Jornal - Outubro 2010

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Boa festa para todos. Pe. Toninho Monsenhor Esperidião Nilo de Góis (In Memoriam) 4| 5| 5| 6| 6| 7| 8| 1| 2| 2| 3| A Padroeira do Brasil Ano III - Edição nº 30 - Outubro de 2010 - Distribuição Gratuita - Mensal

Text of Jornal - Outubro 2010

  • Ano III - Edio n 30 - Outubro de 2010 - Distribuio Gratuita - Mensal

    Editorial ndiceEditorialNovena de Nossa Senhora AparecidaCongresso de LeigosCrianas: Promessa da IgrejaCuriosidades catlicasSo LucasDatas comemorativasGrupo de Orao Nossa Senhora Rainha do MundoAniversariantesEventosMural

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    Parquia Nossa Senhora AparecidaJardim So Paulo

    A Padroeira do Brasil

    Caros irmos, aproxima-se o momento de celebrarmos mais uma festa da nos-sa padroeira e neste ano de 2010, com um ingrediente a mais, isto , o ano do jubileu da parquia celebrado em abril. Quero ainda em homenagem aos festejos dos cinquenta anos, colocar um texto sobre a devoo a Nossa Senhora Aparecida escrito pelo sau-doso Monsenhor Esperidio Nilo de Gis, no ano de 1988. Segue na ntegra:

    A 12 de outubro prximo, todo o Brasil celebrar a Festa de sua Padroeira, Nos-sa Senhora Aparecida. Esta ser uma boa oportunidade para que a Me de Deus seja louvada por milhes de brasileiros. Quan-tos favores, quantos benefcios e graas lhe sero apresentados nesse dia! De todos os lados, nossa parquia, que leva seu nome, rende-lhe louvores. Os diversos servios que aqui se realizam, so contnuos louvo-res mais excelsa Criatura que Deus trouxe a este mundo.

    Desde 1717 que o Brasil comeou a ve-nerar a Santssima Virgem sob o ttulo de Aparecida, quando sua Imagem foi mila-grosamente encontrada no Rio Paraba, por humildes pescadores daquela regio. Sua histria bem conhecida por todos ns. Deus sempre presente nos caminhos dos mais humildes! Estes enxergam mais facilmente as coisas celestiais. Seu olhar tem uma cintilao angelical sempre agra-dvel a Deus. Eram as pessoas mais humil-des que estavam mais perto de Jesus, nas suas viagens pela Palestina. Ainda hoje, o fenmeno o mesmo em toda parte. So os mais humildes os primeiros a chegar, a ouvir os apelos do Mestre, a viver o seu batismo integralmente. Todos so chama-dos por Deus, mas eles so os pioneiros nessa caminhada terrena. Pela graa do nosso Batismo somos chamados a uma

    participao constante nos ministrios da Igreja, atravs do nosso apostolado, ver-dadeira peregrinao da f e da obedin-cia, conforme diz o Santo Padre a respeito de Nossa Senhora, em sua carta encclica Redemptoris Mater (Me do Redentor): Maria Santssima acompanhou Jesus pas-so a passo, na sua materna peregrinao de f. Acompanhou-O ao longo de sua vida oculta em Nazar; acompanhou-O tambm durante o perodo da separao externa, quando Ele comeou a dedicar-se s Obras e ao ensino no seio de Israel; e acompanhou-O, sobretudo, na experincia trgica do Glgota.

