Jornal Escolar - Janeiro 2009

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Text of Jornal Escolar - Janeiro 2009

  • AGRUPAMENTO DE ESCOLAS E JARDINS DE INFNCIA PROFESSOR ABEL SALAZAR Acordas

    palavras

    pgina 8

    pgina 14

    direitos Humanos das pessoas com deficincia dignidade//justia para todosalunos ganham 2. prmio na modalidade de curta-Metragem

    pgina 16

    Hino do agrupamento//Bandeira verde

    pgina 8

    PNL Ler: Para Qu? E Como?

    Devem ser criadas condies para que

    o leitor ultrapasse a leitura de fruio e

    atinja um nvel que lhe permita apreciar

    o texto de acordo com os seus quadros

    referenciais e os conhecimentos que

    portador.

    Dra. Teresa Macedo

    n. 24 ano 6 JanEIRo 2009 PREo 1,00

    alunos das diferentes turmas e anos de ensino interpelaram autor

    conversa com o escritor

    Jos Torres

    pgina 8

    ler saber mais3. edio

    concurso nacional de leitura 2008/2009 1. fase

  • 2 Janeiro 2009Acordas

    palavras

    aprovEiTaMEnTo Escola no Final do 1. pErodo

    Meus amigos! o tempo incomensurvel, clere e fugidio. O facto que no momento em que escrevo estas linhas para serem publicadas no jornal do nosso Agrupamento - A Cor das Palavras - j decorreu um longo perodo lectivo, o natal e tantas outras datas, efe-mrides e acontecimentos, j eram. o tempo no pra e as oportunidades de nos envolvermos, participarmos e apanharmos o comboio do sucesso vo-se estreitan-do, quase sem darmos por isso, a um ritmo avassalador e o que pior, se nos distrairmos, comprometendo todas as expectativas, metas e objectivos que justificam o vosso estudo, o nosso trabalho, e o investimento feito por toda a Comunidade Escolar.

    Com efeito, com o pensamento nos resulta-dos escolares alcanados no final deste 1. perodo que quero, antes de mais, relembrar-vos o longo e duro trabalho que temos pela frente. Como bvio, aqueles resultados ficaram muito aqum daquilo que gostaramos. Basta recordar que, no total dos ciclos de ensino e anos de escolaridade em desenvolvimento neste agrupamento de Escolas, desde o 1. ao 9. ano de escolaridade, incluindo as duas turmas dos Cursos de Educao e de Formao de Jovens (CEF), no contabilizando, contudo o pr-escolar (166 crianas) nem os Cursos de Educao e de Formao de adultos (EFa), num universo de 1570 alunos avaliados no final do 1. perodo, foram elaborados 294 planos de recuperao que correspondem a outros tantos alunos que no final do 1. perodo apresentam j indicadores de possvel reteno no final do ano lectivo, ou seja, cerca de 18,7 % dos alunos avaliados foram objecto daqueles planos e apresentam aqueles indicadores o que no nada consentneo com as exigncias da educao e formao que devemos promover e com o investimento por todos ns realizado ao logo deste perodo.

    Por isso, meus amigos, j no pode haver lugar para mais distraces. tempo de arregaarmos as mangas, rompermos os cotovelos, queimarmos as pestanas, torrarmos a pacincia e trabalhar-mos todos em conjunto, alunos, professores, pais e encarregados de educao, em prol do interesse comum, que o interesse de todos, a saber, alcan-ar um sucesso educativo assente e consolidado em aprendizagens efectivas que contribuam, de modo decisivo, para a formao intelectual, cvica e pessoal dos nossos alunos promovendo, neles, o saber ser , o saber saber e o saber fazer, pilares sustentadores do processo ensino aprendiza-gem, da formao integral dos alunos, e do Projecto Educativo deste Agrupamento de Escolas.

    tempo, ainda, para vos relembrar um dogma ou verdade absoluta, que a condio sine-qua-nom (necessria) para alcanarmos os nossos objectivos e metas.

    no h escola nem professor capaz de promover sucesso educativo sem uma responsabilidade partilhada com a famlia, com os pais e encarregados de educao.

    a educao, o ensino, as aprendizagens so res-ponsabilidade de todos, e todos devemos assumi-las como uma prioridade nobre e empenhada.

    a cor das palavras

    Em segundo lugar, e s em segundo, porque o assunto primeiro de facto srio e comprometido, quero saudar os fiis Leitores deste jornal. Verdadei-ros amigos que mesmo na ausncia deste tablide, o anseiam, e esperam avidamente, porque dele fazem acto de culto e reconhecimento de manifestao de cultura. por vs e para vs que as palavras ganham cor, diversas cores, todas as cores. por vs e para vs, tambm, que os artistas que as pintam, juntam e combinam, ganham em gratido a arte e o engenho que dedicam a to nobre misso.

