 10 e 14 at 22 quando combinados com smbolos de elementos 1 at 16 representam vlvulas de controle com atuador pneumtico.

    (5) Smbolos de atuadores 10 at 12 quando combinados com smbolos de elementos 17 at 21 representam vlvulas solenides liga-desliga.

    (6) Aplicveis a todos os tipos de vlvulas de controle e atuadores.

    Tabela 5.5 Smbolos de diagramas funcionais: (1) Fluxo do sinal assumido como sendo de cima para baixo e da esquerda para direita.

    (2) Smbolos so mostrados em um formato de diagrama vertical.

    (3) Smbolos sero girados de 90 graus no sentido anti-horrio em um formato de diagrama horizontal.

    (4) Inserir smbolo de processamento de sinal da Tabela 5.6 em (*).

    Tabela 5.6 Smbolos de bloco de funo de processamento de sinal: (1) Smbolos em quadrados e retngulos pequenos so usados com smbolo #1 da Tabela 5.1.2. (2) Smbolos em retngulo grande so usados com smbolo #5 da Tabela 5.5. (3) Normas de engenharia e projeto do usurio, prticas ou recomendaes documentaro que

    smbolos foram selecionados. Tabela 5.7 Smbolos lgicos binrios:

    (1) Sinais Verdade so iguais ao binrio 1 e sinais Falso so iguais ao binrio 0. (2) Smbolos alternativos sero usados somente para as portas E e OR. (3) Normas de engenharia e projeto do usurio, prticas ou recomendaes documentaro que

    smbolos foram selecionados. Tabela 5.8 Smbolos de esquema eltrico:

    (1) Chaves e contatos so mostrados na condio no atuada ou desenergizada. (2) Smbolos de chave 7 at 9 sero atuadas por:

    a) Manual. b) Smbolos de atuadores 10 at 15. c) Nmero de Instrumento/Tag de equipamento ou funo atribuda ao smbolo da chave.

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    6. Tabelas de dimenso do smbolo grfico

    6.1. Tabelas de dimenso de smbolos grficos As tabelas seguintes fornecem unidades de medicao para dimensionar paramatos que so

    necessrios para construir os smbolos grficos. Os formatos nas tabelas so desenhados em tamanho dobrado de seu tamanho mnimo

    normal por clareza. Smbolos sero desenhados para um:

    a) Tamanho maior, aumentando a unidade dimensional, quando a reduo requerida de um desenho original resulta em um diagrama ilegvel.

    b) Tamanho menor, diminuindo a unidade dimensional, quando as limitaes de espao requeridas de um desenho ou documento original.

    Todos os smbolos mostrados na Clusula 5 no esto individualmente dimensionados, mas os formatos geomtricos requeridos para construir todos os smbolos das tabelas dos smbolos grficos esto includos.

    O tamanho mnimo tradicional para simbolos de equipamento e funo da Tabela 6.1, um crculo de 10.5mm (7/16), pode ser aumentado para um circuito aumentado menos comumente usado de 12 mm (1/2).

    6.2. Unidades de medio As dimenses so representadas por unidades de medio (u.m.) que, como um mnimo,

    devem ter dimenses equivalentes iguais a: a) 1/16 ou 0.0625. b) 1,50 mm.

    Simbolos desenhados em qualquer diagrama de tamanho grande devem ser o produto da u.m. do formato geomtrico do smbolo vezes uma dimenso equivalente selecionada igual ou maior do que a dimenso equivalente mnima.

    Letra mostrada o tamanho minimo permitido para simbolos de tamanho grande.

    6.3. Notas explicativas das tabelas de Dimensoes para Smbolos Grficos

    Tabela 6.1 Dimenses para smbolos de equipamento ou funcao de instrumentacao de medicao e controle, Tabelas 5.1.1 e 5.1.2

    a) Dimenso em parntesis para opo de 12 mm para smbolo de crculo genrico. Tabela 6.2 Dimenses para smbolos de medicaao: elementos primrios e transmissores,

    Tabelas 5.2.1, 5.2.2, 5.2.3, 5.2.4, e 5.2.5 a) Dimenso em parntesis para opo de 12 mm para smbolo de crculo genrico. b) Tubo mergulhado mostrado, mostrado como requerido para os outros equipamentos.

