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O Apostolo ed2

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Jornal da Paróquia São Paulo Apóstolo Cangaíba / São Paulo - SP

Text of O Apostolo ed2

  • No dia 25 de Janeiro contamos com a presena de Dom Fernando Legal em nossa Parquia, nas festividades do nosso padroeiro, So Paulo Apstolo, onde reali-zamos o Trduo e a Santa Missa festiva. Dom Fernando passou uma mensagem marcante para todos aqueles que estavam atentos as suas palavras, a qual segue em resumo:

    Festa de So Paulo Apstolo padroeiro da nossa cidade de So Paulo, padroeiro desta Parquia, ele dedicada desde a sua fundao 15 anos atrs. Somos habitantes desta cidade, aqui nascidos ou vindos de ou-tros lugares, e constitumos a grande famlia de Deus que nela habita. Cidade que comeou no Ptio do Colgio, numa Igreja fundada pe-los Padres Jesutas Jos de Anchieta e Manoel De Nbrega a mais de 450 anos. Uma longa caminhada, que culminou no crescimento e desenvolvimento da cidade. Hoje uma gran-de metrpole que se faz presente de modo mpar no Brasil e no mundo inteiro.

    Cidade acolhedora, deu condies de vida digna a muita gente. Proporcionou uma reflexo sobre os direitos do homem, sobre-tudo ao trabalhador. Deus realizou muito nesta cidade sob a intercesso de So Paulo Apstolo, porm, ao lado dessa viso positi-va, tambm temos o verso da medalha: uma cidade com seus problemas: no se desen-volveu de modo harmnico, organizado, mas, foi se iando pelos imigrantes de outros pases europeus e, tambm, dos estados do norte e nordeste deste Pas.

    So Paulo um amlgama, uma mistura de raas e culturas: para muitos tornou-se meta onde tudo parecia fcil, mas que na verdade no era bem assim...

    Eu, que nasci e fui criado aqui, me recordo que tudo era muito diferente: as ruas eram lar-gas e as casas abrigavam apenas uma famlia; no havia trnsito e muito menos poluio. Hoje, no lugar daquela casa, foi construdo um prdio de 15 andares onde se abrigam cerca de 30 famlias. Quantos problemas sur-giram pois a largura da rua a mesma, o sistema de gua e esgoto o mesmo, a luz e os transportes tambm... Com a moderni-dade e o progresso, tudo ficou mais difcil. Ganhamos problemas como qualquer cidade grande no mundo inteiro. O preo de tudo isso o trnsito catico que suportamos, o saneamento bsico precrio, a alimentao e a sade to restritas minoria.

    Celebrando hoje a festa de So Paulo me vem em mente o momento da vida de Jesus onde Ele chorou diante do tmulo de Lza-ro; teve compaixo pelo povo sem pastor para lhe guiar e tambm quando olha do alto contemplando a cidade de Jerusalm, to linda, iluminada pelo sol radiante. Jesus v a beleza dos templos e das instituies, e chora porque sabia que no ia ficar pedra sobre pedra. Jesus tambm era cidado da Palestina, embora sendo Deus, como ho-mem, teve um lugar onde nasceu e viveu. Lugar com uma organizao social, polti-ca e econmica onde estava inserido. Jesus amava sua cidade. Ns tambm devemos amar a cidade que nascemos, vivemos e trabalhamos e no apenas lamentar. O que voc faz para melhorar a sua cidade?

    Atravs de So Paulo, que se transfor-mou num grande apaixonado por Jesus, devemos orientar nossas oraes. Ele dizia: Sem Jesus no somos nada nem nin-

    gum. Cristo o ar, o oxignio. Ele nos d auto-estima, valor, dignidade.

    O homem dividiu a Igreja por vaidade e poder, em um panorama religioso confuso e complicado, onde numa mesma famlia exis-tem vrias religies ou crenas. Temos que ter coerncia em nossa f. No fazer da re-ligio um comrcio com Deus. Devemos ter conscincia de nossa posio como filhos de Deus, e no querer assumir seu lugar.

    Agora com cada um de ns. Reflita: O que mudar na minha vida para que eu ame mais a Deus e ao irmos, como So Paulo fez? O que fazer para ser de Jesus Cristo? S Ele o Caminho a Verdade e a Vida.

    Agora com voc: medite, ore, mude ... Dom Fernando Legal,SDB

    Caros irmos e irms... No Santo Evange-lho encontramos a figura deste homem de Deus que circunda os acontecimentos da paixo, morte e ressurreio de Jesus. Ele a figura do homem que aprendeu em sua fra-queza a amar e a servir a Jesus.

    O LAVA-PS (Jo 13,1-20)Antes da festa da Pscoa, sabendo Jesus

    que chegava hora de passar deste mundo ao Pai, depois de ter amado os seus que es-tavam no mundo, amou-os at o extremo (Jo 13,1). Sabendo que o Pai havia posto tudo em suas mos, que tinha sado de Deus e voltava a Deus, se levanta da mesa, tira o manto e, tomando uma toalha, cinge-a. A seguir pe gua numa bacia e comea a lavar os ps dos discpulos e sec-los com a toalha que tinha cingido. (Jo 13,3-5)

    Neste texto do Evangelho, Jesus toma para si a condio de servial (escravo). Ele que-ria ensinar algo que as palavras somente no iriam falar e sua ao demonstra o que Ele veio fazer neste mundo.