    Nossa insero na vida paroquial uma completa peregrinao de f e de obedin-cia Igreja de Deus, onde quer que esteja-mos. O cristo no deve ficar acomodado, semelhana daquele que se sente realiza-do sombra de uma rvore em dia de estio e de Sol quente, seria uma vivncia neste mundo sem qualquer merecimento. A Igre-ja modela sua caminhada terrena pela ca-minhada da Me de Deus. Desde o incio, quando ainda bem jovem, fora escolhida por Deus para ser Me de seu Filho Unig-nito. Nem por isso ficou esttica. Logo que soube do estado de gravidez de sua prima Isabel, foi s pressas a sua casa, a fim de prestar-lhe os servios necessrios. Cuidou do Filho durante toda a sua vida oculta. Em sua vida pblica, acompanhou-O s Bodas de Can e fora apresentada s mul-tides como aquela que faz a vontade do Pai que est no cu, quando lhe disseram que sua Me e parentes mais prximos es-tavam l fora e O procuravam. Modelemos nossa vida vida de Maria e seremos mais felizes e, por isso mesmo, outros tipos de cristos.

    Monsenhor Esperidio Nilo de Gis (In Memoriam)

    Boa festa para todos.Pe. Toninho

  • ExpedienteDiretor espiritual: Pe. ToninhoSecretaria: Cleonice Pastoral da Comunicao: Daniel de Paiva Cazzoli, Mrcia Chequer Greppi Pellegrini, Andrezza Tronco, Luiz Carlos

    Spera, Valquria BeltraminiDesigner: Valquria BeltraminiContribuio: Marcia Chequer Greppi Pellegrini, Daniel de Paiva Cazzoli, Andrezza Tronco, Clemente Raphael Mahl, Paulo Beltramini Reviso das matrias: Daniel de Paiva CazzoliImpresso: Grfica Neiva

    Rua Parque Domingos Luiz, 273 - Jd. So Paulo - tel: 2979-9270

    Site: www.nsaparecidajsp.com.br E-mail: informativonsaparecida@yahoo.com.br / paroquia@nsaparecidajsp.com.br2

    Novena de Nossa Senhora AparecidaMARIA SINAL DE ESPERANA PARA O MUNDO

    O 1 Congresso de Leigos da Ar-quidiocese de So Paulo est em sua 3 fase. Em setembro e ou-tubro realizam-se as OFICINAS em mbito de Arquidiocese. Os grupos delas participam de acordo com seus interesses e sua inscrio na fase das OFICINAS na Regio. Dentro da

    1 dia 01/10 (6 feira) s 20hMaria, sinal de EvangelizaoPastoral Organizadora: Batismo 2 dia 02/10 (sbado) s 17hMaria, sinal de modelo e fPastoral Organizadora: Jovens / Crisma 3 dia 04/10 (2 feira) s 20hMaria, sinal de amor e fidelidade

    Pastoral Organizadora: Grupos de Reflexo / Capelinhas

    4 dia 05/10 (3 feira) s 20hMaria, sinal de modelo de quem ouve a Palavra de DeusPastoral Organizadora: Ministros Extraordinrios da Eucaristia 5 dia 06/10 (4 feira) s 20hMaria, sinal e modelo de orao

    Pastoral Organizadora: Grupo de Orao 6 dia 07/10 (5 feira) s 20hMaria, sinal da confiana em Deus

    Pastoral Organizadora: Catequese 7 dia 08/10 (6 feira) s 20hMaria, sinal e proteo vidaPastoral Organizadora: Centro Comunitrio / Sade 8 dia 09/10 (sbado) s 17hMaria, sinal de esperana para os que sofremPastoral Organizadora: Aposto-lado da Orao 9 dia 10/10 (2 feira) s 20hMaria, sinal de salvaoPastoral Organizadora: Pastoral Familiar / E.C.C

    prpria OFICINA os participantes, de maneira bem metdica, j come-am a trabalhar concretamente no tema, para que seja implantado ou otimizado em nossa cidade, quer a curto, quer a mdio e longo prazo. No h perigo de o CONGRESSO DE LEIGOS acabar sem dar frutos.

    Congresso de Leigos: Em busca de resultados

    Festa Solene da Padroeira 12/10

    Missas: 8h, 10h, 15h (com as cri-anas) e 18h (Campal) 11h30 Beno dos carros e motos 12h Almoo festivo

    Barracas com comidas durante todo o dia

    tempo de acreditarmos em Cristo com os olhos bem abertos. Ergam os olhos e contemplem os campos, pois j esto dourados para a colheita (Jo 4,35).