    Por isso, nesta edio, que a 1. do presente ano lectivo, quero ainda, e antes de mais, manifestar publicamente a nossa gratido equipa responsvel por este jornal, em particular s suas coordenado-ras, professoras alcina Sousa e Manuela Sousa, que desde a primeira edio at presente edio, tudo tm feito para manter este projecto, mas tambm a todos aqueles que de alguma forma contribuem para colorir as palavras que este jornal nos oferece, alunos, professores, funcionrios pais e encarregados de educao, seja escrevendo palavras, desenhando imagens, seja vendendo ou comprando jornais, mas sobretudo, lendo o colorido das palavras e imagens que este jornal irradia.

    Ler cultura, crescimento, maturidade intelectual.O nosso agradecimento sentido a todos e o de-

    safio queles que ainda no tiveram a oportunidade de percorrer este autntico arco-ris, para se deixarem levar pela demanda do tesouro que no interior das suas pginas est escondido.

    docUMEnTos EsTrUTUranTEs

    do agrUpaMEnTo

    , tambm, a oportunidade para vos relembrar que neste agrupamento nada se faz por acaso, isola-damente ou ao sabor das mars. Este Agrupamen-to de Escolas apesar de ainda no dispor de condies para poder desfrutar de uma verdadeira autonomia que lhe permita tomar decises nos domnios da or-ganizao pedaggica, da organizao curricular, da gesto dos recursos humanos, da aco social escolar e da gesto estratgica, patrimonial, administrativa e financeira, dispe, no entanto, de instrumentos indispensveis sua construo, nomeadamente de um projecto educativo enquanto documento que consagra a orientao educativa do agrupamento, elaborado e aprovado pelos rgos de administrao e gesto para um horizonte de trs anos, e no qual se explicitam os princpios, os valo-res, as metas e as estratgias segundo os quais este agrupamento de escolas se prope cumprir a sua funo educativa, e cuja leitura no s recomendada, como considerada indispensvel para todos quantos tm interesse e responsabilidade no processo educativo, sejam professores ou funcionrios, sejam alunos ou pais e encarregados de educao; de um regulamento interno enquanto documento que define o regime de funcionamento do agrupamento, de cada um dos seus rgos de administrao e gesto, das estruturas

    de orientao e dos servios administrativos, tcnicos e tcnico-pedaggicos, bem como os direitos e os deveres dos membros da comunidade escolar, que se encontram em fase de reviso e alterao, mas que todos devemos conhecer para que possamos sujeitar a nossa conduta conduta dos outros; de um plano anual de activida-des, enquanto documento de planeamento, que define, em funo do projecto educativo, os objectivos, as formas de organizao e de programao das actividades e que procedem identificao dos recursos necessrios sua execuo, no qual todos nos devemos envolver e participar; de um oramento, enquanto documento em que se prevem, de forma discriminada, as receitas a obter e as despesas a realizar pelo agrupamento.

    Mais, para alm daqueles instrumentos, o agrupa-mento no processo de prestao de contas tem a ini-ciativa e o imperativo legal de elaborar um relatrio anual de actividades (documento que relaciona as actividades efectivamente realizadas pelo agrupa-mento de e identifica os recursos utilizados nessa realizao), a conta de gerncia (documento que relaciona as receitas obtidas e despesas realizadas pelo agrupamento) e o relatrio de auto-avaliao (documento que procede identificao do grau de concretizao dos objectivos fixados no projecto educativo, avaliao das actividades realizadas e da sua organizao e gesto, designadamente no que diz respeito aos resultados escolares e prestao do servio educativo) que apresenta s estruturas prprias, seja ao Conselho Pedaggico, seja ao Conselho Geral Transitrio para efeito de anlise, aprovao e recomendao.

    acresce a isto, e so tambm instrumentos de autonomia, os critrios gerais de avaliao dos alunos aprovados em sede de Conselho Pedaggico e j amplamente divulgados pelos alunos, pais e encar-regados de educao, bem como o prprio Projecto Curricular do agrupamento (concretizado nos diver-sos projectos curriculares de turma).

    De resto, estes instrumentos, todos eles, seja o Projecto Educativo, seja o Regulamento Interno, seja o Plano Anual de Actividades, seja os Critrios Gerais de Avaliao dos Alunos, seja o Projecto Curricular do Agrupamento so documentos es-truturantes da organizao e funcionamento do agrupamento, quer do ponto de vista administra-tivo, quer do ponto de vista pedaggico. So de leitura obrigatria por todos quantos tm interesse ou laboram neste agrupamento de Escolas, nomea-damente alunos, pais e encarregados de educao, funcionrios e professores.

    no possvel envolvermo-nos, participarmos e contribuirmos para a construo de uma escola de excelncia e de sucesso educativo sem sermos detentores dos princpios, dos valores, das metas e das estratgias segundo os quais este agrupamento se prope cumprir a sua funo educativa, sem nos conformarmos ao regime de funcionamento do agrupamento, de cada um dos seus rgos de admi-nistrao e gesto, das estruturas de orientao e dos servios administrativos, tcnicos e tcnico-pedaggicos, bem como os direitos e os deveres dos membros da comunidade escolar, sem nos responsabilizarmos pela dinamizao das actividades lectivas e para-lectivas e do prprio Agrupamento.

    notas do Executivo

    a perseverana mais eficaz do que a violncia, e muitas coisas que, quando reunidas, so invencveis, cedem a quem as enfrenta u