    Diz Pedro: Jamais me lavars os ps. Respondeu lhe Jesus: se no te lavar , no ters parte comigo. (Jo 13,8)

    O amor de Jesus foi manifestado de tal forma que Pedro assustou-se com amor to grande e por ter visto Jesus fazendo tantos milagres, tantas maravilhas. Sendo seu mes-

    tre ele no conseguia ver Jesus se humilhan-do a ponto de lavar os seus ps para mostrar que o amor deve ser praticado,mas Pedro ainda no havia compreendido. E aqui ns vemos nossa humanidade que muitas ve-zes no consegue compreender tanto amor. Como pode um Deus feito homem amar in-condicionalmente a cada um de ns?

    Portanto, se eu, que Sou mestre e Senhor, vos lavei os ps, tambm vs deveis lavar os ps uns dos outros. Eu vos dei o exemplo, para que faais o que eu fiz. (Jo 13,15)

    Ter parte com Jesus amar como Ele amou. Quem no ama no tem parte com Jesus.

    A PROMESSA E A NEGAO DE PEDRO (Jo 13,37-38)

    Diz Pedro Darei minha vida por Ti. Res-pondeu lhe Jesus: Dars a vida por mim? Asseguro-te antes que o galo cante trs ve-zes me negars. (Jo 13, 37-38)

    Nesta passagem Pedro faz uma promessa dizendo que dar a sua prpria vida por Je-sus; uma promessa que ser quebrada com o medo da morte. O Senhor sabia que o amor de Pedro por Ele ainda no era um amor de entrega, entretanto, aceitava o amor que Pedro naquele momento poderia dar. Ento, Jesus lhe faz uma promessa que ser cum-prida depois da sua ressurreio. Tu me seguirs mais tarde. (Jo 13,36)

    Quando o Senhor foi entregue por Judas Iscariotes no Monte das Oliveiras e levado pelos soldados para ser julgado, diz o Evan-gelho de So Lucas que Pedro O seguia de longe(Lc 22,54). E enquanto se esquentava na fogueira do ptio de Caifs negou Jesus por trs vezes como o Senhor havia anunciado.

    O Senhor se voltou e olhou para Pedro; este recordou o que lhe havia dito: Antes que o galo cante, me negars trs vezes. Saiu e chorou amargamente. (Lc 22,61-62)

    O olhar terno de Jesus adentra o corao de Pedro e lhe perdoa da sua fraqueza. Ele chora no somente por ter decepcionado seu

    mestre, mas porque falhou na sua afirmao em seguir o mestre sem jamais neg-lo. Pe-dro aps ter tocado o fundo da infidelidade, vem a tornar-se a pedra da comunidade cris-t e se torna para ns fonte de esperana no perdo de Deus e em seu poder.

    A RESSURREIO (Jo 21,1-14)Aps a sua paixo e morte sobrou apenas o medo e a saudade do mestre no corao de Pedro, mas Deus na sua infinita misericrdia e poder havia preparado algo que muitas ve-zes Jesus havia anunciado, mas que Pedro e os discpulos no haviam compreendido. A manifestao absoluta do poder de Deus em Cristo que com sua morte nos trouxe a vida em plenitude.

    Mais ide dizer a seus discpulos e a Pe-dro que ir frente deles para Galilia.L o vero, como lhes havia dito. (Mc 16,7)

    Neste anncio vemos aparecer o nome de Pedro que nunca foi abandonado por Jesus, mostrando sua importncia perante os ou-tros discpulos, pois ser ele em meio as suas fraquezas a guiar o povo de Deus sendo ele sinal de unidade e universalidade.

    Mas so s margens do lago de Tiberades que acontece o grande encontro de Pedro e Jesus ressuscitado. Onde Jesus lhe faz uma pergunta e lhe confia suas ovelhas.

    Pergunta-lhe Jesus: Simo filho de Joo, tu me amas? Responde-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Diz-lhe: apascenta mi-nhas ovelhas. (Jo 21,16)

    Pedro O negara por trs vezes e agora Je-sus lhe da a oportunidade de trs vezes con-firmar o seu amor. Pedro mostra a condio do discpulo que chamado constantemen-te a morrer para aquilo que acreditava saber sobre Jesus e sobre si mesmo para acolher a Palavra de Deus e sua vontade.

    Que tambm ns carssimos irmos e irms possamos abrir a nossa vida diante de Deus com toda sinceridade como fez Pedro, e dei-xar a Pscoa de Jesus nos transformar.

    Proco Pe. Paulo Freitas Barros

    Pg. 4 O Apstolo - Abril/Maio 2010 www.pqsaopauloapostolo.com.brParquia SO PAULO APSTOLO www.pqsaopauloapostolo.com.br Rua da Lei, 185, Vila Rui Barbosa - CEP 03734-150 - Tel.: 2957-7737

    IGREJA UNA SANTA CATLICA APOSTLICA ROMANA

    Ide e anunciai o evangelho a toda criaturaAno I Abril/Maio 2010

    So Pedro: da Paixo Ressurreio de Jesus

    Que Deus habite nossa cidadeFesta do Padroeiro teve a participao de Dom Fernando Legal, SDB

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