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SINERGIA MUSCULAR ABDOMINO-PÉLVICA EM MULHERES · PDF file LA Levantador do ânus MAP Músculos do Assoalho Pélvico μV Microvolt OE Oblíquo externo OI Oblíquo interno OI/TrA Oblíquo

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Text of SINERGIA MUSCULAR ABDOMINO-PÉLVICA EM MULHERES · PDF file LA Levantador do ânus...

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

    CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

    DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA

    PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA

    SINERGIA MUSCULAR ABDOMINO-PÉLVICA EM

    MULHERES CONTINENTES NULIGESTAS E PRIMÍPARAS:

    UM ESTUDO COMPARATIVO

    SILVANA MARIA DE MACÊDO UCHÔA

    RECIFE – 2011

  • SILVANA MARIA DE MACÊDO UCHÔA

    SINERGIA MUSCULAR ABDOMINO-PÉLVICA EM

    MULHERES CONTINENTES NULIGESTAS E PRIMÍPARAS:

    UM ESTUDO COMPARATIVO

    RECIFE – 2011

    Dissertação apresentada ao Programa de Pós-

    Graduação do Departamento de Fisioterapia da

    Universidade Federal de Pernambuco, como

    requisito parcial à obtenção do título de Mestre

    em Fisioterapia.

    Linha de pesquisa:

    Avaliação do desempenho físico-funcional e

    qualidade de vida.

    Orientadora:

    Profª. Dr a . Glória Elizabeth Carneiro Laurentino.

    Universidade Federal de Pernambuco - UFPE

    Co-orientador:

    Profº. Drº . Alberto Galvão de Moura Filho.

    Universidade Federal de Pernambuco - UFPE

  • 1.1 Uchôa, Silvana Maria de Macêdo

    Sinergia muscular abdomino-pélvica em mulheres continentes nuligestas e primíparas: um estudo comparativo / Silvana Maria de Macêdo Uchôa. – Recife: O Autor, 2011.

    xiv + 89 folhas: il., fig.; 30 cm.

    Orientador: Glória Elizabeth Carneiro Laurentino Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de

    Pernambuco. CCS. Fisioterapia, 2011.

    Inclui bibliografia, anexos e apêndices.

    1. Eletromiografia. 2. Gestação. 3. Sinergia. 4. Músculos abdominais. 5. Mulheres. I. Laurentino, Glória Elizabeth Carneiro. II.Título.

    UFPE

    615.85 CDD (20.ed.) CCS2011-211

  • ii

    “ESTUDO DA SINERGIA MUSCULAR ABDOMINO-PÉLVICA EM MULHERES CONTINENTES”.

    SILVANA MARIA DE MACÊDO UCHÔA

    APROVADA EM: 02/09/2011 ORIENTADOR: PROFª. DRª. GLÓRIA ELIZABETH CARNEIRO LAURENTINO COORIENTADOR: PROFº. DRº. ALBERTO GALVÃO DE MOURA FILHO COMISSÃO EXAMINADORA:

    PROFª DRª ARMÈLE DE FÁTIMA DORNELAS DE ANDRADE – FISIOTERAPIA/UFPE

    PROFª DRª ANDREA LEMOS BEZERRA DE OLIVEIRA – FISIOTERAPIA/UFPE

    PROFº DRº ADRIANO ALMEIDA CALADO – UPE

    Visto e permitida à impressão

    _________________________________________________ COORDENADOR DO PPGFISIOTERAPIA/DEFISIO/UFPE

  • iii

    DEDICATÓRIA

    Dedico este trabalho:

    A Deus, que sempre iluminou o meu caminho.

    Aos meus pais, exemplo de amor e meu porto seguro

    A Carlos Alberto Gomes Uchôa, meu amado marido e companheiro de todas

    as horas

  • iv

    AGRADECIMENTOS

    Gostaria de manifestar meus agradecimentos primeiramente a Deus que sempre me fez

    sentir sua presença e amor de pai celestial ao longo da minha jornada, sempre me

    amparando e dando forças para prosseguir.

    Em especial agradeço:

    Aos meus orientadores, Profª. Drª. Glória Elizabeth Carneiro Laurentino e Prof. Dr.

    Alberto Galvão de Moura Filho, por toda atenção, pelas críticas sempre construtivas, por

    todo apoio dado e por algo de valor inestimável: carinho e compreensão.

    Aos colegas e amigos da primeira turma do Mestrado em Fisioterapia – UFPE (2009),

    pela convivência salutar e enriquecedora.

    À Niége Maria de Paiva Melo, Secretária do Programa de Pós-Graduação em

    Fisioterapia – UFPE, pela atenção, profissionalismo e disponibilidade.

    A todas as voluntárias que participaram da pesquisa, sem as quais nada seria possível.

    Às amigas Divaneti Valentim Barbosa, Thalita Santana de Farias, Palmira Daniela Lôbo,

    Neyla Súcie Siqueira e Dinalva Lacerda pela colaboração e apoio.

    Muito obrigada!