    Tabela 6.3 Dimenses para smbolos de linha, Tabelas 5.3.1 e 5.3.2

    a) Espessura da linha de sinal mxima recomendada para todos os usos. b) Linhas de sinal nunca so mais grossas que linhas de processo e equipamento. c) Espessura da linha de sinal mnima recomendada para processo e equipamento para

    esquemas de instrumentos. d) A distncia em torno do smbolo dever ser igual metade da largura do smbolo.

    Tabela 6.4 Dimenses para elementos finais de controle, Tabelas 5.4.1, 5.4.2, 5.4.3, e

    5.4.4. a) Tabela no requer qualquer nota adicional.

    Tabela 6.5 Dimenses para smbolos de diagrama funcional, Tabela 5.5

    a) Grficos mostrados para fluxo de sinal de cima para baixo.

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    b) Girar grficos 90 graus no sentido anti-horrio para fluxo de sinal da esquerda para direita. Tabela 6.6 Dimenses smbolos de bloco de funo de processamento de sinal, Tabela 5.6

    a) Grfico quadrado pequeno usado com grficos da Tabela 6.1. b) Grfico quadrado grande usado com grficos da Tabela 6.5.

    Tabela 6.7 Dimenses smbolos lgicos binrios, Tabela 5.7

    a) Dimenses da linha de conexo da entrada so um mnimo suficiente para: (1) Cinco entradas. (2) Trs entradas. (3) Duas entradas. (4) 2 u.m. sero adicionadas para cada entrada adicional.

    b) Mnimo espaamento entre entradas. c) Linha de sinal da sada ser centralizada no smbolo.

    Tabela 6.8 Dimenses smbolos de esquema eltrico, Tabela 5.8

    a) Tabela no requer qualquer nota adicional.

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    A. Recomendaes do Sistema de Identificao (Anexo informativo)

    A.1. Sistema de Identificao Este anexo informativo para a norma descreve um Sistema de Identificao comum e quase

    universalmente usado para equipamentos e funes de instrumento de monitorao e controle que lgico, nico e consistente em aplicao com um mnimo de excees, usos especiais ou exigncias.

    Um sistema de identificao necessrio para identificar instrumentacao em texto e em esquemas e desenhos quando usado com simbolos graficos como descrito no Anexo B.

    Os mtodos do Sistema de Identificao para identificar instrumentacao necessria para monitorar, controlar e operar uma planta de processamento, uma operao unitria, caldeira, mquina ou qualquer outro sistema que requer medio, deteco, indicao, controle, modulcao ou chaveamento de variveis ou estados.

    Os mtodos mostrados so baseados nos mais comuns atualmente em uso nas indstrias qumicas e indstria de petrleo. a) Quaisquer mtodos diferentes em uso nestas indstrias devero ser revisados para ficar

    conforme este anexo. (1) ISA dever ser informada destes mtodos diferentes para determinar se eles devero ser

    includos na proxima revisao ou publicados como um adendo a esta norma. (2) ISA dever ser informada de diferenas que sao prticas comuns em outras indstrias de

    modo que estes mtodos possam ser incorporados na proxima reviso desta norma. Um monitor multi-componente ou malha de controle consiste de algum ou todos dos seguintes

    (como indicado): a) Medio ou deteco de varivel ou estado do processo (monitorar e controlar):

    (1) Elemento de medio, tal como uma placa de orifcio ou um termopar. (2) Transmissor ou indicador de medio:

    Com um elemento integral medio, tal como indicador ou transmissor de presso. Com um elemento no integral medio, tal como um transmissor ou indicador com

    termopar. b) Condicionamento do sinal de medio ou de entrada (monitorar e controlar) (monitor e control):

    (1) Equipamentos de clculo. (2) Funes de clculo

    c) Monitorao da varivel de processo (monitorar): Equipamento de indicao ou registro. Funo de display de programa de aplicao.

    d) Controle da varivel de processo (controle): Equipamento de controle e indicacao ou registro. Funo de display de programa de aplicao.

    e) Condicionamento do controlador ou do sinal de sada (controle): (1) Equipamentos de clculo. (2) Funes de clculo.

    f) Modulao da varivel controlada (controle): (1) Modulao ou ao liga-desliga da vlvula de controle. (2) Resetando outro ponto de ajuste da malha de controle. (3) Limitando outro sinal de sada da malha de controle.

    Um nmero de malha atribudo a cada grupo de componentes necessrios para executar a funo desejada do esquema de monitorao ou controle.