    Clemente Raphael Mahl

    Membro da Comisso Central do Congresso

  • Crianas: Promessa da Igreja

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    Toda criana um mundo de pos-sibilidades, um mar de beleza a descobrir...

    Neste sentido, ela promessa, ann-cio e anteviso de algo ainda no re-alizado.

    Como flor a desabrochar, enquanto, por um lado, vai-se abrindo reali-dade, por outro, introduz-lhe algo de verdadeiramente novo, oferecendo candura ao mundo dos adultos, tantas vezes rotineiro e cansado...

    Quanta beleza num s sorriso de uma criana...

    Ora, se uma evidncia que a crian-a em si mesma uma promessa, por que que o especialmente para a Igreja?

    Provavelmente por trs motivos:

    1. A Igreja uma comunidade cons-tituda por todos os que um dia dis-seram um sim especial a Jesus e pro-curam renovar esse sim em cada dia, reconhecendo cada outro como ir-mo. aqui que est o segredo mais profundo daquilo a que chamamos ser cristo ou viver a f... Contudo, certo que muitas vezes nos esque-cemos disso, preocupamo-nos com muitssimas coisas, mas esquecemo-nos do essencial. Deste modo est-se mesmo a ver que cristos que no amam so cristos que no testemu-

    nham... O que que as crianas nos ensinam neste mbito? Ensinam-nos que sem amor, sem carinho, sem o reconhecimento do outro, a vida no tem sentido e a Igreja tambm no... Tudo no passa de um conjunto de obrigaes, de deveres vazios. como se fssemos membros de uma sociedade por quotas... Para os pe-quenos, o amor concreto, sem hesi-taes, sem calculismos... nas peque-nas coisas.

    2. Um outro risco provocado pelo peso institucional o da complicao. O que simples tornamo-lo comple-xo e burocrtico. Chama-se a isso pru-dncia, mas no passa, tantas vezes, de um certo comodismo, de medo de arriscar novas solues, de resistn-cia mudana... Para a criana, tudo simples: gosto porque gosto... A Igreja precisa muito de um banho de simplicidade, de harmonia, de uma linguagem menos tcnica, mas que todos possam entender. Mas tambm simplicidade nos relacionamentos, na resoluo de problemas. Algum dis-se que das crianas o Reino dos cus e tambm dos que so como elas...

    3. Por fim, descobrimos que o mundo em que vivemos triste, resultado da agitao, do tecnicismo e de um ma-terialismo exacerbado. Por sua vez, as nossas assembleias so tambm onde estamos todos de rostos carregados. No era assim com os cristos da pri-meira hora nem com os santos de to-

    dos os tempos... Felizmente tambm no assim com as crianas. Elas, porque esto mais perto de Jesus, porque amam com um amor forte e concreto e porque so simples, so tambm felizes. Como so bem di-ferentes as assembleias litrgicas em que as crianas animam os adultos, em que cantam e batem palmas! Com elas temos, pois, de reaprender a ale-gria verdadeira.

    As crianas so promessa porque permitem ver o futuro com mais oti-mismo, porque nos ensinam a viver o amor, a simplicidade e a alegria e porque nos permitem esperar que as novas geraes possam viver um cris-tianismo mais autntico e belo do que aquele que nos foi oferecido... Assim, elas so verdadeira esperana para a Igreja e para o mundo.

    Pe. Jos Cardoso de AlmeidaResponsvel pelo Departamento da Catequese do SNEC

    Fonte: www.comshalom.org

  • Os objetos do culto Parte 2

    Os Panos Litrgicos

    Chamamos de panos litrgi-cos ou panos de altar alguns panos confeccionados com li-nho ou cambraia de linho utili-zados nas celebraes litrgicas. So bentos: Corporal, Pala, Sangui-nho ou purificatrio, toalhas de altar.

    No so bentos: manustrgio, toalha de comunho.

    Corporal: Pedao de