  • v

    A vitória mais bela que se pode alcançar

    É vencer a si mesmo.

    (Santo Ignácio de Loyola)

  • vi

    LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

    AEVM Atividade Elétrica Voluntária Máxima

    AP Assoalho Pélvico

    CVM Contração Voluntária Máxima

    DAP Disfunção do Assoalho Pélvico

    DCabd Dobra cutânea abdominal

    EAE Esfíncter Anal externo

    EMG Eletromiografia

    EMGs Eletromiografia de superfície

    GM Glúteo máximo

    IMC Índice de massa corpórea

    IPAQ International Physical Activity Questionnaire

    IUE Incontinência urinária de esforço

    LA Levantador do ânus

    MAP Músculos do Assoalho Pélvico

    μV Microvolt

    OE Oblíquo externo

    OI Oblíquo interno

    OI/TrA Oblíquo interno e Transverso abdominal

    PIA Pressão Intra-abdominal

    RMS Root Mean Square

    r Coeficiente de correlação de Spearman

    SENIAM Surface EMG for a Non-Invasive Assessment of Muscle

    SPSS Statistical Package for Social Sciences

    TrA Transverso Abdominal

    TCLE Termo de consentimento livre e esclarecido

    UFPE Universidade Federal de Pernambuco

  • vii

    LISTA DE TABELAS

    Artigo Original 1 Página

    Tabela 1. Caracterização da amostra segundo as variáveis: idade,

    massa corporal, estatura, Índice de Massa Corporal

    (IMC) e dobra cutânea abdominal (DCabd).................

    47

    Tabela 2. Análise intra-grupo da atividade EMGRMS de repouso nas

    posturas supina e ortostática dos músculos esfíncter anal

    externo (EAE); oblíquo interno e transverso abdominal

    (OI/TrA); oblíquo externo (OE) e glúteo máximo (GM)

    em mulheres nuligestas e primíparas..........................

    48

    Tabela 3. Atividade EMGRMS dos músculos esfíncter anal externo

    (EAE), oblíquo interno e transverso abdominal (OI/TrA);

    oblíquo externo (OE) e glúteo máximo (GM) durante a

    CVM do glúteo máximo em mulheres nuligestas e

    primíparas..........................

    49

    Artigo Original 2 Página

    Tabela 1. Caracterização da amostra segundo as variáveis: idade,

    massa corporal, estatura, Índice de Massa Corporal

    (IMC) e dobra cutânea abdominal (DCabd)....... 63

    Tabela 2. Distribuição das mulheres primíparas e nuligestas,

    segundo o nível de atividade física................................ 63

    Tabela 3. Atividade EMGRMS dos músculos esfíncter anal externo

    EAE; oblíquo interno e transverso abdominal (OI/TrA);

    oblíquo externo (OE) e glúteo máximo (GM) durante o

    repouso supino, tosse neutra (N) supino, tosse rotação

    externa (RE) supino, repouso ortostático, tosse neutra (N)

    ortostática e tosse rotação externa (RE) ortostática em

    mulheres continentes nuligestas e primíparas ................... 64

  • viii

    LISTA DE FIGURAS

    Artigo Original 1 Página

    Figura 1. Atividade EMGRMS no repouso supino e nas CVMs em

    mulheres continentes nuligestas e primíparas, segundo

    cada atividade estudada..................................................

    50

    Figura 2. Atividade EMGRMS no repouso ortostático e nas

    manobras umbigo costa em mulheres continentes

    nuligestas e primíparas............................................

    51

    Artigo Original 2 Página

    Figura 1. Fluxograma de seleção da amostra estudada................. 62

    Figura 2. Atividade EMGRMS (µV) dos músculos esfíncter anal

    externo (EAE), oblíquo interno e transverso abdominal

    (OI/TrA), oblíquo externo (OE) e glúteo máximo

    (GM) em mulheres continentes, nuligestas e

    primíparas, durante o repouso supino e o esforço de

    tosse, com membros inferiores em posição neutra e

    com rotação externa da articulação

    coxofemoral................................

    65

    Figura 3. Atividade EMGRMS (µV) dos músculos esfíncter anal

    externo (EAE), oblíquo interno e transverso abdominal

    (OI/TrA), oblíquo externo (OE) e glúteo máximo

    (GM) em mulheres continentes, nuligestas e

    primíparas, durante o repouso e o esforço de tosse na

    postura ortostática, com os membros inferiores em

    posição neutra e em rotação externa da articulação

    coxofemoral..................................................................

    66

  • ix

    RESUMO

    Introdução: O estudo da sinergia entre os músculos do assoalho pélvico, da parede

    abdominal e o glúteo máximo, por meio de eletromiografia de superfície, apresenta

    aspectos importantes e que necessitam ser melhor estudados e compreendidos, a fim de

    poderem ser utilizados e inseridos dentro de um programa de reabilitação preventiva

    ou curativa do assoalho pélvico, pois ainda existem controvérsias se essa sinergia sofre

    alterações em mulheres que apresentam disfunções do ass