    Uma malha de monitorao ou controle com um nico componente consiste de algum ou de todos dos seguintes:

    a) Equipamentos de medio e controle auto-operantes, tais como vlvulas de controle de presso ou temperatura.

    b) Equipamentos de medio e controle auto-operantes, tais como vlvulas de segurana de presso ou temperatura.

    c) Equipamentos de monitorao de um nico ponto, tais como, manmetros ou termmetros. Cada componente simples pode ser atribudo:

    a) Um nico nmero de malha, indexada com a instrumentao da planta.

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    b) Um tag nmero do instrumento, indexado separado da instrumentao da planta primria.

    c) Um nmero codificado.

    A.2. Indice dos Instrumentos Nmeros de identificao da malha e Tag Nmeros/Identificao de Instrumentos so

    registrados em um ndice de Instrumentos que dever ser mantido por toda a vida da planta para o registro e controle de todos os documentos e registros pertinentes s malhas e instrumentao e funes.

    Um ndice de Instrumentos dever conter referencias a todos os dados da instrumentao requeridos pelo proprietrio ou agencia regulatria do governo, gerenciar as exigncias de mudana e conter, como um mnimo para cada malha:

    a) Nmero de Identificao da Malha. b) Descrio do servio. c) Tag Nmeros e Identificao do Instrumento. d) Nmeros de desenhos do P&ID. e) Nmeros de Folha de Dados do Instrumento. f) Location Plan drawing numbers.Nmeros de desenho de Planta Baixa da instalao. g) Nmeros de desenhos de Detalhes de Instalao.

    A.3. Tag Nmeros Identificao de Instrumento e Identificao de Malha

    Nmero de Identificao de Malha uma combinao nica de letras e nmeros que so atribudos a cada malha de monitorao e controle em uma facilidade para identificar a varivel do processo ou da maquina que est sendo monitorada ou controlada.

    Tag Nmeros Identificao de Instrumentos so uma combinao nica de letras e nmeros que so formados pela adio de letras ao Nmero de Identificao de Malha para definir o objetivo de cada equipamento ou funo da malha que constitui uma malha de monitorao e controle.

    Tag Nmeros Identificao de Instrumentos so tambm chamados de Nmero de Identificao do Instrumento, Tag Nmero do Instrumento, Nmero do Instrumento ou Tag Nmero.

    Exemplos de Tag Nmeros Identificao de Instrumentos para uma tpica malha com referencias a sub-clusulas relevantes aos componentes dos Tag Nmeros Identificao de Instrumentos so dados na Tabela A.1 Tag Nmeros Identificao de Instrumentos Tipicos.

    A.4. Nmero de Identificao de Malha Um Tag Nmeros Identificao de Instrumentos uma combinao nica de letras e

    nmeros que atribuda a cada malha de monitorao e controle em uma planta para identificar a varivel do processo ou da maquina que est sendo monitorada e controlada e deve ser atribuda a cada:

    a) Malha de monitorao e controle primrio. b) Equipamento de medio ou controle auto-contido. c) Equipamento de monitorao e controle secundrio se as malhas primarias futuras so

    antecipadas ou se uma prtica normal do Usurio. Nmero de Identificao de Malha deve ser atribudo a equipamentos auxiliares ou acessrios. Nmero de Identificao de Malha atribudo: a) Primeiras Letras da Tabela 4 para identificar a Varivel Medida/Inicializada. b) Nmeros para formar uma identidade nica da malha. c) Sufixos opcionais da malha para identificar malhas iguais em partes iguais de equipamento

    ou servios.

    A.5. Letras do Nmero de Identificao de Malha Letras do Nmero de Identificao de Malha sero selecionadas da Tabela 4 para identificar a

    Varivel Medida/Inicializada de acordo com um dos seguintes mtodos selecionados pelo usurio final:

    a) Varivel Medida/Inicializada: somente uma Varivel Medida/Inicializada selecionada, tal como anlise [A], vazo [F], nvel [L], presso [P], temperatura [T], etc.

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    b) Varivel Medida/Inicializada com Modificador de Varivel: uma Varivel Medida/Inicializada e, quando aplicvel, um Modificador de Varivel selecionado, tal como anlise [A], vazo [F], vazo quantity [FQ], nvel [L], presso [P], presso diferencial [PD], temperatura [T], temperatura diferencial [TD], etc.

    c) Primeiras Letras:: uma Varivel Medida/Inicializada e, quando aplicvel, um Modificador de Varivel, somente se a combinao resultante da Primeira Letra define uma varivel da malha que pode ser medida diretamente, tal como presso diferencial [PD] como contrario a que matematicamente derivada, tal como relao de vazo [FF].

    Uma Varivel Medida/Inicializada em combinao com o Modificador de Varivel segurana [S] sempre tratada como uma varivel de malha em cada um dos mtodos de seleo anteriores para identificar equipamento auto-operantes usados para proteger contra concieos de emergncia que podem ser perigosas para pessoal, meio ambiente ou equipamento da planta.

    Uma Varivel Medida/Inicializada selecionada de acordo com a propriedade fsica ou mecnica que est sendo medida, derivada ou iniciada uma ao e no de acordo com a construo ou modo de atuao do equipamento de medio ou a propriedade ou ao que ele inicia:

    a) Uma malha que controla presso em um vaso manipulando a vazo do gs ou vapor para ou do vaso uma malha de presso [P] e no uma malha de [F.

    b) Uma malha que mede presso diferencial atravs: (1) Uma placa de orifcio da qual a vazo instantnea calculada uma malha de vazo

    [F] malha e no uma malha de presso [P] ou de presso diferencial [PD]. (2) Uma interface de fluido em um vaso uma malha de nvel [L] e no uma malha de

    presso [P] ou malha de presso diferencial [PD]. (3) Um elemento de filtro uma malha de presso [P] ou malha de presso diferencial

    [PD].

    A.6. Nmeros para Nmero de Identificao de Malha Os nmeros para Nmero de Identificao de Malha sero atribudos para letras da varivel

    medida da malha de acordo com um dos seguintes mtodos selecionados pelo usurio final: a) Paralelo: seqncias numricas duplicadas para cada letra da varivel da malha

    combinao da primeira letra. b) Serial: seqncia numrica nica independente da letra da variael da malha ou da

    combinao da primeira letra. c) Paralela/Serial: seqncias paralelas para letras da varivel da malha ou combinaes

    de primeira letra selecionadas e uma seqncia serial para o restante. Sequencias numricas do Nmero de Malha so normalmente com trs ou mais dgitos, , -*01,

    -*001, -*0001, etc. onde o asterico * pode ser: a) Qualquer digito de zero a nove. b) Dgitos codificados relacionados com os nmeros de desenho, nmeros de undiades,

    nmeros de equipamentos, etc. *00, *000, *0000, etc. sero usados somente para malhas especiais, significativas ou crticas,

    quando definidas pelo Usurio. 000, 0000, 00000, etc. no sero usadas. Letras e nmeros de Identificao da Malha Identification sero atribudos de acordo com um

    dos seguintes Esquemas de Numerao de Malha: a) No. 1 Paralela Varivel Medida/Inicializada. b) No. 2 Paralela Varivel Medida/Inicializada com Modificador de Varivel. c) No. 3 Paralela Primeira(s) Letra(s). d) No. 4 Serial Varivel Medida/Inicializada. e) No. 5 Serial Varivel Medida/Inicializada com Modificador de Varivel. f) No. 6 Serial Primeira(s) Letra(s). g) No. 7 Paralela/Serial Varivel Medida/Inicializada. h) No. 8 Paralela/Serial Varivel Medida/Inicializada com Modificador de Varivel. i) No. 9 Paralela/Serial Primeira(s) Letra(s)..

    Espaos devem ser deixados em qualquer seqncia para permitir a adio de malhas futuras. Exemplos de atribuies tpicas para esquemas de numerao de malha so dados em:

    a) Tabela A.2.1 Combinaes permitidas de letras-nmeros, esquemas de numerao de malha 1 a 6.

    b) Tabela A.2.2 Combinaes permitidas de letras-nmeros, esquemas de numerao de malha 7 a 9.

  • ISA-D 5.1

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    A.7. Prefixos opcionais de Nmero de Malha Prefixos de Nmero de Malha consistindo de qualquer combinao de caracteres

    alfanumricos que podem ser adicionador aos Nmeros de Malha para identificar o local da malha, tais como um complexo, planta ou unidade ser localizado antes da Varivel Medida/Inicializada, por exemplo, uma malha de vazo na planta de processamento #1 poderia ser [PP1-F*01].

    Prefixo de Nmero de Malha: a) No ser necessariamente mostrado para todos os usos em desenhos ou ndices. b) Uma nota geral na folha de legenda ou uma nota em cada folha de desenho ou de ndice

    ser usada se os prefixos no so usados. c) Ser mostrado para todos os usurios em desenhos onde mais de um prefixo necessrio

    para malhas mostrado no desenho. d) Ser mostrado quando usado em texto.

    A.8. Identificao do Instrumento/Tag Nmero Uma Identificao do Instrumento/Tag Nmero uma combinao nica de letras e nmeros

    que atribuda para definir o objetivo de cada equipamento ou funo de cada malha ou funo que constitui uma malha de monitorao ou controle.

    Adicionando um Modificador de Varivel, se necessrio, e Letras Sucessivas para as letras do Nmero de Identificao de Malha forma um Identificao do Instrumento/Tag Nmero.

    Identificao do Instrumento/Tag Nmero pode tambm ser chamado de Nmero de Identificao do Instrumento, Tag Nmero do Instrumento, Nmero do Instrumento ou Tag Nmero.

    A.9. Letras de Identificao da Funo Letras de Identificao da Funo do Instrumento sero selecionadas da Tabela 5.1, Letras de

    Idenfiicacao e adicionadas s letras do Nmero de Identificao de Malha para forma uma Identidade Funcional do Instrumento.

    A seqncia de letras em uma Identificao da Funo ser na mesma ordem da esquerda para a direita como as colunas na Tabela 5.1:

    a) Varivel Medida/Inicializada , da Coluna 1. b) Modificador, se requerido, da Coluna 2. c) Funo de Leitura Passiva, da Coluna 3. d) Funo de Sada Ativa, da Coluna 4. e) Modificador (es), se requerido, da Coluna 5.

    Identificao da Funo usar uma Funo Passiva/Leitura ou uma Funo Sada/Ativa para identificar cada quipamento ou funo, exceto, com comum para:

    a) Instrumentos ou funes de indicao registro, controlador-chave em que uma Funo Passiva, indicacao [I] ou registro [R] e uma Funo ATiva, controle [C] ou chave [S], combinada para formar, por exemplo, controlador registrador de presso [PRC], ou chave com indicao de presso baixa [PISL].

    b) Vlvulas de controle auto-atuada, em que duas Funes Ativas, controle [C] e valvula [V] so combinadas para formar, por exemplo, vlvula de controle de pressao [PCV].

    O nmero de letras em uma Identificao da Funo ser suficiente para descrever totalmente a funcionalidade do equipamento ou funo sendo identificada, mas geralmente no deve exceder a oito.

    Modificador de Funo designa o valor relativo da Varivel Medida/Inicializada que atua o instrumento ou funo, por exemplo, para Modificador de Funo baixo [L]:

    a) [PSL-*01] indica atuao por presso abaixo do ponto de ajuste, normalmente usado para indicar um nvel de processo que requer interveno do operador para evitar o desligamento do processo ou outro resultado indesejado (alarme).

    b) [PSLL-*01] indica atuao abaixo do ponto de ajuste mais baixo que o exemplo anterior, normalmente usada indicar um um nvel de processo que resultou em um desligamento do processo (trip).

    Um equipamento ou funo comum a duas ou mais malhas deve ser atribudo Letra de Identificao de Malha para a malha que atua o instrumento

    a) Uma vlvula solenide atuada por uma chave de nvel alto [LSH] para desligar uma vlvula de controle de vazo [FV] atribuda para a malha de nvel [L] como um [LY] e no para a malha de vazao [F] como uma [FY].

  • ISA D5.1

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    b) Um equipamento ou funo seletor de sinal alto que seleciona o maior sinal da malha de vazo [F] e de uma malha de nvel [L] (controle auto-seletor ou override) atribuda para a malha de vazo [F]-malha como um [FY] e no para a malha de nvel [L] como um [LY].

    Para as combinaes permissveis das letras de funo ver Tabelas: a) A.3.1.1 e A.3.1.2 Combinaes permitidas para Letras Sucessivas para letras de funo

    leitura/passiva A, B, e E e primeiras letras A at SZ e T at ZDZ. b) A.3.2.1 e A.3.2.2. Combinaes permitidas para Letras Sucessivas para letras de funo

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